Conheça os 10 Mandamentos do Desempregado…

Os 10 Mandamentos do Desempregado... Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago um guia, que achei interessante, pois são os 10 mandamentos, mas desta feita, os 10 mandamentos do desempregado.

« Os dez mandamentos do desempregado

Saiba o que deve fazer para encontrar um novo emprego.

Não se deixe deprimir
Pena de si próprio é o que não pode sentir. Tente pensar positivamente. Levante-se de manhã, leia jornais e saia de casa como se fosse trabalhar. Faça da procura de emprego o seu emprego a tempo inteiro. Fale com amigos e conhecidos e não se isole nem se feche em casa porque esse não é, de todo, o espírito que se quer.

Faça um bom currículo
Um bom currículo é essencial para quem avalia a sua candidatura. Actualize o seu e siga algumas regras básicas. Desde logo, o currículo deve ser pequeno e não exceder as duas páginas e incluir outros interesses além dos curriculares. Saiba também que os vídeo-currículos estão na moda.

Mantenha-se actualizado
Leia jornais, ‘sites’, navegue na Internet, vá às redes sociais, ao Facebook, fale com amigos, envie e-mails, etc… Manter-se actualizado sobre o que se passa é muito importante para não se desligar do mundo só porque não está a trabalhar. Não só para se manter ocupado, mas para estar mais preparado se, de repente, conseguir uma entrevista de emprego.

Estabeleça contactos
O ‘networking’ é fundamental, nos dias de hoje, para conseguir emprego. Ligue a amigos, conhecidos e consultores de recrutamento. Diga-lhes que está à procura de emprego. Apareça. Combine tomar um café, conte que está desempregado, dê a conhecer as suas habilitações e o tipo de ocupação que procura. Faça com que se lembrem de si.

Procure empresas em contraciclo
Essas são as empresas que poderão estar a contratar. É importante que se mantenha a par e perceba o que se passa no mercado e onde poderão estar as oportunidades de emprego. Para isso, leia e mantenha-se a par para detectar quais são essas empresas que, apesar da crise, estão em contraciclo e podem estar a aceitar novos colaboradores.

Prepare-se bem para a entrevista
Faça o trabalho de casa. Leia tudo o que encontrar sobre a empresa a que se vai candidatar, o sector de actividade, etc. Prepare-se bem. Antecipe respostas para perguntas que lhe possam fazer. Construa uma descrição interessante do seu perfil e argumente bem porque deve ser o candidato escolhido. E não se esqueça que a aparência também conta.

Adeque o seu perfil à função
Adeque o perfil e as competências à função a que se está a candidatar, mas sem mentir. No fundo, tente lembrar-se do que no seu perfil é mais adequado para desempenhar aquele lugar e o que poderá agradar mais a quem o vai entrevistar. Explique bem por que aquele lugar é feito para si. Mas não minta porque esse é um erro que pode vir a ser fatal.

Seja pró-activo
Apresente ideias e projectos que pode vir a desenvolver na empresa caso esta o contrate. Pense bem nisso antes de ir à entrevista. Uma atitude pró-activa é sempre bem recebida e pode marcar a diferença na comparação com outro candidato. Estruture a ideia, os argumentos para a defender e para convencer os interlocutores.

Não diga mal de quem o despediu
É um erro tentador, mas que pode ser prejudicial. Não se mostre zangado nem caia no erro de dizer mal de quem o despediu nem entre em demasiados pormenores sobre
o que se passou. Limite-se a dar uma explicação consistente, mostrando que é uma história passada. E não perca tempo a queixar-se e a culpar a economia por ter perdido o emprego.

Seja interessado e flexível
Não coloque demasiadas condições para aceitar o emprego e, sobretudo, não seja arrogante. Mas também não exagere na gratidão, porque demonstra falta de confiança. Mostre-se interessado e flexível, sem abdicar do que considera essencial. Tenha bem definido, à partida, até onde pode ceder e aquilo de que não pode abrir mão seja a nível de salário ou de outros direitos. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/os-dez-mandamentos-do-desempregado_124333.html, a 9 de Agosto de 2011, em Diário Económico

RT

Conheça a Nova Realidade… Desperdicio dos Jovens e Suas Consequências…

Desemprego Nos Jovens É Um Luxo Europeu...

Hoje trago uma reportagem que li no decorrer do dia de ontem, e que versa sobre a necessidade de se ajudar os jovens a encontrarem emprego, e que mostra tal como já tinha postado por aqui, que a juventude está a ser desperdiçada.

Concordo com um comentário que li a esta notícia, e transcrevo: « mandem a velharada que nos levou à miséria para casa e verão os jovens a fazer vida e a comprar casa, e a levantar este país. Rua com eles.»…, Sinto-me obrigado a concordar, e que o grito da revolta está perto…, mas não me vou alongar mais, vou transcrever a referida peça…

«Desemprego elevado entre jovens é «desperdício económico»

Comissário europeu do Emprego fala em riscos sociais e na importância de se fazer mais para ajudar os jovens

O comissário europeu do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, alertou esta sexta-feira para a elevada taxa de desemprego entre os mais jovens, considerando que se trata de «um desperdício económico e um risco social».

Lázló Andor, que falava após entregar o prémio de jornalismo «Pela diversidade. Contra a Discriminação» à jornalista Céu Neves, salientou que é preciso «fazer mais para ajudar os jovens», sublinhando que a taxa de desemprego neste grupo, na Europa, é duas vezes mais elevada do que a normal.

«É um desperdício económico e um risco social. Temos de fazer mais para ajudar os jovens, dando-lhes mais competências e mais cedo, ajudando-os a ter mais mobilidade e a irem procurar trabalho onde ele existe», destacou ainda o responsável, citado pela Lusa.

Lázló Andor acrescentou que «em todos os países, e não só em Portugal, muito precisa de ser feito para melhorar as competências e qualificações dos trabalhadores».

Para este responsável, apesar de a Europa ter sistemas educativos fortes, tem de melhorar o seu desempenho e a frequência da escola, o «que se aplica muito a Portugal».

Mas, acrescentou, «é preciso também de ajudar os mais novos a encontrar o seu primeiro emprego quando saem da escola».

Europa está a sair da recessão mas «crise não acabou»

Questionado sobre o impacto das campanhas desenvolvidas no âmbito do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, considerou que alguns estados membros podiam ir mais longe nos seus objectivos de redução da pobreza.

«Posso dizer que não estamos satisfeitos com todos, porque achamos que alguns dos estados membros deviam ser mais ambiciosos quanto ao número de pessoas que podem assistir e ajudar a sair da pobreza nos próximos dez anos», declarou.

O comissário lembrou que as instituições europeias estão disponíveis para apoiar esses países com instrumentos financeiros como o Fundo Social Europeu «que existe para ajudar quem tem estratégias e objectivos credíveis para melhorar as condições sociais».

No entanto, o balanço foi positivo já que o Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social «chegou num momento certo», alertando para os riscos de pobreza «numa altura em que a Europa já está a sair da recessão, mas a crise ainda não acabou».

Para Lázló Andor este é um período «especialmente difícil para as políticas sociais e para a coesão social», devido à crise que levou ao aumento do desemprego e forçou a consolidação fiscal em todos os países. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-jovens-economia-agencia-financeira/1216993-1730.html, a 10 de Dezembro de 2010, em Agência Financeira.

Dá que pensar, não dá…

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Portugal Vai Originar Cortes de Internet Aos Piratas Informáticos…Quais as Vantagens e Desvantagens…

Hoje trago, um tema que vai gerar muita polémica, e que na minha óptica vai originar problemas de liberdades, direitos e garantias dos utilizadores da internet, e vai levantar problemas que desde o 25 de Abril de 1974 não eram notados, como a espionagem, e a perseguição de pessoas. Vão colocar em causa as empresas que Internet, e vai originar desemprego, pois muitas delas vão ter que mandar os clientes embora, e como tal, vão ter prejuízos e vão ter que despedir pessoas, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um breve comentário:

«Pirataria na internet: Portugal vai poder cortar acesso a quem for apanhado a piratear

A União Europeia vai aprovar directiva, mas impõe restrições ao corte, que só pode ser feito após um processo “justo e imparcial”

A votação está marcada para o final de Novembro e deverá fazer aprovar uma das leis mais polémicas da era digital: os países europeus vão poder cortar o acesso à internet a quem for apanhado a piratear. Se tudo correr como previsto, o novo enquadramento europeu para as comunicações electrónicas – telecoms package – estará pronto ainda este ano e terá de ser transposto para a legislação dos 27 estados-membros. Isto, obviamente, inclui Portugal.

Embora o executivo de José Sócrates tenha alguma margem de manobra na transposição da directiva, o facto é que a interrupção do acesso a quem for considerado culpado de partilha ilegal de ficheiros passará a ser possível. E isso faz antever a eclosão de uma guerra entre os fornecedores de internet, os detentores de direitos e os próprios consumidores portugueses. Até agora nenhuma empresa de internet quis pronunciar–se sobre esta medida, sendo já conhecido o apoio de organismos como o MAPiNET – Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet, bem como as críticas dos defensores dos direitos dos consumidores.

No entanto, o acordo histórico conseguido na quarta-feira à noite no Parlamento Europeu impõe várias limitações a este procedimento. É que o pacote legislativo já tinha sido aprovado em Maio, mas um diferendo entre o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros obrigou à suspensão da aprovação. Em causa estava uma emenda segundo a qual o corte só poderia ser feito com autorização judicial, algo com que o Conselho não concordava.

Após uma noite intensa de conciliação, ambas as partes acabaram por ceder e foi decidido que o corte ou a restrição só poderão ser feitos se forem “apropriados, proporcionais e necessários no quadro de uma sociedade democrática”, com “respeito pelo princípio da presunção de inocência e do direito à privacidade” e ainda como “resultado de um processo prévio justo e imparcial”, que garanta “o direito do consumidor a ser ouvido” e a uma “revisão judicial” em tempo útil. É este o texto que será votado entre 23 e 26 de Novembro.

No entanto, não ficou claro que forma terá o “processo justo e imparcial” a que Parlamento e Conselho se referem. Certo é que esta directiva irá chocar com as leis já aprovadas em França e no Reino Unido.

“Não me choca que haja um juiz a decretar o corte. O que me choca é que se tenha de esperar não sei quantos meses para a sua concretização”, afirma ao i Manuel Cerqueira, presidente da Associação Portuguesa de Software (Assoft), um dos principais defensores da criação de um tribunal específico para as questões da pirataria informática. O responsável frisa que uma ordem de corte de acesso à internet “deve ter a mesma acção que uma providência cautelar”. Ou seja, efeito imediato.

Todavia, só quando a directiva for transposta para a legislação portuguesa se perceberá a que órgão vai caber o papel de fiscalizar estes pedidos de interrupção de serviços de acesso à internet. Ao i, a Autoridade Nacional de Comunicações – Anacom, explicou que a decisão cabe ao governo e que não tem necessariamente de recair sobre um organismo específico.

Além disso, o pacote legislativo é muito mais abrangente que esta questão. Vai criar, por exemplo, um novo organismo europeu denominado BEREC para melhorar a cooperação entre os reguladores de telecomunicações dentro da União Europeia. Também inclui uma directiva de reforço dos direitos dos consumidores – que, entre outros, vai exigir consentimento prévio para que os sites instalem cookies nos computadores – e permitir a transferência do número de telemóvel de uma operadora para outra em apenas um dia útil.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31518-pirataria-na-internet-portugal-vai-poder-cortar-acesso-quem-for-apanhado-piratear, a 06 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Na passada sexta feira, saiu a notícia acima transcrita, uma lei que vem colocar em causa, valores tão importantes, e conquistados a 25 de Abril de 1974, onde as pessoas, ganham a liberdade, e se termina com a repressão, e ter uma polícia, como era a PIDE.

Pois bem, eu não sou o denominado pirata, não tenho hábito de retirar coisas da internet, no entanto, penso que devem atirar a primeira pedra, quem nunca descarregou nada de ilegal da Internet…penso que ninguém, utilizador da internet a nível médio, deve conseguir atirar a primeira pedra.

Outra questão, que se levanta, é a definição de pirataria, pois a mesma, não se encontra bem definida, pois pirataria para muitos e retirar conteúdos como filmes, jogos, software, álbuns, e com estes conteúdos, fazer dinheiro, ou seja, vender, e para outros é simplesmente, retirar esses mesmos conteúdos, mas para uso próprio. Pessoalmente, penso que a primeira, é a verdadeira pirataria, pois antigamente, os barcos de piratas, saqueavam para depois fazer dinheiro com tal.

Convenhamos, que os downloads, foram o motor de busca, para a mumificação da internet, e a constante aumento das velocidades oferecidas pelos ISP, bem como, em muitos casos à abolição dos limites de tráfego.

Penso que muito do que fazem downloads, para seu uso próprio, ou seja, não usam para venda, ou para enriquecimento próprio, devem se poder «defender», como sendo para seu uso, e que estão incluídos no preço do serviço de internet.

A lei a ser aprovada, na minha óptica, vai dar origem a diversos problemas, os cidadãos vão ter a sensação de estarem a ser espiados constantemente, o que torna um país um pouco retrogado, e que parece estamos em meados do século passado; outro dos problemas, é que os ISP, vão perder clientes, e vão ter uma concorrência entre si, um pouco injusta, senão reparemos, um ISP tem que desligar um serviço a um cliente, no entanto, esse cliente ao ser deparado com uma empresa, a quem contrata um serviço, e a mesma, não o quer prestar, é forçado a mudar para outro ISP, que responda às suas necessidades, desejos e motivações e que lhe preste um serviço, com qualidade e sem interrupções. Perante esta situação, eu não queria estar no papel de ISP, pois é muito chato, ter que cortar o serviço, a quem me paga, ou seja, a quem me sustenta, digo mesmo, que é ridículo, só comparável, como ir a um hipermercado, mas os mesmos não me venderem nada, pois não podem… Levanta-se a questão, quem vai indemnizar os ISP, por serem forçados a perder clientes? E já agora, com que verbas? Devem ser as verbas dos impostos, como sempre.

Na minha opinião, e mais uma vez ressalvo, não utilizo a internet para esse tipo de situações, mas penso que, quem o faz para seu uso privado, não deve ser prejudicado, pois ao fim ao cabo, pagou a mensalidade do serviço para o fazer, e em muitos locais, não tem nenhum aviso, ou indicação, que o que vai efectuar em alguns países é ilegal; no entanto, vai gerar conflitos entre clientes, ISP’s, autoridades…etc, exemplo disso, foi os conflitos originados em alguns países europeus.

Uma solução para isto, era por exemplo, os ISP, criaram um serviço, onde o cliente pagaria uma mensalidade de por exemplo, 10€ ou 15€, e que poderia ter acesso a conteúdos para poder descarregar de uma forma legal, e o ISP, poder até mesmo conseguir entrar em acordo com o autor, e pagar os direitos, penso que ganharia o autor, o ISP, e o cliente, além de todos, terem a noção que quem hoje não está no mundo da internet, está deslocado da realidade.

Trata-se de uma questão polémica, a qual não vou tomar nenhum partido, não costumo usar a internet para isso, alias, ainda sou dos que tem em casa, um acesso à internet muito baixo e com limites baixos, apesar de me tentarem fazer mudar para acesso de preço superior, mas com velocidades superiores, a minha resposta é a mesma, para consultas normais de sites, e-mail, chega perfeitamente, logo, não estou interessado.

Deixo a Questão: Que pensa desta lei que pode desligar a internet, a quem efectuar downloads de forma ilegal da internet?

Tenho Dito

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Conheça o Mais Recente Estudo Sobre Desemprego Juvenil…

Estudo sobre desemprego Juvenil... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que versa sobre o emprego para os jovens, passo a transcrever a mesma, mas não a vou comentar, pois já muita tinta fiz correr… mas são outros quinhentos.

« Desemprego nos jovens em Portugal atinge os 23%

Os jovens são os mais afectados pelo drama do desemprego em Portugal, mas ter uma licenciatura não parece ser irrelevante.

Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), a taxa de desemprego entre os jovens subiu em Portugal para 23,4% no terceiro trimestre do ano, o que se traduz em 99 mil cidadãos com menos de 25 anos sem trabalho.

O valor representa um agravamento de 4,2 pontos percentuais face aos 19,2% do período homólogo de 2009, segundo os mesmos dados. Os jovens são por isso a camada mais afectada pelo desemprego em Portugal, que atingiu os 10,9% em Setembro. Nos homens a taxa é de 9,6% e nas mulheres um pouco mais elevada, nos 12,4%.

A licenciatura pode, no entanto, facilitar a entrada no mercado de trabalho. Dados do INE mostram que o desemprego entre os licenciados cresceu 6,5% em termos homólogos e que há 68 mil portugueses que frequentaram o ensino universitário nessas condições As subidas são mais expressivas para aqueles que só completaram o ensino secundário (30,5%) e para quem ficou no ensino básico (7,4%). Nestes ‘escalões’ há 122 mil e 419 mil portugueses sem trabalho, respectivamente. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/desemprego-nos-jovens-em-portugal-atinge-os-23_104571.html, a 17 de Novembro de 2010, em Jornal Económico.

Sem Comentário!!

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Dicas Para Fugir ao Desemprego de Longo Prazo…Conheça as Melhores…

Fuja do Desemprego de Longo Prazo... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que saiu ontem, num diário da nossa praça, e que versa sobre as regras para fugir ao desemprego de longa duração, vou transcrever a referida peça.

« O segredo para fugir ao desemprego de longo prazo

Empresas de Recursos Humanos recomendam mais formação e reajustamento da carreira ao mercado

A formação e o reajustamento da carreira ao mercado são os melhores caminhos de saída de uma situação de desemprego superior a um ano, defenderam responsáveis por empresas de recrutamento.

«A nossa recomendação é a das pessoas investirem, dentro do possível, no redireccionamento da sua própria carreira para áreas onde tenham maiores garantias de colocação e de adequação ao mercado de trabalho», disse à Lusa o administrador executivo do grupo Egor, Amândio Fonseca.

Para o responsável, o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, não apenas nas faixas etárias mais avançadas, mas também nos jovens, que muitas vezes encontram saída na emigração.

«A crise é de tal maneira forte e profunda que não há criação de empregos e, à medida que as universidades vão lançando no mercado licenciados que não encontram colocação, o desemprego de longa duração alarga-se a pessoas muito mais jovens», disse.

Numa visão mais optimista, o consultor sénior da Page Personnel, do grupo Michael Page, Jorge Macedo, identifica os desempregados de longa duração «como um nicho de mercado», na medida em que podem ser vistos como profissionais «qualificados e com experiência», sobretudo no segmento de trabalho temporário especializado.

«É uma mais-valia para as empresas terem um profissional sénior para desenvolver uma missão para uma determinada área de negócio, onde pela sua disponibilidade e experiência conseguem trazer mais-valias imediatas», acrescentou.

Atenção às pistas do mercado

«Uma pessoa que está há um ano sem projecto não é por ser um mau profissional é porque de facto neste momento escasseiam oportunidades de mercado. Já lá vai o tempo em que os empregadores pensavam assim», considerou ainda Jorge Macedo.

Desta forma, para o consultor, um desempregado de longa duração deve assim estar sempre atento a tudo que são acções de formação que possam melhorar a sua vida profissional, mas também «às pistas do mercado, nomeadamente nas redes sociais profissionais».

Na mesma linha, a directora de recursos humanos da Multipessoal, Sandra Nazaré, defende uma aposta deste tipo de candidatos na formação, uma vez que a «atractividade do candidato está associada ao perfil que exibe e ao background técnico».

«Qualquer empresa procura um profissional o mais completo possível nestas duas vertentes, independente de estarem numa situação de desemprego. O candidato deve por isso conseguir demonstrar como tem investido ao longo deste tempo na sua própria formação», concluiu.

De acordo com os dados divulgados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, tendo subido 38,7% face ao trimestre homólogo e 6,9% face ao trimestre anterior, para os 326,2 mil desempregados, de um total de 589,8 mil desempregados. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-emprego-trabalho-ine-desempregados-agencia-financeira/1185408-1730.html, a 18 de Agosto de 2010, em Agência Financeira.

Boas Dicas.

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Precariedade Laboral Está Cifrada em 75%… Conheça Algumas Medidas Para Solucionar Esta Questão…

75% dos Empregos são Precários... Fonte: http://sanantonio.com.br

Hoje trago uma notícia sobre a questão do emprego, neste caso, mais desemprego, vou transcrever uma peça jornalística que já tem uns meses, no entanto, só hoje consegui fazer um comentário à mesma. Vou transcrever na íntegra a peça jornalística e de seguida fazer um breve comentário à mesma.

« Ofertas de emprego: 75% são mal pagas

Há 18 mil ofertas de trabalho por preencher. Mas grande maioria são publicadas por agências de trabalho temporário, que pedem apenas algumas horas

A CGTP avança que a maioria dos empregos oferecidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) são geridos por agências de trabalho temporário. Ou seja, das 18 mil ofertas de trabalho por preencher, algumas são para fazer apenas algumas horas.

Esta ideia do sindicato vai contra o argumento do Governo de que a razão para os desempregados não pegarem em certos empregos se deve a subsídios «generosos», avança o «Diário de Notícias».

«Três quartos das ofertas existentes nos centros de emprego [75%] correspondem a trabalhos precários e em regime temporário», afirma o dirigente da CGTP, Arménio Carlos, que garante ainda que «não se pode dizer, com ligeireza, que as pessoas não querem trabalhar. O problema é que não há empregos com o mínimo de qualidade e entre abandonarem o subsídio e irem para um emprego que já sabem que é precário e mal pago, não o fazem», frisou.

Até porque se aceitarem-se um trabalho precário e mais mal remunerado que o anterior – e se voltarem ao desemprego alguns meses depois – o subsídio seguinte já terá um valor menor, já que a percentagem dos 65% será calculada sobre uma base salarial é menor. E no caso de as contribuições não reunirem o mínimo legal de meses, o acesso à prestação poderá, inclusive, ser vedado.

Olhando especificamente para os industriais de panificação – que se queixam da falta de trabalhadores – o problema é que a maioria dos empregos disponibilizados rondam o salário mínimo, da ordem dos 475 euros. Mas também há quem ofereça só algumas horas por dia por 300 euros.

Ainda assim, mesmo que todas as ofertas disponíveis nos centros de emprego fossem satisfeitas, o desemprego apenas abrandaria em 18.340 pessoas, ou seja, apenas 3% do desemprego que o próprio IEFP contabiliza. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/emprego-trabalho-temporario-trabalho-desemprego-iefp-agencia-financeira/1149417-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 23 de Março de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Para começar o meu comentário, gostava de começar por esta questão? Como é possível uma sociedade evoluiu assente em princípios basilares de ordenados tão precários como os trabalhos? A resposta é óbvia, é praticamente impossível, e pode causar mutações na sociedade irreversíveis como as que estamos a assistir…

Vejamos, que a peça acima transcrita, assume-se como os 75% dos empregos cedidos pelo IEFP, são precários, ou seja, pelo menos 3 quartos da sociedade, deveria ganhar aquilo que existe, mas que não é pago na realidade, denominada de subsidio de precariedade, ou seja, um valor por o trabalho ser uma posição que terá um fim, que não se sabe, por vezes qual o fim do mesmo, e em que muitos dos contractos são os renováveis mês a mês.

O que eu quero indicar é, se as pessoas são «obrigadas» a ter trabalhos precários, deveriam auferir mais, de forma a conseguirem juntar, para os vales de trabalho, ou seja, para quando não possuem emprego, o contrário também é valido, ou seja, pessoas com trabalho mais estável, como mais dificilmente ficam sem emprego, deveriam auferir menos que os precários…

Esta teoria, penso que é muito credível, sendo que as pessoas que em principio quisessem ganhar mais, teriam que «arriscar» e ter um a profissão com riscos de a perder, tal como acontece na nossa vida quotidiana, em tantas áreas, tal como acontece na bolsa, nos jogos de azar, etc.

Apresenta vantagens notórias, pois tendencialmente não iria sobre carregar o estado com pagamentos de subsídios, pois as pessoas ganhariam um pouco mais para criar o seu próprio subsídio de desemprego, e poderiam as pessoas escolher entre ter uma vida a saltar de oportunidade em oportunidade, ou então, a assentar numa organização, mas ter a certeza que teriam uma vida estável, pelo menos teoricamente.

Esta teoria, penso que poderia ser a solução para muito do desemprego, e precariedade social, no entanto, é obvio que nunca será real, pois mexe com muitas variáveis e atravessa as filosofias dos principais partidos, o que nunca chegariam a consenso a não ser que estivéssemos num governo de auto-gestão, e constituído pelas 4 grandes forças políticas.

No que concerne à peça acima transcrita, a conclusão a que chego é que o IEFP, anda a trabalhar para aquecer em 75% dos casos, pois anda a «remendar» furos, em vez de levar o problema mais a fundo, e tentar construir oportunidades sólidas, e credíveis, e ser mais que um local que as pessoas têm que recorrer quando se encontram desempregadas para arranjar emprego, ou mesmo, para solicitar o respectivo subsídio a que têm direito. Devemos ter em conta, que este tipo de sistema, e de tapar furos, pode sair muito barato no inicio, ou quando os furos são poucos, no entanto, no médio e longo prazo, sairá muito mais caro, pois se a estrada está destruída, que vale tapar 2 furos aqui, se vão abrir 3 ou 4 acolá… Mais vale tirar o piso todo, e fazer de novo, que andar a remendar…

Tenho pena, que os nossos governantes sejam muito pobres de espírito, e que não consigam se aperceber, que devem mudar a legislação laboral e deixar o ónus da escolha do tipo de vida, nas pessoas e não nas organizações, pois ao estar nas organizações o direito de escolha, prejudica gravemente as pessoas, sendo que os governantes vivem com menos organizações, mas quando mais pessoas tiverem a efectuar descontos, de valores mais altos, mais fortificado ficará o Estado, portanto, deve ter em conta que a sociedade é assente em princípios sociais e não somente capitalistas.

Deixo no ar a questão, as organizações fazem com que a natalidade seja incrementada? A resposta é simples, organizações socialmente responsáveis sim, as outras não, o problema é que os jovens cada vez menos estão enquadrados dentro de organizações socialmente responsáveis, ou se está um membro do casal, o outro não, e serve esta situação de tampão para o incremento da natalidade, que vai interferir daqui a alguns anos nas receitas estatais.

Para concluir, espero que somente as pessoas reflictam sobre estas situações, bem como os nossos governantes se tiverem acesso ao blog.

Deixo a Questão: Que pensa da teoria por mim acima descrita?

Tenho Dito

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Procura Trabalho…Saiba Quais Os Meses Onde Se Contracta Mais…Conheça Aqui os Detalhes…

Meses Mais Produtivos na Procura de Tranbalho... Fonte: http://www.acrtbasket.blogspot.com

Li um artigo esta semana, e que versava, sobre os melhores meses do ano, para se procurar emprego, curiosamente o mês em que estamos, como seria de esperar, não é o mais adequado para se procurar emprego, no entanto, e para ficarmos com mais detalhes, vou transcrever na íntegra a referida reportagem.

«Saiba quais são os melhores meses para procurar emprego e porquê

Se quer um emprego a sério, não se concentre no Verão. Pense para além disso

Ao contrário do que se pensa, os meses do Natal e do Verão nem sempre são a melhor altura para procurar trabalho. É verdade que muitas empresas fazem contratações nessas alturas por causa da actividade extra em determinados sectores, como o comércio ou o turismo, mas são vagas temporárias. Se quer arranjar um emprego, a altura ideal é outra.

De acordo com a empresa Page Personnel, especialista em recrutamento e selecção de quadros, os meses ideais para encontrar emprego são Outubro e Novembro, refere a Europa Press.

Diz a empresa que, durante os meses de verão o mercado de trabalho abranda a sua actividade, dificultando a vida aos desempregados e àqueles que desejam trocar de trabalho. Terminada a época estival, as empresas aproveitam os meses do Outubro e Novembro para consolidar a sua estrutura e assim enfrentar as épocas de maior carga de trabalho com a equipa já formada e integrada.

Como recomendações, a Page Personnel sublinha a importância de uma boa redacção do curriculum vitae, de uma procura selectiva de empregos e da preparação adequada das entrevistas.

«A procura de emprego é um trabalho em si mesma e requer muita constância, paciência e persistência. Ter bem claros os objectivos profissionais, interesses e capacidades de nós próprios ajuda a que sejam mais fáceis de alcançar», refere a gestora de Assistentes & Secretárias da Page Personnel, Micaela Suárez de Tangil. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/emprego-desemprego-trabalho-agencia-financeira-page-personnel/1182101-1728.html, a 03 de Agosto de 2010, em Agência Financeira.

Boa Sorte!

RT

As Grandes Mudanças Nas Prestações Sociais… Conheça Aqui Os Detalhes…

Mudanças Nas Prestações Sociais... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago, uma notícia que saiu no passado Domingo, e que versa, sobre as alterações aos apoios sociais, que entrou em vigor no dia 1 de Agosto de 2010, vou transcrever a referida notícia, com as principais alterações aos apoios sociais.

« O que muda nos apoios sociais a partir de hoje

A lei que aperta a atribuição de apoios entra em vigor hoje. No RSI, há famílias que podem ter cortes de 10% a 15%.

  • Todos os apoios não contributivos são afectados

A nova lei afecta todos os apoios não contributivos, ou seja, que não dependem dos descontos para a Segurança Social, mas dos rendimentos dos beneficiários. Em causa estão subsídios sociais (para beneficiários mais pobres) mas também outras ajudas:

– Prestações por encargos familiares, incluindo abono de família ou bolsas de estudo específicas;
– Rendimento Social de Inserção;
– Subsídio social de desemprego, destinado a famílias de baixos rendimentos e com insuficiente carreira contributiva para aceder à prestação principal;
– Subsídio social de parentalidade;
– Acção social escolar e no ensino superior;
– Comparticipação de medicamentos e taxas moderadoras;
– Prestações de alimentos no âmbito do Fundo de Garantia de Alimentos a Menores;
– Comparticipações aos utentes de unidades de média e longa duração da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados;
– Apoios sociais à habitação;
– Apoios sociais aos trabalhadores doEstado.

  • Beneficiários têm de autorizar acesso a dados

A lei aplica-se à maior parte das prestações e por isso haverá uma reavaliação extraordinária dos apoios.

– Para comprovar os rendimentos, a Segurança Social pode
pedir ao beneficiário uma “declaração de autorização” para aceder a informação, nomeadamente fiscal e bancária. Caso não seja entregue, suspende a atribuição do apoio;
– Falsas declarações impedem o acesso ao apoio por dois anos;
– Grande parte da informação sobre rendimentos será obtida no sistema de Segurança Social ou através da troca de dados entre esta entidade e o Fisco;
– Sempre que tal não seja possível, a Segurança Social pode solicitar as provas necessárias;
– As provas de rendimentos de capitais e apoios à habitação estão calendarizadas.

  • Todos os rendimentos do agregado contam

Para autorizar o acesso a prestações sociais, a Segurança Social vai passar a contabilizar um grupo de rendimentos mais alargado, que se estende ao agregado familiar:

– Rendimentos de trabalho dependente (salários);
– Rendimentos empresariais e profissionais (trabalhadores independentes);
– Rendimentos de capitais (como juros de depósitos, dividendos de acções ou rendimentos de outros activos financeiros). Sempre que estes sejam inferiores a 5% do valor dos créditos depositados e de outros valores mobiliários, considera-se o que resulta da aplicação daquela percentagem;
– Rendimentos prediais, excluindo casas de habitação permanente até 251,5 mil euros. Caso contrário, conta 5% do excedente. Contam rendas de prédios rústicos, urbanos e mistos e valores da cedência do uso do prédio ou parte dele. Se daqui não resultar renda ou esta for inferior à determinada, conta 5% do valor mais elevado que conste da caderneta predial ou certidão matricial;
– Pensões;
– Prestações sociais;
– Apoios regulares à habitação, como subsídios de residência ou de renda e apoios à habitação social. No caso de habitação social, é considerado um apoio de 46,36 euros, mas de forma escalonada (um terço no primeiro ano, dois no segundo e o total a partir do terceiro);
– Bolsas de estudo e formação;
– O património mobiliário (nomeadamente acções ou fundos) não pode ser superior a 240 Indexantes dos Apoios Sociais (100.613 euros).

  • Cortes no Rendimento Social de Inserção vão mais longe

No rendimento mínimo, os cortes são ainda mais visíveis, já que, além das novas regras de capitação e rendimentos, também há alterações à lei:

– Fiscalização é feita semestralmente e no momento de renovação anual;
– Desaparece a majoração do apoio às gravidas e no primeiro ano de vida, que se mantém apenas para quem já recebe;
– Caem os apoios extraordinários a deficientes e doentes crónicos, idosos em situação de grave dependência e apoios que compensam despesas de habitação;
– Quem recusar o programa de inserção perde a prestação por dois anos (e não um);
– A recusa de emprego conveniente, trabalho social ou formação implica o fim do apoio;
– A partir de 2011, o Estado garante que vai colocar em seis meses todos os beneficiários entre os 18 e os 55 anos em medidas específicas;
– Os trabalhadores que se despeçam com justa causa só podem ter acesso ao RSI um ano depois;
– A prestação de RSI corresponde à diferença entre um valor (definido em função do tamanho do agregado) e do rendimento da família. Com a nova lei, só o primeiro adulto equivale a 100% da pensão social (189,52 euros). Para o segundo, já só conta 70% (quando até agora era 100%). Mantém-se o valor de 50% para cada menor mas a partir do terceiro desce de 60 para 50%;
– Subsídios de férias e de Natal contam na determinação dos rendimentos;

  • Conceito de agregado alarga-se e muda a ponderação de cada elemento

Passam a contar os rendimentos de todos os familiares em economia comum:

– Cônjuge ou pessoa em união de facto há mais de dois anos;
– Parentes directos ou por afinidade, maiores de idade, em linha recta e colateral até ao terceiro grau (pais, filhos, irmãos, tios, sobrinhos, avós, netos, bisavós e bisnetos);
– Parentes ou afins menores em linha recta e colateral;
– Adoptantes e adoptados;

E também muda a ponderação de cada elemento:

– O requerente tem um peso de 1
– Cada indivíduo maior vale 0,7
– Cada menor conta 0,5

O que muda na contabilização dos recursos da família:

– No caso de um casal com dois filhos, em que existe um rendimento conjunto de 1.000 euros, é tido em conta um rendimento de 370,4 euros por pessoa e não 250 euros;
– A prestação pode subir se passarem a ser considerados novos elementos sem rendimentos.»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-muda-nos-apoios-sociais-a-partir-de-hoje_95989.html, a 01 de Agosto de 2010, em Diário Económico

O meu comentário:

Perante esta notícia, penso que a medida aqui ilustrada, pode ser benéfica e ao mesmo tempo maléfica.

Os benefícios da medida, visam acima de tudo, criar um sindroma de igualdade e justiça, deixando de teoricamente haver pessoas que «ganham» com recursos a prestações sociais, sendo que podem não ter necessidades das mesmas.

Vai ser benéfico, também se olharmos, para o reajuste de valor que se vai dar, a pessoas com rendimentos oriundos de outras fontes.

Penso mesmo, que estas serão os únicos benefícios da medida, sendo que, na minha opinião, vai trazer mais malefícios que benefícios.

De forma, directa os malefícios, são se a medida não for correctamente aplicada, o retirar subsídios a quem deles necessita, ou mesmo, reduzir os mesmos, a pessoas que necessitam mesmo deles.

Senão vejamos, um casal jovem, tem empregos com rendimentos na ordem do ordenado mínimo, se por acaso um deles, ficar desempregado, vai ser indagado a necessidade do subsidio, com recursos aos valores que auferem, se for concedido o subsidio, vai ser dado somente 80% do valor do ultimo ordenado, logo, pelo valor actual de 475€, o valor rondara, os 380€, ou seja, menos quase 100€, neste caso, 95€, sendo que este valor, num cenário actual, e perante o rendimento do casal, é extremamente relevante o mesmo. Agora pensem a situação acima descrita, e se o casal tiver uma criança a seu cargo…

Outra questão que se levanta, é na minha óptica a anti-constitucionalidade da medida, pois pressupõe o levantamento do sigilo bancário, e a passagem a pente fino da vida privadas das pessoas, o que penso que a par da medida da apresentação quinzenal nas Juntas de Freguesia / Centro de Empregos, leva a tratar as pessoas, como «criminosas», o que penso que é muito injusto, eu pessoalmente sou contra o passar a «controlar» a vida das pessoas, sem motivos de crime.

Para concluir, recorde-mos que no caso do subsídio de desemprego, é um direito adquirido, na medida em que, as pessoas descontaram dos seus ordenados, para terem esse apoio, no caso de perca de emprego.

Penso que o pacote, é muito austero, e que vai acentuar a crise, pois as pessoas, ao ficarem sem rendimentos, vão ter que recorrer a outros métodos, que podem não ser os mais lícitos para poderem sobreviver. Vai com toda a certeza, incrementar a criminalidade, e mais acentuar as desigualdades e assimetrias na sociedade Portuguesa.

Deixo a Questão: Que Pensa das Medidas Aplicadas As Prestações Sociais?

Tenho Dito

RT

Conheça o Lugar de Portugal, na Escala da Pobreza…Veja Aqui os Detalhes e a Análise…

Portugal em 3º no ranking da Pobreza...

Hoje trago um assunto que penso ser pertinente, nos dias que correm, trata-se de os Portugueses terem problemas em pagar as suas despesas mensais, no que concerne a bens de primeira necessidade, vou transcrever a referida peça jornalística, e de seguida vou tecer um breve comentário.

«Portugueses no Top3 dos que têm mais dificuldades no fim do mês

Somos ultrapassados só pela Grécia e Letónia

As famílias portuguesas são as terceiras da União Europeia a «deitar as mãos à cabeça» quando chegam as contas no final do mês. Piores que nós estão apenas as da Grécia e as da Letónia, de acordo com o Eurobarómetro.

Questionados sobre se o orçamento doméstico é suficiente para pagar as despesas correntes, como as alimentares, 82% dos portugueses responderam afirmativamente, sendo a média da UE de 83%.

No entanto, quando o questionário acrescenta o pagamento de dívidas assumidas, 39% dos portugueses reconhecem ser «uma luta constante», 32% dizem ter «por vezes» dificuldades, 22% respondem não ter quaisquer problemas com pagamento de contas e 7% admite deixar dívidas por pagar. A média europeia é de, respetivamente, 15, 34, 46 e 5%.

A sondagem mostra que um em cada seis europeus declara ter constantemente dificuldade para pagar as despesas correntes e três quartos consideram que a pobreza aumentou no seu país no último ano.

Mas no relatório para analisar a percepção de pobreza nos 27 países da EU, a Comissão conclui que se a questão é «se algumas ou muitas contas» ficam por pagar, 7% dos portugueses responde «sim». Vários países nos ultrapassam, nomeadamente os espanhóis (8%). Ainda a Letónia fica nos 17%, a Bulgária 15% e a Grécia 14%. Aqui, a média da Europa fica nos 5%.

Ainda segundo a sondagem do Eurobarómetro, mais de 90% dos portugueses tem a percepção de que a pobreza aumentou em Portugal nos últimos 12 meses.

O inquérito mostra que 61% dos inquiridos em Portugal consideram que a pobreza «aumentou muito», a que acrescem os 30% que respondem que «subiu ligeiramente». Nesta categoria, os números só são superiores na Grécia, onde 94% dos inquiridos considera que a pobreza aumentou nos últimos 12 meses.

A média dos 27 estados-membros da União Europeia (EU) é de 73%, com 38% a considerarem que a pobreza «aumentou muito» e 37% a dizerem que «cresceu ligeiramente».

Este inquérito surge quando já decorreu a primeira metade do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social e após o compromisso assumido no passado dia 17, pelos dirigentes da UE, de retirar 20 milhões de europeus da pobreza e da exclusão social na próxima década.

Em Portugal foram questionadas 1005 pessoas, 695 através de telefone fixo e 310 via telemóvel.

As entrevistas foram feitas pela Consulmark, entre 18 e 22 de maio. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/contas-portugal-europa-agencia-financeira-dinheiro-familias/1172082-4058.html, a 22 de Junho de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

À muito tempo que já não comentava uma notícia, no entanto, pelas questões acima mencionadas é realmente muito triste.

A peça jornalística indica que cada vez está mais difícil as pessoas poderem pagar contas de bens essenciais como a casa, a comida, ou mesmo factores higiénicos, digamos que a maior parte dos portugueses, veio para a parte inferior da pirâmide de Maslow, ou seja, passou a não conseguir ter uma vida, onde as necessidades básicas ficam asseguradas.

Num estado, onde se diz democrata e onde a constituição da republica portuguesa, pressupõe igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos nacionais, no entanto, vemos que os jovens deste país continuam, sem apoio e sem emprego, ou seja, não conseguem sequer atingir o em prego, para conseguir ter dinheiro para as suas necessidades básicas, falo nomeadamente de uma geração que muitos deles investiram o que tinham e o que não tinham em estudos especializados, como é o caso dos estudos no ensino superior.

O próprio ordenado mínimo, é ridículo, como é possível com o ordenado mínimo nacional, as pessoas conseguirem ter um nível de vida condigno, mesmo em casal, onde as seriam pelo menos 2 os ordenados mínimos a entrar, o valor dos mesmos, não chega à fasquia dos 1000€, logo, este casal para ter uma vida minimamente aceitável, ou tem ajudas externas, nomeadamente de familiares, tais como país, ou então vive em casa dos país de um ou de outro, o que de certa forma não é correcto, pois em 99% dos casos é origem de conflitos familiares e já la diz o ditado «Quem casa, Quer Casa».

Como é possível, vir neste cenário, solicitar que as pessoas, tenham filhos, e incrementem a taxa de natalidade, de forma a poder assegurar a manutenção das reformas e dos apoios concedidos pela Segurança Social? Não é possível! Os nossos governantes, têm essa mesma noção dessa necessidade, no entanto, não querem dar o braço a torcer e dar a oportunidade aos jovens, especialmente aos jovens recém licenciados, e como tal, estamos a perder gerações, nomeadamente as gerações nascidas na década de 80.

Peço a que os nossos governantes, especialmente os que possuem ordenados chorudos, para tentaram viver com o ordenado mínimo nacional, nomeadamente fazer a vida com bens básicos e recorrerem a transportes públicos para se moverem, e possam ver que não existe, possibilidade de se viver assim.

É óbvio, que perante isto que os índices de pobreza estão a sofrer incrementos no nosso país, o estudo, não qualifica, mas se fizer um estudo mais qualitativo, podemos verificar que possivelmente as gerações mais novas, são as que estão a cair em pobreza, sendo que estamos num limite muito ténue, que é os jovens recém licenciados, poderem aos poucos fazer parte dessa triste realidade, pois apesar de possuírem qualidades e qualificações, não lhes é concedida a oportunidade, voltando para aquilo que os patrões denominam de toneladas de experiencia, coisa que anteriormente já abordei aqui.

Para concluir, deixo um apelo aos nossos governantes, que tenham consciência que estão a causar danos que podem ser irreversíveis na nossa sociedade, causando lacunas a nível demográfico, que num mundo desenvolvido e capitalista, dificilmente poderemos encontrar um país chamado de Portugal, nos próximos séculos.

Mais uma vez pede-se mais qualidade de vida, maior rendimento disponível, para que exista um incremento no consumo, e se possa, sair desta crise, e retomar o caminho do progresso.

Tenho Dito

RT

Estágios da Função Pública…Conheça Aqui as Reclamações Sobre os Mesmos…

Estágios na Função Pública Fonte: http://blog.grupofoco.com.br

Hoje trago uma transcrição de uma notícia relativamente aos estágios na função pública, que vi no dia de ontem num diário da nossa praça, passo a transcrever a respectiva notícia, e vou fazer um breve comentário à mesma, pois penso que o processo decorreu nuns trâmites muito pouco transparentes e correctos.

«Estágios no Estado. Finanças receberam 1500 reclamações

Pós-graduados passaram à frente de jovens com mestrados e médias mais baixas entraram à frente de médias mais altas

Quando o desemprego entre os jovens atinge os 22%, o Programa de Estágios Profissionais na Administração Central (PEPAC), que abrange licenciados até 35 anos desempregados, à procura do primeiro emprego ou a trabalhar numa área diferente da de formação, poderia ser um balão de oxigénio. Mas das cinco mil vagas disponíveis, apenas 2981 estágios foram preenchidos em 51 áreas, avançou ontem o governo ao divulgar a lista de colocados. Para vários candidatos ouvidos pelo i, o concurso foi mal gerido desde o início. Fonte do ministério das Finanças admite ao i que houve 1500 reclamações. Este número “decorre do vasto universo de candidatos”, cerca de 24 mil, e “do sistema de candidaturas inovador cujos termos nem sempre resultaram claros para os candidatos”, garante.

A maioria das reclamações dos candidatos prende-se com o facto de a DGAE (Direcção-Geral de Administração e do Emprego Público) não ter salvaguardado a veracidade dos dados prestados pelos candidatos, verificação que só ocorrerá agora, quando a lista dos seleccionados já foi divulgada. Houve casos, de que o i teve conhecimento, em que estágios para “Geografia e Ordenamento do Território” foram preenchidos por licenciados em arquitectura. Em resposta ao i, as Finanças reconhecem falhas: “Neste processo poderão, naturalmente, ter sido prestadas declarações incorrectas, podendo ter sido escolhida uma área de educação e formação que, na verdade, não comporta a licenciatura do candidato ou as características do estágio em oferta”. Ainda assim, as Finanças garantem que “o PEPAC assegurou uma selecção isenta e adequada dos candidatos face às ofertas disponíveis”.

Grupo no Facebook

Segundo o ministério das Finanças, cerca de 3700 propostas ficaram sem resposta da parte dos candidatos notificados, razão que motivou a redução do número de estágios dos 5 mil iniciais para 3 mil. “O governo dizer que foram os jovens que não aceitaram os estágios foi uma provocação gratuita”, ataca Samuel Paiva Pires, 24 anos, licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Técnica de Lisboa. O jovem e a amiga Inês Narciso, da mesma faculdade e curso, integram os 440 candidatos para as 55 vagas da área de Ciência Política e Cidadania. “Se as vagas não foram todas preenchidas é porque a maioria dos candidatos em lugares elegíveis não foi notificada”, acusa Samuel Pires. Fartos de ouvir queixas, inclusive de pessoas que tinham conseguido um estágio, Samuel e Inês criaram um blogue e um grupo no Facebook para divulgarem as falhas no processo de selecção ao PEPAC. Constataram que não estavam sós: o blogue conta com uma média de 200 visitas diárias e o grupo com mais de 400 membros.

Critérios “redutores”

Com médias de 18, 16 e 15 valores, respectivamente, Vânia Lopes, Samuel e Inês viram candidatos com médias inferiores passar-lhes à frente. “Sentimo-nos enganados e desiludidos com este programa devido às incongruências do processo de selecção”, que teve critérios de selecção “redutores”, acusa Samuel. “Não pediram currículos, não fizeram entrevistas, nem sequer pediram a discriminação das universidades onde as pessoas concluíram os cursos”, acusa. Actividades extracurriculares e data de conclusão da licenciatura também não constavam nos pedidos de informação do governo.

Na última semana do concurso, o governo anunciou que, face à fraca procura, iria reduzir as vagas para 3 mil. Mas, para as Finanças, não houve corte, antes uma “reorientação”, que implicou que “fossem eliminadas temporariamente vagas, apenas na penúltima ronda de notificações”.

“Se todas as vagas fossem preenchidas, teria sido colocado”, conta Acácio Moreira, 33 anos, licenciado em Novas Tecnologias da Informação que nunca foi notificado. “Das 215 vagas na área de informática em Lisboa, apenas foram preenchidas 48. Parece que não houve vontade do governo de colocar toda a gente”, acusa.

Segundo o ministério, a escassez de respostas aos 6 mil convites para estágios deveu-se à preferência dos candidatos por várias zonas do País, com grande concentração em Lisboa, Porto e Coimbra, e por determinados serviços do Estado. Acácio Moreira contesta: “Concorri para sete distritos, num total de 290 vagas”. “Apenas 99 foram preenchidas”, garante. Além disso, “o concurso esteve parado pelo menos metade do tempo desde o início da fase de notificações”, acusa. Por seu lado, o ministério rejeita estas acusações: “Quando o candidato notificado para um estágio numa entidade promotora não aceitou ou não respondeu [a uma proposta de estágio] no prazo de 48 horas, o sistema informático procedeu, automaticamente, ao envio de notificação ao candidato seguinte”.

O Bloco de Esquerda apresentou um requerimento ao Governo, que não teve ainda resposta, onde questiona o processo de selecção. O partido não vê justificação para que cerca de 24 mil candidatos tenham sido excluídos, quando ficaram por preencher cerca de metade das vagas disponibilizadas no concurso. “Houve falhas no sistema informático e agora o governo está a atirar a culpa para os candidatos”, acusa o deputado Paulo Soeiro. Já o presidente do STE (Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado), Bettencourt Picanço, diz que a atitude do governo é “lamentável”, assegurando que as razões da redução das vagas são “obviamente financeiras”. Circula ainda uma petição para reiniciar o concurso. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/62834-estagios-no-estado-financas-receberam-1500-reclamacoes, 03 de Junho de 2010, em Jornal i

O meu comentário:

Perante esta peça jornalística, e o assunto em questão devo indicar que já não dá para me revoltar, ou mesmo me espantar, pois no fundo, esse era o desfecho que sabia que estes estágios iriam ter, não passaram de meras medidas de forma a existir incremento de popularidade, deste governo, e uma maneira de conquistar votos em eleições.

Eu pessoalmente, inscrevi-me não fui um dos «felizes» notificados, se calhar por não ter um padrinho na Função Publica, que me pudesse amparar.

Na vida, tive que conquistar tudo, nunca nada me caiu do céu, aliás sou daqueles que não gosta de obter algo, sem esforço, talvez porque se cair do céu, não dá gozo. Não é minha ideia mostrar desta forma, que considere que existiram cunhas em todos os casos de escolhidos, mas com certeza na maior parte sim.

É triste, mais uma vez, os governantes brincarem com os jovens, e com a vida das futuras pessoas de responsabilidade neste país, que são os jovens licenciados. Mais uma vez, perderam e penso que pela derradeira oportunidade, a possibilidade de fazerem as «pazes» com esta juventude, juventude esta e que como eu, se encontra estagnada e não consegue formar família e mesmo, porque não agradecer aos governantes, com incremento da taxa de natalidade, coisa que se trata urgente resolver, de forma a assegurar a sustentabilidade da segurança social.

Tenho pena, que as coisas sejam assim, e que tenham ficado vagas por colocar, sendo que a minha teoria é que em virtude da necessidade de redução da despesa, era imperativo reduzir os estágios para os «necessários», e como tal, acabou-se com 50% das vagas dos mesmos…

Enfim, tenho pena que tenha terminado da pior forma, uma medida que deveria ter sido muito positiva, e que poderia mostrar a responsabilidade social de um governo que ajuda as populações, mais concretamente uma franja muito especial da juventude, que são os jovens licenciados.

Deixo a Questão: Qual a sua opinião sobre como ocorreu o processo de selecção dos estágios na Função Publica?

Mais uma do nosso Governo

RT