Como Poupar Nas Compras Lá Para Casa…Veja Onde Neste Momento É Mais Barato…

Setembro 27, 2011

Onde Comprar Mais Barato.... Fonte: http://www.hunkstreets.com

Hoje trago um artigo interessante, pois pode ajudar nas poupanças mensais, e com grande retorno ao final do ano…

« Pode poupar 500 euros, se escolher o supermercado mais barato

A PROTESTE visitou 578 lojas de todo o país para ajudar a poupar nas compras e revela onde se encontram os preços mais mais baixos na grande distribuição em Portugal. Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 se encontram no sul do país.

A revista dos consumidores analisou 64 950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante; outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato; e outro com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor). Na avaliação global, os preços mais baixos moram nas lojas dos Mosqueteiros e do Continente.

Para encher o carrinho do cabaz 1, há cinco vencedores com o título de cam­peão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende. A 2.ª posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continen­te Modelo. Mais três lojas do Intermarché arrebatam a 3.ª posição, acompa­nhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Na guerra dos preços baixos, a PROTESTE destaca o domínio do Norte e Cen­tro do País: “dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no Sul”, conclui. Entrar na morada certa vale centenas de euros no seu orçamento. Por exemplo, para uma despesa mensal de € 150 na cidade de Lisboa, quem com­pra no Japão (R. Morais Soares) gasta mais € 404 por ano do que se escolher o Continente Bom Dia (R. Agostinho Neto).

No confronto por cadeias, as várias insígnias do Continente e Ecomarché arrasam a concorrência no cabaz 1. Isolada a liderar no cabaz 2, a cadeia Eco­marché é a melhor opção. Já para o cabaz 3 as marcas próprias das diferentes cadeias pautam-se por não apresentarem uma grande diferença de preços. Ainda assim, Continente e Pingo Doce são os campeões.

Os produtos com a marca do distribuidor permitem, em média, uma pou­pança de 30% face às marcas do fabricante. A poupança atinge 38% na ca­deia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor.

Veja mais na Proteste

@SAPO

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.* »

In: http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1188713.html#page=1, a 26 de Setembro de 2011, em Sapo Notícias.

RT


Saiba Como Pode Poupar Até 800€ Nas Compras Para o Lar em Portugal…

Setembro 23, 2010

Como Poupar Até 800€ em Supermercado Fonte: http://www.brasiliadedolma.blogspot.com

A Notícia que vos trago hoje, vai servir com certeza para fazer alguma poupança, pelo menos no que concerne em bens de consumo. A mesma versa, sobre quais as superfícies modernas onde podemos poupar nas compras lá para casa.

« Escolha o supermercado mais barato e poupe até 800 euros

A Proteste visitou 549 supermercados em todo o país e concluiu que entre as maiores cadeias, os preços mais baixos são praticados pelo Jumbo.

A Proteste analisou 68 mil preços para dois cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas, e outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato, explica a Deco num comunicado emitido hoje.

Na sequência deste estudo, a Proteste concluiu que o Intermarché de Torres Novas é o local mais económico para encher o carrinho de compras com o primeiro cabaz, para quem priveligia as marcas, seguido pelo Jumbo de Vila Nova de Gaia e por mais quatro Intermarché: Guimarães, Albufeira, São João (Ovar) e Mafra.

Quanto ao segundo cabaz, que engloba produtos de marca branca, quem pratica os preços mais baixos é o Aldi, seguido pelas lojas Minipreço.

Por zonas do país, o Norte e o Centro continuam a praticar os preços baixos, enquanto que os mais caros estão em Lisboa e no Algarve.

  • Oito exemplos de poupança
Distritos Mais caro Mais barato Poupança anual em euros
Porto El Corte Inglês, Vila Nova de Gaia Jumbo Arrábida Shopping, Vila Nova de Gaia 812,41
Lisboa Japão, R. Morais Soares Pingo Doce, Av. Almirante Reis 604,77
CC Boa Hora, Tv da Boa Hora Pingo Doce, Av. Torre de Belém 510,91
Beja Sup. Veríssimo, R. de Mértola Pingo Doce, R. Ferreira de Castro 603,96
Viseu SPAR, R. D. João I LIDL, Repeses 574,44
Setúbal Pluricoop, Av. Ant. Sérgio Jumbo Setúbal 558,16
Torres Novas Ponto Fresco, Ed. Açude Real Intermarché, Torres Novas 493,98
Faro Netto, R. Bomb. Volunt. Lagoa Pão de Açucar, Lagoa 426,36

»

In: http://economico.sapo.pt/noticias/escolha-o-supermercado-mais-barato-e-poupe-800-euros_99753.html, a 22 de Setembro de 2010, em Diário Económico

Boas Poupanças!

RT


Marcas Brancas Atingem Todos as Famílias Portuguesas….

Outubro 19, 2009
Marcas de Insignia

Marcas de Insignia

Trago hoje uma notícia sobre as marcas de insígnia, passo a transcrever a referida notícia, seguida de um comentário:

«Marcas próprias estão em 100% dos lares

Todas as famílias portuguesas têm pelo menos um produto de marca própria dos supermercados nacionais. Em cada 100 euros gastos pelos portugueses, 33 são em artigos de marca branca

Os produtos de marca própria já chegam a todos os lares portugueses. Ou seja, segundo a TNS Worldpanel, empresa de estudos de mercado, todas as famílias compram pelo menos um artigo deste tipo. No entanto, a quota de mercado destes produtos é de 33%. Isto significa que em cada 100 euros de compras 33 são gastos em artigos com a marca dos supermercados.

Quanto à penetração das marcas brancas de cada supermercado, os produtos do Lidl são os mais presentes nos lares portugueses. Segundo os dados da Worldpanel, que analisa uma amostra de três mil lares nacionais, a cadeia de supermercados alemã tem uma taxa de penetração de 67,8% nos primeiros nove meses de 2009, ou seja, os seus artigos marcam presença na maioria dos lares nacionais.

O Pingo Doce, supermercado da Jerónimo Martins que tem apostado bastante em marcas próprias – produtos com preços mais baixos que os dos fabricantes -, está praticamente ao mesmo nível, com 64,9%. Em terceiro lugar estão os artigos do Continente, com 55,9%, e em quarto o Minipreço, que está presente em 53,6% dos lares nacionais com a marca própria Dia.

O Modelo, rede de supermercados da Sonae, tem uma penetração de 45,2%, seguido pelo Intermarché, com 41,6%, e do Jumbo, com 29,5%, segundo dados da Worldpanel.

O grande crescimento dos produtos dos supermercados ocorreu nos últimos dois anos, com as marcas próprias a subirem 6,2 pontos percentuais no primeiro semestre de 2009, quando comparado com o mesmo período de 2007. Apesar de serem os discounts – supermercados como o Lidl ou o Minipreço – os responsáveis pela maioria das vendas destes artigos, com 59,8% no primeiro semestre, o grande crescimento ocorreu nos hiper e super – como o Continente ou o Pingo Doce -, com 30,2 e 27%, respectivamente. No mesmo período de 2007, estas cadeias registavam 20,5 e 18,4%.

O crescimento destes artigos ocorreu maioritariamente devido à crise económica, com os portugueses a reduzirem as suas despesas fora de casa e a concentrarem os seus gastos em alimentação. Com a retoma da economia é expectável que o aumento do consumo destes produtos desacelere.»

In: http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1391958, a 18 de Outubro de 2009, no Diário de Notícias

O meu comentário:

Estes produtos são tecnicamente denominados de produtos de marca de insígnia, são produtos fabricados por produtores de outro produto, no entanto, colocam a insígnia do hipermercado, o hipermercado como compra em grandes quantidades, tem preço mais baixo, e como, tem custos reduzidos, o preço nas prateleiras é inferior ao das marcas.

Este tipo de produtos, funcionam nos supermercados e hipermercados, como sendo um produto isco, ou seja, tem como missão de atrair clientes para o supermercado, chamando, essencialmente, com o apontar para a variável preço.

Não me espanta, que pelo menos em casa de cada família, existam um produto de marca de insígnia, pois são produtos, geralmente com qualidade muito semelhante a produtos de marca, no entanto, como têm menores custos inerentes ao fabrico e armazenagem do produto, conseguem ter um preço bastante mais competitivo na prateleira da cadeia comercial.

Ultimamente, tem sido feito analogia com este tipo de produtos, mas aplicados às empresas revendedoras de combustíveis, onde a guerra de gasolineiras estão ao rubro, sendo que as marcas de insígnia, são as que possuem em preços competitivos, pois segundo estudo de uma entidade nacional, as marcas de insígnia vendem o combustível, a menos 10 cêntimos que as gasolineiras de marca.

Embora, digam que a qualidade destes produtos é inferior, a verdade é que na maior parte das vezes, a qualidade é igual aos produtos de marca, tem é somente um rotulo por fora diferente, e caso, assim não fosse, teríamos de pensar, as marcas a produzir, não possuem linhas de produção de 1ª, nem linhas de produção de 2ª, e caso tivessem, era muito dispendioso, manter essas duas linhas de produção, e mesmo, a grande superfície comercial, pode mesmo querer mudar de fornecedor.

Penso que, muito se tem corrido em especulação, no sector alimentar, existe bastante, e existem também, margens de lucro muito grandes, em muitos casos acima dos 100%, para o preço unitário de fabricação.

A Alimentação, sendo um bem essencial à vida, é para onde têm que ser obrigatoriamente, canalizado, grande parte dos orçamentos familiares, e como tal, muitos dos portugueses, descobriram que algumas marcas de insígnia, têm qualidade e comparam os mesmos, com produtos de marca, chegando mesmo, em alguns casos a descobrir a marca que fabricou o produto para a cadeia de distribuição.

Com a subida do nível de vida, vai ser um desafio para as cadeias de distribuição para conseguirem manter as vendas dos produtos de insígnia, e fidelizar os consumidores.

Na minha opinião, penso que as vendas dos produtos de insígnia, com o afastamento da crise, vão decrescer um pouco as vendas, no entanto, vai manter algum publico fiel, pois podem desta forma poupar alguns recursos financeiros, e aproveitar essa mesma poupança, para a canalizar em bens mais duradouros, como a compra de electrodomésticos, automóveis, etc, essencialmente fazerem miminhos a si próprios.

Espero que as famílias essencialmente, tenham aprendido com a crise que nos assolou, e como tal, tentem ter um meio-termo, na maneira de como é gerido o orçamento familiar, e que saibam escolher as coisas, com peso e medida.

Deixo a Questão: Que Opinião tem Sobre as Marcas de Insígnia?

Tenho Dito

RT