Em Portugal, 9 em 10 Empregos São Precários…Conheça Aqui os Detalhes…

Empregos Precários São 9 em Cada 10 Fonte: http://sanantonio.com.br

Hoje trago uma notícia, que mesmo sendo da semana transacta, eu guardei a mesma, pois queria a comentar, quando tivesse mais disponibilidade para tal, e então, reservei a mesma para o dia de hoje, vou transcrever a mesma, e de seguida vou tecer um comentário sobre o assunto.

« Nove em cada dez empregos são a prazo e nunca melhoram

Educação continua a ser premiada com salários mais altos, mas políticas devem incentivá-la

Em cada dez novos empregos, nove são precários e raras vezes desembocam em contratos permanentes.

São sobretudo ocupados por jovens, por norma mais qualificados, o que distorce a regra segundo a qual mais instrução melhora a situação profissional.

O facto de a esmagadora maioria dos empregos criados serem precários e ocupados pelos mais habilitados foi realçado por Nuno Alves, Mário Centeno e Álvaro Novo para justificar o pedido de medidas que ajudem a valorizar a educação. Num estudo publicado pelo Banco de Portugal, defendem que a educação traz benefícios para quem a tem (salários mais altos) mas, sobretudo, para a sociedade. Por exemplo, referem, Portugal não poderá ser mais rico enquanto os trabalhadores e empresários tiverem um nível de qualificação global tão baixo quanto têm agora.

Por isso, entendem, as políticas públicas devem incentivar a educação e eliminar factores que distorçam esse objectivo. Entre eles está um mercado de trabalho “bastante segmentado”, ou seja, em que os empregos nos quadros das empresas, geralmente ocupados pelas gerações mais antigas e menos qualificadas, são mais estáveis do que os que vão sendo criados, na maioria precários e ocupados por jovens, por norma mais qualificados. Desta forma, os jovens não vêem recompensado o esforço feito na sua qualificação.

IRS deve incentivar estudos

Além disso, conclui o estudo, a política de impostos não incentiva as pessoas a prosseguir estudos. “O sistema fiscal deve discriminar positivamente aqueles que investem em níveis mais elevados de educação”.

Em Portugal, contudo, as deduções de despesas de educação no IRS são iguais, independentemente da formação. Para mais, o Programa para a Estabilidade e Crescimento apresentado pelo Governo em Março reduz, precisamente, o valor das deduções com despesas de educação. “É surpreendente a omissão deste argumento do debate” acerca da tributação da educação, concluem os autores. “Políticas que aumentem o custo da educação através dos impostos podem levar a maiores receitas fiscais no curto prazo, mas fá-lo-ão com o custo, a médio e longo prazo, de níveis mais baixos de educação e, consequentemente, de menor crescimento económico”, lê-se no estudo.

No curto prazo, os autores apelam, ainda, à criação de incentivos para captar “cérebros” imigrantes e evitar que os portugueses qualificados procurem outros países para trabalhar.

Ter “canudo” não é qualificação

Instrução não é sinónimo de qualificação, lembra o estudo, que apela à “universalização do ensino pré-escolar” e à “exigência permanente ao longo dos percursos escolares”. Luís Bento, professor da Católica, acrescenta: “O número de licenciados está dentro da média europeia, mas o tipo de licenciatura é diferente: temos demasiadas pessoas formadas em áreas que não são valorizadas pelo mercado de trabalho e poucas nas áreas científicas”.

Sobretudo, diz, o país conta com poucos quadros intermédios, que terminam o 12.º ano em áreas profissionais ou até fazem cursos pós-secundário.»

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1552603, a 25 de Abril de 2010, em Jornal de Notícias.

O meu comentário:

Pois bem, perante esta peça jornalística, podemos concluir que andam a brincar, com os jovens, especialmente os que estudam, e que tiram um curso superior.

Vejamos o que se passa no mercado de trabalho nos dias de hoje, actualmente os jovens licenciados sem experiência e os recém-licenciados, estão em casa, em virtude de terem ambicionado mais, de terem sido coagidos a estudar, e se formarem, tanto pelos seus familiares, bem como pelos governos, no entanto, os empresários nacionais, especialmente os da PME’s, são pessoas que possuem formação fraca, ou seja, não possuem as devidas qualificações para terem a abertura necessária, e entenderem que a diferença entre contratar uma pessoa com o 12º e um licenciado, para determinadas áreas, pode ser enorme, no que concerne a médio longo prazo, mas também em diferenciação, qualidade, vanguardismo, pioneirismo, etc.

É obvio, que depois não conseguem entender, por que razão o seu negócio está a afundar, quando o do vizinho, que até vende mais caro, é mais rentável, e até está em franca expansão…incrível…não entendem, simplesmente, porque não possuem formação, mas também não recorrem a quem tenha, nem contratam quem tenha, simplesmente com o medo da pessoa com formação, lhe roube o poiso…coisa que só mesmo, pode acontecer na cabeça destes mesmos senhores.

Perante isto, no que concerne às juventude, criam empregos sustentados em organizações de trabalho temporário, muitas delas, oriundas de fora do país, por ser mais barato, no imediato, não extrapolando para futuro das consequências dessas mesmas contratações.

Estas empresas, exploram as pessoas, e quando tão muito queimadas no mercado, mudam a denominação social, e por vezes, o numero de pessoa colectiva, e ficam-se a rir das leis nacionais, é aqui que os governantes, têm culpa, é que deviam não licenciar muitas destas organizações, e deviam às que operam, estar sob forte rigidez, e ter que justificar todos os actos mais obscuros.

Resultado, empresas de trabalho temporário, patrões com qualificações medíocres, governantes sem visão, são uma mistura explosiva, que origina o titulo da peça acima transcrita, o que é verdade, e que essencialmente dá emprego a pessoas com baixas qualificações, de modo, a estas serem mais inocentes, no que concerne aos seus direitos e regalias no mundo do trabalho.

As causas a curto prazo estão expostas, são os licenciados em casa, sem ordenado, e que por tal razão, não podem consumir, e seriam os que mais ganhariam, e logo seriam mais propensos a consumir, no entanto, nada; os precários, consomem menos do que deveriam normalmente, em virtude da precariedade do vínculo laboral, resultado, ficamos todos a perder, pois o consumo privado, e pelo menos nesta faixa etária, que é a juventude é o mais prejudicado, tenha-se em nota, que a juventude são dos que mais consome, em virtude de o custo de começar uma vida a dois, ser algo alto, é o automóvel, é a habitação, são os bebes, etc.

Denote-se que ficamos todos a perder, para agradar a empresas oriundas de lá de fora, com políticas e métodos de trabalho, por vezes pouco ortodoxos, e que não são enquadráveis na sociedade nacional, muito menos agora, que estamos numa crise sem precedentes, e devemos apostar tudo, nos jovens, pois eles são os que nos guiarão no futuro.

Tenho pena de ter que chamar de novo à atenção, no entanto, e perante a peça, volto a invocar: APOSTEM NOS JOVENS LICENCIADOS, PFFFF.

Tenho Dito

RT

Nove em cada dez empregos são a prazo e nunca melhoram

Educação continua a ser premiada com salários mais altos, mas políticas devem incentivá-la
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Portugal Quer Tentar Não Atingir os 600 Mil Desempregados…Será que Consegue?? Veja Aqui Algumas das Medidas…

Desemprego quase nos 600 mil...

Hoje venho analisar o tema discutido na assembleia da republica, a noticia está abaixo transcrita e de seguida vou tecer um comentário à mesma.

«Portugal terá 600 mil desempregados no final do ano

As contas são de Paulo Portas que chamou Governo ao plenário para discutir desemprego.

Portugal começou o ano com 400 mil desempregados. «Quando acabar o ano terá muito provavelmente 600 mil desempregados». As contas são do líder parlamentar do CDS, Paulo Portas, que esta quarta-feira vê o Governo dirigir-se ao plenário da Assembleia da República para discutir o aumento da taxa de desemprego em Portugal, a pedido do seu partido.

Governo admite que desemprego vai aumentar

«Em cada cinco jovens, um não consegue encontrar uma possibilidade de encontrar um projecto de vida», sintetizou Paulo Portas, sublinhando que «não vale a pena ter em 2010 a mesma política de combate ao desemprego de 2009».

Para o CDs-PP são as «micro, pequenas e médias empresas que criam emprego» e, por isso, considera que «é muito mais útil ter menos impostos para ajudar as empresas a sobreviverem e aumentarem postos de trabalho do que terem impostos altos e entrarem em incumprimento».

Paulo Portas defendeu, por isso, que o Governo «baixe o pagamento especial por conta enquanto é tempo, aceite pagar as dívidas do Estado a tempo e horas dinheiro que vai mais rápido para economia e ponha a funcionar fundos comunitários, nomeadamente o QREN e o PRODER». Além disso, o deputado centrista apelou para que o Governo «aceite majorar o subsídio de desemprego a casais desempragados, especialmente quando há filhos».

Ministra promete mais 500 mil postos de trabalho

A ministra do Trabalho, Helena André, subiu ao púlpito do hemiciclo para sublinhar o novo «Pleno Emprego», programa do Governo para estimular o emprego em Portugal, justificando a actual situação com a crise internacional.

«A crise que estamos a enfrentar não e um problema de poucas semanas é um combate de anos em que as medidas de curto prazo tem de ser enérgicas», disse Helena André, reforçando, no entanto, que «estamos felizmente longe da situação da estónia, Eslováquia Irlanda, Espanha».

Helena André garantiu que «o novo Pleno Emprego aposta no sistema de emprego com qualidade», afirmando que «empregos precários não contam. São nefastos para a qualidade do emprego».

E ficou a promessa: «Vamos criar mais de meio milhão de postos de trabalho». »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-crise-desemprego-paulo-portas-cds-trabalho/1132885-1730.html, a 20 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

A minha análise a esta noticia, tem pontos a favor e pontos contra.

Penso que de positivo a noticia refere e muito bem, que os governantes tem consciência da falta de existe muita falta de emprego, e quem são os mais prejudicados são os mais jovens, essencialmente os que possuem licenciatura, pois são estes que deveriam ter emprego em quantidade e qualidade, para que exista sustentabilidade e desenvolvimento do país, mas não, é exactamente o contrário, os que possuem mais emprego, são os jovens com menores qualificações e possuem até mesmo os empregos mais duradouros, não compreendemos e como, isso acontece, e como pensam os governantes desenvolver o país com este tipo de emprego, e que recorre muitas vezes, a empresas de trabalho temporário, e que paga os ordenados mínimos, convenhamos que alguém com o ordenado mínimo, dificilmente consegue despoletar o consumo que os governantes, estão à espera que seja responsável pelo incremento da economia em Portugal.

No entanto, os governantes já indicaram que não são a favor do trabalho precário, ou seja, o trabalho com contractos, pois bem, até indicam mesmo, que trabalho desse tipo, não deve ser considerado trabalho de qualidade, no entanto, um dos pontos que tenho contra, é que o governo fomenta esse mesmo tipo de trabalho, e veja-se um exemplo disso, é os estágios na função publica que vai abrir, são pelo menos em primeira estancia trabalho temporário, pois não existem garantias de integralidade dos jovens estagiários…Penso que seria mais benéfico para o país, era que os funcionários públicos que pretendem a reforma (e que são muitos), lhes seja concedida a mesma, e se coloque a juventude que quer trabalhar nesses mesmos lugares, com certeza iríamos ter mais qualidade nos serviços públicos, além de transparecer uma imagem mais agradável ao por exemplo, chegarmos às finanças e termos pessoas mais jovens e com vontade de nos atender.

Outro factor que o governo, deve ter em conta, é apertar as regras para as empresas de trabalho temporário, empresas estas, que coabitam no nosso mercado de trabalho, dando facilidades aos seus clientes (por vezes empresas muito grandes), de poder usar, e abusar de um trabalhador, e não saírem manchados ambos desta mesma situação, penso que parte da desmotivação das pessoas começa nessas pequenas coisas, como serem encaradas como pessoas capazes e com vontade de trabalhar, e não como meros objectos, andamos a criticar e bem, que no passado se usava e abusavas das mulheres, e a mentalidade teve que mudar, pois as mulheres não são meros objectos, e a mesma filosofia se deve ter em conta no que concerne no mercado de trabalho.

Vamos aguardar, para ver o que dá, no entanto, pessoalmente não acredito muito nestas medidas, pois gato escaldado de água fria tem medo, pois muitos jovens estão cansados destas mesmas situações, e por tal razão é que andam afastados das lides políticas e dos governantes, pois não acreditam, nem conseguem entender a tangibilidade da política, e os seus representantes.

A esperança e relembro mais uma vez, para que fique bem vincado, está na juventude, especialmente a licenciada e que anda à procura de uma oportunidade, quem lhe souber estender o braço e a estimular, vai ter sucesso com certeza, pois esta juventude não é de desperdiçar as oportunidades que lhe são concedidas.

Tenho Dito

RT

Como Se Deve Usar Um Cartão de Crédito e Não Ficar Preso Num Mar de Dívidas…

Como usar cartões de Crédito... Fonte: http://www.credifiscomg.com.br

Hoje trago uma notícia cujo conteúdo achei bastante  pertinente, que é sobre a utilização do cartão crédito. Passo a transcrever a referida peça jornalística, no entanto, não vou tecer nenhum comentário.

« Cartões de crédito: como evitar uma espiral de dívidas

Bancos alargam plafonds no Natal e reforçam ofertas. A tentação é grande mas saiba que o seu risco de crédito pode piorar se não se controlar

O final do ano costuma ser das alturas em que os portugueses mais recorrem ao cartão de crédito. As compras do Natal a isso obrigam. Mas o início do ano novo pode não ser melhor. Com o dinheiro todo gasto nos presentes e extravagâncias da passagem de ano, muita gente vai entrar em 2010 com as finanças desfalcadas.

A Agência Financeira recolheu algumas dicas para o ajudar a evitar a espiral das dívidas de crédito.

Os bancos sabem que esta é uma altura em que está mais vulnerável e que é mais fácil cair em tentação. Por isso, normalmente reforçam a sua oferta de cartões de crédito. Se subscrever ainda recebe um presente de boas-vindas, ou uma taxa de juro promocional, nos primeiros tempos.

Embora possa parecer atractiva, esta oferta traz água no bico. Certo e sabido. Se lhe parece que poupa no início, graças à taxa de juro promocional, no futuro, vai ter de compensar. É que, normalmente, estes cartões têm associadas taxas de juro elevadas, que chegam a ultrapassar os 30%. Por isso mesmo, evite-os.

Sabe a TAEG do seu cartão?

Mantenha o menor número de cartões de crédito possível, de preferência opte pelo que tiver a taxa mais baixa, e use-o só quando for absolutamente necessário. Descubra qual a taxa anual efectiva global (TAEG) de cada cartão e guie-se por essa comparação, porque essa é a taxa que mede os encargos totais associados ao cartão.

Se tem vários cartões, compare as taxas cobradas em cada um deles, e use o que sair mais barato. Planeie antecipadamente qual dos cartões vai usar
.
Anote qual o limite de crédito que tem em cada cartão e quais os pagamentos que já fez com cada um deles. Assim, saberá sempre quanto ainda pode gastar para atingir o limite. E tente nunca fazer as coisas à conta. Não conte só com as prestações dos créditos, os pagamentos dos cartões e as outras despesas mensais habituais. Deixe sempre alguma margem para os imprevistos. Se pensar bem, eles acontecem quase todos os meses: uma avaria no carro, uma doença que exige uma consulta médica extra, material escolar extra para os miúdos, roupa nova que é necessária¿ enfim, a lista não acaba.

Atrasos nos pagamentos influem na avaliação do risco

Saiba também que, apesar de contratar um determinado plafond quando subscreve o cartão, o banco pode alterar esse limite de crédito, se considerar que as condições do cliente mudaram. Por exemplo, se o cliente mudou de emprego e passou a ganhar mais ou menos, se é frequente haver atrasos nos pagamentos, etc. Nalguns casos, os bancos até alargam o plafond temporariamente na época de Natal. Em todas as alterações, o cliente deve ser avisado.

O problema é que, quando o limite aumenta, é mais fácil cair na tentação de o usar todo. E depois os problemas surgem na hora de pagar. Os atrasos nos pagamentos aumentam o seu perfil de risco junto da banca. Se, no dia em que deveria pagar a dívida do seu cartão de crédito, não tiver dinheiro suficiente na conta, entra em mora, ou seja, em atraso. E isso influi na análise do seu risco.

Mas mesmo que pague tudo a tempo e horas, pode ser penalizado, no cálculo da taxa de esforço (peso que todas as prestações de crédito têm no seu rendimento mensal e que ajuda a determinar o seu risco no crédito). Por exemplo, se quiser pedir um empréstimo ao banco, a percentagem do plafond que tiver usado é considerada para calcular a taxa de esforço.

Por fim, sempre que puder, pague em dinheiro. Evite cartões, de débito e crédito. Pagar em dinheiro ajuda a tomar consciência do quanto está a gastar, porque vê as notas a desaparecerem da carteira. Literalmente.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/geral/portugal-europa-cartoes-credito-dividas/1113192-5238.html, a 31 de Dezembro de 2009, em Agência Financeira

Boas Utilizações

RT

Livros…Conheça os Títulos Mais Badalados Para Oferecer Este Natal…

Por estarmos a poucos dias do natal, e como se aproxima vertiginosamente as ultimas prendas, por falta de sugestões, deixo sempre aqui um presente que agrada sempre a maioria das pessoas, um livro, deixo aqui alguns títulos que saíram na semana passada num diário da nossa praça, aproveitem as sugestões e bons presentes.

«Dez livros para oferecer e fazer boa figura

O ano de 2009 trouxe livros para todos os gostos. Até para os de Cavaco, Soares ou Moura Guedes. Eis a escolha dos nossos críticos

Foi um ano em grande. O terrorismo islâmico chegou à literatura portuguesa e já provocou mais de 100 mil vítimas, maioritariamente civis. O livro de José Rodrigues dos Santos é o melhor do ano, na categoria “revisto por um ex-operacional da Al-Qaeda”. José Saramago também quis despertar a fúria divina mas o melhor que conseguiu foi um debate com o padre Carreira das Neves. António Lobo Antunes publicou o seu centésimo nono romance. Aguarda-se a tradução para português. Se o ano correu bem aos vivos, os mortos também não têm razões de queixa. Stieg Larsson e Roberto Bolaño ocuparam os tops de vendas.

Editores e agentes literários gostam que os escritores recebam prémios, mas alguns desconfiam que é mais vantajoso matá-los. Lá fora, tudo na mesma. Philip Roth lançou mais um romance e não ganhou o Nobel. A academia sueca atribuiu o prémio a Hertha Müller, mantendo a tradição de contrariar as casas de apostas. Terminada a febre dos feiticeiros adolescentes chegou em força a febre dos vampiros adolescentes. Como se os adolescentes não fossem suficientemente estranhos. Que tal uma saga de adolescentes que estudam numa escola para adolescentes e que, em noites de lua cheia, se transformam em adolescentes mas com mais acne? Por fim, o ano ficou marcado pelo regresso de Dan Brown. O mundo sobreviveu.

1. História de Portugal €35,10
De Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos
e Sousa, Nuno Gonçalo Monteiro
Bom presente porque: mais de duas dezenas de anos depois é a primeira síntese consistente da nossa história.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: à classe política. O conhecimento do passado é sempre um bom contributo para edificantes e proveitosos debates sobre o estado da nação. Sem inimputáveis palhaçadas.


2. Obra Poética, vol I e II €49,99

De Manuel Alegre
Bom presente porque: Basílio Horta, Freitas do Amaral, Cavaco Silva – nenhum outro candidato derrotado nas presidenciais tem uma obra poética deste quilate.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Mário Soares. O Natal é a época ideal para reconciliações.


3. Escritos Secretos €16,11
De Sebastian Barry
Bom presente porque: é um labirinto narrativo baseado nas memórias de uma mulher isolada, turvadas por problemas de stress pós-traumático e circunstâncias dramáticas ligadas à história da Irlanda no século XX.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Manuela Moura Guedes. Substitua-se Irlanda por TVI em Portugal no século XXI e tudo o que está acima descrito pode aplicar-se à situação da jornalista.


4. Barroco Tropical €16,65
De José Eduardo Agualusa
Bom presente porque: Agualusa tem duas qualidades essenciais para o sucesso do escritor moderno: escreve bem e não é estrábico. A fotogenia faz do escritor uma figura de estilo.
Vai fazer boa figura se oferecer o livro: à filha de José Eduardo dos Santos.

5. Caim €13,70
De José Saramago
Bom presente porque: os ateus também têm direito a celebrar o nascimento de Cristo. Se o puderem fazer cometendo um sacrilégio, juntam o útil ao agradável.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Deus. Como Ele está em todo o lado, poupa em portes de envio.


6. 2666 €23,45
De Roberto Bolaño
Bom presente porque: Roberto Bolaño escreveu-o para assegurar o futuro financeiro dos filhos. Podia ter feito um seguro de vida, mas os latino-americanos têm estas manias.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a uma empresa de reciclagem de papel (são mais de mil páginas).


7. A Segunda Guerra Mundial €27

De Martin Gilbert
Bom presente porque: no ano em que se comemoram 70 anos sobre o início do conflito, esta obra permite perspectivar o passado e perceber que a História pode repetir-se.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Barack Obama. Adequa-se ao homem que mencionou a palavra guerra mais de 40 vezes no discurso de recepção do Prémio Nobel da Paz.


8. Trilogia Millenium €59,50
De Stieg Larsson
Bom presente porque: Os três volumes destes romances policiais vertiginosos e atentos ao espírito dos tempos são verdadeiramente aditivos e constituem um inteligente divertimento.
Você vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Cavaco Silva. Em 2004, a hacker Lisbeth Salander violava com facilidade protocolos de segurança informática. Se o Presidente tivesse lido Millenium nunca teria lançado a dúvida: “Será possível alguém do exterior (…) ler os meus emails?”


9. O Tigre Branco €13,49
De Aravind Adiga
Bom presente porque: expõe as entranhas da Índia e destrói todos os mitos românticos em relação ao país.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a todos os neo-hippies encartados seduzidos pela trilogia exotismo, sabedoria ancestral e espiritualidade. A desintoxicação é garantida.


10. O Símbolo Perdido €22,46
De Dan Brown
Bom presente porque: é de um autor praticamente desconhecido, o que faz dele um candidato ao Nobel. Depois da Opus Dei e da Maçonaria, correm rumores que Dan Brown prepara um livro sobre a ERC.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a José Rodrigues dos Santos.

E para as crianças…

Predadores
de Lucio & Meera Santoro
Os mais espectaculares e assustadores animais num livro com pop-up a tornarem o cenário mais emocionante. Também tem janelas e tiras com informação adicional, nomeadamente, quais estão em risco de extinção (alô Cimeira de Copenhaga!).

Princesa Poppy – O Aniversário
De Janey Louise Jones
Poppy faz anos, mas ninguém parece lembrar-se, prestes a desesperar é surpreendida. Uma história simples a lembrar que as meninas são muito amadas.

Anjos de Pijama
De Matilde Rosa Araújo (poemas) e Maria Keil (desenhos)
Para reforçar o contacto dos mais novos com a poesia este livro, magnificamente ilustrado, é um bom companheiro . Leiam os poemas em conjunto e deliciem-se com a subtileza das palavras.

Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas
Vários Autores
Histórias em que os heróis também têm de resolver problemas variados. Pedro Sena-Lino coordenou diversos autores nacionais, alguns deles aqui num registo pouco habitual. As ilustrações são de peso pesados da área.

O Alfabeto dos Países
De José Jorge Letria (texto) e Afonso Cruz (ilustrções) – Oficina do Livro
A partir das letras do alfabeto são explicados em verso os países correspondentes. Por exemplo, A de Austrália ou B de Brasil. A aprendizagem é múltipla – do abecedário e do Mundo – e seguramente divertida.

O Bebé Que Não Queria Ir Para a Cama
De Helen Cooper
Um bebé teimoso resiste ao cansaço e vai desafiando os amigos para o acompanharem, mas no mundo da fantasia todos estão a cair de sono. Maravilhosamente próximo da realidade, com ilustrações belíssimas.

O Pequeno Livro do Ambiente
De Christine Coirault
De pequenino se instalam bons hábitos. Um livro que ensina a ter atenção ao meio ambiente através de bons conselhos como, por exemplo, fechar a torneira da água enquanto se escovam os dentes.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/37742-dez-livros-oferecer-e-fazer-boa-figura, a 16 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Compras e Bom Fim Semana!

RT

Dicas Para Umas Mini Férias de Natal…

Destinos de Natal... Fonte: http://www.crisanto.jor.b

Hoje começam as férias escolares dos mais pequenos, trago algumas sugestões para umas mini férias de Natal em Família, passo a transcrever o artigo e como se tratam de sugestões transcritas de um diário da nossa praça, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

«15 ideias para umas férias de Natal em grande

Actividades para os mais novos, de norte a sul e para todos os gostos

O Natal é uma época tão especial que quase se podia dizer às crianças: “Esperem aqui sossegadinhas que o Pai Natal deve estar a chegar.” Ligava-se a televisão e os miúdos ficavam colados ao ecrã durante horas. É certo que estariam protegidos do frio, da chuva e das constipações, mas férias que se prezem não são para ficar em casa.

De norte a sul do país há programas próprios da temporada para todos os gostos e para todas as bolsas. A tarefa difícil é seleccionar apenas 15. Muita coisa ficou de fora, mas foram prioritários os gostos dos miúdos. Deixamos um conselho: escolha as actividades segundo os interesses dos pequenos. De artes plásticas, ciência, culinária, música, teatro, dança e histórias à equitação.

Campo de férias ou em família Não é só no Verão que há campos de férias. É certo que no Natal ninguém está interessado em ir passear para a praia, mas o Campo Aventura, em Óbidos, propõe umas férias com tanta ou mais adrenalina que as da época de calor. Há espeleologia, peddy-papers e para os mais corajosos um acampamento.

Se está de férias nas próximas semanas, sugerimos um programa em família no Gymboree, em Lisboa, Almada e Porto. Aprenda novas brincadeiras para as crianças e junte-se a elas para fazer enfeites de Natal.

Artes Plásticas
Postais de Natal no Museu do Oriente
Os emails tornaram os postais de Natal antiquados e quase peças de museu. Apercebemo-nos disto quando as crianças aprendem a fazê-los numa espécie de aula de história. A partir da exposição “Selos Portugueses do Oriente”, do Museu do Oriente, em Lisboa, os miúdos vão aprender a fazer um velhinho postal à mão.
Preço: €60 (€5,60 almoço)
Horário: Das 10h às 13h e das 14h às 17h
Duração: De 21 a 23 Dez.
Idade: 6-12 anos
Contactos: 213 585 200

Fitas artesanais
Personalizar a árvore de Natal é o desafio desta oficina do Museu Serralves, no Porto. Mas este não é um simples ateliê de artes plásticas. Os miúdos
vão pintar fitas, bolas e utilizar materiais recolhidos nos jardins de Serralves para fazer enfeites amigos do ambiente. O limite é a imaginação.
Quem disse que pedras e galhos não davam uma boa decoração?
Preço: €30
Horário: Das 9h30 às 12h30
e das 14h às 17h
Duração: De 21 a 23 Dez.
Idade: 4-6 anos
Contactos: 226 156 500

Fazer chapéus
É a oficina indicada para os miúdos num nível avançado no corta e cola. São João da Madeira bem podia ser a capitaldos chapéus, e é lá que encontramos um ateliê para crianças onde podem fazer chapéus, com feltro ou pêlo. Antes de porem mãos à obra, os miúdos passam a manhã na biblioteca a ler histórias de Natal, inspiração para fazer
os chapéus.
Preço €20
Horário: Das 9h30 às 12h30
e das 14h às 17h30
Duração: De 21 a 23 e de 28 a 30
Idade: 7-14 anos
Contactos: 256 201 680

Culinária

Biscoitos e salame
Quem disse que a culinária não se dá bem num museu de arte? A oficina de guloseimas natalícias prova que os doces são os companheiros ideais desta quadra. O anúncio é claro: “Miúdos invadam as cozinhas”. Aqui não se aprende apenas a misturar farinha com ovos ou a fazer biscoitos, bolachas e salame de chocolate. Em Serralves vão tornar-se mestres da decoração pasteleira.
Preço €30
Horário: Das 14h às 17h
Duração: 28 e 29 Dez.
Idade: 4-6 anos
Contactos: 226 156 500

Algas e peixe
Não é só de doces que se faz o Natal, por isso o Oceanário, em Lisboa, quer transformar os miúdos em cozinheiros de peixe e algas. Esta oficina de culinária é só de um dia e faz parte do programa Férias debaixo de Água – Natal. São cinco dias temáticos, onde os miúdos resolvem mistérios, aprendem a cozinhar sem usar peixes em vias de extinção e aprendem a conhecer a viola-de-espinhos ou o dragão-marinho.
Preço €150 (4 dias)
Horário: Das 9h às 18h
Duração: De 21 a 31
Idade: 4-12 anos
Contacto: 218 917 002

Minicozinheiros
Até a pizza pode ser natalícia, defende a cozinheira Berenice, que dá cursos de culinária. Durante dois dias, os seus filhos vão descobrir como se faz musse de chocolate com suspiros e morangos e até a deixar no ponto a perna de peru. Antes de cozinharem, vão aprender
a escolher os melhores alimentos no mercado (pormenores online em http://minicozinheiros.blogspot.com/).
Preço €60
Horário: Das 10h às 17h
Idade: 6-10 anos
Duração: 21 e 22 e 30 e 31
Contacto: 919 177 177

Ciência

Animais
Sabia que nesta época os animais têm mais pelos? Se os seus filhos gostam de tudo o que meta bicharada, passar as férias no Parque Biológico de Gaia é o programa ideal. Na segunda semana vão observar os animais do parque a construir abrigos e até ajudá-los. Há bichos para todos os gostos: de esquilos a rãs.
Preço: €20 p/dia
Horário: 9h30 às 17h30
Idade: 6-15 anos
Duração: De 21 a 23
e de 28 a 30
Contactos: 227 878 137


Espaço
Preparem-se. É preciso responsabilidade e concentração para  construir um sistema de aterragem para uma sonda espacial. Mas no Pavilhão do Conhecimento vão encontrar tudo para fazer um egglander, ou seja, uma sonda em versão ovo. Esta e outras experiências são o que vai encontrar no ATL de Natal.
Preço €40 (1 dia);€80 (3 dias)
Horário: Das 9h às 18h
Idade: 6-12 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 218 917 100


Flocos de neve
Embarcar num expedição científica para recolher amostras de flora local ou então produzir flocos de neve: actividades dignas de aprendiz de investigador. No Visionarium, em Santa Maria da Feira, há ainda um dia dedicado à informática e à produção digital de filmes.
Preço €25 p/dia
Horário Das 9h30 às 17h30
Idade: 6-12 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 256 370 605

Artes de Palco

Teatro
A sua consoada inclui teatro infantil? Se a resposta for sim, encontrou aqui a melhor forma de transformar os seus filhos em artistas. O ateliê de expressão dramática da In Impetus, em Lisboa, vai dar-lhe as ferramentas da representação, jogos dramáticos e improvisações.
Preço €25 a €35
Horário: Das 9h às 13h
Idade: 6-16 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 213 157 815


Música
É aquilo a que se chama um dois em um. No programa de Natal da Kindermusik, as crianças aprendem música e inglês. Trata-se de um curso de Iniciação à Música com direito a livros e a um instrumento musical. Os bebés até aos 18 meses vão descobrir ritmos com maracas e guizos. As crianças dos 2 aos 4 anos brincam com tambores.
Preço €40
Horário: 10h (45 minutos)
Duração: De 21 a 23 e 28
Idade: Até 18 meses e 2-4
Contacto: 962 340 218


Dança
Para os fãs de hip-hop esta é a melhor maneira de ocupar as férias. No Museu dos Transportes e Comunicações, no Porto, vão passar três dias ao ritmo do breakdance. Além dos movimentos básicos, como
o top rock, o foot work e o power moves, vão aprender
a história desta dança.
Preço €60
Horário: Das 9h30 às 17h30
Duração: 22, 23 e de 28 a 30
Idade: 6-14
Contacto: 223 403 000

Histórias

Pessoa para miúdos
Durante todo o ano, a Casa Fernando Pessoa tem actividades destinadas aos mais pequenos. Nestas férias, a oficina criativa de Natal vai trabalhar com o poema “Ó sino da minha aldeia”. Os miúdos vão explorar a obra
de Pessoa, brincar com as palavras e visitar a Casa.
Há poucas vagas, mas, se não conseguir marcar lugar, pode optar pelas aulas de piano ou pelos ateliês de arte, poesia e pintura.
Preço: Gratuito
Horário: Das 10h às 12h
Idade: 3-9
Duração: 21 a 23
Contacto: 213 931 270


Inventar fábulas
Durante três dias, os miúdos vão descobrir como se cria uma história e qual a melhor forma de a contar. A ideia da Culturgest, em Lisboa, tem como ponto de partir a obra de dois artistas plásticos belgas, Jos de Gruyter e Harald Thys. Além de inventarem uma história, vão ainda aventurar–se no vídeo.
Preço €28
Horário: 10h-13h
Idade: 6-10
Duração: 21-23
Contacto: 217 619 078

Desporto
Campo de férias com cavalos
Se já perdeu a conta às vezes que os seus filhos lhe pediram para ver cavalos ou para dar um passeio, esta é a altura indicada para responder ao apelo. O Centro Hípico da Quinta da Penha Longa, em Sintra, vai organizar um campo de férias. Já que não lhes pode comprar um pónei, durante estes dias os aprendizes vão sentir-se responsáveis pelos animais
e tratar da higiene dos bichos.
Preço €60 (semana)
Horário: Das 9h às 13h
Idade: 6-10 anos
Duração: De 21 a 24 e 28 a 30
Contacto: 917 267 511»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/37962-15-ideias-umas-ferias-natal-em-grande, a 17 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Férias e Boas Festas!

RT

Análise Aos 3 Anos Sem Aumento do Poder de Compra em Portugal…Vale a Pena Espreitar…

Poder de Compra em Portugal, não Cresce à 3 Anos... Fonte:www.consulta-aos-cidadaos-europeus.eu

Hoje venho falar de algo, que não nos ajuda em nada, trata-se de à 3 anos não possuirmos incremento de poder de compra, passo a transcrever o artigo e de seguida faço o meu comentário ao mesmo.

«Portugueses têm o mesmo poder de compra há três anos

Cada português tem duas vezes menos poder de compra que um habitante do Luxemburgo

Nem mais, nem menos. Os portugueses têm o mesmo poder de compra desde 2006, em relação à média dos 27 países da União Europeia (UE). Segundo o Eurostat, a riqueza real de cada pessoa, medida pelo produto interno bruto per capita ajustado em paridades de poder de compra (PPC), equivale a 76% da média da UE (dados relativos a 2008), o que faz de Portugal o 22.o mais pobre do espaço europeu, atrás de Malta, República Checa e Eslovénia.

Estas contas levam a que os portugueses tenham a mesma capacidade para adquirir bens e serviços há três anos. Portugal está assim mais longe dos países mais evoluídos da Europa e mais perto de países de Leste, pelas piores razões. Uma notícia “que não é desejável”, explicou o economista António Nogueira Leite, mas também “não é surpreendente”, acrescentou em declarações ao i.

Em relação a Espanha (103% de PPC): “um português tem apenas 3/4 da capacidade de compra de um espanhol”, exemplificou.

A lista é liderada pelo Luxemburgo, onde o poder de compra de cada habitante é mais de duas vezes e meia superior à média europeia – quase 277%. O país mais rico tem vindo a distanciar-se dos restantes, nos último anos, aumentando o fosso em relação a países como Portugal, cuja diferença é de 200%.

Portugal no terceiro grupo As contas do Instituto Nacional de Estatística indicam Portugal no terceiro grupo de países, em conjunto com República Checa, Eslovénia, Grécia e Chipre. Mesmo assim, Portugal é o último do terceiro grupo e apenas com um poder de compra ligeiramente superior ao da Eslováquia.

O problema, adiantou Nogueira Leite, “é estrutural” e “é o resultado de uma década sem crescimento económico”.

A questão preocupa o economista que já viu Portugal ser ultrapassado pela Grécia. “Na década de 90, estávamos um pouco acima da Grécia (94,3% de PPC) – no que toca à capacidade de cada português adquirir bens e serviços – e ligeiramente abaixo de Espanha. Os preços não evoluíram da mesma forma nos três países. O nosso produto não cresceu.”

No fim da tabela está a Albânia, onde o indicador de riqueza corresponde a apenas 25,5% de cada europeu. »

IN: http://www.ionline.pt/conteudo/37781-portugueses-tem-o-mesmo-poder-compra-ha-tres-anos, a 16 de Dezembro de 2009, No Jornal I

O meu comentário:

É com tristeza, que comento esta mesma notícia, pois sinto que é bastante degradante para uma economia que quer sair da crise, não conceder incrementos de qualidade de vida, neste caso, o incremento do poder de compra.

Em 3 anos, o poder de compra em Portugal, manteve-se estável, isto quer dizer, que com a subida que tivemos, nomeadamente no ano transacto, das taxas de juro e dos combustíveis, as coisas, ficaram muito limitadas, isso foi bem patente no ano passado, este ano as pessoas, que tem mais margem, em virtude de os preços dos bens de consumo regular terem caído, penso que devem optar por exemplo, abater à prestação da habitação, ou então optar por canalizar esses mesmos valores para poupanças, e para se preparar para um 2010, onde as prestações das habitações irão subir, bem como, invariavelmente os combustíveis.

Mediante a média dos países do velho continente, neste caso, da união europeia, temos a denotar que este afastamento em 3 anos, agrava cada vez mais as discrepâncias de qualidade de vida entre países na EU, sendo que cria efectivamente um fosso maior, o que não abona em favor de Portugal, nem muito menos da União Europeia, pois um fosse maior, vai com certeza agravar a média geral.

Ainda esta semana, ouvi dizer que o patronato português, pretende somente incrementar os ordenados mínimos em 10€, o que da 140€ a mais por empregado/ano, penso que sejam valores na minha opinião inaceitáveis, pois por este andar, para o ano 2011, o incremento caso o mesmo exista, e esperemos que sim, será de apenas 5€? O que quero aqui chamar à atenção, é que estes valores são um pouco redutores para um país que faz parte da EU, e os 10€, não vão dar mais qualidade de vida aos empregados, não vão servir de política de motivação dos mesmos, vão sim servir para que o empregado, mal possa, tente mudar de emprego, pois um patrão que vive muito bem, e que até tem uma empresa rentável, por que motivo não partilha este sucesso com os seus funcionários?

É obvio que, as pessoas, para terem mais poder de compra, tem em primeira instancia ter mais rendimento disponível, mas essencialmente, devem possuir, segurança nos empregos, devem sentir segurança na economia do país e nas políticas seguidas pelo mesmo, de igual forma, que se receberem mais, e tiverem menos encargos, ou o peso dos encargos for menos, vão obviamente ter mais poder de compra, logo, vão consumir mais, e incrementar o consumo interno, que é uma das variáveis a ter em conta para se sair da crise onde estamos inseridos.

Obviamente, que eu trouxe a situação dos patrões de modo, a chamar à atenção, e de mostrar que não é só o valor, mas a qualidade no trabalho que está em causa, os funcionários devem estar enquadrados com a política da empresa, devem sentir que o patrão precisa deles, e eles precisam do patrão, através desta conjugação de interesses, é obvio que, até podiam ser 5€, por a empresa estar em dificuldades, mas penso que o espírito de sacrifício era algo, que todos iriam ter, de modo, a poderem vingar.

Para finalizar, penso que temos que dar oportunidade às pessoas, e tentar dar uma maior qualidade de vida, e acima de tudo, não deixar fugir a UE, e a média, pois só assim seremos competitivos, e não seremos esquecidos, ou então, relegados para segundo plano, por sermos os «carros vassoura» da EU.

Deixo a Questão: Que pensa de não termos incremento de poder de compra nos últimos 3 anos?

Tenho Dito

RT

Análise ao Inevitável Aumento dos Impostos Em Portugal…

Aumento de Impostos Parece Inevitável...

Hoje trago, uma notícia que não parece nada em abono à crise que se vive em Portugal, no entanto, venha o diabo e escolha o que fazer, passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário meu à mesma:

«FMI: Portugal vai ter de aumentar impostos. Não há alternativa

Depois do Banco de Portugal, ontem foi a vez do FMI: o governo deverá acabar com algumas deduções fiscais e estudar uma subida do IVA

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a redução do défice orçamental português para 3% do PIB até 2013 é de tal forma prioritária e difícil que implicará subidas nos impostos, aponta um documento publicado ontem pela instituição. Este é a segunda recomendação pública de que um aumento na carga fiscal será inevitável, depois do aviso feito há dez dias pelo governador do Banco de Portugal.

“A necessidade de consolidação é suficientemente grande para que se deva considerar também a melhoria da receita”, aponta o documento ontem publicado, que precede o relatório anual sobre a economia portuguesa (o chamado artigo IV). A equipa do FMI que segue Portugal esteve no país entre 16 e 21 de Novembro e reuniu com o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal.

Para aumentar a receita – uma vez que os cortes da despesa serão insuficientes para corrigir as finanças nacionais -, o FMI sugere que o governo se foque primeiro na redução das deduções fiscais, sem especificar em que impostos. No ano passado, as deduções fiscais custaram um total de 1,28 mil milhões de euros aos cofres públicos, com as receitas do IRC, do IRS e do imposto sobre os combustíveis (ISP) a serem as mais penalizadas. O FMI avança ainda outra medida: subir o imposto que mais rende ao Estado, o IVA. “Subir a taxa de IVA, mesmo que seja indesejável em termos gerais, deveria ser uma opção se as outras medidas ficarem aquém”, propõe.

As recomendações do Fundo – assim como as do governador Vítor Constâncio (ver cronologia ao lado) – vão ao encontro da história das finanças públicas portuguesas nos últimos 25 anos: sempre que o défice orçamental e a despesa pública aumentaram, a carga fiscal subiu para compensar. Em 2009, o défice “não vai ficar abaixo de 8%” (o mais alto em 24 anos), indicou ontem o ministro das Finanças, no debate parlamentar sobre o Orçamento rectificativo. Contudo, Teixeira dos Santos continua a afirmar que, quando os riscos que pendem sobre a economia desaparecerem e Portugal voltar a um crescimento sustentado, “regressaremos ao caminho da consolidação orçamental”. “Essa consolidação exigirá um grande controlo e disciplina do lado da despesa – recusamos a via do aumento de impostos”, garantiu.

Para o FMI (tal como para o Banco de Portugal) o problema, contudo, está precisamente neste desejado regresso ao “crescimento sustentado” referido pelo governo. Depois da contracção próxima de 3% este ano, a economia deverá crescer apenas 0,5% em 2010, “e a perspectiva é pouco melhor no longo prazo”, aponta o Fundo. Por isso, sem medidas adicionais, o défice poderá aumentar no próximo ano e chegar a 2013 (o prazo dado pela Comissão Europeia) entre 5% e 6% do PIB – valores acima do limite de 3% e que, mesmo assim, implicariam um apertar do cinto, aponta o FMI.

O Fundo sugere que o esforço de consolidação seja menor em 2010, devido à fragilidade da retoma da economia – mas mesmo assim aponta que “o défice não deveria aumentar” no próximo ano, o que implicaria já “um aperto de pelo menos 0,5 pontos do PIB” no desequilíbrio. Para tal, sublinha o FMI, serão sobretudo precisas medidas do lado da despesa .
Com desemprego já acima de 10% e com tendência a subir até 2011, o FMI explica por que considera que reduzir o défice – mesmo à custa de mais impostos – é uma prioridade. “Se bem feita [a consolidação], ajudaria a reduzir as vulnerabilidades da economia, a melhorar a confiança e a um impulso no potencial de crescimento no longo prazo”. O resto terá de ser feito por reformas estruturais – na justiça, na educação, na concorrência e regulação – que precisam de duas condições, explica o Fundo: “Uma base de apoio ampla e uma liderança determinada ao longo de muitos anos”.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/35894-fmi-portugal-vai-ter-aumentar-impostos-nao-ha-alternativa, a 03 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que esta notícia deve ser abordada pelos 2 lados, ou seja, pelo lado da necessidade de incremento nos impostos e na necessidade de não se poder incrementar os mesmos, em virtude da crise social que atravessamos.

Se analisarmos a primeira abordagem, temos que é necessário providenciar uma boa estabilidade económica, em tempos de crise, é normal as balanças dos países ficaram desfasadas e as despesas pesem mais, em virtude dos subsídios sociais e outras medidas necessárias para poder ajudar socialmente as pessoas, desta forma, o aumento da taxa de IVA seria uma solução, ou aumento de outro imposto, que resultasse na consolidação das contas nacionais, no entanto, penso que não seria boa política a ser tomada por um governo que não é portador da maioria absoluta na assembleia, e que com certeza iria causar alguma má fama do mesmo, e não beneficiaria em nada a sua credibilidade.

Se formos abordar pelo outro lado do prisma, temos que as pessoas, estão financeiramente muito débeis, não possuem emprego, e tem graves problemas decorrentes da crise financeira, e pedir a estas pessoas um aumento de IVA, ou mesmo, de qualquer outro imposto, não vai ser muito justo pedir mais esforço, pois se as pessoas, sofreram socialmente na pela, com perdas de poder de compra, perdas de emprego, e ficaram sem esperança neste país.

Mediante esta situação, temos que ser convictos, que o ideal era o meio termo, nem um aumento brutal de impostos, mas algo mais suave, de modo a que as pessoas, não tenham muito a noção deste aumento, e a outra, era demonstrar a gestão racional dos recursos financeiros, nomeadamente, em contenção das despesas, não realizar para já obras como o Aeroporto de Lisboa e o TGV, penso que aguardar para daqui a 4 anos, não nos vamos atrasar muito, mas mesmo nos atrasemos, pelo menos ainda seremos economicamente independentes, e poderemos ter outras formas de competir, porque não criar uma companhia aérea Low Cost, pode ajudara a resolver a lacuna do TGV, quanto ao aeroporto de Lisboa, o actual, foi recentemente alvo de obras, portanto, penso seja eficaz no curto prazo, pelo menos.

Outra medida, e racionalizar, era existir transparência para onde efectivamente vai o dinheiro dos nossos impostos, quanto ganham todos os elementos que estão na assembleia, e  todas as regalias que os mesmos possuem, os automóveis estatais, tem que ser essencialmente , coisas mais discretas, ainda a semana passada, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, mandaram para a sucata 2 carros do Estado novos e bem caros, por serem veículos Topos de Gama, não era necessário ter carros desse calibre.

Penso que a solução, acima descrita por mim, seria eficaz, agradaria a gregos e troianos, ou seja, aos Portugueses, e ao Governo, que está sem a maioria absoluta, e pelos vistos, está a ver quanto tempo se «aguenta», sem cair, parece uma pessoa em cima de um touro mecânico, enfim, penso que as hipóteses de fazer os 4 anos de legislatura a jogar assim, ou a se mostrar indiferente as pessoas e às necessidades reais do país, não vão levar a bom porto este governo.

Mais uma vez relembro, a juventude, pode ser a solução mais rápida para a saída deste sufoco, essencialmente a licenciada, existem muitas pessoas com boas qualificações na cada dos 20 a 30 anos, que merece uma oportunidade, penso que, se o governo e as empresas lhes derem a mão, não vão se arrepender, pois no longo prazo tenho a certeza que irão ser recompensados por esse investimento, que deve ser tomado como sendo, responsabilidade social.

Deixo a Questão: Que pensa da necessidade de incremento dos impostos em Portugal?

Tenho Dito

RT

Desemprego Já Crifrado em 2 Dígitos…Soluções Para Este Flagelo Que Afecta Cada Vez Mais Jovens…

Desemprego a 2 dígitos...Soluções...

Trago hoje uma assunto que é bastante irreverente, e não sendo a primeira vez que o trago, penso que infelizmente não será a última, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário á mesma:

«Desemprego explode e abre nova batalha política

O desemprego já atinge 10,2% da população e volta a subir entre os jovens. Oposição quer aprovar novas medidas para combater o flagelo

A taxa de desemprego de Portugal já supera de forma visível a europeia, tendo atingido um máximo histórico mensal em Outubro, os despedimentos colectivos (planeados e concretizados) até esse mês ultrapassam largamente o total de 2008 e a incidência do desemprego na população mais jovem começou a subir de novo após alguns meses de tréguas. O tema promete aquecer as próximas semanas de debates no Parlamento, onde o PS agora é minoritário: o PCP vai insistir no alargamento do subsídio de desemprego; o PSD e o CDS vão querer aprovar mais medidas de apoio às empresas na criação de postos de trabalho.

Os dados, ontem divulgados pelo Eurostat, mostram que o desemprego já atinge 10,2% da população activa portuguesa (cerca de 560 mil pessoas), valor que compara com uma média de 9,8% na zona euro. Preocupante para o governo é também o facto de estar a descolar face à média europeia. O afastamento é agora o maior desde Abril de 2008. Oficialmente (dados do INE) o desemprego ficou em 9,8% no terceiro trimestre.

Em termos absolutos, o desemprego total está a acelerar. De acordo com as estatísticas europeias, o contingente de pessoas sem trabalho cresceu 29%, em Outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. Trata-se do maior salto desde meados de 2003, ano em que a economia também entrou em recessão.

Na população mais jovem, a crise voltou a mostrar a sua agressividade. Depois de uma trégua de seis meses, a incidência do desemprego voltou a aumentar entre as pessoas com menos de 25 anos. A taxa do Eurostat – que faz o ajustamento da sazonalidade e usa os dados do Instituto do Emprego e da Formação Profissional para obter uma estimativa mensal – indica que 18,9% dos jovens estavam sem trabalho em Outubro. Nestas condições estarão cerca de 87 mil pessoas, mais 6% do que em 2008.

Dados do Ministério do Trabalho relativos aos despedimentos revelam que depois da recessão segue-se a retracção no mercado de trabalho. Os especialistas avisam que esta durará mais alguns meses e que, depois de terminar, o mercado ficará congelado e não deve recuperar os empregos perdidos.

Entre Janeiro e Outubro, os processos de despedimento concluídos atingiram 290 empresas: foram quase 3900 trabalhadores efectivamente despedidos, número que ultrapassa por larga margem o total de 2008 (3538 despedidos). Além destes, há planos concretos para despedir mais 4100 pessoas, número que também supera o de 2008. E existem ainda os chamados processos iniciados: até Outubro afectavam mais de 600 empresas, podendo lançar no desemprego quase mais 10 000 pessoas (um aumento de 32% face a 2008).

Esta semana, as empresas Lear (fabricante de acessórios para carros com 200 empregados) e a Rohde (fábrica de calçado com quase mil pessoas ao serviço) anunciaram que não têm condições para continuar a laborar. Para tentar minimizar o impacto destes acontecimentos, o governo anunciou a contratação de 5000 jovens licenciados para fazerem estágios na administração central e lançou mais uma fase do programa Inov Contacto. Ontem, o “DN” noticiou que as autarquias também se estão a preparar para abrir “milhares” de estágios para jovens licenciados em 2010.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/35698-desemprego-explode-e-abre-nova-batalha-politica, a 02 de Dezembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Mais uma vez trago ao blog, um assunto que é o desemprego, na esperança que água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.

Pois bem, parece que chegamos aos 2 dígitos, ou seja, já todos sabíamos que tínhamos chegado aos 2 dígitos, no entanto, estavam todos à espera, de dados que pudessem comprovar essa mesma situação.

Penso que é um flagelo, e pelas estatísticas, não me enganei, pelo menos nos últimos comentários aqui publicados, sobre este assunto, a juventude são os mais afectados, e como tal, não parecem existir situações que possam estancar este flagelo, pelo menos na faixa etária mais importante, que no meu entender é a juventude, especialmente a qualificada.

Reparemos, penso que parte do desemprego, ter atingido os 2 dígitos, deve-se essencialmente, a ser mais barato ter um novo, no desemprego, que uma pessoa mais velha, pois os pagamentos ao mais novo são mais leves, do que ao mais velho, em virtude, do que contribuíram anteriormente. Desta forma, só assim se pode explicar o alto índice de desempregados jovens, o que manifestamente, é desagradável, pois está nesta nova geração, a possibilidade de recuperação da economia interna, através de consumo privado, da compra de bens duradouros por parte destes (como é o caso de habitações), e na tão necessária natalidade, que tem como função, fazer com que segurança social tenha sustentabilidade, nos próximos anos e no futuro.

Pois bem, perante isto, parece que o governo, faz orelhas moucas, pois pensa essencialmente nos 4 anos que tem para governar, e não é em 4 anos que vai ser originado o colapso da segurança social, pensa portanto, como a maioria dos empresários portugueses, de todos os escalões, ou seja, no curto prazo.

A ideia é mesmo, que se pense no médio-longo prazo, de poder incentivar a economia, de poder-mos nos precaver para situações futuras, onde não sejamos tão atingidos pela crise, como fomos nesta, ou seja, aprender com os erros, aprender com o passado, e desta forma, não pensar que a governação, é um estatuto, ou mesmo, um poleiro, pensar dessa forma, é ser muito pequeno, ser mesquinho, e não ter a noção, que se alguém, os colocou ali, foi para servir bem o País e os interesses do mesmo.

Volto a relembrar, a solução para a maior parte desta crise, centra-se na empregabilidade de jovens, essencialmente os licenciados, são pessoas que tem uma abertura maior, e como estão inseridos na crise, mas têm mais necessidades pessoais para sair da mesma, em virtude de quererem a maior parte deles, criar a sua própria família, são pessoas, bastante ambiciosas e como tal, lutam incansavelmente para conseguir atingir os objectivos.

Penso que os governantes, mais cedo ou mais tarde, vão ter a noção desta mesma situação, e verão que mais vale sustentar um velho no desemprego, ou uma pré reforma, sem o prejudicar, que estar a cortar as pernas a um novo, que tem mais ideias, tem mais coisas novas a dar ao País, e o conduzir no médio-longo prazo.

Acordem mais uma vez, a Juventude é a solução do enigma.

Deixo a Questão: Que Pensa da Taxa de Desemprego ter atingido os 2 dígitos?

Tenho Dito

RT

Como Vão Passar o Natal os Desempregados De Portugal?? Alguém Tem Soluções Para Este Flagelo? Ajudas São Bem Vindas…

Prendas de Natal Fonte:www.tugatronica.com

Hoje, e por ser quase dia 1 de Dezembro, trago algo, que penso que deve ser tomado como uma responsabilidade social de todos nós, ao ler uma notícia, referente às vendas desta época natalícia que se avizinha, lembrei-me de um flagelo da nossa sociedade, passo a transcrever a referida notícia, seguida de um comentário breve, mas que penso seja, o suficiente para todos nós reflectirmos socialmente.

«Natal não deverá compensar perdas dos comerciantes

É o tudo ou nada. A campanha de vendas mais decisiva do ano para o sector do comércio já começou em finais de Outubro e, dos brinquedos e chocolates ao vestuário e perfumaria, a expectativa é a de que este Natal seja melhor do que o do ano passado.

Quase ninguém duvida de que a facturação cresça neste período, mas uma incógnita permanece: será o impulso no consumo suficiente para amparar as quebras ao longo do ano? “É sempre um período de maiores vendas em muitos subsectores do comércio e este ano não será excepção. A questão que se coloca é saber se esse aumento de vendas é suficiente em termos económicos para compensar o resto do ano. Temos fundadas dúvidas de que isso acontecerá”, diz a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal. O pessimismo dos comerciantes vai mais longe: é “convicção” do sector que muitas empresas não conseguirão manter as portas abertas até final do ano.

O estudo Xmas Survey 2009 da consultora Deloitte estima que os portugueses deverão gastar, em média, 390 euros em presentes – 30 euros por cada prenda, para uma média de 15 ofertas. Face a 2008, a quebra é de 3,7 por cento (405 euros). A recessão económica trouxe novos hábitos de consumo e fórmulas de venda mais agressivas. Mais do que o preço, a tendência de 83 por cento dos portugueses será dar prendas úteis. No contexto europeu, só os países da Europa de Leste (com excepção da República Checa) planeiam gastar mais dinheiro em prendas neste Natal.

Bens comprados em alta

No cabaz de compras, os livros estão no topo das preferências (63 por cento dos inquiridos) e estes dados trazem algum optimismo a Miguel Freitas da Costa, secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

“Em termos gerais temos esperança de que o Natal seja uma época que não seja má para os livros. É uma das alturas mais importantes para o sector, pesa bastante nas vendas”, afirma, sem especificar. As estimativas para 2009 são positivas. Miguel Freitas da Costa refere que não se registam quebras nas vendas de livros e o número de pedidos de ISBN (o sistema indentificador) tem vindo a crescer desde 2006 – até Outubro registaram-se 11.227 solicitações. Um indicador de vitalidade do mercado.

Também no negócio dos brinquedos, a recessão parece ter ficado de fora (ver texto ao lado) e as atenções voltam-se agora para o Natal. O ano foi dominado por brinquedos coleccionáveis, que deram impulso ao sector, mas falta agora saber se os pais vão preferir produtos de gama mais alta. “Não sabemos ainda se o consumidor vai fugir dos preços altos e continuar a comprar coisas mais baratas”, diz Sara Marçal, directora de marketing da Mattel. Uma incerteza que preocupa um sector onde 60 a 70 por cento das vendas anuais se fazem no Natal.

Já para o sector das bebidas, um dos produtos mais consumidos e oferecidos no Natal, esta época poderá trazer um novo fôlego. Com um 2009 em que “praticamente nada se vendeu a não ser vinhos abaixo de dois euros”, o presidente da Associação dos Comerciantes e Industriais de Bebidas Espirituosas e Vinhos (ACIBEV), António Soares Franco, acredita que o Natal trará alívio, fazendo as vendas subir cinco a dez por cento.

Também para o mercado do vestuário e calçado, a segunda prenda mais oferecida pelos europeus (segundo o estudo da Deloitte), as vendas irão aumentar durante a quadra natalícia. “Será um aumento ligeiro em si, mas significativo tendo em conta o actual contexto económico”, realça Catarina Lino, do departamento de vendas da Lanidor, onde o Natal contribui com 12 por cento das vendas totais.

Igual cautela estende-se aos perfumes e cosméticos. “O mercado em geral irá aumentar as vendas neste Natal, mas isso não será suficiente para o sector crescer este ano em termos globais”, evidencia António Ferreira de Almeida, director-geral da Sephora. Com as vendas natalícias a pesar 20 a 25 por cento na facturação anual, a empresa de perfumes e cosmética espera crescer seis por cento este ano. Uma meta positiva mas que, ainda assim, não compensa o afundamento das vendas em 2008, que chegou aos dez por cento.

Tão doce como 2008

“Optimismo prudente” é como Manuel Paula, director da Associação do Comércio Electrónico e da Publicidade Interactiva em Portugal, define o espírito das empresas que vendem na Internet. Também para o negócio dos chocolates, a perspectiva não é de aumento, e sim de estabilização. “No ano passado, a crise não fez descer as vendas, mas também não aumentou, e esperamos que este ano aconteça o mesmo, porque o chocolate substituiu outras alternativas mais caras e é encarado quase como uma forma de compensação de situações difíceis”, diz o presidente da Associação dos Industriais de Chocolates e Confeitaria (ACHOC), Manuel Barata Simões.

No caso da Nestlé, onde 50 a 60 por cento do negócio dos chocolates e bombons se faz no Natal, a crise também refreia as expectativas. “Esperamos um crescimento moderado este ano, de dois a três por cento, sendo que o Natal representa o grosso”, estima Orlando Carvalho, responsável pelo marketing de chocolates.

Para a Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), as vendas também deverão aumentar. “Normalmente Dezembro faz disparar as receitas, que duplicam nos estabelecimentos mistos (panificadora e pastelaria)”, diz o presidente Alberto Santos. Isto apesar de a concorrência das grandes superfícies provocar “grandes estragos” ao sector, que assiste à “massificação do bolo-rei e à venda em dumping [abaixo do preço de custo]”.

Shoppings optimistas

Nos centros comerciais, o Natal é um período de glória. Os espaços são exaustivamente decorados, inventam-se promoções e concursos, tentando atrair mais pessoas e aumentar as vendas. Apesar do cenário de crise, 2009 não foge à regra e as donas dos maiores centros comercias portugueses investiram no marketing para garantir que este Natal será melhor do que o do ano passado.

A Chamartín, que detém os centros comerciais Dolce Vita, prevê que as vendas aumentem quatro a cinco por cento nesta quadra. O Natal tem um peso de 30 por cento nas vendas anuais, que deverão aumentar entre 1,5 e 2 por cento em 2009.

Segundo o administrador executivo Artur Soutinho, “a época natalícia tem um peso cada vez mais significativo na performance anual dos centros comerciais”, quer devido à antecipação das compras natalícias para Novembro, quer à antecipação dos saldos para final de Dezembro.

Embora não divulgue valores, também a Sonae Sierra, que gere centros comerciais como o Colombo ou o NorteShopping, prevê uma “performance positiva” nesta época natalícia. Já para os espaços Fórum da Multi Mall Management Portugal (MMM), a expectativa é de um crescimento de vendas de cinco por cento este Natal, em linha com o do ano inteiro.

De acordo com o gestor da MMM, Paulo Alves, “os centros comerciais são centros estáveis de venda, mas também se nota que as pessoas estão mais racionais, trocando a compra de impulso por uma compra mais justificada”. Uma tendência que pode não comprometer a subida das vendas, mas que refreia o optimismo de quem está atrás do balcão.»

In: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1411887, a 29 de Novembro de 2009, em Jornal Público

O meu comentário:

Vou fazer um muito breve comentário, pois não quero tornar este post maçudo. Penso que a época de natal, está oficialmente aberta, a partir de agora andamos todos à caça do melhor presente, para oferecer a este ou a aquele.

É uma época no ano, onde se gasta mais, e onde, as famílias a seguir às férias, usam os plafond’s do cartão de crédito ao máximo, e onde fazem o impossível para esticar os cada vez mais reduzidos orçamentos familiares.

Na passada sexta feira, a SIBS, até ficou salvo seja, «entupida», com tanto subsidio de natal, e levantamentos e transacções, coisa que apenas poucos portugueses, terão direito, pois existe muitos, que não vão ter a felicidade de ter mais um dinheirinho extra na conta bancária, para as compras de natal, denomino os desempregados, que recebem sempre o mesmo.

Outros, é bem pior, estão desempregados, mas como não possuem direito a nenhum subsídio, vão contar com a boa generosidade dos familiares, penso essencialmente nos recém-licenciados, e que não têm trabalho.

O problema do Natal, para as pessoas que não possuem emprego, é algo bastante crítico, pois baixa imenso a auto-estima das pessoas, e faz as mesmas se sentirem inúteis e à margem da sociedade, as pessoas, ou auferem subsídios de desemprego, e não estão confortáveis com o se encontrar nesta situação, ou não auferem nada, e ainda é pior, pois se já é mau viver á conta dos outros, pior mesmo, é nesta época não ter com que agradecer, com uma simples e humilde prenda, sendo o ponto mais crítico para estas pessoas, a noite de consoada, onde existe uma troca de prendas, mas que estas pessoas, por serem inúteis à sociedade dá às mesmas uma vontade de fugirem e se isolarem, basicamente, irem para onde a sociedade os manda todos os dias, com os manter no desemprego.

Penso que a maior prenda de natal, que um jovem recém-licenciado ou um desempregado de longa duração podem ter, é mesmo um emprego, algo tangível, algo que os faça ganhar auto estima, algo que os faça sentir úteis e colaborantes, nesta cada vez mais exigente sociedade.

Peço a todos, que tenham um especial cuidado, e que as pessoas se lembrem nesta época, que estas pessoas necessitam serem auxiliadas, e de poderem ser integradas na sociedade.

Falo isto, porque me revoltam os números do desemprego,  e já estive desempregado, nesta época do ano, e não me senti confortável, nem mesmo hoje, me sinto confortável, pois trabalho em regime de prestação de serviços, o que faz com que às vezes não tenha ocupação, tal como enumero no meu perfil, encontro-me à procura de um novo desafio.

Deixo mais uma vez aqui o apelo, acreditem na potencialidade dos recém licenciados, acreditem nas pessoas, e lembrem-se, sem pessoas não existem clientes, se não se cooperar no emprego, e se todos não cooperarem no emprego, a potencialidade de termos crescimento de clientes, é bastante reduzida.

Deixo a Questão: Que pensa desta época natalícia e o crescimento do desemprego?

Tenho Dito

RT

Semana de Descontos Antes do Natal em Lojas OnLine em Portugal…

Semana de Descontos em Lojas OnLine em Portugal. Fonte: http://www.publicidadinternet.files.wordpress.com

Hoje trago algo que penso que vai fascinar os cibernautas, e o publico português, uma semana de descontos nas compras das lojas Online, passo a transcrever a referida notícia e de seguida faço um comentário à mesma.

«Lojas online fazem uma semana de descontos loucos

Conceito é importado dos EUA, com uma diferença: promoções que lá duram apenas uma segunda-feira, aqui são válidas toda a semana

Na próxima segunda-feira, mais de cem lojas online em Portugal vão importar pela primeira vez o fenómeno norte-americano conhecido por “Cyber Monday“. É um dia de descontos significativos para os produtos comprados online, que marca o arranque da época natalícia para os retalhistas da internet.

Mas na versão portuguesa não será apenas um dia, será uma semana. As marcas associadas à primeira Cyber Monday são de vários sectores, incluíndo a LG, Apple, Staples Office Center, La Redoute ou PIXmania, e os descontos poderão ultrapassar os 40%, sendo que ainda não estão fechados todos os acordos. A iniciativa é trazida para Portugal pelo portal KuantoKusta, que vai seleccionar as melhores promoções das lojas aderentes e disponibilizá-las em exclusivo no endereço www.cybermonday.pt até 6 de Dezembro. A lista definitiva das lojas será divulgada na sexta-feira.

“É um incentivo ao comércio electrónico, queremos que as pessoas associem os sites online às compras de Natal”, explica ao i Pedro Pimenta, consultor de marketing do KuantoKusta. O responsável adianta que o momento de crise é propício ao sector, já que os consumidores estão dispostos a procurar alternativas mais baratas. E com a melhoria da logística no sector, o receio de que os presentes não cheguem a tempo da noite de Natal estão postos de lado.

Na PIXmania.com, uma das participantes na Cyber Monday portuguesa, serão oferecidos dez euros por cada 150 euros de compras – uma das promoções mais agressivas que a marca alguma vez realizou em Portugal. Esta é a época mais forte para a empresa, que na quadra natalícia regista um incremento de 60% no tráfego. Segundo Rui David Alves, responsável pelo desenvolvimento dos negócios da PIXmania no sul da Europa, os produtos mais procurados são televisões, vídeo, informática e fotografia. A expectativa é de que as vendas disparem algo como 40%, ajudadas pelas promoções da Cyber Monday, que incluirão uma lista de produtos com o preço mais baixo da concorrência.

O motivo pelo qual a iniciativa dura uma semana, ao contrário da segunda–feira original, é o facto de os portugueses ainda não estarem muito confortáveis com as compras online. Pedro Pimenta refere que a iniciativa foi testada noutros mercados semelhantes e percebeu-se que um dia não era suficiente. Por isso, decidiram prolongar as promoções até 6 de Dezembro. No final desta semana arranca a campanha de marketing da iniciativa que por enquanto foi divulgada apenas nalguns meios especializados.

A Cyber Monday deverá dar um impulso precioso ao comércio electrónico português, que registou alguma estagnação no primeiro semestre. De acordo com os dados do estudo ACEPI/Netsonda, no segundo trimestre de 2009 um terço das lojas online inquiridas sofreu um decréscimo das vendas, enquanto 36% registaram um aumento residual. Ou seja, os últimos dois meses do ano serão fundamentais para as contas de muitos retalhistas online.

Como surgiu O fenómeno da Cyber Monday foi nomeado pela primeira vez há quatro anos nos Estados Unidos, pelo site Shop.org, quando se percebeu que os consumidores usavam a banda larga dos locais de emprego para aproveitar os saldos a seguir à “Black Friday” – a sexta-feira depois do Dia de Acção de Graças em que as lojas tradicionais fazem grandes descontos durante 24 horas. A Black Friday é conhecida pelas longas filas e lojas entupidas por clientes ansiosos para aproveitar as pechinchas nas compras de Natal. Quando se identificou o acréscimo substancial de consumidores nas lojas online na segunda-feira seguinte, os retalhistas virtuais perceberam que tinham arranjado uma versão digital da Black Friday.

O fenómeno é muito popular nos Estados Unidos e Reino Unido, embora alguns analistas questionem se faz sentido ou se está a ser fabricado. É que os consumidores têm cada vez mais acesso à internet de banda larga em casa e no portátil, não sendo já necessário que esperem até segunda-feira para fazerem compras com a internet do escritório.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/34416-lojas-online-fazem-uma-semana-descontos-loucos, a 24 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Penso que com estas iniciativas podemos dar finalmente o enraizamento da cultura do comércio electrónico na vida dos portugueses.

Muito se tem feito nos últimos anos, para tentar mudar os hábitos dos portugueses no que concerne à utilização da internet e mais concretamente o comércio electrónico, no entanto, os portugueses, são muito receosos, no que respeita a transacções monetárias na internet.

Penso que os portugueses são por etapas, o multibanco foi entrando nas vidas das pessoas, penso que foi mais fácil, muito também pelos horários dos bancos ser reduzido, e por as transacções serem mais baratas pelo MB, e ser um pouco tangível a operação com o MB, pois damos o cartão para levantar, ou efectuar a compra; no caso da internet, as pessoas têm receio, pois colocam o número de cartão crédito e depois vão la retirar o valor da compra, o que causa a ideia aos portugueses que o seu dinheiro anda a circular na internet.

No que concerne à ideia dos descontos nas lojas online, vem no seguimento das mesmas políticas seguidas pelas lojas físicas, onde por vezes, para se promoverem, para poderem escoar produtos especiais ou que estão a atingir a data de validade, é comum se praticarem descontos.

No entanto, a adesão a esta semana de descontos, para as lojas, também é uma maneira de ficarem com mais notoriedade, e de serem futuramente catalogadas como sendo lojas, de confiança e onde é seguro efectuar compras, além de que muitos, portugueses que recorrem à internet para conhecer produtos, possam «espreitar» o preço nestas lojas, no seguimento de promoções que fizeram anteriormente, e desta forma possam engrossar o número de clientes de comércio electrónico, e destas lojas.

Penso que, a iniciativa praticada nos EUA, num dia, e que não me recordo que tenha sido aplicada, às lojas físicas aqui em Portugal, passou para o comércio online nacional, e ainda por cima com marcas enraizadas neste tipo de comércio, estão de parabéns, pela antecipação de tendências, penso mesmo que a «semana dos descontos», vai ser um sucesso, pois vai ajudar a antever algumas prendas de natal, e desta forma, e aos poucos, mudar os hábitos dos portugueses.

Neste caso, ficam a ganhar os portugueses que podem comprar a qualquer hora, e ainda por cima mais barato, e as lojas dão preços mais baixos, pois apesar de ser um desconto para ser conhecido, o custo de manter uma loja Online é bem mais baixo que uma loja fixa.

Desejo Boas Vendas aos Comerciantes, e Boas Compras aos Clientes.

Deixo a Questão: Que pensa da semana dos descontos praticadas pelas lojas Online?

Tenho Dito

RT