Conheça a Agenda Para o Ultimo Fim de Semana de Julho…

Conheça a Agenda Para o Ultimo Fim de Semana de Julho.... Fonte: http://www.ionline.pt

Como tem sido habitual e continuando na mesma linha dos últimos post que acontecem á Sexta Feira, passo a trazer a agenda de fim de semana.

« Agenda de fim-de-semana

Joss Stone vai caminhar de pés descalços pelo Terreiro do Paço e o Bairro Alto vai estar de bar aberto. Botas de biqueira de aço e vestes pretas vão invadir um largo em Leiria já inundado de música e no Castelo de São Jorge vão passear cheiros exóticos. Noutro castelo, desta vez em Montemor-o-Velho, é a Sede de O’Neill que vai predominar. Abriu-se a caixa de Pandora. E daí talvez não. É só mais um fim-de-semana, mas tem todas as razões para o viver como se fosse o último

 Hoje, 29

 

Festival Fuso
Claustros do Museu de História Natural, Rua da Escola Politécnica, lisboa
às 22h00
entrada livre

Estamos na secção competitiva do Festival Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa. O Fuso espalha imagens projectadas em jardins, esplanadas e pátios. Siga a mostra até à Rua da Escola Politécnica.

 

Citemor
Montemor-o-velho
às 22h30
preço: entrada livre

A 33.º edição do festival traz música, vídeo, teatro, dança e instalações  à vila portuguesa. Esta noite o Citemor conta com um remix da Sede, peça do dramaturgo Eugene O’Neill. É numa interacção com o espaço – um antigo castelo – que os personagens se questionarão sobre o espaço, o tempo e as vontades. 


Chullage
music box, rua nova do carvalho, lisboa
às 00h00
preço: 8€ (oferta de uma bebida a 2€)

O hip hop responde à chamada no Cais do Sodré. A noite está entregue a um dos pioneiros na matéria, Chullage, que apresenta a mixtape “Raportagem”.

 

Sábado, 30

 

Festival Neo Pop
Forte ou castelo de santiago da barra, campo do castelo, viana do castelo
às 22h00
preço: desde 10€

Já foi Anti-Pop, entretanto passou a Neo Pop. O Minho abre portas à música de dança com o carimbo electrónico de Marcel Detmann, Maceo Plex, Martin Buttrich, Marco Carola, Loco Dice, Magda, Modeselektor, Junior Boys, DJ Harvey e outros tantos. A festa prolonga-se até domingo.

 

Joss stone + x-wife
praça do comércio, lisboa
às 21h00
entrada livre

Está aí mais uma edição do Festival dos Oceanos, a oitava, e as honras de abertura serão entregues à soul da britânica Joss Stone, depois de em 2010 ter actuado nos coliseus de Lisboa e Porto. A abrir, os portugueses X-Wife, num terreiro que se prevê cheio.

 

Bar Aberto no bairro alto
On Stage, Rua Luz Soriano 18, lisboa
às 23h30
preço: 8€

Teremos lido bem? Sim, sábado há mesmo bar aberto no On Stage, pela simpática quantia de 8€. Uma verdadeira Happy Hour, ou melhor, um Happy Weekend.

 

Domingo, 31

 

Festival Gótico


largo de são pedro,
castelo de leiria
às 16h00
preço: 25€

O Entremuralhas já é uma referência para a comunidade gótica. As actuações estendem-se à  Igreja da Pena, mas para prevenir estragos, apenas 737 pessoas são admitidas em cada dia. Nesta última jornada, sobem ao palco os espanhóis Trobar de Morte e Narsilion, os suecos Arcana, e os alemães Diary of Dreams.

 

Ian Carlo Mendonza & João Miguel Sousa
Parque de Monserrate – Estrada de Monserrate, sintra
às 16h30
preço: 5 a 6€

Uma tarde dedicada às crianças com o percussionista Ian Carlo Mendoza, lendas pré-hispânicas e a quebra da tradicional piñata nesta festa mexicana.

 

Recordações de uma Revolução
casa conveniente, Rua Nova do Carvalho 11, lisboa
Sessões duplas às 20h e às 22h
preço: 10€

Última noite para assistir ao espectáculo encenado por Mónica Calle, sobe ao palco ao lado de dois dos actores com quem tem trabalhado na prisão de Vale de Judeus. »

IN: http://www.ionline.pt/conteudo/140059-agenda-fim-de-semana, a 29 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça as Alternativas A Um Fim De Semana Sem Carro…Conheça Aqui Algumas Soluções Para a Cidade de Lisboa…

Fim de Semana Sem Carro... Fonte: http://www.ionline.pt/

Apesar do Dia Europeu Sem Carro no passado dia 22 de Setembro, trago uma reportagem, que li num diário da nossa praça, no decorrer do dia de ontem, vou transcrever a mesma, e para que se aproveite o fim de semana.

« Fim-de-semana sem carro mas no melhor dos caminhos

No passado dia 22 assinalou-se mais um Dia Europeu Sem Carros. O i aproveita a boleia e mostra-lhe cinco formas de explorar a cidade ao fim-de-semana, sem ter de pegar no carro

UM ELÉCTRICO CHAMADO DESEJO Considerado uma das 1000 experiências de viagem mais importantes do mundo pela Rough Guide to the World, o eléctrico 28 é a melhor forma de conhecer a Lisboa antiga. O percurso tem início no Cemitério dos Prazeres, em Campo de Ourique. Após percorrerem a Rua Saraiva de Carvalho, estes carros amarelos com dois motores de 45 cv, rumam à Basílica da Estrela e descem na direcção de São Bento. O percurso segue pela Praça Luís de Camões e pelo Chiado, passando junto à Sé e ao miradouro de Santa Luzia, em direcção à Voz do Operário. A recta final é percorrida entre a Graça e o Martim Moniz. (Tarifa de bordo: 1,45€; http://www.carris.pt)

LISBOA VISTA DO TEJO A Transtejo não se limita a levar e trazer moradores da Margem Sul para Lisboa e tem um departamento dedicado a passeios turísticos. E como nem todos podem fazer um cruzeiro no Mediterrâneo, um cruzeiro no Tejo já não é mau. O embarque é no Terreiro do Paço às 15h00, subindo o barco o rio até ao Parque das Nações, onde dá a volta para descer e passar debaixo da Ponte 25 de Abril, mostrando de uma perspectiva diferente monumentos como a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. O passeio dura cerca de duas horas e meia e custa 20 euros para adultos e 10 euros para crianças e reformados. A bordo há serviço de refrigerantes e águas. (www.transtejo.pt/pt/turismo/turismo.html)

I WANT TO RIDE MY BIKE Há 15 anos a Tejo Bike lembrou-se de disponibilizar veículos a pedal para os lisboetas passearem junto ao rio. Hoje têm dois espaços no Parque das Nações. No primeiro, junto ao posto de informações ao lado do Pavilhão Atlântico, pode alugar bicicletas de montanha, pasteleiras, karts e até patins. No segundo posto, situado na Praça Sony, além do aluguer de equipamento, funciona também a escola de patins em linha. Os preços começam nos 2,5 euros por meia hora numa bicicleta de adulto. Até Outubro é possível passear até às 20h00. Mas se o Parque das Nações é longe para si, existe o Fun Track, na Rocha Conde D”Óbidos, por trás do Museu do Oriente. (Tejo Bike; Tel.: 218 919 333; http://www.tejobike.pt)

POWER BALANCE Não estamos a falar das pulseiras, mas sim do veículo mais inovador dos últimos anos, o Segway. Inventado em 2001, nos EUA, funciona a electricidade e tem autonomia até 38 km. A velocidade máxima é de 20 km/h e, de uma forma redutora, podemos dizer que funciona com a inclinação do corpo. Hoje é comum ver seguranças de centros comerciais ou polícias a fazerem patrulhas de Segway. A Go Segway Tours criou seis passeios, distribuídos pelas zonas mais emblemáticas da cidade. Os passeios são antecedidos de um briefing de 20 minutos. Já a Gray Line Portugal criou um tour de Segway pela Baixa da cidade e um outro por Alfama, com preços entre os 25 e os 35 euros e um mínimo de dois participantes. (www.gosegwaytours.com; http://www.graylineportugal.com)

MOTA E COMPANHIA Sempre quis ter uma mota mas nunca teve coragem para tornar o sonho realidade? Já pensou em ter uma scooter para andar na cidade? A Scooter Mania pode ser um bom começo. Esta rent-a-scooter, com preços a partir de 30 euros por um dia numa motorizada com 50 cc, está localizada no coração da Baixa, na Rua do Crucifixo. Só precisa de ter mais de 18 anos, levar o BI, licença ou carta de condução e está pronto para correr a cidade em duas rodas. E se quiser passear todo o fim-de-semana, o aluguer de três dias custa 80 euros. Se não lhe chegar uma scooter básica, há também Vespas, e motas com 125 cc. (Rua do Crucifixo, 17; Tel.: 213 467 144 ou 707 201 052; www.scooter-mania.pt) »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/79910-fim-de-semana-sem-carro-mas-no-melhor-dos-caminhos, a 24 de Setembro de 2010, em Jornal I

Bons Passeios!

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Receitas de Culinária Para Campistas…Conheça Algumas Das Iguarias…

Receitas de Campismo... Fonte: http://www.vilaflor-paisagens.blogspot.com

Por ser Domingo, trago mais umas receitas, desta feita para campistas, para o efeito vou recorrer a um artigo que saiu na semana num diário da nossa praça. Aproveitem, pois o calor está a terminar…

« Seis receitas para campista fazer

Esqueça o esparguete com atum e os enlatados. Cozinhe com a ajuda dos chefes Luís Baena, José Avillez ou Henrique Sá Pessoa

Quem já tentou cozer esparguete num fogão da CampingGaz às nove da noite sabe que não é uma missão fácil. Requer paciência e alguma fé. Provavelmente só terá começado a comer lá para as onze da noite e provou uma espécie de al dente levado ao extremo que nenhum italiano aguentaria. Se isso aconteceu, a culpa não é sua. O fogão de campismo provavelmente só tinha um bico e a pequena botija não tinha potência suficiente para tal cozinhado. Não seja forreta e compre uma das grandes. Assim, evita peripécias e atrasos.

Se depois desta aventura passou a investir em enlatados, sandes, jantares em restaurantes e tinha como maior extravagância os grelhados, não tirou partido da vida de campista. Cozinhar ao ar livre não tem de ser uma dor de cabeça. Para o ajudar, temos um guia completo, tão fácil como as tendas de dois segundos da Quechua.

Apesar do Verão estar perto do fim, ainda vai a tempo de surpreender amigos e familiares com petiscos feitos num fogão minúsculo.

Desafiámos chefes com pouca experiência de campismo, mas que aceitaram criar receitas para o campista que há em si. As restrições eram: poucos utensílios, um grelhador ou um fogão portátil. Os chefes Luís Baena, José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Nuno Bergonse, do restaurante Pedro e o Lobo, Kiko Martins, que está a fazer uma volta ao mundo gastronómica, e Teresa Mattamouros, autora das “Receitas light” (às segundas no i) e colaboradora da “Blue Cooking” oferecem-lhe opções saudáveis e apetitosas. Pode escolher entre entradas, pratos de carne e peixe, e até uma sobremesa.

Deixe a preguiça de lado. Esqueça de vez a chispalhada, a feijoada e a dobrada em lata, as massas em pacote com molho de quatro queijos e a dieta de sandes de pasta de atum. Transforme o campismo numa experiência gourmet.

Tibornas de tomate com conservas e com espetadas de carne

4 pessoas
Chefe Luís Baena

Ingredientes
•  12 fatias de pão (3 p/pessoa)
•  2 dentes de alho
•  4 Tomates médios maduro
•  1,5 dl de azeite
•  2 sardinhas de conversa_por pessoa
•  3 latas de ovas
•  8 ramos de alecrim
•  3 colheres de sopa de pesto
•  2 cubos de carne de porco por pessoa
•  2 asas de frango por pessoa
•  1 costeleta de borrego por pessoa
•  Sal q.b.

Preparação
•  Cortar fatias de pão e torrá-las.
•  Raspar as fatias com alho cru, tomate maduro e azeite. _Sobre algumas colocar sardinhas e ovas de conserva e regar com um pouco de pesto.
•  Para as outras, arranjar uns ramos de alecrim e cortá-los com cerca de 10 cm. Retirar as folhas deixando só 2 cm no final.
•  Aproveitar o ramo para espetar os pedaços de carne (borrego, porco e frango) marinados num pouco de limão, sal e azeite.
•  Grelhar no fogão ou numa pequena fogueira.
•  Quando terminar, colocar sobre o pão e pincelar com manteiga.

Batata recheada com queijo, azeitona e tremoço

Kiko Martins, chefe de cozinha actualmente a fazer uma volta ao mundo gastronómica (eattheworld.blogspot.com)

Ingredientes
•  2 kg de batatas grandes_para cozer
•  2 unidades de queijo Palhais
•  100 g azeitonas
•  100 g tremoços
•  10 g rosmaninho
•  5 g colorau
•  30 ml azeite
•  q.b. sal
•  q.b. pimenta

Preparação
Cozinhar as batatas com casca em água com sal durante cerca de trinta minutos. Para ver quando é que as batatas estão no ponto, espetar uma faca e elevar a batata. Se esta cair, é porque está cozinhada. Abrir ao meio e retirar o interior com a ajuda de uma colher. Numa tigela, misturar os tremoços, as azeitonas, o recheio da batata e o queijo Palhais em pedaços. Temperar com azeite, sal, pimenta, colorau e rosmaninho picado. Voltar a rechear as batatas. É uma receita que serve bem acompanhada de salada ou até mesmo ao lanche.


Frittata de legumes com peito de frango

4 pessoas
Chefe Henrique Sá Pessoa

Ingredientes
•  1 embalagem de batatinha_Primor
•  1 beringela
•  1 courgette
•  1 frasco de pimentos morrone
•  1 cabeça de brócolos
•  5 cogumelos laminados
•  1 peito de frango cortado em pedaços
•  6 ovos
•  1 cabeça de alho
•  1 molho de manjericão
•  1 molho de salsa
•  azeite q.b.
•  manteiga q.b.
•  queijo parmesão q.b.
•  sal e pimenta q.b.

Preparação
•  Preparar todos os legumes: cortar a beringela, a courgette e os cogumelos às fatias, e os brócolos aos pedaços. Não esquecer de picar os alhos.
•  Cozer as batatas cortadas ao meio em água e sal. Quando a batata estiver quase cozida juntar os brócolos à cozedura.
•  Cobrir a beringela, a courgette e os pimentos com azeite. Aquecer a grelha e grelhar os legumes dos dois lados;
•  Numa taça juntar manjericão e os alhos picados com azeite e sal. Cortar aos pedaços pequenos os legumes. Depois de grelhados e juntar à taça;
•  Aquecer bem uma frigideira com azeite e colocar em primeiro lugar a batata e os cogumelos crus. Deixar a alourar;
•  Adicionar o resto do alho picado, um pouco de sal e pimenta e um pouco de manteiga. De seguida os legumes grelhados, o peito de frango em pedaços e depois os brócolos;
•  Bata os ovos ligeiramente e junte-os à frigideira mexendo sempre. Depois deixar fritar bem de um lado. Sem se esquecer de virar.
•  Tirar para um prato, polvilhar com salsa e manjericão picados. Regue com um fio de azeite e por fim junte parmesão ralado e pimenta.


Nectarinas assadas na brasa com eucalipto, mel, pinhões e iogurte grego

Chefe Nuno Bergonse, restaurante Pedro e o Lobo

Ingredientes
•  3 nectarinas
•  50 g de mel
•  3 grãos de pimenta
•  8 folhas de eucalipto partidas
•  1 iogurte
•  10 g de pinhões

Preparação
•  Colocar em cima de papel de alumínio as nectarinas sem caroço.
•  Regar com o mel e tapar com todos os outros ingredientes, excepto o iogurte e os pinhões.
•  Fazer um embrulho e assar em brasa lenta durante 25 minutos.
•  Abrir o embrulho e servir com iogurte grego e pinhões.

Saladinha de favas com morcela

4 pessoas
Chefe José Avillez

Ingredientes
•  400 g de favinhas
•  200 g de morcela da Guarda
•  1 dl de azeite extra virgem
•  3 ml de vinagre de vinho branco
•  pimenta q.b.
•  sal q.b.

Preparação
Coza as favas em água a ferver com sal, durante três minutos. Deixe arrefecer. Corte a morcela em rodelas de 1 cm. Salteie as rodelas de morcela numa frigideira antiaderente com um fio de azeite e deixe corar um pouco. Retire a pele à morcela. Junte as favinhas cozidas e tempere com azeite, vinagre, sal e pimenta.


Petisco de mexilhão com tomate e chouriço

4 pessoas
Teresa Mattamouros, autora das “Receitas light” (às segundas no i e colaboradora da “blue cooking”

Ingredientes
•  600 g mexilhão
•  1 lata tomate pelado em cubos
•  1 frasco pimentos assados
•  ¼ chouriço de carne
•  1 chávena de vinho branco mesa
•  2 dentes alho
•  1 cebola
•  6 colheres sopa azeite
•  Sal
•  Pimenta preta
•  Pão saloio

Preparação
Numa frigideira grande aqueça o azeite e junte a cebola e o alho picados. Deixe refogar durante 8-10 minutos e junte ¼ do chouriço às rodelas e dois pimentos assados cortados às tiras. Deixe ganhar sabor durante dois a três minutos e junte o tomate pelado e o vinho branco. Deixe cozinhar durante mais 10 minutos, ajuste o tempero de sal e pimenta. Por fim junte os mexilhões, cozinhando durante alguns minutos até estarem completamente abertos. Sirva o pão fatiado com o molho de tomate e mexilhão por cima.
Nota: para poupar trabalho pode comprar a cebola e o alho já picados. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/75204-seis-receitas-campista-fazer, a 25 de Agosto de 2010, em Jornal I

Bons Cozinhados!

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Guia Para Gozar Férias Sem Olhar Para a Idade…

Férias para todas as idades... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago um roteiro de destinos de férias sem limite de idade que saíram este mês num site da Agência Financeira, vou transcrever o mesmo.

«Férias sem limite de idade. Veja aqui

Termas, campos de golfe, férias ecológicas ou passadas na companhia dos animais de estimação são algumas das sugestões para os mais velhos, nem por isso menos activos

Envelhecer não implica parar. As pessoas vivem cada vez mais tempo e têm cada vez mais fôlego para trabalhar, mas também para ir de férias.

O site de reservas Hotéis.com sugere uma lista de hotéis longe da confusão da praia. Termas, campos de golfe, rótulos ecológicos são algumas das principais atracções. Há até hotéis onde os donos podem vir acompanhados dos seus amigos de quatro patas.

Danubius Hotel Gellert, Budapeste, Hungria

Este hotel fica na cidade da água que cura e é, por isso, um dos melhores locais para fazer termas. Na margem do rio Danúbio, partilha o edifício com o famoso Gellért Bath and Spa Budapest.

Um espaço com vários extras: piscina gaseificada interior, banhos termais, piscina exterior com banho de ondas, banho termal exterior, jacuzzi, banho turco, sauna, solário e massagens. Tudo a partir de 70 euros.

Thermae 2000, Valkenburg, Holanda

Construído na encosta da montanha Cauberg, este hotel oferece as condições ideais para banhos de saúde, com água rica em minerais.

Mas há mais: vários tipos de sauna (de eucalipto, exterior, romana e turca), tratamentos de desintoxicação, anti-envelhecimento e de redução do stress, bem como inúmeros tratamentos de beleza e massagens (ayurvedica, shiatsu, pedras quentes, mel russo, pantai luar). Uma experiência a partir de 216 euros, para um quarto duplo.

Gleneagles Hotel, Tollcross, Escócia, Reino Unido

Considerado um dos melhores resorts de golfe do Reino Unido e até de todo o mundo, é aqui que se encontram três dos principais campos de torneios de golfe escoceses.

Mas há mais para além do golfe: piscina exterior aquecida, courts de ténis, solário ou banho turco. E ainda aulas de tiro, falcoaria e um centro equestre. Férias que ficam por, pelo menos, 308 euros.

The Grand Del Mar, San Diego, Califórnia, E.U.A.

Este resort possui um campo de golfe de torneios, o Grand Golf Club, mundialmente reconhecido.

Os hóspedes podem comer no Addison, o restaurante que tem recebido vários prémios desde que abriu, em 2007. Os turistas podem ainda alugar carros de golfe e desfrutar de banheiras de hidromassagem, numas férias que custam 278 euros por cada quarto duplo.

Hotel Jardim Atlântico, Madeira, Portugal

Para quem aprecia umas férias com rótulo verde, nada como dar um salto à Madeira. O Hotel Jardim Atlântico é uma das poucas instituições hoteleiras portuguesas a deter a Eco-Label (rótulo ecológico) da Comissão Europeia.

Um hotel «verde» desde 1993, onde se podem saborear pratos típicos da região, mas também dietas integrais e de frutas. Todos os alimentos são naturais, comprados aos agricultores locais e o pão é caseiro. Ali as férias ficam por 87 euros por dia.

Maya Ubud Resort and Spa, Ubud, Indonésia

Este hotel espreguiça-se por 10 hectares de colinas verdes, numa península sobre dois vales, deslizando do topo da colina até ao rio. Recebeu um prémio de hotel ecológico este ano e também o de melhor hotel do sudoeste asiático, melhor spa e melhor resort.

Hotel Skt. Petri, Copenhaga, Dinamarca

Para quem não vai de férias sem o animal de estimação, o Hotel Skt. Petri em Copenhaga é uma aposta segura. Depois do check-in, o animal é alimentado com biscoitos caseiros com o seu nome gravado. O hotel encarrega-se de o passear e há camas e taças especialmente desenhadas para o amigo de quatro patas. Umas férias que custam 133 euros por dia.

Travel Charme Kurhaus Sellin, Ostseebad, Alemanha

Vida de cão pode, afinal, ser de luxo. Neste hotel, cão e dono nunca têm que se separar: os quartos, o bar e o terraço são abertos aos hóspedes de quatro patas. Umas férias diferentes, a partir de 115 euros.  »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/turismo/ferias-turismo-hoteis-lazer-viagens-agencia-financeira/1183834-5208.html, a 11 de Agosto, em Agência Financeira

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Conheça Aventuras Para Todos os Gostos Nestas Férias…

Conheça Aventuras Para Este Verão... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago uma notícia que li no decorrer do dia de ontem, e que versa sobre divertimentos de verão, deixo aqui algumas sugestões, que saíram numa peça jornalística, vou transcrever a mesma.

«Aventuras a norte, por terra, água e pelo ar

Agora que o calor aperta, nada melhor do que as actividades ao ar livre, sobretudo se forem refrescantes. Pelos caminhos menos óbvios mas mais estimulantes, aceite as nossas sugestões

No ar Que tal um passeio de helicóptero sobre a cidade do Porto? Parece-lhe boa ideia? A viagem dura cerca de dez minutos e tem partida e chegada no heliporto de Massarelos e o melhor é arranjar um grupo de amigos, no mínimo quatro, no máximo seis. Se forem seis participantes o preço por pessoa é de 45 euros. Os passeios realizam-se ao fim- -de-semana, mas requerem reserva obrigatória no site http://www.portotours.com.

Se já não é um estreante, então aventure-se em voos mais prolongados. Cerca de 50 minutos no helicóptero para apreciar as paisagens do Douro Vinhateiro com direito a um almoço no conforto do Solar da Rede. O preço por pessoa varia entre os 325 e os 375 euros, conforme o número de participantes, que não pode exceder os cinco. A reserva é obrigatória.

No rio Se voar não é a sua praia, ou se as vertigens não lhe permitem desfrutar da paisagem, opte então por fazer o Porto River Safari. Um passeio pelo Douro num barco semi-rígido vem mesmo a calhar com as temperaturas que se esperam para o fim-de-semana. São 70 minutos em que vai poder conhecer a Reserva Natural do rio junto à Foz, o refúgio ornitológico, a aldeia piscatória da Afurada, o Marégrafo, o Estaleiro do Ouro, a Ribeira, e as seis pontes sobre o rio.

As viagens, com partida às 11h00 e às 15h00, só se realizam com um número mínimo de cinco pessoas, mas podem ir até aos dez participantes. O preço por adulto é de 25 euros e as crianças até aos 12 anos pagam 18 euros. Informe-se das condições especiais para grupos no site da Portotours.

Continuando no meio aquático, desta vez um pouco mais a norte, atreva-se numa descida do rio Lima em caiaque. São três horas e meia carregadas de adrenalina! Vá até Ponte de Lima e depois deixe tudo por conta da organização. O preço, 37,5 euros por pessoa, inclui transporte para o local da actividade, equipamento necessário e seguros.

Em terra Se gosta de ter os pés bem assentes no chão, este programa é o ideal para si. Parta à descoberta do Centro Histórico de Guimarães, Património Mundial da UNESCO, e conheça uma cidade repleta de história e berço na nacionalidade.

Depois de uma visita pelo centro histórico, onde por momentos se poderá imaginar num cenário medieval, visite o Museu Alberto Sampaio e o Paço dos Duques de Bragança. Prepare-se para caminhar três horas e pagar 24 euros pela visita guiada.

Se prefere cidades costeiras, então vá até Viana do Castelo. Debruçada sobre o rio Lima e protegida pela colina verdejante de Santa Luzia, a Vila Medieval é considerada como uma das mais bem conservadas do país. Descubra um museu vivo de história numa visita guiada até Santa Luzia, percorrendo vielas medievais e praças pitorescas no centro histórico. A duração da visita é de duas horas e meia e terá de desembolsar 18 euros. As reservas são obrigatórias em http://www.portotours.com.

Exclusivo i/Semanário Grande Porto »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/73599-aventuras-norte-terra-agua-e-pelo-ar, a 13 de Agosto de 2010, em Jornal I

Boas Ideias

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Sugestões Para Depois do Trabalho…Socialize e Beba Um Copo…Veja Aqui Umas Sugestões…

Beba Um Copo Depois do Trabalho... Fonte:http://osorrisodogato.files.wordpress.com

Hoje trago algo que não é muito comum em Portugal, no entanto, deixo aqui a sugestão de uma notícia que veio com um Jornal Diário da nossa praça. Passo a transcrever a referida notícia, no entanto, não vou comentar a mesma, em virtude de ser uma publi-reportagem.

«Happy hour. Vai um copo a seguir ao trabalho?

A tradição não existe em Portugal, mas não por falta de oferta. O i dá-lhe nove sugestões

Sempre que alguém se aventura a traçar o perfil dos ingleses, acaba invariavelmente a usar descrições como “antipáticos”, “frios” ou “pouco comunicativos”. Ou porque não sorriem, ou porque são demasiado centrados no seu dia-a- -dia, ou porque são excessivamente controlados. Mas nada como passear em Londres ao fim de tarde para mudar de ideias: nos pubs, bares e cafés, é ver empresários, advogados e funcionários públicos alargar o nó da gravata e a falar alto enquanto bebem copos e picam qualquer coisa. O cenário é idêntico em Espanha: se o nosso fim de dia é sinónimo de filas de trânsito, compras à pressa e filhos para cuidar, o dos nuestros hermanos é passado a aproveitar o lusco- -fusco entre cervejas, petiscos e gargalhadas com os amigos. A ideia custa a colar em Portugal (apesar de iniciativas como o Chiado After Work [ver caixa]), o que não significa que não se aposte neste horário. Com os dias mais compridos, há cafés e restaurantes que convidam para um fim de tarde diferente e barato. O i faz-lhe algumas sugestões para animar a sua rotina (se puder, claro). Acredite que depois do primeiro copo, só vai pensar em voltar no dia seguinte.

Nectar Wine Instalado num antigo armazém do Chiado, o Nectar Wine é daqueles locais de visita obrigatória para quem aprecia bons vinhos e pratos de cozinha tradicional e mediterrânica. Selecção cuidada e uma carta completa são predicados irresistíveis para degustar o néctar, servido à temperatura certa, e acompanhado por um pratinho de polvo vinagrete ou uma tábua de queijos com presunto. A happy hour inclui um menu de tapas (com pastas de atum e anchovas, rolinhos de salmão fumado com requeijão ou lombo de porco assado com farinheira) e tostas. Para os mais curiosos, o Nectar Wine organiza cursos de vinho onde se pode aprender a identificar os diferentes aromas.

Rua dos Douradores 33, Lisboa. Tel. 210 938 180. Happy hour: das 16h00 às 20h00

Cervejaria Portugália A hora da loira não é apenas um slogan publicitário. Na Portugália, a imperial e os tremoços parecem chamar-nos para um fim de tarde junto ao Tejo. Escolha o restaurante no Cais do Sodré, ideal para esta altura do ano e delicie-se na esplanada com o Tejo aos pés e uma happy hour de cerveja a metade do preço (imperial a 0,68€ e caneca a 1,43€). Para acompanhar, escolha um pires de camarão médio ou gambas “al ajillo”. Neste horário, garantem os responsáveis do espaço, os petiscos mais apreciados são também o prego do pojadouro (3,25€) ou os famosos rissóis e croquetes (1,20€).

Rua Cintura do Porto Doca de Santos, Lisboa. Tel. 213 422 138. Happy hour: das 16h30 às 18h30

Tonga – Restaurante Tasca A tasca, como lhe chamam os clientes, é, quase de certeza, um dos locais mais acolhedores da capital. Aqui, a gastronomia ibérica recebe um toque muito contemporâneo e os petiscos tradicionais conhecem a sua versão de cozinha vanguardista. Há queijo curado com tostas e doce de abóbora (3,90€), maçã recheada com farinheira salteada (6,80€), morcela assada com ananás (6,90€), alheira frita com ovos de codorniz (7,90€) ou tiborna de azeite e alho com queijo Brie (4,60€). Além da sala interior, o espaço permite degustar uma série de refeições leves ao sol da esplanada. Os petiscos em happy hour mudam a cada dia da semana. Mas o preço da imperial, esse, não muda: custa 0,80€ . O copo de vinho fica-se pelos 2€.

Avenida do Uruguai 26, Lisboa. Tel. 214 051 351. Happy hour: das 17h00 às 20h00

Cocktail 88 Localizado na zona histórica de Lisboa, junto à Sé, o Cocktail 88 é um espaço de visita obrigatória para um fim de tarde de semana bem passado. Decoração simples a contrastar com cocktails coloridos e sofisticados, e uma especialidade da casa importada da cozinha japonesa: um variadíssimo menu de sushi que se divide em chirashi, makis, nigiri sushi, sashimi e California e fresh rolls – as bases e recheios vão de enguia a salmão ou peixe branco, de atum a caranguejo, que oscila, entre os 3,5€ e os 8,5€. Uma das inovações deste espaço cosmopolita que ajudam a uma chegada a casa com uma irremediável boa disposição são os jarros de cocktail (16€). Às terças e quartas, entre as seis e as nove da noite, a happy hour desce os preços para os 10 euros.

Rua de São Mamede, 16, Lisboa. Tel. 912 388 088. Happy hour: 3.ª e 4.ª, das 18h00 às 21h00

Café Candelabro Muitos consideram–no a nova coqueluche da cidade do Porto. Instalado numa antiga loja de alfarrabista, o café Candelabro convida a uma refeição leve de olhos postos num livro. O ambiente de café literário está espelhado nas paredes vestidas de lombadas, sobretudo livros de fotografia e cinema. O Candelabro parece ter nascido para encontros de fim de tarde – que em Portugal teimam em realizar-se à noite, depois do jantar -, acompanhados por um copo de vinho do Porto numa mão e uma tosta com compotas na outra. Há bebidas destiladas a preços da chuva, bolo de chocolate e pastelaria variada. Um espaço muito cosy e relaxante. Também não falta uma sala para fumadores e internet wireless em todo o café.

Rua da Conceição, 3, Porto. Tel. 966 984 250. Happy hour: 18h00 às 21h00.

Storik Situado no coração do Chiado, o Storik é ponto de cruz perfeito entre um restaurante acolhedor e um lounge para descontrair. As flames – ou as tartes flambée, como são conhecidas em França – são uma especialidade da casa a não perder. Um prato alsaciano, nascido no Norte de Estrasburgo há muitos anos, feito com uma massa de pão fina e estaladiça. É parecido com uma pizza, mas com com uma base sem tomate feita a partir de crème fraîche, fromage blanc, cebola e bacon. As outras propostas são frango e estragão (7,30€), paio alentejano e queijo de cabra (7€), ou morcela e maçã (7,40€). As propostas mais francesas vão do chèvre e mel (8€) a sobremesas como a flamme de frutos silvestres, que acabou de entrar na carta de Primavera.

Rua do Alecrim, n.º 30B-30D, Lisboa. Happy hour: 18h00 às 20h30.

Pimms O dono do Pimms resume o seu espaço a duas palavras: “Cheap and chic.” Um café-restaurante vanguardista e cosmopolita no centro histórico da cidade do Porto, onde a gastronomia faz a ponte entre a cozinha tradicional e os sabores internacionais. Durante a tarde podem saborear-se vinhos, petiscos e cocktails. Os pratinhos para compor o estômago são vários e alternam entre a codorniz, moelas, lebre à vilão confeccionados numa cozinha tipicamente transmontana. Mas não precisa de se empanturrar antes de ir para casa. Também há refeições mais leves a aproveitar na happy hour, como pratos de queijo com doce de figo.

Rua Infante Dom Henrique, 95, Porto.Tel. 222 015 172. Happy hour: 17h00 às 20h00

Vip Lounge O VIP Lounge do Porto Palácio Hotel fica num 19.o andar e oferece uma vista única sobre a cidade. Sim, até um hotel de cinco estrelas pode ter um serviço de happy hour. Neste caso, o horário mágico vai das 17h00 às 20h00 e conta com a oferta de uma selecção de cinco canapés. As bebidas são ao preço de carta. Se pretende relaxar ao fim de um dia de trabalho num espaço acolhedor com vista para uma paisagem de cortar a respiração, o VIP Lounge é a escolha certa.

Avenida da Boavista 1269, Porto. Happy hour: 17h00 às 20h00

Com Miguel Ângelo Pinto»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/58033-happy-hour-vai-um-copo-seguir-ao-trabalho, a 03 de Maio de 2010, em Jornal I

Bons Copos

RT

Ciclovias Para Todos os Gostos…Venha Conhecer os Detalhes…

Ciclovias... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um roteiro, para andar ao ar livre, mais propriamente andar de bicicleta. Deixo um roteiro para pedalar, deixo aqui transcrição de uma reportagem sobre o assunto, mas não vou comentar, pois se trata de uma publi-reportagem.

«Bicicletas. Dez sítios para largar o carro e pedalar

Em antigas linhas de comboio, com vista para o mar, no meio da cidade ou na serra, conheça os melhores sítios para passear em duas rodas

1. Obstáculos à beira Tejo

Pedalar em Belém aos fins-de-semana pode ser um complicado exercício de equilíbrio. Em dias de sol, os obstáculos multiplicam-se: há cães sem trela, crianças e atletas que correm em todas as direcções, pescadores que lançam os anzóis para o Tejo sem se preocuparem com quem passa e o trânsito na ciclovia lembra a 2ª circular. Em Agosto de 2009, a câmara inaugurou os 7 km de percurso para bicicletas entre o Cais do Sodré e a Torre de Belém. Antes disso, a zona já era mais do que pedalada por profissionais com o último modelo de calções almofadados ou miúdos de triciclo. Percebe-se porquê: o percurso é plano, sempre acompanhado pelo rio Tejo e não faltam sítios para comer gelados (a Artisani, nas Docas, por exemplo) ou para matar a sede (a esplanada do Café In).
Onde: Ciclovia Cais do Sodré – Torre de Belém, Lisboa

Como chegar: De metro ou comboio até ao Cais do Sodré

2. Pedalar no Guincho sem pagar

Eis a solução para quem não tem bicicleta ou não está para a carregar até ao carro e viajar até Cascais: alugar uma BICA no centro da vila, mesmo ao pé da estação de comboios. Não tem de pagar nada, apenas levar o bilhete de identidade e vontade de pedalar – Cascais tem 34 km de área ciclável, além dos 7 km de ciclovia entre a Guia e a praia do Guincho. As bicicletas gratuitas têm um cesto onde pode levar a sua mochila com comida. Começando na estalagem do Farol, em frente à discoteca Coconuts, até à praia do Guincho, a ciclovia tem sempre vista para o mar. O percurso pode tornar-se penoso quando estiver contra o vento.
Onde: Ciclovia do Guincho, Cascais

Como chegar: De comboio até à estação de Cascais

3. No pulmão de Lisboa

Em Monsanto há 42 quilómetros para todo o tipo de ciclistas. Os aventureiros que gostam de BTT têm muitos percursos à escolha, pelo meio da vegetação do parque florestal. Quem procura um passeio mais calmo, pode começar a pedalar na ciclovia do skate park.
Onde: Parque Florestal de Monsanto, Lisboa

Como chegar: De carro, até ao skate park, perto do parque do Alvito

4. Recordar a Expo 98

Enquanto o Parque das Nações não tem uma ligação à ciclovia de Belém, pode parecer um sítio longínquo para dar um passeio de bicicleta. Mas não tem de arriscar a vida e pedalar até lá desde o centro da cidade. Existem pontos de aluguer de bicicletas espalhados pela zona (em frente ao Oceanário, no Pavilhão Atlântico ou na Praça Sony) para que não se incomode. Espaço não falta e os miúdos vão adorar saltar da bicicleta para se molharem nos vulcões. O passadiço de madeira em frente ao rio já não tem o glamour dos tempos da Expo 98, mas é um bom sítio para passear.
Onde: Parque das Nações, Lisboa

Como chegar: De metro ou comboio, estação do Oriente

5. Rumo à ilha do Baleal

Quando não há grandes ondas, os surfistas de Peniche trocam as pranchas por bicicletas e fazem-se à estrada, ou melhor à ciclovia que vai até à ilha do Baleal. O percurso é fácil, mas não espere ver o mar. As dunas preenchem a vista durante grande parte do passeio plano, ideal para pôr toda a família a fazer exercício. Durante a semana, os ciclistas contam-se pelos dedos. Antes de regressar a Peniche descanse numa esplanada com vista para a ilha do Baleal, assim chamada por ter sido um local de corte de baleias.
Onde: Ciclovia Peniche-Baleal

Como chegar: De carro, pela A8 e pelo IP 6. Estacione no centro de Peniche

6. Terra plana e mar à vista

Entre o Cabedelo e a praia da Granja são 15 quilómetros sempre a pedalar. A ciclovia em frente ao mar abrange quase todo o percurso. Apenas um ou dois troços obrigam a um desvio para a rua, mas nada de grave. Pelo caminho, há bares, repuxos para matar a sede e bancos para grande felicidade dos mais fatigados. Nos dias de semana o percurso é menos concorrido e é ideal para quem gosta de pedalar em paz em frente ao mar, sem muitos obstáculos.
Onde: Frente Marítima de Gaia

Como chegar: De carro até à praia da Granja

7. Passeio no Porto com fumo de escapes

Pode parecer estranho que uma avenida tão central como a da Boavista possa ser um bom lugar para andar de bicicleta. Mas é verdade. Além de ser a maior avenida do país (com seis quilómetros), tem uma ciclovia em grande parte da sua extensão, a desembocar precisamente na paisagem do Castelo do Queijo. É certo que não se respira ar puro, mas se os fumos dos escapes o incomodarem, é só fazer um ligeiro desvio: o Parque da Cidade do Porto fica mesmo ali ao lado.
Onde: Avenida da Boavista, Porto

Como chegar: De metro até à estação da Casa da Música

8. Altos e baixos na Serra de Santa Justa

Pode ser perigoso, já que não há pistas marcadas, mas a Serra de Santa Justa, em Valongo, é cada vez mais um dos lugares de eleição para quem gosta de pedalar. Lá encontram-se todos os tipos de ciclistas, desde os que procuram um simples passeio dominical até aos mais aventureiros que preferem descidas alucinantes e subidas que à primeira vista parecem só estar ao alcance de Lance Armstrong. A paisagem é de cortar a respiração, mas não se distraia e tenha atenção aos fojos. As covas de acesso às antigas minas de extracção de ouro existentes na serra têm entre 50 a 70 metros de profundidade e não estão vedadas.
Onde: Serra de Santa Justa, Valongo

Como chegar: De carro até Valongo, pela A4

9. Na linha do comboio

Já é possível andar de bicicleta em linhas de comboio, sem qualquer tentativa suicida. Em 2006, o antigo ramal ferroviário de Mora foi transformado numa ecopista, que vai desde o bairro do Chafariz d’El Rei, em Évora, até ao limite do concelho, na Sempre Noiva (21 km). Quando for concluída a ecopista terá 60 km, desde Arraiolos até Mora.
Onde: Ecopista do Ramal de Mora

Como chegar: De carro até Évora, pela A6

10. Ecovia do Litoral

A Ecovia do Litoral tem 214 km e vai desde o Cabo de São Vicente até Vila Real de Santo António. Muitos ciclistas que a percorrem queixam-se da falta de sinalização e da fraca ligação entre os troços. Mesmo assim, recomenda-se o percurso de 30 km entre Cabanas de Tavira e Olhão. Grande parte é em terra batida, sinalizado por pequenos postes com o topo pintado de amarelo. O caminho passa pelas salinas do Parque Natural da Ria Formosa e não é raro encontrar flamingos ou camaleões.
Onde: Ecovia do Litoral, Cabanas de Tavira-Olhão

Como chegar: De carro até Cabanas, pela A22 e N125

Outros Locais

Ecopista do Rio Minho, 13 km
Paralela ao rio Minho, resulta da reconversão da antiga linha ferroviária que ligava Monção a Valença.


Ciclovia Guimarães-Fafe, 15,3 km

Em meados dos anos 80, a antiga linha ferroviária que unia Guimarães e Fafe foi desactivada e transformada em ciclovia.


Ecopista do Sever do Vouga, 6,2 km

Segue sempre paralela ao rio Vouga e à EN16 até pouco depois da foz do Rio Mau, no Lugar da Foz.


Ciclovia da Estrada Atlântica, 21,1 km

A extensa ciclovia liga Pataias às praias do Norte do concelho de Alcobaça.

Ciclovia Trafaria-Caparica, 5 km
A ciclovia cria uma alternativa ao trânsito na ponte 25 de Abril. Muitos ciclistas trazem as bicicletas no barco e pedalam até às praias da Caparica.

Via Algarviana, 240 km
O longo percurso entre Alcoutim e o cabo de São Vicente faz-se em grande parte pela serra algarvia. É ideal para os praticantes de BTT.

Ciclovia Urbana de Faro, 6,7 km
A ciclovia une Faro em dois sentidos, Poente e Nascente. Estende-se pela Avenida Aníbal Cruz Guerreiro e pela Estrada do Moinho da Palmeira.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/55828-bicicletas-dez-sitios-largar-o-carro-e-pedalar, a 30 de Abril de 2010, em Jornal I

Bons Passeios

RT

Surgiram Mais 5 Escolhas Para Uma Saída à Noite Em Porto e Lisboa…Conheça-as Aqui…

Bar Heidi Uma Visita a Não Perder na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Neste inicio de semana, e ainda na ressaca do dia da liberdade, vou transcrever um artigo que li na semana transacta, num diário da nossa praça, cuja abordagem, consistia em descrever 5 novos espaços de bar, que surgiram nas cidades do Porto e de Lisboa.

Vou transcrever o referido artigo, no entanto, não vou tecer nenhum comentário ao mesmo.

« Cinco novos bares em Lisboa e no Porto

A meio da peregrinação nocturna há sempre alguém que se queixa: “Oh, vamos sempre para os mesmos sítios.” É certinho, não é? Para evitar o mal-estar, o i faz as apresentações das novas capelas que iluminam a noite

01 Bar Heidi

Marc Lupien é canadiano, mas diz-se “meio suíço”. Sindi Wahlen é completamente suíço, como a pequena Heidi dos desenhos animados. E é, de resto, a menina mais famosa dos Alpes que empresta o nome ao bar destes estrangeiros radicados em Lisboa. Tal como o nome, também a decoração é vincadamente kitsch, a remeter para um chalé suíço – ou pelo menos para os chalés suíços que Hollywood nos vai mostrando -, e separando o Heidi de outros bares do Bairro. Já que falamos em espaços acolhedores, muitos dos móveis que adornam a sala foram feitos, ou pelo menos personalizados, pelo próprio Marc, outros objectos decorativos foram adquiridos em feiras da ladra suíças, e ainda há um pequeno sino que durante anos esteve na quinta da família de Sindi e hoje adorna o bar. Igualmente suíços são alguns dos petiscos, como os queijos, as carnes para picar e outras iguarias locais, e as bebidas, como o Appenzeller ou o vinho quente.

Razão para visitar: O Appenzeller é um aperitivo suíço feito a partir de 42 ervas diferentes, e em Lisboa só se bebe no Bar Heidi.

Rua da Barroca, 129, Lisboa. De segunda a quinta-feira, das 18h00 às 2h00; sexta-feira e sábado, das 18h00 às 02h45; domingo, das 21h00 às 02h45.

02 Candelabro

No Porto, como no resto do país, não há o hábito de tomar um copo ao fim da tarde. Ou melhor, não havia. Desde que abriu, no início do ano, o Candelabro impôs-se como o sítio para beber qualquer coisa naqueles minutos de lusco- -fusco, entre o fim de mais um dia de trabalho e a hora do jantar. Se o nome lhe parece familiar, é porque o Café Candelabro de hoje é a Livraria Candelabro (o alfarrabista da Baixa que entretanto mudou de poiso) de há uns anos. E o aspecto é, de resto, o mesmo, fruto do projecto de recuperação de António Pedro Valente, que também soube recuperar a Casa de Ló, mantendo-se fiel ao espírito original. Com livros e revistas espalhados pelas estantes, a dar um aspecto acolhedor à sala, e a não dar vontade de sair de lá. Então e música? Também há, apesar de não haver DJ. São os donos que vão mudando discos, e se dissermos que os Morphine são a sua banda preferida percebe-se ao que vamos.

Razão para visitar: Está aberto de dia e é ideal para beber um copo ao fim da tarde.

Rua da Conceição, 3, Porto. 966 984 250. De segunda-feira a sábado, das 13h00 às 02h00. http://cafecandelabro.blogspot.com.

03 V5

Há qualquer coisa de século xx no V5. E não, não dizemos isto só porque dois veículos clássicos são indissociáveis do novo bar. Mas vamos por partes. Começamos pela clássica moto SIS Sachs V5, que dá nome ao estabelecimento e se encontra arrumada a um canto. Das duas passamos para as quatro rodas, e destacamos o carro de 69 (um Riley) que atravessa a parede da sala principal e funciona como cabine de som. Sim, leu bem, há DJ a girar discos no banco da frente de um carro. Isto no andar de cima, que funciona como bar, e onde a música não podia ser mais ecléctica. Sublinhamos este pormenor porque em baixo há concertos, e a música, num registo entre o hardcore e o metal, é sempre mais pesada. Talvez por isso, há quem diga que o bar tem qualquer coisa de Hard Club. E na verdade tem mesmo: além do ambiente pesadão e alternativo, muito anos 90, algumas mesas vieram da saudosa sala de espectáculos.

Razão para visitar: Os objectos que decoram o V5 foram encontrados e reutilizados.

Rua Mártires da Liberdade, 216/218, Porto. De terça-feira a sábado das 22h00 às 04h00. http://www.myspace.com/vcincobar.

04 Bar do Cais

Manda a tradição que os bares do Cais do Sodré tenham nome de cidade (ou pelo menos de sítio). No entanto, e como a tradição já não é o que era, isso tem vindo a mudar. E se de há uns anos para cá a Rua Nova do Carvalho tinha apenas um MusicBox a destoar da vizinhança, desde Fevereiro tem também um Bar do Cais. A nova sala ocupa o espaço do antigo Shangri-La – que nos anos 80 era, juntamente com o Tokyo e o Jamaica, dos sítios menos duvidosos do Cais do Sodré – e a porta ao lado. Resultado: as áreas são generosas, e o espaço é suficientemente grande para dançar ao som de alguns DJ conhecidos da noite alfacinha, que servem recomendáveis doses de house (hifenizado e cruzado com outros géneros), techno (minimal, de preferência) e, no limite, electro. E quanto à decoração? Essa é cuidada e minimal, em tons de preto e branco. Ou seja, cores só mesmo nas bebidas e nos quadros expostos nas paredes.

Razão para visitar: A programação do Bar do Cais é cuidada e costumam passar por lá DJ da Agência Rooster.

Rua Nova do Carvalho, 47, Lisboa. De terça-feira a sábado das 22h00 às 04h00.

05 Aguarela

“Mas o Aguarela não tem já uns anitos?”, retorquirá o leitor mais atento. Tem e não tem – respondemos nós. Apesar de o espaço ter aberto as portas há pouco mais de 30 anos, falamos aqui de um Aguarela renovado, a funcionar desde Fevereiro. Um espaço com uma vincada componente cultural e artística, onde se encontram patentes exposições temporárias de pintura e fotografia, onde há tabuleiros para jogar damas e xadrez, onde há estantes com livros para tirar que qualquer cliente pode ler no bar ou levar para casa (desde que ponha outro no seu lugar), onde se vão organizar tertúlias e leituras de poesia. É um daqueles sítios onde uma pessoa pode conversar, sem música em altos berros ou clientes excessivamente ébrios, como um Old Vic ou um Pavilhão Chinês (para citar dois bares lisboetas), mas virado para um público mais novo e descontraído.

Razão para visitar: A carta de chás e os cocktails são duas apostas da casa para dinamizar os finais de tarde.

Beco do Arco do Escuro, 1, Lisboa. De terça–feira a domingo, das 15h00 às 02h00.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/56553-cinco-novos-bares-em-lisboa-e-no-porto, a 23 de Abril de 2010, em Jornal I

Boa Semana e Bons Copos!

RT

Como Mudaram as Regras do Scrabble…

As Regras Mudaram... Fonte: http://anglopole.files.wordpress.com

Hoje trago uma notícia interessante para os admiradores dos jogos de mesa, saiu num diário da nossa praça, uma notícia sobre as mutações que vão ocorrer num dos mais populares jogos de mesa, passo a transcrever a referida notícia, mas não efectuar nenhum comentário à mesma.

«Scrabble. Mudaram as regras do jogo

Pela primeira vez, desde a invenção do Scrabble, em 1948, as leis do jogo foram alteradas. Nomes de famosos, locais ou empresas já são palavras válidas no tabuleiro imaginado em tempos de crise por um arquitecto desempregado. As novas leis chegam às lojas em Julho mas não nos EUA

Alfred Butts, um dos muitos arquitectos desempregados nos Estados Unidos em 1931, decidiu ocupar o tempo livre a tentar inventar um jogo. Como não tinha muita sorte, pôs de parte todas as ideias que dependessem de um lançamento de dados. Não era fã de xadrez, “um jogo demasiado intelectual para o público”, dizia, e queria fazer uma coisa diferente. Aproveitou o tabuleiro, juntou-lhe peças quadradas de madeira com letras escritas à mão e criou o Lexico, a forma primitiva do Scrabble.

Para dar pontuações às peças, leu a primeira página do “The New York Times” e calculou as letras que apareciam mais vezes: as vogais e a letra S – as peças menos valiosas no seu novo jogo (um ponto). X e Z eram as mais invulgares, e, por isso, as que mereceriam valer mais pontos (oito).

Desde que o jogo foi posto à venda, em 1948, as regras de pontuação permaneceram iguais, enquanto outras coisas mudavam – as peças por exemplo. Da madeira se fez plástico e o Lexico passou a New Anagrams, Alph, Criss-Cross até chegar ao seu nome actual: Scrabble. Com 62 anos, é um dos jogos de tabuleiro mais populares do mundo: já vendeu 100 milhões de caixas em 121 países e foi traduzido em 29 línguas.

Famosos como Jennifer López exibem peças do jogo em colares que por momentos disfarçam as atenções dos decotes. Outros preferem mesmo entregar-se ao jogo: é sabido que Mel Gibson e Rene Russo passaram a rodagem do filme “Resgate” a jogar Scrabble. John Travolta, Elisabeth Hurley e David Duchovny também admitiram que eram fãs do jogo. Desde segunda-feira passada que já podem incluir o seu nome no tabuleiro, quando lhes faltar vocabulário.

A Mattel, actual fabricante do Scrabble fora dos Estados Unidos, anunciou na segunda-feira que as novas regras do jogo aceitam como palavras válidas nomes de celebridades, locais ou desportos. Os novos mandamentos estarão disponíveis nas lojas a partir de Julho e já estão a enfurecer os puritanos do jogo, habituados a pontuar com palavras em letras minúsculas como quartzo (19 pontos) ou exedrina (18 pontos). Na América, onde o jogo é fabricado pela Hasbro, tudo permanecerá na mesma.

Conhecimentos futebolísticos passaram a ser uma mais-valia. Saber que o lateral-esquerdo do Chelsea se chama Yuri Zhirkov pode render 26 pontos. Em Portugal não existem peças com as letras K ou W, por isso há que passar os olhos pelas revistas cor-de-rosa e pontuar com nomes nacionais como Zezé Camarinha. Segundo a empresa fabricante, as novas regras pretendem baixar a fasquia de dificuldade do jogo. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/54197-scrabble-mudaram-as-regras-do-jogo, a 07 de Abril de 2010, em Jornal I

Bom Jogo!

RT

Sugestão de Fim de Semana em Lisboa…Por 50€…Saiba Aqui Como…

Fim de Semana em Lisboa...Por 50€... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago, a sugestão para um fim-de-semana na Capital Portuguesa por 50€, como se trata de uma publi-reportagem de um diário da nossa praça, vou me limitar a transcrever na íntegra a sugestão, e não tecer nenhum comentário à mesma.

«O fim-de-semana perfeito por 50 euros

No espírito do muito discutido Programa de Estabilidade e Crescimento, o i prova–lhe que é possível fazer um fim-de-semana à grande com um orçamento apertado

Sexta-feira

18h00. Visitar o Museu do Oriente

Para começar o fim-de-semana numa nota cultural, pode aproveitar a entrada livre no Museu do Oriente. Lá dentro ilustra-se a presença portuguesa em Ásia com uma colecção que se estende dos brinquedos japoneses às estátuas divinas. O restaurante do Museu, no sexto andar, também merece uma visita. Admire a vista para o Tejo e depois diga ao empregado que se enganou no andar.
Av. de Brasília – Doca de Alcântara. Entrada gratuita todas as sextas-feiras das 18.00 às 22.00 Saldo: €50

21h00. Jantar no Café Malaca

Depois da cultura, a gastronomia asiática. No Café Malaca comem-se especialidades de todo o continente. Está no interior do Clube Naval de Lisboa, suba as escadas e entre sem medos. Divida os gyoza vegetarianos (€4,80) e uma dose da especialidade da casa, o caranguejo de casca mole (€16,90). Complete com uma imperial (€1,60). A conta final ficará em €12,25 por pessoa. O estômago dir-lhe-á que gastou muito mais. Clube Naval de Lisboa, Cais do Gás, Armazém H. 213 477 082. Saldo: €37,75

00h00. Dançar no Lounge

Quando se pretende sair à noite e gastar pouco, o ideal é encontrar um bar sem consumo obrigatório e que não se ressinta da falta de taxação. O Lounge é um desses casos. Hoje há concerto de Guta Naki, um dos novos valores da pop alternativa. Depois, Mário Valente desfila a sua colecção de rock, breakbeat e música tecnologicamente evoluída. A cerveja é cara (€2). Peça uma e faça-a durar. Rua da Moeda 1 218 462 101. Saldo: €35,75

03h00. Cear numa padaria

Depois de dançar e transpirar no Lounge, a fome não perdoará. Alimente-se na padaria da Defensores de Chaves. É das que abre mais tarde, por volta das duas da manhã, pelo que às três a variedade ainda é grande. Seja com um pão com chouriço, um croissant ou um mil folhas a noite acaba bem aqui para muita gente. Por apenas um euro. Avenida Defensores De Chaves, 24/26. 213 544 235. Saldo: €34,75

Sábado

10h00. Parar para um queque na Parede

A ideia deste segundo dia é partir em direcção ao mar. Não contabilizamos o dinheiro da gasolina, porque cada carro tem o seu consumo. A primeira paragem é na famosa casa de queques da Parede. Basta olhar para as fornadas de queques (€0,90) e sentir-lhes o cheiro para perceber porque é que é uma das referências para os gulosos da Linha.
Rua José Relvas, 71 (Parede). 214 574 988. Saldo: €33,85

10h45. Visitar a Casa das Histórias de Paula Rego

Aproveitem-se dois factos: primeiro, a entrada gratuita, segundo, o facto de a actual exposição ter sido prolongada até 2 de Maio. No museu pontificam diversas obras produzidas entre 1987 e 2008, entre as quais as célebres “Mulher Cão”, “A Filha do Polícia” ou a série “Avestruzes Bailarinas”. O edifício, da autoria do arquitecto Eduardo Souto Moura, também merece ser apreciado. Avenida da República 300, Cascais. 214 826 970. Saldo: €33,85

13h00. Comer um dos famosos cachorros da Guia

Depois de uma injecção de cultura logo pela manhã, almoce no ex-líbris de comida rápida na Linha: os cachorros da Guia. Que agora se vendem no Café Sobe e Desce, uns metros abaixo do Santini. O cachorro especial (€3,60) inclui cebola, couve roxa, couve branca, cenoura, batata palha e queijo ralado. Avenida Valbom Cascais. 214 826 970. Saldo: €30,25

15h00. Andar de Bica

Em Cascais é possível alugar bicicletas, as Bicas, por períodos de até dez horas sem pagar um tostão. As Bicas estão disponíveis em três pontos diferentes da vila; para as utilizar basta deixar um documento identificativo. Depois é só escolher um percurso: andar nas ruelas sinuosas ou pedalar em recta junto ao mar. As Bicas podem ser alugadas junto à estação de comboios, na Cidadela e junto à Casa da Guia. Saldo: €30,25

20h15. Jantar e ver o jogo do título no Tonga

Já de volta a Lisboa, há que apontar baterias ao futebol. Benfica e Braga jogam no Estádio da Luz a decisão da Liga Sagres. O melhor local extra estádio para assistir ao jogo não fica longe do palco da decisão. No Tonga há tudo o que um adepto pode querer: plasmas, petiscos e cerveja. Seja com pataniscas de polvo ou com moelas fritas, a refeição não ultrapassará os dez euros por pessoa. Cerveja e futebol incluídos. Avenida do Uruguai, 26A. 214 051 351. Saldo: €20,25

23h30. Ver um concerto no Arena Lounge

Seja para celebrar ou para esquecer, a festa prossegue, de borla, no Casino de Lisboa. Se conseguir resistir ao apelo do jogo (e dos cocktails) não vai pagar nada para ver a britânica Zoey Jones, cujo repertório gira em volta do r&b, com alguns toques tropicais. Alameda dos Oceanos, Parque das Nações. 218 929 000. Saldo: €20,25

Domingo

11h00. Tomar o brunch no Pão de Canela

O Brunch é uma refeição que está na moda e, de facto, a sua faceta dois em um (pequeno-almoço e almoço) dá muito jeito. E o brunch do Pão de Canela (€9,90) é dos mais baratos da cidade. O preço não limita a variedade de escolha. Há de tudo: pastelaria, padaria, sumos, cereais, compotas, servidos em sistema buffet. Praça das Flores, 27-28. 213 972 220. Saldo: €10,35

13h00. Visitar o Museu da Gulbenkian

Mais um museu gratuito, desta vez o que concentra o espólio de Calouste Gulbenkian. Aqui encontram-se cerca de mil peças da colecção do mecenas. A não perder, as jóias da colecção Lalique e a actual exposição temporária, com algumas obras de Rembrandt e Goya. Avenida de Berna 45A. 217 933 068. Saldo: €10,35

16h30. Ouvir fado no respectivo museu

Chamam-lhes visitas cantadas (€3) e um fadista guia os visitantes pela história da canção de Lisboa. Este domingo é Cuca Roseta. Como exigem marcação prévia, esperamos que esteja a ler isto com a devida antecedência. Caso contrário pode sempre marcar para as semanas seguintes. Largo do Chafariz de Dentro 1. 218 823 470. Saldo: €7,35

19h30. Jantar no Noori

Foi a primeira temakeria de Lisboa. Nela servem-se, como o nome indica, temakis. São cones de alga nori com arroz e recheio à escolha (filadélfia, salmão, rúcula e outros). Com o menu simples (€7,35) tem direito a dois temakis simples, ou um simples e um doce (com bolacha). E a uma bebida. Depois, descanse porque a noite vai encurtar: à uma da manhã o relógio adianta uma hora. Rua do Crucifixo, 87. 91 863 9287. Saldo: €0»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/52709-o-fim-de-semana-perfeito-50-euros, a 26 de Março de 2010, em Jornal I

Bom Fim Semana

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