Conheça o Mais Recente Estudo Sobre Desemprego Juvenil…

Estudo sobre desemprego Juvenil... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que versa sobre o emprego para os jovens, passo a transcrever a mesma, mas não a vou comentar, pois já muita tinta fiz correr… mas são outros quinhentos.

« Desemprego nos jovens em Portugal atinge os 23%

Os jovens são os mais afectados pelo drama do desemprego em Portugal, mas ter uma licenciatura não parece ser irrelevante.

Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), a taxa de desemprego entre os jovens subiu em Portugal para 23,4% no terceiro trimestre do ano, o que se traduz em 99 mil cidadãos com menos de 25 anos sem trabalho.

O valor representa um agravamento de 4,2 pontos percentuais face aos 19,2% do período homólogo de 2009, segundo os mesmos dados. Os jovens são por isso a camada mais afectada pelo desemprego em Portugal, que atingiu os 10,9% em Setembro. Nos homens a taxa é de 9,6% e nas mulheres um pouco mais elevada, nos 12,4%.

A licenciatura pode, no entanto, facilitar a entrada no mercado de trabalho. Dados do INE mostram que o desemprego entre os licenciados cresceu 6,5% em termos homólogos e que há 68 mil portugueses que frequentaram o ensino universitário nessas condições As subidas são mais expressivas para aqueles que só completaram o ensino secundário (30,5%) e para quem ficou no ensino básico (7,4%). Nestes ‘escalões’ há 122 mil e 419 mil portugueses sem trabalho, respectivamente. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/desemprego-nos-jovens-em-portugal-atinge-os-23_104571.html, a 17 de Novembro de 2010, em Jornal Económico.

Sem Comentário!!

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Dicas Para Poupar Com o IRS do Próximo Ano…

Hoje trago algo que daqui a 5 a 6 meses vai ser muito útil, pois trago umas dicas que ainda podemos fazer, neste último trimestre de 2010, tendo em vista, pagar a taxa mínima no IRS de 2010, passo a transcrever a referida peça jornalística.

«Saiba como pode poupar mais de 3.400 euros no IRS

O Governo prepara-se para retirar grande parte dos benefícios fiscais no IRS. Saiba como pagar menos impostos na próxima declaração.

O final do ano aproxima-se a passos largos. Se ainda não pensou na entrega do IRS talvez seja uma boa altura para o começar a fazer. Ainda tem quase três meses para organizar as suas finanças de forma a pagar o mínimo possível de impostos ou mesmo conseguir reaver parte do dinheiro que já pagou, aproveitando os benefícios fiscais que o Governo se prepara para retirar para o próximo ano fiscal. Se conseguir beneficiar das deduções máximas em cada categoria de despesas poderá poupar mais de 3.400 euros em impostos, de acordo com a consultora KPMG. Um montante que poderá ser precioso para enfrentar o cenário económico conturbado que se vive em Portugal.

Face aos anos anteriores, não existem muitas modificações quanto aos benefícios fiscais relativos a 2010. Segundo Sara Albino, consultora da KPMG, a mais relevante terá sido a revogação da dedução à colecta de 50% do preço de aquisição de computadores e outro material informático para uso pessoal. “Assim, se comprar um computador durante o ano de 2010, ainda que haja elementos no agregado familiar a frequentar algum grau de ensino, deixará de poder reclamar deste benefício quando entregar a sua declaração de IRS”, ressalva a especialista. No ano passado esta categoria de despesas permitia uma dedução à colecta de até 250 euros. Outras alterações menos significativas resultam da actualização dos limites das deduções indexadas ao salário mínimo nacional mais elevado (475 euros para 2010), nomeadamente nas despesas de educação e nos encargos com lares.

Segundo os dados facultados pela KPMG, para usufruir da dedução à colecta máxima, o contribuinte com as características do nosso cenário-tipo terá que efectuar gastos de 12.296 euros em educação, habitação, seguros de vida ou saúde ou em energias renováveis, por exemplo. As opções para poupar no IRS vão desde as técnicas mais óbvias como recolher todas as facturas relativas a despesas de saúde e educação, até às deduções à colecta dos juros e das amortizações de capital em dívida no crédito à habitação ou outras menos utilizadas, como as deduções de gastos com energias renováveis. Considerando apenas as despesas de educação e com a casa, poderá poupar 1.351 euros no IRS. Se forem ainda consideradas as despesas com saúde, este montante pode ser muito superior, já que não existe um limite de dedução para esta categoria. No caso das energias verdes, é possível deduzir à colecta até 803 euros, num investimento que terá de rondar 2.677 euros. Contudo, é necessário ter em atenção que este benefício só pode ser utilizado de quatro em quatro anos. Os Planos de Poupança Reforma (PPR) são também conhecidos pelos benefícios fiscais que lhes estão associados. Esta é, aliás, uma das opções a que os contribuintes habitualmente mais recorrem no final do ano para ajudar a abater a sua factura fiscal. Para usufruir da dedução máxima- de 400 euros- um contribuinte com menos de 35 anos terá de investir 2.000 euros num PPR.

Em contagem decrescente para o final do ano, comece a organizar-se. Arranje uma pasta e guarde os comprovativos das despesas que efectuou ao longo do ano. Como lembra António Ernesto Pinto, fiscalista da Deco, “as pessoas não se podem esquecer que uma declaração não se faz em 10 minutos”. E aproveite, já que esta é a última oportunidade para tirar partido de todos os benefícios fiscais. A partir do próximo ano, consoante o rendimento sujeito a imposto, cada família só poderá deduzir até um certo montante, que irá variar consoante os rendimentos do agregado. Quanto maior o rendimento colectável, menos despesas poderá deduzir.


Perfil do agregado familiar
Os cálculos efectuados pelo Diário Económico assumiram um agregado familiar composto por um casal com idades inferiores a 35 anos, com um filho e um idoso que está num lar. Os rendimentos anuais desta família cabem no quarto escalão de rendimentos (entre 17.979 euros e 41.392 euros), têm encargos com um crédito à habitação, têm um PPR, seguros de vida e de saúde e são adeptos das energias renováveis. Os cálculos foram feitos com base em dados fornecidos pela consultora KPMG.


O que pode deduzir na declaração de 2010:

Saúde
São dedutíveis à colecta 30% das despesas de saúde do contribuinte e do respectivo agregado familiar. Contudo, apenas são elegíveis os medicamentos isentos de IVA ou sujeitos a uma taxa de IVA de 5% (em vigor até final de Junho de 2010) e de 6% (taxa em vigor a partir de Julho de 2010). Os medicamentos com IVA superior (20% até final de Junho e 21% a partir de Julho) também são dedutíveis desde que o contribuinte apresente receita médica e até ao limite de 65 euros.

Educação
As despesas com a educação e formação de todo o agregado são dedutíveis em 30% até ao limite de 760 euros. Este montante corresponde a uma despesa máxima de 2.533 euros. Nos agregados com pelo menos três dependentes acresce uma dedução de 142,5 euros por cada elemento. Ou seja, são acrescidos 427,5 euros (3×142,5 euros), passando o limite de 760 euros para 1.187,5 euros. Podem ser declaradas despesas como propinas, mensalidades de creches ou escolas, deslocações, alojamento, livros escolares.

Empréstimo da casa
Pode deduzir à colecta 30% dos juros e amortizações de empréstimos para habitação própria e permanente em território nacional, até ao limite de 591 euros. Nos casos em que o rendimento colectável do agregado se situe até ao 2º escalão (até 7.250 euros), ou no 3º (mais de 7.250 euros até 17.979) e 4º (mais de 17.979 até 41.349 euros) escalões de IRS existe uma majoração no limite de dedução. Até ao 2º escalão o montante máximo dedutível é de 886,5 euros. No 3º e 4º escalões o limite passa para 709,2 euros e 650,1 euros.

Renda da casa
No caso dos contribuintes que vivam numa casa arrendada, estes também têm direito a declarar o valor das rendas para efeitos de dedução à colecta. Para tal, basta declarar o somatório do valor patente nos recibos de pagamento. A dedução é de 30% do valor das rendas, existindo um tecto máximo do montante dedutível de 591 euros. Para conseguir chegar a este valor, o montante das rendas terá de ser no mínimo de 1.970 euros. Também neste caso deve tratar-se de um imóvel de habitação permanente e que se situe em território nacional.

Seguros
São dedutíveis à colecta 25% dos prémios pagos para seguros de acidentes pessoais e seguros de vida que garantam os riscos de morte, invalidez ou reforma por velhice, até a um montante máximo de 65 euros se for solteiro e 130 euros se for casado. O limite de dedução corresponde a uma despesa de 260 euros para solteiros e 520 euros para casados. São ainda dedutíveis 30% dos prémios de seguros de saúde no limite de 85 euros nos solteiros e de 170 euros nos casados, a que acrescem ainda 43 euros por cada dependente.

PPR
Pode deduzir 20% dos valores aplicados em PPR privados até ao limite máximo de 400 euros para o contribuinte com idade inferior a 35 anos, 350 euros para quem tiver entre 35 e 50 anos; e 300 euros para os contribuintes com idade superior a 50 anos. No caso dos casais, o limite dedutível sobe para o dobro. Caso também tenha investido em certificados de reforma (PPR do Estado) saiba que pode somar o respectivo benefício fiscal ao do PPR privado. No PPR do Estado, o limite dedutível é de 350 euros.

Energias renováveis
No IRS também é possível beneficiar das energias verdes. São dedutíveis à colecta 30% dos montantes dispendidos com energias renováveis, limitados a um máximo de 803 euros, a que corresponde um gasto total de 2.677 euros. Podem ser apresentadas despesas com equipamentos de energias renováveis, como por exemplo, painéis solares; despesas de obras de melhoria de comportamento térmico, como a instalação de vidros duplos; ou da aquisição de carros exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis.

Outros
São dedutíveis ainda 25% dos encargos com lares e instituições de apoio à terceira idade relativas ao contribuinte, bem como dos encargos com lares e residências autónomas para pessoas com deficiência, seus descendentes, ascendentes e colaterais até ao terceiro grau desde que os rendimentos não superem o ordenado mínimo nacional (475 euros em 2010). O limite dedutível são 403,75 euros, a que corresponde uma despesa de 1.615 euros. Também as pensões de alimentos, são dedutíveis à colecta, não existindo um limite máximo. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-como-pode-poupar-mais-de-3400-euros-no-irs_101011.html, a 11 de Outubro de 2010, em Diário Económico.

Boas Deduções!

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E Se Suspendesse a Democracia Por Alguns Meses? Veja Aqui a Opinião de Um Jornalista Especializado na Matéria…

Ecomomia Portuguesa Por Pedro Santos Guerreiro Fonte: http://www.jpn.icicom.up.pt

Hoje trago um artigo de um jornalista que escreve no Jornal de Negócios, de seu nome Pedro Santos Guerreiro, é um artigo de opinião, mas que achei interessante, e vou o transcrever na íntegra.

« Suspender a democracia durante seis meses

Portugal está sob a ameaça de intervenção do FMI. Tem a credibilidade da Grécia, o Orçamento em derrapagem, está sob os holofotes dos credores, agências de “rating”, UE, BCE, mercados. Neste contra-relógio pela vida, o que fazemos nós? Discutimos a Constituição. O Parlamento tornou-se manicómio.

É claro que a Constituição é fundamental. Que a actual está caduca. Que esta proposta foi primeiro subvertida pela demagogia do PS e foi depois revertida pelo medo do PSD. Tornou-se a manobra de diversão de uma coligação da covardia política. O PSD não sabe o que quer. O Governo sabe o que não quer. Ninguém está a falar verdade. Ninguém está a preparar o País para o que aí vem.

Há seis meses, Portugal estava num grupo maldito de quatro países, os PIGS, ameaçados pelos mercados. Entretanto, a Grécia foi intervencionada pelo FMI. A Irlanda já carregou no botão de emergência para ser acudida. E Espanha apresentou medidas duríssimas, incluindo descidas de salários, que a credibilizaram nos mercados e a descolaram do grupo dos malditos. E Portugal? Portugal está no cone de sucção da Grécia e da Irlanda. Não é o que nos dizem cá dentro. Mas é o que estão a decidir lá de fora.

A execução orçamental derrapa desde Maio. A despesa do Estado sobe. A saúde parece descontrolada, a Segurança Social gasta mais do que supunha, a educação cedeu aos professores mais custos. Medidas do PEC 2, como as portagens nas Scut, foram adiadas. Comprámos um submarino. E não damos sinais de acordo político para o Orçamento de 2011. Estamos à espera de quê?

O Ministério das Finanças é a réstia de sanidade neste Governo fraco, liderado por um primeiro-ministro outrora reformista, hoje conformista. Os políticos começaram por mentir a si próprios, hoje mentem-lhe a si, quando negam a inevitabilidade de cortar na despesa. Dizê-lo não é estar de um lado ou do outro da trincheira partidária, é sair de lá e abrir os olhos. Aumentar impostos é uma opção política. Cortar despesa é uma imposição financeira. Se não formos nós, outros serão. E será pior.

Não é este mês nem no próximo que o FMI aí entra. Mas é pelo que neste mês e no próximo se fizer. É preciso apresentar novas medidas para assegurar o défice deste ano de 7,3%. Podem ser medidas extraordinárias, como falsas vendas de património ou concessões de barragens. Mas só as verdadeiras convencerão os credores. Como cativar despesa. Mas não basta. É preciso um acordo para o Orçamento de 2011. Congelamento nominal de salários. Corte de despesas sociais. A anunciar com urgência.

Só assim Portugal deixará de parecer grego e poderá soar espanhol. Mas é preciso preparar a população. Não mentir com falsas retomas nem distrair com revisões constitucionais. Portugal está do lado de fora do parapeito do arranha-céus da ilusão. Dizem-lhe para não olhar para baixo, não vá a vertigem sorvê-lo. Mas não o tiram de lá.

Distrair é trair. Espere o melhor mas prepare-se para o pior. Poupe muito, trabalhe mais. Se não for o Governo a decidir a nossa vida, será o FMI. E o FMI é uma ditadura. Corta cego, introduz recessões, arruína a reputação política de Portugal no exterior. Nesse dia, o Parlamento será uma jaula irrelevante sob as ordens internacionais. Nesse dia, a democracia será mesmo suspensa. Mesmo que tenha a melhor Constituição do mundo.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=443515 a 16 de Setembro de 2010,em Jornal de Negócios

Bem Opinado!

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Estudo Sobre Chefias e Stress…Conheça os Detalhes…

Chefes e Stress...

Hoje trago um artigo que versa sobre uma curiosidade, afinal, nem todos ambicionam chegar a chefes, pois estes altos cargos apresentem tendência para criar instabilidade e causar stress, vou transcrever a referida reportagem, onde é analisada essa mesma situação.

« Fuga ao stress: só 14% dos trabalhadores querem ser chefes

Maioria dos empregados reconhece que não tem o que é preciso para ser um bom executivo e prefere a segurança e a simplicidade das funções que tem à responsabilidade

Ser chefe não é o sonho da maioria. Na verdade, apenas 14% dos empregados gostariam de o ser. E a razão é simples: não querem a responsabilidade e o stress que esses cargos acarretam.

De acordo com um estudo da Randstad Workmonitor que englobou 23.058 pessoas em 25 países, para a maioria, a estabilidade de um emprego e as funções simples são poderosamente atractivas em comparação com as situações de stress e preocupações que derivam de um alto cargo.

De acordo com o estudo, isto mostra a visão que os trabalhadores têm dos cargos directivos dentro de uma empresa e das dificuldades que esses executivos tiveram em enfrentar a crise económica. O que pode ser também explicado pela visão que aos funcionários têm de si mesmos: apesar de 66,4% confiarem na sua faceta persuasiva, reconhecem não ter as qualidades necessárias para se tornarem num bom chefe.

Dos entrevistados, 47,4% mostraram-se satisfeitos com as funções que ocupam actualmente e 52,8% não querem ser promovidos.

O estudo abrangeu 25 países: Argentina, República Checa, Hungria, México, Suécia, Austrália, Dinamarca, Índia, Holanda, Suíça, Bélgica, França, Itália, Noruega, Turquia, Canadá, Alemanha, Japão, Eslováquia, Reino Unido, China, Grécia, Luxemburgo, Espanha e Estados Unidos. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/chefes-empregados-trabalhadores-executivos-agencia-financeira/1186533-1730.html, a 23 de Agosto de 2010, em Agência Financeira

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Dicas Para Fugir ao Desemprego de Longo Prazo…Conheça as Melhores…

Fuja do Desemprego de Longo Prazo... Fonte: http://www.joseantoniomodesto.blogspot.com

Hoje trago uma notícia que saiu ontem, num diário da nossa praça, e que versa sobre as regras para fugir ao desemprego de longa duração, vou transcrever a referida peça.

« O segredo para fugir ao desemprego de longo prazo

Empresas de Recursos Humanos recomendam mais formação e reajustamento da carreira ao mercado

A formação e o reajustamento da carreira ao mercado são os melhores caminhos de saída de uma situação de desemprego superior a um ano, defenderam responsáveis por empresas de recrutamento.

«A nossa recomendação é a das pessoas investirem, dentro do possível, no redireccionamento da sua própria carreira para áreas onde tenham maiores garantias de colocação e de adequação ao mercado de trabalho», disse à Lusa o administrador executivo do grupo Egor, Amândio Fonseca.

Para o responsável, o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, não apenas nas faixas etárias mais avançadas, mas também nos jovens, que muitas vezes encontram saída na emigração.

«A crise é de tal maneira forte e profunda que não há criação de empregos e, à medida que as universidades vão lançando no mercado licenciados que não encontram colocação, o desemprego de longa duração alarga-se a pessoas muito mais jovens», disse.

Numa visão mais optimista, o consultor sénior da Page Personnel, do grupo Michael Page, Jorge Macedo, identifica os desempregados de longa duração «como um nicho de mercado», na medida em que podem ser vistos como profissionais «qualificados e com experiência», sobretudo no segmento de trabalho temporário especializado.

«É uma mais-valia para as empresas terem um profissional sénior para desenvolver uma missão para uma determinada área de negócio, onde pela sua disponibilidade e experiência conseguem trazer mais-valias imediatas», acrescentou.

Atenção às pistas do mercado

«Uma pessoa que está há um ano sem projecto não é por ser um mau profissional é porque de facto neste momento escasseiam oportunidades de mercado. Já lá vai o tempo em que os empregadores pensavam assim», considerou ainda Jorge Macedo.

Desta forma, para o consultor, um desempregado de longa duração deve assim estar sempre atento a tudo que são acções de formação que possam melhorar a sua vida profissional, mas também «às pistas do mercado, nomeadamente nas redes sociais profissionais».

Na mesma linha, a directora de recursos humanos da Multipessoal, Sandra Nazaré, defende uma aposta deste tipo de candidatos na formação, uma vez que a «atractividade do candidato está associada ao perfil que exibe e ao background técnico».

«Qualquer empresa procura um profissional o mais completo possível nestas duas vertentes, independente de estarem numa situação de desemprego. O candidato deve por isso conseguir demonstrar como tem investido ao longo deste tempo na sua própria formação», concluiu.

De acordo com os dados divulgados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o desemprego de longa duração está a aumentar em Portugal, tendo subido 38,7% face ao trimestre homólogo e 6,9% face ao trimestre anterior, para os 326,2 mil desempregados, de um total de 589,8 mil desempregados. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-emprego-trabalho-ine-desempregados-agencia-financeira/1185408-1730.html, a 18 de Agosto de 2010, em Agência Financeira.

Boas Dicas.

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Precariedade Laboral Está Cifrada em 75%… Conheça Algumas Medidas Para Solucionar Esta Questão…

75% dos Empregos são Precários... Fonte: http://sanantonio.com.br

Hoje trago uma notícia sobre a questão do emprego, neste caso, mais desemprego, vou transcrever uma peça jornalística que já tem uns meses, no entanto, só hoje consegui fazer um comentário à mesma. Vou transcrever na íntegra a peça jornalística e de seguida fazer um breve comentário à mesma.

« Ofertas de emprego: 75% são mal pagas

Há 18 mil ofertas de trabalho por preencher. Mas grande maioria são publicadas por agências de trabalho temporário, que pedem apenas algumas horas

A CGTP avança que a maioria dos empregos oferecidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) são geridos por agências de trabalho temporário. Ou seja, das 18 mil ofertas de trabalho por preencher, algumas são para fazer apenas algumas horas.

Esta ideia do sindicato vai contra o argumento do Governo de que a razão para os desempregados não pegarem em certos empregos se deve a subsídios «generosos», avança o «Diário de Notícias».

«Três quartos das ofertas existentes nos centros de emprego [75%] correspondem a trabalhos precários e em regime temporário», afirma o dirigente da CGTP, Arménio Carlos, que garante ainda que «não se pode dizer, com ligeireza, que as pessoas não querem trabalhar. O problema é que não há empregos com o mínimo de qualidade e entre abandonarem o subsídio e irem para um emprego que já sabem que é precário e mal pago, não o fazem», frisou.

Até porque se aceitarem-se um trabalho precário e mais mal remunerado que o anterior – e se voltarem ao desemprego alguns meses depois – o subsídio seguinte já terá um valor menor, já que a percentagem dos 65% será calculada sobre uma base salarial é menor. E no caso de as contribuições não reunirem o mínimo legal de meses, o acesso à prestação poderá, inclusive, ser vedado.

Olhando especificamente para os industriais de panificação – que se queixam da falta de trabalhadores – o problema é que a maioria dos empregos disponibilizados rondam o salário mínimo, da ordem dos 475 euros. Mas também há quem ofereça só algumas horas por dia por 300 euros.

Ainda assim, mesmo que todas as ofertas disponíveis nos centros de emprego fossem satisfeitas, o desemprego apenas abrandaria em 18.340 pessoas, ou seja, apenas 3% do desemprego que o próprio IEFP contabiliza. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/emprego-trabalho-temporario-trabalho-desemprego-iefp-agencia-financeira/1149417-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 23 de Março de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

Para começar o meu comentário, gostava de começar por esta questão? Como é possível uma sociedade evoluiu assente em princípios basilares de ordenados tão precários como os trabalhos? A resposta é óbvia, é praticamente impossível, e pode causar mutações na sociedade irreversíveis como as que estamos a assistir…

Vejamos, que a peça acima transcrita, assume-se como os 75% dos empregos cedidos pelo IEFP, são precários, ou seja, pelo menos 3 quartos da sociedade, deveria ganhar aquilo que existe, mas que não é pago na realidade, denominada de subsidio de precariedade, ou seja, um valor por o trabalho ser uma posição que terá um fim, que não se sabe, por vezes qual o fim do mesmo, e em que muitos dos contractos são os renováveis mês a mês.

O que eu quero indicar é, se as pessoas são «obrigadas» a ter trabalhos precários, deveriam auferir mais, de forma a conseguirem juntar, para os vales de trabalho, ou seja, para quando não possuem emprego, o contrário também é valido, ou seja, pessoas com trabalho mais estável, como mais dificilmente ficam sem emprego, deveriam auferir menos que os precários…

Esta teoria, penso que é muito credível, sendo que as pessoas que em principio quisessem ganhar mais, teriam que «arriscar» e ter um a profissão com riscos de a perder, tal como acontece na nossa vida quotidiana, em tantas áreas, tal como acontece na bolsa, nos jogos de azar, etc.

Apresenta vantagens notórias, pois tendencialmente não iria sobre carregar o estado com pagamentos de subsídios, pois as pessoas ganhariam um pouco mais para criar o seu próprio subsídio de desemprego, e poderiam as pessoas escolher entre ter uma vida a saltar de oportunidade em oportunidade, ou então, a assentar numa organização, mas ter a certeza que teriam uma vida estável, pelo menos teoricamente.

Esta teoria, penso que poderia ser a solução para muito do desemprego, e precariedade social, no entanto, é obvio que nunca será real, pois mexe com muitas variáveis e atravessa as filosofias dos principais partidos, o que nunca chegariam a consenso a não ser que estivéssemos num governo de auto-gestão, e constituído pelas 4 grandes forças políticas.

No que concerne à peça acima transcrita, a conclusão a que chego é que o IEFP, anda a trabalhar para aquecer em 75% dos casos, pois anda a «remendar» furos, em vez de levar o problema mais a fundo, e tentar construir oportunidades sólidas, e credíveis, e ser mais que um local que as pessoas têm que recorrer quando se encontram desempregadas para arranjar emprego, ou mesmo, para solicitar o respectivo subsídio a que têm direito. Devemos ter em conta, que este tipo de sistema, e de tapar furos, pode sair muito barato no inicio, ou quando os furos são poucos, no entanto, no médio e longo prazo, sairá muito mais caro, pois se a estrada está destruída, que vale tapar 2 furos aqui, se vão abrir 3 ou 4 acolá… Mais vale tirar o piso todo, e fazer de novo, que andar a remendar…

Tenho pena, que os nossos governantes sejam muito pobres de espírito, e que não consigam se aperceber, que devem mudar a legislação laboral e deixar o ónus da escolha do tipo de vida, nas pessoas e não nas organizações, pois ao estar nas organizações o direito de escolha, prejudica gravemente as pessoas, sendo que os governantes vivem com menos organizações, mas quando mais pessoas tiverem a efectuar descontos, de valores mais altos, mais fortificado ficará o Estado, portanto, deve ter em conta que a sociedade é assente em princípios sociais e não somente capitalistas.

Deixo no ar a questão, as organizações fazem com que a natalidade seja incrementada? A resposta é simples, organizações socialmente responsáveis sim, as outras não, o problema é que os jovens cada vez menos estão enquadrados dentro de organizações socialmente responsáveis, ou se está um membro do casal, o outro não, e serve esta situação de tampão para o incremento da natalidade, que vai interferir daqui a alguns anos nas receitas estatais.

Para concluir, espero que somente as pessoas reflictam sobre estas situações, bem como os nossos governantes se tiverem acesso ao blog.

Deixo a Questão: Que pensa da teoria por mim acima descrita?

Tenho Dito

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Procura Trabalho…Saiba Quais Os Meses Onde Se Contracta Mais…Conheça Aqui os Detalhes…

Meses Mais Produtivos na Procura de Tranbalho... Fonte: http://www.acrtbasket.blogspot.com

Li um artigo esta semana, e que versava, sobre os melhores meses do ano, para se procurar emprego, curiosamente o mês em que estamos, como seria de esperar, não é o mais adequado para se procurar emprego, no entanto, e para ficarmos com mais detalhes, vou transcrever na íntegra a referida reportagem.

«Saiba quais são os melhores meses para procurar emprego e porquê

Se quer um emprego a sério, não se concentre no Verão. Pense para além disso

Ao contrário do que se pensa, os meses do Natal e do Verão nem sempre são a melhor altura para procurar trabalho. É verdade que muitas empresas fazem contratações nessas alturas por causa da actividade extra em determinados sectores, como o comércio ou o turismo, mas são vagas temporárias. Se quer arranjar um emprego, a altura ideal é outra.

De acordo com a empresa Page Personnel, especialista em recrutamento e selecção de quadros, os meses ideais para encontrar emprego são Outubro e Novembro, refere a Europa Press.

Diz a empresa que, durante os meses de verão o mercado de trabalho abranda a sua actividade, dificultando a vida aos desempregados e àqueles que desejam trocar de trabalho. Terminada a época estival, as empresas aproveitam os meses do Outubro e Novembro para consolidar a sua estrutura e assim enfrentar as épocas de maior carga de trabalho com a equipa já formada e integrada.

Como recomendações, a Page Personnel sublinha a importância de uma boa redacção do curriculum vitae, de uma procura selectiva de empregos e da preparação adequada das entrevistas.

«A procura de emprego é um trabalho em si mesma e requer muita constância, paciência e persistência. Ter bem claros os objectivos profissionais, interesses e capacidades de nós próprios ajuda a que sejam mais fáceis de alcançar», refere a gestora de Assistentes & Secretárias da Page Personnel, Micaela Suárez de Tangil. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/emprego-desemprego-trabalho-agencia-financeira-page-personnel/1182101-1728.html, a 03 de Agosto de 2010, em Agência Financeira.

Boa Sorte!

RT

Demitir-se e Mudar o Rumo da Vida…Conheça Aqui os Detalhes…

Mudança de Vida de João Quadros... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e na continuação das férias, pode num cenário mais radical, e caso não se esteja satisfeito com o trabalho ou mesmo o cargo que se ocupa, por que não aproveitar, para se bater com a porta?

À algum tempo atrás li uma notícia, sobre um exemplo, de alguém que bateu com  a «porta», vou transcrever a dita reportagem, ficando aberta a discussão de todos os leitores, sobre o tema de se mudar, só porque não estamos enquadrados.

« “Senhor director, venho apresentar a minha demissão”

Todos pensámos fazê-lo, poucos arriscaram. Despedir-se sem novo emprego garantido envolve cada vez mais riscos. Mas pode ser uma oportunidade de mudar para melhor

“Estava numa reunião e comecei a fazer desenhos. Um colega anunciou que em Setembro ia trabalhar para as vindimas e eu só imaginava a sorte dele. Comecei a pensar que gostava de escrever e que devia sair da empresa. Talvez em Setembro, pensei. Olhei para o relógio. Estava um calor de morte naquela sala. E se fosse hoje? E se fosse agora? Saí, vim para a rua, tirei a gravata, mesmo à filme. Nunca mais voltei.” O guionista João Quadros recorda aquele dia de há 16 anos como “o mais feliz da sua vida”. Aos 30, era director de recursos humanos, ganhava “optimamente”, mas não era feliz. A decisão foi tomada a quente e valeu a perplexidade de colegas e família: “Pensaram que estava maluco.”

Largar de forma voluntária um emprego fixo a troco de uma posição incerta no mercado de trabalho pode parecer insensato, mas também pode ser proveitoso. “É a forma errada de pensar mas a certa para vencer”, defendeu um dos mais respeitados criativos da publicidade, Paul Arden, no livro “Whatever You Think, Think The Opposite”. “Se fores bom, e estiveres no emprego certo, a tua carta de demissão não vai ser aceite. Se aceitarem a tua demissão, estavas no emprego errado e é melhor continuares à procura.”

O preço da liberdade
A decisão envolve riscos proporcionais aos compromissos financeiros. Na altura, João Quadros não tinha filhos e era solteiro. Em Setembro foi para as vindimas com o amigo. No mês seguinte, depois de participar num curso de escrita criativa, já recebia tanto como no emprego anterior, com a diferença substancial de que fazia o que sempre quis. Escreveu para Herman José (lembra-se do “Eu é que sou o presidente da junta?”), Maria Rueff e Bruno Nogueira. Hoje é um dos guionistas do programa “Lado B”. Não tinha contactos, nem formação superior na área, mas tinha o mais importante: um objectivo. Filipe Fidanza, director-geral da Work Shop – Centro de Orientação de Carreira, confirma-o: “A mudança deverá transmitir um rumo; não deve existir sem explicação fundamentada.”

Não é preciso sentir-se infeliz para decidir despedir-se. “A mudança é benéfica quando a actual posição já não constitui um desafio”, adianta Fidanza. Talvez tenha sido por isso que Daniel Deusdado abandonou a revista sobre empreendedorismo que ajudara a criar, a “Ideias e Negócios”, que até incluía a rubrica “Despeça-se já!”. Em 2001 embarcou com a mulher num projecto próprio de produção de conteúdos para média, a Farol de Ideias. “Na primeira noite não dormimos, a pensar no que tínhamos feito. O primeiro ano foi muito difícil, tal como é para todas as empresas, dizem os estudos.”

Se está a ficar entusiasmado, Filipe Fidanza alerta que o mercado de trabalho perdeu valor nos últimos dois anos. “Os próprios orçamentos para as novas posições são de forma global inferiores, diminuindo a capacidade de atrair quadros ‘empregados'”. A legislação protege quem tenha um emprego estável e convida à pouca mobilidade. “Não haverá muitos quadros que se disponibilizem a dar um salto no desconhecido porque, na prática, isso tem um preço”, reforça.

Os que o fazem sucumbem a algo de incontornável na expressão “despeço- -me”: uma inversão de papéis com a entidade patronal que exacerba o ego, traduz João Quadros. Um “alívio” para uns, “liberdade” para outros. Em qualquer das situações, um novo começo. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/69222-senhor-director-venho-apresentar-minha-demissao, a 15 de Julho de 2010, em Jornal I

Bons Desafios!

RT

Conheça o Lugar de Portugal, na Escala da Pobreza…Veja Aqui os Detalhes e a Análise…

Portugal em 3º no ranking da Pobreza...

Hoje trago um assunto que penso ser pertinente, nos dias que correm, trata-se de os Portugueses terem problemas em pagar as suas despesas mensais, no que concerne a bens de primeira necessidade, vou transcrever a referida peça jornalística, e de seguida vou tecer um breve comentário.

«Portugueses no Top3 dos que têm mais dificuldades no fim do mês

Somos ultrapassados só pela Grécia e Letónia

As famílias portuguesas são as terceiras da União Europeia a «deitar as mãos à cabeça» quando chegam as contas no final do mês. Piores que nós estão apenas as da Grécia e as da Letónia, de acordo com o Eurobarómetro.

Questionados sobre se o orçamento doméstico é suficiente para pagar as despesas correntes, como as alimentares, 82% dos portugueses responderam afirmativamente, sendo a média da UE de 83%.

No entanto, quando o questionário acrescenta o pagamento de dívidas assumidas, 39% dos portugueses reconhecem ser «uma luta constante», 32% dizem ter «por vezes» dificuldades, 22% respondem não ter quaisquer problemas com pagamento de contas e 7% admite deixar dívidas por pagar. A média europeia é de, respetivamente, 15, 34, 46 e 5%.

A sondagem mostra que um em cada seis europeus declara ter constantemente dificuldade para pagar as despesas correntes e três quartos consideram que a pobreza aumentou no seu país no último ano.

Mas no relatório para analisar a percepção de pobreza nos 27 países da EU, a Comissão conclui que se a questão é «se algumas ou muitas contas» ficam por pagar, 7% dos portugueses responde «sim». Vários países nos ultrapassam, nomeadamente os espanhóis (8%). Ainda a Letónia fica nos 17%, a Bulgária 15% e a Grécia 14%. Aqui, a média da Europa fica nos 5%.

Ainda segundo a sondagem do Eurobarómetro, mais de 90% dos portugueses tem a percepção de que a pobreza aumentou em Portugal nos últimos 12 meses.

O inquérito mostra que 61% dos inquiridos em Portugal consideram que a pobreza «aumentou muito», a que acrescem os 30% que respondem que «subiu ligeiramente». Nesta categoria, os números só são superiores na Grécia, onde 94% dos inquiridos considera que a pobreza aumentou nos últimos 12 meses.

A média dos 27 estados-membros da União Europeia (EU) é de 73%, com 38% a considerarem que a pobreza «aumentou muito» e 37% a dizerem que «cresceu ligeiramente».

Este inquérito surge quando já decorreu a primeira metade do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social e após o compromisso assumido no passado dia 17, pelos dirigentes da UE, de retirar 20 milhões de europeus da pobreza e da exclusão social na próxima década.

Em Portugal foram questionadas 1005 pessoas, 695 através de telefone fixo e 310 via telemóvel.

As entrevistas foram feitas pela Consulmark, entre 18 e 22 de maio. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/contas-portugal-europa-agencia-financeira-dinheiro-familias/1172082-4058.html, a 22 de Junho de 2010, em Agência Financeira

O meu comentário:

À muito tempo que já não comentava uma notícia, no entanto, pelas questões acima mencionadas é realmente muito triste.

A peça jornalística indica que cada vez está mais difícil as pessoas poderem pagar contas de bens essenciais como a casa, a comida, ou mesmo factores higiénicos, digamos que a maior parte dos portugueses, veio para a parte inferior da pirâmide de Maslow, ou seja, passou a não conseguir ter uma vida, onde as necessidades básicas ficam asseguradas.

Num estado, onde se diz democrata e onde a constituição da republica portuguesa, pressupõe igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos nacionais, no entanto, vemos que os jovens deste país continuam, sem apoio e sem emprego, ou seja, não conseguem sequer atingir o em prego, para conseguir ter dinheiro para as suas necessidades básicas, falo nomeadamente de uma geração que muitos deles investiram o que tinham e o que não tinham em estudos especializados, como é o caso dos estudos no ensino superior.

O próprio ordenado mínimo, é ridículo, como é possível com o ordenado mínimo nacional, as pessoas conseguirem ter um nível de vida condigno, mesmo em casal, onde as seriam pelo menos 2 os ordenados mínimos a entrar, o valor dos mesmos, não chega à fasquia dos 1000€, logo, este casal para ter uma vida minimamente aceitável, ou tem ajudas externas, nomeadamente de familiares, tais como país, ou então vive em casa dos país de um ou de outro, o que de certa forma não é correcto, pois em 99% dos casos é origem de conflitos familiares e já la diz o ditado «Quem casa, Quer Casa».

Como é possível, vir neste cenário, solicitar que as pessoas, tenham filhos, e incrementem a taxa de natalidade, de forma a poder assegurar a manutenção das reformas e dos apoios concedidos pela Segurança Social? Não é possível! Os nossos governantes, têm essa mesma noção dessa necessidade, no entanto, não querem dar o braço a torcer e dar a oportunidade aos jovens, especialmente aos jovens recém licenciados, e como tal, estamos a perder gerações, nomeadamente as gerações nascidas na década de 80.

Peço a que os nossos governantes, especialmente os que possuem ordenados chorudos, para tentaram viver com o ordenado mínimo nacional, nomeadamente fazer a vida com bens básicos e recorrerem a transportes públicos para se moverem, e possam ver que não existe, possibilidade de se viver assim.

É óbvio, que perante isto que os índices de pobreza estão a sofrer incrementos no nosso país, o estudo, não qualifica, mas se fizer um estudo mais qualitativo, podemos verificar que possivelmente as gerações mais novas, são as que estão a cair em pobreza, sendo que estamos num limite muito ténue, que é os jovens recém licenciados, poderem aos poucos fazer parte dessa triste realidade, pois apesar de possuírem qualidades e qualificações, não lhes é concedida a oportunidade, voltando para aquilo que os patrões denominam de toneladas de experiencia, coisa que anteriormente já abordei aqui.

Para concluir, deixo um apelo aos nossos governantes, que tenham consciência que estão a causar danos que podem ser irreversíveis na nossa sociedade, causando lacunas a nível demográfico, que num mundo desenvolvido e capitalista, dificilmente poderemos encontrar um país chamado de Portugal, nos próximos séculos.

Mais uma vez pede-se mais qualidade de vida, maior rendimento disponível, para que exista um incremento no consumo, e se possa, sair desta crise, e retomar o caminho do progresso.

Tenho Dito

RT

200 Entrevistas de Emprego Com Recusa Culminam em Suicidio…

Jovem Suicida-se ao Fim de 200 Entrevistas de Emprego...

Hoje trago uma notícia muito triste, vou transcrever a referida notícia, e vou efectuar um pequeno comentário à mesma.

«Jovem suicida-se após 200 entrevistas de emprego mal sucedidas

Vicky Harrison suicidou-se aos 21 anos depois de ser recusada em mais de 200 entrevistas de trabalho. A jovem britânica morreu devido à toma de muitos comprimidos depois de procurar emprego ao longo de dois anos

A jovem deixou apenas uma nota dizendo que não queria continuar a viver sendo como era. Porém, segundo o namorado Nathan, que ainda não acredita que a jovem desapareceu, «Vicky era uma rapariga que sobressaía, divertida e bonita».

A mãe da jovem, Louise, de 43 anos, afirma que Vicky era «uma menina brilhante e inteligente, mas que se deixou deprimir ao não encontrar emprego. Estar parada tanto tempo era para ela humilhante e não aguentava mais».

Na carta que deixou, apenas lançou um apelo aos pais: «Por favor, não fiquem tristes. Não é vossa culpa. Quero que todo o mundo seja feliz».

SOL com agências »

In: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=170470, a 25 de Abril de 2010, em Jornal Sol.

O meu comentário:

Este caso entristece-me, pois penso que ninguém merece ser tratado como um mero numero, ou mesmo objectivo, coisa que aliás muitas organizações dos nossos dias, tem por hábito de realizar, esquecem que as pessoas são humanas e não são máquinas.

Em Portugal, ou penso que registado, nunca aconteceu algo semelhante, mas pelo andamento das nossas condições de vida, qualquer dia, vamos ter casos deste, pois a juventude, está a ser marginalizada e relegada para segundo plano, em virtude de ter estudado, de se ter licenciado.

Acreditamos que durante alguns anos, a juventude foi relegada para segundo plano, em virtude das condições económicas se terem degradado, no entanto, o que assistimos actualmente, é sim, a um desprezo pelos estudos dos jovens, e não aposta nos mesmos, o que vão gerar problemas sociais mais caóticos que os até agora aconteceram, isto se, nada for feito para dar novo animo e novo pulso, a uma geração que se esforçou, e que só quer ter direito a poder viver, direito a poder ser feliz.

Servindo de exemplo, o caso desta jovem do Reino Unido, podemos analisar que a situação é um acto de desespero, e que devemos ter em conta que, com as recusas sucessivas, as pessoas vão se abatendo, e perdendo a vontade de continuar, e culminam com um desespero, que inicialmente se sentem inúteis e posteriormente «ficam» mesmo inúteis, e tem forte tendência para situações adversas, como foi o caso desta jovem, que se suicidou.

Eu apelo mais uma vez, a todos os responsáveis, entre eles os governos, empresários, organizações, etc, que podem influir de forma directa nesta mesma situação, de tornearem e contratarem pessoas jovens e com qualificação superior, de forma a poder dar oportunidade à juventude, que ao mandar as pessoas para a reforma, que as substituam por pessoas mais novas e licenciadas.

Penso que os licenciados, merecem uma oportunidade, especialmente os mais perto dos anos 80, pois são pessoas que muitas vezes, ainda não tiveram oportunidade de mostrar o que valem, e que estão ansiosos por o fazer, ressalvando, que muitos deles, querem começar a vida com o seu par, e anseiam por ter filhos, e dar netos aos país, no entanto, o emprego precário, as recusas de emprego, e o desprezo por todos valores, está a destruir a geração dos anos 80.

Deixo mais uma vez o apelo, APOSTEM NOS JOVENS LICENCIADOS…

Tenho Dito

RT