Conheça Uma Entrevista a Vanessa da Mata…

Vanessa da Mata... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo interessante, pois trata-se de uma entrevista a Vanessa da Mata…

« Vanessa da Mata. “Tenho uma velha e uma criança dentro de mim”

Foi ela que pôs toda a gente a gritar “Ai, ai, ai” e a desejar “Boa Sorte”. Hoje à noite actua em Cascais para dar a conhecer “Bicicletas, Bolos e outras Alegrias”

 Ao longe vê-se o cabelo volumoso, a expressão simpática mas não demasiado sorridente. A figura alta está afundada no sofá, de perna cruzada e cabeça encostada à mão. Nem beijinho, nem aperto de mão mas logo um “tudo bem?” cantado. Respira fundo e distrai o olhar antes de falar. De repente assusta, lança uma gargalhada forte. Vanessa da Mata nasceu no Mato Grosso e com 15 anos foi estudar medicina. Ou pelo menos era o que a família achava: entregou-se à música. Aos 21 anos escrevia a letra que ganharia vida na voz de Maria Bethânia. Seguiram-se três álbuns e grandes sucessos de ficar no ouvido como “Não me Deixe Só”, “Ai, Ai, Ai” e “Boa Sorte/Good Luck” em dueto com Ben Harper. Chega ao quarto trabalho com título e sonoridade infantis mas letras de gente grande.

Afinal o que é “Bicicletas, bolos e outras alegrias”? Em que é que é diferente dos álbuns anteriores?

Do começo ao fim autoral é autoral. É um CD bem moderno e tem um trabalho um pouco mais sofisticado. Tem uma mistura entre afrobeat e ritmos brasileiros que é uma coisa que sempre quis fazer. É feito ao vivo, praticamente. Entrámos no estúdio, ensaiámos os arranjos todos e depois fomos gravar juntos que é uma coisa que se fazia muito na década de 70. Tem um retro mas ele está ao mesmo tempo muito moderno, é um encontro de gerações talvez.

Apesar de o título remeter para a infância, por vezes os assuntos tratados são mais adultos.

Muitos assuntos estão ligados à infância mas procedem de uma maneira adulta. Há uma critica do consumismo, na “Bolsa de Grife”, como se a bolsa fosse dar auto-estima, uma base de ego, de formação. Eu me sinto parte disso, por isso que me incomoda. Existem várias ditaduras. De ser vencedor, de ter um bom carro, de toda essa aparência. Mas me incomoda muito o facto de ter tantas meninas que saem em revistas de moda, de fofoca, e que estão visivelmente doentes ou anoréxicas e são mantidas como se fossem vencedoras e estão cada vez mais a caminho do matadouro.

Sente-se ou já se sentiu pressionada por essas ideias?

Fui modelo uma época e sofri muito porque gostava de comer e tinha que passar fome e a sensação que eu tinha era que as pessoas queriam manter o corpo de adolescente, quase criança. E tinha uma conotação quase que pedófila. É um incentivo à juventude extremada, uma sensualidade feia. Não pode ter bunda, não pode ter quadril, não pode ter peitos. Não pode ter cara de mulher tem que ter cara de menina. Então para mim aquilo era sempre muito esquisito.

Com seis anos compôs uma canção sobre uma conversa que tinha ouvido entre adultos, que falava de amores e traições. Era uma criança irrequieta?

Eu fui completamente irrequieta. Eu era uma criança que a minha avó mesmo dizia que nunca tinha visto entre meninos e meninas uma criatura tão atentada – não sei se vocês usam essa palavra aqui. Eu tinha défice de atenção e hiperactividade junto.

Hoje é muito calma, na maneira de estar e falar.

Mas olha o meu pé está sempre batendo [lança o olhar para a perna cruzada].

A menina que nasceu no Mato Grosso é muito diferente da mulher que vemos hoje nos palcos?

Totalmente diferente mas, ao mesmo tempo, existe a mesma essência. Tenho uma velha e uma criança dentro de mim. Às vezes se digladiam, às vezes se amam. E eu não posso matar as duas.

Esteve perto de seguir uma carreira de medicina. Se não fosse cantora o que seria?

Não tenho a menor ideia. Se fosse outra qualquer profissão acho que seria muito infeliz.

Nove anos depois do 1º álbum continua a viver situações engraçadas em palco?

Há pessoas que sobem no palco e cada uma quer dar um recado, outras vezes querem abraçar, cantar junto. É um pouco intimidador. Me lembro do meu primeiro show em Portugal, tive muito mais público aqui que no Brasil. Isso prá mim foi chocante no bom sentido.

O dueto com Ben Harper “Boa Sorte/ Good Luck” foi um grande sucesso em Portugal e mundo fora. Nunca se cansou de ouvir a música?

Houve uma altura que falei por amor de deus! [risos] Mas as canções não dependem da gente. A gente faz e depois elas ganham vida própria, se instalam na vida de cada um.

Como assim?

Um dia estava comendo no Chiado e veio uma mulher portuguesa, chorando muito com o telefone na mão, que disse: “Fala com o meu marido. Ele terminou com a sua letra”. E era como se eu tivesse ajudado a ele terminar. No Brasil também aconteceu com um casamento de 25 anos que o cara mandou a letra para a mulher… e olha, não tenho o que dizer. Isso acontece, transforma a vida das pessoas. Por exemplo, “Ainda Bem”, que era de um disco anterior, fazia com que as pessoas se juntassem. Diziam “ah, essa é a nossa música, essa música me pediu em casamento”. Essas músicas vão se tornando vozes de outras pessoas, vão sendo a trilha sonora das suas vidas. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/145041-vanessa-da-mata-tenho-uma-velha-e-uma-crianca-dentro-mim, a 25 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça o Paredes de Coura de 2011….

Paredes de Coura.... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo sobre o festival de Paredes de Coura…

« Paredes de Coura. Aqui não há pó. Só relva e boa música

Começa hoje o festival que deu fama à vila minhota. Se ainda não está convencido a ir, leia este texto e ficará. Resolvemos os seus dramas existenciais

O festival Paredes de Coura começou com uma conversa de amigos nas margens do rio Tabuão. “Éramos todos miúdos, estávamos a ver um concerto na praia fluvial e pensámos como aquele era o sítio ideal para fazer um festival”, recorda o director João Carvalho. “Agora o festival confunde-se com as nossas vidas.” Na organização do Paredes de Coura, que começa hoje a sua 19.ª edição, ainda estão os mesmos “miúdos” que na altura fundaram a empresa Ritmos. Desde então, o nome da vila minhota de 1500 habitantes ganhou fama internacional graças ao festival que quase a sustenta. “Os comerciantes daqui dizem-me que durante o evento ganham dinheiro para o ano todo. Só assim é que sobrevivem.”

Mesmo assim, João diz que é difícil arranjar patrocínios. “As marcas preferem eventos em Lisboa. Pior que o provincianismo é o provincianismo da urbe. O ano passado tivemos de ir a Madrid para arranjar a Heineken.” Este ano o patrocinador oficial é a Ritek. O nome pode parecer o de um desentupidor nasal, mas na verdade é o de uma empresa angolana. “Está ligada à produção de espectáculos”, revela João. “São os responsáveis pela organização do Luanda Jazz Festival, o melhor festival de Angola.”

Ao contrário de outros festivais, João garante que depois do fim desta edição “só se vai falar de bandas e do festival e não de pó ou acessos complicados. Aqui não há pó, é só verde.” Segundo ele, o campismo tem “condições excelentes” e vai ser vigiado pelos bombeiros e pela GNR. “Este ano há mais chuveiros e as sanitas são de porcelana.”

O festival é elogiado por quase todos que lá passaram e não estamos a falar das sanitas. Dave Grohl, vocalista dos Foo Fighters, tocou em Paredes de Coura em 2005 e disse que o festival tinha “o melhor alinhamento do ano” – Pixies, Kaiser Chiefs, Queens of The Stone Age, Nick Cave & The Bad Seeds… “Disse também que no palco tinha a sensação de que ia ser engolido pelo público”, conta João.

OK, CHEGA. JÁ ESTOU CONVENCIDO A IR MAS NÃO TENHO CARRO. DEVO IR EM PEREGRINAÇÃO ATÉ PAREDES DE COURA? Não será necessário tanto esforço. Se mora em Lisboa, Porto, Vila Real de Santo António, Lagos, Coimbra ou Braga tem ligação directa a Paredes de Coura através dos autocarros da Rede Expressos. Os horários podem ser consultados no site do festival (www.www.paredesdecoura.com). Pode também ir de comboio até ao Porto e apanhar a ligação do comboio regional até Valença do Minho. Aí, durante os dias do festival, há uma ligação de autocarro desde a estação de comboios até ao recinto. Se quiser tentar uma opção ainda mais económica – não vale ir nos transportes sem pagar bilhete – tente arranjar boleia no fórum do site do festival. Se há tópicos onde se discute “o melhor sítio para cagar em Paredes de Coura” – já agora as opiniões variam entre as casas de banho do centro de saúde e os cafés mais recatados da vila – porque não iniciar um tópico sobre boleias?

tenho problemas de costas e não quero dormir numa tenda. Já devia ter pensado nisso com mais antecedência, mas ainda assim, e a pensar no seu bem-estar nocturno, deixamos-lhe alguns contactos. Se o seu grupo é grande, opte por uma casa para oito pessoas colada aos chuveiros do recinto. Pelo menos não tem de pegar no carro. Por 35 euros/pessoa por dia arranja uma com quatro quartos, cozinha e casa de banho (91 654 62 95). Se prefere ficar num turismo rural, escolha a Quinta de Favaes (www.favaes. com). Pode ser um bom sítio para curar a ressaca no meio da natureza e longe da confusão do recinto. Uma casa rústica para dez pessoas custa 380 euros/noite. As residenciais mais baratas no centro da vila já estão cheias.

ainda assim… não quero ficar no campismo do recinto, mas não quero gastar muito dinheiro. A única hipótese é acampar. Pode fazer campismo selvagem, mas como não queremos que arranje problemas com a polícia, sugerimos-lhe que tente alugar um quintal. Nas casas da estrada principal há gente que aluga os quintais como se fossem parques de campismo por um preço simpático, como dez euros pelos quatro dias. Esteja atento quando vir uma casa com muitos carros no parque de estacionamento.

e durante o dia, o que se faz nesta terra? Compre um colchão insuflável (as bóias em forma de crocodilo estão na moda este ano) e fique a boiar na praia fluvial do Tabuão. No último a situação pode ser negra. Há sempre a piscina municipal.

tenho mesmo de comer hambúrgueres e cachorros do psicológico durante quatro dias? Só se quiser filmar algum documentário ao estilo “Super Size Me”. O Restaurante Albergaria tem pratos económicos a seis euros, o Café do Pi serve petiscos e no Café Pizzaria pode encontrar francesinhas a seis euros.

Mais algum conselho? Leve um impermeável. Não há ano em que não chove e para sexta-feira o serviço meteorológico do sapo.pt prevê “tempestades eléctricas”.

O Festival Paredes de Coura começa hoje e dura até sábado. O passe para os 4 dias custa 75 euros. Os bilhetes diários custam 40 euros. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/143549-paredes-coura-aqui-nao-ha-po-so-relva-e-boa-musica, a 17 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça a Agenda Para Este Fim de Semana…

Agenda para o Fim Semana... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e como tem sido habitual, trago a agenda para o Fim Semana…

 

« Agenda de Fim-de-Semana

 

 Esta é uma semana especial. O querido mês de Agosto está a meio caminho do regresso à vida normal, mas nada tema. Temos propostas tão deliciosas como o Festival do Marisco em_Olhão, o Festival Super Bock, Surf Fest ou os Deolinda. Sem esquecer, claro, as festas e romarias populares que, nas vésperas do 15 de Agosto, se adensam

 

Hoje

 

Cheikh LÕ

grande auditório,

CCB, praça do Império,

Lisboa

Preço: 5€ a 10€

O cantor, guitarrista, percussionista e compositor “faz música a partir paz”. Uma coisa que se precisa em vários sítios. O_músico senegalês funde os ritmos tradicionais do seu país com reggae, flamenco e jazz.

 

Super bock surf fest

Praia do tonel, Sagres

Preço: 40€

19h

Depois do Festival Sudoeste, segue-se um evento mais calmo, dedicado aos espíritos livres do surf. A vila piscatória de Sagres recebe o Super Bock Super Fest 2011 com grandes nomes. Hoje é dia de Gentleman, do reggae do alemão e de Dub Incorporation. A ajudar a festa temos Kid Cudi, o belga Millow e o português Frankie Chavez. No menu ainda John Dimas, Intelectronik e Nuno Reis & Luís Oliveira.

 

Atlantihda

Casa da música, Porto

21h30

Entrada Livre

Gisela João dá a voz ao projecto musical Atlantihda, um misto de canção rural, fado e erudita. Para agradar a gregos e troianos.

 

 

Amanhã

 

Em Viagem

Centro Cultural de Paredes de Coura,

21h30

Preço: Entrada livre

No Verão não é só Sol. Ir ao teatro é uma boa opção. A nova produção do Trigo Limpo Teatro Acert fala das peripécias de um casal em viagem. Com este tema todos nos identificamos.

 

Maria joão e Mário laginha

Palácio de cristal, R. D. Manuel II, Porto

22horas

Preço: 5€

O Porto Blue Jazz 11 recebe a dupla do jazz mais conhecida em Portugal. Maria João e Mário Laginha navegam por terras desconhecidas do improviso mas lançam a âncora no jazz seguro. Trocadilhos de linguagem_à parte, é sempre uma boa desculpa para ver o concerto de dois grandes músicos portugueses.

 

João Penalva

Centro de Arte moderna – José Azeredo Pedrigão, r. Dr. Nicolau Bettencourt, Lisboa

Até às 18h.

Preço: 4€

A obra de João Penalva, a viver em_Londres em “Trabalhos com Texto e Imagem”, como foi baptizada a exposição, para ver e apreciar.

 

 

Domingo

 

Ópera em palmela

Igreja de Santa maria, no Castelo de Palmela

22horas

Entrada Livre

Excertos de musicais americanos, Mozart, Rossini, Verdi e as óperas de Puccini transformados num grande espectáculo para a família. “Missão (Im)possível” é da responsabilidade da Companhia de Ópera do Castelo, com apoio da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos. O_espectáculo vale por duas razões: ópera à borla e um castelo lindo.

 

O meu tio

Espaço nimas, Av. 5 de Outubro, Lisboa

21horas

preço: 3€

Um clássico de cinema por dia, não sabe o bem que lhe fazia. Já dizia o ditado ou provérbio que acabamos de inventar. O Espaço Nimas dedica o mês de Agosto a Jacques Tati. Hoje é o clássico, dos clássicos “O_Meu Tio”.

 

Deolinda

Recinto das festas

da Batalha

22horas

Entrada livre

Dispensam apresentações e são tão bons como uma travessa de sardinhas no Verão._A banda lisboeta traz na bagagem “Dois Selos e Um Carimbo”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142816-agenda-fim-de-semana, a 12 de Agosto de 2011, em Jornal I

 

Bons Divertimentos

 

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Conheça o Festival Que Vai Durar Até ao Final de Agosto…

Festival Hippie... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo sobre um festival que nos vai levar até ao final de Agosto…

« Os festivais para meninos acabaram. Agora é só hippies

 Começa hoje o festival de trance Freedom, em Elvas. No Gerês, o Rainbow reúne hippies até ao fim de Agosto

 “Pedir a alguém no Rainbow para não fazer sexo em frente dos seus filhos, é como ir a um bar com miúdos e pedir aos clientes para não beberem álcool.” A frase foi escrita por Jim Dee, um autoproclamado hippie e “filho de um hippie dos anos 70” na página do Facebook do Rainbow. Jim Dee aconselha todos os participantes do encontro – que começou em Portugal a 30 de Julho e se prolonga até 29 de Agosto – a não levarem crianças.

“Em miúdo, o meu pai levou-me a alguns encontros destes e fiquei chocado. Há muita nudez e sexo, por exemplo em tendas públicas como a do chá”, escreveu. “Também há sexo na relva e em arbustos, onde os miúdos brincam.”

O primeiro Rainbow aconteceu na Califórnia em Julho de 1972 e contou com 20 mil pessoas. Onze anos depois chegava à Europa e realizava-se na Suíça. O que começou por ser um evento pontual numa floresta norte-americana tornou-se no maior encontro anual de hippies, pseudo-hippies, viajantes e curiosos que aguentam alguns dias na comunidade até apanharem piolhos. Nos encontros europeus, que duram um mês, os participantes trazem as suas tendas e montam um acampamento onde as actividades principais são workshops como os de respiração holotrópica, permacultura e curas com ervas – fumá-las é a técnica preferida.

Este ano, Portugal é o país escolhido para o encontro europeu, tal como em 1996 e em 2008 – neste último juntou apenas 70 pessoas porque se tratava de um evento local. Mas não é fácil encontrar o sítio. Com uma pesquisa no Google percebemos que se realiza na “Ibéria”. Só depois de saltarmos por vários sites com arco-íris, descobrimos que é em Salto, uma aldeia em Montalegre, perto do Gerês.

“Espaço para 4 mil pessoas, fontes de água potável, madeira para fogueiras e lugares de estacionamento a um mínimo de uma hora e meia do local de encontro” são algumas das características do espaço do Rainbow.

Freedom nos intervalos do Boom

A partir de hoje, a Herdade do Monte da Chaminé, em Elvas também se vai encher de pessoas com rastas. Até dia 15, são esperados entre 8 a 10 mil amantes da música trance no Freedom. O festival que teve a sua primeira edição em 2005 realiza-se de dois em dois anos, para coincidir com os intervalos do psicadélico Boom, em Idanha-a-Nova.

“O que nos difere da cultura do Boom é apostarmos em nomes mais fortes no cartaz”, conta Tiago Mota, director do palco principal. Na 1ª. edição, a organizadora Crystal Matrix levou a Elvas nomes sonantes do trance como os israelitas Infected Mushroom e juntou 10 mil pessoas em três dias, com bilhetes a 55 euros.

Este ano os bilhetes aumentaram de preço (custam 110 euros), mas o festival dura uma semana e inclui uma after-party no dia 16. “Os principais artistas vão ser Talamasca [um DJ francês], Vibe Tribe [o projecto do produtor russo Stas Marnyanski] e os Sun Project [que combinam metal com trance].”

Tal como no Boom, onde no ano passado foram apreendidas perto de 16 mil doses de heroína e quase 5 mil selos de LSD, o consumo de drogas pesadas é habitual no Freedom. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142341-os-festivais-meninos-acabaram-agora-e-so-hippies, a 10 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça a História do Festival de Vilar de Mouros….

Vilar de Mouros... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago nada mais nada menos que a história do primeiro festival de verão em Portugal, desta feita Vilar de Mouros.

«Vilar de Mouros. O Woodstock à portuguesa faz 40 anos

 A 8 de Agosto de 1971, Elton John actuou no primeiro festival de música pop em Portugal, que foi criado pelo médico António Barge

Elton John aterrou no Porto com manager, banda e instrumentos, pronto para o primeiro festival de música pop em Portugal. Só faltava um detalhe, ou melhor, um carro para o levar ao recinto. O transporte combinado não tinha chegado e no carro de António Barge, médico minhoto e mentor do Festival Vilar de Mouros, não cabiam todos os membros da banda, muito menos o equipamento. Por sorte, Júlio Isidro, que ia apresentar a estrela no festival, já tinha chegado e deu boleia a Elton John e ao manager. Do caminho entre Porto e Viana, o apresentador só recorda o comentário sobre as nossas estradas: “Não são muito boas.” Elton John ia levar outras memórias de Vilar de Mouros, que partilhou com Amélia Barge, a mulher do criador do festival. Fernando Zamith entrevistou-a para o livro “Vilar de Mouros, 35 anos de Festivais” e reproduziu o diálogo.

Elton John: “Acha que eles estão a gostar?”

Amélia Barge: “Estão!”

Elton John: “Mas não se manifestam!”

Amélia Barge: “Não, cá em Portugal é assim.”

Era assim em 1971, no país de brandos costumes que acolheu pela primeira vez uma espécie de Woodstock, com menos lama, talvez menos droga e mais “tintol”, como se via nas fotografias. Era também a primeira vez que se falava em vegetarianos por terras de boa carne minhota. Uma modernice do grupo pop Manfred Mann, nos tops na altura, que Isabel Barge, filha do organizador, conseguiu solucionar. Numa pensão de Caminha lá se arranjou um prato feito à medida, recordou Fernando Zamith.

Mas estas são as pequenas peripécias num projecto megalómano que não foi organizado por produtoras com grandes patrocinadores, nem por institutos públicos, mas por um médico e pela sua família que ficou com dívidas durante anos. “O festival custou 2500 contos [cerca de 600 mil euros hoje] e eles só tiveram o apoio de 30 contos de uma instituição pública. O resto foram os bens da família e as receitas de bilheteira. Houve muita afluência, mas não foi suficiente. A mulher obrigou-o a prometer que não se metia em mais nenhuma coisa destas. No final deve ter tido um prejuízo de 1700 contos”, diz ao i o jornalista da Lusa.

Vilar de Mouros, paraíso O objectivo deste médico, nascido em Venade, a seis quilómetros de Vilar de Mouros e a viver em Lisboa há muito tempo, era divulgar a região. “Ele achava que era preciso promover o resto do país, descentralizar. Foi ele que mandou fazer os primeiros postais da região para oferecer aos amigos”, recorda Fernando Zamith, também professor na Universidade do Porto.

António Barge, com dois filhos, e uma enorme paixão pela música demorou três anos a planear o festival. Antes já tinha feito parte da organização de alguns eventos musicais na terra e o de 1968 foi o mais marcante. Entre ranchos folclóricos, houve cantores de intervenção. “Zeca Afonso não resistiu e tocou músicas proibidas. António percebeu se queria fazer uma coisa em grande, não podia ter o regime à perna”, diz o jornalista. Como era uma espécie de futurista, começou a pensar num evento em grande e depois de 1969, quando aconteceu o pai de todos os festivais, o Woodstock, nos Estados Unidos, virou-se para a juventude.

O planeamento não olhava a meios e não tivessem os The Beatles acabado um ano antes, António Barge teria conseguido trazer os Fab 4 a Portugal. “O mais incrível era a determinação de António Barge em ir em frente sem receio. Ele queria trazer os Beatles e quando lhe disseram que cobravam 1000 contos [o equivalente hoje a 250 mil euros] por concerto, ele respondeu: ”Tudo bem””, recorda ao i Fernando Zamith.

Os Rolling Stones também foram uma hipótese e só por não terem datas vagas é que não foi possível virem a Portugal. Aliás, Elton John esteve quase para não vir e os Black Sabbath eram os substitutos. Barge conseguiu apoios da Phillips para a parte eléctrica e as obras nas estradas da região foram adiantadas por causa do festival.

Quando os nomes foram sendo confirmados, os jovens foram aderindo. Ninguém queria perder aquela oportunidade. Apesar disso, as cerca de 30 mil pessoas ainda não sabiam bem o que fazer em festivais. “As pessoas estavam contidas. Sabiam que a polícia andava por ali. Os concertos foram pequenos e não houve encores porque ninguém os pediu”, diz o autor do livro. A mediatização do evento também não foi grande. A RTP, que inicialmente tinha concordado em gravar o festival, recusou à última da hora, provavelmente com medo do regime. Por essa razão, praticamente não existem registos em vídeo do festival.

Livro A história do primeiro festival nacionais só está contada no livro de Fernando Zamith, lançado quando se assinalaram 35 anos do mesmo. “A minha família é de Vilar de Mouros e tenho uma vivência com a aldeia e com o festival. Fui à edição de 82 com 18 anos e foi uma experiência marcante”, recorda. Foram nove dias com U2, The Stranglers, Carlos Paredes, Jáfumega, entre outros. “Além disso, decidi avançar para o livro porque percebi que havia pouca informação e muitas ideias erradas, como ser um festival contra o regime”, conta ao i. Fernando Zamith não conseguiu entrevistar o mentor do festival, pois António Barge morreu em 2002, mas falou com a família que acompanhou de perto a criação do evento de música mais falado. O criador de Vilar de Mouros não organizou mais festivais, mas esteve presente nalgumas edições. Entre 1999 e 2007 houve festival, até que a autarquia e a PortoEventos se desentederam. Pode ser que um dia o festival regresse, este ano teria sido uma boa desculpa.

 

 


Tozé Brito
cantor e compositor
Actuou no Festival de 1971
no Quarteto 1111

 

“Era uma liberdade controlada. O público fumava marijuana e a PIDE não interferiu”

 

O que recorda do Festival?

Foi um dos espectáculos mais importantes da minha vida. Estávamos na pré-história dos festivais, o Woodstock tinha sido dois anos antes e nunca se tinha visto nada assim em Portugal. Foi um momento mágico, de liberdade controlada. A PIDE estava por lá mas não interferiu. Sentia-se o cheiro de marijuana, vi pessoas a tomarem banho nus no rio e a polícia não fez nada para impedir.

 

Como é que o público reagiu?

No início da tarde, nos concertos antes do nosso, o público ainda estava morno. Queriam era apanhar sol e conviver. Lembro-me que quando tocámos, sabíamos que não podíamos ser contestatários mas queríamos abanar o público por isso cantámos a música “Glory, Glory, Hallelujah” [The Battle Hymn of the Republic], que se tornou o hino da luta contra escravatura. Cantámos à capela e as pessoas levantaram-se acompanharam-nos. Foi um grande momento.

Como foram os concertos?

Nós [Quarteto 1111] actuamos nas duas noites e lembro-me que Manfred Man foi a apoteose. Elton John também foi brilhante a tocar e a saltar no piano como nunca se tinha visto em Portugal.

Conheceu o criador do festival, o médico António Barge? Sim. Ele era um homem especial, com ideias muito à frente do seu tempo. Era um melómano, gostava de música clássica, pop. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142006-vilar-mouros-o-woodstock–portuguesa-faz-40-anos, a 8 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça o Festival de Musica do Mundo…Em Sines…

Festival da Musica do Mundo em Sines.... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, sobre um festival sobre a música de Sines, passo a transcrever o mesmo.

« Músicas do mundo preparam-se para invadir Sines de novo

Festival Músicas do Mundo arranca esta sexta-feira, com o concerto de António Zambujo

O Festival Músicas do Mundo (FMM) arranca esta sexta-feira, 22 de Julho, em Sines.


O evento começa com música portuguesa, cabendo a António Zambujo as honras de abertura da 12ª edição do festival, pelas 18h45, no Castelo.


De resto, e ao contrário dos últimos anos, em 2011 as actuações concentram-se todas na cidade de Sines, entre o Castelo e Av. Vasco da Gama.


O FMM dura até dia 30 Julho e como já vem sendo habitual junta, no seu cartaz, artistas provenientes de vários pontos do globo e com sonoridades que alternam entre a música com raízes mais tradicionais e a fusão de géneros.


A selecção portuguesa faz-se com fado (António Zambujo e António Chainho), com a música tradicional da Beira Baixa (Aduf), através da fusão com raízes tradicionais (Rakia e Kumpania Algazarra) ou com a electrónica  (O Experimentar Na M’Incomoda), passando pelo jazz (Mikado Lab e L.U.M.E) e pela música afro (CaBaCe).


No campo das representações internacionais, há muito por onde escolher. Mamer (Xinjiang – China), Congotronics vs. Rockers (R. D. Congo / EUA / Argentina / Suécia), Ebo Taylor & Afrobeat Academy (Gana), De Tangos y Jaleos (Extremadura – Espanha), Secret Chiefs 3 (EUA), Cheikh Lô (Senegal),Mama Rosin (Suíça), Vishwa Mohan Bhatt & The Divana Ensemble “Desert Slide” (Rajastão – Índia), Marchand vs. Burger “Before Bach” (França) ou Sly & Robbie feat. Junior Reid (Jamaica) são apenas algumas das propostas do extenso cartaz que leva a Sines as cores e as sonoridades do mundo.


O
i é parceiro da 12ª edição do Festival Músicas do Mundo. Veja aqui uma pequena amostra do evento.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/137734-musicas-do-mundo-preparam-se-invadir-sines-novo-,  a 20 de Julho de 2011, em Jornal I

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Screamadelica…

Screamadelica Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, sobre uma banda que vai tocar no Optimus Alive, passo a transcrever a referida peça.

« “Screamadelica” Let”s party like it”s 1991

Nos início dos anos 90 os Primal Scream viram a luz e decidiram partilhá-la com o mundo. “Screamadelica” regressa numa edição de luxo

Mesmo num disco de que se goste muito há sempre aquela faixa que pode saltar. Aqueles minutos desinspirados que preferimos evitar, como uma chamada dos pais a meio de uma bebedeira. “Screamadelica”, o terceiro disco dos Primal Scream, não tem nenhuma dessas canções. Isso bastaria para fazer dele um grande disco, mas é muito mais do que isso. Venceu o Mercury Prize em 1992 e está em tudo o que é lista de melhores discos da década de 90: a revista “Q”, a bíblia “Pitchfork” ou a BBC não deixaram nunca de fora das suas enumerações o álbum que comemora esta segunda-feira 20 anos de carreira. E cujo valor foi reconhecido pelos CTT lá do Reino Unido, que usaram a capa do disco numa colecção de selos. (Adenda: “Screamadelica” saiu oficialmente a 23 de Setembro de 1991, mas as celebrações arrancam esta segunda-feira com uma reedição de luxo do disco – dois vinis, dois CD remasterizados, um disco de misturas e outro de músicas ao vivo; um DVD de making of, uma T-shirt, tudo arrumado numa caixa de lata.)

O sempre hiperbólico “New Musical Express” chamou-lhe “o álbum que mudou a história da música para sempre” e outras publicações comparam a sua importância à do “White Album”, dos Beatles. Há alguma verdade nisto.

“Screamadelica” capta como poucos o espírito de uma época, uma geração e um som. Isto é: o início dos anos 90, a música de dança, as drogas sintéticas para ajudar a dançar a noite toda e o ecstasy, que ajudava a tornar essa façanha possível. O terceiro disco dos Primal Scream é um disco de dança, produzido por um DJ, Andrew Weatherall, que rompe dramaticamente com as raízes indie da banda. E mais: deixa para trás os Primal Scream como banda escocesa obscura e fez deles um sucesso mundial, deixando Bobby Gillespie com legitimidade para o comportamento (e penteado) de estrela rock que tinha vindo a adoptar desde o início.

Os Primal Scream tocam “Screamadelica” na íntegra dia 7 de Julho no Optimus Alive »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/110953-screamadelica-lets-party-like-its-1991, a 17 de Março de 2011, em Jornal I

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Detalhes do Super Bock em Stock…

Super Bock em Stock... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo sobre um festival, desta feita é o Super Bock, passo a transcrever o referido artigo.

« Super Bock em Stock. Abrem-se as portas do armazém do rock

Começa amanhã o único evento não político a trazer pessoas à Avenida da Liberdade. Uma oportunidade para inalar monóxido de carbono e ouvir os músicos de 2011

A Bela Ipanema, no número 169 da Av. da Liberdade, recebe pouco amor dos lisboetas durante o ano inteiro. É um poiso de turistas, está certo, tem uma daquelas esplanadas desabrigadas onde tudo é temperado com fumo de escape, sim senhor; mas os preços não estão inflacionados como acontece no resto da avenida e os salgados são de uma honestidade e rectidão que já só esperamos encontrar em alguns acólitos. Nas edições anteriores do Super Bock em Stock a Bela Ipanema animou-se, mas a enxurrada de juventude com sede não os fez optar pelo copo de plástico. É das melhores coisas da avenida e um dos motivos para sorrir durante o festival – mas há outros. Aquele que é o maior e melhor (ou único) festival de Inverno da capital aloja uma uma bolha de novos talentos prestes a rebentar ou serve de palco de consagração do artista preferido de toda a gente o ano passado. A saber.

Estreias. Janelle Monáe deve ser o nome na ponta da língua de toda a gente que estiver a ver as montras no sábado à noite. A artista norte-americana apadrinhada por Sean “Diddy” Combs e descrita como uma versão feminina de James Brown, toca no Teatro Tivoli às 00h. O mais certo é que a segunda passagem da cantora por Portugal será no Pavilhão Atlântico, num horário diferente e a um preço mais inconveniente. Por isso, de todos os concertos imperdíveis do festival (do ano?) este será o mais imperdível de todos. Estreiam ainda pelas mãos do festival os Zola Jesus, banda de rock coberto por nevoeiro em noites de lua cheia a fazer lembrar Cocteau Twins e outros artistas do catálogo 4AD. Estão na moda junto de pessoas que gostam daquela mudança de hora que nos retira horas de luz e podem ser uma das surpresas do festival. O mesmo pode acontecer com Kele, o vocalista dos Bloc Party aparece no Tivoli para tentar convencer fãs da banda original que já tem maturidade para andar por aí sozinho.

Consagrações. O Super Bock em Stock é uma boa altura para nos apaixonarmos por novas bandas – como as colónias de férias funcionavam com as miúdas – mas também serve para aplaudirmos de pé artistas que aprendemos a amar ao longo do tempo. Os Wavves, que já incendiaram o aquário da ZDB, tocam na sexta, 01h30, para isso mesmo. E assim acontece também com Owen Pallet que por cá já conquistou plateias como Final Fantasy. Neste capítulo há também que destacar os Linda Martini, banda portuguesa que acabou de editar “Casa Ocupada”, tem uma legião de fãs numerosa e organizada que pode transformar o concerto na garagem do Marquês de Pombal (00h30) num dos eventos mais quentes do festival. É preciso ter cuidado, novamente, com a elevada concentração de monóxido de carbono.

Bilhetes para os dois dias a 40€. Online em www.superbockemstock.com »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/91648-super-bock-em-stock-abrem-se-as-portas-do-armazem-do-rock, a 2 de Dezembro de 2010, em Jornal I

Bom Festival!

RT

Conheça os Resultados do Encontro de Vinhos e Sabores de Lisboa…

Resultados de Concurso de Vinhos e Sabores Fonte: http://www.mundodatpm.blogspot.com

Hoje trago o resultado do encontro de sabores e de vinho que decorreu na cidade de Lisboa, passo a transcrever a referida reportagem.

« Encontro Com o Vinho e Sabores bate recordes

A 11ª edição do Encontro com o Vinho e Sabores, uma iniciativa da Revista dos Vinhos que decorreu de 5 a 8 de Novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, superou todos os recordes em número de presenças e de vinhos expostos, confirmando uma crescente adesão a esta iniciativa não só por parte do público consumidor, mas também dos produtores de vinhos.

A maior prova de vinhos alguma vez realizada em Portugal recebeu mais de 14 mil visitantes que degustaram mais de 1500 vinhos expostos por mais de 350 produtores e empresas participantes (aumento de 15% face à edição anterior). Ao todo registaram-se mais de 2500 visitas profissionais e foram credenciados para o evento cerca de 100 jornalistas.

Este evento serviu também para a atribuição de vários prémios em várias iniciativas ligadas ao mundo do vinho, como tem acontecido em edições anteriores. Novidade foi a criação de mais uma categoria, ou melhor, de uma secção a que foi chamado “Imagem do Vinho”, prémio que segundo os seus organizadores, para além de representar uma contribuição para a promoção do vinho português no mercado global como um produto com uma imagem moderna, apelativa e dinâmica tem ainda como objectivo estimular a criatividade dos designers nacionais que trabalham a imagem do vinho em Portugal, contribuindo assim para uma renovação dos elementos iconográficos associados ao vinho.

VENCEDORES PRÉMIO IMAGEM DO VINHO 2010

CATEGIRIA RÓTULO
1º Arrepiado Colheita Vinho Regional Alentejano tinto 2007 – Herdade do Arrepiado Velho – Marta Neto Design
2º Bastardo Vinho Regional Duriense tinto 2008 – Carla Ferreira
3º Brett Edition Vinho Regional Alentejano Syrah 2007  – Herdade do Arrepiado Velho  – Marta Neto Design


CATEGORIA GARRAFA ROTULADA
1º Arrepiado Colheita Vinho Regional Alentejano tinto 2007  Herdade do Arrepiado Velho  Marta Neto Design
2º Brett Edition Vinho Regional Alentejano Syrah 2007 – Herdade do Arrepiado Velho  – Marta Neto Design
3º Bacalhôa Moscatel de Setúbal Superior 20 anos  – Bacalhôa Vinhos de Portugal, SA  –  João Machado


CATEGORIA PACKAGING
1º Tryu Bag-in-Box Tinto e Branco, Vinho Regional Alentejano – Boa Boca Gourmet – Boa Boca Gourmet (Herdade do Sobroso) – António João Policarpo
2º Cartuxa Espumante Bruto Évora Alentejo  2007 – Fundação Eugénio de Almeida –  Rita Rivotti
3º Bacalhôa Moscatel de Setúbal Superior  20 anos  – Bacalhôa Vinhos de Portugal, SA  –  João Machado.

A ESCOLHA DA IMPRENSA

De entre os mais de 200 vinhos apreciados pelo painel de 20 jornalistas, que participaram no painel da escolha da Imprensa, o júri entendeu ainda merecedores de Prémios de Imprensa nove espumantes, nove brancos, dois rosados, nove tintos e nove fortificados, num total de 43 vinhos.
O Grande Prémio foi atribuído ao melhor de cada categoria. Sagraram-se vencedores:

Espumantes: Murganheira Távora-Varosa Vintage 2004 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa)

Brancos: Meruge Douro 2009 (Lavradores de Feitoria)

Rosados: Domingos Soares Franco Colec. Priv. Reg. Pen. de Setúbal Moscatel Roxo 2009 (José Maria da Fonseca)

Tintos: Palácio da Bacalhôa Reg. Pen. de Setúbal 2007 (Bacalhôa -Vinhos de Portugal)

Generosos: Burmester Porto Colheita 1960 (Sogevinus Fine Wines).

De entre os mais de 200 vinhos apreciados o júri entendeu ainda merecedores de Prémios de Imprensa nove espumantes, nove brancos, dois rosados, nove tintos e nove fortificados, num total de 43 vinhos. São eles, por categorias:


ESPUMANTE

Aliança Bairrada Vintage 2006 – Aliança – Vinhos de Portugal
Jacob´s Creek Chardonnay-Pinot Noir – Importação da Pernod Ricard
Loridos rosé 2007 – Bacalhôa -Vinhos de Portugal
Loridos Vintage 2007 – Bacalhôa -Vinhos de Portugal
Murganheira Távora-Varosa Millésime 2004 – Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa
Murganheira Távora-Varosa Touriga Nacional Blanc de Noirs 2005 – Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa
Quinta do Boição Arinto Special Cuvée 2006 – Enovalor – Agroturismo
Quinta do Encontro Special Cuvée 2008 – Quinta do Encontro – Sociedade Vitivínicola
Real Senhor Velha Reserva 2004 – Sociedade dos Vinhos Borges

BRANCO
Borges Dão Colheita Tardia 2007 – Sociedade dos Vinhos Borges
Borges Dão Reserva 2009 – Sociedade dos Vinhos Borges
Cabriz Dão Encruzado 2009 – Dão Sul
Dona Ermelinda Palmela 2009 – Casa Ermelinda Freitas
Cottas Douro Reserva 2009 – Soc. Agrícola do Cimo do Corgo
Fonte Mouro Regional Alentejano Col. Selecc. 2009 – Sociedade Agrícola Monte Novo e Figueirinha
Morgado de Sta. Catherina Bucelas Reserva 2008 – Companhia das Quintas
Olho de Mocho Regional Alentejano Reserva 2009 – Terralis – Agroalimentar
Vale d´Algares Selection Regional Tejo 2009 – Quatro Âncoras

ROSADO
Boas Vinhas Dão 2009 – Sociedade Agrícola Boas Quintas
Comenda Grande Reg. Alentejano 2009 – Monte da Comenda Agroturismo

TINTO
CARM Douro Superior Reserva 2008 – CARM – Casa Agrícola Roboredo Madeira
Carmim Reg. Alentejano Alicante Bouschet 2008 – CARMIM – Cooperativa de Reguengos de Monsaraz
Casas Brancas Reg. Alentejano Reserva 2008 – Goanvi
Dona Berta Douro Grande Escolha 2007 – Hernâni Verdelho
Esporão Alentejo Reserva 2008 – Herdade do Esporão
Herdade dos Grous Reg. Alentejano Reserva 2008 – Monte do Trevo
Marquês dos Vales Grace Reg. Algarve Touriga Nacional 2008 – Quinta dos Vales
Solar dos Lobos Reg. Alentejano Grande Escolha 2008 – Lobo da Silveira
Tapada de Coelheiros Reg. Alentejano Garrafeira 2005 – Herdade dos Coelheiros Sociedade Agrícola

GENEROSO
Alambre Moscatel de Setúbal 20 anos – José Maria da Fonseca
Andresen Porto White 20 anos – J.H. Andresen
Bacalhôa Moscatel de Setúbal 2004 – Bacalhôa – Vinhos de Portugal
Kopke Porto White 40 anos – Sogevinus Fine Wines
Rozés 20 anos – Rozés
Quinta da Casa Amarela Porto Reserve – Laura Valente Regueiro
Quinta Dona Matilde Porto Vintage 2007 – Quinta D. Matilde – Vinhos
Quinta Seara d´Ordens Porto Vintage 2008 – Sociedade Agrícola Quinta Seara d´Ordens
Poças Porto LBV 2005 – Manoel D. Poças Júnior – Vinhos »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/87913-encontro-com-o-vinho-e-sabores-bate-recordes, a 10 de Novembro de 2010, em Jornal I

RT

Sugestões Para Um Bom Mês de Agosto…

Sugestões Para Um Bom Mês de Agosto... Fonte: http://www.ionline.pt

As férias estão ai, e que tal se tivéssemos um guia para um mês de férias em grande? Ontem saiu num diário da nossa praça, um guia para um Agosto fantástico.

« ABC do Verão. Para umas grandes férias

O guia com tudo o que precisa de saber para um mês ideal. Descanso, praia, moda, cultura, comida e diversão para todos os gostos

Arribas Tenha cuidado. Portugal tem centenas de quilómetros de praias, mas nem todas são aconselháveis. Ao todo, no continente, há 172 praias sinalizadas com risco de derrocada.

Esteja atento à sinalização e evite estender a toalha nas zonas interditas

A legislação portuguesa prevê multas para quem ignorar os avisos

Este ano já houve 33 aluimentos

As principais zonas sinalizadas são o Algarve, a costa alentejana e as zonas entre a Marinha Grande e Sesimbra

Birkenstock As sandálias ortopédicas mais procuradas do Verão ganharam fama nos pés dos turistas alemães, que gostam de as usar com meias. Foram inventadas em 1774, mas continuam na moda. E são uma boa alternativa às havaianas.

Calor O Verão de 2003, talvez o mais quente da última década, já lá vai. Mas este já é considerado o mais quente dos últimos 150 anos. O i deixa-lhe algumas dicas para poder gozar os dias de praia sem comprometer a sua saúde.

Discotecas Mesmo que não goste de discotecas, é quase impossível escapar às festas de Verão. Evite confusões nos festejos com espuma e divirta-se em espaços com vista para o mar:

Lollipop: Praia Verde Resort, Castro Marim, Algarve

Manta Beach Club: Praia da Manta Rota, Algarve

Indústria: Bouça Vedra – Loivo, Vila Nova de Cerveira

Ecologia A palavra entrou – e ainda bem – para o dicionário da maioria dos portugueses. Este ano, quando planear as suas férias, opte por uma estada ecologicamente sustentável. De Viana do Castelo ao Algarve, passando pelas ilhas, o que não falta são quintas e casas de turismo rural amigas do ambiente.

Festivais Começaram timidamente com Vilar de Mouros e nos últimos anos viraram moda. Nos dias de maior calor, Portugal recebe músicos e bandas dos quatro cantos do mundo. O ideal será escolher aqueles que permitem passar o dia na praia ou no rio e à noite dar-se aos caminhos do rock’n’roll:

– Paredes de Coura The Cult, Klaxons e Prodigy são os nomes mais sonantes que vão actuar na praia fluvial do rio Tabuão.

– Super Bock Surf Fest Nos dias 12 e 13 de Agosto, a praia do Tonel, em Sagres, recebe Patrice, Vanessa da Mata, Anthony B e David Fonseca, entre outros.

– Santa Cruz Ocean Spirit Se é amante de música electrónica, este festival é para si. Bilhetes diários a 10€, com DJ para todos os gostos.

Grutas David Lamy é o melhor guia do Algarve e faz visitas às grutas do Carvoeiro desde 1980, quase todas com uma pequena praia privativa. Numa delas já se refugiaram alemães durante a Segunda Guerra Mundial, noutra existe um navio naufragado, visível quando a água está límpida.

Procure o barco do capitão, o Universus, na praia de Albandeira ou contacte-o através do 964 007 353 begin_of_the_skype_highlighting              964 007 353      end_of_the_skype_highlighting.

Haruki Murakami Nada melhor que começar um novo livro no primeiro dia de férias. Os livros do escritor japonês Haruki Murakami são sempre bons companheiros de viagem. O mais recente, “O Elefante Evapora-se”, é uma colectânea de 17 pequenas histórias passadas no Japão. Mas se ainda não leu nada dele o melhor será sem dúvida começar pelo mais óbvio nesta altura do ano: “Kafka à Beira-Mar”.

Ilhas Apanhe um barco e evite as enchentes das praias algarvias onde tem de chegar às nove da manhã para conseguir lugar para a toalha. Explore a ilha da Armona (em Olhão), a ilha Deserta (em Faro) ou a ilha de Tavira. Águas cristalinas, mornas e menos confusão que na maior parte das praias em Agosto.

Jazz O Verão não é apenas sinónimo de festivais de rock. Por estes dias o jazz anda à solta. O Cool Jazz Fest termina hoje com o espectáculo de Solomon Burke e uma convidada muito especial: Joss Stone. Entretanto, e até Setembro, os jardins da capital viram palco de concertos da música de Nova Orleães. Para o mês de Julho, o local escolhido foi o Parque Eduardo VII; Agosto será no Jardim de Belém e Setembro no Jardim das Necessidades.

Kitesurf A escola Katavento promove cursos em Portugal, de norte a sul do país, acompanhados por um monitor e com equipamento específico para ensino. Um curso básico dura 12 horas e custa 300€. Para os mais experientes há um curso avançado que custa 25€ por hora. Depois deste, o mais certo é conseguir dar aqueles saltos que costumava ver na televisão mas nunca sonhou ser capaz de fazer (katavento.net).

Loulé A Noite Branca, em Loulé, é a festa algarvia mais parecido com a passagem de ano do Rio de Janeiro. No sábado, 28 de Agosto, todos se vestem de branco e saem para as ruas do centro da cidade para dançar e beber nos bares improvisados na zona histórica. Aviso à navegação: não confundir com o processo “Noite Branca”.

Marinha É a paisagem quase sempre escolhida para a publicidade do Turismo de Portugal e o cenário de um dos postais mais enviados do Algarve. Com as suas rochas amarelas e a água azul-turquesa, a praia da Marinha, no Carvoeiro, foi galardoada em 1998 com o prémio “Praia Dourada” do Ministério do Ambiente. Está na lista Michelin das 100 praias mais bonitas do mundo e é a melhor razão do Verão para descer uma escadaria de centenas de degraus.

Naturismo Se não quer ficar com a marca do fato-de-banho, escolha uma destas praias onde o naturismo é permitido e estenda-se ao sol.

– Zavial Era o segredo dos hippies alemães que a frequentavam nos anos 80. Perto de Sagres, o acesso é feito por uma estrada construída pelo dono do único restaurante da praia. A zona de nudistas fica do lado esquerdo, junto às rochas onde se apanham mexilhões.

– Adegas É a única praia oficial de nudismo com direito a nadador- -salvador – cortesia da Câmara de Aljezur em Agosto. No parque de estacionamento da praia de Odeceixe encontra um trilho que o leva até lá.

– Meco Na verdade, é a Meca dos praticantes de nudismo. Quem se quer despir tem de caminhar a custo na areia grossa até uma placa a sul que assinala a zona. É comum ver famílias sem fato-de- -banho a cobrirem-se de argila da falésia. Dizem que faz bem à pele.

Conheça mais praias em http://www.fpn.pt.

Ostras, amêijoas, percebes e mexilhões são sinónimo de Verão. Se procura um bronzeado castanho e músculos nas pernas, vá à caça de amêijoas e conquilhas na ria Formosa, no Algarve. A melhor maneira de não sujar os pés de lama é procurar os bivalves na praia, sempre na maré baixa. Não há muita ciência na apanha da conquilha. Basta agachar-se, cavar um pequeno buraco na areia e esperar que elas venham à tona. Se não está para estas brincadeiras, agarre-as no prato, num destes restaurantes:

– Ideal: Rua Infante D. Henrique, 15, Cabanas de Tavira. De 5.a a 3.a, 12h00-15h00; 19h00-22h30. Experimente a sopa do mar, com marisco dentro de um pão redondo.

– Gabriel 2: Estrada do Monte Clérigo, Aljezur. Todos os dias, 10h00-00h00. As amêijoas do Gabriel são elogiadas por figuras públicas como Júlia Pinheiro, que afirmou terem sido as melhores que comeu na vida.

– Eduardo das Conquilhas: Rua Capitão Leitão, 8, Parede. De 5.a a 3.a, 12h00-00h00. A especialidade da casa que Eduardo dos Santos abriu em 1965 são as conquilhas, vindas da ria Formosa, em doses grandes, perfeitas para partilhar.

Piscinas Naturais Se gosta de dar umas boas braçadas longe do olhar indiscreto dos turistas, em Portugal há inúmeros locais semi-selvagens por descobrir. A norte, a serra do Gerês tem vários poços e cascatas de água gelada, mesmo a calhar nestes dias de calor infernal. Visite também a serra da Lousã e descubra as maravilhas naturais da Fraga da Pena. A sul, junto de Tavira, existe o Pego do Inferno, com uma cascata e uma piscina natural.

Quermesse Verão é também sinónimo de festas religiosas e de vendas de tralha, por isso siga a nossa sugestão e saiba onde encontrar pérolas da decoração kitsch. Para quem gosta de confusão e de ficar a cheirar a sardinha assada, há a festa (também religiosa) dos pescadores no portinho da Arrifana.

– Paróquia da Ribeira de Cima Às 15h de domingo, em honra da Nossa Senhora do Desterro, há quermesse na igreja de Porto de Mós, Leiria.

– Festa dos pescadores Portinho da Arrifana, Aljezur. Sábado e domingo. Só tem de estar disposto a grelhar o seu próprio peixe e a pagar oito euros para encher a caneca as vezes que quiser.

Ressaca Convença-se de que uma ressaca é como um desgosto amoroso: só o tempo a pode curar. Enquanto espera, hidrate-se. Assim que acordar, encha com água o maior copo do armário e deite-lhe um Guronsan. Uma Coca-Cola com gelo e limão (a última Coca-Cola do deserto) também ajuda. Não fique em casa deitado no sofá. Mexa as pernas até à esplanada mais próxima e peça uma cerveja. O primeiro gole bastará para vazar metade do copo. Se só de pensar em álcool já fica maldisposto, experimente um chá gelado (na Pizaria Casanova – ao lado da discoteca Lux, em Lisboa, por exemplo), enquanto começa a recordar-se dos disparates que fez na noite anterior.

Santini Depois de muito tempo de espera, a geladaria mais famosa do país abriu uma loja no número 9 da Rua do Carmo, em Lisboa, e tornou o Chiado ainda mais concorrido. Nem toda a gente tem paciência para esperar numa fila de mais de dez minutos para comer um gelado. Mas no Santini vale a pena. Um copo com dois sabores custa 2,50€. Recomendamos os gelados de fruta e o de doce de leite, que esgota com facilidade.

Triquini Pode ter sido a pior invenção de sempre, no que diz respeito a trajes de praia. Além da marca de bronzeado artística que deixa na barriga, só pode ser usado por mulheres com corpos esculturais, caso contrário as gordurinhas das ancas tentarão escapar-se ao mais pequeno movimento.

Ultravioleta Cuidado, são perigosos. E não se pense que os raios ultravioleta só atacam quando o Sol está descoberto. Em dias de nevoeiro convém proteger-se, utilizando para isso um protector solar adequado ao seu tipo de pele. Bronzeado sim, queimado é que não.

Vinte e nove À meia-noite de 29 de Agosto, as praias de Lagos enchem-se de gente para o ritual do mergulho nocturno. A tradição já é antiga. Começou quando os camponeses desciam a serra com as suas famílias, burros e carroças para tomarem o seu banho anual de mar. Agora a ocasião é festejada com fogueiras na praia, música, chouriço assado, e um mergulho tardio, claro.

Wagen, Volkswagen No site http://www.volkstore.com.pt há carrinhas pão de forma para alugar. Se a ideia é ir para um festival de Verão, o melhor é deixar o jambé em casa e fazer-se à estrada num destes clássicos. Acredite, os seus amigos vão ficar bem mais impressionados com a sua carrinha que com as suas habilidades festivaleiras. E os vizinhos do parque de campismo agradecem.

Xisto, Aldeias do Xisto Situam–se quase todas no interior de Portugal. Ao todo são 24 aldeias que além de uma paisagem idílica oferecem experiências gastronómicas únicas. Em Arganil, Castelo Branco, Pampilhosa da Serra ou Proença-a-Nova há percursos pedestres para descobrir, bem como um património secular conservado até aos dias de hoje,

Yggyroska No YggyBar, no Bairro Alto, a Yggyroska é a bebida mais procurada e também uma das mais refrescantes deste Verão. Experimente fazê-la em casa.

3 morangos

1 colher de sobremesa de açúcar

5 cl de vodka preta de framboesa

gelo picado

Ponha 5 cl de vodka preta de framboesa (se nunca viu à venda, procure pela marca Eristoff) num shaker e junte dois morangos.

Adicione uma colher de sobremesa de açúcar e gelo picado. Se não sabe fazê-lo, damos-lhe duas dicas: ponha algumas pedras de gelo numa misturadora ou embrulhe num pano e aproveite para descarregar

o stresse nas pedras de gelo, batendo com força com a ajuda de um rolo da massa.

Agite bem o shaker. Os morangos vão ficar aos pedaços (e às vezes até entopem a palhinha).

Para enfeitar ponha um morango inteiro a boiar no copo.

Onde beber YggyBar, Rua da Atalaia, 21, Bairro Alto, Lisboa

Preço 4€ (20 cl)

Para quem? Malta nova.

zambujeira O Festival do Sudoeste está de volta já na próxima semana, entre os dias 4 e 8 de Agosto. No Verão o Alentejo é das zonas mais quentes do país, pelo que sugerimos uma ida à praia da Zambujeira do Mar, antes de mergulhar no pó da Herdade da Casa Branca. Um passe de cinco dias custa 80€ e o bilhete diário 40€.

Festival

– Jamiroquai Jay Kay, um verdadeiro embaixador do Acid Jazz, volta com a sua banda e promete pôr o Sudoeste todo a dançar. O concerto é dia 6.

– Air A dupla francesa traz à Zambujeira o seu último disco de originais, “Love2”. Mas não deverão faltar os hits de “Moon Safari” ou “The Virgin Suicides”.

– Beirut Pode não parecer, mas os Beirut nasceram nos EUA. Tocam uma fusão de folclore balcânico com pop. A não perder, no dia 8 de Agosto.

Para dormir

– Herdade do Touril Estrada do Cabo Sardão, Zambujeira do Mar. Quartos entre 130 e 280 euros. Reservas: 93 781 16 27 begin_of_the_skype_highlighting              93 781 16 27      end_of_the_skype_highlighting

– Zmar – Eco Camping Herdade A-de-Mateus, EN 393/1, São Salvador, Odemira. Quartos entre 30 e 242 euros. Reservas: 707 200 626 begin_of_the_skype_highlighting              707 200 626      end_of_the_skype_highlighting

– Alcaria do Clemente Monte da Alcaria do Clemente, São Teotónio, Odemira. Quartos desde 50 euros. Reservas: 283 958 628 begin_of_the_skype_highlighting              283 958 628      end_of_the_skype_highlighting

Para petiscar

– Tranquitanas Entrada da Barca, Zambujeira do Mar. De 3.ª a dom., 12h00-23h00. Reservas: 283 961 186 begin_of_the_skype_highlighting              283 961 186      end_of_the_skype_highlighting; Preço médio: 20€

– Sacas Estrada da Barca, Zambujeira do Mar. De 5.ª a 3.ª das 10h00 às 00h00. Reservas: 283 961 151 begin_of_the_skype_highlighting              283 961 151      end_of_the_skype_highlighting. Preço médio: 25€

– Azenha do Mar Azenha do Mar, Brejão. De 5.ª a 3.ª, 12h00-22h00. Reservas: 282 947 297 begin_of_the_skype_highlighting              282 947 297      end_of_the_skype_highlighting; Preço médio: 25€ »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/71219-abc-do-verao-umas-grandes-ferias, a 29 de de Julho de 2010

Boas Férias!

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