Como Poupar Nas Compras Lá Para Casa…Veja Onde Neste Momento É Mais Barato…

Setembro 27, 2011

Onde Comprar Mais Barato.... Fonte: http://www.hunkstreets.com

Hoje trago um artigo interessante, pois pode ajudar nas poupanças mensais, e com grande retorno ao final do ano…

« Pode poupar 500 euros, se escolher o supermercado mais barato

A PROTESTE visitou 578 lojas de todo o país para ajudar a poupar nas compras e revela onde se encontram os preços mais mais baixos na grande distribuição em Portugal. Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 se encontram no sul do país.

A revista dos consumidores analisou 64 950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante; outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato; e outro com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor). Na avaliação global, os preços mais baixos moram nas lojas dos Mosqueteiros e do Continente.

Para encher o carrinho do cabaz 1, há cinco vencedores com o título de cam­peão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende. A 2.ª posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continen­te Modelo. Mais três lojas do Intermarché arrebatam a 3.ª posição, acompa­nhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Na guerra dos preços baixos, a PROTESTE destaca o domínio do Norte e Cen­tro do País: “dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no Sul”, conclui. Entrar na morada certa vale centenas de euros no seu orçamento. Por exemplo, para uma despesa mensal de € 150 na cidade de Lisboa, quem com­pra no Japão (R. Morais Soares) gasta mais € 404 por ano do que se escolher o Continente Bom Dia (R. Agostinho Neto).

No confronto por cadeias, as várias insígnias do Continente e Ecomarché arrasam a concorrência no cabaz 1. Isolada a liderar no cabaz 2, a cadeia Eco­marché é a melhor opção. Já para o cabaz 3 as marcas próprias das diferentes cadeias pautam-se por não apresentarem uma grande diferença de preços. Ainda assim, Continente e Pingo Doce são os campeões.

Os produtos com a marca do distribuidor permitem, em média, uma pou­pança de 30% face às marcas do fabricante. A poupança atinge 38% na ca­deia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor.

Veja mais na Proteste

@SAPO

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.* »

In: http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1188713.html#page=1, a 26 de Setembro de 2011, em Sapo Notícias.

RT


Será Que Compensa Comprar Um Carro Em Segunda Mão???

Março 29, 2011

Compensa Comprar um Carro em Segunda Mão?? Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que pode ser muito útil nos dias de hoje, e que versa sobre se compensa a aquisição de um carro em segunda mão, passo a transcrever o artigo.

« Saiba se lhe compensa comprar um automóvel usado

Um carro desvaloriza 15% a 25% por ano, mas cuidado com as fraudes

Evitar a rápida desvalorização do carro foi uma das preocupações de Tiago Mendes quando pensou em adquirir um automóvel. “Assim que sai do stand, o carro sofre uma enorme desvalorização. Optei por comprar o mesmo modelo com poucos quilómetros, mas com dois anos. Com esta decisão consegui poupar mais de 5 mil euros”, conta em declarações ao i.

A verdade é que este não é um caso isolado e são cada vez mais os consumidores a seguirem esta opção. A tendência é visível pelos pedidos de crédito. De acordo com os últimos dados do Banco de Portugal, quase metade do crédito automóvel concedido nos primeiros oito meses do ano passado destinou-se à compra de carros em segunda mão.

Se por um lado a compra de um carro novo pode significar despreocupação – liberta os consumidores de inquietações como o historial de um carro, por exemplo -, por outro penaliza mais o orçamento familiar, que pode estar asfixiado ou a caminho disso. Um factor que pode fazer a diferença em tempos de crise.

A aquisição de um automóvel novo não é acessível a todas as carteiras e a ideia da desvalorização constante pode também assustar alguns consumidores. Em média, uma viatura nova perde entre 15% e 25% do seu valor por ano. Face a este facto, adquirir um carro com poucos anos poderá representar uma solução tentadora para a maioria dos potenciais compradores.

A verdade é que a aquisição de um automóvel com um, dois ou até mesmo três anos implica sempre ter um cuidado redobrado para evitar desagradáveis surpresas, principalmente se o negócio for realizado entre particulares ou pela internet. “Por baixo de uma pintura reluzente escondem-se, por vezes, problemas difíceis de detectar: acidentes, avarias frequentes, quilometragem adulterada e outras fraudes”, alerta a “Proteste”.

Outra questão que se impõe é a quem comprar: a um particular ou a um stand? Em qualquer destes cenários há vantagens e desvantagens. O primeiro consegue vender mais barato e tem também maior margem de manobra para negociar e baixar o preço. O segundo pode apresentar valores mais elevados, mas está próximo das grandes marcas e, como tal, oferece uma garantia mais alargada.

De olho na garantia Qualquer que seja o automóvel que pretende comprar, tenha sempre especial atenção à garantia oferecida. Tal como os novos, também os usados têm direito a dois anos de protecção. No entanto, há muitos estabelecimentos que dão apenas garantia por um ano ou fazem desconto no preço se o cliente prescindir de qualquer garantia, o que é ilegal. Contudo, a lei admite a redução da garantia até um ano, caso exista um acordo entre vendedor e comprador, mas nunca para um prazo inferior.

Caso o negócio seja realizado entre particulares não existe garantia, o que torna o investimento mais arriscado. Mas mesmo assim continua a existir alguma protecção. Durante os seis meses seguintes à entrega do automóvel, o comprador pode provar que este não tem as características anunciadas para exigir uma reparação ou anular o contrato.

Além de reduzirem o prazo, vários stands ainda excluem da garantia peças ou componentes. É o caso do leitor de CD, do ar condicionado, da embraiagem, da correia de distribuição ou da bateria. Outros limitam-na a uma determinada quilometragem ou a um valor máximo por reparação. Qualquer uma destas alterações é ilegal.

A “Proteste” chama também a atenção para a necessidade de “fugir” das chamadas garantias voluntárias. Segundo a “Proteste”, é frequente os consumidores serem confrontados com a proposta de assinar um contrato que prolongue a garantia, mediante um valor de pagamento. No entanto, na maioria dos casos esta situação não apresenta qualquer vantagem para o cliente. “A maioria destes contratos são assegurados por empresas externas ao stand e apresentam tantas restrições que poucos ou nenhuns benefícios oferecem. Geralmente não interessam, a menos que estas garantias contratuais sejam mais abrangentes do que a garantia legal. Como tal, o consumidor pode recusá-las, sem perder o que a lei prevê.”

Se detectar um defeito dentro do período de garantia, o consumidor dispõe de dois meses para apresentar a factura e accionar garantia. A partir daí, terá dois anos para avançar com uma acção em tribunal ou num julgado de paz, caso o assunto não seja resolvido pelo vendedor. Geralmente pode optar pela reparação, pela substituição por outro veículo com as mesmas características – também poderá ser diferente, mas para isso é necessário existir um ajustamento do preço – ou mesmo pela anulação do contrato, se for essa a sua vontade.

A verdade é que a lei não impõe qualquer decisão. A palavra final caberá sempre ao consumidor. Não se esqueça que, se optar por mudar de carro, este passa a gozar de uma nova garantia com a duração de dois anos, a contar da data em que lhe é entregue.

Importados Outra hipótese de fazer um bom negócio passa por adquirir um carro importado. O governo baixou os impostos sobre os automóveis usados importados ao introduzir algumas alterações no Orçamento do Estado para 2011. Isso significa que, quem tomar esta decisão este ano vai pagar menos imposto à cabeça do que em 2010. Segundo as contas de uma das associações do sector (Anarec), em alguns casos esta redução pode ultrapassar os 40% se os carros importados tiverem mais de cinco anos.

A verdade é que os carros usados importados já tinham uma fiscalidade mais favorável do que os veículos novos, uma vez que já beneficiavam de uma redução no Imposto Sobre Veículos (ISV). Não se esqueça, no entanto, de fazer muito bem as contas e ver se realmente o negócio compensa. Por vezes, além do valor que é apresentado tem de acrescentar alguns custos, como a logística com serviços e documentação: por exemplo, seguro internacional, matrículas de trânsito, inspecções, etc.

Cuidados a ter na escolha do crédito automóvel

Depois de escolher o carro que pretende, caso precise de financiamento terá de recorrer a um crédito. Nesse caso, faça uma ronda pelas várias ofertas existentes no mercado – é natural que o próprio stand apresente uma oferta de financiamento –, peça simulações e veja a solução que mais se adequa às suas necessidades. Por norma, os stands são meros intermediários financeiros e muitas vezes ganham comissão sobre os créditos contratados pelas instituições financeiras com que trabalham. Em regra as taxas que oferecem são mais elevadas do que nos bancos.
Por isso, o melhor será mesmo começar a ronda pelo seu banco e pedir-lhe uma simulação para o montante de que precisa. Não se esqueça que tem sempre hipótese de negociar com o seu banco condições mais favoráveis em troco de contratação de novos serviços. Por exemplo, pode reduzir a taxa apostando na subscrição da domiciliação de ordenado e pagamentos, cartão de crédito, conta à ordem, etc.Se já tiver estes serviços junto do seu banco, aproveite–se disso. Se mesmo assim lhe pedirem uma taxa alta, nada como ouvir outro banco e, quem sabe, mudar. Use a proposta de cada banco que ouvir como arma negocial quando ouvir outra instituição financeira.
Deve também contabilizar os encargos associados às diversas modalidades de financiamento. O preço dos seguros para o carro varia bastante consoante opte por crédito ou leasing. Neste último caso, são exigidos seguros de responsabilidade civil facultativa (50 milhões de euros) e de danos próprios. Já no crédito automóvel, basta o de responsabilidade civil obrigatória e, em alguns casos, o de vida.
No entanto, segundo o último estudo da “Deco Proteste”, se o carro tem menos de cinco anos, o consumidor deverá subscrever um seguro “contra todos os riscos”. Em relação ao financiamento, aconselha a taxa fixa para créditos inferiores a quatro anos se não exceder as melhores taxas indexadas.
Não se esqueça que quando está a comparar propostas deverá analisar quais são as garantias exigidas e se existem despesas de manutenção (comissões de entrada, processamento, etc.). Alguns destes factores podem ter um peso elevado para comparar o custo real das várias propostas. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/113539-saiba-se-lhe-compensa-comprar-um-automovel-usado, a 28 de Março de 2011, em Jornal I

Boas Compras!

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Cuidados a Ter na Compra de Carro em Segunda Mão….

Fevereiro 25, 2011

Comprar Carros em 2ª Mão... Fonte: http://www.marcosantonio106fm.zip.net

Hoje trago um artigo interessante, e que pode ajudar imenso na altura de trocar de carro, o Post de hoje é dedicado essencialmente a quem compra carro em segunda mão, passo a transcrever o mesmo.

« Dicas para poupar na hora de reservar um voo

Há alguns passos simples que podem fazer mesmo toda a diferença na factura final que vai ter de pagar pela sua viagem

A crise pode travar os nossos ímpetos na hora de nos aventurarmos numa nova viagem. Mas não é impossível conseguir voos em conta. Há alguns truques que pode pôr em prática para poupar uns trocos e viajar na mesma:

Flexibilidade

Este é o primeiro conselho e é fundamental para que todos os outros se concretizem. Se a sua agenda for muito preenchida e tiver apenas um determinado dia e hora para viajar a coisa complica-se, porque assim vai sujeitar-se aos preços que lhe impõem sem aproveitar outras opções que poderão ser bem mais baratas.

Internet: os motores de busca

Mais do que procurar o site da última companhia em que viajou ou aquela que foi aconselhada pelos seus amigos, a melhor alternativa ¿ e está mesmo ali à mão, literalmente à distância de um clique ¿ é utilizar um motor de busca. Basta-lhe teclar o destino pretendido, a palavra «viagem» e por que não «promoção» ou «voos baratos» para chegar a alguma página interessante. Para além disso, há motores de busca específicos para estas decisões, como por exemplo o http://www.voosbaratos.pt/. Depois de encontrar o que pretende, pode sempre verificar se o voo fornecido pela sua companhia de eleição é ou não mais em conta.

Última hora: uma opção

Ao contrário do que se possa pensar, esta pode ser a hora H. É verdade que se marcarmos voos com uma antecedência de meses a probabilidade de pagarmos menos é maior. Mas se tiver alguma disponibilidade para viajar em qualquer altura, há viagens com descontos bem apetecíveis até ao último minuto. É uma questão de arriscar. A viagem será certamente pautada pela adrenalina.

Fuja dos aeroportos mais importantes

Talvez não se lembre deste pormenor quando reserva uma viagem. É que os aeroportos mais importantes, aqueles maiores, são os que por norma cobram taxas mais altas, lembra o site espanhol comoahorrardinero.com. E isso acaba por ter impacto na factura final da viagem. Daí que a opção devem ser mesmo os aeroportos mais pequenos.

Bagagem: invista na sua capacidade de arrumação e selecção

Fazer malas pequenas pode não ser fácil para quem gosta de levar a casa às costas para onde quer que vá. No entanto, se conseguir não ultrapassar o limite de quilos permitidos para a sua bagagem, a sua carteira agradece. Mesmo os voos low cost podem encarecer quando os viajantes levam malas de porão ou peso a mais na mala de mão. Ou seja, se quer começar por poupar algum dinheiro quando quer ir de férias, comece mesmo por treinar a sua capacidade de arrumação e de selecção.

Resista às tentações

Os aviões são autênticas caixinhas de surpresas. Vende-se de tudo ali dentro: desde perfumes, jornais, bebidas, comida ou relógios. Se souber resistir a estas tentações tanto melhor, mesmo quando se esqueceu de um presente e lembrou-se à última da hora. Mais vale fazer uma lista atempada de tudo o que precisa de comprar e tem sempre a hipótese de, quando mesmo assim se esquece, fazê-lo no aeroporto de chegada. Por vezes há produtos com preços bem mais simpáticos. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/viagens-voos-ferias-turismo-companhias-aereas-agencia-financeira/1235014-4058.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28Ag%C3%AAncia+Financeira%29&utm_content=Google+Reader, a 23 de Fevereiro de 2011, em Agência Financeira.

Boas Compras!

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Conheça os Sites Onde Pode Comprar e Poupar Mais de 100€…

Outubro 27, 2010

Compras Online... Fonte: http://www.bomdia.news352.lu

Hoje trago algo útil, especialmente aos que querem poupar algo, para tal, basta usar com o recurso as compras online, passo a transcrever uma peça jornalística onde isso está patente.

« Sites para poupar mais de 100 euros nas compras ‘online’

Há cada vez mais portugueses que estão a trocar os centros comerciais pela internet. Saiba como utilizar a rede a seu favor e poupar alguns euros nas compras.

Tempo é dinheiro. Nunca como agora, a sabedoria popular esteve tão próxima da verdade. Os números recentemente divulgados pela Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva (ACEPI) mostram que 16% dos portugueses já faz compras pela internet de forma regular. E não é difícil perceber a razão da adesão dos consumidores: trata-se de uma forma cómoda e rápida de fazer compras, mas também mais barata. Isto porque muitos sites apresentam artigos com descontos face ao preço de loja. E o negócio pode compensar. Exemplo: Já imaginou comprar um telemóvel por 15 euros, em vez de pagar 39,90 euros? No site da Vodafone, que disponibiliza uma espécie de ‘outlet’ virtual, é possível encontrar telemóveis com grandes descontos. O fenómeno não é exclusivo da Vodafone, também os portais das restantes operadoras – TMN e Optimus – têm as mesmas práticas. Os exemplos abundam mesmo fora do sector das telecomunicações. Para quem já está a pensar na compras de Natal, o Diário Económico dá-lhe uma lista de sites a ter em conta para optimizar os gastos com presentes natalícios. São sites que o ajudarão a poupar dinheiro e tempo.

O site britânico da Amazon é uma opção mais atractiva desde este mês. Aquele que é um dos mais conhecidos portais de compras online do mundo anunciou este mês que os portugueses que fizerem compras por um valor superior a 25 libras (cerca de 28 euros), não pagam portes. No entanto, esta vantagem só é válida para quem fizer compras através da versão inglesa. Esta novidade pode fazê-lo poupar alguns euros. Senão repare nos números: antigamente caso comprasse dois DVD’s e um jogo de computador, no valor total de 50 euros, no Amazon, pagaria em portes 7,9 euros.

Um encargo que agora passa a estar isento. Este site tem ainda a vantagem de poder concentrar quase todos os produtos: desde livros, passando por material informático, música ou mesmo artigos para a casa.

Quem também tem uma política semelhante à do Amazon é o site ‘book depository’ (www.bookdepository.co.uk). Também sediado no Reino Unido, este portal permite as entregas gratuitas, livres de portes. Só tem uma limitação: é um site específico para compras de livros.

Recorde-se que se está a pensar em fazer as compras natalícias através da internet é melhor começar a pensar no assunto o mais cedo possível. Quanto mais próximo estiver do dia 25 de Dezembro mais demoradas são as entregas. Além disso, corre ainda o risco adicional do produto que encomendou estar esgotado. Assim, para evitar que o seu Pai Natal não chegue em Fevereiro ou Março do próximo ano, o ideal é começar já a preparar a lista.

E um dos sites que o poderá ajudar a fazer essa lista de presentes é o Kuantokusta (http://www.kuantokusta.pt). Não se trata de um site de compras online, mas é antes um guia de compras português que permite fazer a comparação de preços de um mesmo artigo nas várias lojas.

Imagine, por exemplo, que anda de olhos postos num portátil ‘Sony Vaio VPC-F12M1E/H’. Segundo as informações deste site, o preço deste produto pode oscilar entre os 1.088 euros e os 1.222 euros, consoante a loja que escolher. Ou seja, se optar pela solução mais barata poderá poupar 142 euros. Outro site com carimbo nacional a ter em conta é o eshop (www.eshop.pt). Este portal é uma base de dados que permite identificar as lojas online que vendem em Portugal tudo aquilo que tem em mente, dividido por 25 categorias de produtos e serviços. Há de tudo: desde lojas que vendem flores, comida, jóias, mobiliário, artesanato ou artigos para bébés. Este não é um site que lhe permite poupar euros nas compras online, mas permite-lhe antes poupar tempo em encontrar aquilo que tanto procura.

Outro detalhe importante a ter em conta é certificar-se que faz compras em sites dentro da União Europeia, já que as compras efectuadas, por exemplo, em sites americanos, estão sujeitas por vezes a elevadas taxas alfandegárias, que podem atingir o triplo do valor da encomenda.

Aproveite os dias especiais de promoções

Para ter direito a descontos há ainda um outro ponto a ter em conta: os dias especiais. A TMN e a Vodafone, por exemplo, apresentam às segundas feiras um equipamento com um preço de desconto, numa iniciativa conhecida como ‘I love monday’s’ na Vodafone e a ‘Blue Monday’ na TMN. Além destes dias de promoções que algumas marcas fazem há ainda dias internacionais para obter descontos nas compras ‘online’. Exemplo disso mesmo é o Cyber Monday. Trata-se de um conceito que foi criado nos EUA e que marca o início da época natalícia para os responsáveis do comércio online. Neste dia, é possível obter descontos interessantes para quem faça compras utilizando a internet. Apesar de ter sido inicialmente um conceito americano, a iniciativa foi adoptada pelos retalhistas de outros países, incluindo Portugal. No ano passado, o Cyber Monday em Portugal conseguiu reunir a adesão de 100 lojas online que disponibilizaram produtos com descontos até 40%, durante uma semana. Este ano, o Cyber Monday comemora-se entre 29 de Novembro e seis de Dezembro. Marque estas datas na sua agenda.


Três dicas para fazer compras na net:

1 – Segurança
Antes de tudo certifique-se que o site onde está fazer compras tem garantia de segurança. Estas páginas têm um símbolo de um cadeado. Se o site não disponibilizar uma morada ou um telefone fixo para contactos, desconfie. Além disso, ao dar os seus dados pessoais, certifique-se que o site lhe dá conhecimento sobre os fins para os quais serão utilizadas essas informações.

2 – Informação
Além de ter atenção às informações que faculta ao site, deverá também prestar atenção aos dados disponibilizados pelo site sobre os produtos que pretende comprar. Por isso a página online deve conter informações sobre o preço dos produtos que vai adquirir e especificar quais são os custos de envio, os impostos e outros custos adicionais. Tudo isto para evitar surpresas desagradáveis.

3 – Transacção
Já escolheu os produtos que quer comprar e só lhe falta inserir o número do cartão de crédito? Certifique-se que o site lhe pede apenas as informações necessárias para concluir a compra. Além disso, se criar um cartão virtual também estará mais protegido. Esteja atento ao extracto do seu banco para conferir se os valores que lhe foram debitados correspondem ao valor das compras efectuadas.


Sites indispensáveis

Comparar preços
Existem vários sites que permite identificar a loja online que pratica os preços mais baixos para um mesmo produto. E neste campo é impossível não falar no português www.kuantokusta.pt. Por exemplo, quer comprar uma televisão Samsung do modelo UE26C4000. O KuantoKusta diz-lhe não só onde poderá comprá-lo, identifica os preços praticados para este modelo. Neste caso o intervalo de preços varia entre os 368 e os 549 euros. Mas existem mais sites a fornecer o mesmo tipo de informação. Um dos mais conhecidos a nível internacional é o www.pricegrabber.com. O próprio google tem uma ferramenta – google shopping- que permite pesquisar os preços de um mesmo artigo.

Entregas gratuitas
Uma das formas de poupar dinheiro com as compras na internet passa por aproveitar os sites que não cobram taxas de porte. É o o que se passa com a versão britânica da Amazon. Os clientes portugueses que fizerem encomendas no valor superior a 28 libras ficam isentos do pagamento destas taxas. Já para quem costuma utilizar a internet para comprar livros, o site www.bookdepository.co.uk também não cobra taxas pelo envio dos mesmos.

Preços mais baixos
Muitas lojas online oferecem descontos em alguns artigos que sejam adquiridos através deste canal. Um dos exemplos mais notórios dessa prática são os sites das operadoras móveis em Portugal. Quer a Vodafone, TMN e Optimus dão vantagens a quem compre um telemóvel através do site. A Optimus, por exemplo, dá descontos de 10 euros a quem compre na loja online equipamentos de valor superior a 69,99 euros. Além disso, várias empresas têm ainda um dia por semana em que dão descontos especiais.»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sites-para-poupar-mais-de-100-euros-nas-compras-online_102298.html, a 25 de Outubro de 2010, em Diário Economico.

Boas Compras!

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Dicas Para Comprar Moda No Mundo da Internet…

Setembro 29, 2010

Moda na Internet Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo que versa sobre compras online, e as suas vantagens e locais onde as podemos fazer, passo a transcrever a referida reportagem.

« Blogues ou passerelles: Quem manda na moda? O mercado diz que é a Net

Como a moda no ciberespaço pode ser uma tendência e quais os blogues e sites de lojas online obrigatórios para manter o estilo

Procure o que quiser na internet que é quase certo que encontra. A realidade online é um mundo, isso já se sabe, e a oferta de produtos disponíveis, se ainda não é infinita, para lá caminha. Para perceber a tendência há que recuar até 2006. Até então o consumidor tradicional fazia compras de forma igualmente tradicional: saía de casa, entrava numa loja, escolhia o produto, experimentava e, no fim, pagava e saía consciente de ter feito uma grande compra. Com o boom das vendas online, na verdade, só mudou a dinâmica. O “ir às compras” foi naturalmente substituído por umas horas em frente ao PC e a seleccionar, entre sucessivos cliques, o objecto de desejo do momento. Na moda, isso só foi possível depois de as lojas de roupa terem alargado as suas vendas ao mundo virtual. É um ciclo vicioso. Com o aumento da procura, a oferta é obrigada a chegar-se à frente para poder dar resposta aos consumidores. E as grandes marcas aprontaram-se em inundar o mercado online. Até Karl Lagerfeld, director criativo da casa Chanel – e um tradicionalista convicto – anunciou recentemente a criação de uma marca de roupa de venda exclusiva na internet. O mesmo Karl Lagerfeld que ainda há pouco tempo criticou publicamente as colecção pensadas para as massas. Remou contra a maré até poder.

Um estudo de mercado europeu realizado em 2008 revela, aliás, que as compras de roupa efectuadas através da internet ultrapassaram, nesse mesmo ano, a venda de material informático, totalizando qualquer coisa como 18,3 milhões de euros, direitinhos para o bolso dos retalhistas online.

E se até há quatro anos eram as passerelles e as revistas de moda a ditar tendências, hoje são os fashion blogs (e bloguistas) que “decidem” o que está “in” e “out”, através de sugestões pessoais ilustradas com os modelitos do dia-a-dia. É a moda pensada e concebida de dentro para fora. Isto é, do armário, para as ruas. E tudo sem sair de casa. “As passerelles representam uma perspectiva da moda à qual a maioria das pessoas não tem acesso. É elitista, fechada e complexa. Os blogues, por outro lado, são para todos. A barreira para expor e consumir ideias de moda é mínima. Com mais facilidade vem mais visibilidade, e com mais visibilidade faz-se a moda. Não a moda clássica de passerelle, mas a de vestir o que se quer e aparecer na internet como alguém que vale a pena seguir. A YSL não seria a YSL se aparecesse hoje. Mas provavelmente seria um dos perfis mais seguidos no lookbook.nu”, explica Fred Oliveira, especialista em tecnologia e co-fundador do site techcrunch.com.

Será impossível determinar quantos são os trend-setters online, mas basta uma pequena viagem pelo mundo virtual para perceber que, além de serem aos milhares, alguns subiram de escalão e passaram de blogues a sites de consulta obrigatória para qualquer editor de moda. O style.com será, com certeza, um deles. Por lá encontram-se desde as últimas novidades da estação – definidas, claro está, por quem alimenta o site – até um arquivo exaustivo das passerelles mundiais. Sim, porque os blogues de moda não se assumem de forma arrogante. Optam por simpaticamente complementar – sem interferir – o que ditam as revistas e os designers.

Fátima Cotta, directora da edição portuguesa da revista “Elle”, não acredita que os blogues de moda sejam trend-setters, mas antes opinion makers. “São uma realidade paralela, seguem tendências que já existem e opinam sobre elas. Quem lança tendências são as semanas da moda, os criadores. Reconheço, no entanto, que os designers se possam inspirar nas ruas e nos blogues”. Maria Guedes, personal stylist e autora do blogue Stylista, acredita que a proximidade com o público é conseguida quando as “leitoras sentirem que as propostas são a recomendação de uma amiga”.

Opiniões à parte, há sempre maneira de conjugar os dois mundos: consultar a revista online e conferir se as tendências correspondem às propostas dos blogues. Depois é escolher o que se gosta, abrir uma nova janela e aceder à sua loja favorita. E tudo sem sair de casa.

Dicas para não falhar nas compras

Quando decide comprar roupa à distância, depara-se imediatamente com o obstáculo do tamanho e dos números. Não há problema. A maior parte dos sites de roupa online não faz devoluções de dinheiro, mas quase todos aceitam trocas no prazo de 15 dias ou um mês, desde que as peças estejam por usar e com as etiquetas no sítio.

Vestuário

Antes de efectuar a compra atente na numeração dos tamanhos.
•  _Para que não haja confusões consulte o site www.onlineconversion.com/clothing.htm
•  _Não se esqueça de definir se é roupa de homem, mulher ou criança – os tamanhos variam de país para país. Procure o seu em Portugal e encontre o correspondente no país de origem da encomenda.

Sapatos
Tal como na roupa, também a numeração de calçado varia consoante o país e o sexo.
•  _Vá a http://www.convertworld.com/en/shoe-size/ e escolha o seu par.

Medidas em Portugal
Se a encomenda vier de Portugal e mesmo assim ainda tiver dúvidas, o guia de tamanhos da La Redoute é uma ajuda preciosa
• _http://laredoute.pt/pt/pt/StaticPages/SizesGuide.aspx


Blogues a seguir

Style.com Completa, este ano, uma década ao serviço da moda. Conjuga as tendências de passerelle com street fashion (quem veste o quê nas ruas) e ainda faz uma perninha pelas passadeiras vermelhas do mundo inteiro. Não corresponde exactamente ao conceito de “fashion blog” – por não ser o diário de indumentária  – mas é, sem dúvida, ponto de passagem obrigatória para quem quer estar “in”.
www.style.com

LOOKBOOK.nu É “a maior fonte de inspiração em moda a partir de pessoas reais”. É mesmo isso. Se for o caso de se considerar uma pessoa com bom-gosto e bom trajar, pode tirar uma fotografia mais ou menos artística da sua indumentária e submetê-la no blogue. Mais tarde ou mais cedo vai aparecer, não se preocupe, pode é demorar umas horas, tal a afluência de fotografias de outros fashionistas pelo mundo fora. Basta identificar-se com nome, idade e localização. O Lookbook é seguido no Twitter por mais de  300 mil curiosos.
www.lookbook.nu

The Sartorialist Scott Schuman, o homem por trás do blogue, começou por trabalhar em distribuição de moda para marcas como Valentino, mas trocou tudo pela da fotografia. Começou a passear por Nova Iorque de máquina na mão, a fotografar a moda das pessoas reais. Em 2009 foi eleito pela revista “Time” um dos 100 blogues mais influentes nas escolhas dos designers.
www.thesartorialist.com

Stylista É portuguesa, chama-se Maria Guedes e é a autora daquele que será um dos maiores trend-setters nacionais. Gosta de moda, estudou moda e trabalha com moda. Dá sugestões “de amiga” às leitoras e defende a moda low-cost.
www.mariaguedes.blogspot.com


Lojas online a visitar

Zara Online Desde o início de Setembro, a Zara alargou a venda de roupa ao mercado online. A novidade foi anunciada em todos os blogues de moda nacionais e foi um frenesim. Portugal foi um dos cinco países eleitos para receber a loja virtual da marca, onde pode encontrar as colecções de mulher, homem e criança disponíveis em qualquer Zara e as encomendas podem ser levantadas na loja ou numa morada à escolha (com um acréscimo de 2,50€ ao preço total da encomenda).
www.zara.com

Net-a-Portêr É dos sites mais populares no circuito fashionista mundial. Apresenta-se com o mote “o primeiro destino online da moda de luxo”, deixando já antever uma oferta de roupa, sapatos e acessórios de marcas internacionais, ao mesmo preço das lojas. Marc Jacobs, Burberry e Miu Miu são alguns dos designers representados e podem entrar no seu armário com uma simples encomenda no site. O net-a-portêr está sediado em Londres mas aceita pedidos em toda a Europa.
www.net-a-porter.com

Topshop É talvez um dos maiores armazéns de moda do mundo (não existe em Portugal, mas já foi criado um grupo no Facebook a pedir uma Topshop em Lisboa) e a versão online oferece exactamente o mesmo que a loja. Estão representados vários designers de renome e até Kate Moss tem direito a uma colecção com o mesmo nome – que esgota no mesmo dia em que é lançada.
www.topshop.com

La Redoute Começou por ser um catálogo de compras à distância, mas já assentou arraiais na internet. Aqui encontra roupa, acessórios, têxtil-lar e até uma secção de objectos variados. As ofertas constantes podem oferecer descontos até 70%.
www.la-redoute.pt
»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79379-blogues-ou-passerelles-quem-manda-na-moda-o-mercado-diz-que-e-net., a 21 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Compras!

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Cadeia de Supermercados LIDL…Os Descontos e os Seus Bestsellers… Conheça Aqui os Detalhes…

Julho 20, 2010

LIDL e os Seus Bestsellers... Fonte: http://lanzarotelandia.com

Terça feira, um bom dia para se comprar algumas coisas para levar a praia, mas tem que ser de económicas…pois o dinheiro com as férias não estica… Que tal colocar aqui uma publi-reportagem de uma cadeia de supermercados Low Cost, e onde, alguns produtos, já possuem legiões de admiradores.. Pois bem, hoje, trago uma publi-reportagem, que saiu no dia de ontem, num diário da nossa praça, e sobre a cadeira de supermercados LIDL, vou transcrever a mesma.

« Lidl. descontos com muito que contar

A lasanha com sete mil fãs no Facebook é um dos produtos de culto da cadeia que chegou há 15 anos a Portugal. Mas há outros

Já fez compras no Schwarz Lebensmittel-Sortimentsgroßhandlung? Provavelmente não. Mas foi com este singelo nome que a cadeia Lidl começou, nos anos 30, como pequeno negócio familiar de retalho. Hoje o logótipo azul, vermelho e amarelo mais famoso do mundo (mais popular que as bandeiras de Andorra e Roménia) está perto de ter 8 mil lojas em 20 países diferentes. A Portugal chegou há 15 anos, abriu 13 lojas em simultâneo e desencadeou uma batalha sobre a maneira correcta de pronunciar um nome de quatro letras com apenas uma vogal.

O “Lídele”, “Líde” ou “Líder” oferecia produtos baratos de marcas desconhecidas numa loja que mais parecia um armazém. Os portugueses encararam a novidade com desconfiança mas cedo se renderam a acepipes como os cornichons da Freshona, a cerveja Fink Brau ou a cola Freeway.

Apesar da crescente popularidade, Lidl nunca foi sinónimo de sofisticação. Mas do corredor dos congelados surgiram fenómenos de culto, como a lasanha bolonhesa Alfredo (quase 7 mil fãs no Facebook). E que dizer das romarias matinais aos portáteis Targa e da titânica relação qualidade/preço dos produtos de electrónica Silvercrest?

A cadeia que resultou da fusão do comerciante Josef Schwarz com a empresa de distribuição de fruta Südfrüchte Großhandel virou-se para o mercado das lojas de desconto em 1973, copiando o conceito do seu grande rival, os supermercados Aldi. E abreviou o nome para quatro letrinhas apenas: Lidl.

Grandes êxitos

Como dizer “amo-te, Lidl” em dez produtos e menos de 20 euros

Folhado Gusto di Mare, 2,29€
Antes de haver Lidl em Portugal já havia salmão, espinafres e massa folhada. Mas estes três nunca se tinham encontrado num congelado só. É uma refeição equilibrada para duas pessoas e que, uma vez apagado o preço, até pode parecer sofisticada.

Iogurte de um litro Yugosan, 1,99€
Quem disse que 30 cl de iogurte são suficientes? A cadeia de desconto alemã trouxe como imponente novidade os iogurtes de um litro. O que coloca um problema: é para comer tudo de uma vez ou pode-se deixar no frigorífico? Pode, não se estraga.

Fortune cookies, 1,99€
Quem cresceu a ver ficção norte–americana saliva por estes bolinhos. Prová-los faz-nos recordar o dia em que fomos à primeira pizzaria e pedimos uma com anchovas: só tínhamos visto na TV e não fazíamos ideia de que era má. Estes biscoitos vêm com mensagem em alemão.

Pilhas Aerocell, 1,99€
São quase iguais ao seu equivalente  Classe A, as pilhas Duracell, mas sem o peluche-mascote. Vêm em pacotes de oito e vendem-se perto da caixa. Compramo-las a achar que nunca mais vamos precisar de gastar dinheiro em pilhas na vida.

Lasanha Alfredo, 2,99€
O segredo para o sucesso de uma refeição para duas pessoas que custa menos de três euros? É uma lasanha ao nível de um restaurante médio pelo preço das entradas desse mesmo restaurante. A Alfredo tem um grupo de fãs no Facebook.

Sumo Solevita, 0,95€
É o único produto desta lista cujo preço não termina com o algarismo nove. O sumo de laranja do Lidl é uma referência nas festas de anos da garotada e atrás do balcão de alguns bares. Gaba-se de ser 100% fruta e deve ser verdade – de outra maneira não poderia ser tão amargo.

Cajus Alesto, 1,99€
Se há uma coisa boa no Lidl é que nos permite aprender outras línguas. Sabemos, graças a esta lata de frutos secos, que “caju” em alemão é “cashewkerne”. Se não fosse a fotografia na lata, dificilmente chegaríamos lá.

Apfelstrudel, 1,99€
Numa loja alemã têm de estar as suas especialidades. O strudel de maçã é um clássico das sobremesas germânicas e vende-se numa versão congelada, pronta a ir ao forno. O Lidl tem semanas temáticas com especialidades de outras geografias.

Morenazos, 0,49€
Estes falsos Filipinos vencem os genuínos por terem uma imbatível relação qualidade/preço/cacau. A prova de que os produtos da marca Lidl podem ser superiores aos seus congéneres com direito a reclames na televisão.

Mozzarella, 0,99€
O melhor amigo das massas, das pizzas e das sandes é um dos segredos bem guardados da zona de frios do Lidl. Um queijo de qualidade superior que vale bem um desvio do supermercado do bairro até uma destas lojas-armazém.

Os Bestsellers do Lidl em Portugal

•  ‑Lacticínios Lactolus
•  ‑Iogurtes Milbona
•  ‑Iogurtes Spring Fresh
•  ‑Charcutaria Fumadinho
•  ‑Azeite Chaparro
•  ‑Vinhos Almocreve, Ventos da Beira, Torre de Ferro e Azinhaga d’Ouro

Tudo o que aprendi em 10 anos de Lidl

Por Joaquim Amadeu

Verão de 2000, adolescência, carro na garagem e uma carta de condução para tirar. Os astros alinharam-se e disseram: “Tens de ganhar uns trocos.” Foi assim que começou. Acreditava que no momento em que assinava aquele contrato o fazia para cumprir só seis meses até ao Carnaval. Erro meu. Já passaram dez carnavais e por lá continuo. Esse foi o primeiro ensinamento: quando no final do mês vemos que o ordenado não falha, por lá vamos ficando, acomodados à facilidade de não ter de cravar semanadas aos pais.
Outra coisa que aprendi: “o cliente tem sempre razão” é uma máxima antiga, mas falsa. Ao contrário do Polvo Paul, o cliente está quase sempre errado. Qualquer livro de reclamações de uma loja Lidl comprova isso: ou é a comida do cão que está mais escura que o costume, ou a última “Dica da Semana” foi entregue na quarta em vez de terça-feira, ou aquele iogurte que vendemos durante anos e de repente saiu de venda. Segundo ensinamento: na dicotomia cliente-funcionário não existem divindades – nem o cliente é Deus, nem nós temos paciência de santo.
Terceira e última aprendizagem – uma empresa alemã em Portugal terá sempre um pequeno problema: é uma empresa alemã em Portugal. Por mais boa vontade que um trabalhador Lidl em Portugal tenha, por mais horas extra que faça, por mais empenho que mostre, o empregador alemão tenta sempre espremer um pouco mais de sumo. Não se iluda o cliente quando chega a uma loja Lidl e encontra três funcionários para outros duzentos clientes: entrou na Alemanha! A equação é simples: se três funcionários despacham duzentos clientes em meia hora, por que razão irá a empresa contratar outros três e deixar o cliente despachar-se em quinze minutos?
Caixa do Lidl desde 2000 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/69674-lidl-descontos-com-muito-que-contar, a 19 de Julho de 2010, em Jornal I

Boas Compras!

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