Conheça a ARCO a Feira de Arte Com Mais Notoriedade de Espanha…

Fevereiro 17, 2011

Arco...A Mais Conhecida Feira de Arte de Espanha... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que visa sobre a maior feira de arte de Espanha a «ARCO», passo a transcrever o referido artigo.

« ARCO. Tudo pode ser arte na feira mais famosa de Espanha

Até um quadro de miúdos pode valer 15 mil euros. Começa hoje, em Madrid, a ARCO e os galeristas portugueses explicam porque é importante participar

Há quatro anos, a jornalista espanhola Fanny Estévez entrou na ARCO, a feira de arte contemporânea de Madrid, com um quadro escondido na mala. De manhã, um grupo de doze miúdos de um infantário tinha lançado as pequenas mãos cheias de tinta à mesma tela. O objectivo da reportagem do programa “El Buscador”, do canal Telecinco, era mostrar que “qualquer coisa pode passar por arte na feira mais prestigiada de Espanha”. Até mesmo um quadro esborratado por miúdos de 2 e 3 anos.

“Nota-se que é um quadro feito por um homem com uma carga erótica muito grande, mas também reprimida”, disse um dos visitantes, enquanto analisava a pintura. Pouco tempo antes, a jornalista tinha pendurado o quadro num canto recatado da feira e conseguira arrancar algumas opiniões do público. Uma rapariga distinguia uma “paisagem vegetal” na tela, enquanto um homem acreditava que reflectia “um desespero por um caminho novo”. Nas reacções que podem ser vistas no YouTube (uma pesquisa por “El Buscador en ARCO” basta) chega a ver-se uma mulher que considera 15 mil euros “um preço barato” para o quadro.

Este ano, a feira de arte contemporânea comemora a sua trigésima edição e os visitantes podem continuar a filosofar sobre as obras de arte de 190 galerias internacionais. Por exemplo, o trabalho “Pão com Pão” (fotografia aqui em cima), do cubano Wilfredo Prieto, poderá suscitar a seguinte dúvida: trata-se mesmo de uma obra ou do lanche de alguém esquecido na prateleira?

Conselhos

“Para comprar arte é essencial gostar da peça, mas primeiro recolher informações sobre o currículo do artista”, aconselha Vera Cortês, dona de uma das doze galerias portuguesas presentes na ARCO 2011. A peça mais valiosa que levou para a feira foi um vídeo da dupla inglesa John Wood & Paul Harrison. “O preço são os artistas que decidem, não é inflacionado pela feira”, garante a galerista. Entre as peças do seu stand está um conjunto de 500 fotocópias da artista Joana Bastos onde se pode ler “Sorry, had to go to work”. O Preço? 250 euros.

Porquê ir

“É sempre importante participar na ARCO”, diz Cristina Guerra, dona da galeria homónima em Lisboa. “É a feira mais importante da Península Ibérica. A de Lisboa [a Arte Lisboa] praticamente não existe.” Para a galerista, compensa sempre participar: “Os transportes são mais baratos, as vendas correm bem e fazem-se bons contactos com coleccionadores, curadores e directores de museus.”

A feira em Madrid abre as portas hoje, mas só para convidados VIP, os primeiros a fechar negócio com as galerias. A partir de sexta e até domingo transforma-se numa gigante exposição de arte contemporânea, aberta a quem quiser pagar 32 euros por dia.

Se não quiser pagar nem ir a Madrid há outra hipótese: os utilizadores do iPhone e iPad podem descarregar no iTunes uma aplicação gratuita que lhes permite conhecer as obras virtualmente.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/104933-arco-tudo-pode-ser-arte-na-feira-mais-famosa-espanha, a 16 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Mais uma de Barcelona…

Fevereiro 9, 2011

Mais uma de Barcelona... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago mais uma notícia relacionada com Barcelona, passo a partilhar a mesma com vocês.

« Barcelona Toy Travel. A agência de viagens para peluches

Por 70 euros pode mandar o seu boneco passear pelas atracções turísticas de Barcelona. Lisboa pode ser o próximo destino

No filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, Amélie decide roubar o gnomo de barro do jardim do seu pai e dá-lo a uma amiga hospedeira que o leva a passear. A partir daí, o pai começa a receber pelo correio fotografias do gnomo viajante nos quatro cantos do mundo. Inspirado por esta cena, Daniel Bacho, de 26 anos, lembrou-se de criar uma agência de viagens só para bonecos de peluche. “Queria fazer uma coisa parecida com a cena do filme e no início nem pensei que isto se tornasse um negócio”, conta ao i o checo de 26 anos que se mudou para Barcelona para estudar espanhol.

Desde que a Barcelona Toy Travel começou a funcionar, em Novembro do ano passado, mais de 20 bonecos já passearam pelas atracções turísticas da cidade catalã. Das Ramblas à Sagrada Família, sem esquecer o estádio Camp Nou, os peluches têm direito a passar uma semana de férias em Barcelona. Os donos vão recebendo notícias em casa através do e-mail e do Facebook e no final da viagem recebem o seu boneco de volta e um álbum de fotografias. “As pessoas inscrevem-se no nosso site, escolhem o tipo de viagem que querem e enviam-nos o peluche pelo correio.” Os preços começam nos 70 euros (com 6 dias de passeio pelo centro histórico, um CD com 20 fotografias e uma recordação da cidade) e os 100 euros (que incluem uma visita às casas de Gaudí ou ao estádio do Barça, dependendo dos interesses do boneco). Por 90 euros, os amigos de pelúcia podem também provar tapas e conhecer outros bonecos num piquenique na praia.

“Mandamos sempre notícias por e-mail, para as pessoas saberem que ele ou ela está bem”, diz Daniel. A maior parte dos clientes ou são jovens entre os 25 e os 30 anos ou pais interessados em surpreender os filhos. “Ainda não tivemos nenhum peluche português, mas já recebemos alguns vindos do Japão.”

A agência para bonecos que Daniel criou com a namorada já vem mencionada no site da Lonely Planet e pensa expandir as suas viagens para Portugal. “Se tudo correr bem vamos até Lisboa e ao Porto, que também são bons destinos turísticos.” Tal como as agências para humanos, a de peluches tem uma promoção especial para o Dia dos Namorados: aceita casais e tem visitas aos sítios mais românticos de Barcelona. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/103204-barcelona-toy-travel-agencia-viagens-peluches, a 08 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Faça Férias em Castelos…Conheça Alguns A Nível Mundial…

Agosto 26, 2010

Turismo em Castelos... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

De forma a fugir a rotina, porque não realizar umas férias num castelo, li à uns dias atrás uma reportagem sobre o tema, vou a transcrever na íntegra, para que possa ler, e escolher umas férias dignas de monarquia.

« Férias: hotéis que são castelos

Turistas fazem viagem no tempo em castelos centenários que, agora hotéis, preservam a sua História

Nem só princesas, príncipes, reis e rainhas dormem em castelos. Muitos destes monumentos centenários podem ser visitados por turistas, não só por mero apetite cultural, mas também para pernoitar. São autênticas viagens pela história, em plena época de férias. O «The Huffington Post» foi descobri-los.

Castelo Medieval de Burgos, Espanha

Burgos é a cidade que do herói épico El Cid que se notabilizou nas lutas contra os mouros no século XI. Este castelo constitui o berço da cultura castelhana medieval. Princesas, príncipes, cavaleiros a sério peregrinos medievais: é só dar asas à imaginação. Para uns dias de férias, o Landa Palace Hotel, castelo do século 14 convertido num hotel de 39 quartos, incluindo piscina, de inspiração gótica é a escolha ideal. O castelo acolhe com frequência os peregrinos a caminho de Santiago de Compostela.

Castelo Henderson em Kalamazoo, Michigan

Tomar um banho de água quente sobre o telhado de um castelo em Michigan: parece impossível, mas não é. Henderson Castle B & B, construído em 1895 sobre uma colina e coberto por muitas árvores, este castelos é um dos monumentos mais conhecidos de Michigan. Um refúgio do passado, com tectos pintados à mão, mas também um ícone do presente com Internet sem fios.

Château de Chanzé, França

No Château de Chanzé pode passar umas férias por 30/40 euros por noite. Aninhado num campo verde francês, o castelo do século XVI está decorado num estilo renascentista. A piscina aquecida, a vista sobre o vale do rio Loire e uma impressionante biblioteca, com uma passagem mistério, são algumas das atracções.

Castelo Amberly, Sussex, Virgínia

Com 900 anos de idade, o Amberley Castle, convida os visitantes a viajar para um passado remoto, assim que chegam ao portão principal. O bom gosto da decoração, a biblioteca e o restaurante de luxo dão garantias de uma experiência para mais tarde recordar.

Carbisdale, Escócia

O Carbisdale Castle Youth Hostel foi construído para a Duquesa de Sutherland, nas margens do rio Kyle, em 1906. E, desde então, tem abrigado as personalidades mais ricas e influentes. A grande colecção de arte e o exército de estátuas de mármore italiano em exposição, na galeria principal, são a senha de entrada para umas férias culturais. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/turismo/castelos-ferias-viagens-turismo-agencia-financeira/1186027-5208.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28Ag%C3%AAncia+Financeira%29, em Agência Financeira a 21 de Agosto de 2010.

Boas Férias

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Segredos do Fabrico dos Hambúrgueres da McDonald’s… Conheça Aqui Alguns dos Detalhes…

Julho 15, 2010

Fábrica de Hambúrgueres da McDonald's Fonte: http://www.carlosbusko.wordpress.com

Hoje trago algo que achei engraçado e que já saiu à algum tempo, no entanto, é uma reportagem intemporal, vou transcrever a mesma, e para os amantes do fast food, deixo-vos com uma autentica raridade.

« Visita à Meca dos hambúrgueres

Fazer um hambúrguer McDonald’s é um processo simples mas milimétrico. A receita não tem segredos: é 100% vaca. Há alguns truques que em casa talvez pedissem a Bimby

Segunda, quarta e sexta – Big Mac: 7,2 milímetros de espessura e 45 gramas. Terça e quinta – Royal e Big Tasty: 12 milímetros e 113,43 e 150 gramas, respectivamente. Não, não fomos roubar o guião a Morgan Spurlock, que atiçou as críticas com o documentário de 2004 “Super Size Me – 30 Dias de Fastfood”. O i foi visitar o fornecedor de hambúrgueres de vaca da McDonalds a Toledo, a cidade de ferro a uma hora de Madrid, e viu como nasce um dos hambúrgueres mais famosos do mundo. Na realidade vimos nascer mais de 37 mil, em 48 minutos, e com 1888 quilos de carne de vaca.

ESCA Food Solutions, arredores de Toledo. O calor é insuportável às primeiras horas da manhã e esperamos encontrar um pequeno império de carne de vaca – afinal a fábrica serve os restaurantes de Portugal, Espanha e Andorra. Viajamos com dez “auditores da qualidade”, uma campanha para dar a conhecer os bastidores da cadeia e responder a todas as perguntas sobre certificados ISO e outros pormenores técnicos feitas por quem se inscreva em http://www.auditoresdaqualidade.com e acabe por ser seleccionado para uma viagem. Faça-se uma declaração de princípio: a jornalista é cliente ocasional de McDonald’s e na sua cabeça tenta projectar um McBacon comido durante a semana para ver se a visita muda alguma coisa; pensa na velha história das minhocas e promete a si própria estar atenta a recipientes suspeitos.

Primeira constatação: a fábrica não é imponente. Mais, há uma única linha de montagem, onde vão sendo disparados hambúrgueres em filas de cinco, num processamento de até 2200 quilos de carne cada 50 minutos, o que representa cerca de 25 lotes e um milhão de hambúrgueres por dia, produzidos entre as seis horas da manhã e a meia-noite.

Na fábrica tudo circula ao contrário dos ponteiros do relógio, explica Paloma Martín, gestora de qualidade da fábrica, numa organização que é simples apesar de pensada ao milímetro. Vestimos macacões, touca e máscara e lavamos as mãos com germicida. Não há luvas pela mesma razão por que ficam fora dos restaurantes: são uma das principais fontes de contaminação e não incentivam a lavagem regular das mãos, salienta Marta Moreira, gestora de qualidade da McDonald’s Sul da Europa.

Todas as peças passam são sujeitas a análises bacteriológicas e rastreadas desde a origem. Se houver um problema com um hambúrguer – saem da fábrica com uma validade de três meses – existem três do mesmo lote nos armazéns da ESCA e toda a produção pode ser suspensa em três horas. Além disso, os animais usados são testados contra a BSE. Só são utilizadas partes dos quartos dianteiros e das abas, daí serem precisos cerca de 28 fornecedores de várias regiões espanholas, e mais de 30 mil ganadeiros, para que consigam despachar as carcaças das 150 mil vacas leiteiras necessárias por ano só na ESCA de Toledo.

A carne chega à fábrica em blocos ultracongelados, e se quiser experimentar a receita em casa talvez a única forma seja usar uma Bimby, brinca Marta Moreira. É que o grande truque é picar as carnes nos dois formatos em conjunto para baixar a temperatura de produção e assim moldar os hambúrgueres sem os segredos caseiros do ovo ou do pão ralado.

Estão oito graus. A carne fica na picadora industrial durante 20 minutos, onde se faz uma última triagem de nervos e tendões – já chega desossada. “É impossível dizer quantas vezes teríamos de picar a carne em casa para ficar com a mesma consistência”, explica Marta Moreira. Outro requisito é uma proporção de gordura de 20%. O rácio consegue-se misturando a carne das abas, com mais gordura, com a outra, mais magra. Passa para o tapete de moldagem, onde é inspeccionada antes de entrar no circuito de ultracongelação, que usa nitrogénio líquido, e de onde os hambúrgueres saem a 22 graus negativos.

No fim da linha há um pouco de CSI: um detector de metais. Paloma Martín explica que o mais frequente é encontrarem chumbos da caça. Quando soa o alarme, os cinco hambúrgueres da linha são desviados do tapete e, caso não se encontre o metal, toda a produção volta a passar pelo detector. Depois são embalados e guardados na câmara frigorífica a 22 graus negativos até serem despachados para centros de distribuição. “Pode dizer-se que não há dois hambúrgueres iguais, e nunca sabemos onde vão parar os melhores”, diz Diego Salgado, director de qualidade da ESCA em Toledo.

Faz-se o teste de confecção numa sala junto à linha de montagem – processo repetido no restaurante todos os dias. Cada hambúrguer tem de atingir a temperatura interna de 69 graus, um dos requisitos que a McDonald’s soma à legislação. Outro exemplo é que a temperatura do transporte é documentada com uma espécie de tacógrafo para que os hambúrgueres nunca sejam entregues acima dos 15 graus negativos. Provamos hambúrgueres feitos com uma mistura de carne dos fornecedores Lualco e Merca, pormenores a que não se tem acesso no restaurante. A degustação é feita sem tempero, e… sabe a McDonald’s.

100% carne “Os nossos hambúrgueres são os únicos só de carne”, diz Diego Salgado. A certificação foi atribuída em 2008 pela entidade independente Applus+. A carne artificial não está nos planos, nem a McDonald’s faz investigação nesse sentido – e minhocas não as vimos e não parece que venham a surgir. Já agora explique-se o mito: um cientista terá sugerido que poderiam ser incluídas por serem nutritivas. Numa entrevista à “Time” em 1992, o fundador da McDonald’s, Ray Croc, tentou arrumar o assunto: “Não podíamos dar-nos ao luxo de picar minhocas nos nossos hambúrgueres. Os hambúrgueres custam um dólar e meio a libra (453,6 gramas), e as minhocas seis.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/66785-visita–meca-dos-hamburgueres, a 29 de Junho de 2010, em Jornal I

Bons Big Mac’s!

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A Nossa Humilde Homenagem a José Saramago…

Junho 19, 2010

A cultura portuguesa ficou mais pobre no dia de ontem, pois perdeu-se o nosso Prémio Nóbel da Literatura, o único, e que já vem do ano de 1998, faço obviamente de José Saramago, que se despediu ontem pelas 12:45, Hora de Lanzarote e de Portugal.

O Xávena de Palavras presta os mais sinceros sentimentos à Família, Amigos e Admiradores de José Saramago, e da sua escrita.

José Saramago - Prémio Nóbel da Literatura 1998 Fonte:http://files.nireblog.com

Muito Obrigado, por tudo, os Portugueses devem-te muito!

Até Sempre!

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Barcelona Com Sabor a Português…

Abril 7, 2010

Sabores Portugueses em Espanha.... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma reportagem que achei piada, por falar de uma grande cidade Espanhola, que é Barcelona, passo a transcrever a mesma, no entanto, não vou comentar, pois trata-se de uma reportagem sobre uma cidade, que não merece nenhum reparo, por se tratar de uma grande cidade, penso mesmo, de uma nação.

«Barcelona. O sítio onde portugueses e japoneses estão em casa

Num dos bairros mais cosmopolitas da cidade, a Casa Portuguesa tem Licor Beirão e concertos de Jorge Palma

Sair de Portugal e ir viver para outro país implica muitas vezes ter de habituar o paladar à gastronomia local. E se as barrigas mais curiosas se satisfazem com tudo – desde sabores picantes a molhos condimentados, passando por bifes de animais que não fazem parte da alimentação mediterrânica -, há sempre um momento em que as lusitanas saudades se fazem sentir.

“Sou gulosa” Leonor Castro Pinto tem 32 anos e vive em Barcelona há sete. Nasceu na Covilhã, licenciou-se em Ciências da Comunicação e especializou-se em cinema. Trabalhar na sétima arte era o seu grande sonho e, por isso, foi para Barcelona, onde começou por frequentar um master de guionismo. Quando partiu, pensava ficar em Espanha apenas alguns meses, mas a vida trocar-lhe-ia as voltas. Apaixonada pela cidade, foi prolongando a sua estadia, continuando a trabalhar na área de produção de eventos ligados à moda, ao cinema e à música. No entanto, apesar de se sentir realizada com a opção, não conseguia evitar as saudades, sobretudo quando caminhava pelas ruas de Barcelona e não encontrava quaisquer referências aos seus compatriotas. “Barcelona tem manifestações culturais do mundo inteiro. De Portugal não havia nada!”, recorda Leonor Castro Pinto. Não existia um restaurante, café ou loja que a fizesse recordar Portugal em toda a cidade: “Sou muito gulosa e sentia falta dos doces e das sobremesas portuguesas. Em Barcelona é tudo muito diferente. Têm croissants e queques, mas sempre congelados!”

Café? Loja? Restaurante? Em vez de fazer as malas e regressar, começou a pensar em criar um negócio, em conjunto com um colega português, com venda de vinhos, cervejas e outros produtos nacionais. Dois anos depois, tinham o conceito definido e os contactos necessários realizados. Em pleno bairro da Gràcia – o “Bairro Alto de Barcelona” – abriram um espaço com 120 metros quadrados: “Queríamos fugir aos conceitos tradicionais de restaurante e café. Queríamos um espaço um bocadinho diferente, que mostrasse a gastronomia portuguesa mas que também tivesse uma componente artística e cultural. E foi isso que, aos poucos, conseguimos criar. A Casa Portuguesa não é um café, não é um bar, não é um restaurante, nem sequer uma loja, mas é um bocadinho de tudo isso.”

Dá-me lume As prateleiras estão cobertas de uma oferta variada de vinhos, de norte a sul do país, e alguns licores, como a Ginja d’Óbidos, a Amêndoa Amarga e o Licor Beirão. Há também uma secção gourmet, com várias marcas de azeites, compotas, bolachas e reservas nacionais. Na cafetaria pode provar-se café, sumos, cervejas e águas nacionais, ou alguns dos bolos e sobremesas de produção própria. Pastéis de nata, bolas de Berlim, mil-folhas de chocolate, bolos de arroz, bolo de bolacha, molotof e tarte de limão aguçam o apetite dos mais gulosos. Quem preferir salgados pode sempre optar por rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau, empadas e chamuças, ou pedir antes uma tábua de queijos ou de enchidos. Alguns clientes saboreiam in loco as delícias expostas, numa das sete mesas do local, mas muitos preferem levar para casa: “Vendemos muito para fora. Estamos mesmo a iniciar um serviço de catering para empresas ou festas privadas e também a colocar os nossos vinhos em vários restaurantes catalães”, informa Leonor Castro Pinto.

Com frequência, o espaço também apresenta exposições e lançamentos de livros de artistas e escritores portugueses. A música ao vivo é uma constante, com noites de fados e guitarradas, ou de outros estilos que apeteça escutar. Teresa Rita Lopes e José Luís Peixoto já apresentaram aqui os seus livros. Jorge Palma deu um concerto intimista e Hélder Moutinho trouxe à Catalunha a melodia mais nostálgica que os portugueses criaram. Para celebrar o 25 de Abril, alguns estudantes de cinema exibem anualmente curtas-metragens relacionadas com o tema, enquanto o 10 de Junho, que coincide com os santos populares, traz os sócios e clientes da Casa Portuguesa para a rua, com uma sardinhada típica.

Situado num bairro cosmopolita, o espaço tem clientes oriundos dos quatro cantos do mundo: “Os portugueses reúnem-se bastante ao fim-de-semana, para matar saudades, mas vêm também muitos ingleses, italianos, franceses… Os japoneses, por exemplo, são incríveis. Alguns deles já vivem ali no bairro há anos e vão lá imensas vezes, mas continuam a trazer máquinas fotográficas ao pescoço. Já chegámos a aparecer em algumas revistas japonesas”, sublinha a proprietária. O espaço pode ser visitado se for a Barcelona, ou virtualmente, em www.acasaportuguesa.com.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/53862-barcelona-o-sitio-onde-portugueses-e-japoneses-estao-em-casa, a 5 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Viagens

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Easyjet Patrocina Passagem de Ano Em Madrid…Veja Como Pode Participar…

Dezembro 27, 2009

Após o Natal, temos começar a pensar na passagem de ano, passo a transcrever uma oferta para uma passagem de ano diferente, pela Easyjet, e a que um diário da nossa praça, faz uma publireportagem, passo a transcrever a mesma, não fazendo nenhum comentário à mesma.

«Easyjet oferece passagem de ano em Madrid

A Easyjet lançou um passatempo na sua página do Facebook para oferecer uma viagem para duas pessoas a Madrid. Para participar, basta tornar-se fã da easyJet no facebook e completar uma frase sobre a easyJet e uma viagem a Madrid.
A festa de passagem de ano realiza-se nas Puertas del Sol , em Madrid.  A viagem de ida realiza-se dia 31 de Dezembro de 2009 e o regresso no dia 1 de Janeiro de 2010.
Os resultados do concurso são divulgados sai 29 de Dezembro na página do Facebook da easyjet.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39169-easyjet-oferece-passagem-ano-em-madrid, a 24 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Entradas!

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