Cuidado Com Os Depósitos a Prazo dos Bancos…

Conheça as «ratoeiras» nos Depósitos a Prazo... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago uma peça jornalística, que achei interessante, pois fala de poupanças e das principais artimanhas dos bancos para conseguirem captar dinheiro.

«Depósitos bancários prometem uma coisa e dão outra

Para aplicação a vários anos, Certificados e Obrigações do Tesouro são as opções mais rentáveis

 Com dificuldade em obterem financiamento externo, os bancos viraram-se para a captação de poupanças cá dentro. Os depósitos dos portugueses são um bem cada vez mais atractivo para as instituições financeiras e, na hora de os aliciar, vale tudo. Mas tenha cuidado: o prometido nem sempre é cumprido.

A Deco alerta, na Proteste Poupança de Maio, que os depósitos de taxa crescente pro¬metem rendimentos na casa dos 6%, mas essas promessas não passam de um engodo.

O boletim financeiro da revista analisou 38 depósitos de taxa cres¬cente e concluiu que vários atingem os 6%, mas apenas no último período. «No primeiro ano, todos rendem menos do que a inflação prevista para 2011 (3,6%) e menos até do que o melhor depósito a 12 meses (3,7% líquidos)», explica.

Assim, o rendimen¬to efectivo líquido, ou seja, o rendimento anual para a totalidade da aplicação «é bastante mais baixo do que o sugerido nos anúncios publicitários: 3,8% líqui¬dos, na melhor das hipóteses».

Ou seja, se tem a certeza de que não necessita do capital a médio/longo prazo, pode optar por alternativas mais rentáveis, como os Certificados do Tesouro (5,3% a 5 anos) e as Obrigações do Tesouro, cujo rendimento já supera os 10% ao ano para quem mantiver até ao vencimento (prazo de 3 anos).

Para a associação de defesa do consumidor, as imposições de transparência do Banco de Portugal ainda não estão a dar os resultados pretendidos. Há cerca de um ano, o Ban¬co de Portugal introduziu legislação que proíbe a utilização de designações en¬ganadoras nos depósitos e, nestes casos, o anúncio de rentabilidades que induziam em erro e escondiam a taxa efectiva é agora algo do passado.

No entanto, alerta a Deco, «vários anúncios continuam a contornar a legislação, usando expres¬sões como ‘até 6%’, por exemplo, para cativar o consumidor. Apesar de legais, estas técnicas de marketing são enganadoras e podem contribuir para decisões de investimento menos acertadas».

Os produtos sob a forma de depósito já apresentam a informação de forma bastante clara na Ficha de Informação Normalizada (FIN). Mas as exigências in¬formativas variam consoante o tipo de produto. Os seguros e as obrigações de caixa não obedecem às mesmas regras, pelo que os dados disponibilizados po¬derão ser menos transparentes. Segundo a Associação para Defesa do Consumi¬dor, deveriam existir regras uniformes para todos os produtos financeiros. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/depositos-bancos-rentabilidade-obrigacoes-do-tesouro-certificados-do-tesouro-deco/1250513-1729.html, a 03 de Maio de 2011, em Jornal I

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Como Fazer Boas Poupanças Para a Reforma…

Como Poupar para a Reforma Fonte: jangadeiroonline.com.br

Hoje trago um artigo que achei bastante interessante, pelo menos por o motivo de incentivar à poupança, passo a transcrever o referido artigo, desejando que seja um começo para que muitos se tiverem possibilidades poupem.

« Como chegar à reforma com um milhão de euros

Descubra como chegar à reforma com um milhão de euros

Chegar aos 65 anos com um pé-de-meia no valor de um milhão de euros é possível. Mas para isso terá de começar a poupar muito cedo, estar disposto a correr alguma dose de risco e fazer poupanças mensais consideráveis. O Diário Económico apresenta-lhe oito cenários para conseguir ser milionário.

Confortavelmente deitado numa espreguiçadeira de lona à sombra de uma palmeira, numa praia de areia branca, virado para um mar azul turquesa, num paraíso terreno e uma conta bancária com um saldo milionário. É desta forma que muitos portugueses gostariam de se ver a gozar uma reforma confortável. O que muitas vezes desconhecem é o valor que terão de colocar de parte ao longo da vida para conseguir concretizar esse sonho, sobretudo tendo em conta que cada vez é mais difícil poupar. Mas, segundo cálculos efectuados através da nova “Calculadora Milionária” do site do Diário Económico (www.economico.pt) que estará disponível a partir de hoje, fique a saber que se colocar de parte todos os meses pouco mais de oito euros poderá chegar à idade da reforma com um milhão de euros de poupança.

Mas como seria de imaginar também aqui “não há almoços grátis”. Para lhe ser suficiente poupar esse montante terá de ter um determinado perfil. Nesse caso, um dos requisitos necessários era já ter uma poupança inicial de 40 mil euros mas ao mesmo tempo estabelecer uma poupança mensal de oito euros desde os 25 anos. Como explica Gonçalo Gomes da direcção de marketing do Activobank, “quanto mais cedo começarmos a poupar para a reforma, maior será o potencial de valorização do investimento realizado, fruto do efeito capitalização: é realmente diferente começar a poupar aos 30 ou aos 35 anos”. O poder da capitalização de juros (juros sobre juros) pode ver-se no seguinte exemplo. O investimento de 10 mil euros a cinco anos com uma taxa de juro líquida de 3% e pagamento de juros anuais, permite alcançar no final do prazo 1.613,14 euros em juros. Sem capitalização de juros, esse valor baixa para 1.500 euros. Num horizonte temporal mais alargado maior será o impacto.

Também associada à idade em que começamos a poupar é a estrutura dos investimentos. Quanto mais novos começarmos a poupar, maior será a apetência para o risco, uma vez que este se dilui no longo prazo e mais atractivas também se tornam as taxas de rendibilidade. Como explica Gonçalo Gomes, “não existindo uma fórmula que funcione da mesma forma para todos […] quanto mais longe estivermos do momento da reforma, maior risco podemos assumir e com o aproximar dessa data poderemos começar a trocar activos de maior risco por activos de menor risco, reduzindo o eventual impacto que grandes alterações de curto prazo no mercado possam ter na carteira de investimentos”. Com base numa análise histórica, no longo prazo o investimento em produtos financeiros mais arriscados como as acções permitem alcançar retornos reais médios anuais próximos dos 6%. Activos menos arriscados como as obrigações oferecem remunerações reais muito mais baixas.

Numa das simulações, alguém que começasse a poupar aos 35 anos e já tivesse um pé-de-meia de 10 mil euros, se apostasse em activos com um retorno médio anual de 8%, teria que colocar de parte todos os meses 594 euros para chegar à idade de reforma com um milhão de euros. Se a remuneração fosse de apenas 2%, a poupança mensal subiria para 1.989 euros.

Independentemente da estratégia que escolher, um dado é certo: reunir um milhão de euros através da poupança não é facilmente concretizável para a maior parte das pessoas. Até porque as famílias portuguesas estão entre as mais conservadoras, no que diz respeito aos investimentos. Segundo um estudo da CMVM sobre o perfil do investidor português, apenas 9,2% de todas as famílias consideradas estão dispostas a correr os riscos inerentes ao investimento na bolsa. Mas também existe outra certeza: quanto mais tarde definir a sua estratégia de poupança menos dinheiro conseguirá amealhar. Ou pode apostar numa reforma milionária para o seu filho. Saiba que para tal bastará colocar 56 euros por mês no mealheiro do seu filho de cinco anos para que, pelo menos ele, consiga chegar aos 65 anos com um milhão de euros.

  • Oito formas para atingir a meta de 1 milhão de euros

Começar cedo

Idade: 25 anos
Horizonte de poupança: 40 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Mesmo quem esteja a começar a sua vida profissional e tenha já 10.000 euros de parte terá de poupar mensalmente cerca de 520 euros para conseguir chegar aos 65 anos com um milhão de euros. E para isso terá de apostar em activos que rendam em média 5,5% por ano.

Começar tarde

Idade: 45 anos
Horizonte de poupança: 20 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Para quem começar a apostar no conforto da sua reforma apenas aos 45 anos de idade irá enfrentar um cenário de poupança “hercúleo”. Todos os meses terá que colocar no mealheiro 2.217 euros dos seus rendimentos bem como investir em activos que lhe permitam um retorno médio anual de 5,5%.

Menor risco

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 2%
Apostar em activos conservadores tem a vantagem de lhes estar associado um reduzido nível de risco. Contudo, os retornos também serão modestos. Ao escolher aplicações com uma taxa de juro anual média de 2% teria que poupar quase 2.000 euros por mês para ao fim de 30 anos atingir um milhão de euros.

Maior risco

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 8%
Mesmo escolhendo produtos financeiros remunerados a taxas elevadas e com um horizonte de investimento alargado é muito difícil chegar a milionário. Assumindo uma remuneração média anual de 8% e um horizonte de investimento de 30 anos, mensalmente teria de juntar ao pé-de-meia 594 euros.

Poupança inicial baixa

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Criar hábitos de poupança é uma das máximas das finanças pessoais. Se já existir um pé-de-meia inicial melhor ainda. Alguém que já tenha no mealheiro 10.000 euros terá que poupar todos os meses mais de 1.000 euros durante 30 anos, assumindo um retorno médio anual de 5,5%, para ser milionário aos 65 anos.

Poupança inicial alta

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 50.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Tendo em conta o cenário anterior mas assumindo a existência de um pé-de-meia inicial de 50.000 euros, a poupança mensal necessária para atingir a meta de um milhão de euros aos 65 anos é mais baixa. Ainda assim terá de colocar de parte um valor substancial: 807 euros por mês.

Menor poupança mensal

Idade: 25 anos
Horizonte de poupança: 40 anos
Poupança Inicial: 40.000 euros
Retorno anual: 8%
Poupar todos os meses apenas oito euros e chegar à idade de reforma milionário é o sonho de grande parte das pessoas. Para conseguir concretizar esse sonho teria que ter uma poupança inicial de 40.000 euros, ter hábitos mensais de poupança desde os 25 anos e investir em activos com uma remuneração média anual de 8%.

De pequenino…

Idade: 5 anos
Horizonte de poupança: 60 anos
Poupança Inicial: 0 euros
Retorno anual: 8%
… Se torce o pepino. Esta será a melhor forma para conseguir chegar à idade de reforma com um mealheiro abastecido com um milhão de euros. O largo horizonte temporal não só minimiza o risco de perdas como exige um nível de poupança mensal bastante acessível. Bastaria colocar todos os meses no mealheiro do seu filho cerca de 56 euros para que, pelo menos ele conseguisse uma reforma milionária. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/como-chegar-a-reforma-com-um-milhao-de-euros_114284.html, a 25 de Março de 2011, em Diário Económico

Boas Poupanças

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Saiba Como Pode Poupar 3000 Mil Euros no IRS…

Como Poupar 3000 Mil Euros em IRS Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago na senda de ontem do IRS, desta feita conheça a maneira de poupar com  o IRS.

« IRS. Truques para conseguir poupar mais de 3 mil euros

Gestos simples como investir num PPR ou em energias renováveis podem fazer toda a diferença no momento de receber o reembolso. Saiba que despesas pode apresentar

Prepare-se para a entrega da declaração de IRS referente aos rendimentos de 2010. A data está aí à porta e chegou a altura dos contribuintes juntarem todas as facturas relativas às despesas do ano passado. Esta tarefa já entrou no quotidiano da maioria dos portugueses e aproveitar ao máximo as deduções fiscais representa uma verdadeira missão. O objectivo é simples: se conseguir aproveitar as deduções máximas em cada categoria de despesas, poderá poupar mais de três mil euros.

Em relação ao ano anterior não há grandes alterações, já que os cortes previstos pelo governo só vão entrar em vigor na declaração a entregar em 2012.

A grande novidade este ano diz respeito à obrigatoriedade de incluir o número de contribuinte dos filhos na declaração de rendimento. Se não o fizer, os pais não poderão beneficiar das deduções automáticas a que têm direito. Além disso, ao contrário do que acontecia anteriormente, não é possível incluir gastos relacionados com a compra de computadores ou outro material informático para uso pessoal. Tal como aconteceu em 2010, as Finanças prometem seguir “à risca” o prazo dos reembolsos e querem pagar em 20 dias para quem faça a entrega pela net.

Educação As despesas relacionadas com a educação são das mais importantes para as famílias portuguesas e geralmente representam a maior fatia dos gastos apresentadas pelos contribuintes nas suas declarações anuais de IRS. Este ano é possível deduzir 30% das despesas relacionadas com a educação até ao limite de 760 euros. Este montante corresponde a uma despesa máxima de 2533 euros. No entanto, nos agregados com pelo menos três dependentes acresce uma dedução de 142,5 euros por cada elemento. Podem ser declaradas despesas como propinas, mensalidades de creches ou escolas, alojamento e livros escolares, etc.

Habitação É possível deduzir à colecta 30% dos juros e amortizações relacionados com empréstimos para habitação própria até ao limite de 591 euros. Já os contribuintes que vivem numa casa arrendada, também podem apresentar na sua declaração de IRS os gastos relacionados com a habitação. Para isso, basta somar o valor total das rendas pagas. A dedução é de 30% do valor das mensalidades até um tecto máximo dedutível de 591 euros.

Saúde Pode deduzir 30% das despesas de saúde. Pode incluir os medicamentos taxados a 5% (comprados até final de Junho) e 6% (a partir dessa data), já os medicamentos taxados a 20% (até fim de Junho) e 21% (a partir dessa data) só são contabilizados se apresentar receita médica e até ao limite de 65 euros.

Plano Poupança Reforma Apesar dos cortes vai poder continuar a apresentar despesas relacionadas com os PPR. Desta forma, é possível deduzir 20% dos valores aplicados neste produto de poupança. O montante máximo varia consoante a idade. Ou seja, os contribuintes com menos de 35 anos podem deduzir até ao limite máximo de 400 euros. Esse valor cai para 250 euros para quem tiver entre 35 e 50 anos e desce para 200 euros para quem tiver mais de 50 anos. No entanto, prepare-se para grandes alterações em 2011.

Energias renováveis É possível deduzir à colecta 30% dos montantes gastos relacionados com as energias renováveis. No entanto, também nesta área existe um tecto máximo que é de 803 euros. Para beneficiar desta dedução terá de apresentar uma despesa total de 2677 euros. Também é possível apresentar despesas relacionadas com a área, como é o caso dos painéis solares, fotovoltaicos, instalações de vidros duplos ou até mesmo a aquisição de carros eléctricos. Contudo, estes benefícios são aplicáveis apenas uma vez em cada quatro anos.

Seguro de vida São dedutíveis à colecta 25% dos prémios pagos para seguros de acidentes pessoais e seguros de vida que garantam os riscos de morte, invalidez ou reforma por velhice. O montante a apresentar varia consoante o estado civil. Se o contribuinte for solteiro, o montante máximo pode ir até aos 65 euros; se for casado o valor pode subir até aos 130 euros. Isso significa que o limite de dedução corresponde a uma despesa de 260 euros para solteiros e 520 euros para casados.

Seguro de saúde Os contribuintes podem deduzir até 30% dos prémios pagos em seguros de saúde até um limite de 85 euros, no caso de serem solteiros. Esse valor pode subir para 170 euros no caso dos contribuintes casados. A este montante poderá ainda acrescentar-se 43 euros por cada elemento dependente. Pode também ser deduzido 30% do valor das contribuições para associações mutualistas que contemplem a área de saúde.

Lares É possível deduzir 25% das despesas feitas com lares e instituições de apoio à terceira idade até ao limite de 403,75 euros. Para isso, terão de ser apresentados gastos superiores a 1600 euros.

Donativos São concedidos benefícios fiscais a quem dê donativos a entidades públicas ou privadas nas mais diversas áreas: social, cultural, ambiental, científica, tecnológica ou educacional. Consoante a entidade que escolher pode deduzir entre 120% a 140% do donativo. O Fisco considera 25% daquele valor até ao limite de 15% do imposto cobrado.

Datas para a entrega da declaração

Papel

Os trabalhadores por conta de outrem (categoria A) e reformados (categoria H) que não obtêm outros rendimentos entregam a declaração de IRS em Março.
Para quem tem rendimentos das restantes categorias, mesmo cumulativos com os de trabalho dependente e/ou pensões, a entrega decorre em Abril.

Internet

Os trabalhadores por conta de outrem (categoria A) e reformados (categoria H) entregam em Abril.
A entrega decorre em Maio, nos restantes casos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/105990-irs-truques-conseguir-poupar-mais-3-mil-euros, a 21 de Fevereiro de 2010, em Jornal I

Boas Poupanças!

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Conheça os 10 Melhores Blogues de Economia…

Blogues de Economia...

Hoje trago um artigo, que nos vai ajudar a poupar, desta feita, são os melhores 10 blogs que falam de economia, passo a transcrever o referido artigo.

« 10 Blogues que o ajudam a investir melhor o seu dinheiro

As últimas estimativas apontam para que haja 152 milhões de blogues na internet.

O Diário Económico mergulhou no universo da blogosfera financeira e encontrou uma dezena de blogues que merecem figurar na lista de “favoritos” do seu ‘browser’.

1 -Abnormal Returns
http://abnormalreturns.com

Há cinco anos na rede, o “Abnormal Returns” é hoje uma das maiores referências da blogosfera financeira. Sob a orientação de Tadas Viskanta, que conta com mais de 20 anos de experiência passados nos mercados, o “Abnormal Returns” agrega diariamente um conjunto variado de pequenos textos de opinião dos seus autores ao mesmo tempo que agrega uma extensa base de dados com as principais notícias do dia que estão a marcar o universo da bolsa.

2 – FT Alphaville
http://ftalphaville.ft.com

Criado em 2006, o blogue do Financial Times disponibiliza diariamente dezenas de artigos de opinião sobre os temas do mercado de capitais mais “quentes” do momento. Os primeiros artigos começam a ser publicados mesmo antes de o sol nascer na Europa, com três relatórios matinais com os temas que marcarão o dia no Velho continente, EUA e Ásia. Uma referência para todos os investidores.

3 – The Reformed Broker
http://thereformedbroker.com

Apesar de o autor deste blogue ser consultor financeiro, o “The Reformed Broker” não dá qualquer conselho de investimento aos seus leitores. Os textos de Josh Brown, que também escreve com regularidade para “The Wall Street Journal”, “Forbes” e “CNN Money”, centram-se num ponto de vista muito pessoal de Brown sobre o dia-a-dia da bolsa, economia e finanças, num registo muito descomplexado e divertido.

4 – The Big Picture
http://ritholtz.com/blo
g/
O “The Big Picture” tem como principal autor dos textos Barry Ritholtz, um dos jornalistas económicos mais influentes nos EUA. Numa escrita bastante acessível e por vezes até com uma boa dose de ironia, Ritholtz e a sua equipa de ‘bloggers’ alimentam o “The Big Picture” diariamente com vários textos que focam os fundamentais do mercado de capitais de Wall Street e da economia global.

5 – Dealbreaker
http://dealbreaker.com

O “DealBreaker” não é um blogue no sentido mais tradicional. De acordo com os seus autores, é “um tablóide ‘online’ de negócios e um sítio de fofocas de Wall Street, que abrange as personalidades e a cultura que molda a indústria financeira”. Na prática, os leitores do “Dealbreaker” podem, diariamente, contar com vários artigos divertidos sobre o lado mais circense dos mercados financeiros.

6 – Bespoke Invest
http://bespokeinvest.com

O “Bespoke Invest”, também conhecido por “Think Big”, consiste num dos blogues mais populares entre os gestores e analistas financeiros. O “Bespoke Invest” oferece uma combinação interessante de textos focados na análise técnica com comentários de profissionais sobre tendências macroeconómicas em redor de acções, obrigações, ‘commodities’ e outros activos financeiros.

7 – Blog Optimize
http://optimize.pt/blog

No blogue da sociedade gestora Optimize os investidores encontram ideias de investimento para as suas poupanças. Os textos são escritos por José Santos Teixeira, Diogo Santos Teixeira e Claire Moulard, fundadores da Optimize e que contam com vários anos de experiência no aconselhamento financeiro. Apesar de o blogue não ter uma produção diária de textos oferece um conjunto de outras ferramentas, como simuladores e guias de investimento, de grande utilidade para os investidores.

8 – Bons Investimentos
http://bonsinvestimentos.com/blog

Todos os dias o gestor e analista André Ribeiro publica no “Bons Investimentos” a sua opinião acerca do tema mais em foco no mercado de capitais. A análise feita pelo ‘blogger’ é focada em conceitos de análise técnica que são quase sempre acompanhadas por gráficos e vídeos, maioritariamente sobre o mercado norte-americano.

9 – Economia &Finanças
http://economiafinancas.com

O “Economia & Finanças” conta com mais de quatro anos de existência e milhares de visitantes. Pelo “Facebook” são mais de 7.300 seguidores. A escrever para o blogue estão quatro ‘bloggers’ com formação académica na área da Economia O textos publicados seguem uma abordagem centrada nas finanças pessoais, com dicas sobre fiscalidade, poupanças e reforma, recorrendo a uma linguagem clara e acessível a toda a gente.

10 – Maisvalias
http://www.maisvalias.net

O “Mais-valias” é actualmente o blogue de economia e finanças em Portugal mais visitado, com quase 4.000 visitas por dia, segundo dados compilados pelo Weblog. Tal como o blogue anterior, os textos do “Mais-valias” estão sobretudo focados na poupança e na fiscalidade, com o objectivo de contribuir positivamente na gestão do orçamento das famílias portuguesas. »

In : http://economico.sapo.pt/noticias/10-blogues-que-o-ajudam-a-investir-melhor-o-seu-dinheiro_110553.html, a 10 de Fevereiro de 2011, em Diário Económico

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Conheça 7 Truques Para Se Poupar na Reforma…

7 Truques Para Poupar na Reforma Fonte: jangadeiroonline.com.br

Hoje trago um assunto que tem sempre utilidade, neste caso, trata-se de fazer poupanças tendo em vista a reforma, passo a transcrever o referido artigo.

« Sete sugestões para poupar para a sua reforma

Além dos PPR, existem outros produtos financeiros que podem ser utilizados pelos investidores para garantirem uma velhice tranquila.

Durante todo o Verão a cigarra cantava feliz enquanto a sua vizinha formiga andava atarefada a transportar comida para o formigueiro. Quando o Inverno chegou, a cigarra não tinha nada para comer enquanto as formigas comiam do que abundantemente tinham arrecadado no Verão. Aí, a cigarra compreendeu que tinha procedido mal… Moral da história: cante menos, trabalhe mais e pense no futuro. A conhecida fábula de La Fontaine “A cigarra e a formiga” é um bom exemplo para ilustrar como devem as pessoas comportar-se no que respeita à preparação da reforma. As “estações mais quentes” devem ser escolhidas para arrecadar para melhor conseguir passar as “estações mais frias” da vida.

Até agora, a forma mais popularmente conhecida de poupar para a reforma têm sido os Planos Poupança Reforma (PPR). No entanto, as alterações impostas pelo Orçamento do Estado para 2011 no regime de deduções no IRS, nomeadamente com o estabelecimento de um tecto máximo de 100 euros nos benefícios fiscais totais, poderá levar a um menor interesse dos portugueses por este tipo de aplicações. Este ano é a última oportunidade para conseguir tirar partido do benefício fiscal máximo de 400 euros, permitido pelo investimento em PPR. Contudo, há no mercado variadíssimas ofertas de produtos de investimento vocacionados para a reforma. O Diário Económico foi à procura e dá-lhe a conhecer seis exemplos. Para além dos PPR, existem ainda certificados de reforma, fundos de ciclo de vida, seguros ‘unit-linked’, fundos de pensões abertos, certificados do Tesouro ou fundos de investimento (imobiliários, de obrigações ou mesmo de acções).

A questão da poupança para a reforma é cada vez mais importante porque é um hábito que ainda não está enraizado na mentalidade de muitas pessoas. Os estudos continuam a mostrar que, apesar dos portugueses estarem preocupados com a velhice, poucos são os que estão de facto a fazer algo para preparar uma reforma segura. Segundo o último barómetro da reforma realizado pela seguradora AXA, apenas um terço dos adultos começaram a planear a reforma. E, apesar de cada vez pensarem mais cedo na reforma, a maioria adia esse planeamento para a meia-idade ou mesmo para mais tarde. Mas qual é a melhor altura para começar? Como refere a direcção de investimentos do banco Best, deve-se “começar o quanto antes. Quanto mais cedo começar a constituir o seu plano de poupanças maior será o efeito de capitalização de rendimentos que conseguirá”. Uma questão que adquire maior importância tendo em conta as alterações no método de cálculo das pensões que vai levar a grandes cortes nos rendimentos de quem se reformar. Ainda esta semana, a gestora de fundos Optimize – especializada em produtos de poupança para a reforma – divulgou o estudo “Reforma & Pensões em Portugal”, onde conclui que no futuro o valor das pensões dos portugueses vai passar de 75% para 50% do último ordenado. Ou seja, um jovem que tenha hoje 25 anos e que se pretenda reformar aos 65 anos, vai ter apenas direito a cerca de metade do seu salário. Por isso, quanto mais cedo começar, mais conseguirá arrecadar para manter o nível de vida na velhice. Existem, aliás, alguns simuladores que permitem fazer esses cálculos. O site do banco Best, em http://www.bancobest.pt, é um exemplo. Também no site do BPI (www.bancobpi.pt) e no da gestora Optimize (www.optimize.pt) encontra ferramentas semelhantes.

Quando chega a altura de escolher os investimentos devem ser tidos em conta sobretudo três factores: para além da necessidade de diversificar os investimentos, o perfil de risco do investidor e o espaço de tempo a que dista a idade de reforma são os principais pontos a considerar. Aí, a regra deverá ser quanto maior o horizonte temporal de investimento e menores as necessidades previsíveis de liquidez no curto/médio prazo, maior o risco a incorrer. Segundo o Activobank, “o investidor não deve esquecer que os investimentos em activos com maior risco (como as acções) têm um potencial de valorização superior a longo prazo do que os investimentos realizados em activos sem risco”. Uma opinião partilhada pela direcção de investimentos do Best. “Fará sentido em horizontes de investimento muito longos ter inicialmente uma forte componente accionista na carteira de investimento. No entanto, deverá ter em atenção que há medida que se aproximar da idade de reforma é aconselhável reduzir progressivamente o nível de risco”. Como referiu Diogo Teixeira, administrador da Optimize, em anteriores colaborações para o Diário Económico, a exposição a acções de um investidor de 30 anos deve variar entre 30% e 50% do investimento total. À medida que a idade de reforma se aproxima essa exposição deverá ser de, entre 20% e 40% no caso de um indivíduo com 50 anos, e de 10% e 20% para quem já tem 60 anos. Este tipo de questões deve preocupar sobretudo quem gere autonomamente a sua carteira de poupança através da escolha de acções ou fundos de investimento. Mas, existem alguns “pacotes” de produtos que servem esse tipo de objectivos. É o caso dos fundos de ciclo de vida ou dos fundos PPR e fundos de pensões abertos. O Diário Económico dá-lhe a conhecer as características destes e de outros produtos que se podem adaptar ao seu objectivo de reforma.


Sete produtos para poupar para a reforma

Planos Poupança Reforma
Sobre a forma de seguro ou fundo de investimento, parte da sua atractividade resulta dos benefícios fiscais associados. Os PPR sob a forma de fundo podem ter diversos níveis de risco (no máximo a exposição a acções é de 55% da carteira). Já sob a forma de seguro, salvo algumas excepções, como a maioria tem capital garantido o seu perfil de risco é normalmente conservador. Os PPR sob a forma de seguro renderam, em média, 2,5% em 2009. Já os fundos PPR ganharam, em média, 2,3% nos últimos 12 meses, segundo dados da APFIPP.

Certificados de Reforma
Também conhecidos como PPR do Estado, os Certificados de Reforma foram lançados em Março de 2008 com o objectivo de ser mais uma alternativa para complemento de reforma dos portugueses. Partilham os mesmos benefícios fiscais dos PPR privados e permitem aos subscritores descontar mensalmente 2%, 4% ou 6% do ordenado (consoante a idade) para uma espécie de fundo que é gerido pelo Estado. Nos últimos 12 meses, o retorno dos Certificados de Reforma foi de 1,17%.

Fundos de ciclo de vida (‘target funds’)
Também conhecidos como fundos de ciclo de vida, investem com base numa data de resgate pré-definida, sendo que a política de investimento acompanha o ciclo de vida do fundo. A alocação de activos é mais agressiva no início e, à medida que se aproxima a data de maturidade, torna-se mais conservadora de forma a preservar o capital e rendimentos dos primeiros tempos. No caso dos fundos de ciclo de vida com objectivo para além de 2015, a rentabilidade média dos últimos 12 meses é de 13,3%.

Seguros ‘Unit-Linked’
São produtos de poupança de médio/longo prazo, sob a forma de seguros de vida, cujos prémios são aplicados em fundos de investimento. Estes produtos têm garantia de capital mas usufruem de vantagens fiscais. Beneficiam de uma redução da taxa de retenção de imposto sobre os rendimentos obtidos nos investimentos a mais de cinco e oito anos. Se estiver investido entre cinco e oito anos beneficia de uma taxa de IRS de 17,2% e a mais de oito anos a taxa de IRS é de 8,6%.

Fundos de Pensões abertos
Estes fundos são geridos por sociedades gestoras e destinam-se a financiar planos de pensões a vários associados, entre os quais não tem que existir qualquer vínculo comum, estando as novas adesões dependentes apenas da aceitação por parte da entidade gestora. À semelhança dos fundos PPR, os fundos de pensões abertos também têm diferentes níveis de exposição a acções. Segundo os dados da APFIPP, estes produtos geraram uma rentabilidade média de 0,5% nos últimos 12 meses.

Certificados do Tesouro
Trata-se do mais recente produto de dívida pública do Estado, lançado em Julho. É vocacionado para o médio /longo prazo, com um horizonte máximo de investimento de 10 anos. O capital é garantido e permite o resgate antecipado, total ou parcial, após os primeiros seis meses da data de subscrição. Contudo, quanto mais alargado for o horizonte de investimento mais rentável se torna. Para subscrições feitas em Novembro, a TANB ao fim de 10 anos é de 5,65%. Por um período de cinco anos a taxa é de 4,30%, enquanto entre o primeiro até ao quinto ano a remuneração bruta é de 1,5%.

Fundos de investimento
Os fundos imobiliários são uma alternativa para perfis de risco moderados, oferecendo um rendimento acima dos juros de curto prazo (Euribor). Os fundos de obrigações são outra opção para investir a médio/longo prazo, apesar do risco de perdas, caso as taxas de juro de longo prazo subam. Para os menos avessos ao risco ou mais novos, os fundos de acções são também uma opção de médio/longo prazo. Os fundos têm a vantagem de terem carteiras com alguma diversificação e ser possível investir com pequenos montantes. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sete-sugestoes-para-poupar-para-a-sua-reforma_105354.html, a 29 de Novembro de 2010, em Jornal Económico

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Simule, e Veja Qual o Banco Com as Melhores Condições Para a Sua Conta à Ordem…

Melhor Conta à Ordem... Fonte: http://www.ideias-soltas.net

Li, no decorrer do dia de ontem, uma reportagem que versa sobre um simulador disponibilizado pela DECO, para as contas à ordem, passo a transcrever a referida reportagem.

« Contas à ordem: o seu banco é o melhor?

Simule as movimentações da sua conta à ordem e descubra se ela é cara ou barata

As contas bancárias à ordem são uma ferramenta frequentemente usada pela maioria dos portugueses. Mas nem todas são iguais e, porque os tempos são de crise, convém saber se a sua é a ideal ou se, pelo contrário, é das mais caras.

Naquele que é o mês da poupança, a DECO está a abrir a todos os consumidores alguns simuladores, que podem ajudar a poupar algum dinheiro. Este estará disponível até ao fim desta semana.

O simulador das contas à ordem indica-lhe qual a mais barata para os diversos canais de contacto com o banco (balcão, telefone e Internet), consoante o seu perfil de cliente. Para tal, basta indicar, nos campos, qual o saldo médio da sua conta, se usa cheques, cartão de débito, cartão de crédito e conta-ordenado, se faz transferências bancárias e operações e qual o tipo de utilização mais frequente durante o ano.

O simulador está disponível no site da DECO

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/contas-a-ordem-bancos-contas-bancarias-agencia-financeira-deco/1194529-1729.html, a 27 de Setembro de 2010, em Agência Financeira

Boas Poupanças

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Onde Aplicar o Dinheiro Que Sobrar das Férias… Conheça Aqui os Conselhos…

Onde Aplicar o Que Soubra das Férias... Fonte: http://www.economiazinha.blogspot.com

Hoje a peça jornalística que vou transcrever versa sobre onde aplicar o seu dinheiro, aquele mesmo, que pode sobrar das férias, vou transcrever uma reportagem, onde são colocados os cenários de curto, médio e longo prazo.

« Certificados de aforro, do Tesouro ou depósitos: qual dá mais?

Dependendo do montante que tem para aplicar e por quanto tempo pretende mantê-lo aplicado, há uma solução rentável e segura para si

Se sobrar algum dinheiro das férias, e decidir aplicá-lo num produto de poupança, mas não quiser correr grandes riscos, tem várias opções à sua escolha. Se não sabe por qual optar, nós ajudamos a escolher.

Os certificados de aforro já não são um produto atractivo como chegaram a ser. A rentabilidade deste produto está indexada à Euribor a três meses e, apesar de as taxas de juro terem invertido recentemente a tendência de queda e terem começado a subir, a verdade é que os avanços ainda são pequenos e a taxa de juro continua muito baixa.

A rentabilidade subiu para quem fizer novas subscrições este mês, mas mesmo assim, os certificados de aforro vão render ligeiramente menos que 1% ao ano.

Isso explica a fuga massiva dos portugueses em relação a este produto. Só desde o início do ano, mais de 440 milhões de euros saíram dos certificados de aforro, em termos líquidos.

Os especialistas apontam, por isso, duas alternativas, que podem ajudá-lo a aumentar o seu pé-de-meia: os depósitos a prazo e os certificados do Tesouro, o novo produto de investimento criado recentemente pelo Governo.

Dois produtos que podem ser o ideal para si, consoante o caso. Se está a pensar aplicar as suas poupanças por pouco tempo (menos de cinco anos), o mais indicado é um depósito a prazo. Dados recentes da Deco indicam que os depósitos a 12 meses rendem até 2,4% líquidos ao ano.

Mas, se está a pensar deixar o seu dinheiro aplicado por prazos mais longos, os certificados do Tesouro podem ser uma opção interessante. Quem subscrever este novo produto de poupança do Estado durante este mês, e mantiver os títulos até à maturidade, ou seja, durante dez anos, irá auferir no máximo um juro bruto anual de 5,35%. Mas só são atractivos a prazos alargados porque, nos primeiros quatro anos, deverão render apenas cerca de 1% líquidos ao ano. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/poupanca-investimento-certificados-de-aforro-certificados-do-tesouro-depositos-agencia-financeira/1182339-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 04 de Agosto de 2010, em Agência Financeira

Boas Aplicações Financeiras!

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A Crise Chega Agora ao Tabaco…Veja Aqui os Detalhes…

Tabaco de Enrolar Torna-se Estrela na Crise... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago, algo que pode ajudar um nicho da população e economizar alguns tostões, apesar de não ser fumador, penso que pode ajudar as pessoas que fumam. A notícia saiu, num diário da nossa praça no dia de ontem, passo a transcrever a mesma, no entanto, não vou comentar a mesma, pois penso que a mesma encontra-se bastante completa, no entanto, está aberta à discussão dos frequentadores do blog.

«Tabaco de enrolar: suave mudança de hábitos para carteiras com filtro

Fumar cigarros como o velho Lucky Luke – antes de ele os ter trocado por uma palhinha – tem cada vez mais adeptos. O tabaco de enrolar também mata, mas mói menos as bolsas

Poderia vir com o rótulo: “Tabaco para tempos de crise.” Quem trocou os cómodos cigarros embalados pelo tabaco de enrolar garante que, no final do mês, a mudança compensa. Mas nada de ilusões: se ouvir que o cigarro de enrolar é menos prejudicial à saúde, estará a ouvir apenas um mito. Shane Watson, cronista do “Sunday Times”, contava há uns meses como o culto de enrolar cigarros tinha deixado de ser cool e uma “cerimónia privada admirável” para passar a ser um indicador económico. Enrolar tabaco – envolve filtros, mortalhas, tabaco, destreza e, ufa, uma paciência de santo – tem o seu charme e voltou a estar na moda. O tabaco de enrolar não é amigo dos pulmões, mas parece ser mais saudável para a carteira.

Pedro Cartaxo, operador de backoffice, de 28 anos, aderiu há um ano ao tabaco de enrolar e, feitas as contas, garante: “No final do mês, poupo mais de 50%.” Para poupar tempo e combater a falta de jeito para enrolar cigarros à mão, comprou uma máquina de tubos. E até já descobriu a altura perfeita para se aventurar no trabalho manual. “Enquanto estou a ver um jogo de futebol na TV, uso a máquina e faço o equivalente a um maço num instantinho.”

Os astecas fabricavam-nos em folhas de junco ou tubos de cana. O pistoleiro mais rápido do que a sombra tinha sempre um, bem enrolado, ao canto da boca. Isto até o seu criador ter decidido passar uma mensagem antitabágica e transformar Lucky Luke num cowboy com hábitos politicamente correctos: a beata de tabaco enrolado ao canto da boca foi substituída por uma palhinha.

Em Portugal, com o aumento dos preços do tabaco e com a crise à mistura, os velhos hábitos deste cowboy têm conquistado mais adeptos. Diogo Domingues, da tabacaria do Centro Comercial Colombo “Puros & Companhia”, afirma que a venda de onças de tabaco de enrolar “terá triplicado” naquela loja. Se três maços de tabaco podem custar 10,80€, Diogo Domingues avança que “com uma onça de White, marca com conteúdo equivalente ao Marlboro, a mesma dose consegue-se por 4€”. Faltarão os filtros e as mortalhas que, quando comprados em doses gigantescas, saem a preços irrisórios. A oferta tem acompanhado a tendência dos fumadores: há cada vez mais marcas de tabaco de enrolar no mercado, sem ou com aromas e sabores – e até marcas conceituadas já se renderam à venda do seu tabaco em bruto.

Na tabacaria Tab Tagus, no Tagus Park, em Oeiras, as intenções de poupança também levaram ao aumento das vendas do tabaco de enrolar, filtros e mortalhas. Ali conhece-se todo o tipo de clientes: os que “experimentam e ao fim de algum tempo desistem porque dá mais trabalho” – afinal, não é só chegar, pagar e fumar. E também os que “passam a fumar menos porque têm menos paciência.

Enrolar à mão exige agilidade, perseverança e algum treino. As máquinas são baratas e ajudam. Há mortalhas e mortalhas – umas não são recomendáveis a principiantes, pois vão fazer o cigarro morrer rapidamente. Seguindo as pistas do i, é capaz de chegar lá. Mas, ponto número um: sim, o tabaco de enrolar faz mal à saúde. Ponto número dois: sim, é capaz de lhe dar algum trabalho. Mas sempre dá para poupar uns trocos ou, quem sabe, desistir de vez.

Máquinas de enrolar. Tecnologia pensada para ajudar o vício

Num dos seus textos publicados no “Sunday Times”, a cronista Shane Watson descreve o acto de enrolar um cigarro como uma forma de apreciar os prazeres lentos da vida. E diz que fumar tabaco de enrolar não se limita ao fumo, não tem a ver com uma fixação oral ou um tique nervoso. De facto, há qualquer coisa de ritual em enrolar um cigarro manualmente. Mas para os mais cépticos existem máquinas que substituem a destreza manual. Uma delas, uma caixa metálica parecida com uma cigarreira, serve para guardar o tabaco e fazer um cigarro. Basta para isso abri-la, despejar o tabaco e voltar a fechar: voilà, cigarro enrolado. Entre as novidades no mercado estão as máquinas de tubos. Em vez de mortalhas, estas máquinas utilizam o tubo vazio de um cigarro já com filtro, bastando apenas enchê-lo de tabaco. Exige alguma prática, sobretudo no que toca à quantidade de tabaco – tal como acontece com outras máquinas –, mas o resultado é um cigarro normal. Uma caixa de 250 tubos custa cerca de 2€. Já as máquinas variam entre os 4€ e os 12€.


Mortalhas. Coloridas ou até com sabor

São rectangulares, em papel de arroz ou normal. Há quem lhes chame “lençol” ou simplesmente “papel”. Antigamente, as mortalhas pareciam folhas de impressora, tal era a sua grossura, o que fazia com que o tabaco se consumisse mais depressa. Técnicas como a da “gravata” – pôr saliva no borrão para atrasar a combustão – eram frequentemente utilizadas. Hoje a prática está associada a outro tipo de consumos. No mercado português há “papéis” para todos os gostos: de vários formatos, combustão lenta ou rápida, às cores, com desenhos e transparentes. E, tal como nos preservativos, há mortalhas com sabores. Em média, cada carteira traz cinquenta, embora seja possível comprar embalagens de 300. Outra solução são os rolos, que permitem escolher o tamanho do cigarro. Os preços variam entre os 0,75€ e os 3€.

Mitos & Conselhos

O tabaco de enrolar é menos prejudicial à saúde? Há quem o defenda, dizendo que não tem tantos químicos como os cigarros normais. Mas o argumento vale para o outro lado da discussão: a sua produção é mais barata e o controlo de qualidade inferior.

Ao abrir uma onça de tabaco de enrolar, não rasgue completamente o fecho selado. Essa é a melhor forma de conservar a frescura do tabaco, caso contrário o ar seca as folhas.

Gosta de chegar ao fim do dia e sentar-se em frente à televisão a relaxar? Então aproveite e enrole os cigarros para o dia seguinte. Evite andar de bolsos cheios (tabaco, mortalhas, filtros) e não precisa de andar a enrolar cigarros à frente dos seus colegas de trabalho preconceituosos.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/61257-tabaco-enrolar-suave-mudanca-habitos-carteiras-com-filtro, a 24 de Maio de 2010, em Jornal I

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Como Gerir Bem Um Orçamento Familiar…Quais As Despesas em Que Podemos Cortar….

Orçamentos Familiar

Como Distribuir Um Orçamento Familiar.... Fonte: http://www.coopercredi-sp.org.br

Hoje trago um artigo que achei pertinente, pela utilidade cada vez mais crescente na nossa sociedade, o artigo versa essencialmente de como distribuir o orçamento familiar, e os problemas inerentes a uma má gestão do mesmo, e da cada vez mais necessária educação financeira, passo a transcrever o mesmo, e de seguida faço um pequeno comentário.HojeHH

 

«Saiba como organizar o seu orçamento familiar

Verifique quanto é que cada despesa deve pesar nas contas da família

A família paga seis mil euros de prestações por mês. O casal só tem um filho e recebe todos os meses 2500 euros de ordenados. Naturalmente, acumulou uma dívida de 150 mil euros em cartões de crédito e crédito pessoal. Não é crédito à habitação, nem do carro. Apenas despesas pontuais, como o tal LCD que fazia mesmo falta. Este é o retrato de mais uma família que deixou de controlar as contas, e as despesas passaram a controlar a família.

Assim que a responsável pelo gabinete de apoio ao sobreendividado, da DECO, perguntou se faziam um orçamento, responderam imediatamente: “Claro que sim, mentalmente”. “E por escrito?”, insistiu a especialista. “Não, isso nunca fizemos.”

Segundo a responsável é aqui que começa o problema. “É o primeiro grande erro das famílias portuguesas na hora de gerir o seu orçamento: não organizar um”, explicou Natália Nunes, do gabinete da associação de defesa dos direitos do consumidor, ao i.

Na verdade, a única forma de controlar as despesas é saber exactamente para onde está a ir o seu dinheiro. Por vezes, pequenas despesas que parecem insignificantes no final do mês, ou mesmo no fim do ano, podem representar uma quantia considerável do orçamento. Se não, vejamos. Por exemplo, três euros num pequeno-almoço todos os dias fora de casa, ao final de um ano significa quase 1100 euros a menos.

Por essa razão, deve apontar diariamente todas as suas despesas. Este é, aliás, um dos princípios básicos da organização e gestão das finanças pessoais: anotar todas as despesas, desde a prestação da casa até ao café. No final do mês, mesmo que não tenha sobrado nada, pelo menos irá saber para onde foi o dinheiro e quais as despesas que mais peso têm no orçamento.

Natália Nunes explica que é primeira coisa que faz com as famílias. Num folha, fazem um traço a meio, de um lado anotam tudo o que recebem e do outro todas as despesas que têm. “As pessoas não têm ideia de quanto gastam”, diz. “Ficam surpreendidas quando percebem que gastam mais do que recebem”, explicou a especialista.

Reduzir e reajustar Para uma boa gestão das finanças da família também é essencial identificar as despesas desnecessárias e reduzi-las ou mesmo eliminá-las. “De que preciso realmente? Onde posso cortar?” são as perguntas que devem ser colocadas, adiantou Natália Nunes.

São várias as sugestões para reduzir alguns gastos nas diversas categorias do orçamento familiar. Mas nalgumas situações, apenas a mudança de atitude, como no caso da conta da água, luz ou gás, pode significar mais alguns euros poupados. É também importante manter as despesas dentro dos limites da respectiva categoria. Claro que não existe nenhum modelo ideal, apenas linhas orientadoras (ver gráfico). Cada família deve ajustar o orçamento às suas necessidades. Natália Nunes explica que os créditos, por exemplo, “não devem exceder os 40%”. Sendo que, no gráfico apresentado pelo i, o empréstimo da casa está inserido na categoria habitação, que deve pesar cerca de 35% do orçamento total. Com estes conhecimentos na carteira, é começar a cortar. E cortar outra vez, é a fase dolorosa.

Depois, até pode ser divertido, sobretudo se tem jeito para o negócio. “A maioria dos portugueses não sabe que pode negociar as condições dos seus contratos. Mas podem, e devem”, conta a responsável da DECO. “Deve renegociar-se o spread com o banco. Depois, fazer simulações noutros bancos. Se oferecerem melhores condições, voltar ao nosso banco, explicar as condições oferecidas e negociar novamente. Se as condições continuarem a ser melhores noutro sítio, não se deve hesitar na hora de mudar.” Alargar o prazo do empréstimo é outra opção, mas é preciso atenção. Embora a prestação mensal fique mais baixa, no final do contrato terá pago mais pelo empréstimo.

No dia-a-dia, há muito para fazer. Em casa, uma simulação no site da EDP pode ajudar a perceber qual o melhor tarifário disponível. Apesar da redução no preço dos combustíveis, os transportes públicos continuam a ser mais económicos. Se tiver mesmo de ir de automóvel, pode optar por partilhar a viagem com outras pessoas. O carsharing é uma óptima maneira de cortar nas despesas e está na moda. Esqueça o cartão de crédito e, nas transferências bancárias, dê sempre preferência à internet e ao multibanco para evitar as comissões. Quanto à alimentação, opte pelos produtos de marca branca. O ideal é que consiga também destinar uma fatia do seu orçamento à poupança, como uma qualquer outra categoria.

Quem segue estes conselhos, é pouco provável que acabe sentado em frente a Natália Nunes no gabinete da DECO. E terá, certamente, maior controlo das contas do orçamento familiar.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/33142-saiba-como-organizar-o-seu-orcamento-familiar, a 16 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Aqui está algo que deveriam dar até ao 9º ano, ou seja, a denominada educação financeira, que deveria estar prevista no âmbito da escolaridade mínima obrigatória.

Depois temos outra situação, presente na peça jornalística apresentada, é que notoriamente as pessoas que ficam em apertos financeiros, são as pessoas, que auferem rendimentos altos, ou seja, os considerados das classes média alta, pessoas que nunca se habituaram a fazer grandes contas às despesas, mas habituaram se a passar o cartão MB e especialmente o cartão de crédito e já está, a trocar de automóvel de 2 em 2 anos, etc, ou seja, são pessoas, que iam gastando, e a conta sempre foi cedendo dinheiro.

Muitas destas pessoas, esqueceram-se de inflações, incrementos de custo de vida, de crise, e muitas delas, por vezes auferem rendimentos variáveis, que possivelmente com a crise, apresentam um decréscimo, e logo, ficaram com menor rendimentos disponível.

Penso que a educação financeira, deveria ser algo, a ser ministrado, nos ciclos escolares de cariz obrigatório, pois é algo que os pais possivelmente podem ter dificuldades de apresentar aos filhos, pois estamos inseridos numa sociedade consumista, tal como, a educação sexual, por estarmos englobados numa sociedade de imagem e exploração do corpo.

Coisas elementares como saber gerir a nossa conta bancária, de forma que dê para vivermos, mas também se consiga poupar, não é algo difícil, tudo depende de custos de oportunidade e de saber gerir de forma correcta os nossos orçamentos. Se as classes mais baixas, que possuem pouca informação nestes casos, e que muitas delas conseguiram ter alguma coisa, foi através da gestão bancária correcta, mas nesse tempo, os bancos eram bem menos comerciais.

Ajudar as pessoas, dando formação, a explicar que os bancos estão mais comerciais, e que deve gerir bem os ordenados e as contas bancárias, de forma a conseguirem ter uma vida sem sobressaltos, é algo que tem que ser ministrado, tendo especial cuidado com as classes que nunca sentiram privações e hoje muitas delas estão em encruzilhadas.

Parabéns ao autor do artigo, penso que está bem enquadrado, com soluções  para os mais diversos acontecimentos.

Deixo um apelo, abram alas para cadeiras de educação financeira, existem muitos profissionais no desemprego para ajudar estas pessoas.

Deixo a Questão: Tem por hábito realizar um orçamento familiar?

Tenho Dito!

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10 Boas Dicas Para Poupar o Nosso Planeta…

Terra

Planeta Terra

Hoje trago e para começar bem a semana, uma sugestão do Diário Económico, 1º boas ideias para poupar o planeta, passo a transcrever, mas não vou tecer nenhum comentário:

«10 ideias para poupar o planeta

Gastar menos dinheiro e desgastar menos o ambiente. Saiba como conjugar estes dois objectivos aparentemente contraditórios.

Não é assim tão difícil. O importante é criar rotinas. Partilhe o carro, forre a casa com vidros duplos, não deixe a televisão em ‘stand-by’… há pequenas coisas que podem reduzir as suas despesas mensais. E há ainda investimentos que valem a pena fazer, como a microgeração.

1. ‘Carsharing’
O conceito de partilha de carro está espalhado por toda a Europa e EUA e já chegou a Portugal. Com o ‘carsharing’ poupa dinheiro e é mais ecológico. A empresa britânica Liftshare.com já faz poupar 40 mil viagens por dia e 20 mil toneladas de CO2 por ano. Em Portugal, este modelo está a ser explorada pela Carris (Mob Carsharing) e pela Galp (GalpShare).

2. Microgeração
É a produção de energia eléctrica em pequena escala, com vista ao consumo final. Desde painéis solares, microturbinas ou microeólicas que podem gerar energia que lhe permite o aquecimento de águas sanitárias ou produção de energia eléctrica. “Em soluções de energia solar térmica (exclusivamente para produção de águas sanitárias) pode poupar cerca de 20% de poupança na factura do gás”, explicou Paulo Luz, da Solar Project.

3. Casas bioclimáticas
Os edifícios construídos numa lógica de sustentabilidade utilizam o sol como principal fonte de energia, tanto térmica como de luminosidade. Numa construção sustentável valoriza-se tudo o que são materiais, desde reboco, revestimento, envidraçados, impermeabilização. Esta arquitectura é energeticamente eficiente, alcançando níveis de conforto com um baixo consumo de energia.

4. Comer menos carne
Não lhe faz bem à saúde e muito menos ao planeta. Se quiser mesmo continuar a comer carne, faça-o apenas duas ou três vezes por semana.

5. Regar o jardim
Pode ser mais ecológico e obter uma poupança na factura da água se tiver alguns cuidados ao regar o seu jardim. A rega deverá ser sempre feita antes das 08h ou a seguir às 18h, de forma a minimizar perdas de evaporação. A rega poderá ser feita utilizando água residual tratada.

6. Piscinas com cobertura
Todas as piscinas deveriam ter uma cobertura. Conseguirá reduzir cerca de 90% das perdas por evaporação. Numa piscina com 40 m2 evita perdas anuais de 60 m3.

7. Agricultura biológica
Em produtos biológicos talvez não consiga poupar na factura do supermercado, mas estará a contribuir para um planeta mais verde. Estes produtos foram produzidos sem o recurso de químicos tóxicos persistentes.

8. Produtos nacionais
Faça questão de comprar produtos nacionais. Estes emitem menos CO2 para a atmosfera, pela forma como foram transportados desde a origem até ao ponto de venda. Por exemplo, um carregamento de frutas por avião é 40 vezes mais poluente do que se for feito de barco.

9. Fundos verdes
Há fundos de investimento que apostam em empresas ligadas ao ambiente. A ideia de estimular a economia através de investimentos ecológicos – que poderão traduzir-se na criação de novos postos de trabalho – é apadrinhada pelas Nações Unidas. Não só contribui para contornar ou acabar com os efeitos da crise económica, como promove crescimento sustentável. Estes fundos estão a render desde o início do ano à volta de 11% Entre os melhores fundos ecológicos de 2009 estão o UBS (Lux) EF-GI. Innovators B (EUR), o Parworld Environmental Opportunities do BNP Paribas e o Schroder ISF Global Climate Changes Ea A.

10. Carros híbridos
Na altura de comprar ou trocar de carro prefira os híbridos que combinam motores a gasolina e electricidade. A primeira vantagem é pagar menos 40% de imposto automóvel. Depois, gasta menos combustível, logo liberta menos CO2 para a atmosfera. A título de exemplo, se percorrer 150.000 km num carro híbrido emite menos 525kg de CO2 do que um veículo a gasolina.»

 

In: http://economico.sapo.pt/noticias/10-ideias-para-poupar-o-planeta_73881.html, a 8 de Novembro de 2009, em Diário Económico

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