Como Fazer Férias Baratas…

Férias Baratas... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo bastante interessante para quem quer poupar nas férias, passo a transcrever o referido artigo.

« Verão. Descubra os truques para ir de férias sem se endividar

 Ir de férias em tempos de crise não é impossível. Conheça as promoções, as alternativas e os melhores destinos

 Crise é a palavra de ordem, mas quando o calor aperta e convida a uns mergulhos os portugueses tendem a não prescindir de uns dias de férias de Verão. Para que a falta de dinheiro não seja um impedimento, as alternativas mais económicas são a solução. Além disso, as agências de viagem apostam em pacotes promocionais para os destinos mais apreciados nesta época do ano.

A agência Soltrópico garante: “Queremos fazer parte da solução e não do problema.” Cabo Verde, Croácia, Brasil e Marrocos continuam a ser os países com maior procura no Verão, garante Tiago Rodrigues, da Soltrópico. A agência lançou este ano uma campanha chamada Férias PEC (Para Esquecer a Crise), na qual sugere a todos os portugueses que aproveitem para partir para “alguns destinos próximos e ao mesmo tempo afastados do actual clima nacional de instabilidade”. Com o mote “Não nos incomodem com a crise. Estamos de férias”, a operadora turística propõe viagens a Cabo Verde e Marrocos, à Croácia, ao Brasil ou ao Dubai.

Depois de um interregno de cinco meses, o operador turístico regressou com as propostas de férias no Egipto e na Tunísia. “A crise política no país levou-nos a prescindir de dois dos países com mais procura, mas agora consideramos que estão reunidas as condições de segurança nesses lugares”, acrescentou Tiago Rodrigues.

A Top Atlântico também apostou em campanhas promocionais durante os últimos meses, até porque “a procura apresenta um ritmo inferior ao do ano passado e um aumento crescente de decisões de última hora”, garante ao i fonte da agência de viagens.

Os destinos mais procurados pelos portugueses continuam a ser os mais tradicionais: Cabo Verde, Caraíbas, Brasil. Algarve, Madeira e Açores, apesar de este ano ainda não terem destinos esgotados.

Em território português, as promoções vão dos fins-de-semana no Fundão às semanas de praia em Tróia. A nível internacional, as ofertas são dirigidas ao continente africano, com viagens a Cabo Verde a partir de 509 euros ou a São Tomé por 939.

No site da Halcon Viagens é possível ainda aproveitar as viagens com venda antecipada. “Reservar antes tem mais desconto”, garantem no portal da agência de viagens. Formentera, Ibiza e Maiorca são alguns dos destinos aconselhados.

Crise Mais de metade dos 400 inquiridos num estudo do site de reservas Hotel.com revelam que a crise económica vai afectar as férias deste ano. No entanto, quase metade mantém a intenção de fazer férias no estrangeiro.

O estudo “Férias fora de Casa 2011”, da Marktest, revela que, dos 400 inquiridos, mais de 30% dizem que a crise vai afectar as férias, tornando a estada mais curta, enquanto cerca de 4,9% assumem que não vão sequer fazer férias ou não vão sair de casa.

Um estudo mais abrangente, e também mais alarmante, mostra que praticamente dois terços dos portugueses não vão fazer férias de Verão. A falta de dinheiro é o principal motivo apontado por 63,8% dos inquiridos pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo. Dos que admitem parar nesse período, 76% garantiram que ficarão em Portugal, enquanto outros 13% elegem o continente europeu como destino.

Turismo Apesar da instabilidade nacional aos olhos dos estrangeiros, Portugal mantém-se como um destino de topo. Prova disso são os dados relativos aos lucros ligadas ao turismo: os turistas estrangeiros deixaram em Portugal receitas de 1924 milhões de euros nos primeiros quatros meses de 2011. Todos os mercados estratégicos contribuíram para o crescimento das receitas até Abril, com destaque para a França, o Reino Unido – um dos que mais se destacaram em dormidas e receitas.

Segundo o Barómetro Academia do Turismo, do IPDT, o Verão vai manter- -se como uma boa altura para o turismo. Sete de cada dez dos operadores turísticos inquiridos acreditam que o volume de proveitos dos mercados internacionais vai ser “melhor”, ou pelo menos “igual”, ao registado em 2010.

 

Truques para poupar

 

Trocar o quarto de hotel pelo parque de campismo

Margarida Pereira, 24 anos, decidiu que o espírito de aventura ia comandar as férias de Verão com o namorado. Optaram por trocar o conforto dos hotéis pelo campismo em parques ou mesmo pelo campismo selvagem. Durante uma semana no Alentejo e no Algarve a ideia é juntar o baixo orçamento à criatividade. “Queremos ir alternando entre parques de campismo, pousadas da juventude, ou até mesmo fazer campismo selvagem. É uma forma de rentabilizar o orçamento de forma divertida”, contou ao i. Com paragem em festivais de Verão, Margarida explica que o campismo é a primeira opção de quase todos os seus amigos. “Conseguir lugar em hotéis em época alta é quase impossível. Desta forma podemos ir mais dias e juntar um grupo maior”, acrescentou. O seu caso não é isolado. É uma opção que vai ganhando mais relevo, principalmente nesta altura de crise económica.

 

Troca de casa. Um negócio seguro e em crescimento

O alojamento de férias representa a maior fatia do valor gasto em férias e por isso a troca de casa é uma estratégia de poupança cada vez mais utilizada em Portugal. No site TrocaCasa.com celebram-se 250 mil trocas de casa por ano. A ideia é simples: após o registo, há que preencher uma ficha online na qual se descreve a casa que se tem para troca, o local que se pretende visitar e o número de pessoas que vão participar na viagem. Depois é esperar que um outro utilizador tenha interesse no que oferece e tenha também uma boa oferta em troca. As redes de troca de casa são pagas e supervisionadas, para evitar surpresas desagradáveis. Em metade dos casos, o acordo também envolve a troca de carros. É a nova tendência de férias low cost. Não se esqueça que o serviço não é gratuito. Se optar pela anuidade terá de pagar 2,95 euros por mês. 

 

Voos. O truque é deixar para a última hora e comparar preços

Antes de aceder a um site específico na altura de marcar uma viagem de avião, o ideal é recorrer a portais de comparação de preços. O skyscanner.com ou o viagens-booking.com são algumas das opções que apresentam as datas e as companhias com preços mais acessíveis. Apesar de muitos consumidores preferirem marcar viagens com antecedência, há ainda a opção de esperar até à última hora, altura em que podem surgir grandes promoções. É uma questão de arriscar e estar atento aos sites das companhias aéreas. Uma outra forma de poupar é apostar em levar pouca bagagem em voos de companhias low cost, por exemplo levar apenas mala de mão, sem qualquer custo adicional ao preço da viagem – mas esteja atento às restrições quanto ao tamanho destas malas. Já existem sites que ajudam a escolher apenas o essencial para a viagem, conforme o local que visita.

 

Palavras de ordem: descontos,  ofertas e promoções

Há quatro anos em Portugal, a Goodlife.com.pt apresenta-se como um conceito inovador que dá direito a descontos em centenas de locais por todo o país. Com uma boa organização é possível marcar alguns dias de férias por um preço bastante mais reduzido. Marta Ferreira é fã do conceito e já experimentou noites em hotéis no Algarve a jantares em restaurantes russos, tudo com descontos acima dos 50%. “Antes tinha de acampar ou ir para pousadas da juventude, agora com o mesmo dinheiro podemos ficar em hotéis de quatro estrelas”, conta ao i. A ideia multiplicou–se e actualmente são vários os sites com promoções do mesmo género. As opções de desconto são variadas e vão de tratamentos de beleza e entradas em parques de diversão a bilhetes para festivais de Verão.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/134282-verao-descubra-os-truques-ir-ferias-sem-se-endividar, a 19 de Julho de 2011, em Jornal I

RT

Dez Jogos Para Colocar As Crianças Mais Espertas…

Jogos Para Crianças... Fonte:http://www.ionline.pt

Ainda no rescaldo do dia Mundial da Criança, e apesar do dia ter sido festejado no dia de ontem, li na imprensa nacional, um artigo que achei interessante, e que deve ser aplicado todos os dias do ano…Vou transcrever o artigo, no entanto, não vou comentar o mesmo, em virtude de ser uma simples sugestão.

« Dia da Criança. Dez presentes para as tornar mais espertas

Quer fugir dos filmes da Disney, das Barbies e dos peluches? Siga as dicas dos especialistas

Flocards

Conjunto de cartões com aplicações magnéticas que permitem adquirir competências de forma divertida na área da matemática, da lógica ou das Ciências. A oportunidade dada às crianças de virarem os cartões para perceberem se acertaram ou erraram a escolha acrescenta piada e desenvolve a capacidade de aprendizagem. Outras mais-valias pedagógicas: aumenta a concentração e promove as capacidades de memorização.
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Puzzles

Não são o presente mais original do mundo, mas são velhos e bons. Segundo o pediatra Mário Cordeiro, “os puzzles continuam a ser jogos adequados a estimular a concentração e a relação
olho-mão e a capacidade de resolver problemas”. Para que os dilemas não sejam só coisa do mundo dos adultos, existem aos milhares: há os geométricos em 3D e até os que reproduzem o mapa de Portugal. E o melhor é que até convidam os graúdos a dar uma ajudinha.
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Mikado

Jogo de origem chinesa, com 41 varetas de diferentes cores. Ganha quem conseguir retirar o maior número de varetas sem tocar nas restantes. Ideal para desenvolver a agilidade e a paciência e para estimular a socialização. A partir dos 4/5 anos, o pediatra Mário Cordeiro recomenda os jogos de equipa, com regras simples, mas precisas: “A criança expande a criatividade e a imaginação, ao mesmo tempo que se entusiasma com as suas capacidades e êxitos.”
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Jogo “Quem não arrisca não petisca”

As suas crianças passam a vida a trocar as meias na hora de as calçarem? Misturam uma meia com riscas verdes com uma de riscas vermelhas? Com um jogo didáctico já podem aprender a calçar o par exacto de peúgas. O “Quem Não Arrisca Não Petisca” desafia os miúdos a encontrarem os pares certos no meio de 48 peúgas muito parecidas. Excelente para estimular a memória, a coordenação psicomotora, a apreensão e o tacto.
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Flauta, xilofone e tambor…

Os instrumentos musicais podem ser uma dor de cabeça para os pais – a menos que haja um verdadeiro músico dentro da criança, o mais certo é que não seja muito afinada. Para não enlouquecer com o barulho, nada como pensar nas mais valias futuras e colar um post-it ao frigorífico com a recomendação que o neurocientista Alexandre Castro Caldas deu numa entrevista recente ao i: “Tocar um instrumento permite trabalhar os dois lados do cérebro.”
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Preço Flauta desde 4,95€

Lego

Inventado nos anos 1930 por um dinamarquês, é um clássico que nunca passa de moda. Para os especialistas, ainda está por inventar um método tão simples e tão estimulador da imaginação como o LEGO. Perante um monte de blocos, as crianças podem manipular, construir e reconstruir os objectos que desejem. Recomendados para estimular a concentração, a criatividade, a percepção e a orientação espacial.

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Preço 31,90€

Mancala

As suas propriedades pedagógicas são elogiadas até pela Sociedade Portuguesa de Matemática. Jogá-lo dá uma espécie de super-poderes. Desenvolve, claro está, o raciocínio matemático, bem como noções de proporção e estratégia. Cada jogador é obrigado a recolher sementes ou pedrinhas e com elas semear não só as suas casas como as do seu adversário.

Onde comprar www.apm.pt (Associação de Professores de Matemática)
Preço 24,30€

Science 4 you – Química 500

Um português decidiu inventar uma linha de brinquedos educativos com selo da Faculdade de Ciências de Lisboa. Cada caixa destes brinquedos pedagógicos permite realizar várias experiências. O Kit de Química oferece a descoberta de mais de 30 experiências clássicas que prometem transformar qualquer criança num pequeno cientista. Na compra, ainda recebe bilhetes de entrada para Museus da Ciência.

Onde comprar science4you.pt
Preço 31,90€


Livro “Iniciação ao xadrez”

Se é daqueles adultos que acha que um jogo de xadrez é uma verdadeira dor de cabeça, pode juntar-se aos miúdos na hora de ler este livro e aprender todas as regras de forma divertida. Depois, é só estar atento e prever as jogadas do adversário. Atenção: o presente só funciona se for um 2 em 1. Nenhum miúdo vai achar piada ao livro se não tiver um xadrez ao lado para treinar.  E como até numa boa loja de chineses encontra um, o custo não é desculpa.
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Preço 13,65€

Yummy Dough

Yummy Dough é uma pasta de moldar comestível. Sim, leu bem, comestível. Se sempre teve receio de oferecer plasticina às crianças com receio de que a comessem, esta é a plasticina certa: é 100% saudável e nem sequer leva fermento para não causar dores de barriga. Receita: adiciona-se água à massa, moldam-se figuras de várias cores, leva-se ao forno e… come-se. Estimula o tacto e ensina a distinguir cores, ao mesmo tempo que sacia a gulodice.
Onde comprar Imaginarium
Preço 9,95€ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/62454-dia-da-crianca-dez-presentes-as-tornar-mais-espertas, a 01 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Prendas!

RT

IVA Vai Sofrer Alterações.. Conheça Aqui os Principais Detalhes…

As Contas do IVA...que vai aumentar...

Hoje trago uma notícia onde é anunciado o aumento do IVA, de forma a contornar o défice. Não vou comentar, pois não tenho tido muito tempo disponível para comentários, no entanto, vou transcrever a referida notícia, e deixo ao livre arbítrio de cada um para comentar.

«IVA a 21%: Portugal é 6º país europeu a cobrar mais impostos

O aumento do IVA para 21 por cento, que deverá ser hoje anunciado pelo Governo, coloca Portugal no sexto país da União Europeia com impostos sobre o consumo mais elevados, de acordo com a lista divulgada em maio pelo Eurostat.

Entre os 27 países, só cinco aplicarão um IVA mais elevado, à taxa normal: Dinamarca, Suécia e Hungria, com 25 por cento, e Polónia e Finlândia, com 22 por cento.

Bélgica, Grécia, Irlanda, Letónia e Lituânia praticam taxas de 21 por cento, a mesma que deverá ser cobrada em Portugal.

As grandes economias europeias, como a França, a Alemanha, a Itália ou o Reino Unido, cobram taxas inferiores, respetivamente, 19,6 por cento, 19 por cento, 20 por cento e 17,5 por cento.

Espanha, que praticava um dos valores mais baixos da União Europeia (16 por cento), vai subir o IVA para 18 por cento, a partir de 01 de junho, ficando, ainda assim, no grupo dos países que aplicam taxas mais reduzidas, a par de Malta.

Luxemburgo e Chipre são os países europeus onde o IVA é mais reduzido: 15 por cento.

Em Portugal, existem três escalões de IVA: a taxa normal, de 20 por cento, uma taxa intermédia, de 12 por cento, aplicada na restauração, nos vinhos e em alguns produtos alimentares como conservas e aperitivos, e uma reduzida, de cinco por cento, sobre os bens de maior necessidade.

O Governo deverá hoje anunciar um conjunto de medidas para acelerar a redução do défice e responder à pressão dos mercados internacionais.

Entre as medidas a ser negociadas com o PSD estão o aumento do IVA num ponto percentual nos três escalões, a subida do IRC em dois ou mais pontos percentuais, a redução de cinco por cento nos salários dos políticos, gestores públicos e membros das entidades reguladoras, para além de uma subida do IRS de 1 por cento para quem receba até cinco salários mínimos (2.375 euros por mês) ou de 1,5 por cento para quem receba acima desse valor.

Com estas medidas, o Executivo espera receber este ano cerca de 1.700 milhões de euros, o suficiente para que o défice das contas públicas possa chegar ao final de 2010 nos 7,3 por cento.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/59735-iva-21-portugal-e-6-pais-europeu-cobrar-mais-impostos, a 13 de Maio de 2010, em Jornal I

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Que Livros Comprar por 7,5€ na Feira do Livro…

O Que Escolher por 7,5€ na Feira do Livro Fonte: http://www.portuguesaebrasileira.com

Hoje trago como sugestão, um artigo que saiu num diário da nossa praça, relacionado com os livros, mais concretamente com a feira do livro de Lisboa. O artigo versa, por o valor de 7,5€, alguns títulos que podem ser adquiridos na feira. Passo a transcrever o artigo, no entanto, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

«Ir à Feira do Livro com 7,5 euros no bolso

A carteira pode não aguentar a tentação livreira da época. Definimos um orçamento e ficámos de mãos cheias

À noite pode ser diferente, mas durante o dia e enquanto decorre a Feira do Livro, o Parque Eduardo VII, em Lisboa, é um festival de famílias, rulotes de farturas e escritores à espera de quem lhes peça um autógrafo. Um António Lobo Antunes terá sempre grandes filas de admiradores. É normal e justo. Mas causa algum transtorno ver uma figura como Eduardo Lourenço numa mesa vazia perante a indiferença da turba que se apinha para tirar fotografias a um Filipe Faria. É a democracia consumista em acção, de máquina digital em punho e a empurrar, parque acima, o futuro em forma de carrinho de bebé. Do outro lado da feira e deste espectáculo infantil, o contraponto cronológico: uma mesa onde se sentam as tartarugas do regime, de Baptista-Bastos a Mário Zambujal, que cavaqueiam placidamente ao sol. Um país dentro de um parque, clima favorável à exposição de intelectuais em esplanadas, hordas de compatriotas que ziguezagueiam em velocidade Colombo, barracas que conferem ao evento um encanto mediterrânico e demodé, literatura religiosa e literatura profana, pequenas editoras e gigantes do mercado. Sobre esta feira de Carcavelos, com livros em vez de lingerie barata, as nuvens da crise. Insuficientes para desanimar os compradores, que sacam do cartão multibanco com reflexos de Lucky Luke. A oferta não é infinita, mas quase. Romances acabadinhos de sair e romances de que ninguém se lembra, teses obscuras e ensaios brilhantes, culinária e dietas, cães e gatos, Anitas e Noddys, Bento XVI e Barack Obama e até um livro cujo título desafia as crenças do autor: “Obras Póstumas”, de Allan Kardec. Haverá cartão que aguente? O melhor é não arriscar e definir um orçamento à partida. O nosso era de 7,50 euros e conseguimos não ultrapassá-lo. Com tantas famílias a passear na feira, procurámos livros sobre o assunto e encontrámos algumas boas surpresas.

Os Métodos Anticoncepcionais

A capa é um clássico. Misto de disco de Serge Gainsbourg e panfleto das Testemunhas de Jeová, é em si mesma um poderoso anticoncepcional. O livro enumera os métodos anticoncepcionais à disposição do casal. Fala de espermicidas químicos (que não só impedem a gravidez mas que também combatem o míldio da vinha) e do método Ogino-Knaus. Tem nome de tratado italo-germânico mas trata-se apenas do popular método do calendário, que obriga os seguidores a consultarem o almanaque “Borda d’Água” antes de qualquer relação sexual.

Gravidez – Dê ao seu bebé um começo saudável

Se, por algum motivo, o livro anterior não resultar, sugerimos a compra deste. Este livro recomenda o “aconselhamento genético” se “você e o seu companheiro forem primos direitos ou parentes chegados”, ou partilharem a roupa interior. Se forem primos é muito importante decidir atempadamente se vai tratar a avó dos seus filhos por tia ou por sogra. “A maioria das mulheres reconhece a falta da menstruação como o primeiro sinal da gravidez.” A maioria dos homens só se dá conta quando a criança começa a chorar.

Meditações sobre a Família

Este livrinho reúne várias citações de grandes autores e uma de Pearl S. Buck. No final, há um espaço para o leitor escrever as suas próprias meditações sobre a família e fazer de conta que a sua opinião é importante.

Comédias e Dramas no Casamento

O casamento é uma instituição perfeita com um elemento a mais. O autor é terapeuta e a descrição que faz dos casamentos lembra mais os filmes de espionagem do que a relação de duas pessoas que prometeram amar-se para sempre. Um dos segredos para um casamento bem-sucedido passa por delimitar o âmbito das discussões. Mas qual é a piada de discutir com o outro se estamos a perder e não podemos desenterrar uma discussão que ganhámos?

Como Vender num Estabelecimento

Este livro pouco tem a ver com a família, a menos que queira vender a sua mulher. No entanto, pode ser um livro útil para corrigir comportamentos de pessoas que o atendem. “Acaba de receber o cliente que se encontra à sua frente, e agora vai fazê–lo falar.” Afinal, o livro não treina vendedores mas profissionais da CIA. Define sete tipos de clientes mas esquece-se do “estúpido sem dinheiro que só está ali a olhar para as montras”. O melhor é ler porque nunca se sabe quando terá de engrossar as fileiras de empregados da Zara. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/58185-ir–feira-do-livro-com-75-euros-no-bolso, a 4 de Maio de 2010, em Jornal i

Boas Leituras

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Portugal Quer Tentar Não Atingir os 600 Mil Desempregados…Será que Consegue?? Veja Aqui Algumas das Medidas…

Desemprego quase nos 600 mil...

Hoje venho analisar o tema discutido na assembleia da republica, a noticia está abaixo transcrita e de seguida vou tecer um comentário à mesma.

«Portugal terá 600 mil desempregados no final do ano

As contas são de Paulo Portas que chamou Governo ao plenário para discutir desemprego.

Portugal começou o ano com 400 mil desempregados. «Quando acabar o ano terá muito provavelmente 600 mil desempregados». As contas são do líder parlamentar do CDS, Paulo Portas, que esta quarta-feira vê o Governo dirigir-se ao plenário da Assembleia da República para discutir o aumento da taxa de desemprego em Portugal, a pedido do seu partido.

Governo admite que desemprego vai aumentar

«Em cada cinco jovens, um não consegue encontrar uma possibilidade de encontrar um projecto de vida», sintetizou Paulo Portas, sublinhando que «não vale a pena ter em 2010 a mesma política de combate ao desemprego de 2009».

Para o CDs-PP são as «micro, pequenas e médias empresas que criam emprego» e, por isso, considera que «é muito mais útil ter menos impostos para ajudar as empresas a sobreviverem e aumentarem postos de trabalho do que terem impostos altos e entrarem em incumprimento».

Paulo Portas defendeu, por isso, que o Governo «baixe o pagamento especial por conta enquanto é tempo, aceite pagar as dívidas do Estado a tempo e horas dinheiro que vai mais rápido para economia e ponha a funcionar fundos comunitários, nomeadamente o QREN e o PRODER». Além disso, o deputado centrista apelou para que o Governo «aceite majorar o subsídio de desemprego a casais desempragados, especialmente quando há filhos».

Ministra promete mais 500 mil postos de trabalho

A ministra do Trabalho, Helena André, subiu ao púlpito do hemiciclo para sublinhar o novo «Pleno Emprego», programa do Governo para estimular o emprego em Portugal, justificando a actual situação com a crise internacional.

«A crise que estamos a enfrentar não e um problema de poucas semanas é um combate de anos em que as medidas de curto prazo tem de ser enérgicas», disse Helena André, reforçando, no entanto, que «estamos felizmente longe da situação da estónia, Eslováquia Irlanda, Espanha».

Helena André garantiu que «o novo Pleno Emprego aposta no sistema de emprego com qualidade», afirmando que «empregos precários não contam. São nefastos para a qualidade do emprego».

E ficou a promessa: «Vamos criar mais de meio milhão de postos de trabalho». »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-crise-desemprego-paulo-portas-cds-trabalho/1132885-1730.html, a 20 de Janeiro de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

A minha análise a esta noticia, tem pontos a favor e pontos contra.

Penso que de positivo a noticia refere e muito bem, que os governantes tem consciência da falta de existe muita falta de emprego, e quem são os mais prejudicados são os mais jovens, essencialmente os que possuem licenciatura, pois são estes que deveriam ter emprego em quantidade e qualidade, para que exista sustentabilidade e desenvolvimento do país, mas não, é exactamente o contrário, os que possuem mais emprego, são os jovens com menores qualificações e possuem até mesmo os empregos mais duradouros, não compreendemos e como, isso acontece, e como pensam os governantes desenvolver o país com este tipo de emprego, e que recorre muitas vezes, a empresas de trabalho temporário, e que paga os ordenados mínimos, convenhamos que alguém com o ordenado mínimo, dificilmente consegue despoletar o consumo que os governantes, estão à espera que seja responsável pelo incremento da economia em Portugal.

No entanto, os governantes já indicaram que não são a favor do trabalho precário, ou seja, o trabalho com contractos, pois bem, até indicam mesmo, que trabalho desse tipo, não deve ser considerado trabalho de qualidade, no entanto, um dos pontos que tenho contra, é que o governo fomenta esse mesmo tipo de trabalho, e veja-se um exemplo disso, é os estágios na função publica que vai abrir, são pelo menos em primeira estancia trabalho temporário, pois não existem garantias de integralidade dos jovens estagiários…Penso que seria mais benéfico para o país, era que os funcionários públicos que pretendem a reforma (e que são muitos), lhes seja concedida a mesma, e se coloque a juventude que quer trabalhar nesses mesmos lugares, com certeza iríamos ter mais qualidade nos serviços públicos, além de transparecer uma imagem mais agradável ao por exemplo, chegarmos às finanças e termos pessoas mais jovens e com vontade de nos atender.

Outro factor que o governo, deve ter em conta, é apertar as regras para as empresas de trabalho temporário, empresas estas, que coabitam no nosso mercado de trabalho, dando facilidades aos seus clientes (por vezes empresas muito grandes), de poder usar, e abusar de um trabalhador, e não saírem manchados ambos desta mesma situação, penso que parte da desmotivação das pessoas começa nessas pequenas coisas, como serem encaradas como pessoas capazes e com vontade de trabalhar, e não como meros objectos, andamos a criticar e bem, que no passado se usava e abusavas das mulheres, e a mentalidade teve que mudar, pois as mulheres não são meros objectos, e a mesma filosofia se deve ter em conta no que concerne no mercado de trabalho.

Vamos aguardar, para ver o que dá, no entanto, pessoalmente não acredito muito nestas medidas, pois gato escaldado de água fria tem medo, pois muitos jovens estão cansados destas mesmas situações, e por tal razão é que andam afastados das lides políticas e dos governantes, pois não acreditam, nem conseguem entender a tangibilidade da política, e os seus representantes.

A esperança e relembro mais uma vez, para que fique bem vincado, está na juventude, especialmente a licenciada e que anda à procura de uma oportunidade, quem lhe souber estender o braço e a estimular, vai ter sucesso com certeza, pois esta juventude não é de desperdiçar as oportunidades que lhe são concedidas.

Tenho Dito

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Como Se Deve Usar Um Cartão de Crédito e Não Ficar Preso Num Mar de Dívidas…

Como usar cartões de Crédito... Fonte: http://www.credifiscomg.com.br

Hoje trago uma notícia cujo conteúdo achei bastante  pertinente, que é sobre a utilização do cartão crédito. Passo a transcrever a referida peça jornalística, no entanto, não vou tecer nenhum comentário.

« Cartões de crédito: como evitar uma espiral de dívidas

Bancos alargam plafonds no Natal e reforçam ofertas. A tentação é grande mas saiba que o seu risco de crédito pode piorar se não se controlar

O final do ano costuma ser das alturas em que os portugueses mais recorrem ao cartão de crédito. As compras do Natal a isso obrigam. Mas o início do ano novo pode não ser melhor. Com o dinheiro todo gasto nos presentes e extravagâncias da passagem de ano, muita gente vai entrar em 2010 com as finanças desfalcadas.

A Agência Financeira recolheu algumas dicas para o ajudar a evitar a espiral das dívidas de crédito.

Os bancos sabem que esta é uma altura em que está mais vulnerável e que é mais fácil cair em tentação. Por isso, normalmente reforçam a sua oferta de cartões de crédito. Se subscrever ainda recebe um presente de boas-vindas, ou uma taxa de juro promocional, nos primeiros tempos.

Embora possa parecer atractiva, esta oferta traz água no bico. Certo e sabido. Se lhe parece que poupa no início, graças à taxa de juro promocional, no futuro, vai ter de compensar. É que, normalmente, estes cartões têm associadas taxas de juro elevadas, que chegam a ultrapassar os 30%. Por isso mesmo, evite-os.

Sabe a TAEG do seu cartão?

Mantenha o menor número de cartões de crédito possível, de preferência opte pelo que tiver a taxa mais baixa, e use-o só quando for absolutamente necessário. Descubra qual a taxa anual efectiva global (TAEG) de cada cartão e guie-se por essa comparação, porque essa é a taxa que mede os encargos totais associados ao cartão.

Se tem vários cartões, compare as taxas cobradas em cada um deles, e use o que sair mais barato. Planeie antecipadamente qual dos cartões vai usar
.
Anote qual o limite de crédito que tem em cada cartão e quais os pagamentos que já fez com cada um deles. Assim, saberá sempre quanto ainda pode gastar para atingir o limite. E tente nunca fazer as coisas à conta. Não conte só com as prestações dos créditos, os pagamentos dos cartões e as outras despesas mensais habituais. Deixe sempre alguma margem para os imprevistos. Se pensar bem, eles acontecem quase todos os meses: uma avaria no carro, uma doença que exige uma consulta médica extra, material escolar extra para os miúdos, roupa nova que é necessária¿ enfim, a lista não acaba.

Atrasos nos pagamentos influem na avaliação do risco

Saiba também que, apesar de contratar um determinado plafond quando subscreve o cartão, o banco pode alterar esse limite de crédito, se considerar que as condições do cliente mudaram. Por exemplo, se o cliente mudou de emprego e passou a ganhar mais ou menos, se é frequente haver atrasos nos pagamentos, etc. Nalguns casos, os bancos até alargam o plafond temporariamente na época de Natal. Em todas as alterações, o cliente deve ser avisado.

O problema é que, quando o limite aumenta, é mais fácil cair na tentação de o usar todo. E depois os problemas surgem na hora de pagar. Os atrasos nos pagamentos aumentam o seu perfil de risco junto da banca. Se, no dia em que deveria pagar a dívida do seu cartão de crédito, não tiver dinheiro suficiente na conta, entra em mora, ou seja, em atraso. E isso influi na análise do seu risco.

Mas mesmo que pague tudo a tempo e horas, pode ser penalizado, no cálculo da taxa de esforço (peso que todas as prestações de crédito têm no seu rendimento mensal e que ajuda a determinar o seu risco no crédito). Por exemplo, se quiser pedir um empréstimo ao banco, a percentagem do plafond que tiver usado é considerada para calcular a taxa de esforço.

Por fim, sempre que puder, pague em dinheiro. Evite cartões, de débito e crédito. Pagar em dinheiro ajuda a tomar consciência do quanto está a gastar, porque vê as notas a desaparecerem da carteira. Literalmente.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/geral/portugal-europa-cartoes-credito-dividas/1113192-5238.html, a 31 de Dezembro de 2009, em Agência Financeira

Boas Utilizações

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Livros…Conheça os Títulos Mais Badalados Para Oferecer Este Natal…

Por estarmos a poucos dias do natal, e como se aproxima vertiginosamente as ultimas prendas, por falta de sugestões, deixo sempre aqui um presente que agrada sempre a maioria das pessoas, um livro, deixo aqui alguns títulos que saíram na semana passada num diário da nossa praça, aproveitem as sugestões e bons presentes.

«Dez livros para oferecer e fazer boa figura

O ano de 2009 trouxe livros para todos os gostos. Até para os de Cavaco, Soares ou Moura Guedes. Eis a escolha dos nossos críticos

Foi um ano em grande. O terrorismo islâmico chegou à literatura portuguesa e já provocou mais de 100 mil vítimas, maioritariamente civis. O livro de José Rodrigues dos Santos é o melhor do ano, na categoria “revisto por um ex-operacional da Al-Qaeda”. José Saramago também quis despertar a fúria divina mas o melhor que conseguiu foi um debate com o padre Carreira das Neves. António Lobo Antunes publicou o seu centésimo nono romance. Aguarda-se a tradução para português. Se o ano correu bem aos vivos, os mortos também não têm razões de queixa. Stieg Larsson e Roberto Bolaño ocuparam os tops de vendas.

Editores e agentes literários gostam que os escritores recebam prémios, mas alguns desconfiam que é mais vantajoso matá-los. Lá fora, tudo na mesma. Philip Roth lançou mais um romance e não ganhou o Nobel. A academia sueca atribuiu o prémio a Hertha Müller, mantendo a tradição de contrariar as casas de apostas. Terminada a febre dos feiticeiros adolescentes chegou em força a febre dos vampiros adolescentes. Como se os adolescentes não fossem suficientemente estranhos. Que tal uma saga de adolescentes que estudam numa escola para adolescentes e que, em noites de lua cheia, se transformam em adolescentes mas com mais acne? Por fim, o ano ficou marcado pelo regresso de Dan Brown. O mundo sobreviveu.

1. História de Portugal €35,10
De Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos
e Sousa, Nuno Gonçalo Monteiro
Bom presente porque: mais de duas dezenas de anos depois é a primeira síntese consistente da nossa história.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: à classe política. O conhecimento do passado é sempre um bom contributo para edificantes e proveitosos debates sobre o estado da nação. Sem inimputáveis palhaçadas.


2. Obra Poética, vol I e II €49,99

De Manuel Alegre
Bom presente porque: Basílio Horta, Freitas do Amaral, Cavaco Silva – nenhum outro candidato derrotado nas presidenciais tem uma obra poética deste quilate.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Mário Soares. O Natal é a época ideal para reconciliações.


3. Escritos Secretos €16,11
De Sebastian Barry
Bom presente porque: é um labirinto narrativo baseado nas memórias de uma mulher isolada, turvadas por problemas de stress pós-traumático e circunstâncias dramáticas ligadas à história da Irlanda no século XX.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Manuela Moura Guedes. Substitua-se Irlanda por TVI em Portugal no século XXI e tudo o que está acima descrito pode aplicar-se à situação da jornalista.


4. Barroco Tropical €16,65
De José Eduardo Agualusa
Bom presente porque: Agualusa tem duas qualidades essenciais para o sucesso do escritor moderno: escreve bem e não é estrábico. A fotogenia faz do escritor uma figura de estilo.
Vai fazer boa figura se oferecer o livro: à filha de José Eduardo dos Santos.

5. Caim €13,70
De José Saramago
Bom presente porque: os ateus também têm direito a celebrar o nascimento de Cristo. Se o puderem fazer cometendo um sacrilégio, juntam o útil ao agradável.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Deus. Como Ele está em todo o lado, poupa em portes de envio.


6. 2666 €23,45
De Roberto Bolaño
Bom presente porque: Roberto Bolaño escreveu-o para assegurar o futuro financeiro dos filhos. Podia ter feito um seguro de vida, mas os latino-americanos têm estas manias.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a uma empresa de reciclagem de papel (são mais de mil páginas).


7. A Segunda Guerra Mundial €27

De Martin Gilbert
Bom presente porque: no ano em que se comemoram 70 anos sobre o início do conflito, esta obra permite perspectivar o passado e perceber que a História pode repetir-se.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Barack Obama. Adequa-se ao homem que mencionou a palavra guerra mais de 40 vezes no discurso de recepção do Prémio Nobel da Paz.


8. Trilogia Millenium €59,50
De Stieg Larsson
Bom presente porque: Os três volumes destes romances policiais vertiginosos e atentos ao espírito dos tempos são verdadeiramente aditivos e constituem um inteligente divertimento.
Você vai fazer boa figura se oferecer este livro: a Cavaco Silva. Em 2004, a hacker Lisbeth Salander violava com facilidade protocolos de segurança informática. Se o Presidente tivesse lido Millenium nunca teria lançado a dúvida: “Será possível alguém do exterior (…) ler os meus emails?”


9. O Tigre Branco €13,49
De Aravind Adiga
Bom presente porque: expõe as entranhas da Índia e destrói todos os mitos românticos em relação ao país.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a todos os neo-hippies encartados seduzidos pela trilogia exotismo, sabedoria ancestral e espiritualidade. A desintoxicação é garantida.


10. O Símbolo Perdido €22,46
De Dan Brown
Bom presente porque: é de um autor praticamente desconhecido, o que faz dele um candidato ao Nobel. Depois da Opus Dei e da Maçonaria, correm rumores que Dan Brown prepara um livro sobre a ERC.
Vai fazer boa figura se oferecer este livro: a José Rodrigues dos Santos.

E para as crianças…

Predadores
de Lucio & Meera Santoro
Os mais espectaculares e assustadores animais num livro com pop-up a tornarem o cenário mais emocionante. Também tem janelas e tiras com informação adicional, nomeadamente, quais estão em risco de extinção (alô Cimeira de Copenhaga!).

Princesa Poppy – O Aniversário
De Janey Louise Jones
Poppy faz anos, mas ninguém parece lembrar-se, prestes a desesperar é surpreendida. Uma história simples a lembrar que as meninas são muito amadas.

Anjos de Pijama
De Matilde Rosa Araújo (poemas) e Maria Keil (desenhos)
Para reforçar o contacto dos mais novos com a poesia este livro, magnificamente ilustrado, é um bom companheiro . Leiam os poemas em conjunto e deliciem-se com a subtileza das palavras.

Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas
Vários Autores
Histórias em que os heróis também têm de resolver problemas variados. Pedro Sena-Lino coordenou diversos autores nacionais, alguns deles aqui num registo pouco habitual. As ilustrações são de peso pesados da área.

O Alfabeto dos Países
De José Jorge Letria (texto) e Afonso Cruz (ilustrções) – Oficina do Livro
A partir das letras do alfabeto são explicados em verso os países correspondentes. Por exemplo, A de Austrália ou B de Brasil. A aprendizagem é múltipla – do abecedário e do Mundo – e seguramente divertida.

O Bebé Que Não Queria Ir Para a Cama
De Helen Cooper
Um bebé teimoso resiste ao cansaço e vai desafiando os amigos para o acompanharem, mas no mundo da fantasia todos estão a cair de sono. Maravilhosamente próximo da realidade, com ilustrações belíssimas.

O Pequeno Livro do Ambiente
De Christine Coirault
De pequenino se instalam bons hábitos. Um livro que ensina a ter atenção ao meio ambiente através de bons conselhos como, por exemplo, fechar a torneira da água enquanto se escovam os dentes.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/37742-dez-livros-oferecer-e-fazer-boa-figura, a 16 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Compras e Bom Fim Semana!

RT

Dicas Para Umas Mini Férias de Natal…

Destinos de Natal... Fonte: http://www.crisanto.jor.b

Hoje começam as férias escolares dos mais pequenos, trago algumas sugestões para umas mini férias de Natal em Família, passo a transcrever o artigo e como se tratam de sugestões transcritas de um diário da nossa praça, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

«15 ideias para umas férias de Natal em grande

Actividades para os mais novos, de norte a sul e para todos os gostos

O Natal é uma época tão especial que quase se podia dizer às crianças: “Esperem aqui sossegadinhas que o Pai Natal deve estar a chegar.” Ligava-se a televisão e os miúdos ficavam colados ao ecrã durante horas. É certo que estariam protegidos do frio, da chuva e das constipações, mas férias que se prezem não são para ficar em casa.

De norte a sul do país há programas próprios da temporada para todos os gostos e para todas as bolsas. A tarefa difícil é seleccionar apenas 15. Muita coisa ficou de fora, mas foram prioritários os gostos dos miúdos. Deixamos um conselho: escolha as actividades segundo os interesses dos pequenos. De artes plásticas, ciência, culinária, música, teatro, dança e histórias à equitação.

Campo de férias ou em família Não é só no Verão que há campos de férias. É certo que no Natal ninguém está interessado em ir passear para a praia, mas o Campo Aventura, em Óbidos, propõe umas férias com tanta ou mais adrenalina que as da época de calor. Há espeleologia, peddy-papers e para os mais corajosos um acampamento.

Se está de férias nas próximas semanas, sugerimos um programa em família no Gymboree, em Lisboa, Almada e Porto. Aprenda novas brincadeiras para as crianças e junte-se a elas para fazer enfeites de Natal.

Artes Plásticas
Postais de Natal no Museu do Oriente
Os emails tornaram os postais de Natal antiquados e quase peças de museu. Apercebemo-nos disto quando as crianças aprendem a fazê-los numa espécie de aula de história. A partir da exposição “Selos Portugueses do Oriente”, do Museu do Oriente, em Lisboa, os miúdos vão aprender a fazer um velhinho postal à mão.
Preço: €60 (€5,60 almoço)
Horário: Das 10h às 13h e das 14h às 17h
Duração: De 21 a 23 Dez.
Idade: 6-12 anos
Contactos: 213 585 200

Fitas artesanais
Personalizar a árvore de Natal é o desafio desta oficina do Museu Serralves, no Porto. Mas este não é um simples ateliê de artes plásticas. Os miúdos
vão pintar fitas, bolas e utilizar materiais recolhidos nos jardins de Serralves para fazer enfeites amigos do ambiente. O limite é a imaginação.
Quem disse que pedras e galhos não davam uma boa decoração?
Preço: €30
Horário: Das 9h30 às 12h30
e das 14h às 17h
Duração: De 21 a 23 Dez.
Idade: 4-6 anos
Contactos: 226 156 500

Fazer chapéus
É a oficina indicada para os miúdos num nível avançado no corta e cola. São João da Madeira bem podia ser a capitaldos chapéus, e é lá que encontramos um ateliê para crianças onde podem fazer chapéus, com feltro ou pêlo. Antes de porem mãos à obra, os miúdos passam a manhã na biblioteca a ler histórias de Natal, inspiração para fazer
os chapéus.
Preço €20
Horário: Das 9h30 às 12h30
e das 14h às 17h30
Duração: De 21 a 23 e de 28 a 30
Idade: 7-14 anos
Contactos: 256 201 680

Culinária

Biscoitos e salame
Quem disse que a culinária não se dá bem num museu de arte? A oficina de guloseimas natalícias prova que os doces são os companheiros ideais desta quadra. O anúncio é claro: “Miúdos invadam as cozinhas”. Aqui não se aprende apenas a misturar farinha com ovos ou a fazer biscoitos, bolachas e salame de chocolate. Em Serralves vão tornar-se mestres da decoração pasteleira.
Preço €30
Horário: Das 14h às 17h
Duração: 28 e 29 Dez.
Idade: 4-6 anos
Contactos: 226 156 500

Algas e peixe
Não é só de doces que se faz o Natal, por isso o Oceanário, em Lisboa, quer transformar os miúdos em cozinheiros de peixe e algas. Esta oficina de culinária é só de um dia e faz parte do programa Férias debaixo de Água – Natal. São cinco dias temáticos, onde os miúdos resolvem mistérios, aprendem a cozinhar sem usar peixes em vias de extinção e aprendem a conhecer a viola-de-espinhos ou o dragão-marinho.
Preço €150 (4 dias)
Horário: Das 9h às 18h
Duração: De 21 a 31
Idade: 4-12 anos
Contacto: 218 917 002

Minicozinheiros
Até a pizza pode ser natalícia, defende a cozinheira Berenice, que dá cursos de culinária. Durante dois dias, os seus filhos vão descobrir como se faz musse de chocolate com suspiros e morangos e até a deixar no ponto a perna de peru. Antes de cozinharem, vão aprender
a escolher os melhores alimentos no mercado (pormenores online em http://minicozinheiros.blogspot.com/).
Preço €60
Horário: Das 10h às 17h
Idade: 6-10 anos
Duração: 21 e 22 e 30 e 31
Contacto: 919 177 177

Ciência

Animais
Sabia que nesta época os animais têm mais pelos? Se os seus filhos gostam de tudo o que meta bicharada, passar as férias no Parque Biológico de Gaia é o programa ideal. Na segunda semana vão observar os animais do parque a construir abrigos e até ajudá-los. Há bichos para todos os gostos: de esquilos a rãs.
Preço: €20 p/dia
Horário: 9h30 às 17h30
Idade: 6-15 anos
Duração: De 21 a 23
e de 28 a 30
Contactos: 227 878 137


Espaço
Preparem-se. É preciso responsabilidade e concentração para  construir um sistema de aterragem para uma sonda espacial. Mas no Pavilhão do Conhecimento vão encontrar tudo para fazer um egglander, ou seja, uma sonda em versão ovo. Esta e outras experiências são o que vai encontrar no ATL de Natal.
Preço €40 (1 dia);€80 (3 dias)
Horário: Das 9h às 18h
Idade: 6-12 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 218 917 100


Flocos de neve
Embarcar num expedição científica para recolher amostras de flora local ou então produzir flocos de neve: actividades dignas de aprendiz de investigador. No Visionarium, em Santa Maria da Feira, há ainda um dia dedicado à informática e à produção digital de filmes.
Preço €25 p/dia
Horário Das 9h30 às 17h30
Idade: 6-12 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 256 370 605

Artes de Palco

Teatro
A sua consoada inclui teatro infantil? Se a resposta for sim, encontrou aqui a melhor forma de transformar os seus filhos em artistas. O ateliê de expressão dramática da In Impetus, em Lisboa, vai dar-lhe as ferramentas da representação, jogos dramáticos e improvisações.
Preço €25 a €35
Horário: Das 9h às 13h
Idade: 6-16 anos
Duração: De 21 a 23 e 28 a 30
Contacto: 213 157 815


Música
É aquilo a que se chama um dois em um. No programa de Natal da Kindermusik, as crianças aprendem música e inglês. Trata-se de um curso de Iniciação à Música com direito a livros e a um instrumento musical. Os bebés até aos 18 meses vão descobrir ritmos com maracas e guizos. As crianças dos 2 aos 4 anos brincam com tambores.
Preço €40
Horário: 10h (45 minutos)
Duração: De 21 a 23 e 28
Idade: Até 18 meses e 2-4
Contacto: 962 340 218


Dança
Para os fãs de hip-hop esta é a melhor maneira de ocupar as férias. No Museu dos Transportes e Comunicações, no Porto, vão passar três dias ao ritmo do breakdance. Além dos movimentos básicos, como
o top rock, o foot work e o power moves, vão aprender
a história desta dança.
Preço €60
Horário: Das 9h30 às 17h30
Duração: 22, 23 e de 28 a 30
Idade: 6-14
Contacto: 223 403 000

Histórias

Pessoa para miúdos
Durante todo o ano, a Casa Fernando Pessoa tem actividades destinadas aos mais pequenos. Nestas férias, a oficina criativa de Natal vai trabalhar com o poema “Ó sino da minha aldeia”. Os miúdos vão explorar a obra
de Pessoa, brincar com as palavras e visitar a Casa.
Há poucas vagas, mas, se não conseguir marcar lugar, pode optar pelas aulas de piano ou pelos ateliês de arte, poesia e pintura.
Preço: Gratuito
Horário: Das 10h às 12h
Idade: 3-9
Duração: 21 a 23
Contacto: 213 931 270


Inventar fábulas
Durante três dias, os miúdos vão descobrir como se cria uma história e qual a melhor forma de a contar. A ideia da Culturgest, em Lisboa, tem como ponto de partir a obra de dois artistas plásticos belgas, Jos de Gruyter e Harald Thys. Além de inventarem uma história, vão ainda aventurar–se no vídeo.
Preço €28
Horário: 10h-13h
Idade: 6-10
Duração: 21-23
Contacto: 217 619 078

Desporto
Campo de férias com cavalos
Se já perdeu a conta às vezes que os seus filhos lhe pediram para ver cavalos ou para dar um passeio, esta é a altura indicada para responder ao apelo. O Centro Hípico da Quinta da Penha Longa, em Sintra, vai organizar um campo de férias. Já que não lhes pode comprar um pónei, durante estes dias os aprendizes vão sentir-se responsáveis pelos animais
e tratar da higiene dos bichos.
Preço €60 (semana)
Horário: Das 9h às 13h
Idade: 6-10 anos
Duração: De 21 a 24 e 28 a 30
Contacto: 917 267 511»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/37962-15-ideias-umas-ferias-natal-em-grande, a 17 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Férias e Boas Festas!

RT

Análise Aos 3 Anos Sem Aumento do Poder de Compra em Portugal…Vale a Pena Espreitar…

Poder de Compra em Portugal, não Cresce à 3 Anos... Fonte:www.consulta-aos-cidadaos-europeus.eu

Hoje venho falar de algo, que não nos ajuda em nada, trata-se de à 3 anos não possuirmos incremento de poder de compra, passo a transcrever o artigo e de seguida faço o meu comentário ao mesmo.

«Portugueses têm o mesmo poder de compra há três anos

Cada português tem duas vezes menos poder de compra que um habitante do Luxemburgo

Nem mais, nem menos. Os portugueses têm o mesmo poder de compra desde 2006, em relação à média dos 27 países da União Europeia (UE). Segundo o Eurostat, a riqueza real de cada pessoa, medida pelo produto interno bruto per capita ajustado em paridades de poder de compra (PPC), equivale a 76% da média da UE (dados relativos a 2008), o que faz de Portugal o 22.o mais pobre do espaço europeu, atrás de Malta, República Checa e Eslovénia.

Estas contas levam a que os portugueses tenham a mesma capacidade para adquirir bens e serviços há três anos. Portugal está assim mais longe dos países mais evoluídos da Europa e mais perto de países de Leste, pelas piores razões. Uma notícia “que não é desejável”, explicou o economista António Nogueira Leite, mas também “não é surpreendente”, acrescentou em declarações ao i.

Em relação a Espanha (103% de PPC): “um português tem apenas 3/4 da capacidade de compra de um espanhol”, exemplificou.

A lista é liderada pelo Luxemburgo, onde o poder de compra de cada habitante é mais de duas vezes e meia superior à média europeia – quase 277%. O país mais rico tem vindo a distanciar-se dos restantes, nos último anos, aumentando o fosso em relação a países como Portugal, cuja diferença é de 200%.

Portugal no terceiro grupo As contas do Instituto Nacional de Estatística indicam Portugal no terceiro grupo de países, em conjunto com República Checa, Eslovénia, Grécia e Chipre. Mesmo assim, Portugal é o último do terceiro grupo e apenas com um poder de compra ligeiramente superior ao da Eslováquia.

O problema, adiantou Nogueira Leite, “é estrutural” e “é o resultado de uma década sem crescimento económico”.

A questão preocupa o economista que já viu Portugal ser ultrapassado pela Grécia. “Na década de 90, estávamos um pouco acima da Grécia (94,3% de PPC) – no que toca à capacidade de cada português adquirir bens e serviços – e ligeiramente abaixo de Espanha. Os preços não evoluíram da mesma forma nos três países. O nosso produto não cresceu.”

No fim da tabela está a Albânia, onde o indicador de riqueza corresponde a apenas 25,5% de cada europeu. »

IN: http://www.ionline.pt/conteudo/37781-portugueses-tem-o-mesmo-poder-compra-ha-tres-anos, a 16 de Dezembro de 2009, No Jornal I

O meu comentário:

É com tristeza, que comento esta mesma notícia, pois sinto que é bastante degradante para uma economia que quer sair da crise, não conceder incrementos de qualidade de vida, neste caso, o incremento do poder de compra.

Em 3 anos, o poder de compra em Portugal, manteve-se estável, isto quer dizer, que com a subida que tivemos, nomeadamente no ano transacto, das taxas de juro e dos combustíveis, as coisas, ficaram muito limitadas, isso foi bem patente no ano passado, este ano as pessoas, que tem mais margem, em virtude de os preços dos bens de consumo regular terem caído, penso que devem optar por exemplo, abater à prestação da habitação, ou então optar por canalizar esses mesmos valores para poupanças, e para se preparar para um 2010, onde as prestações das habitações irão subir, bem como, invariavelmente os combustíveis.

Mediante a média dos países do velho continente, neste caso, da união europeia, temos a denotar que este afastamento em 3 anos, agrava cada vez mais as discrepâncias de qualidade de vida entre países na EU, sendo que cria efectivamente um fosso maior, o que não abona em favor de Portugal, nem muito menos da União Europeia, pois um fosse maior, vai com certeza agravar a média geral.

Ainda esta semana, ouvi dizer que o patronato português, pretende somente incrementar os ordenados mínimos em 10€, o que da 140€ a mais por empregado/ano, penso que sejam valores na minha opinião inaceitáveis, pois por este andar, para o ano 2011, o incremento caso o mesmo exista, e esperemos que sim, será de apenas 5€? O que quero aqui chamar à atenção, é que estes valores são um pouco redutores para um país que faz parte da EU, e os 10€, não vão dar mais qualidade de vida aos empregados, não vão servir de política de motivação dos mesmos, vão sim servir para que o empregado, mal possa, tente mudar de emprego, pois um patrão que vive muito bem, e que até tem uma empresa rentável, por que motivo não partilha este sucesso com os seus funcionários?

É obvio que, as pessoas, para terem mais poder de compra, tem em primeira instancia ter mais rendimento disponível, mas essencialmente, devem possuir, segurança nos empregos, devem sentir segurança na economia do país e nas políticas seguidas pelo mesmo, de igual forma, que se receberem mais, e tiverem menos encargos, ou o peso dos encargos for menos, vão obviamente ter mais poder de compra, logo, vão consumir mais, e incrementar o consumo interno, que é uma das variáveis a ter em conta para se sair da crise onde estamos inseridos.

Obviamente, que eu trouxe a situação dos patrões de modo, a chamar à atenção, e de mostrar que não é só o valor, mas a qualidade no trabalho que está em causa, os funcionários devem estar enquadrados com a política da empresa, devem sentir que o patrão precisa deles, e eles precisam do patrão, através desta conjugação de interesses, é obvio que, até podiam ser 5€, por a empresa estar em dificuldades, mas penso que o espírito de sacrifício era algo, que todos iriam ter, de modo, a poderem vingar.

Para finalizar, penso que temos que dar oportunidade às pessoas, e tentar dar uma maior qualidade de vida, e acima de tudo, não deixar fugir a UE, e a média, pois só assim seremos competitivos, e não seremos esquecidos, ou então, relegados para segundo plano, por sermos os «carros vassoura» da EU.

Deixo a Questão: Que pensa de não termos incremento de poder de compra nos últimos 3 anos?

Tenho Dito

RT

Desemprego Já Crifrado em 2 Dígitos…Soluções Para Este Flagelo Que Afecta Cada Vez Mais Jovens…

Desemprego a 2 dígitos...Soluções...

Trago hoje uma assunto que é bastante irreverente, e não sendo a primeira vez que o trago, penso que infelizmente não será a última, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário á mesma:

«Desemprego explode e abre nova batalha política

O desemprego já atinge 10,2% da população e volta a subir entre os jovens. Oposição quer aprovar novas medidas para combater o flagelo

A taxa de desemprego de Portugal já supera de forma visível a europeia, tendo atingido um máximo histórico mensal em Outubro, os despedimentos colectivos (planeados e concretizados) até esse mês ultrapassam largamente o total de 2008 e a incidência do desemprego na população mais jovem começou a subir de novo após alguns meses de tréguas. O tema promete aquecer as próximas semanas de debates no Parlamento, onde o PS agora é minoritário: o PCP vai insistir no alargamento do subsídio de desemprego; o PSD e o CDS vão querer aprovar mais medidas de apoio às empresas na criação de postos de trabalho.

Os dados, ontem divulgados pelo Eurostat, mostram que o desemprego já atinge 10,2% da população activa portuguesa (cerca de 560 mil pessoas), valor que compara com uma média de 9,8% na zona euro. Preocupante para o governo é também o facto de estar a descolar face à média europeia. O afastamento é agora o maior desde Abril de 2008. Oficialmente (dados do INE) o desemprego ficou em 9,8% no terceiro trimestre.

Em termos absolutos, o desemprego total está a acelerar. De acordo com as estatísticas europeias, o contingente de pessoas sem trabalho cresceu 29%, em Outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. Trata-se do maior salto desde meados de 2003, ano em que a economia também entrou em recessão.

Na população mais jovem, a crise voltou a mostrar a sua agressividade. Depois de uma trégua de seis meses, a incidência do desemprego voltou a aumentar entre as pessoas com menos de 25 anos. A taxa do Eurostat – que faz o ajustamento da sazonalidade e usa os dados do Instituto do Emprego e da Formação Profissional para obter uma estimativa mensal – indica que 18,9% dos jovens estavam sem trabalho em Outubro. Nestas condições estarão cerca de 87 mil pessoas, mais 6% do que em 2008.

Dados do Ministério do Trabalho relativos aos despedimentos revelam que depois da recessão segue-se a retracção no mercado de trabalho. Os especialistas avisam que esta durará mais alguns meses e que, depois de terminar, o mercado ficará congelado e não deve recuperar os empregos perdidos.

Entre Janeiro e Outubro, os processos de despedimento concluídos atingiram 290 empresas: foram quase 3900 trabalhadores efectivamente despedidos, número que ultrapassa por larga margem o total de 2008 (3538 despedidos). Além destes, há planos concretos para despedir mais 4100 pessoas, número que também supera o de 2008. E existem ainda os chamados processos iniciados: até Outubro afectavam mais de 600 empresas, podendo lançar no desemprego quase mais 10 000 pessoas (um aumento de 32% face a 2008).

Esta semana, as empresas Lear (fabricante de acessórios para carros com 200 empregados) e a Rohde (fábrica de calçado com quase mil pessoas ao serviço) anunciaram que não têm condições para continuar a laborar. Para tentar minimizar o impacto destes acontecimentos, o governo anunciou a contratação de 5000 jovens licenciados para fazerem estágios na administração central e lançou mais uma fase do programa Inov Contacto. Ontem, o “DN” noticiou que as autarquias também se estão a preparar para abrir “milhares” de estágios para jovens licenciados em 2010.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/35698-desemprego-explode-e-abre-nova-batalha-politica, a 02 de Dezembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Mais uma vez trago ao blog, um assunto que é o desemprego, na esperança que água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.

Pois bem, parece que chegamos aos 2 dígitos, ou seja, já todos sabíamos que tínhamos chegado aos 2 dígitos, no entanto, estavam todos à espera, de dados que pudessem comprovar essa mesma situação.

Penso que é um flagelo, e pelas estatísticas, não me enganei, pelo menos nos últimos comentários aqui publicados, sobre este assunto, a juventude são os mais afectados, e como tal, não parecem existir situações que possam estancar este flagelo, pelo menos na faixa etária mais importante, que no meu entender é a juventude, especialmente a qualificada.

Reparemos, penso que parte do desemprego, ter atingido os 2 dígitos, deve-se essencialmente, a ser mais barato ter um novo, no desemprego, que uma pessoa mais velha, pois os pagamentos ao mais novo são mais leves, do que ao mais velho, em virtude, do que contribuíram anteriormente. Desta forma, só assim se pode explicar o alto índice de desempregados jovens, o que manifestamente, é desagradável, pois está nesta nova geração, a possibilidade de recuperação da economia interna, através de consumo privado, da compra de bens duradouros por parte destes (como é o caso de habitações), e na tão necessária natalidade, que tem como função, fazer com que segurança social tenha sustentabilidade, nos próximos anos e no futuro.

Pois bem, perante isto, parece que o governo, faz orelhas moucas, pois pensa essencialmente nos 4 anos que tem para governar, e não é em 4 anos que vai ser originado o colapso da segurança social, pensa portanto, como a maioria dos empresários portugueses, de todos os escalões, ou seja, no curto prazo.

A ideia é mesmo, que se pense no médio-longo prazo, de poder incentivar a economia, de poder-mos nos precaver para situações futuras, onde não sejamos tão atingidos pela crise, como fomos nesta, ou seja, aprender com os erros, aprender com o passado, e desta forma, não pensar que a governação, é um estatuto, ou mesmo, um poleiro, pensar dessa forma, é ser muito pequeno, ser mesquinho, e não ter a noção, que se alguém, os colocou ali, foi para servir bem o País e os interesses do mesmo.

Volto a relembrar, a solução para a maior parte desta crise, centra-se na empregabilidade de jovens, essencialmente os licenciados, são pessoas que tem uma abertura maior, e como estão inseridos na crise, mas têm mais necessidades pessoais para sair da mesma, em virtude de quererem a maior parte deles, criar a sua própria família, são pessoas, bastante ambiciosas e como tal, lutam incansavelmente para conseguir atingir os objectivos.

Penso que os governantes, mais cedo ou mais tarde, vão ter a noção desta mesma situação, e verão que mais vale sustentar um velho no desemprego, ou uma pré reforma, sem o prejudicar, que estar a cortar as pernas a um novo, que tem mais ideias, tem mais coisas novas a dar ao País, e o conduzir no médio-longo prazo.

Acordem mais uma vez, a Juventude é a solução do enigma.

Deixo a Questão: Que Pensa da Taxa de Desemprego ter atingido os 2 dígitos?

Tenho Dito

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