As Grandes Mudanças Nas Prestações Sociais… Conheça Aqui Os Detalhes…

Mudanças Nas Prestações Sociais... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago, uma notícia que saiu no passado Domingo, e que versa, sobre as alterações aos apoios sociais, que entrou em vigor no dia 1 de Agosto de 2010, vou transcrever a referida notícia, com as principais alterações aos apoios sociais.

« O que muda nos apoios sociais a partir de hoje

A lei que aperta a atribuição de apoios entra em vigor hoje. No RSI, há famílias que podem ter cortes de 10% a 15%.

  • Todos os apoios não contributivos são afectados

A nova lei afecta todos os apoios não contributivos, ou seja, que não dependem dos descontos para a Segurança Social, mas dos rendimentos dos beneficiários. Em causa estão subsídios sociais (para beneficiários mais pobres) mas também outras ajudas:

– Prestações por encargos familiares, incluindo abono de família ou bolsas de estudo específicas;
– Rendimento Social de Inserção;
– Subsídio social de desemprego, destinado a famílias de baixos rendimentos e com insuficiente carreira contributiva para aceder à prestação principal;
– Subsídio social de parentalidade;
– Acção social escolar e no ensino superior;
– Comparticipação de medicamentos e taxas moderadoras;
– Prestações de alimentos no âmbito do Fundo de Garantia de Alimentos a Menores;
– Comparticipações aos utentes de unidades de média e longa duração da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados;
– Apoios sociais à habitação;
– Apoios sociais aos trabalhadores doEstado.

  • Beneficiários têm de autorizar acesso a dados

A lei aplica-se à maior parte das prestações e por isso haverá uma reavaliação extraordinária dos apoios.

– Para comprovar os rendimentos, a Segurança Social pode
pedir ao beneficiário uma “declaração de autorização” para aceder a informação, nomeadamente fiscal e bancária. Caso não seja entregue, suspende a atribuição do apoio;
– Falsas declarações impedem o acesso ao apoio por dois anos;
– Grande parte da informação sobre rendimentos será obtida no sistema de Segurança Social ou através da troca de dados entre esta entidade e o Fisco;
– Sempre que tal não seja possível, a Segurança Social pode solicitar as provas necessárias;
– As provas de rendimentos de capitais e apoios à habitação estão calendarizadas.

  • Todos os rendimentos do agregado contam

Para autorizar o acesso a prestações sociais, a Segurança Social vai passar a contabilizar um grupo de rendimentos mais alargado, que se estende ao agregado familiar:

– Rendimentos de trabalho dependente (salários);
– Rendimentos empresariais e profissionais (trabalhadores independentes);
– Rendimentos de capitais (como juros de depósitos, dividendos de acções ou rendimentos de outros activos financeiros). Sempre que estes sejam inferiores a 5% do valor dos créditos depositados e de outros valores mobiliários, considera-se o que resulta da aplicação daquela percentagem;
– Rendimentos prediais, excluindo casas de habitação permanente até 251,5 mil euros. Caso contrário, conta 5% do excedente. Contam rendas de prédios rústicos, urbanos e mistos e valores da cedência do uso do prédio ou parte dele. Se daqui não resultar renda ou esta for inferior à determinada, conta 5% do valor mais elevado que conste da caderneta predial ou certidão matricial;
– Pensões;
– Prestações sociais;
– Apoios regulares à habitação, como subsídios de residência ou de renda e apoios à habitação social. No caso de habitação social, é considerado um apoio de 46,36 euros, mas de forma escalonada (um terço no primeiro ano, dois no segundo e o total a partir do terceiro);
– Bolsas de estudo e formação;
– O património mobiliário (nomeadamente acções ou fundos) não pode ser superior a 240 Indexantes dos Apoios Sociais (100.613 euros).

  • Cortes no Rendimento Social de Inserção vão mais longe

No rendimento mínimo, os cortes são ainda mais visíveis, já que, além das novas regras de capitação e rendimentos, também há alterações à lei:

– Fiscalização é feita semestralmente e no momento de renovação anual;
– Desaparece a majoração do apoio às gravidas e no primeiro ano de vida, que se mantém apenas para quem já recebe;
– Caem os apoios extraordinários a deficientes e doentes crónicos, idosos em situação de grave dependência e apoios que compensam despesas de habitação;
– Quem recusar o programa de inserção perde a prestação por dois anos (e não um);
– A recusa de emprego conveniente, trabalho social ou formação implica o fim do apoio;
– A partir de 2011, o Estado garante que vai colocar em seis meses todos os beneficiários entre os 18 e os 55 anos em medidas específicas;
– Os trabalhadores que se despeçam com justa causa só podem ter acesso ao RSI um ano depois;
– A prestação de RSI corresponde à diferença entre um valor (definido em função do tamanho do agregado) e do rendimento da família. Com a nova lei, só o primeiro adulto equivale a 100% da pensão social (189,52 euros). Para o segundo, já só conta 70% (quando até agora era 100%). Mantém-se o valor de 50% para cada menor mas a partir do terceiro desce de 60 para 50%;
– Subsídios de férias e de Natal contam na determinação dos rendimentos;

  • Conceito de agregado alarga-se e muda a ponderação de cada elemento

Passam a contar os rendimentos de todos os familiares em economia comum:

– Cônjuge ou pessoa em união de facto há mais de dois anos;
– Parentes directos ou por afinidade, maiores de idade, em linha recta e colateral até ao terceiro grau (pais, filhos, irmãos, tios, sobrinhos, avós, netos, bisavós e bisnetos);
– Parentes ou afins menores em linha recta e colateral;
– Adoptantes e adoptados;

E também muda a ponderação de cada elemento:

– O requerente tem um peso de 1
– Cada indivíduo maior vale 0,7
– Cada menor conta 0,5

O que muda na contabilização dos recursos da família:

– No caso de um casal com dois filhos, em que existe um rendimento conjunto de 1.000 euros, é tido em conta um rendimento de 370,4 euros por pessoa e não 250 euros;
– A prestação pode subir se passarem a ser considerados novos elementos sem rendimentos.»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-muda-nos-apoios-sociais-a-partir-de-hoje_95989.html, a 01 de Agosto de 2010, em Diário Económico

O meu comentário:

Perante esta notícia, penso que a medida aqui ilustrada, pode ser benéfica e ao mesmo tempo maléfica.

Os benefícios da medida, visam acima de tudo, criar um sindroma de igualdade e justiça, deixando de teoricamente haver pessoas que «ganham» com recursos a prestações sociais, sendo que podem não ter necessidades das mesmas.

Vai ser benéfico, também se olharmos, para o reajuste de valor que se vai dar, a pessoas com rendimentos oriundos de outras fontes.

Penso mesmo, que estas serão os únicos benefícios da medida, sendo que, na minha opinião, vai trazer mais malefícios que benefícios.

De forma, directa os malefícios, são se a medida não for correctamente aplicada, o retirar subsídios a quem deles necessita, ou mesmo, reduzir os mesmos, a pessoas que necessitam mesmo deles.

Senão vejamos, um casal jovem, tem empregos com rendimentos na ordem do ordenado mínimo, se por acaso um deles, ficar desempregado, vai ser indagado a necessidade do subsidio, com recursos aos valores que auferem, se for concedido o subsidio, vai ser dado somente 80% do valor do ultimo ordenado, logo, pelo valor actual de 475€, o valor rondara, os 380€, ou seja, menos quase 100€, neste caso, 95€, sendo que este valor, num cenário actual, e perante o rendimento do casal, é extremamente relevante o mesmo. Agora pensem a situação acima descrita, e se o casal tiver uma criança a seu cargo…

Outra questão que se levanta, é na minha óptica a anti-constitucionalidade da medida, pois pressupõe o levantamento do sigilo bancário, e a passagem a pente fino da vida privadas das pessoas, o que penso que a par da medida da apresentação quinzenal nas Juntas de Freguesia / Centro de Empregos, leva a tratar as pessoas, como «criminosas», o que penso que é muito injusto, eu pessoalmente sou contra o passar a «controlar» a vida das pessoas, sem motivos de crime.

Para concluir, recorde-mos que no caso do subsídio de desemprego, é um direito adquirido, na medida em que, as pessoas descontaram dos seus ordenados, para terem esse apoio, no caso de perca de emprego.

Penso que o pacote, é muito austero, e que vai acentuar a crise, pois as pessoas, ao ficarem sem rendimentos, vão ter que recorrer a outros métodos, que podem não ser os mais lícitos para poderem sobreviver. Vai com toda a certeza, incrementar a criminalidade, e mais acentuar as desigualdades e assimetrias na sociedade Portuguesa.

Deixo a Questão: Que Pensa das Medidas Aplicadas As Prestações Sociais?

Tenho Dito

RT

Bancos Vão Ser Obrigados a Divulgar o Que Cada Depositante Aufere em Juros…

Bancos Devem Dar Nome e Valor Auferido Anualmente por Depositante Fonte: http://pensarseixal.files.wordpress.com

Uma notícia que achei mais uma invasão de privacidade e um atentado à liberdade das pessoas, penso mesmo, que em parte o negócio dos bancos vai sair afectado, e só vai levar a que aos mesmos, tenham mais despesas a irem se financiar la fora. Passo a transcrever a referida noticia, e de seguida faço um breve comentário.

« Bancos não terão que divulgar saldos, só rendimentos pagos

Governo assegura que não há retroactividade

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, garantiu esta segunda-feira à agência Lusa que os bancos não vão ser obrigados a declarar a administração fiscal os activos dos contribuintes mas apenas os rendimentos pagos e as retenções na fonte.

«A lei não vem obrigar as instituições financeiras a comunicar o valor dos activos, dos depósitos, que os contribuintes tenham junto destas entidades», disse Sérgio Vasques.

O que a lei «vem obrigar é que as intuições financeiras comuniquem à administração fiscal o valor dos rendimentos pagos, das retenções na fonte, que elas próprias façam», acrescentou o responsável.

Sigilo: Governo vai ter acesso às contas bancárias

O secretário de Estado faz uma comparação com o que se passa no mercado laboral para afirmar que o mesmo se passa quando a entidade patronal envia à administração fiscal o valor do rendimento pago e a retenção na fonte.

«É isso que as instituições financeiras têm de fazer. Em momento algum revelam o valor do saldo da conta ou dos activos que um contribuinte tenha no banco», garantiu.

Sérgio Vasques negou ainda que haja retroactividade nesta medida pois «o alargamento de deveres de comunicação em 2010 vão dizer respeito a rendimento e retenções na fonte em 2009».

«É evidente que aqui não se coloca a questão constitucional da retroactividade porque não se fala aqui de normas de tributação mas de deveres de comunicação», afirmou.

O secretário de Estado veio assim esclarecer a notícia do «Jornal de Negócios», segundo a qual o fisco vai passar a saber quanto é que cada cidadão recebe por ano em juros de poupanças. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/bancos-saldos-rendimentos-sigilo-sigilo-bancario/1173615-1729.html, a 28 de Junho de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Perante esta noticia sou obrigado a concordar, que a mesma se trata de mais u«atentado às liberdades dos portugueses e de que os mesmos, conseguem aforrar, senão vejamos: Qual seria a razão para os governantes quererem associar um nome e um determinado valor de juro, sendo que o mesmo, é tributado, se for no continente a 20% salvo erro e a 16%, nas ilhas, pois tem a haver directamente com as taxas de IVA, pois bem, se o estado já recebe os valores retidos pela entidade financeira, só uma questão de querer saber o que cada contribuinte tem aforrado, leva a querer determinar um nome associado a um determinado valor de imposto, mas pior, neste caso, querem saber qual o valor auferido, logo sabendo, que tiraram desse valor um x de imposto, facilmente, e mediante a taxa que estiver em vigor, conseguem saber com mais ou menos certeza, o valor que o contribuinte tem aforrado.

Penso que se trata de uma invasão de privacidade, pois não conseguiram que o sigilo bancário fosse abolido, com excepção em casos de investigação de crimes, e então, para poderem aferir o que contribuinte tem, vão por este método.

Pior que este método, se um contribuinte tiver um valor alto de juros, pois tem ate aforrado algum valor, que até pode por exemplo, herdado, o mesmo se ficar desempregado, pode mesmo ver o seu subsidio em risco, não tendo em conta, que o referido contribuinte, quando esteve a trabalhar, descontou, para em caso de necessidade, ter acesso a um subsidio, como é o caso do subsidio de desemprego. Lembremos, quem tem acesso ao subsídio de desemprego, descontou para ele, quem não desconta não tem direito…devemos ter em conta, esta premissa.

Os bancos com esta medida, penso que irão perder a longo prazo, em virtude, de os contribuintes deixaram de aforrar, mantêm desta forma os valores nas respectivas contas à ordem, de forma a não auferirem juros, e desta forma o estado fica a arder, denote-se que, os dinheiros das contas à ordem, as entidades financeira, não podem usar o mesmo, para se financiar com eles, ou mesmo, para conceder créditos a terceiros, então, vão ter que ir lá fora, para recorrer ao crédito interbancários, que é mais caro, na generalidade dos casos, que o crédito solicitado aos clientes, resultado, mais raro o crédito concedidos aos portugueses, e com taxas maiores, logo mais caro, o que vai prejudicar o consumo, e prejudicar quem precisa de credito para um negócio, ou mesmo, para poder formar família, etc.

O caos social continua, e o governo, parece querer distanciar-se da realidade da maioria da população portuguesa, pois penso, que as poupanças dos portugueses são um pouco incipientes, caso contrário, a própria banca não tinha dificuldades em se financiar em Portugal, mas o que transparece e o que se vê, é que a mesma, está constantemente a financiar-se lá fora, causando desta forma incrementos nas taxas de juro a que vende o dinheiro aos particulares e às empresas.

O governo, tem que começar a atacar nata da sociedade, e as pessoas que mais auferem, e  que possuem as suas poupanças fora do país, na sua generalidade em offshore ou mesmo em paraísos fiscais, deve combater os ordenados absurdos e a multiplicidade de empregos, geralmente de políticos da nossa praça. Dou um exemplo, José Penedos, até à bem pouco presidente da REN, tinha e tem, um lugar cativo na EDP, como foi acusado, e teve que se afastar da presidência da REN, foi para o lugar que tinha na EDP, agora deixo a questão no ar? Se ele não era necessário na EDP, por que razão tinha lá um lugar cativo… São estas as situações, que os portugueses, querem que se persiga, são estas situações que têm que acabar, de modo, a que exista transparência nas sociedade e os portugueses acreditem na classe política em geral.

Deixo a Questão: Que pensa do governo ter acesso aos valores de juros auferidos anualmente por cada contribuinte?

Tenho Dito!

RT

Playboy Fica Repudiada Com Censura da População de Mirandela Perante o Caso de Bruna Real…

Bruna Real e a Playboy... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um caso, que considero um pouco cabal, e uma intrusão nos direitos, liberdades e garantias das pessoas. Passo a transcrever a referida peça jornalística, e de seguida vou comentar a mesma. É um caso, que penso que neste século e em Portugal, não deveria existir, pois considero um caso de abuso de poder por parte da sociedade.

«Coelhinha de Mirandela. “Playboy” fala em censura

Director da “Playboy” diz que proibir Bruna de dar aulas devido às fotos é uma “atitude de censura”

O caso agitou o fim-de-semana: Bruna Real, professora do ensino básico no concelho de Mirandela, foi afastada das suas funções pela autarquia depois de ter posado nua para a revista “Playboy”. Ao i, o director da revista, João Araújo, diz que não lhe compete julgar as decisões da câmara, mas se a decisão teve por base apenas a sessão fotográfica, então estamos perante um caso de “censura”.

“Não é à “Playboy” que compete julgar as decisões da Câmara de Mirandela, mas sim aos munícipes”, considera João Araújo, acrescentando: “Se a decisão for baseada única e exclusivamente no facto de a Bruna ter posado para a “Playboy”, parece-nos não só uma decisão injusta, mas também uma atitude de censura.”

Bruna Real, de 27 anos, responsável pelas actividades extracurriculares na escola básica de Torre Dona Chama, foi afastada de funções lectivas depois de as oito páginas em que aparece na edição da Maio da “Playboy” terem começado a circular entre alunos e populares, tendo mesmo esgotado em alguns pontos de venda. A Câmara Municipal de Mirandela não gostou e já anunciou que o contrato de Bruna não será renovado no próximo ano.

A decisão provocou fortes reacções (o grupo de apoio à professora Bruna Real no Facebook já tem mais de 12 400 membros) e levantou a questão: deve a vida privada ter impacto na vida profissional? João Araújo não tem dúvidas: “As pessoas devem ser julgadas pelo resultado do trabalho que efectuam e não pelas suas actividades de índole pessoal.”

Opinião diferente tem Paulo Veiga e Moura, advogado especialista em direito administrativo. “Quem trabalha para o Estado tem deveres acrescidos e o que faz na vida privada pode afectar a vida pública”, explica. “Ela pode ser a melhor professora do mundo, mas parece-me óbvio neste caso que ficou comprometida a dignidade da profissão, o prestígio e a imagem da instituição. As crianças não podem estar a comentar as partes íntimas da docente”.

Contactada pelo i, Bruna recusou-se a fazer mais comentários além dos que já tinha feito durante o fim-de-semana. “O que fiz foi apenas tirar umas fotos e não vejo por que razão não posso voltar a dar aulas. Não fiz mal a ninguém”, afirmou ao “Correio da Manhã”, que avança que Bruna recebeu 700 euros, perto do seu salário mensal como professora.

Apesar de Bruna Real já ter participado no reality show “Pedro o Milionário”, era, até agora, uma desconhecida. A “Playboy” escolheu-a depois de Bruna ter enviado o portefólio, passando depois por um processo de recrutamento. Além de receber portefólios e currículos, a “Playboy” tem profissionais responsáveis por fazerem observações ao vivo de modelos que poderão encarnar o espírito da revista. “É um espírito que perdura ainda hoje, muitas vezes citado pelo próprio Hugh Hefner – a ‘girl next door’. Ou seja, a vizinha do lado pode ser a mulher mais sexy do mundo”, explica o director da revista.

A “Playboy” não fecha também a porta a uma nova colaboração com Bruna. Embora deva ter de aumentar o cachê. “A Bruna Real deixou de ser uma modelo desconhecida”, afirma João Araújo. “É natural que, com uma maior exposição, as solicitações que possam ser feitas sejam de outra natureza e/ou financeiramente mais atractivas. Parece-me evidente que a modelo sai valorizada.”

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60180-coelhinha-mirandela-playboy-fala-em-censura, a 17 de Maio de 2010, em Jornal I

O Meu Comentário:

Perante este caso, estamos pelo menos na minha óptica, um caso de censura e de intrusão dos direitos da vida privada, pois penso que todo o cidadão e de acordo com a constituição da Republica Portuguesa, todo o cidadão tem direito a fazer o que entende, sem ter que dar satisfações aos outros, faz parte dos direitos e liberdade de cada um.

Neste caso, considero que a professora agiu de livre e espontânea vontade, e de acordo com a sua privacidade, pois foi nos seus tempos livres que tirou as fotos, e não estava no exercício da sua actividade profissional, que era o ensino, deve-se mesmo denotar, que a mesma, pode ter sido «forçada» a realizar a referida sessão fotográfica, em virtude, ou da precariedade da sua actividade principal, ou no encadeamento, da pobre remuneração e condições que as pessoas mais jovens possuem actualmente no mercado laboral.

O único azar que teve, foi ser apanhada num meio pequeno, como é o caso, de Mirandela, e de se dar ouvidos a mais, a pessoas, que não sabem, ou não distinguem coisas fulcrais, como é o caso da fronteira, entre a vida profissional e a vida privada de cada um, desta forma, penso que misturaram as questões pessoais e profissionais, originando a salganhada, e que culminam pelos vistos e de forma leviana e errada da suspensão da dita professora, só porque aparece em poses sensuais, numa publicação periódica especializada.

Questiono, se a referida professora, aparece-se numa publicação qualquer em se destacar por exemplo, por ser boa professora, será que lhe atirariam tantas «pedras»? Penso, que condenável, era se surgisse uma notícia onde a professora, fosse acusada de um crime, e com provas do mesmo, como por exemplo, apanhada a roubar, em flagrante delito, ai sim, penso que, poderia ser «condenada» com despedimento.

Penso que se está a perder, a fronteira entre privado e profissional, e esta ténue fronteira deve ser preservada, para bem de todas as pessoas, pois as pessoas não são máquinas, são humanas, e têm direito a terem vida pessoal, e não terem que dar satisfações da mesma a ninguém, senão não de denominava de vida pessoal.

Deixo a questão: Qual o crime que a professora cometeu, para ser «apedrejada»?

Tenho Dito

RT

Casamento Homossexual Conseguido em Portugal…e o Heterossexual??? Conheça os Entraves de Ambos os Casamentos em Portugal… Viva a Lei do Bloqueio à Geração de 80…

Casamento em Crise...

Hoje, tive mesmo a necessidade de não recorrer e nenhuma noticia, vou comentar um assunto, que penso que é relevante, e deve ser tomado em conta, deve ser levado com muito respeito.

Numa altura em que se tem falado muito de casamento, especialmente o casamento homossexual, e que ainda, no decorrer do dia de ontem, passou o projecto lei na assembleia da república, para aprovação do mesmo, penso que devemos, tomar consciência de algumas situações relacionadas com o mesmo.

Na minha óptica, era absurdo considerar a homossexualidade como crime, como foi considerada até 1982, achei muito bem sair dessa mediocridade de pensamento, no que concerne ao casamento, namoro, as pessoas viverem em união de facto, sendo do mesmo sexo, também nada a alegar, aliás, considero que o poderiam fazer, até desde 1974, pois se desde então, estamos inseridos numa democracia, é sinal que as pessoas devem ter a liberdade de se casar com quem quiserem, e ninguém deve ter poder de interferir na esfera privada de cada um.

Espero que, o presidente da republica, passe essa mesma proposta de lei, pois é uma vergonha no século em que estamos inseridos e fazendo parte de uma união, como a EU, ainda estarmos atrasados a esse nível.

O que me chama mais à atenção, é que as pessoas, deveriam estar mais preocupadas com o casamento, ou mesmo, a mais comum união de facto, mas não só dos casais homossexuais, mas também dos casais heterossexuais, ou seja, o que deveria ser alvo de reflexão, e algum estudo, e ser tratado com cuidado, era mesmo, a união das pessoas, o que é que eu quero dizer, vamos a ver.

Hoje em dia, estão em causa valores como a liberdade de se poder casar, juntar, quer sejam homossexuais, ou heterossexuais, essencialmente devido a factores sociais e económicos, senão vejamos, problemas como o flagelo do desemprego, como a fraca e reduzida economia nacional, a falta de igualdade de oportunidades para todas as pessoas, mas essencialmente aos que desejam se juntar ou casar, são os jovens, mas que não podem devido à desgraça em que o país está, e que ainda andamos a discutir problemas, que nunca, mas nunca deveriam ter sido colocados em causa, pelo menos desde Abril de 1974, a constituição da república portuguesa, consagra, liberdades, direitos e garantias de modo igualitário a todos os cidadãos da Republica Portuguesa, pois, mas é aqui que as coisas emperram, pois não é igual para todos, as pessoas, neste país possuem mais direitos, liberdades e garantias, se tiverem mais dinheiro, o que penso, que nem deveria vir a este blog chamar à atenção de tal facto, mas volto a lembrar, existem desigualdades sociais graves.

O problema de um casamento, ou união de facto, pressupõe uma estabilidade financeira, uma estabilidade social e de emprego, valores que têm se agravado de forma galopante nos últimos anos, a geração de 80, lembram-se, a famosa «geração rasca», foi assim denominada por muitos, e  parece que vai assim continuar até ao fim, os membros desta geração, que optaram por tirar um curso superior, por querer melhores condições de visa, incutidos pelos progenitores e especialmente por governos de Cavaco Silva e de António Guterres, saíram falhados, hoje são a denominada «Geração à Rasca», pois bem, estas pessoas, possuem empregos onde pagam muito mal, possuem níveis educacionais que de nada lhes valem, perderam dinheiro a tirar os cursos, mas essencialmente, e isto não tem retorno, tempo, e hoje, estão sufocados entre pedidos do governo actual para incremento de natalidades, e pelos progenitores, que não sabem que saída, dar a estes jovens, sendo que vivem muitos conflitos geracionais, pois alguns dos progenitores vieram para casa também desempregados ou mesmo reformados.

O que chamo à atenção, o que ontem se viveu foi a possibilidade de pessoas de sexos iguais poderem à luz da lei constituir um casamento se assim o entenderem, o que acho muito bem.

O que aqui enumero é, um apelo, a todos, mas especialmente aos da geração de 80, que estão empancados em casa, sem possibilidade de poderem viver a sua vida, por questões que não podem a essa geração ser imputadas, pois na altura não poderiam exercer o direito de voto, lembro que as questões como emprego, como estabilidade e acima de tudo, a promessa realizada de que quem tirasse um curso, teria estabilidade na vida, pois o que se denota, é que o Sol quanto nasce, não é para todos.

Solicito a esses, que sigam o exemplo, dos casais homossexuais, e que formem um movimento, de forma a mudar esta mesma situação no curto prazo, pois penso que a geração de 80, é e será das melhores, a todos os níveis, os que conseguiram um curso superior, possuem níveis de competência de excelência, no entanto, passam os seus dias em angustia, de não saber o que será o dia seguinte, muitos tem namoros que podem ser denominados de casamentos, para cima de 6 e 7 anos, e querem dar o passo, psicologicamente estão mais que aptos, mas por serem da «Geração à Rasca», não o podem fazer, quando não tiverem voto na matéria quando foi para eleger governos como o de Cavaco Silva e António Guterres.

Para terminar, deixo um apelo ao actual governo, tome esta geração como uma prioridade, será das poucas que ainda pode dar qualidade ao do que melhor se faz em Portugal, pode ser a salvação para o seu problema de natalidade, pode ser a salvação de muitos outros problemas, ela só pede emprego e estabilidade, o que é muito pouco comparado com o que se vai gastar nas gerações seguintes, para conseguir o que o senhor pretende.

Deixo desde já os parabéns a todos os Homossexuais que vão poder oficializar a sua relação, e parabéns pelo feito de terem conseguido alterar o ridículo deste País.

Tenho Dito

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Fumadores Vão Passar a Ter Mais Dificuldade em Reparar os Seus Computadores…Já é Uma Realidade nos Estados Unidos…

Hoje trago, algo bastante insólito que a ser verdade é muito grave já, que pensei que as pessoas teriam a regra do bom senso, e não atingiriam este limite, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um comentário à mesma.

«Fumar não faz bem à saúde nem aos computadores da Apple

Lojas da Apple nos Estados Unidos recusaram-se a accionar garantias a aparelhos comprados por fumadores e negaram o arranjo das máquinas para não exporem os seus técnicos à “contaminação”.

A situação foi denunciada num site americano dedicado à defesa do consumidor chamado The Consumerist que diz que já houve dois casos de pessoas que se foram queixar aos serviços centrais da Apple, que acabaram por assumir a mesma postura das lojas.

De acordo com o The Consumerist, a Apple recusou accionar a garantia ao dono de um Macbook porque estava “contaminado” por fumo de cigarro.

Este caso seguiu-se a um outro caso reportado de recusa da Apple em arranjar um iMac devido a “riscos para a saúde devido a fumo”.

De acordo com as lojas procuradas pelos clientes, a contaminação por nicotina está numa lista de substâncias consideradas perigosas e isso impede a manipulação de aparelhos danificados pelos técnicos, por razões sanitárias.

No primeiro caso, registado com um iMac, a proprietária aclarou que a sua garantia não se pronuncia sobre casos em que o dono é fumador. Efectivamente, este elemento não consta como excepção nos termos da garantia. A empresa cita, porém, a cláusula que fala em “danos causados pelo ambiente externo” para justificar a recusa em dar apoio técnico.

A Apple ainda não se pronunciou oficialmente acerca deste caso.»

In: http://www.publico.pt/Tecnologia/fumar-nao-faz-bem-a-saude-nem-aos-computadores-da-apple_1411193, a 25 de Novembro de 2009, no Jornal Publico

O meu comentário:

Penso que esta medida é no mínimo ridícula e pode ser mesmo considerada um verdadeiro tiro no pé.

Eu não sou fumador, no entanto, penso que existe uma igualdade de direitos na sociedade, e como tal, existem pessoas que têm direito a serem fumadoras, como me assiste o direito de não ser fumador.

O que se assiste por este fabricante de computadores, é algo que não está consagrado nas garantias, nem no que concerne, à lei da garantia em vigor em toda a união Europeia, pois não podemos distinguir pessoas pelas suas culturas, raças, idades, etnias, etc, logo, também não podemos distinguir pessoas pelos seus hábitos.

A justificação dada pelo fabricante, é que os computadores de fumadores, dão cabo da saúde de quem os repara, pois bem, vou apontar algumas situações que podem prevenir esta situação.

  • O operador pode estar munido de luvas e mesmo de máscara, de modo a que não fique afectado com determinada situação;
  • O fumador, pode até ser fumador, e não fumar quando está ao computador, ou mesmo dentro de casa, nesse caso, o computador é afectado por o dono fumar ou não?
  • Os médicos e enfermeiros, vão deixar de atender pessoas fumadoras, pois podem também adoecer, em virtude dessa mesma prestação de cuidados de saúde;
  • Não está provado, que o computador de um fumador se estrague mais rapidamente, face ao de um não fumador;

 

Estas são algumas das questões que aqui rapidamente levantei, no entanto, muitas mais vão com certeza existir, pois penso que o fabricante, se o fizer em Portugal, está a violar a constituição da republica portuguesa, entre outras situações, sendo que a referida situação, no caso, portugueses não vem contemplada nas garantias dos equipamentos.

Esta medida, serve sim, caso o fabricante de computadores, pretenda só ter clientes saudáveis, ou seja, que não fumem, mas isso, é tentar direccionar-se para um nicho de mercado, de todos aqueles que não fumam, nesse caso, pode sempre optar por vender computadores somente a pessoas que não fumem, mas nada vai impedir, de as pessoas que não fumem os vendam mais tarde ou posteriormente a fumadores, gerando-se aqui um mercado de segunda mão e mesmo paralelo.

Na minha opinião, a questão não tem pés nem cabeça, penso que seja, uma medida mais comunicacional de partilhar com o público, que é uma marca que não está interessada em pessoas que fumem, além de ser uma boa maneira de fazer publicidade à marca de forma barata.

Deixo a Questão: Que pensa de um fabricante de computadores se recusar a reparar um computador só porque o dono é fumador?

Tenho Dito

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Chips nas Matriculas dos Automóveis Tendem a Criar Desemprego e Terminam com a Liberdade das Pessoas…

Portagens levantam dúvidas em Portugal...

Portagens levantam dúvidas em Portugal...

Hoje trago algo, que tem gerado alguns atritos essencialmente entre trabalhadores de portagens e governo, e entre autarcas, nomeadamente os do norte do país e governo, passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário

« Exigida revogação da lei dos “chips”

Trabalhadores das auto-estradas temem pelo fim dos postos de trabalho e apelam ao Governo.

Os trabalhadores das auto-estradas exigem a revogação da lei que permite os “chips” nos automóveis, como uma garantia de manutenção dos postos de trabalho. Nesse sentido, entregaram ontem uma moção no Ministério das Obras Públicas.

A moção, aprovada ontem por unanimidade no Encontro Nacional de Trabalhadores de Auto-Estradas, quer a revogação dos decretos-lei 111, 112 e 113/2009 que, adiantam os trabalhadores, “não acautelam a defesa dos postos de trabalho” e não garantem a integridade e confidencialidade dos clientes da Via Verde.

Esta legislação, frisam, coloca em causa cerca de 2500 postos de trabalho e, nesse sentido, não afastam a hipótese de recorrer à greve, embora acrescentem que estes diplomas foram aprovados apenas pelo PS, e como a sua regulamentação terá que passar pela Assembleia da República, acreditam que não chegará a concretizar-se.

Além destas questões, António Vieira, representante dos trabalhadores da Brisa, refere a criação por parte da empresa de uma nova empresa, a Brisa Operação e Manutenção, que, no seu entender, servirá “para retirar à Brisa Auto-Estradas a titularidade de alguns meios humanos e, além disso, está a ser feita sem o atempado, como estipula a lei, conhecimento dos órgãos dos trabalhadores”. Desta forma, sublinhou, “não se prevê um futuro muito auspicioso”.

Fonte oficial da Brisa explicou que a empresa está a proceder a uma “reorganização de órgãos e empresas que a compõem”. Adiantando que a empresa irá prestar serviços de operação e manutenção, “não só à Brisa Auto-Estradas, mas também ao universo alargado das outras concessionárias de auto-estradas do grupo Brisa”. Uma oportunidade de desenvolvimento com impactos, por exemplo “ao nível de postos de trabalho”, conclui fonte da Brisa à Agência Lusa.

Fonte da Ascendi referiu que a empresa tem um reduzido número de portageiros, mas “tudo fará para reconverter, dando formação específica, aos trabalhadores para que desempenhem outras funções”. »

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1400601, a 25 de Outubro de 2009, no Jornal de Notícias

O meu comentário:

A questão do chips nas matriculas dos automóveis, penso que tem reduzidos benefícios, pois a favor tem a possibilidade de se controlar o carro, no pagamento  das portagens, mas pouco mais, conseguirá fazer, a não ser «ajudar» as forças de segurança, a antes de mandar parar um carro, saber se o mesmo tem seguro, inspecção periódica em dia e os impostos em dia, no então, penso vai causar um clima de repressão nas estradas nacionais, vai punir sem olhar se o condutor do veiculo, é o legitimo proprietário, ou seja, vai atentar à liberdade e vai punir cegamente, e sem possibilidade de defesa.

Outro problema, que a notícia levanta é, que vai originar desemprego, pois as pessoas, deixam de ser necessárias nas portagens, e que as portagens físicas, tendem a desaparecer, o que penso, que deve ser totalmente impossível, pois ainda tão por explicar, como é que se vai cobrar aos automóveis de matricula estrangeira que circulam nas nossas estradas? Como é que vão funcionar com os veículos de aluguer sem condutor? Se me emprestarem um carro, será que eu não tenho direito de pagar todas as despesas inerentes à utilização que fiz? Tenho que revelar o que andei a fazer na estrada x ou y, a alguém como por exemplo, pode ser o sono do carro? Penso que, de forma alguma, estão salvaguardadas as regras da privacidade e de direitos, liberdades e garantias, que se encontram consagradas na constituição da República Portuguesa, o que teoricamente, não podemos fugir das mesas, ou mudamos a constituição, o que é difícil, ou então, estamos a infringir com a lei dos chips.

As portagens, vão ser colocadas essencialmente em vias, que no passado, deram origem às denominadas SCUT’s, o mesmo, que se referir, auto estradas de uso, sem custo para o utilizador, que surgiram em muitas situações, em zonas necessitavam de desenvolvimento, sendo que o berço de muitas, foi realizado, com destruição de partes de estradas nacionais, que vieram a dar origem a estas auto estradas. Agora pretendem, portajar estas vias, mas não no âmbito nacional, pois só algumas é que devem ser portajadas, estão concentradas, essencialmente no Norte do país, e no litoral, são vias que circundam o Grande Porto, entre elas estão o antigo ICI, hoje denominado de A28, a A4 que liga Matosinhos a Vila Real, a A44, que atravessa o concelho da Maia e que era o IC24, entre outros.

Penso que muitas das estradas, não tem possibilidade de serem portajadas, pois o interior das cidades, sofreram mutações urbanísticas, por terem menos transito a circular, por existirem, soluções que demonstravam progresso, como era o caso das SCUT’s, alias muitas estradas nacionais desapareceram em troços, para darem origem a estes troços, destaca-se, essencialmente, a EN13, a EN 107, a EN 109, estas vias em muitas cidades, passaram a ser consideradas de âmbito municipal, o que é complicado receber nestas incompletas vias, transportes de grande envergadura, como são, por exemplo, os camiões TIR, ou mesmo, os transportes de grandes dimensões.

Penso que a questão das matriculas com Chip, ainda vai fazer correr muita tinta, e no caso, do Grande Porto, tem muita conotação com perseguição, e de impedir as pessoas de circularem em vias, que foram feitas para não terem custos imputados de forma directa ao utilizador, desta forma, tenho algumas dúvidas na implementação das portagens, e de como, vai ser realizado o controlo de veículos sem obrigatoriedade de possuir um chip na matricula, como é o caso dos veículos de matricula estrangeira a circular em Portugal, é que se estes não pagaram, apesar de beneficiar o turismo, pode ser uma tremenda injustiça para as populações destas regiões, que em muitos concelhos, ainda são populações com níveis académicos baixos, e consequentemente, com níveis de vida muito débeis.

Deixo a Questão: Que pensa dos Chips nas matriculas dos automóveis, de se portajar as SCUT’s à volta do Grande Porto?

Tenho Dito

RT

Análise da Campanha Eleitoral Para as Legislativas 2009…

Legislativas 2009      Fonte: www.bulimunda.wordpress.com

Legislativas 2009 Fonte: http://www.bulimunda.wordpress.com

Hoje trago um resumo publicado por um diário português, o Jornal I, passo a transcrever e de seguida faço um comentário sobre este mesmo resumo:

« Os pecados mortais dos cinco maiores partidos em plena campanha eleitoral

A ira de Sócrates é pecado ou virtude? E a avareza da Manuela Ferreira Leite mais a preguiça combatida por Portas? Conheça os pecados mortais em confronto eleitoral

Avareza PSD

A arma eleitoral de Ferreira Leite

A avareza social-democrata não é bem um pecado. É uma arma eleitoral apresentada como virtude. Ferreira Leite não gosta de comícios e não os faz: organiza sessões públicas. Tecnicamente não é um comício; mas na prática é, embora numa versão minimalista, mais recatada e controlada. A decoração é sóbria e as surpresas inexistentes: convida a discursar os cabeças-de-lista dos distritos que visita e conta com a ajuda de um nome sonante do partido para animar as hostes. Marcelo, Rangel, Sarmento e Marques Mendes foram as últimas escolhas. Todos assumiram as despesas do ataque aos socialistas ou da galvanização das massas. Manuela agradece.

Agradece sobretudo porque, nesses mesmos dias, Manuela repetiu o seu discurso. Foi em Coimbra, Viseu e Vila Real, podia ter sido em Faro, Setúbal ou Aveiro. A mesma linha, as mesmas ideias, o mesmo rumo. As mesmas palavras. Sem um soundbyte que agitasse a tribuna de imprensa. Se Ferreira Leite tivesse agência de comunicação, seria altamente provável que a alertassem para a necessidade de alimentar a voragem mediática. Mas não é por acaso que Manuela dispensa esses conselhos. “Essa pergunta pressupõe que a política é feita através de soundbytes ou de anúncios nos jornais”, respondeu a uma jornalista que a questionava, em Bragança, sobre a possível construção de uma barragem na região. E para Manuela não é assim que a verdade funciona.

Manuela só fala quando tem a convicção de que vai emitir a opinião que quer. Os jornalistas insistem. Perguntam uma vez por Cavaco e por Fernando Lima. “Não comento.” Perguntam outra vez. “É um problema do presidente.” A avareza do discurso é também uma estratégia. Bem visível: entre domingo e terça-feira, dedicou apenas doze minutos e quarenta e cinco segundos a falar com os jornalistas que seguem a campanha social-democrata. E faz questão de se centrar nos assuntos que escolhe para cada dia de campanha. O resto é a espuma dos dias. A verdade não alimenta polémicas.

Orgulho PCP

Jerónimo de Sousa luta, orgulhosamento só, pelos trabalhadores
Vá aonde for Jerónimo de Sousa, as palavras do candidato são sempre de que a CDU luta, orgulhosamente só, pelos direitos dos trabalhadores. Os trinta e três anos de alternância no governo entre PSD, PS e CDS serviram para sacrificar a vida de quem trabalha e beneficiar os grandes grupos económicos, lembra Jerónimo às populações que visita. O pecado do orgulho tem uma justificação prosaica: o PCP vai conseguindo manter a sua representação parlamentar.
Jerónimo de Sousa tem sempre uma palavra a dar aos trabalhadores. Sobre o desemprego, a precariedade ou criticando o novo Código do Trabalho aprovado pela “política de direita do eng. Sócrates”. Ontem, o candidato foi bem recebido entre as mulheres da Califa, uma empresa têxtil do distrito de Aveiro que está em processo de insolvência.
Muitos beijinhos e abraços e sentimentos à flor da pele. “Levanto-me Às 5h30 da manhã para estar aqui, chegamos a casa às 19h00”, diz uma trabalhadora que é interrompida por outra: “Tenho uma menina pequena e a casa por pagar, o que vou fazer à minha vida?” E logo a primeira volta à carga: “Queremos o nosso salário. É pouco mas é nosso. Só exigimos aquilo que é nosso.” Os cerca de 200 trabalhadores não receberam o salário de Agosto, nem o subsídio de férias. Jerónimo vai lançando um discurso optimista: “Tenha esperança”; “Não desista.” Mas as trabalhadoras estão desiludidas: “É preciso é boa disposição para a gente esquecer o que se está a passar e se calhar ainda vai passar mais”, diz uma. “Rir sem vontade”, atira outra. Ao que Jerónimo responde: “Um sorriso é sempre um sorriso.” “A esperança é a última a morrer”, diz a trabalhadora sem, no entanto, esboçar um sorriso. O candidato culpa o governo: “Esta fábrica tem uma grande potencialidade, tem encomendas e qualidade nas camisas que produz mas, infelizmente, o governo tem tomado opções erradas.”
A sirene toca aguda e os beijinhos e mensagens de esperança de Jerónimo também acabam, afinal as trabalhadoras têm mais uma tarde pela frente. “Até domingo! Pode contar connosco!”, gritam. Com orgulho.

Ira PS

Muitos chamam-lhe arrogância, mas o PS diz ser determinação

A ira é o pecado compulsivo do secretário-geral do PS que, quase na mesma proporção, o alimenta (“determinação”, “rumo”, etc.) e o destrói, como se viu no divórcio com os professores, funcionários públicos e outros. É ao pecado da “arrogância”, outro nome usado para referir a ira de Sócrates, que muitos atribuem a derrota nas europeias, quando o PS foi abandonado pelos eleitores e ficou com o pior resultado de sempre. Do pecado, Sócrates tentou penitenciar-se a seguir à derrota de Junho e falhou. Não houve ave-marias rezadas perante os clérigos do partido, na reunião da comissão política depois das eleições, que lhe extirpassem a coisa. A tentativa de se despojar da ira durou 24 horas e logo José Sócrates a abandonou: o sofrimento de não pecar era insustentável e, acreditava o PS, talvez inútil, tendo em conta as circunstâncias.
A José Sócrates perdoa-se-lhe o pecado da ira quando é camuflado com um nome positivo: determinação. Mas ela está lá sempre, quando entra em fúria quando é questionado, quer pelos jornalistas, quer pela oposição. É à ira – pecado que partilha com a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues – que se deve em parte a gestão desastrada de algumas reformas, como a da educação.
A ira corrói um governo e uma personalidade ao ponto de não deixar espaço para uma dose mínima de humor, nonchalance e autocrítica. Nunca Sócrates se consegue salvar da ira, mesmo em campanha eleitoral: os comícios cheios de “determinação” e “rumo”, convictos até à exaustão da bondade do seu projecto, são profundamente irados. Ele acredita e é impossível alguém não acreditar: como qualquer irado, Sócrates sente-se permanentemente vítima da incompreensão alheias. O irado nunca percebe o que lhe está a acontecer e tem dificuldade em ouvir a opinião alheia sem a tomar como “relatório do inimigo”: foi assim durante os quatro anos de um governo pujante de auto-suficiência, característica de toda a gente que sofre do pecado da ira. É um pecado estranho: dá-lhe votos quando lhe carrega a marca da “convicção” e retira-lhe quando salta à vista a “arrogância”.

Preguiça CDS

Perante a preguiça não há complacência, diz o CDS. Será soberba?

A ideia é petróleo para acender as arruadas. “Andam a comer à custa dos trabalhadores, vão para os cafés fumar e beber e não querem fazer nada. É galões, é bolos, é tudo. E um desgraçado tem de trabalhar até aos 65. Já trabalho desde os 12 anos, querem-me obrigar a continuar até aos 65, de bengala agarrada às máquinas”, dizia um homem a Paulo Portas quando a caravana passou por Espinho. O líder do CDS usa outras palavras, mas diz o mesmo.
Mais do que Sócrates, Ferreira Leite ou Louçã, o grande inimigo do CDS nestas eleições é a preguiça. Pecado dos pecados é não fazer nada. E pecado ainda maior é receber um ordenado pelo nada que se faz. No evangelho segundo o CDS, a preguiça é uma doença contagiosa do povo que Sócrates propaga oferecendo uma recompensa chamada Rendimento Mínimo. A norte, no povo do Portugal que não é Lisboa, a mensagem dos democratas-cristãos tem encontrado o seu mais fiel destinatário.
Paulo Portas sabe que quem conta dinheiro todos os meses e chega às últimas semanas já sem nada para contar, dá por si a maldizer “a malandragem que para aí anda a viver à custa de quem trabalha”. Fala numa “maioria silenciosa” que, de tão silenciosa não se apanha nos radares das sondagens, mas que pensa como ele – “não acha bem que os que trabalhem paguem impostos e os que não trabalham vivam à custa do contribuinte”. O CDS, “o único partido da direita com convicções”, vem dizer que não há nada de mal em pensar assim, porque o dinheiro deve ser de quem o trabalha e, perante a preguiça, não há complacência.
Contra a crise, o CDS só vê duas escolhas possíveis. O trabalho – na lavoura, nas pequenas e médias empresas, nas pescas e nas florestas de Portugal – ou a preguiça, que não conduz o país ao reino da riqueza, mas para a qual o PS criou o limbo do Rendimento Mínimo. Portas promete vida curta a este apoio e, com um corte de 25%, quer aplicar o mesmo dinheiro a aumentar o subsídio de desemprego para quem não encontra ocupação e as reformas de quem já trabalhou o que tinha a trabalhar.

Gula BE

A gula do BE é quase insaciável. O poder já não é tabu

“Mete uma faca à garganta se és um homem glutão.” A passagem é da Bíblia. Agora troque “homem” por “empresário”: até podia ser uma frase do programa eleitoral do Bloco de Esquerda. Em cada comício, em cada arruada, em cada almoço, repetem-se palavras de ordem contra aqueles (os poucos) que acumularam milhões à custa dos muitos, o povo “que não tem vida na sua própria vida”, como disse Francisco Louçã esta semana. E os glutões têm nome: Américo Amorim, José Eduardo dos Santos, Grupo Mello, Mota-Engil ou o “amigo de Sócrates”, Ricardo Salgado.  Mas à sua maneira, o Bloco de Esquerda também cai no pecado mortal, revelando um desejo insaciável por mais Estado. São as nacionalizações da Galp, da REN e de outros sectores estratégicos para que haja “justiça na economia”.
Louçã já disse que quer desprivatizar, “mas não a torto e a direito”. O fantasma ficou, embora a palavra nacionalização tivesse sido substituída por expressões mais suaves como “controlo público” ou “responsabilidade pública” e ainda “gestão pública”.
A verdade é que os “perigosos esquerdistas” ou “parasitas” anti-sistema – como disse António Costa – estão a evoluir para algo mais convencional. Agora, também eles estão na luta insaciável e gulosa pelo poder. Provas? Em Junho, ainda antes das eleições europeias, Miguel Portas deixava o primeiro sinal: “Queremos ser governo e estamos a preparar-nos para ser governo.”
Na passada segunda-feira em Coimbra, Louçã deixou outro desejo: “Quero convidar qualquer pessoa que nunca tenha votado no BE a pensar por que razão é precisa uma força na esquerda, neste partido, e uma maioria para governar.” Uma maioria? Exactamente, mas não para já. Palavra de coordenador nacional do BE. Por mais que negue dar a mão a Sócrates depois das eleições, há muita gente no Largo do Rato a “cobiçar a mulher alheia”. Alegre e Soares até já falaram em casamento. Para já, Louçã mantém-se fiel. Mas, depois do dia 27, até pode atender o telefone a Sócrates e dizer-lhe: “Perdoo-te o mal que me fazes pelo bem que me sabes.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/24301-os-pecados-mortais-dos-cinco-maiores-partidos-em-plena-campanha-eleitoral, 23 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que vários são os itens que marcaram esta campanha eleitoral, pelo menos até este momento, podemos ver o PS, que consegue subir nas sondagens, mas não a escalar como em 2005, no entanto, com alguns mistérios a pairar sobre si, como é o caso, da dita asfixia de expressão, que se pensa quem muitos órgãos de comunicação tem passado, o caso das escutas, é outro dilema, e que infelizmente, na minha óptica o nosso presidente da república deveria vir a publico dizer algo, mesmo que isso, fosse prejudicial às eleições, pois acho que vai continuar a prejudicar as eleições, apesar do silêncio dele, enfim, são escolhas. Paira também o segredo de um acordo com o Bloco de Esquerda, mas são ideias coisas que deveriam ser mais transparentes, mas aqui tem a lógica de não deixar fugir eleitorado para o BE, e vice-versa, por parte do BE.

O PSD, a sua líder mostra que não gosta do contacto com o publico, se assim o é, como tem dado a entender, então temos que a única a razão para se candidatar, é a perseguissão de um tacho, e não o dever se servir o país e os portugueses, que são valores que se deve, ter como principais numas eleições deste tipo, mesmo as suas sessões deixam um pouco a desejar, pois o povo gosta de movimento, confusão e algumas ofertas…

O CDU, ao contrário do partido anterior, tem mostrado e isso, é uma tradição deste partido, gosta de estar, aliado a multidões e de estar ao lado das pessoas, este partido, tem estado sempre presente nas lutas, das pessoas e na maior parte das manifestações, penso que tem presença forte, nos distritos onde habitualmente ganha, apesar de ter algumas ideias de cariz ideológico forte, não as consegue concretizar, por estar conotado negativamente, perante a população em geral, embora, o seu líder tenha assumido que, enquanto houver juventude, não desiste, pode ser que se renove, e agarre a juventude, não agora, mas talvez daqui a alguns anos, a ver vamos.

O CDS-PP, é um partido, notoriamente de Bom Vivant, onde os meninos ricos e aliados à igreja, encontram o seu poiso, digamos que é a nata da sociedade, embora tenha valores questionáveis, e muitas delas irreais, tem uma ou outra, que até são boas ideias, no entanto, não promete reprimir o Bom Vivant, que muitas pessoas não gostam, pois na sua generalidade, só trabalham para uma imagem cada vez mais metro sexual, do que contribuir para algo tangível, mas se continuarem a se esforçar, se despirem esta conotação e se assumirem como pessoas trabalhadoras e interessadas em servir os portugueses, e o país, não correndo atrás de coligações a todo custo para assegurar um tacho, penso que podem ter cotação no futuro.

Por fim, o BE, um partido que é o mais recente dos 4 acima por mim mencionados, que veio do nada, conseguiu subir, e mesmo nas ultimas eleições europeias, conseguiu escalar, e subir de uma forma exponencial, atingindo e consolidando de uma vez por todas o 3º lugar. Este partido, move-se essencialmente, por força de uma juventude, com valores fortes e ideias bastante vincadas, é uma juventude, que muita dela é oriunda de classes com necessidades, outros com necessidades de vencer, geralmente e muita da geração de 80, que tenho vindo a destacar esta semana, vai se refugiar neste partido, e penso que mesmo, alguma e muita da indecisa, vai mesmo encontrar um mínimo conforto neste partido, pois penso que seja, o que tem o programa mais realista, para este nicho populacional, deve-se muito também a este nicho a sua escalada nas ultimas europeias.

Como disse, eu não vou revelar publicamente, aqui o meu voto, pois penso que os votos das pessoas, são o resultado de uma reflexão cuidada, que todos devemos fazer aos programas dos partidos políticos, e não votar por caras, ou por tradições de cariz partidário, devemos votar por ideais, e por programas.

Desejo a melhor sorte a todos os partidos, mesmo os que não enumerei aqui, por não terem tradicionalmente assento político.

Que os Portugueses elejam quem mais desejam!!!!

Deixo a questão: Que pensa do comportamento dos 5 principais partidos nesta campanha eleitoral para as legislativas de 2009?

Tenho Dito

RT

Geração de 80 Está à Rasca…Por Quanto Mais Tempo???

Geração de 80 está à deriva, por quanto mais tempo....      Fonte: baixenet2.blogspot.com

Geração de 80 está à deriva, por quanto mais tempo.... Fonte: baixenet2.blogspot.com

Hoje em vez da habitual notícia, vou ser eu unicamente a atirar o tema e a comentar ao mesmo tempo.

Vou lançar o tema e dar o meu comentário, sobre um assunto, que sempre que é abordado, nunca é dissertado, até ao fim, e não são apontadas soluções para o mesmo, o assunto é a geração nascida nos anos 80, e que não tem soluções, pois decidiu investir em estudos, e hoje está sem soluções, e encontra-se asfixiada, numa falta de liberdade e de poder progredir a sua vida.

Segundo a constituição da República Portuguesa, a tendência é para que existem igualdade de oportunidades para todos, e que todas as pessoas têm os mesmos direitos e deveres, independentemente do sexo, da raça, etnia, etc.

Pois bem, o que se sente nos dias de hoje, é que as pessoas que investiram em estudos superiores, e são nascidas na década de 80, para conseguirem um emprego, na maior parte dos casos, contam com uma medida anti-constitucional, mas socialmente aceito, e muito vulgarmente denominada de cunha, ou seja, pessoas com melhores currículos, ficam de fora, pois existe a cunha, ou seja, não existe transparência em concursos e acesso aos empregos, podem mesmo alguns só ser abertos, ou os anúncios saíram em jornais, pois trata-se de uma medida de cariz obrigatório e como tal, tem que ser feito tudo correctamente, simplesmente falha a parte mais importante, que é usarem para acesso, a cunha.

Se repararem, quem se encontra no desemprego, são alguns cursos públicos, como professores, enfermeiros, entre outros, por estarem lutadas as vagas, ou porque simplesmente não se investe em coisas necessárias, refiro-me às lacunas existentes na saúde, na área dos privados, as universidades com menos nome, ou menos sorte no mercado, tem alguns problemas em as pessoas que lá cursaram poderem ter um emprego condigno, não está aqui em jogo a reputação das mesmas, mas muitas pessoas acedem a estas universidades, pois mais uma vez o estado, despe o tendencialmente gratuito no que concerne ao ensino, e obriga as pessoas a irem para estes estabelecimentos de ensino, que são tão dignos na minha opinião como qualquer publico.

O problema é nas universidades dos meninos do papá, ou seja, as universidades, onde andam os filhos dos meninos ricos, onde as mensalidades são absurdas, mas onde os meninos tiram o curso e têm logo emprego, pois claro, existem até casos que os mesmos, ainda não terminaram o curso e já sabem que vão para a empresa X, para o cargo direcção Y, ou para o Banco Z, só porque existe, o factor cunha, podem até mesmo abrir vagas, nessas organizações, mas infelizmente é para inglês ver…

O que condeno, é não existir nenhuma autoridade, ou mesmo organismo que ajudasse os jovens na procura de emprego, e verificassem as regras de acesso aos empregos, ou mesmo a concursos, digamos que deveria ser uma autoridade, equiparada à que existe, para o trabalho, denominada de autoridade para as condições do trabalho, no entanto, mais activa que esta, e mais eficaz, onde qualquer pessoa, que se sentisse lesada no acesso a determinado cargo, ou emprego, pudesse recorrer, a ideia não era obrigar a organização que lesa a ficar com o lesado, pois isso, originaria problemas de outra índole, mas sim de multar, e prevenir que em futuras situações as coisas tinham que ser honestas e transparentes.

Mesmo com os partidos em plena campanha eleitoral, e que andam por ai, alguns deles prometem criar empregos, e estágios para este nicho populacional, mas esquecem-se que os estágios, não são contínuos e os empregos, podem também e que normalmente apresentam fraca continuidade, apesar do enumerado pelo nosso primeiro-ministro, mas é a realidade, estamos numa sociedade, onde tudo tem um prazo, e onde, as pessoas são usadas como pastilha elástica, e ninguém tem a coragem de por regras, eu entendo que as empresas, vivem com picos e vales de produção e de trabalho, e que por vezes possam ter que recorrer a trabalho, denominado de temporário, no entanto, o problema e que têm apenas algumas delas 5% a 10%, do seu pessoal efectivo, pois querem sempre que possível descartar pessoas ao menor custo, isto deveria ser precavido, mas para todos os colaboradores das organizações, pois é algo, que tem grandes repercussões na sociedade dos dias de hoje.

Se repararmos, esta geração, geração à Rasca, que é essencialmente a geração dos Erasmus, que já à uns dias referi, é a geração com as melhores qualificações, com mais garra, que quer vencer, senão, teríamos já tido uma revolução, esta geração está a tentar infiltrar-se em tudo, em empregos menos qualificados, outros estão a fugir de áreas onde se formaram, outros a abandonar o país, etc. Não existem soluções para eles, mas foi lhes exigido no passado, que fossem cobaias dos sistemas de ensino colocados no então governo do actual presidente da Republica, sendo a ministra da educação de então a Dra. Manuela Ferreira Leite, que colocou umas provas globais, que não existiam anteriormente, e que mesmo actualmente não existem. Foi a geração que quando começaram a poder arranjar um trabalho, nem que fosse para conciliar com os estudos, apanharam o inicio da crise, causada coincidência ou não, por a mesma ministra Dra. Manuela Ferreira Leite, eu não estou aqui a querer denegrir a imagem de ninguém, estou só a constatar factos, o leitor é que deve retirar as conclusões que pretender dos factos.

É triste que muitos país desta geração, estejam à espera que venham os primeiros netos, mas vêem os filhos a não poderem progredir, não poderem sair de casa dos país, a namoraram anos a fio, e não conseguirem ter sequer uma estabilidade mínima para poder não comprar (pois é um sonho), mas alugar uma casa, poderem ser senhores de assumirem as suas responsabilidade, de poderem gerir orçamentos, sem medo e a instabilidade de serem despedidos dos empregos, onde foram bons, mas não pode ser, pois é tudo a prazo.

O nosso ainda actual primeiro-ministro, Sr. Eng. José Sócrates, ainda colocou uma lei para incentivar a natalidade, esperava ele que esta geração, cada vez mais crescente, pois hoje estudasse até mais tarde, viesse a dar os meninos que eles precisa para assegurar a sustentabilidade da segurança social daqui a uns anos, no entanto disseram e muito bem, que não chega para as fraldas, eu concordo e ainda digo, o problema está mais abaixo da pirâmide de Maslow, precisam de medidas muito abaixo, necessidades básicas como emprego, habitação e estabilidade, não estão satisfeitas, como é obvio, não estando este nível da pirâmide preenchido, a geração não passa para o nível seguinte, mas é claro, se calhar os engenheiros não sabem o que é a pirâmide de Maslow…

Falo em nome de uma geração, que está revoltada com a sociedade e com os políticos, e que como consequência, vamos notar no próximo Domingo, dia 27 de Setembro de 2009, uma abstenção alta, pois juntamente com a normal, temos a destes jovens, que são pessoas a quem os políticos nada dizem, e nada de novo trazem, pois por mais que vire a cor na assembleia da Republica, eles vão continuar a não ter empregos, a não satisfazer o primeiro nível da pirâmide de Maslow, vão continuar a conviver num mercado de trabalho, onde toda a gente sabe, toda a gente tolera as cunhas, e onde vale quem tem muito dinheiro, onde a desonestidade e a falta de transparência reinam, com a agravante de que estão a chegar aos 30 anos, sem experiencias profissionais, e depois, ainda mais ridículo, mas real, vão ser considerados velhos para o mercado de trabalho, e vão ter reformas ínfimas, ou nenhumas, pois se eles não procriaram, não ver a geração dos anos 90, que tem valores de «ficar», em vez de namorar, juntar ou casar, onde aí a procriação serão meros acidentes, que pessoas desejadas.

Quem no próximo Domingo ganhar, que tenha em atenção, que ainda pode recuperar esta geração denominada de «Geração Rasca», mas que na verdade e como também já o enumeraram é a «Geração à Rasca», mas será a ultima chance, pois muitos estão a chegar aos 30 e depois serão velhos e não necessários, podendo se reformar sem sequer trabalhar

Acordem!!!

Deixo a questão: Que pensa da Geração de 80 que estudou, se licenciou e não tem a possibilidade de ter trabalho, a não ser por métodos pouco ortodoxos como é a cunha?

Tenho Dito

RT

O Declínio De Uma Estação de Televisão…11 Anos Depois…

TVI

TVI

Hoje trago mais desenvolvimentos sobre o caso da TVI, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« Júlio Magalhães: “Se este clima continuar, pode ser a morte de uma estação líder”

Júlio Magalhães apela à administração para que “tome uma decisão rápida” sobre a direcção de informação da TVI. Está em risco um trabalho de 11 anos.

Uma redacção em estado de sítio. O fim do “Jornal Nacional” apresentado por Manuela Moura Guedes e a subsequente demissão da direcção de informação da TVI abriram uma guerra sem quartel: as trocas de acusações entre jornalistas sucedem-se na imprensa e na blogosfera, gerando um clima de grande mal-estar nas instalações do canal. “A administração tem de encontrar uma solução rápida. As pessoas estão de cabeça perdida e isto está a tomar proporções inimagináveis. Por este caminho, corremos o risco de pôr em causa um trabalho de 11 anos”, admitiu ao i o jornalista Júlio Magalhães.

Segundo as informações recolhidas pelo i, o administrador-delegado da Media Capital, Bernardo Bairrão, tem hoje um conjunto de reuniões para apresentar as primeiras soluções para o futuro da estação. A escolha da próxima direcção de informação da TVI será o primeiro dossiê em análise. E várias fontes contactadas pelo i garantem que “a solução só pode ser externa”. “Se alguém for promovido internamente durante esta guerra, será imediatamente queimado”, dizem.

Um cenário que as mesmas fontes associam à continuidade de Manuela Moura Guedes nos quadros da estação. “Essa situação tem de ser resolvida. A administração sabe disso: se ela continuar, será difícil harmonizar a equipa”, diz outra fonte. Até ao fecho desta edição, Bernardo Bairrão, Moura Guedes e a administração da Prisa não estiveram disponíveis para comentar o assunto.

Júlio Magalhães, apontado como possível sucessor de João Maia Abreu na direcção de informação da TVI, nega que lhe tenha sido feita qualquer proposta nesse sentido. E recusa alimentar cenários. “Há muita gente válida na redacção da TVI para assumir essas funções. E até pode vir alguém de fora, desde que seja competente. Mas o importante é que temos de estar todos disponíveis para resolver este problema internamente”, aponta o jornalista.

Sem comentar os motivos invocados pela administração da Media Capital para suspender o programa, Magalhães admite apenas que “a decisão foi extemporânea”. “Não tenho todos os dados para fazer uma análise, mas o timing não tem lógica. A saída de Moniz deixou perceber que as posições podiam extremar-se e talvez tenha faltado algum bom senso na gestão deste assunto”, aponta.

Sobretudo porque, diz, a suspensão do noticiário “não foi uma decisão surpreendente”. “O que não era previsível era que fosse feito em cima das eleições. Devíamos ter antecipado esta situação, em vez de esperar para ver o que aconteceria. Havia desconforto público em relação ao programa, portanto devíamos ter pensado melhor: ou se suspendia antes de Agosto, ou após as eleições”.

Agora, Magalhães espera “que esta semana seja clarificadora”. “As administrações da Prisa e da Media Capital têm de ponderar o futuro da empresa e apresentar soluções urgentes. Se continuar o clima que agora se vive, pode ser a morte de uma estação líder”, alerta.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/21644-julio-magalhaes-se-este-clima-continuar-pode-ser-morte-uma-estacao-lider, a 07 de Setembro de 2009, No Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, após a tomada de decisão inapropriada no tempo, e ainda por cima mal justificada por parte da direcção da estação, agora tem o que pode ser o fim da estação, e a destruição de uma marca, denominada de TVI.

Quem tomou a decisão, e tal como refere Júlio Magalhães, deveria ou ter, antecipado, na altura da saída do Director da Estação, deveria também ter destituído o Programa, como não foi realizado, agora e para não levantar suspeitas, de favorecimentos, ou mesmo de estar em causa a constituição da república portuguesa, e a liberdade de expressão a ela associada, deveria ser destituído somente após as eleições.

Certo que, o programa não poderia continuar, toda a gente o sabia, pelo desconforto, e mesmo por uma má postura que não dignifica qualquer uma das classes do jornalismo, deveria-se ter escolhido a melhor maneira de terminar com o programa, causando o menos impacto negativo possível, já que ia sempre causar algum.

Penso que, quem deve vir para liderar a estação, deve ser uma pessoa de fora, não que dentro nem existam soluções, e até boas soluções, mas de fora é mais fácil para colocar regras, e para poder riscar, sem ter que sofrer represálias, e para as condições sejam mais acessíveis, e acima de tudo, traga novas ideias para a estação, que bem precisa.

O país dia 27 do corrente mês, vai decidir o que acha sobre esta mudança, penso que, caso não seja bem fundamentada, vai mesmo afectar directamente o resultados das eleições legislativas de 2009, o que na minha óptica é pena, pois até prova em contrário as pessoas são inocentes, apesar de ter sido criado grande ambiente de suspeição à volta do mesmo.

Vamos aguardar, para ver os desenvolvimentos do caso, e ver que impacto vai ter o caso nas eleições, e como vai terminar o caso, e acima de tudo, ver o que acontece a uma estação que está sem rei nem roque, está sem objectivos e sem destinos traçados, anda à deriva e isso vai custar muito caro, quando forem analisadas as audiências e que posteriormente vai ser traduzido em menor rendimento, oriundo da publicidade.

Deixo a Questão: Qual será o futuro da estação de televisão TVI?

Tenho Dito

RT

Manuais Escolares..Quanto Vai Gastar em 2009 Para os Adquirir….

Livros Escolares

Livros Escolares

Na ressaca de ontem e para não se perder o encadeamento, trago uma noticia, onde fala do valor necessário para estudar em Portugal este ano, passo a transcrever a noticia e de seguida faço uma análise:

«Saiba quanto custa o regresso às aulas

Cabaz escolar para um aluno do secundário pode ultrapassar os 200 euros

Cabaz escolar para um aluno do secundário pode ultrapassar os 200 eurosMuitas crianças aguardam ansiosamente o período de regresso às aulas, principalmente pelo momento em que de dedicam a experimentar o novo material escolar. Já para os pais, o momento não é de alegrias mas de grandes encargos.

De acordo com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), o cabaz de manuais escolares para um jovem, por exemplo, no 7º ou no 9º ano (3º ciclo), situa-se nos 141, 40 euros, ou seja, está 6,20 euros mais caro do que o ano passado.

Já para um estudante no 2º ciclo (5º e 6º ano), os pais terão de desembolsar 84,93 euros, mais 3,90 euros do que em 2008. Se o seu filho frequentar o 1º ciclo (1º ao 4º ano), o valor do cabaz diminui substancialmente: 25,54 euros, ou seja, 1,36 euros mais caro do que no ano anterior.

Livros do secundário são os mais caros

No entanto, quando somamos a estes números o preço do material escolar, os preços voltam a disparar. Por exemplo, para um filho no 3º ciclo os pais terão de gastar mais de 150 euros, tendo em conta que o valor de um «kit» de material escolar ronda os 12 euros.

Esta quantia ascenderá a 300 euros se, por exemplo, tiver dois filhos no 3º ciclo.

No que diz respeito ao ensino secundário, a Agência Financeira pesquisou os preços: o conjunto dos manuais para um aluno do 10º ano no Agrupamento de Ciências ascende aos 250 euros.

Livros sobem 4,5%

O preço dos manuais escolares sofreu um aumento de 4,5 por cento, valor avançado, esta quinta-feira, pelo Jornal de Notícias e confirmado pelo Ministério da Educação.

Um aumento justificado à Agência Financeira por Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, que refere que «desde o ano passado, o aumento dos preços é calculado por indexação ao valor da inflação, deixando de estar congelado».

Já a Porto Editora defende que «os livros escolares têm um preço justo», pois corresponde a um trabalho que «demora 18 meses a ser desenvolvida».

Hipers em campanha

Para chamar os clientes, os hipermercados já têm campanhas para o regresso às aulas. É o caso do Jumbo que oferece um «kit» económico de material escolar que engloba 1 mochila, 1 caderno, alguns marcadores, canetas e afins. Também o Pingo Doce e Feira Nova têm a «habitual campanha de regresso às aulas», disse a fonte oficial da Jerónimo Martins. A Agência Financeira tentou contactar o Continente mas até ao momento não foi possível obter uma resposta. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1083578&div_id=1728, em Agência Financeira, a 20 de Agosto de 2009

O meu comentário:

Hoje é Segunda Feira, e trago ainda na ressaca ao dia de ontem, o preço de um cabaz escolar, para a reentre da época escolar.

Da analise, realizada pela Agência Financeira, podemos verificar que, o custo dos livros e do restante material escolar, sobe na mesma escala, que sobre o grau de ensino dos alunos, ou seja, no 1º ciclo, e usando a base da notícia, o cabaz fica por cerca de 150€, no entanto, se formos para o agrupamento de ciências, os livros podem ascender a cerca de 250€.

Outro dado, a retirar da notícia, é o incremento de 4,5% do preço dos livros, ou seja, acima do valor da actualização salarial do ano, mas mesmo, acima do valor da inflação, o que penso que será um contra-senso.

Vejamos uma coisa, a Constituição da Republica Portuguesa, defende que, tendencialmente o ensino, seria gratuito para todos, pois bem, é verdade que as escolas públicas são praticamente gratuitas, mas as despesas para se estudar neste país, principalmente no 3º ciclo são, muito altas, quase o valor de um ordenado mínimo. Não acham um exagero? O valor de um ordenado mínimo ir para a despesa escolar de um adolescente? E se forem 2 adolescentes no 3º ciclo, é necessário quase 2 ordenados mínimos..Um exagero.

Em alguns países da União Europeia, penso que um deles é mesmo a Alemanha, onde os livros são dados aos estudantes, para esse ano lectivo, sendo que estes devolvem os mesmos no final do ano, para assim poder passar para os colegas que estão abaixo; com este sistema, além de ser gratuito, pois é apoiado pelo Estado, os país não gasta dinheiro com os livros, os estudantes usam o livro, mediante um aluguer gratuito, e passam de uns estudantes para outros, além de ser ecologicamente muito bom, pois não são necessárias abater mais árvores para se produzir mais livros.

Além disso, penso que os pais, recebem um complemento, para a compra de material escolar para os filhos, senão vejamos, o interesse de estudar, em primeira estancia é dos filhos, mas em segunda estancia, o interesse é do Estado, que desta forma tem pessoas com qualificações, com recurso a custos reduzidos, pois fica bem mais barato, se a pessoa estudar na idade correcta, ou levar o estudo de uma forma seguida e organizada, do que posteriormente, o Estado, ou mesmo as empresas, gastarem recursos em formação, que é mais caro, e pode-se usar esses mesmos recursos para outros investimentos que sejam mais necessários às organizações.

Penso quer, em Portugal estudar sai caro, e depois temos das questões, hoje em dia os jovens vão prosseguindo mais os estudos, e os país, por quererem estudar no passado e não lhes terem deixado, vão deixando os adolescentes estudar, e vão fazendo pequenos esforços para tal, no entanto, se um filho de uma pessoa com baixas qualificações, chegar a casa e quiser ficar pelo 9º ano, e ir trabalhar, tem o apoio da família de forma imediata, pois estudar, tem custos altos, que uma família de baixas qualificações e só trabalhe o pai, não tem muitos recursos para o filho continuar a estudar, e não se importa que este trabalhe. Resultado, mantemos um nível muito próximo da iliteracia, ou seja, níveis muito baixos de qualificação, o que não beneficia o país.

Por outro lado, o Estado Portugueses, não ajuda na compra dos livros, nem do material escolar, mas financia, os e- escolas e os Portáteis Magalhães, não digo que não sejam necessários, mas penso que passa mais de um negocio com as operadoras moveis, que uma utilidade, pelo menos no imediato, senão vejamos, numa primeira estancia o jovem precisa para as aulas como Português, Matemática, ect, de um bom manual e posteriormente um computador, portanto, não ficava nada mal apoiar os jovens na aquisição de manuais escolares, ou então, os ceder como os Alemães, e então continuar posteriormente com os e- escolas.

Penso que o âmbito escolar, não passa de um jogo de interesses, entre Estado, Livreiros e Fornecedores de Material Escolar.

Deixo a questão: Qual a sua opinião sobre as despesas inerentes ao regresso á escola?

Tenho Dito

RT