Conheça o Douro Harvest Film…

Hoje trago mais um evento ligado ao Douro…

« Vinho, cinema e futebol num Douro perto de si

O Douro Harvest Film está de volta. Este ano o homenageado é o cinema brasileiro com o futebol como tema. José Wilker e Cacá Diegues são convidados

 O que é que o Porto, Alijó, Pinhão, Favaios, Vidago e Penedono têm em comum? Vinho e cinema. Como? Com o Douro Film Harvest.

Há três anos que o Douro Vinhateiro abre as vinhas ao cinema e seus realizadores, com um festival de filmes premiados. Este ano não é excepção. Com direcção artística do realizador e produtor Ivan Dias, o Douro Film Harvest começou ontem e promete, entre muitas coisas, futebol. Nós explicamos.

Este ano o país homenageado é o Brasil com uma maratona de filmes sobre o futebol brasileiro.

A homenagem conta com o actor José Wilker (o famigerado e saudoso Roque Santeiro) e com o realizador Cacá Diegues (“Xica da Silva”, “Tieta do Agreste”, os filmes), que se uniram na produção do filme “O Maior Amor do Mundo”, com exibição marcada para quarta-feira, como parte da secção Ruby Selection. Fãs das novelas e cinema brasileiros, preparem os cadernos de autógrafos já que ambos estarão presentes na exibição do filme.

Mas Brasil não é só futebol, é também Carnaval e frutas na cabeça. Carmen Miranda, a portuguesa mais brasileira do mundo também tem direito a uma homenagem com o filme “Alô Alô Carnaval”, uma comédia musical de 1936 realizada por Adhemar Gonzaga, com Carmen Miranda no elenco.

Late Bottled Vintage Entre os homenageados está Manoel de Oliveira que do Alto dos seus 102 anos vai receber a distinção de Late Bottled Vintage, com a exibição de “Caça” e “Ato da Primavera”.

A Vintage Selection este ano é composta por cinco longas metragens a competir pelo Prémio Turismo no Douro. Em comum têm os prémios arrecadados lá fora: “Uma separação”, do iraniano Asghar Farhadi, ganhou o Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim; “Las Acácias”, do argentino Pablo Giorgelli, venceu o Câmara d”Ouro no Festival de cinema de Cannes; de Cannes vem também “A Árvore da Vida”, de Terrence Malick com Palma d”Ouro; “Chico & Rita”, o primeiro filme de animação de Fernando Trueba, integrou a selecção oficial do Festival Internacional de Cinema de Toronto; “Hermano”, de Marcel Rasquin, foi eleito o melhor filme no Moscow International Film Festival. O vencedor vai ser anunciado dia 10, na cerimónia de encerramento do festival que conta também com a ante estreia do filme “Meia-Noite em Paris”, a mais recente obra de Woody Allen.

No entanto, dia 11, domingo, ainda é dia de filmes. “Aniki-Bobó”, “Tieta do Agreste”, “Douro Faina Fluvial”, entre outros, vão ser exibidos ao longo do dia. Para que não perca pitada o melhor é ir a dourofilmharvest.com, clicar em programa e apontar os horários e locais de exibição. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/147153-vinho-cinema-e-futebol-num-douro-perto-si, a 05 de Setembro de 2010, em Jornal I

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Conheça a Agenda Para Este Fim de Semana…

Agenda para o Fim Semana... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e como tem sido habitual, trago a agenda para o Fim Semana…

 

« Agenda de Fim-de-Semana

 

 Esta é uma semana especial. O querido mês de Agosto está a meio caminho do regresso à vida normal, mas nada tema. Temos propostas tão deliciosas como o Festival do Marisco em_Olhão, o Festival Super Bock, Surf Fest ou os Deolinda. Sem esquecer, claro, as festas e romarias populares que, nas vésperas do 15 de Agosto, se adensam

 

Hoje

 

Cheikh LÕ

grande auditório,

CCB, praça do Império,

Lisboa

Preço: 5€ a 10€

O cantor, guitarrista, percussionista e compositor “faz música a partir paz”. Uma coisa que se precisa em vários sítios. O_músico senegalês funde os ritmos tradicionais do seu país com reggae, flamenco e jazz.

 

Super bock surf fest

Praia do tonel, Sagres

Preço: 40€

19h

Depois do Festival Sudoeste, segue-se um evento mais calmo, dedicado aos espíritos livres do surf. A vila piscatória de Sagres recebe o Super Bock Super Fest 2011 com grandes nomes. Hoje é dia de Gentleman, do reggae do alemão e de Dub Incorporation. A ajudar a festa temos Kid Cudi, o belga Millow e o português Frankie Chavez. No menu ainda John Dimas, Intelectronik e Nuno Reis & Luís Oliveira.

 

Atlantihda

Casa da música, Porto

21h30

Entrada Livre

Gisela João dá a voz ao projecto musical Atlantihda, um misto de canção rural, fado e erudita. Para agradar a gregos e troianos.

 

 

Amanhã

 

Em Viagem

Centro Cultural de Paredes de Coura,

21h30

Preço: Entrada livre

No Verão não é só Sol. Ir ao teatro é uma boa opção. A nova produção do Trigo Limpo Teatro Acert fala das peripécias de um casal em viagem. Com este tema todos nos identificamos.

 

Maria joão e Mário laginha

Palácio de cristal, R. D. Manuel II, Porto

22horas

Preço: 5€

O Porto Blue Jazz 11 recebe a dupla do jazz mais conhecida em Portugal. Maria João e Mário Laginha navegam por terras desconhecidas do improviso mas lançam a âncora no jazz seguro. Trocadilhos de linguagem_à parte, é sempre uma boa desculpa para ver o concerto de dois grandes músicos portugueses.

 

João Penalva

Centro de Arte moderna – José Azeredo Pedrigão, r. Dr. Nicolau Bettencourt, Lisboa

Até às 18h.

Preço: 4€

A obra de João Penalva, a viver em_Londres em “Trabalhos com Texto e Imagem”, como foi baptizada a exposição, para ver e apreciar.

 

 

Domingo

 

Ópera em palmela

Igreja de Santa maria, no Castelo de Palmela

22horas

Entrada Livre

Excertos de musicais americanos, Mozart, Rossini, Verdi e as óperas de Puccini transformados num grande espectáculo para a família. “Missão (Im)possível” é da responsabilidade da Companhia de Ópera do Castelo, com apoio da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos. O_espectáculo vale por duas razões: ópera à borla e um castelo lindo.

 

O meu tio

Espaço nimas, Av. 5 de Outubro, Lisboa

21horas

preço: 3€

Um clássico de cinema por dia, não sabe o bem que lhe fazia. Já dizia o ditado ou provérbio que acabamos de inventar. O Espaço Nimas dedica o mês de Agosto a Jacques Tati. Hoje é o clássico, dos clássicos “O_Meu Tio”.

 

Deolinda

Recinto das festas

da Batalha

22horas

Entrada livre

Dispensam apresentações e são tão bons como uma travessa de sardinhas no Verão._A banda lisboeta traz na bagagem “Dois Selos e Um Carimbo”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/142816-agenda-fim-de-semana, a 12 de Agosto de 2011, em Jornal I

 

Bons Divertimentos

 

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Conheça o Festival de Musica do Mundo…Em Sines…

Festival da Musica do Mundo em Sines.... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, sobre um festival sobre a música de Sines, passo a transcrever o mesmo.

« Músicas do mundo preparam-se para invadir Sines de novo

Festival Músicas do Mundo arranca esta sexta-feira, com o concerto de António Zambujo

O Festival Músicas do Mundo (FMM) arranca esta sexta-feira, 22 de Julho, em Sines.


O evento começa com música portuguesa, cabendo a António Zambujo as honras de abertura da 12ª edição do festival, pelas 18h45, no Castelo.


De resto, e ao contrário dos últimos anos, em 2011 as actuações concentram-se todas na cidade de Sines, entre o Castelo e Av. Vasco da Gama.


O FMM dura até dia 30 Julho e como já vem sendo habitual junta, no seu cartaz, artistas provenientes de vários pontos do globo e com sonoridades que alternam entre a música com raízes mais tradicionais e a fusão de géneros.


A selecção portuguesa faz-se com fado (António Zambujo e António Chainho), com a música tradicional da Beira Baixa (Aduf), através da fusão com raízes tradicionais (Rakia e Kumpania Algazarra) ou com a electrónica  (O Experimentar Na M’Incomoda), passando pelo jazz (Mikado Lab e L.U.M.E) e pela música afro (CaBaCe).


No campo das representações internacionais, há muito por onde escolher. Mamer (Xinjiang – China), Congotronics vs. Rockers (R. D. Congo / EUA / Argentina / Suécia), Ebo Taylor & Afrobeat Academy (Gana), De Tangos y Jaleos (Extremadura – Espanha), Secret Chiefs 3 (EUA), Cheikh Lô (Senegal),Mama Rosin (Suíça), Vishwa Mohan Bhatt & The Divana Ensemble “Desert Slide” (Rajastão – Índia), Marchand vs. Burger “Before Bach” (França) ou Sly & Robbie feat. Junior Reid (Jamaica) são apenas algumas das propostas do extenso cartaz que leva a Sines as cores e as sonoridades do mundo.


O
i é parceiro da 12ª edição do Festival Músicas do Mundo. Veja aqui uma pequena amostra do evento.  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/137734-musicas-do-mundo-preparam-se-invadir-sines-novo-,  a 20 de Julho de 2011, em Jornal I

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Gipsy Kings em Lisboa…

Gipsy Kings... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e para começar  bem a semana, trago um artigo para quem gostar, de Gipsy Kings…

« Gipsy Kings tocam em Lisboa em Novembro

O grupo flamenco Gipsy Kings apresenta no dia 03 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, o novo álbum, “Roots”, foi hoje anunciado.

A par do temas deste novo álbum, com que desde o ano passado a banda de rumba flamenca está na estrada, ir-se-á também ouvir êxitos como “Bamboleo“, “Djobi, Djoba” e “Un Amor“.

Os Gipsy Kings são das poucas bandas de língua não-inglesa que se mantiveram 40 semanas consecutivas nos tops norte-americanos.

O grupo espanhol conhecido por temas como “El Ritmo de La Noche”, “Volare” e “Ven, Vem Maria”, já vendeu em todo o mundo 14 milhões de discos e integra as bandas sonoras de filmes como “Fearless” , “The Big Lebowski” ou “Toy Story 3”. »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136902-gipsy-kings-tocam-em-lisboa-em-novembro, a 15 de Julho de 2011, em Jornal I

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Conheça a MUS, Uma Corrida Fora do Comum…

Conheça a MUS... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo interessante, pois trata-se de uma corrida fora do comum, mas passo a transcrever o referido artigo…

«MUS. Vem aí a corrida mais louca de Lisboa

 Lisboa vai tornar-se território de jogo por culpa da MUS. Ganha quem cumprir mais tarefas em tempo recorde

Andar de barco à procura de pistas, jogar basquetebol com os olhos vendados ou declamar um poema perante uma esplanada repleta de desconhecidos. Tudo isto entre viagens de metro, passeios de bicicleta ou corridas a pé ao som do tic-tac, tic-tac, o tempo sempre a contar. É já este sábado que a final do MUS chega a Lisboa. A corrida urbana que promete usar e abusar da cidade.

O MUS é uma ideia da Merrell, inspirada num formato similar que existe nos Estados Unidos: a Oyster Racing Series. Chegou a Portugal no ano passado e só decorreu na capital. Este ano, passou por dez cidades do país antes de chegar à final, em Lisboa, que se realiza este sábado.

Funciona assim: reunir dois amigos, inscrever-se na prova e dar o seu melhor. A fazer o quê? Isso descobrirá no próprio dia. As missões incluídas na prova estão por desvendar até ao último segundo mas sabe-se, de edições anteriores, que o seu talento em canto ou tiro ao arco podem ser postos à prova. O vencedor tem lugar marcado na Oyster Racing Series e o segundo e terceiro classificados recebem equipamento da Merrell.

MUS é a sigla para Medal Urban Side. “É a nossa exteriorização da vida ao ar livre, como a cidade toda ela é território de jogo”, explica Bruno Costa, responsável pela organização da MUS. “Na cidade procuramos sítios específicos para fazer desporto como os parques ou as ciclovias”, adianta, “mas podemos utilizar os equipamentos da cidade, como fazem os praticantes de parkour, por exemplo”.

Se não tiver dois amigos que alinhem ou se não se sentir com alentos para andar a correr pela cidade, saiba que a MUS tem outras surpresas preparadas no local base do evento que não implicam qualquer inscrição, é só aparecer.

É no Parque Eduardo Sétimo que estarão as animações. Poderá ter que pedalar pelo seu batido de banana, por exemplo. Passamos a explicar: como a organização tem preocupações ambientais, são realizadas actividades amigas do ambiente. Acrescentam-se à lista a Watt Challenge, em que ganha quem gera mais energia a pedalar e a DJ Contest, em que o sistema de som dos DJs é alimentado da mesma forma. Dependendo do tempo que aguentar a pedalar pode ganhar prémios diferentes.

Saiba ainda que, ao inscrever-se na competição ou por cada like que faça na página do Facebook da MUS estará a dar o seu contributo para a Cais, associação de solidariedade.

“Imagine a cidade” diz Bruno enquanto faz uma pequena pausa “tudo aquilo que é normal, sejam paragens de autocarro, coretos ou esplanadas, é território de jogo”.

As animações decorrem das 10 às 19 horas. A competição começa às 12h30 e acaba pelas 16h30. Inscrições abertas até amanhã através do site http://www.musportugal.org  »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/136638-mus-vem-ai-corrida-mais-louca-lisboa, a 14 de Julho de 2011, em Jornal I

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O Que Muda Com As Novas Cargas Fiscais….

O Que Muda Com os Novos Impostos... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

Hoje trago um artigo, que a propósito das novas medidas que foram apresentadas, e que nos vão mudar a forma de viver, passo a transcrever a respectiva peça jornalística.

«Impostos: tudo o que vai mudar no seu bolso

 IRS, benefícios fiscais, IRC, IVA, imposto sobre o património. Veja o que o espera

O acordo realizado entre o Governo português e a Troika, entidade composta pelo Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional, e o programa do Executivo contemplam algumas medidas de natureza fiscal que serão melhor concretizadas e implementadas pela nova governação política portuguesa nos próximos três anos.

Do ponto de vista fiscal destacamos algumas medidas previstas:

Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS)

Escalões de IRS vão ser reduzidos;

-Introdução de um tecto máximo de deduções à colecta para os escalões mais baixos e eliminação das deduções para os escalões mais elevados;

-Os contribuintes com rendimentos mais elevados deixam de ter qualquer benefício fiscal;

-Introdução de um tecto máximo para a dedução das despesas de saúde;

-Alteração das deduções com encargos para habitação própria e permanente, compreendendo a eliminação da dedução relativa à amortização do empréstimo, a eliminação progressiva da dedução relativa a encargos com rendas e juros relativos a empréstimos para aquisição de habitação e a eliminação imediata da dedução dos juros relativos a empréstimos para a aquisição de habitação contraídos após a alteração da legislação;

-Eliminação de algumas deduções à colecta que, embora não concretizadas, poderá passar pelas deduções com encargos com a Saúde, Educação, prémios de seguro de saúde, lares ou relacionados com imóveis;

-Tributação de todos os subsídios pagos pela Segurança Social em dinheiro – subsídio de desemprego, maternidade, paternidade, abono de família e demos complementos sociais;

-Redução do valor da dedução específica aplicável ao rendimento de pensões de reforma a aproximar ao valor da dedução aplicável ao de trabalho dependente.

Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)

-Eliminação de todas as taxas reduzidas de IRC com excepção das previstas para as Regiões Autónomas que terão uma taxa limitada a 20 por cento;

-Redução do prazo para o reporte de prejuízos de quatro para três anos, com possibilidade de limitação da dedução em função do valor da matéria colectável;

-Eliminação das isenções aplicáveis a algumas entidades e redução das deduções à colecta;

-Restrição dos benefícios fiscais de carácter temporário;

-Agravamento da tributação para as despesas relacionadas com as viaturas automóveis das empresas.

Imposto Sobre o Valor Acrescentado (IVA)

-Redução das isenções objectivas (transmissões de bens e prestações de serviços);

-Eliminação da isenção do IVA nos serviços postais;

-Aplicação da taxa normal de IVA (23 por cento em Portugal continental/16 por cento nas Regiões Autónomas) a um maior número de bens e prestações de serviços;

-Aumento da taxa do IVA aplicável à electricidade e gás;

-Limitação da taxa do IVA a 20 por cento aplicável às Regiões Autónomas.

Impostos Especiais Sobre o Consumo (IEC)

-Agravamento das taxas de ISV (Imposto Sobre Veículos) para os automóveis e eliminação de algumas isenções subjectivas;

-Aumento da taxa de Imposto Sobre o Tabaco;

-Introdução de um novo imposto especial sobre o consumo de electricidade;

-Indexação da taxa do IEC à taxa de inflação.

Impostos Sobre o Património

-Actualização do Valor Patrimonial dos Imóveis (VPT) a preços de mercado, prevendo-se a revisão das actuais regras de avaliação dos imóveis;

-Redução e eliminação das isenções de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) com a aquisição de habitação própria e permanente, tendo em vista o incentivo ao mercado de arrendamento e desincentivo ao crédito à habitação;

-Aumenta da taxa de IMI dos prédios devolutos e não arrendados.

(luisa.ferreira@jpab.pt) »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/impostos-troika-governo-programa-do-governo-irs-iva/1263348-1730.html, a 29 de Junho de 2011, em Agência Financeira

 

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Entrevista a Um Mestre Cervejeiro…

Entrevista a Um Mestre Cervejeiro...   Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo, que li no decorrer do dia de ontem na imprensa nacional, e que versa, sobre uma entrevista a um cervejeiro…passo a transcrever a mesma…

« “Quando vemos alguém deixar metade do copo, é um ”dislike””

O que faz um mestre cervejeiro?

No histórico, tem um papel extremamente ingrato. O cervejeiro, tendo uma componente técnico-científica, habilitado com cursos de brew master, agrega o requisito de uniformidade de produto. Tem que ser capaz de aferir a qualidade das matérias-primas, que também são de colheita em colheita, mas garantir que a saída é um produto perfeitamente uniforme de ano para ano, de dia para dia. Tem que conseguir cozinhar as receitas a partir das matérias-primas e saber replicá-las constantemente. No fundo, é a capacidade de transformar em líquido as palavras do briefing de marketing, com os requisitos de marca e portefólio de produto.

Além do lado técnico, há um lado emocional associado ao processo? Temos que ter a capacidade de percepcionar e caracterizar as causas e efeitos nos líquidos, e a criatividade inerente a quem a partir da palavra tem que dar forma. Acabamos por fazer o design do líquido, damos-lhes estrutura, corpo, cor, brilho, amargura, até o copo. Temos um parecer relevante sobre a estrutura do copo que o consumidor utiliza. É muito importante a nossa vivência humana; desde estar ligado ao negócio agrónomo da empresa, até ao fim, em que damos inputs aos marketeers.

O humor é decisivo na prova?

O mestre cervejeiro tem uma profissão de eleição. Provamos cerveja todos os dias, o que pode ser visto como uma profissão muito tentadora. Ao contrário dos vinhos, onde se expele o líquido, aqui temos que beber um fundo de copo, embora o enchamos até meio, a 150 centilitros. A percepção do gosto é muito importante e requer um equilíbrio de humor. Temos que estar bem dispostos com a vida.

Que nem sempre é fácil.

Nem sempre é fácil, mas aí temos a vantagem de a equipa ser muito coesa, com alguma senioridade. Tem havido muito poucas mudanças ao longo dos últimos anos. Passei aqui uma década até chegar à liderança desta equipa de desenvolvimento de cervejas. A prova aqui não é uma questão de “eu acho”, é uma prova de “isto é” Super Bock, ou Carlbersg, ou Cristal.

Consegue fazer essa distinção às cegas?

Sim, tenho que ser capaz. Fazemos isto quase todos os dias. Submetemo–nos a isto quer em análise de produto que vamos buscar ao mercado, quer nos painéis de controlo de qualidade interno, para validação dos lotes. Todos os lotes que saem da fábrica são provados e validados por nós.

Consome cerveja fora do trabalho?

Sim, nunca me farto. Nem de cerveja nem de outros líquidos. O cervejeiro tem que estar actualizado com aquilo que o consumidor consome também, senão estaríamos toldados.

Quando pede uma cerveja olha-a com outros olhos?

Olho, primeiro com afecto. É o produto do nosso trabalho. Quando vemos alguém deixar metade do copo de uma cerveja, para nós é um “dislike”, em linguagem facebookiana. Quer dizer que a dose, a qualidade ou o momento não foi adequado ao consumo do meu trabalho. É agradável quando aquele amigo nos telefona a dizer que bebeu uma cerveja absolutamente espectacular.

Já mandou cervejas para trás?

Sim, e devem fazê-lo, se não estiver de acordo. O fornecedor tem o retorno garantido se a qualidade não for aceitável. Garantimos a substituição do lote. E é a melhor forma de saber o que se passa. Só reclamando se consegue melhorar. A cultura cervejeira faz-se de feedback.

Para quem consome, quais os primeiros sinais a ter em conta?

A primeira coisa é a higiene do copo. Segundo, é fundamental que a cerveja não esteja nem excessivamente quente nem fria. Tudo o que é acima da sensação de morna, superior a 8 graus, é desagradável, tal como abaixo de zero graus. Terceiro, é ver a forma como ela vive no copo, ou garrafa. Se ela não espuma, se não respira CO2, se a espuma forma apenas uma pequena camada que desaparece, é sinal que não está pelo menos como a desenhamos. Tem que ter dois dedos de espuma para se manifestar. Outro facto determinante é conhecer o rótulo do produto. Lá escrevemos algumas coisas que muita gente nem olha.

Falou do copo. Há quem diga que o segredo de uma boa cerveja passa por não lavar o copo. É um mito urbano?

É um perfeito disparate do ponto de vista da percepção geral do consumidor. Haverá certamente locais onde se calhar o melhor é que não os lavem para que mantenha uma mística. Mas não faz sentido, tanto mais que o copo, estando bem lavado, não adúltera em nada o líquido que lá se põe. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/129554-quando-vemos-alguem-deixar-metade-do-copo-e-um-dislike, a 10 de Junho de 2011, em Jornal I

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Conheça a Nova Forma de Conhecer Lisboa…A Pedalar….

Conheça o Bike Fit... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo interessante para quem quer conhecer Lisboa, através de uma forma diferente e com custos reduzidos.

« Bike Fit. Para fugir dos ginásios e conhecer Lisboa

A ideia é manter-se em forma ao ar livre, sem ter de ouvir músicas remixadas aos berros. 60 minutos de pedalada por 3,50€

A ideia era alugar bicicletas para fazer tours por Lisboa. Mas depois a coisa mudou. Os tours mantiveram-se mas nasceu uma nova ideia: alugar bicicletas durante uma hora, no máximo, para fazer exercício. Nuno Leitão, de 25 anos, explica: “A senhora da padaria aqui ao pé, começou a vir cá para alugar uma bicicleta só para fazer exercício, durante meia hora. No dia seguinte veio com o filho e no outro com a sobrinha. O aluguer custava 6 euros e eu achei que era era um roubo declarado. Passámos a alugar por 3,50€ e decidimos fazer aulas.”

A ideia é “fugir dos ginásios e dos hits musicais aos altos berros do Verão passado”, explica Nuno.

Todos os dias, das 19h00 às 20h00 e ao fim de semana, das 10h00 às 11h00, há aulas de bike fit, que duram entre 45 a 60 minutos, com percursos que podem ir até ao Parque das Nações ou até Belém. Não há jóia mensal, nem fidelizações. Basta aparecer, com roupa desportiva, e pagar 3,50€. Quanto mais dias for, menos paga. Cada dia reduz 50 cêntimos. Neste momento, já têm uma “turma” de 5 mulheres. “Os homens não alinham nestas coisas”, diz Nuno. “As mulheres divertem-se mais, são mais abertas”, acrescenta.

Rent a Fun

A ideia é de Nuno que depois de um curso de psicologia, de ter trabalhado no Corte Inglês, na PT e de ter dado explicações, sem grandes resultados, decidiu avançar para um negócio próprio.

Pelo caminho contratou Benjamin, argentino em Portugal há três anos que também trabalha na área da reciclagem, Cloé, francesa, vendedora na Feira da Ladra e a acabar um mestrado em Ecologia Humana e Hélder, responsável pelos arranjos de todas as bicicletas.

Dentro da mãe Rent a Fun, já nasceram alguns filhos. Go Bike, com as bicicletas eléctricas, para escalar as sete colinas de Lisboa como se tivesse alguém a empurrá-lo, e normais, para os amantes do exercício e das barrigas das pernas musculadas. A Bike Clinic, uma oficina de bicicletas de todo o tipo liderada por Hélder (que ensinou aos três a trocar pneus de bicicleta) e a Urban Trekking, uma série de passeios a pé, por Lisboa, divididos em cinco rotas diferentes: a moda, comida e arquitectura da Baixa; Feira da Ladra, Graça e Alfama; restaurantes e vinho; Castelo, Mouraria e Alfama e finalmente Av. da liberdade, Parque Eduardo VII, miradouro São Pedro de Alcântara e Bairro Alto. GoFit, é a mais recente aposta “porque as suas pernas são tudo”.

Mas a oferta da Rent a Fun não acaba aqui, vai mais além com a opção Go Fun: pedalar até Carcavelos e fazer uma aula de surf; ir de miniautocarro até Monsanto, bicicletas incluídas, e explorar a floresta urbana ou apanhar o barco no Cais do Sodré e rumar até à Trafaria para comer peixe grelhado, avançando (de bicicleta) até às praias da Caparica para um mergulho merecido.

Mas o melhor é ir a http://www.rent-a-fun.com e dar uma vista de olhos. Ou no Facebook (é só procurar por Rent a Fun).

Nuno e amigos, estão todos na Rua Cais de Santarém, no número 34, à sua espera. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/127546-bike-fit-fugir-dos-ginasios-e-conhecer-lisboa, a 2 de Junho de 2011, em Jornal I

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