O Que Pode Deduzir no IRS de 2011….

Como Poupar 3000 Mil Euros em IRS Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago um artigo sobre o que pode ser deduzido no IRS no próximo a ano…

« As mudanças no IRS do próximo ano

 Saiba o que pode deduzir na declaração de IRS a entregar em 2012 e as alterações que o Governo deverá introduzir no próximo Orçamento.

Este será o último ano em que os contribuintes poderão fazer as deduções no IRS tal como são conhecidas até aqui. É que o Governo deverá introduzir alterações importantes no próximo Orçamento do Estado, que vão diminuir consideravelmente os montantes deduzidos. A medida está prevista no memorando de entendimento da ‘troika’ e vai resultar em mais receita para o Estado: ou o contribuinte paga mais de IRS ou recebe menos de reembolso.

Na prática, vão ser introduzidos limites aos valores que os contribuintes poderão deduzir, tal como já aconteceu com os benefícios fiscais. Aqueles limites dependerão dos rendimentos e do escalão em que os contribuintes se inserem. Saiba o que pode deduzir no IRS que terá de entregar no próximo ano e as novidades que deverão ser introduzidas para as declarações a entregar em 2013.

1 – Saúde

Os contribuintes podem deduzir 30% das despesas de saúde sem qualquer limite. Aqui entram despesas como os medicamentos ou despesas como muletas, dentaduras ou óculos. Os tratamentos termais, desde que prescritos por médicos, também são aceites pelo Fisco. Este aspecto deverá sofrer alterações. O memorando de entendimento da ‘troika ’ prevê uma redução significativa das deduções de saúde.

2 – Educação

As despesas com material escolar também são dedutíveis. Actualmente entram no IRS 30% dos gastos de educação com o limite de 760 euros. Taxas de inscrição, propinas e mensalidades, de livros e material escolar, o ensino de línguas, explicações e os computadores comprados para uso escolar são alguns exemplos de despesas dedutíveis.

3 – Casa

Os juros e amortizações dos empréstimos contraídos pelos contribuintes para comprar casa ainda entram no IRS. Pode deduzir 30% das despesas até um limite de 591 euros. Este limite pode ser aumentado até 886,50 euros consoante os rendimentos. No entanto, estas deduções deverão sofrer alterações. É que o memorando da ‘troika’ impõe a eliminação da dedução dos montantes relativos às amortizações e a eliminação faseada da dedução de rendas e juros. Além disso, os novos contratos de crédito à habitação já não terão direito à dedução de juros.

4 – Equipamentos energéticos

As despesas com equipamentos energéticos deixaram de ser consideradas deduções e passaram a ser benefícios fiscais. A diferença é que, desta forma, o contribuinte terá direito a um montante menor de benefício. Com as deduções, eram consideradas despesas até ao limite de 803 euros. Sendo agora um benefício fiscal, os contribuintes que façam este tipo de investimento terão um incentivo de 100 euros no máximo. Isto porque o Governo de Sócrates introduziu tectos máximos aos benefícios fiscais de que os contribuintes podem usufruir, que variam entre 100 euros e zero, consoante os rendimentos.

5 – PPR

A introdução de limites aos benefícios fiscais fez com que a aposta em PPR ficasse menos interessante do ponto de vista fiscal para os contribuintes. Apesar de se terem mantido os incentivos entre 300 e 400 euros, dependendo da idade, os limites aos benefícios fiscais ‘anulam’ aqueles valores. Assim, um contribuinte com rendimentos entre 7.410 e 18.375 euros anuais, terá direito a um benefício máximo de 100 euros.

6 – Pensões de alimentos

Até 2008, as pensões de alimentos eram abatidas na totalidade aos rendimentos do contribuinte. Mas em 2009 foram introduzidos limites: são apenas considerados 20%, com o limite de 1.048,05 euros.

7 – Encargos com lares

São dedutíveis 25% das despesas com lares, apoio domiciliário e instituições de apoio à terceira idade.

8 – Prémios de seguros

Os prémios de seguros de saúde passaram a benefícios fiscais. Segundo a lei, são dedutíveis à colecta do IRS 30 % dos prémios e seguros ou contribuições pagas a associações mutualistas ou a instituições sem fins lucrativos que tenham por objecto a prestação de cuidados de saúde que, em qualquer dos casos, cubram exclusivamente os riscos de saúde. Para os solteiros, o limite da dedução é de 85 euros e para os casados é de 170 euros. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/as-mudancas-no-irs-do-proximo-ano_124656.html, a 16 de Agosto de 2011, em Diário Económico.

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Finanças Alienam Imoveis a 1 Cêntimo…

Casas a 1 Cêntimo.... Fonte: http://www.coimbracity.olx.pt

Hoje trago um artigo interessante, pelo menos para quem anda atrás de bons negócios no imobiliário.

«Moody’s: novas medidas «já foram tomadas em conta»

Vice-presidente da Moody’s diz que austeridade não foi suficiente para evitar «riscos de deterioração»

 Há casas à venda em Portugal por um preço-base de 1 cêntimo. As Finanças têm colocado vários imóveis e terrenos no mercado com a licitação mínima definida pela Direcção-Geral dos Impostos, segundo constatou o jornal «Sol».

Tudo por causa da pressão para angariar receitas e porque a crise está a afugentar os compradores das hastas públicas.

As Finanças têm optado assim por vender casas penhoradas através da negociação directa, com preços-base muito simbólicos.

Os bens são depois vendidos por preços mais altos. À espera das melhores propostas, o negócio acaba no entanto por ficar muito abaixo dos preços praticados no mercado, dado o valor da licitação.

O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues de Azevedo, explicou ao mesmo jornal que as vendas deste tipo resultam de «hastas públicas que ficaram desertas». O mesmo é dizer que foram negócios que não interessaram a nenhum comprador. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/moodys-austeridade-divida-portugal-rating-troika/1264945-1730.html, a 6 de Julho de 2011, em Agência Financeira.

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Saiba Como Preencher Um Recibo Verde Electrónico

Hoje trago um artigo interessante, principalmente para os que trabalham a recibos verdes, passo a transcrever o mesmo.

« Como entregar os recibos verdes na Internet sem erros

A partir de amanhã os trabalhadores independentes terão de entregar os seus recibos verdes através da Internet.

O objectivo da medida, anunciada pelo Governo anterior, é apertar o combate à fraude e evasão fiscais. Desta forma, o Fisco fica com todos os registos do trabalhador e da entidade pagadora.

1 – Quem está obrigado a entregar o recibo verde electrónico?
Os trabalhadores independentes e que já eram obrigados a enviar a sua declaração de IRS e de IVA pela Internet. Na prática, são os contribuintes a recibos verdes que tenham um volume de negócios superior a 10 mil euros e que entreguem IVA ao Estado. Profissões como médicos ou arquitectos deverão estar nesta situação.

2 – E quem é que não tem ainda de o fazer?
Os contribuintes que não estejam na situação anterior. Por exemplo, um trabalhador independente com rendimentos inferiores a 10 mil euros, incluído no regime simplificado e que não pague IVA.

3 – Quem não está obrigado, pode continuar a entregar os recibos em papel?
Sim, se assim o entender. Mas poderá também entregar através da Internet. Basta para isso pedir uma senha de acesso, caso ainda não a tenha.

4 – O contribuinte pode ‘gastar’ a caderneta de recibos que já tem?
Não. As cadernetas de recibos verdes deixam de existir e já não podem ser compradas nos Serviços de Finanças. Segundo a linha de apoio ao contribuinte da Direcção-Geral dos Impostos, os contribuintes que prefiram continuar a entregar os recibos em formato papel, podem comprar o original e o duplicado nas repartições de Finanças.

5 – Quanto custam os recibos a partir de agora?
Os recibos verdes terão de ser comprados avulso, até um máximo de 50, com o custo de 0,10 euros cada um. Pela Internet não tem qualquer custo associado.

6 – Os contribuintes podem alternar a entrega dos recibos em papel ou pela Internet?
Não. Não é permitido, durante o mesmo ano a que respeitam os rendimentos, utilizar ambos os regimes, ou seja, emitir recibos electrónicos no Portal das Finanças e recibos em papel adquiridos nos Serviços de Finanças.

7 – Depois de preenchido, o recibo tem de ser impresso?
Não há necessidade. De acordo com a Associação de Defesa do Consumidor (Deco) não é necessário imprimir o recibo verde electrónico, já que fica disponível na Internet, no Portal das Finanças. Os recibos ficam disponíveis para consulta no Portal das Finanças durante o período de cinco anos.

8 – E tem de ser enviado algum ficheiro para a entidade pagadora?
Não. O recibo fica disponível também para a entidade pagadora dos serviços no Portal das Finanças.

9 – Não há possibilidade de impressão?
Se o contribuinte quiser pode imprimir o documento. Mas nesse caso deverá assinar o recibo antes de o entregar ao adquirente. Se não optar pela impressão, não há necessidade de qualquer assinatura.

10 – E no caso dos recibos passados em avanço em suporte papel?
Os contribuintes que passaram recibos verdes com antecedência, isto é, que em Junho passaram os recibos referentes aos meses de Julho e Agosto por exemplo, deverão anulá-los. A Deco explica que o melhor a fazer nestes casos – embora não devesse ser feito – é o contribuinte pedir o original de volta, agrafá-lo ao duplicado e escrever Anulado. De seguida, deverá passar um recibo que respeite as novas regras.

11 – E o acto isolado?
Os contribuintes que não tenham actividade aberta como trabalhador independente podem exerceram uma actividade desta natureza durante o ano. Para isso podem recorrer ao acto isolado, não tendo de abrir actividade como trabalhador independente para esse efeito. Actualmente têm de preencher uma declaração em triplicado: uma que fica com o próprio contribuinte, outra que fica com a entidade pagadora e uma terceira que tem de ser entregue nas Finanças. A partir de agora, esta declaração pode também ser feita pela Internet »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/como-entregar-os-recibos-verdes-na-internet-sem-erros_121726.html, a Junho de 2011, em Diário Económico.

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Conheça Os Novos Prazos Para Entrega das Declarações de Impostos 2011…


Conheça os Novos Prazos Para Entrega dos Impostos... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago uma notícia que saiu no final do dia dem e que vem ajudar os contribuintes que têm tentado entregar a declaração de impostos, mas devido ao funcionamento mais débil do site das finanças não o conseguiram, de tal forma, passo a transcrever o referido artigo.

« Finanças alargam prazo de entrega de IRS, IRC e Imposto de Circulação

O secretário de estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, prorrogou hoje até à próxima sexta-feira os prazos para entrega do  IRS, IRC e Imposto de Circulação. A secretaria explica que “estas prorrogações se devem ao facto de ter ocorrido alguma instabilidade e quebras de operacionalidade do Portal das Finanças e do sistema informático da DGCI durante o dia de hoje, o que pode obstar ao cumprimento das referidas obrigações por alguns contribuintes.”

O prazo foi alargado depois da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) ter ameaçado avançar com uma providência cautelar para impedir a aplicação de multas pelo atraso de entrega da segunda fase do IRS e o IRC, garantiu ao i fonte do processo. Contactado pelo i, a mesma diz que “o alargamento do prazo não é optimo mas é o possível.”

Recorde-se que, esta decisão surgiu depois do Ministério das Finanças, numa primeira fase,  ter recusado alargar o prazo da entrega – o timing chega hoje ao fim – após várias queixas da Ordem apontando para falhas no sistema.

Segundo as contas da OTOC, faltam entregar  “104 320 declarações do modelo 22 IRC e 250 276 de IRS”.

A entidade liderada por Domingues de Azevedo recorda que, a 18 de Maio, enviou uma carta ao ministro das Finanças a solicitar o prorrogamento do prazo. Um pedido que foi recusado com a justificação de que não “existiam quaisquer anomalias técnicas impeditivas do cumprimento das obrigações fiscais”. A OTOC diz, no entanto, que ” constatando-se que existiam, e existem, problemas técnicos no Portal das Finanças, a Ordem enviou, na passada sexta-feira, 27 de Maio, nova missiva ao ministro das Finanças, não tendo recebido qualquer resposta oficial até ao momento”.

“Perante o silêncio manifestado pela tutela, e uma vez que o prazo de entrega das declarações fiscais termina hoje, só nos resta uma solução: interpor uma providência cautelar que impeça a instauração de processos de contra-ordenação por atraso na entrega das declarações fiscais”, refere a ordem.


Segundo a entidade de Domingues de Azevedo ” o Ministério das Finanças teve neste processo uma posição autista e inequívoca de insensibilidade e desconhecimento concreto do problema e que é, aliás, recorrente”.

As contas da OTOC revelam que “se contarmos as declarações que não foram entregues a tempo e aplicarmos coimas a partir de 250 euros, como determina a lei, chegamos a um valor de cerca de 48 milhões de euros”.


A par da providência cautelar, a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas diz ainda que ” assim que próximo Governo tome posse, articulará procedimentos de responsabilização dos serviços do Ministério das Finanças e dos profissionais, de forma a que os impressos electrónicos sejam disponibilizados com uma antecedência nunca inferior a cinco meses do termo do prazo”.

Recorde-se que, só o prazo para e entrega Informação Empresarial Simplificada (IES) relativa a 2010 foi prolongado até dia 17 de Agosto. Isto porque, no entender, do ministério das Finanças, “o respectivo modelo sofreu profundas reformulações face às novas exigências de relato, nomeadamente as relativas às micro entidades e ao sector não lucrativo”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/127217-financas-alargam-prazo-entrega-irs-irc-e-imposto-circulacao, a 31 de Maio de 2011, em Jornal I

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Saiba os Cortes Que Vai Haver no IMI…

Hoje trago uma notícia, sobre o IMI e os que vão perder a respectiva isenção.

« Casas: 500 mil vão perder isenção no IMI

Famílias vão pagar em termos médios entre 144 e 240 euros

 É uma das medidas que consta no plano da troika, que foi apresentado quinta-feira: as isenções de imposto municipal sobre imóveis (IMI) vão ser encurtadas e, nalguns casos, desaparecer.

A troika quer desincentivar a compra de casa por causa do elevado endividamento das famílias portuguesas, e pretende também um aumento da receita fiscal. Por isso, além de aumentar o IMI, vai também reduzir as isenções, de forma «significativa», a partir de 2012. E não são só os novos contratos, os existentes também serão afectados.

Quem está a beneficiar de uma isenção de 10, 8 ou 4 anos, pode perder esse direito ou vê-lo reduzido já no ano que vem, embora ainda não se conheçam os novos números de anos. Muitas famílias poderão assim deixar de ter este benefício já no ano que vem.

O «Jornal de Negócios» diz que pelo menos meio milhão de famílias perderá a isenção. O valor que vão pagar de IMI vai depender do valor patrimonial da casa mas, em termos médios, o jornal refere que quem comprou casa antes de 2004 pagará 144 euros e quem comprou depois, cerca de 240 euros »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/impostos/casas-habitacao-imi-impostos-isencao-troika/1251313-5240.html, a 17 de Maio de 2011, em Agência Financeira.

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Conheça os Enganos dos Depositos a Prazo…

Depósitos a Prazo... Fonte:http://2.bp.blogspot.com

Hoje trago uma notícia referente a Depósitos a Prazo, e os enganos que estes podem ocorrer…

« Depósitos bancários prometem uma coisa e dão outra

Para aplicação a vários anos, Certificados e Obrigações do Tesouro são as opções mais rentáveis

Com dificuldade em obterem financiamento externo, os bancos viraram-se para a captação de poupanças cá dentro. Os depósitos dos portugueses são um bem cada vez mais atractivo para as instituições financeiras e, na hora de os aliciar, vale tudo. Mas tenha cuidado: o prometido nem sempre é cumprido.

A Deco alerta, na Proteste Poupança de Maio, que os depósitos de taxa crescente pro¬metem rendimentos na casa dos 6%, mas essas promessas não passam de um engodo.

O boletim financeiro da revista analisou 38 depósitos de taxa cres¬cente e concluiu que vários atingem os 6%, mas apenas no último período. «No primeiro ano, todos rendem menos do que a inflação prevista para 2011 (3,6%) e menos até do que o melhor depósito a 12 meses (3,7% líquidos)», explica.

Assim, o rendimen¬to efectivo líquido, ou seja, o rendimento anual para a totalidade da aplicação «é bastante mais baixo do que o sugerido nos anúncios publicitários: 3,8% líqui¬dos, na melhor das hipóteses».

Ou seja, se tem a certeza de que não necessita do capital a médio/longo prazo, pode optar por alternativas mais rentáveis, como os Certificados do Tesouro (5,3% a 5 anos) e as Obrigações do Tesouro, cujo rendimento já supera os 10% ao ano para quem mantiver até ao vencimento (prazo de 3 anos).

Para a associação de defesa do consumidor, as imposições de transparência do Banco de Portugal ainda não estão a dar os resultados pretendidos. Há cerca de um ano, o Ban¬co de Portugal introduziu legislação que proíbe a utilização de designações en¬ganadoras nos depósitos e, nestes casos, o anúncio de rentabilidades que induziam em erro e escondiam a taxa efectiva é agora algo do passado.

No entanto, alerta a Deco, «vários anúncios continuam a contornar a legislação, usando expres¬sões como ‘até 6%’, por exemplo, para cativar o consumidor. Apesar de legais, estas técnicas de marketing são enganadoras e podem contribuir para decisões de investimento menos acertadas».

Os produtos sob a forma de depósito já apresentam a informação de forma bastante clara na Ficha de Informação Normalizada (FIN). Mas as exigências in¬formativas variam consoante o tipo de produto. Os seguros e as obrigações de caixa não obedecem às mesmas regras, pelo que os dados disponibilizados po¬derão ser menos transparentes. Segundo a Associação para Defesa do Consumi¬dor, deveriam existir regras uniformes para todos os produtos financeiros. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/aplicacoes-financeiras/depositos-bancos-rentabilidade-obrigacoes-do-tesouro-certificados-do-tesouro-deco/1250513-5223.html, a 16 de Maio de 2011, em Agência Financeira.

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Os Reembolsos de IRS Já Estão a Cair Nas Contas dos Portugueses…

OS Reembolsos do IRS... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago uma notícia, que versa sobre o IRS, desta feita no que concerne nos descontos.

« Reembolsos do IRS já começaram

Fisco prometia 20 dias. Mas há contribuintes que já começaram a receber

 O Fisco prometeu devolver o reembolso do IRS num prazo máximo de 20 dias para quem entregasse a declaração pela Internet, mas apenas 15 dias depois há já quem tenha recebido em casa a carta das Finanças e o respectivo saldo na conta.

Esta promessa só era válida para os contribuintes que tenham colocado o seu NIB na declaração modelo 3.

Como a entrega pela Internet só começou no início de Abril, os primeiros reembolsos deveriam começar a chegar apenas no dia 20, mas as Finanças estão a ser ainda mais rápidas do que prometeram.

A Agência Financeira questionou o Ministério das Finanças sobre este reembolso antecipado, mas até agora não foi possível obter qualquer resposta.

O Estado espera que dois milhões e meio de declarações de IRS, que abrange trabalhadores dependentes e pensionistas, sejam entregues até ao fim deste mês. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/dinheiro/impostos/fisco-irs-impostos-reembolso-contribuintes-agencia-financeira/1247033-5240.html, a 15 de Abril de 2011, em Agência Financeira.

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Saiba Como Pode Poupar 3000 Mil Euros no IRS…

Como Poupar 3000 Mil Euros em IRS Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago na senda de ontem do IRS, desta feita conheça a maneira de poupar com  o IRS.

« IRS. Truques para conseguir poupar mais de 3 mil euros

Gestos simples como investir num PPR ou em energias renováveis podem fazer toda a diferença no momento de receber o reembolso. Saiba que despesas pode apresentar

Prepare-se para a entrega da declaração de IRS referente aos rendimentos de 2010. A data está aí à porta e chegou a altura dos contribuintes juntarem todas as facturas relativas às despesas do ano passado. Esta tarefa já entrou no quotidiano da maioria dos portugueses e aproveitar ao máximo as deduções fiscais representa uma verdadeira missão. O objectivo é simples: se conseguir aproveitar as deduções máximas em cada categoria de despesas, poderá poupar mais de três mil euros.

Em relação ao ano anterior não há grandes alterações, já que os cortes previstos pelo governo só vão entrar em vigor na declaração a entregar em 2012.

A grande novidade este ano diz respeito à obrigatoriedade de incluir o número de contribuinte dos filhos na declaração de rendimento. Se não o fizer, os pais não poderão beneficiar das deduções automáticas a que têm direito. Além disso, ao contrário do que acontecia anteriormente, não é possível incluir gastos relacionados com a compra de computadores ou outro material informático para uso pessoal. Tal como aconteceu em 2010, as Finanças prometem seguir “à risca” o prazo dos reembolsos e querem pagar em 20 dias para quem faça a entrega pela net.

Educação As despesas relacionadas com a educação são das mais importantes para as famílias portuguesas e geralmente representam a maior fatia dos gastos apresentadas pelos contribuintes nas suas declarações anuais de IRS. Este ano é possível deduzir 30% das despesas relacionadas com a educação até ao limite de 760 euros. Este montante corresponde a uma despesa máxima de 2533 euros. No entanto, nos agregados com pelo menos três dependentes acresce uma dedução de 142,5 euros por cada elemento. Podem ser declaradas despesas como propinas, mensalidades de creches ou escolas, alojamento e livros escolares, etc.

Habitação É possível deduzir à colecta 30% dos juros e amortizações relacionados com empréstimos para habitação própria até ao limite de 591 euros. Já os contribuintes que vivem numa casa arrendada, também podem apresentar na sua declaração de IRS os gastos relacionados com a habitação. Para isso, basta somar o valor total das rendas pagas. A dedução é de 30% do valor das mensalidades até um tecto máximo dedutível de 591 euros.

Saúde Pode deduzir 30% das despesas de saúde. Pode incluir os medicamentos taxados a 5% (comprados até final de Junho) e 6% (a partir dessa data), já os medicamentos taxados a 20% (até fim de Junho) e 21% (a partir dessa data) só são contabilizados se apresentar receita médica e até ao limite de 65 euros.

Plano Poupança Reforma Apesar dos cortes vai poder continuar a apresentar despesas relacionadas com os PPR. Desta forma, é possível deduzir 20% dos valores aplicados neste produto de poupança. O montante máximo varia consoante a idade. Ou seja, os contribuintes com menos de 35 anos podem deduzir até ao limite máximo de 400 euros. Esse valor cai para 250 euros para quem tiver entre 35 e 50 anos e desce para 200 euros para quem tiver mais de 50 anos. No entanto, prepare-se para grandes alterações em 2011.

Energias renováveis É possível deduzir à colecta 30% dos montantes gastos relacionados com as energias renováveis. No entanto, também nesta área existe um tecto máximo que é de 803 euros. Para beneficiar desta dedução terá de apresentar uma despesa total de 2677 euros. Também é possível apresentar despesas relacionadas com a área, como é o caso dos painéis solares, fotovoltaicos, instalações de vidros duplos ou até mesmo a aquisição de carros eléctricos. Contudo, estes benefícios são aplicáveis apenas uma vez em cada quatro anos.

Seguro de vida São dedutíveis à colecta 25% dos prémios pagos para seguros de acidentes pessoais e seguros de vida que garantam os riscos de morte, invalidez ou reforma por velhice. O montante a apresentar varia consoante o estado civil. Se o contribuinte for solteiro, o montante máximo pode ir até aos 65 euros; se for casado o valor pode subir até aos 130 euros. Isso significa que o limite de dedução corresponde a uma despesa de 260 euros para solteiros e 520 euros para casados.

Seguro de saúde Os contribuintes podem deduzir até 30% dos prémios pagos em seguros de saúde até um limite de 85 euros, no caso de serem solteiros. Esse valor pode subir para 170 euros no caso dos contribuintes casados. A este montante poderá ainda acrescentar-se 43 euros por cada elemento dependente. Pode também ser deduzido 30% do valor das contribuições para associações mutualistas que contemplem a área de saúde.

Lares É possível deduzir 25% das despesas feitas com lares e instituições de apoio à terceira idade até ao limite de 403,75 euros. Para isso, terão de ser apresentados gastos superiores a 1600 euros.

Donativos São concedidos benefícios fiscais a quem dê donativos a entidades públicas ou privadas nas mais diversas áreas: social, cultural, ambiental, científica, tecnológica ou educacional. Consoante a entidade que escolher pode deduzir entre 120% a 140% do donativo. O Fisco considera 25% daquele valor até ao limite de 15% do imposto cobrado.

Datas para a entrega da declaração

Papel

Os trabalhadores por conta de outrem (categoria A) e reformados (categoria H) que não obtêm outros rendimentos entregam a declaração de IRS em Março.
Para quem tem rendimentos das restantes categorias, mesmo cumulativos com os de trabalho dependente e/ou pensões, a entrega decorre em Abril.

Internet

Os trabalhadores por conta de outrem (categoria A) e reformados (categoria H) entregam em Abril.
A entrega decorre em Maio, nos restantes casos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/105990-irs-truques-conseguir-poupar-mais-3-mil-euros, a 21 de Fevereiro de 2010, em Jornal I

Boas Poupanças!

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Conheça os 10 Melhores Blogues de Economia…

Blogues de Economia...

Hoje trago um artigo, que nos vai ajudar a poupar, desta feita, são os melhores 10 blogs que falam de economia, passo a transcrever o referido artigo.

« 10 Blogues que o ajudam a investir melhor o seu dinheiro

As últimas estimativas apontam para que haja 152 milhões de blogues na internet.

O Diário Económico mergulhou no universo da blogosfera financeira e encontrou uma dezena de blogues que merecem figurar na lista de “favoritos” do seu ‘browser’.

1 -Abnormal Returns
http://abnormalreturns.com

Há cinco anos na rede, o “Abnormal Returns” é hoje uma das maiores referências da blogosfera financeira. Sob a orientação de Tadas Viskanta, que conta com mais de 20 anos de experiência passados nos mercados, o “Abnormal Returns” agrega diariamente um conjunto variado de pequenos textos de opinião dos seus autores ao mesmo tempo que agrega uma extensa base de dados com as principais notícias do dia que estão a marcar o universo da bolsa.

2 – FT Alphaville
http://ftalphaville.ft.com

Criado em 2006, o blogue do Financial Times disponibiliza diariamente dezenas de artigos de opinião sobre os temas do mercado de capitais mais “quentes” do momento. Os primeiros artigos começam a ser publicados mesmo antes de o sol nascer na Europa, com três relatórios matinais com os temas que marcarão o dia no Velho continente, EUA e Ásia. Uma referência para todos os investidores.

3 – The Reformed Broker
http://thereformedbroker.com

Apesar de o autor deste blogue ser consultor financeiro, o “The Reformed Broker” não dá qualquer conselho de investimento aos seus leitores. Os textos de Josh Brown, que também escreve com regularidade para “The Wall Street Journal”, “Forbes” e “CNN Money”, centram-se num ponto de vista muito pessoal de Brown sobre o dia-a-dia da bolsa, economia e finanças, num registo muito descomplexado e divertido.

4 – The Big Picture
http://ritholtz.com/blo
g/
O “The Big Picture” tem como principal autor dos textos Barry Ritholtz, um dos jornalistas económicos mais influentes nos EUA. Numa escrita bastante acessível e por vezes até com uma boa dose de ironia, Ritholtz e a sua equipa de ‘bloggers’ alimentam o “The Big Picture” diariamente com vários textos que focam os fundamentais do mercado de capitais de Wall Street e da economia global.

5 – Dealbreaker
http://dealbreaker.com

O “DealBreaker” não é um blogue no sentido mais tradicional. De acordo com os seus autores, é “um tablóide ‘online’ de negócios e um sítio de fofocas de Wall Street, que abrange as personalidades e a cultura que molda a indústria financeira”. Na prática, os leitores do “Dealbreaker” podem, diariamente, contar com vários artigos divertidos sobre o lado mais circense dos mercados financeiros.

6 – Bespoke Invest
http://bespokeinvest.com

O “Bespoke Invest”, também conhecido por “Think Big”, consiste num dos blogues mais populares entre os gestores e analistas financeiros. O “Bespoke Invest” oferece uma combinação interessante de textos focados na análise técnica com comentários de profissionais sobre tendências macroeconómicas em redor de acções, obrigações, ‘commodities’ e outros activos financeiros.

7 – Blog Optimize
http://optimize.pt/blog

No blogue da sociedade gestora Optimize os investidores encontram ideias de investimento para as suas poupanças. Os textos são escritos por José Santos Teixeira, Diogo Santos Teixeira e Claire Moulard, fundadores da Optimize e que contam com vários anos de experiência no aconselhamento financeiro. Apesar de o blogue não ter uma produção diária de textos oferece um conjunto de outras ferramentas, como simuladores e guias de investimento, de grande utilidade para os investidores.

8 – Bons Investimentos
http://bonsinvestimentos.com/blog

Todos os dias o gestor e analista André Ribeiro publica no “Bons Investimentos” a sua opinião acerca do tema mais em foco no mercado de capitais. A análise feita pelo ‘blogger’ é focada em conceitos de análise técnica que são quase sempre acompanhadas por gráficos e vídeos, maioritariamente sobre o mercado norte-americano.

9 – Economia &Finanças
http://economiafinancas.com

O “Economia & Finanças” conta com mais de quatro anos de existência e milhares de visitantes. Pelo “Facebook” são mais de 7.300 seguidores. A escrever para o blogue estão quatro ‘bloggers’ com formação académica na área da Economia O textos publicados seguem uma abordagem centrada nas finanças pessoais, com dicas sobre fiscalidade, poupanças e reforma, recorrendo a uma linguagem clara e acessível a toda a gente.

10 – Maisvalias
http://www.maisvalias.net

O “Mais-valias” é actualmente o blogue de economia e finanças em Portugal mais visitado, com quase 4.000 visitas por dia, segundo dados compilados pelo Weblog. Tal como o blogue anterior, os textos do “Mais-valias” estão sobretudo focados na poupança e na fiscalidade, com o objectivo de contribuir positivamente na gestão do orçamento das famílias portuguesas. »

In : http://economico.sapo.pt/noticias/10-blogues-que-o-ajudam-a-investir-melhor-o-seu-dinheiro_110553.html, a 10 de Fevereiro de 2011, em Diário Económico

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Dicas Para Poupar Com o IRS do Próximo Ano…

Hoje trago algo que daqui a 5 a 6 meses vai ser muito útil, pois trago umas dicas que ainda podemos fazer, neste último trimestre de 2010, tendo em vista, pagar a taxa mínima no IRS de 2010, passo a transcrever a referida peça jornalística.

«Saiba como pode poupar mais de 3.400 euros no IRS

O Governo prepara-se para retirar grande parte dos benefícios fiscais no IRS. Saiba como pagar menos impostos na próxima declaração.

O final do ano aproxima-se a passos largos. Se ainda não pensou na entrega do IRS talvez seja uma boa altura para o começar a fazer. Ainda tem quase três meses para organizar as suas finanças de forma a pagar o mínimo possível de impostos ou mesmo conseguir reaver parte do dinheiro que já pagou, aproveitando os benefícios fiscais que o Governo se prepara para retirar para o próximo ano fiscal. Se conseguir beneficiar das deduções máximas em cada categoria de despesas poderá poupar mais de 3.400 euros em impostos, de acordo com a consultora KPMG. Um montante que poderá ser precioso para enfrentar o cenário económico conturbado que se vive em Portugal.

Face aos anos anteriores, não existem muitas modificações quanto aos benefícios fiscais relativos a 2010. Segundo Sara Albino, consultora da KPMG, a mais relevante terá sido a revogação da dedução à colecta de 50% do preço de aquisição de computadores e outro material informático para uso pessoal. “Assim, se comprar um computador durante o ano de 2010, ainda que haja elementos no agregado familiar a frequentar algum grau de ensino, deixará de poder reclamar deste benefício quando entregar a sua declaração de IRS”, ressalva a especialista. No ano passado esta categoria de despesas permitia uma dedução à colecta de até 250 euros. Outras alterações menos significativas resultam da actualização dos limites das deduções indexadas ao salário mínimo nacional mais elevado (475 euros para 2010), nomeadamente nas despesas de educação e nos encargos com lares.

Segundo os dados facultados pela KPMG, para usufruir da dedução à colecta máxima, o contribuinte com as características do nosso cenário-tipo terá que efectuar gastos de 12.296 euros em educação, habitação, seguros de vida ou saúde ou em energias renováveis, por exemplo. As opções para poupar no IRS vão desde as técnicas mais óbvias como recolher todas as facturas relativas a despesas de saúde e educação, até às deduções à colecta dos juros e das amortizações de capital em dívida no crédito à habitação ou outras menos utilizadas, como as deduções de gastos com energias renováveis. Considerando apenas as despesas de educação e com a casa, poderá poupar 1.351 euros no IRS. Se forem ainda consideradas as despesas com saúde, este montante pode ser muito superior, já que não existe um limite de dedução para esta categoria. No caso das energias verdes, é possível deduzir à colecta até 803 euros, num investimento que terá de rondar 2.677 euros. Contudo, é necessário ter em atenção que este benefício só pode ser utilizado de quatro em quatro anos. Os Planos de Poupança Reforma (PPR) são também conhecidos pelos benefícios fiscais que lhes estão associados. Esta é, aliás, uma das opções a que os contribuintes habitualmente mais recorrem no final do ano para ajudar a abater a sua factura fiscal. Para usufruir da dedução máxima- de 400 euros- um contribuinte com menos de 35 anos terá de investir 2.000 euros num PPR.

Em contagem decrescente para o final do ano, comece a organizar-se. Arranje uma pasta e guarde os comprovativos das despesas que efectuou ao longo do ano. Como lembra António Ernesto Pinto, fiscalista da Deco, “as pessoas não se podem esquecer que uma declaração não se faz em 10 minutos”. E aproveite, já que esta é a última oportunidade para tirar partido de todos os benefícios fiscais. A partir do próximo ano, consoante o rendimento sujeito a imposto, cada família só poderá deduzir até um certo montante, que irá variar consoante os rendimentos do agregado. Quanto maior o rendimento colectável, menos despesas poderá deduzir.


Perfil do agregado familiar
Os cálculos efectuados pelo Diário Económico assumiram um agregado familiar composto por um casal com idades inferiores a 35 anos, com um filho e um idoso que está num lar. Os rendimentos anuais desta família cabem no quarto escalão de rendimentos (entre 17.979 euros e 41.392 euros), têm encargos com um crédito à habitação, têm um PPR, seguros de vida e de saúde e são adeptos das energias renováveis. Os cálculos foram feitos com base em dados fornecidos pela consultora KPMG.


O que pode deduzir na declaração de 2010:

Saúde
São dedutíveis à colecta 30% das despesas de saúde do contribuinte e do respectivo agregado familiar. Contudo, apenas são elegíveis os medicamentos isentos de IVA ou sujeitos a uma taxa de IVA de 5% (em vigor até final de Junho de 2010) e de 6% (taxa em vigor a partir de Julho de 2010). Os medicamentos com IVA superior (20% até final de Junho e 21% a partir de Julho) também são dedutíveis desde que o contribuinte apresente receita médica e até ao limite de 65 euros.

Educação
As despesas com a educação e formação de todo o agregado são dedutíveis em 30% até ao limite de 760 euros. Este montante corresponde a uma despesa máxima de 2.533 euros. Nos agregados com pelo menos três dependentes acresce uma dedução de 142,5 euros por cada elemento. Ou seja, são acrescidos 427,5 euros (3×142,5 euros), passando o limite de 760 euros para 1.187,5 euros. Podem ser declaradas despesas como propinas, mensalidades de creches ou escolas, deslocações, alojamento, livros escolares.

Empréstimo da casa
Pode deduzir à colecta 30% dos juros e amortizações de empréstimos para habitação própria e permanente em território nacional, até ao limite de 591 euros. Nos casos em que o rendimento colectável do agregado se situe até ao 2º escalão (até 7.250 euros), ou no 3º (mais de 7.250 euros até 17.979) e 4º (mais de 17.979 até 41.349 euros) escalões de IRS existe uma majoração no limite de dedução. Até ao 2º escalão o montante máximo dedutível é de 886,5 euros. No 3º e 4º escalões o limite passa para 709,2 euros e 650,1 euros.

Renda da casa
No caso dos contribuintes que vivam numa casa arrendada, estes também têm direito a declarar o valor das rendas para efeitos de dedução à colecta. Para tal, basta declarar o somatório do valor patente nos recibos de pagamento. A dedução é de 30% do valor das rendas, existindo um tecto máximo do montante dedutível de 591 euros. Para conseguir chegar a este valor, o montante das rendas terá de ser no mínimo de 1.970 euros. Também neste caso deve tratar-se de um imóvel de habitação permanente e que se situe em território nacional.

Seguros
São dedutíveis à colecta 25% dos prémios pagos para seguros de acidentes pessoais e seguros de vida que garantam os riscos de morte, invalidez ou reforma por velhice, até a um montante máximo de 65 euros se for solteiro e 130 euros se for casado. O limite de dedução corresponde a uma despesa de 260 euros para solteiros e 520 euros para casados. São ainda dedutíveis 30% dos prémios de seguros de saúde no limite de 85 euros nos solteiros e de 170 euros nos casados, a que acrescem ainda 43 euros por cada dependente.

PPR
Pode deduzir 20% dos valores aplicados em PPR privados até ao limite máximo de 400 euros para o contribuinte com idade inferior a 35 anos, 350 euros para quem tiver entre 35 e 50 anos; e 300 euros para os contribuintes com idade superior a 50 anos. No caso dos casais, o limite dedutível sobe para o dobro. Caso também tenha investido em certificados de reforma (PPR do Estado) saiba que pode somar o respectivo benefício fiscal ao do PPR privado. No PPR do Estado, o limite dedutível é de 350 euros.

Energias renováveis
No IRS também é possível beneficiar das energias verdes. São dedutíveis à colecta 30% dos montantes dispendidos com energias renováveis, limitados a um máximo de 803 euros, a que corresponde um gasto total de 2.677 euros. Podem ser apresentadas despesas com equipamentos de energias renováveis, como por exemplo, painéis solares; despesas de obras de melhoria de comportamento térmico, como a instalação de vidros duplos; ou da aquisição de carros exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis.

Outros
São dedutíveis ainda 25% dos encargos com lares e instituições de apoio à terceira idade relativas ao contribuinte, bem como dos encargos com lares e residências autónomas para pessoas com deficiência, seus descendentes, ascendentes e colaterais até ao terceiro grau desde que os rendimentos não superem o ordenado mínimo nacional (475 euros em 2010). O limite dedutível são 403,75 euros, a que corresponde uma despesa de 1.615 euros. Também as pensões de alimentos, são dedutíveis à colecta, não existindo um limite máximo. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-como-pode-poupar-mais-de-3400-euros-no-irs_101011.html, a 11 de Outubro de 2010, em Diário Económico.

Boas Deduções!

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