Conheça Os Detalhes de Uma Profissão Em Extinção…Alfaiate…

Hoje trago um artigo sobre uma profissão em vias de extinção…

«Em tempos modernos ainda existe tradição

 Longe vão os tempos em que ir ao alfaiate era um hábito comum a todos os homens, que procuravam nestes artistas verdadeiras obras de arte que se adaptassem na perfeição ao seu corpo. Para os mais novos, a geração dos centros comerciais e das grandes superfícies, este tema pode causar algum espanto mas acima de tudo uma dúvida: ainda existem alfaiates? A resposta é sim, existem! São mais escassos que antigamente e muitos vêem os seus negócios ameaçados pela indústria comercial e pelas novas tecnologias de corte e costura que se desenvolveram e continuam a desenvolver, mas alguns sobrevivem, principalmente em Lisboa e no Porto.

A alfaiataria nasceu no Renascimento, quando a roupa deixou de ter como única função esconder o corpo para passar a dar destaque aos seus contornos. Foi nesta altura que ganharam importância os mestres alfaiates.

O i encontrou alguns daqueles que resistiram ao fabrico de roupa em série e fornecem ao seu cliente um produto personalizado, adaptado ao seu estilo e ao seu corpo. Procurado essencialmente por homens de classe média-alta, o fato – calças e blazer – continua a ser a peça mais pedida. No entanto, a maior parte dos alfaiates tem maior oferta que antigamente. Camisas, gravatas e até sapatos fazem parte daquilo que têm à disposição das pessoas que os procuram.

Apesar de, por tradição, ser uma arte geralmente mais procurada por homens, alguns alfaiates também oferecem roupas para mulheres e crianças. Há ainda quem faça fardas, trajes e bordados a pedido do cliente.

Talvez por ser um serviço personalizado e por a maior parte das casas utilizar tecidos de primeira qualidade, o serviço destes profissionais não sai barato, podendo os preços chegar aos milhares de euros. Também por essa razão as pessoas que os procuram são sobretudo homens de famílias ricas e importantes, políticos e empresários com os mais altos cargos.

Se é uma pessoa que gosta de tradição e ainda não se rendeu totalmente à moda em série, se gosta de serviços personalizado e de qualidade, siga os conselhos do i e contacte uma destas casas. Com certeza não se vai arrepender. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/146152-em-tempos-modernos-ainda-existe-tradicao, a 31 de Agosto de 2011, em Jornal I

RT

Anúncios

Gipsy Kings em Lisboa…

Gipsy Kings... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para começar  bem a semana, trago um artigo para quem gostar, de Gipsy Kings…

« Gipsy Kings tocam em Lisboa em Novembro

O grupo flamenco Gipsy Kings apresenta no dia 03 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, o novo álbum, “Roots”, foi hoje anunciado.

A par do temas deste novo álbum, com que desde o ano passado a banda de rumba flamenca está na estrada, ir-se-á também ouvir êxitos como “Bamboleo“, “Djobi, Djoba” e “Un Amor“.

Os Gipsy Kings são das poucas bandas de língua não-inglesa que se mantiveram 40 semanas consecutivas nos tops norte-americanos.

O grupo espanhol conhecido por temas como “El Ritmo de La Noche”, “Volare” e “Ven, Vem Maria”, já vendeu em todo o mundo 14 milhões de discos e integra as bandas sonoras de filmes como “Fearless” , “The Big Lebowski” ou “Toy Story 3”. »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136902-gipsy-kings-tocam-em-lisboa-em-novembro, a 15 de Julho de 2011, em Jornal I

RT

Conheça a MUS, Uma Corrida Fora do Comum…

Conheça a MUS... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo interessante, pois trata-se de uma corrida fora do comum, mas passo a transcrever o referido artigo…

«MUS. Vem aí a corrida mais louca de Lisboa

 Lisboa vai tornar-se território de jogo por culpa da MUS. Ganha quem cumprir mais tarefas em tempo recorde

Andar de barco à procura de pistas, jogar basquetebol com os olhos vendados ou declamar um poema perante uma esplanada repleta de desconhecidos. Tudo isto entre viagens de metro, passeios de bicicleta ou corridas a pé ao som do tic-tac, tic-tac, o tempo sempre a contar. É já este sábado que a final do MUS chega a Lisboa. A corrida urbana que promete usar e abusar da cidade.

O MUS é uma ideia da Merrell, inspirada num formato similar que existe nos Estados Unidos: a Oyster Racing Series. Chegou a Portugal no ano passado e só decorreu na capital. Este ano, passou por dez cidades do país antes de chegar à final, em Lisboa, que se realiza este sábado.

Funciona assim: reunir dois amigos, inscrever-se na prova e dar o seu melhor. A fazer o quê? Isso descobrirá no próprio dia. As missões incluídas na prova estão por desvendar até ao último segundo mas sabe-se, de edições anteriores, que o seu talento em canto ou tiro ao arco podem ser postos à prova. O vencedor tem lugar marcado na Oyster Racing Series e o segundo e terceiro classificados recebem equipamento da Merrell.

MUS é a sigla para Medal Urban Side. “É a nossa exteriorização da vida ao ar livre, como a cidade toda ela é território de jogo”, explica Bruno Costa, responsável pela organização da MUS. “Na cidade procuramos sítios específicos para fazer desporto como os parques ou as ciclovias”, adianta, “mas podemos utilizar os equipamentos da cidade, como fazem os praticantes de parkour, por exemplo”.

Se não tiver dois amigos que alinhem ou se não se sentir com alentos para andar a correr pela cidade, saiba que a MUS tem outras surpresas preparadas no local base do evento que não implicam qualquer inscrição, é só aparecer.

É no Parque Eduardo Sétimo que estarão as animações. Poderá ter que pedalar pelo seu batido de banana, por exemplo. Passamos a explicar: como a organização tem preocupações ambientais, são realizadas actividades amigas do ambiente. Acrescentam-se à lista a Watt Challenge, em que ganha quem gera mais energia a pedalar e a DJ Contest, em que o sistema de som dos DJs é alimentado da mesma forma. Dependendo do tempo que aguentar a pedalar pode ganhar prémios diferentes.

Saiba ainda que, ao inscrever-se na competição ou por cada like que faça na página do Facebook da MUS estará a dar o seu contributo para a Cais, associação de solidariedade.

“Imagine a cidade” diz Bruno enquanto faz uma pequena pausa “tudo aquilo que é normal, sejam paragens de autocarro, coretos ou esplanadas, é território de jogo”.

As animações decorrem das 10 às 19 horas. A competição começa às 12h30 e acaba pelas 16h30. Inscrições abertas até amanhã através do site http://www.musportugal.org  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136638-mus-vem-ai-corrida-mais-louca-lisboa, a 14 de Julho de 2011, em Jornal I

RT

Conheça a Nova Forma de Conhecer Lisboa…A Pedalar….

Conheça o Bike Fit... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo interessante para quem quer conhecer Lisboa, através de uma forma diferente e com custos reduzidos.

« Bike Fit. Para fugir dos ginásios e conhecer Lisboa

A ideia é manter-se em forma ao ar livre, sem ter de ouvir músicas remixadas aos berros. 60 minutos de pedalada por 3,50€

A ideia era alugar bicicletas para fazer tours por Lisboa. Mas depois a coisa mudou. Os tours mantiveram-se mas nasceu uma nova ideia: alugar bicicletas durante uma hora, no máximo, para fazer exercício. Nuno Leitão, de 25 anos, explica: “A senhora da padaria aqui ao pé, começou a vir cá para alugar uma bicicleta só para fazer exercício, durante meia hora. No dia seguinte veio com o filho e no outro com a sobrinha. O aluguer custava 6 euros e eu achei que era era um roubo declarado. Passámos a alugar por 3,50€ e decidimos fazer aulas.”

A ideia é “fugir dos ginásios e dos hits musicais aos altos berros do Verão passado”, explica Nuno.

Todos os dias, das 19h00 às 20h00 e ao fim de semana, das 10h00 às 11h00, há aulas de bike fit, que duram entre 45 a 60 minutos, com percursos que podem ir até ao Parque das Nações ou até Belém. Não há jóia mensal, nem fidelizações. Basta aparecer, com roupa desportiva, e pagar 3,50€. Quanto mais dias for, menos paga. Cada dia reduz 50 cêntimos. Neste momento, já têm uma “turma” de 5 mulheres. “Os homens não alinham nestas coisas”, diz Nuno. “As mulheres divertem-se mais, são mais abertas”, acrescenta.

Rent a Fun

A ideia é de Nuno que depois de um curso de psicologia, de ter trabalhado no Corte Inglês, na PT e de ter dado explicações, sem grandes resultados, decidiu avançar para um negócio próprio.

Pelo caminho contratou Benjamin, argentino em Portugal há três anos que também trabalha na área da reciclagem, Cloé, francesa, vendedora na Feira da Ladra e a acabar um mestrado em Ecologia Humana e Hélder, responsável pelos arranjos de todas as bicicletas.

Dentro da mãe Rent a Fun, já nasceram alguns filhos. Go Bike, com as bicicletas eléctricas, para escalar as sete colinas de Lisboa como se tivesse alguém a empurrá-lo, e normais, para os amantes do exercício e das barrigas das pernas musculadas. A Bike Clinic, uma oficina de bicicletas de todo o tipo liderada por Hélder (que ensinou aos três a trocar pneus de bicicleta) e a Urban Trekking, uma série de passeios a pé, por Lisboa, divididos em cinco rotas diferentes: a moda, comida e arquitectura da Baixa; Feira da Ladra, Graça e Alfama; restaurantes e vinho; Castelo, Mouraria e Alfama e finalmente Av. da liberdade, Parque Eduardo VII, miradouro São Pedro de Alcântara e Bairro Alto. GoFit, é a mais recente aposta “porque as suas pernas são tudo”.

Mas a oferta da Rent a Fun não acaba aqui, vai mais além com a opção Go Fun: pedalar até Carcavelos e fazer uma aula de surf; ir de miniautocarro até Monsanto, bicicletas incluídas, e explorar a floresta urbana ou apanhar o barco no Cais do Sodré e rumar até à Trafaria para comer peixe grelhado, avançando (de bicicleta) até às praias da Caparica para um mergulho merecido.

Mas o melhor é ir a http://www.rent-a-fun.com e dar uma vista de olhos. Ou no Facebook (é só procurar por Rent a Fun).

Nuno e amigos, estão todos na Rua Cais de Santarém, no número 34, à sua espera. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/127546-bike-fit-fugir-dos-ginasios-e-conhecer-lisboa, a 2 de Junho de 2011, em Jornal I

RT

Conheça o LX Factory…

LX Factory... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, que versa sobre LX Factory Open, passo a transcrever o referido artigo.

« Lx Factory Open Day. Venha conhecer a linha de montagem mais criativa de Lisboa

 A antiga Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense é desde 2007 uma ilha de criatividade e bom senso plantada no coração de Alcântara. Uma referência a geografia, botânica e anatomia em apenas uma frase mostra as várias maneiras com que se pode definir um espaço onde as empresas, agências, ateliers e galerias parecem surgir que nem cogumelos. Daí que não seja descabido, por exemplo, chamar-lhe uma estufa micológica a céu aberto. Amanhã a LX Factory está de portas (e braços) abertos das 10h às 4h

 Instalação

Mais um convite para visitar os trabalhos de Joana Bastos, Sara e André, Jorge Maciel, entre muitos outros, em Instalações Sanitárias, um projecto ArtBuilding comissariado por Puppenhaus.
A partir das 10h00

View With (Out) View, de Pedro Seixo Rodrigues, ou “o que fazer quando, ao anoitecer, a bela vista do exterior desaparece, passando a reflectir apenas o branco do espaço interior?!”
A partir das 21h00

 

Livros

Obras antigas para descobrir e redescobrir a preço de amigo e volumes acabados de nascer. O edifício H recebe a Feira do Livro Novo e Usado.
Das 12h00 às 2h00

Pensava que a crise faltava à festa? Desengane-se. José Adelino Maltez e Eurico Figueiredo apresentam na Ler Devagar a obra “Portugal em crise: Pela reforma global do sistema político e das políticas públicas”, de Fernando dos Reis Condesso.
A partir das 19h00

 

Música

Suba ao quarto piso e escute A Música Portuguesa a Gostar dela Própria. São miniconcertos de meia hora distribuídos por espaços pouco convencionais.
As actuações estão a cargo de Joana Machado, Joana Guerra, Memória de Peixe, Azevedo Silva, Cão de Morte e Filho da Mãe, com vídeo de Tiago Pereira.
Das 13h30 às 21h30

Na livraria Ler Devagar há concerto de jazz com Marta Hugon e Filipe Melo.
A partir das 23h00

 

Teatro

Animação na rua principal da fábrica mais agitada de Lisboa. Em “Troiando”, o cavalo de Tróia mostra a “Odisseia” com uma trupe experimental de performers que contará histórias pela companhia de teatro itinerante Os Criadores de Imagens.
A partir das 15h00

Será ou não será? “Art Isn’t True, is Just Something That We Do”. Tire a teima nesta performance marcada para o terceiro piso.
A partir das 21h00

 

Provas

O supermercado Brio lança um desafio aos visitantes: colorir uma parede ilustrada. Enfim, há mais. No interior conte com degustação de alimentos provenientes de agricultura biológica, com a presença dos respectivos produtores.
Das 16h00 às 22h00

A revolução começa no estômago. “And What About Revolutionary People?” O conceito Gourmet Lisboa chega à LX Factory com  selecção de produtos.

 

Estilo

Maquilhar a crise é uma proposta ambiciosa, a par com as tentativas do Estado de massajar os números do défice. Mas o que vai acontecer na LX Factory não tem nada a ver com folhas Excel e balancetes duvidosos. A Organii vai ensinar mulheres a maquilhar-se para o trabalho ou entrevistas de emprego.
Das 17h00 às 18h45

India That Wears You é um encontro com uma personal stylist, Vivi Harle, que diz quais os trapinhos que deve usar.

 

Miúdos

A editora infantil (porque tem poucos anos de vida e esse mesmo público-alvo) Planeta Tangerina apresenta o seu último livro, “Praia Mar” com um workshop do ilustrador Bernardo Carvalho.
Das 18h00 às 21h00, Edifício H

Para miúdos e graúdos, isto é, pais e filhos, vai haver um espaço onde as famílias poderão tirar um retrato, à antiga, antes de se zangarem. Vai acontecer durante todo o dia no Fórum Dança.

 

Experiência

À entrada da LXFactory vai estar uma câmara e alguém para fazer uma pergunta surpresa. Os resultados vão ser enviados por email aos participantes.
Das 21h00 às 22h00

Na rua principal da fábrica vai estar montado um set de filmagem para quem quiser sentir o calor dos holofotes. Uma pequena cena de ficção levada a cabo pela Act que será filmada e posteriormente projectada nas paredes do edifício.

 

Cinema

Na livraria Ler Devagar será apresentado “Pietro, um Artista Cinemático”, filme de François Manceaux sobre um escultor.
Às 20h30

O cinema experimental de Paola Stella Minni, italiana a viver em Lisboa, vai ser exibido no Edifício Fórum Dança e Rumo de Fumo. Três curtas, uma delas dedicada a um agitadíssimo jardim em Alcântara e as suas “pequenas cerimónias”. A saber: “fumar e jogar às cartas”.
A partir das 22h00

 

Festa

Chama-se “Os Santos na Fábrica” e é um baile popular aos melhor estilo das festas da sardinha e do manjerico que se aproximam. A animação fica nas mãos da Fanfarra Móvel e alguns DJ, e não vai faltar uma banca com o habitual “esmerado serviço de bar”.
A partir das 14h00

“Contra a crise, dançar, dançar…” é o lema desta festa em que os protagonistas são os DJ Guerreiro Galante, no Edifício Fórum Dança.
A partir das 23h00 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/125791-lx-factory-open-day-venha-conhecer-linha-montagem-mais-criativa-lisboa, a 26 de Maio de 2011, em Jornal I

RT

Conheça o Resound Fest…

Resound Fest... Fonte:http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão que vai acontecer na cidade de Lisboa, passo a transcrever o referido artigo.

« RESOUND Fest. A batalha das bandas tem mais uma final

Na sexta edição do festival competem quatro bandas no único concurso do género organizado por uma turma da Restart

 Se tem uma banda e quer tornar-se conhecido pode fazer uma de duas coisas: esperar que uma mistura de sorte e trabalho árduo o tragam até à ribalta; ou ganhar um concurso de bandas, uma batalha onde ninguém sai ferido – à excepção de um ou outro ego. Esta noite no MusicBox, em Lisboa, tem lugar um desses degraus para o estrelato – a julgar pelos vencedores dos anos anteriores, como os Pontos Negros ou Guta Naki, pode ser uma escada rolante para a fama. O Resound Fest, organizado pela Restart – Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias, celebra a sua sexta edição e irá premiar um destes quatro conjuntos: Circo de Atrocidades, obra de Miguel Reis que funde “música popular portuguesa” e “música ligeira estrangeira”; Amor Noise, nas palavras dos próprios: “um projecto pessoal que tem como objectivo a mera exploração sónica”; God Bless Jack, que soam a Kings of Leon, Gossip e Maroon 5; e finalmente os Imidiwan, uma banda cujo nome poucos conseguirão pronunciar com sucesso, mas que junta os géneros dub, funk e drum & bass.

Fabricar talentos O concurso é organizado pela turma de Produção e Marketing Musical da Restart, 14 alunos que passaram os últimos dois meses, em conjunto com colegas de outros cursos, a pôr de pé a competição. “A formação que damos aqui na Restart é muito prática e especializada”, explica o director da escola, João Tovar, “quanto mais conseguirmos reproduzir a experiência do mercado de trabalho, melhor”, conclui.

E é o que têm feito com o Resound Fest, que vai na sua sexta edição. Começou em 2003, teve um hiato de dois anos, mas entretanto solidificou-se neste formato mais competitivo da típica noite de concertos. “Têm de trabalhar com um orçamento muito reduzido, têm de arranjar patrocinadores, media partners, sala de concertos, tudo”, lembra Tovar.

É uma relação recíproca e aparentemente perfeita entre talentos por confirmar. De um lado os alunos à procura de experiência, do outro bandas à procura do sucesso que lhes permita ganhar ainda mais experiência. “Os nossos alunos são geralmente pessoas licenciadas que estão à procura de uma formação mais especializada”, conta o director da escola.

O curso de Produção e Marketing Musical mudou muito desde que começou a ser leccionado, acompanhando as mudanças nesta mesma indústria: “No início era mais focado na venda de CD, agora está virado para a promoção de espectáculos ao vivo, já que é este o cerne da vida dos músicos”, conta o director da Restart.

O resultado pode ser visto hoje no MusicBox, em Lisboa. Quem não for tem falta a vermelho. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/124179-resound-fest-batalha-das-bandas-tem-mais-uma-final, a 19 de Maio de 2011, em Jornal I

RT

Conheça os Espetaculos em Honra de Bob Marley…

O Rei do Regee... Bob Marley Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser quarta-feira, assinala-se o trigésimo aniversário da morte de Bob Marley, e na senda desta data, vão se realizar vários espectáculos referentes à data, passo a transcrever a referida peça, onde menciona esses mesmos espectáculos.

« Bob Marley, o rei trinta anos depois

Na próxima quarta-feira, 11 de Maio,  assinalam-se os 30 anos da morte de Bob Marley e estão agendadas diversas iniciativas, em todo o mundo, para homenagear aquele que continua a ser o “rei do reggae”.


Alpha Blondy, que actua no dia 19 de Julho na Casa da Música, no Porto, e que se preapara para lançar o seu novo álbum, “Vision”, recorda Bob Marley como a referência maior para os cantores de reggae.


Tinha uma “voz maravilhosa, boas melodias e temas que ainda hoje são atuais, trinta anos depois da sua morte. Não há ninguém que tenha a intenção de suplantar Bob Marley“, afirmou o músico France Press.


Já esta semana o legado de Marley será recordado com dois concertos de tributo pelos norte-americanos Groundation. Os espectáculos realizam-se na sexta-feira (12 de Maio) no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte no Teatro Sá da Bandeira, no Porto (13 de Maio).


Bob Marley morreu aos 36 anos em Miami vítima de cancro, mas deixou um legado no reggae que permanece sólido até hoje, com mais de 200 milhões de discos vendidos, e como fonte de inspiração para dezenas de novos artistas.


Além da música, o autor de “Bufallo Soldier” foi um dos mais conhecidos rostos do movimento espiritual Rastafari e defensor de uma mensagem pela paz, liberdade, emancipação e pela não repressão, sendo ainda hoje uma das figuras mais respeitadas na Jamaica.


Com o grupo The Wailers gravou muitos temas politicamente comprometidos e de forte cariz social, que se converteriam em clássicos intemporais.
Get Up, Stand Up”, “I Shot the Sheriff”, “No Woman No Cry” e “Could You Be Loved” são alguns desses exemplos. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/122182-bob-marley-o-rei-trinta-anos-depois, a 10 de Maio de 2011, em Jornal I

RT

Conheça a Peça « Catatua Verde »…

A Peça Catatua Verde... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para os amantes da arte da representação, mais concretamente o teatro, passo a transcrever a notícia.

«Vinte e seis actores, uma taberna e uma revolução

“A Cacatua Verde”, com encenação de Luís Miguel Cintra traz-nos a revolução francesa e um jogo da verdade e da mentira. Aqui ficam boas razões para ir vê-la

Quando entramos na sala somos recebidos por actores de macacão preto que nos olham nos olhos. No meio deles distingue–se uma pessoa encostada a uma mesa. É Luís Miguel Cintra, o único de camisa branca e avental. Toca o início da “Carmagnole”, a música mais popular da Revolução Francesa, numa pequena concertina. De repente os actores começam a cantar, saem do palco e desaparecem.

É assim que entramos na taberna parisiense Cacatua Verde. Estamos no dia 13 de Julho de 1789, a véspera de um dia histórico. Na madrugada seguinte dá-se a tomada da Bastilha e o pontapé de saída da Revolução Francesa. O povo toma o poder e grita: “Liberdade!”

Antes de transformar este pequeno texto numa ode à revolução ou prevendo até alguma referência rebuscada às notícias do Egipto, explicamos do que se trata. É a nova peça do Teatro D. Maria II, com encenação de Luís Miguel Cintra. Vinte e seis actores dão vida a “Cacatua Verde”, do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler, até dia 27 de Março. Aqui ficam algumas razões para sair de casa e dar um salto ao teatro.

diz que é uma espécie de Comédia Na taberna de Próspere, os aristocratas encontram o divertimento perfeito. Convivem com ladrões, assassinos, prostitutas, vigaristas, num ambiente seguro. É quase como uma ida ao jardim zoológico com direito a entrar nas jaulas com os tratadores. Próspere contratou os antigos actores, que trabalhavam na sua extinta companhia de teatro, para fazerem o papel de criminosos. Muitas vezes tem de os dirigir, tal qual no teatro. Um deles grita muito alto, exaltado, e Próspere corrige: “O teu papel não é fazer de doido mas de criminoso.”

Luís Miguel Cintra O encenador, actor e director do Teatro Cornucópia é um dos grandes nomes do teatro. Se já o viu, vale a pena revê-lo. Se ainda não assitiu a nenhuma peça com Luís Miguel Cintra, há uma grave lacuna no seu currículo. A vontade de fazer uma peça sobre a Revolução Francesa era antiga. Só agora surgiu a oportunidade, a convite de Diogo Infante. “Há muitas peças que me aborrecem. Já fiz muitas coisas de todas as épocas. Conheço o teatro muito bem, mas chegamos a uma fase na vida em que fazemos balanços. [Mais tarde vai acrescentar: “Estive a fazer estas fantuchadas todas na vida, de forma muito séria, para quê?”] Não gostaria de me instalar numa posição de prestígio que sei que adquiri. Quero continuar a ter prazer”, explica aos jornalistas.

Onde está a verdade? “A maneira mais bonita de não levar a vida a sério é ser actor.” As reflexões sobre o teatro e sobre a arte vão surgindo ao longo da peça. As personagens mostram-se contraditórias e o espectador fica na dúvida: os actores que representam os bandidos são verdadeiramente criminosos? No final, a dúvida cria o clímax da acção, que não podemos revelar por razões profissionais.

Arnold Schnitzler “É um autor muito leve na escrita, próximo do champanhe. Os diálogos são sucintos, com um humor muito subtil”, explica Luís Miguel Cintra. E acrescenta: “A peça não fala de teatro nem de revolução, mas da arte e da vida.” Para o encenador, “A Cacatua Verde” fala das revoluções na própria realidade, tema que lhe interessa e não deixa o público indiferente. “Muitos dos espectáculos são passatempos mais ou menos elaborados, mais ou menos inteligentes. É difícil encontrar uma relação profunda entre a realidade e a vida. É mais um objecto de consumo do mundo burguês. Sou inconsolável em relação a isto”, conclui. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/105169-vinte-e-seis-actores-uma-taberna-e-uma-revolucao, a 17 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

RT

Noites do Cais do Sodré….

Noites do Cais do Sodré Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para se começar bem a semana, trago uma notícia sobre uma noite que foi durante muito tempo conotada como sendo mal fadada, no entanto, hoje é bem abençoada, passo a transcrever a referida reportagem.

« Cais do Sodré: da má fama a uma das noites mais concorridas

Marinheiros, intelectuais, mas também prostitutas e criminosos lançaram a história dos bares do Cais do Sodré, como o Jamaica, que comemora 40 anos. Hoje, a diversidade e o revivalismo fazem da zona um dos pontos obrigatórios da noite lisboeta.

Apesar de ser a “criança” do Cais do Sodré, o Musicbox quis conhecer as suas origens: durante um ano e meio, os promotores fizeram o reconhecimento da zona, falando com autarcas, párocos, donos de bares, frequentadores e moradores.

Há mais de 50 anos, devido ao movimento no Porto de Lisboa, o Cais recebia milhares de marinheiros de todo o mundo, lembra um dos promotores, Alexandre Cortez.

A sua chegada levou à abertura de lojas especializadas na navegação e inspirou os nomes e a decoração dos espaços de diversão noturna.

Os velhinhos Tokyo, Jamaica, Olso ou Viking recebiam marinheiros, artistas e intelectuais, mas também espiões, prostitutas e criminosos.

Em maio de 1968, o assassino do ativista norte-americano Martin Luther King passeava-se pela Rua Nova do Carvalho. Uma noite, entrou no antigo Clube Texas, hoje Musicbox, e conheceu uma prostituta, por quem se apaixonou.

Após dez dias em Lisboa, acabou por ser detido em Londres por um espião que o seguiu pelo Cais. Na prisão, continuava a escrever cartas à portuguesa.

“Era tudo casas de alterne, houve uma altura em que isto era mal frequentado. Agora de um lado da rua temos as discotecas e do outro são mais bares”, diz Ricardo Gouveia, gerente do Tokyo (antigo Tamisa).

A reviravolta começou após o 25 de Abril, quando a “maior liberdade de música e de expressão” começou a atrair um público que queria sobretudo dançar ao som do que antes não podia ouvir livremente.

Hoje, para Ricardo, o sucesso deve-se à “grande mistura”, visível à primeira vista: na música, nas idades (que podem ir “dos 18 aos 80”), nos estilos musicais e nos clientes, que vão desde universitários a jornalistas, atores e músicos.

Fernando Pereira, hoje filho de um dos fundadores do Jamaica e à frente do espaço diz que a primeira viragem no ambiente, na segunda metade da década de 1970, deu-se pela mão – ou pelo som – do Jamaica, do Tokyo e do Shangri-La (hoje transformado no Bar do Cais), então frequentados por quem “não procurava prostituição”.

Mais tarde, com o Europa e, já no novo milénio, com o Musicbox, dá-se a “viragem definitiva” e atinge-se uma afluência “que já não se via há muito”.

Entretanto, os bares continuam a passar as músicas ouvidas pelos marinheiros e espiões de há quarenta anos e nunca foram atrás da música da moda, mas beneficiaram da moda do revivalismo, que, afinal, “nunca deixa” de ser uma tendência.

“O facto de existiram casas com néons dava um ar misterioso e para quem aparecia no Jamaica era um desafio ir lá”, lembra Fernando.

Uma dessas casas era o Viking, que se mantém fiel às origens: todas as noites continuam a subir mulheres ao pequeno palco para espetáculos de striptease.

Também para Alexandre Cortez “o colorido daquela altura ainda se sente no ar”.

“O ideal seria que modernidade convivesse ao lado da vertente mais característica e mais forte da zona: a sua história”, remata.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/101024-cais-do-sodre-da-ma-fama-uma-das-noites-mais-concorridas-, a 28 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Grandes Noites

RT

Conheça Uma Mítica Sala de Espetáculos que Vai Encerrar Em Lisboa…

Cabaret Maxime... Fonte: http://www.ionline.pt

A notícia que trago hoje, versa sobre o fim de uma sala de espectáculos carismática da cidade de Lisboa, passo a transcrever a referida peça.

«Cabaret Maxime. Agora vão pregar para outra freguesia

A última festa do Maxime é dia 29. Mas Manuel João Vieira diz que vão abrir um cabaret noutro lado e já estão à procura de sítio

Não puxe já dos Kleenex. Nem vale a pena escolher uma peça de roupa preta em sinal de luto. O Cabaret Maxime, na Praça da Alegria, em Lisboa, fecha as portas no dia 29 de Janeiro. Mas Manuel João Vieira, vocalistas das bandas Ena Pá 2000, Irmãos Catita e Corações de Atum, e sócio da casa, revela ao i que estão à procura de novo poiso. A casa de espectáculos mais irreverente e catita da capital abandona o mítico cabaret criado no fim dos anos 40, desligando assim o interruptor. “Tenho muita pena. Era um sítio especial. Nos anos 50 era o melhor de Lisboa. Raul Solnado estreou-se aqui e grandes bandas passaram por aqui. Depois, entrou numa fase de decadência, mas agora tinha conquistado um óptimo lugar. Era uma nostalgia felliniana, com coisas novas”, explica ao i Manuel João Vieira.

Mas como os grandes generais romanos que não fugiam da batalha, nem quando o fim estava perto, o Cabaret Maxime termina os seus dias com uma festa “tremenda, soberba, excessiva, inesquecível, um acontecimento bestial com implicações no próprio Produto Interno Bruto, e até no clima do planeta, uma festa que até os nossos bisnetos irão relembrar com saudade!”, escreveram no site oficial.

“Auf Wiedersehen * Maxime * Goodbye” realiza-se no dia 29 e durante as três horas de rambóia pode ver o espectáculo dos Irmãos Catita, de Sandro Core o “cantor italiano tetra-romântico” e de Victor Gomes, o rei dos Gatos Negros, o rock n”roll que fazia tremer o Maxime na década de 60. Manuel João Vieira fala-nos ainda do espectáculo de striptease à antiga. “Antes do strip ela faz uma espécie de karaoke de música espanhola. Era muito comum antigamente.”

Os licenciamentos O encerramento do Cabaret foi confirmado na quarta-feira. Em causa estão divergências entre a gerência do Maxime, a produtora do músico Companhia dos Milagres e a empresa Joing, a quem arrendam o espaço, que por sua vez alugam ao Grupo Bernardino Gomes. Os problemas estão relacionados com o contrato de arrendamento e o alvará da casa. Passamos a explicar. Numa das vistorias, descobriu-se a falta de licenciamento de umas obras realizadas nas décadas de 60 e 70. A casa teve de ser encerrada durante seis meses. “A empresa que subaluga o Maxime ficou encarregada de o fazer, mas não o fizeram”, diz Manuel João Vieira. O receio é que a dada altura, a câmara intervenha, o que irá acontecer. “Podíamos ficar até ao final do ano, porque apesar da empresa nos ter posto uma providência cautelar, nós ganhámos. Mas não há condições. Estamos em litígio, em tribunal com essa empresa, o ambiente não é favoravel a prosseguir o negócio”, explica Manuel João Vieira. Segundo o jornal “Público”, o grupo Bernardino Gomes pretende transformar o edifício num hotel, mas manterá o Maxime.

O músico “meteu-se nisto” porque queria dar uma ajuda ao projecto, a nível de imagem, programação e relações públicas. “Fizemos alguma coisa importanteporque deu origem a que se abrissem outros bares com projecções de filmes, teatro.” Como momentos altos do Cabaret Maxime, Manuel João Vieira recorda o concerto de José Cid que relançou a carreira do músico. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/99466-cabaret-maxime-agora-vao-pregar-outra-freguesia, a 21 de Janeiro de 2011, em Jornal I

RT