Conheça a Cervejaria da Esquina em Lisboa….

Cervejaria da Esquina... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia sobre uma cervejaria, desta feita a denominada cervejaria da esquina…

« Cervejaria da Esquina. Não é a sua cervejaria habitual

O chefe Vítor Sobral contra-ataca com uma cervejaria moderna em Lisboa que pisca o olho à tradição e fecha os olhos aos lugares-comuns

 “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade”, ouvia-se ainda esta segunda-feira na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Há, no entanto, centenas de velhos noutra zona da cidade, o Restelo, a exigir “um Salazar a cada esquina”. Já o chefe Vítor Sobral defende um bom restaurante em cada esquina e tem lutado para isso no bairro de Campo de Ourique. Depois da Tasca da Esquina, onde as ruas Domingos Sequeira e do Patrocínio se cruzam, é a vez da Cervejaria da Esquino número 58 da Rua Correia Telles (antiga morada do Café Bonina).

A ideia é pegar no conceito tradicional de cervejaria (as sapateiras a olhar para nós nos aquários, a cerveja a fazer olhinhos ali no balcão) e elevá-lo ao quadrado. Talvez seja demasiado snob chamar-lhe “cervejaria sofisticada” mas há grandes diferenças entre a casa do chefe Vítor Sobral e as suas congéneres da Avenida Almirante Reis. Diferença n.º1: a Cervejaria da Esquina não está na Almirante Reis mas no tranquilo bairro de Campo de Ourique, o melhor sítio para habitar em Lisboa segundo os habitantes de Campo de Ourique, cidadãos habituados a jogar Tetris com o carro de cada vez que querem estacionar. Diferença n.º2: não há uma televisão sintonizada na Sport TV nem toalhas de papel para jogar ao galo enquanto não chegam as lambujinhas. Diferença n.º 3: não há lambujinhas.

Hoje há conquilhas, amanhã também

E para além disso: berbigão lingueirão e ameijoa vendidos à dose – ostras a 2,60€ cada. Mais: búzios, canilhas, burriés, percebes, lagostim, camarão, lavagante, lagosta, sapateira, santola e navalheira, todos eles com preços a variar consoante o peso.

Tudo isto, a par com o pão torrado com manteiga e outros mimos de cervejaria, são clássicos intemporais que remontam à bela arte de encontrar pretextos para beber cerveja – o que nos leva ao velho dilema de casualidade: o que veio primeiro, o petisco ou a cerveja?

Há os clássicos, é claro: creme de camarão, arroz de mariscos, cataplanas e bifes – este últimos suculentos, altos, de encher o olho. Outra das novidades (diferença n.º 4) é a cozinha de autor, acepipes vários trabalhados pelo próprio chefe Vítor Sobral. Quem se quiser submeter aos gostos e destreza manual do próprio só tem de escolher a a opção “nas mãos do chefe” e avisar de quaisquer incompatibilidades dietéticas. O menu é “feito na hora e raramente se repete”, conta o chefe, “escolhido a partir dos produtos dos melhores e mais frescos produtos do dia”.

O par para este tango, a cerveja, vem servida em copos baixos. A “esquininha”, bebida da casa, não é mais do que uma versão sofisticada da injustamente esquecida “lambreta” copo menor (em tamanho) com uma estranho apego à vida – a esquininha, tal como a lambreta, demora mais tempo a morrer.

Os tachos não são para enfeitar, é lá que são cozinhados os pratos de caril e as açordas, receita muito popular na tal Grândola, vila morena, terra onde em cada esquina há um amigo.

Cervejaria da Esquina, Rua Correia Teles, n.º56, Campo de Ourique, Lisboa. Terça a Domingo, das 9h30 às 15h30; das 19h39 às 23h30. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119393-cervejaria-da-esquina-nao-e-sua-cervejaria-habitual, a 27 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça o Roteiro de Quiosques de Lisboa…

Roteiro de Quiosques de Lisboa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma peça que achei bastante interessante e que versa sobre « quiosques», passo a transcrever a mesma.

« Quiosques. Não é preciso vestir Prada para comer na Avenida

Uma perdição para a barriga e para os amantes de neologismos como “esplanadar”. Comece de forma comedida pelo cimo da Avenida da Liberdade, provando os saudáveis smoothies, uma outra forma de falar de sumos de fruta cremosos. Se não resistir a uma salsicha no pão com recheio caprichado, delicie-se ali mesmo ao lado com um dos melhores cachorros-quentes da cidade. Descanse um pouco. Ou melhor, mexa essas pernas para agilizar a digestão e conseguir espaço para uma generosa sobremesa. Antes de chegar aos Restauradores, e de procurar uma pastilha Rennie para contrariar o efeito da gula, delicie-se com uma fatia de pizza. Finalmente, remate o roteiro com um alívio da culpa: mais uma refeiçãozinha amiga da saúde, desta vez no segundo espaço do Banana Café, que há um ano ganhou o concurso público para a exploração dos novos quiosques no coração de Lisboa.

Parece um rali de tasquinhas típico de um vilarejo do interior em pleno mês do emigrante. Na verdade, são os cinco novos pontos de paragem que vão povoar a Avenida da Liberdade já a partir do próximo mês. Não é obrigatório corrê-los de fio a pavio no mesmo dia, mas fica o convite para este circuito gastronómico pelo passeio público mais nobre da capital em versão low cost.

“O objectivo é devolver vida à Avenida da Liberdade, onde todos os serviços são caríssimos. Queremos ofertas acessíveis a todos”, explica Maria Ribeiro e Castro, do Banana Café, que se une a outros nomes conhecidos da restauração como O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo, Hot Dog Lovers ou Maritaca, do chefe Fausto Airoli.

A animação está na rua. E se dúvidas houvesse sobre a aposta crescente na sua revitalização, um estudo do mercado imobiliário sobre Lisboa apresentado em Março pela Aguirre Newman põe a Avenida da Liberdade entre as zonas mais solicitadas para a abertura de lojas.

A inauguração oficial está agendada para o fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, com direito a música ao vivo, workshops e uma feira de alfarrabistas e antiguidades que se irá repetir todos os segundos sábados de cada mês, uma iniciativa promovida pelo Movimento Verde Alfacinha. Mas na próxima semana já é possível encontrar os quiosques em funcionamento que, para além das iguarias servidas, disponibilizam ainda internet wireless.

Os engravatados da artéria mais luxuosa de Lisboa podem associar-se à euforia dos transeuntes sem abandonarem as suas secretárias. Está previsto serviço de take away e de entrega aos escritórios vizinhos. Depois de quiches, empadas, pastéis de nata, croissants, travesseiros, queijadas de Sintra, gelados e sumos, entre Outubro e Novembro é esperada a abertura do sexto quiosque, com crepes doces e salgados.

Se por esta altura já está a magicar como se irá proteger do sol de Verão e dos rigores do Inverno, recomendamos que não aborreça os neurónios com este tipo de preocupação. Nos próximos meses, os guarda-sóis quadrados farão de tudo para prevenir insolações indesejadas. Quando o frio se sentar nas cadeiras das esplanadas, há aquecimento exterior garantido.

Os quiosques vão estar abertos todos os dias das 9h00 às 23h00, com horário alargado até às 2h00 às quintas, sextas e sábados. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119225-quiosques-nao-e-preciso-vestir-prada-comer-na-avenida, a 26 de Abril de 2011, em Jornal I

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Restaurantes de Topo a Preços de Saldo…

Restaurantes a Preço de Saldo... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago um artigo sobre restaurantes que estão a preço de saldo, passo a transcrever a referida peça jornalística.

«Aqui há restaurantes de luxo a preço de saldo

50 restaurantes aderiram à iniciativa que começa esta quinta-feira. Eleven, Panorama ou Clara Jardim cobram 20 euros por refeição

Mais de cinquenta restaurantes de luxo voltam a estar acessíveis para carteiras menos recheadas durante a Lisboa Restaurant Week, que começa na quinta-feira, para ajudar instituições a desenvolver projectos para quem mais precisa.

De quinta-feira a 9 de Abril, 53 restaurantes dos mais caros e exclusivos da capital, como o Eleven, o Panorama ou o Clara Jardim, abrem as portas a 20 euros (mais bebidas) por uma refeição completa, com o objectivo de «democratizar o acesso à restauração de qualidade», como explicou o director da organização do evento, José Borralho, citado pela Lusa.

Por cada refeição vendida, um euro reverte para duas instituições de solidariedade social: a Caritas e a Mulheres de Vermelho, organizações que foram escolhidas por uma equipa multidisciplinar.

«Desde a primeira edição do evento que já foram doados mais de 50 mil euros a instituições. A SIC Esperança foi a primeira organização a receber donativos da Lisboa Restaurant Week: com cerca de seis mil euros desenvolveram um projecto de apoio a sem-abrigo e fizeram uma horta», contou José Borralho.

Pode fazer a reserva online

Na última edição foram servidas quase 16 mil refeições pelos 48 restaurantes que aderiram à iniciativa. José Borralho espera que «pelo menos se faça o mesmo número do ano passado [que foi o melhor, mesmo com a crise]» pelo apoio que é dado às instituições, mas também «pela importância que o evento tem na restauração e na cidade».

«Calculamos que se tenha feito mais de 1,6 milhões de euros, se pensarmos que temos 50 mil refeições em quatro edições a uma média de 27 euros. O evento mexe muito no sector da restauração e mesmo na cidade: pela democratização do acesso à restauração de qualidade e pelas causas sociais», disse o organizador.

Nesta 5.ª edição do Lisboa Restaurant Week vai ser possível reservar metade dos restaurantes pela Internet: «Cerca de 50% dos espaços aderiram à reserva online. Através do portal My Table podem fazer a reserva imediata pela internet, como num voo, e escolhem a mesa, vêem a disponibilidade para aquele dia», avançou José Boralho.

O conceito Restaurant Week surgiu há 16 anos em Nova Iorque e já obteve a adesão de mais de 10 mil estabelecimentos, tendo-se estendido a várias cidades, como Londres, Amesterdão ou São Paulo. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/restaurantes-de-luxo-restaurant-week-restaurantes-comida-agencia-financeira/1243187-1730.html, a 30 de Março de 2011, em Agência Financeira

Bom Apetite!

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A Receita de Hoje é… Almôndegas de Frango…

Almôndegas de Frango... Fonte: http://www.clickgratis.com.br

Hoje trago uma receita um pouco mais diferente das que tenho trazido, e versa por ser algo simples e fácil de confeccionar.

« Almôndegas de frango

Ingredientes

  • Frango: 500 g
  • Cebolas: 2 Médias
  • Alho: 1 Dente
  • Orégãos: q.b. –
  • Tomilho: q.b. –
  • Pão ralado: 3 Colheres de sopa
  • Ovo: 1 (batido)
  • Azeite: q.b. –

Preparação

Pique o frango, o alho e a cebola. Coloque todos os ingredientes numa taça e misture bem. Humedeça as mãos e faça bolinhas.

Numa frigideira, aqueça o azeite. Coloque as almôndegas a fritar até ficarem douradas. Reserve, colocando-as em papel absorvente para retirar o excesso de gordura.

Sirva com ervilhas e molho de tomate »

In: http://sabores.sapo.pt/receita/almondegas-de-frango-1, a 13 de Março de 2011

Bom Apetite!

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Conheça a Dieta Perfeita…

A Dieta Perfeita... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para começar bem a semana, trago a dieta perfeita  que foi descoberta pela ciência..

« Beterraba crua, cavala e massa. A ciência descobriu a dieta perfeita

O maior estudo europeu sobre regimes alimentares para prevenir a obesidade identificou a dieta com melhores resultados

Uma pesquisa por “dieta” na secção de livros da Amazon dá 1668 resultados em português/espanhol e 58 920 se quiser inspirar-se na sabedoria inglesa. Se fizer uma ronda pelas pessoas mais próximas talvez ainda apareçam mais algumas dicas – ultimamente a “dieta dez” é das mais faladas, mas seja qual for a eleita a conversa tende a terminar com um “acredita, resulta”. Investigadores da Universidade de Copenhaga põem esta semana um ponto final na corrida ao regime perfeito para perder peso. A recomendação tem muito pouco de esotérico e na ementa que dão como exemplo talvez só seja preciso substituir a “cavala em tomatada”, decerto mais convidativa na Dinamarca de Thomas Larsen, especialista em nutrição e autor do estudo publicado no “New England Journal of Medicine”.

As chamadas “dietas hype”, diz ao i o investigador, vão continuar a surgir todos os dias. “Umas vão ser boas, outras más.” Mas os resultados obtidos com 772 famílias europeias, que participaram no estudo Diogenes, permitem um conselho robusto e intemporal. Muitas proteínas e alimentos com baixo índice glicémico contribuem para o peso certo, sem ter de passar fome ou contar calorias. O desafio é tão simples como deixar de comer pão branco e aderir à massa integral e, segundo os investigadores, poderá comer até lhe apetecer. Apesar de a amostra ser a maior de sempre, os resultados reflectem apenas seis meses. Era algo já relativamente consensual, explica Larsen, que as dietas que apostavam mais nas proteínas do que nos hidratos de carbono têm mais sucesso. A principal novidade é a importância de alimentos com baixo índice glicémico na fase da manutenção, para muitos a mais difícil.

O estudo O objectivo do estudo desenvolvido pelo grupo de Thomas Larsen era comparar as diferentes recomendações europeias no combate à obesidade com as novidades científicas na área da regulação do apetite. A ideia de envolver famílias tinha dois objectivos: perceber qual o regime que funciona melhor nos adultos (938 no total) e ver qual o impacto nas crianças (827).

Aos adultos foi pedido que seguissem um regime de 800 calorias diárias (o valor normal está entre as 1000 e as 1500). Passadas oito semanas, tinham perdido em média 11 quilos e seguiu-se a fase mais importante: perceber que dieta prolongaria melhor os resultados, tendo pela frente um período de seis meses. O artigo na revista médica mostra que o regime rico em proteínas e baixo índice glicémico (um bom auxiliar pode ser adicionar nos favoritos a tabela de composição de alimentos do Instituto Nacional de Alimentos Dr. Ricardo Jorge) conseguiu não só ser mais eficaz como teve menos desistentes. No final dos seis meses, todos os participantes ganharam em média meio quilo, mas os que se mantiveram em regimes ricos em hidratos de carbono tiveram os piores resultados: recuperaram em média o triplo do peso. Nas crianças, os resultados foram ainda mais visíveis. No início do estudo, 45% tinha excesso de peso. Nas famílias em que se seguiu a dieta perfeita houve um decréscimo de 15% nos casos de excesso de peso. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/90667-beterraba-crua-cavala-e-massa-ciencia-descobriu-dieta-perfeita, em Jornal I, a 11 de Março de 2011

Boa Dieta!

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A Receita Deste Domingo: Tarte de Amêndoa…

Tarte de Amêndoa... Fonte: http://www.docesecompanhia.com

Este domingo trago uma receita tradicional do Algarve, passo a transcrever a referida…

« Tarte de Amêndoa

Ingredientes:

  • 300 gr. de açucar
  • 5 ovos
  • 5 gemas
  • 180 gr. de amêndoas
  • 30 gr. de coco
  • 1,5 dl. de água

Preparação:

Ponha o açucar ao lume com a água e deixe ferver até atingir ponto de fio forte. Junte as gemas aos ovos e deite a calda sobre estes, mexendo de forma enérgica. Em seguida junte o miolo de amêndoa finamente picado e o coco. Coloque esta massa dentro de formas de tarte, previamente forradas com massa tenra. Polvilhe com açucar em pó e leve a cozer em forno fraco. Sirva depois de frio e polvilhe com mais um pouco de açucar em pó.


Massa Tenra

Ingredientes:

  • 200 gr. de farinha
  • 1 colher de sopa de azeite e vinagre
  • 1 pitada de sal
  • água fria q.b.


Preparação:

Ponha a farinha numa tigela. Adicione o azeite, o vinagre e a pitada de sal. Envolva bem e adicione aos poucos a água até obter uma massa facil de moldar. Faça uma bola e deixe, tapada, em repouso durante cerca de 15 minutos. Depois, estenda a massa numa superfície enfarinhada até ficar bem fina. Forre as formas com a massa. »

In: http://www.receitasemenus.net/content/view/1014/161/, a 1 de Março de 2011

Bom Apetite!

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Conheça Os «Novos Gelados» de Inverno…

Conheça os Refrescantes Sabores do Inverno... Fonte: http://www.geladomulticolores.blogspot.com

Hoje trago um artigo que achei engraçado, e como estamos a ser visitados pelo sol de fim de Inverno, porque não deliciarmonos com um gelado, para sentir os belos tempos de verão…

« Gelados para comer no Inverno sem bater o dente

Portugal é um dos países da Europa onde se comem menos gelados no Inverno. Mas as geladarias estão a inventar novos sabores para dias frios

O sonho de João Martinho, de 47 anos, era encher um avião de caixas de gelados de zabaglione e trazê-las para Lisboa. Se nunca ouviu falar deste sabor, não se preocupe. João também não o conhecia até ir viver para Buenos Aires. “É uma sobremesa italiana [feita com gemas, açúcar e vinho Marsala] muito popular na Argentina. Lá o gelado é uma instituição, mais ou menos como o café é em Portugal”, explica o gestor. “As geladarias são um ponto de encontro e as pessoas consomem gelados todo o ano. Zagablione é o meu preferido.”

Nem foi preciso fretar um avião. Quando voltou para Lisboa, há dois anos, João lembrou-se de abrir uma geladaria com os sabores invulgares que provara em Buenos Aires. “Tive sorte porque encontrei aqui um mestre artesão argentino da reputada rede de geladarias Un” Altra Volta.”

Há três semanas concretizou o tal sonho. Zagablione é um dos vinte sabores da sua geladaria, a Ice Dreams, recém-aberta no Príncipe Real, em Lisboa. O gelado, feito com vinho do Porto e ginja, continua a ser o seu preferido da carta de “sabores de Inverno”.

Abrir uma geladaria nesta altura do ano, quando os aquecedores ainda estão ligados, é arriscado e João tem consciência disso. “Portugal é dos poucos países europeus que reduz o consumo de gelados no Inverno”, afirma. “Na Alemanha, nos países escandinavos e até na Suíça produzem-se e consomem-se gelados durante o ano inteiro e não têm bom tempo.” Vários estudos provam isso. Em 2006, e segundo uma pesquisa da Universidade de Guelph, a Finlândia (onde hoje se registavam 6 grau negativos de temperatura máxima) era o quarto maior consumidor de gelados do mundo, com uma média de 14 litros por pessoa. Na lista, a Suécia ocupava o quinto lugar e Itália, a terra dos gelados, o sétimo.

“Um gelado artesanal é uma boa sobremesa em qualquer altura do ano”, continua João. “No Inverno apostamos no sabores mais calóricos e no Verão nos sorvetes, feitos de água e fruta.” Queijo mascarpone com frutos do bosque, queijo de cabra, chocolate branco com baunilha e doce de leite são alguns dos sabores recomendáveis em dias frios. Na Ice Dreams há outras inovações: como gelados de vinho (branco e brut seco) e gelados acompanhados com um copo de Porto Tawny. “Qualquer dos nossos chocolates combina muito bem”, aconselha João.

OUTROS TEMPLOS DO GELADO

Na Artisani, na Avenida Álvares Cabral, em Lisboa, “sente-se a sazonalidade dos gelados”. Luísa Lampreia, uma das sócias da geladaria que em Abril vai abrir mais uma loja em Cascais, confessa que no Inverno as vendas descem para menos de metade do que é habitual no Verão. “Mesmo assim as pessoas vêm cá buscar gelados para comerem em casa.” Na Artisani também se preocupam em fazer sabores “com mais creme” nesta altura do ano, como o de cheese cake ou de tarte de limão.

Na Fragoleto, “a melhor geladaria a oeste de Génova”, segundo o guia da Lonely Planet, os sabores variam consoante a altura do ano. “No Natal até fiz gelado de bolo rei”, conta Manuela Carabina, dona da geladaria na Rua da Prata. “Adapto sempre os sabores à fruta da época. Agora temos pêra rocha e laranja.”

Na geladaria Santini o movimento continua a ser mesmo no Inverno. “Neste fim-de-semana de sol as filas em Lisboa e em Cascais chegaram ao meio da rua”, diz Eduardo Fuentes, genro de Attilio Santini, o fundador dos gelados artesanais mais populares do país.

A geladaria em Cascais costumava fechar portas no Inverno e reabrir em Abril, mas isso mudou desde o ano passado. “Agora temos mais pessoal aqui e trabalhamos todo o ano. A loja de Lisboa tem muita gente, principalmente ao fim-de-semana. Mas aí também há chá, café e até o melhor bolo de chocolate do mundo”, conta Eduardo.

O seu filho, Eduardo Santini, é o responsável pela fábrica e gosta de criar novos sabores. No Inverno há alguns especiais, como gorgonzola com nozes, doce de ovos com pinhão ou chocolate com pimenta. E há aqueles que têm saída o ano todo, como o doce de leite, que demora um dia e meio a ser feito.

Ice Dreams. Rua da Escola Politécnica, 21, Lisboa. De 2.ª a  6.ª  das 10h30 às 21h; sáb. até às 22h e dom. das 12h às 20h. Preço de um sabor: 2,3€

Santini. Rua do Carmo, 9, Lisboa. Todos os dias das 10h às 00h. Preço de uma bola: 2,5€

Fragoleto. Rua da Prata, 80, Lisboa. De 2.ª a 6.ª das 11h às 20h; sáb. das 13h às 20h; domingos das 13h às 19h. Preço de um sabor: 1,9€

Artisani. Av. Álvares Cabral, 65-B, Lisboa. De 2.ª a 5.ª das 11h às 23h; 6.ª e sáb. das 11 às 00h; dom. das 12h às 23h. Preço de uma bola: 2,5€ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/107402-gelados-comer-no-inverno-sem-bater-o-dente, a 28 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

Boas Degustações

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A Receita Deste Domingo é: Papas de Sarrabulho

Papas de Sarrabulho... Fonte: http://www.muddy-tracks.blogspot.com

A Receita deste Domingo, passa por um sabor oriundo do Minho, e um sabor muito genuíno. A Receita como já acima enumerei, são as famosas Papas de Sarrabulho, passo a transcrever a referida receita.

« Ingredientes:
Para 6 pessoas

  • 250 g de fígado de porco ;
  • 250 g de bofes de porco ;
  • 250 g de goelas de porco ;
  • 250 g de coração de porco ;
  • 1 osso da suã de porco, muito curado ;
  • 250 g de galinha gorda ;
  • 250 g de carne de vaca ;
  • 250 g de sangue de porco cozido ;
  • 2 tigelas de farinha de milho peneirada (cerca de 250 g) ;
  • sal e cominhos

Confecção:

Põe-se uma panela com água ao lume e, quando ferver, juntam-se as carnes, temperam-se com sal e deixam-se cozer até a galinha se desfazer.
Depois de cozidas, retiram-se as carnes e junta-se ao caldo a farinha para fazer uma papa não muito espessa, o sangue e um pouco de fígado cozido e esmagados à mão, as carnes previamente desfiadas e um pouco de cominhos.
Mistura-se tudo e deixa-se cozer.
Servem-se as papas em tigelas, polvilhadas com mais cominhos.
As quantidades de farinha e das carnes são facultativas, mas é imprescindível, para umas boas papas de sarrabulho, que levem todos estes ingredientes.

fonte: Editorial Verbo »


In: http://www.gastronomias.com/portugal/min015.html, a 20 de Fevereiro de 2011

Bom Apetite!!

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A Receita Deste Domingo é Bolo de Noz…

Bolo de Noz....   Fonte: www.cincoquartosdelaranja.blogspot.com

A Receita deste Domingo é um Bolo de Noz…

« Ingredientes:

  • 5 ovos
  • 5 chávenas de açúcar areado amarelo
  • 3 chávenas de farinha
  • 1 chávena de óleo
  • 1 chávena de água com gás
  • 1 colher de chá de fermento
  • nozes

Preparação:

Bata muito bem os ovos com o açúcar. Junte o óleo e a farinha e mexa muito bem.
Adicione a água com gás e mexa muito bem. Por fim junte o fermento e as nozes envolvidas em farinha (para não irem ao fundo). Leve ao forno médio durante 1 hora


Sugestão:

1 Bata 200 g de natas em castelo com açúcar granulado e decore o bolo ao seu gosto.
2. O açúcar areado amarelo realça o aroma da massa e dá-lhe a côr dos bolos tradicionais portugueses.
»

In: http://www.receitasemenus.net/content/view/2203/185/, a 19 de Fevereiro de 2011

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Sugestões de Boas Iguarias de Inverno…

Locais de Iguarias de Inverno...   Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago um guia que vi no decorrer do passado fim semana, e que versa sobre locais onde podemos comer neste Inverno, desta feita, passo a partilhar com os leitores o respectivo guia.

« Onde comer para aquecer

Há sítios onde apetece entrar quando o Inverno se instala. Pela comida, pelo ambiente, pela sensação de conforto quando tudo lá fora parece hostil. Ficam cinco sugestões de abrigo

Na Primavera aparecem artigos do género ‘As melhores Esplanadas’; no Verão, ‘Os melhores locais para comer peixe’ ou ‘ Os melhores restaurantes à beira mar’; e no início do Outono, ‘os restaurantes da rentrée’. Mas quando o Inverno se instala, nada. Nem as melhores lareiras, nem as melhores sopas de cavalo cansado. Nada de nada. Para dar alguma paridade às estações do ano, deixamos-lhe cinco restaurantes para aquecer a alma nestes dias frios de Inverno. Com lareira ou sem lareira.

Ferrugem

Não é fácil chegar lá, pelo que o ‘roadbook’ que existe no site pode ser um bom auxiliar. Portela é uma aldeia perto de Famalicão e foi onde o casal Dalila e Renato Cunha escolheu para viver e criar este restaurante de cozinha contemporânea de matriz tradicional. Não há serviço à carta, embora possa dar-se um jeito, caso seja mesmo muito necessário. Mas já que vai fazer uns bons quilómetros não perca o menu de estação (um dos três menus disponíveis), onde irá encontrar, entre outros pratos, um pastel de nata que é de bacalhau; umas sopas de cavalo cansado (está atribuído o prémio!) com verde tinto, broa de azeite e porco preto alentejano; um polvo com tinta (o) Afros Vinhão; ou umas pataniscas com arroz de tomate, que na verdade são pataniscas de chila com arroz-doce de tomate. Um Minho ousado à mesa, sem bairrismos. Contactos: Rua das Pedrinhas, 32, Portela – Vila Nova de Famalicão; tel:252 911 700

Vallécula

O melhor para fugir ao frio é ir para o frio. Sabendo, depois, como fugir dele. Na região da Serra da Estrela, o Vallécula e a sua cozinha beirã serrana é um bom refúgio para reconfortar o estômago e a alma. Comece por uma morcela com grelos, que isto do Inverno não é para meninos. Depois avance-se para a capoeira e avie-se o galo estufado à moda antiga. Os filetes de novilho (isso mesmo, leu bem, filetes) de raça autóctone que só se arranja por estes lados são de converter qualquer vegetariano. Não termine sem uma pêra bêbeda e um digestivo de aguardente de zimbro da casa. Os vinhos são maioritariamente da região e se lhe oferecerem o da casa, beba-o à confiança. Contactos: Praça Dr. José de Castro Barreiros, Valhelhas; Tel: 275487123

Tasca do Joel

Que não se vá ao engano que de tasca esta Tasca não tem nada. Quer dizer, até tem um bocadinho. No espírito. Se resistir não entrar na garrafeira e loja gourmet, à esquerda, siga em frente e procure poiso. No caminho aproveite para dar uma olhada no expositor do peixe e ficar com uma ideia de ao que vai. Há uns pratos do dia e entradinhas que podem passar, por exemplo, por uns choquinhos com tinta, ou umas lulinhas ali da costa, muito bem confeccionadas. Depois, dependendo do que o mar tiver dado na véspera, avance para um peixe grelhado (um cantaril, por exemplo) com a particularidade de ser grelhados em forno a lenha (do pão). A Tasca do Joel é muito conhecida pela excelente garrafeira e caso se sinta perdido na escolha, por entre as muitas referências da lista, peça o branco que o amigo Dirk Niepoort faz para a casa. Contactos: Rua do Lapadusso, 73, Peniche; Tel 262 782 945

Spazio Buondi (o Nobre)

Esqueçam a imagem preconcebida que o nome poderá transmitir. O restaurante é mesmo o Nobre, dos mesmos Nobre, José e Justa, que nos anos 80, na Ajuda, recebiam mais políticos por metro quadrado do que a Assembleia da República em plenário. Escolha o que escolher mas se perder a sopa folhada de crustáceos (bem quente, a sair do forno. Está frio, lembre-se!) merece que a Emel lhe reboque o carro. Mas há mais entre clássicos e novidades. Coisas à moda da Justa, de raiz portuguesa, mas com influências de onde tiver que ser. O robalo assado em papillote é um must e, quando há, a perninha de cabrito no forno à transmontana é de lamber os dedos. De sobremesa raramente perco de vista as farófias, mas também já ouvi dizer bem da castanhada. Ah! Ao domingo há cozido à portuguesa. Contacto: Avenida Sacadura Cabral 53 B (ao Campo Pequeno), Lisboa ;Telefone: 217970760

São Rosas

Este é um daqueles lugares em cuja ementa fixa raramente encontro algo de muito excitante mas de onde saio sempre satisfeito. De facto, qualquer coisa que se peça tem normalmente a garantia de que é bem confeccionada e que a matéria-prima é de qualidade. Além disso, é um lugar acolhedor, sem grandes modernices, mas diferente do ambiente rústico habitual dos restaurantes regionais. A época das túberas, a trufa do Alentejo, é mais para o final de Fevereiro, pelo que é necessário uma alternativa. Se o objectivo é enganar o frio, uma sopa de beldroegas vai sempre bem. Depois, umas burras (bochechas) de porco ou um borrego assado no forno deixará qualquer um satisfeito. Mas não o suficiente para dispensar o óptimo pudim de Àgua de Estremoz ou a encharcada. Contactos: Largo D. Diniz,11 ; Estremoz ; Telefone: 268 333 345. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/onde-comer-para-aquecer_109914.html, a 30 de Janeiro de 2010, em Diário Económico

Bom Apetite

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