Roteiro Alternativo de Paris…Conheça Aqui os Detalhes do Mesmo…

Março 31, 2010

Roteiro Alternativo a Paris... Fonte: http://www.jurandydosax.com.br

Hoje e que estamos perto do fim de semana Pascal, trago um roteiro que pode dar muito jeito  a quem vai para fora, nomeadamente, para a capital francesa. Saiu esta semana, um roteiro um pouco invulgar sobre a capital francesa, passo a transcrever o referido roteiro, mas não vou tecer nenhum comentário, por se tratar de uma sugestão de férias Pascais.

«Esta Paris você não encontra nos guias

E mesmo que pergunte, não vai encontrar. Um roteiro pelos locais mais alternativos da cidade

“É isto aqui?”, pergunta Becca, uma executiva de marketing australiana de 34 anos, ao mesmo tempo que inspecciona a fachada de um elegante prédio do século XIX num bairro perto do Louvre. O seu companheiro, Charlie Fox, um consultor britânico de 40 anos, espreita lá para dentro igualmente perplexo. O par procura um estranho que os ajude. Mas tudo o que posso oferecer é um encolher de ombros. Estou tão perdido quanto eles e não é de admirar: o sítio que andamos à procura chama-se Hidden Kitchen, um restaurante-clube privado que – fiel ao nome – não é sinalizado com um resplandecente néon. Algures num destes prédios, um jantar gastronómico de dez pratos espera por nós e mais uma dúzia de clientes que fez a reserva na Internet. Mas onde é o raio do restaurante?

Dica: ginecologista

Esta é, por estes dias, a pergunta mais murmurada pela capital francesa. Escondidos em apartamentos privados, edifícios não identificados, becos sem saída e cavernas no subsolo, uma mão cheia de novos locais tem crescido nas sombras da Cidade da Luz, criando a moda das moradas furtivas, mapas desesperadamente abertos e pedidos de direcções.

Numa ponta do espectro estão pequenos restaurantes-clubes como o Hidden Kitchen e o ainda mais obscuro Chez Nous, Chez Vous, o rebento de um casal brasileiro que trocou os empregos sem saída no seu país natal pela formação como chefes na escola Le Cordon Bleu. Mas há mais, como veremos.

Em conjunto, esta nova colheita de locais para comer ou dormir forma uma espécie de Paris privada – que paira abaixo do radar turístico normal e corre não só de boca em boca, mas também na blogosfera global. Para os que estão por dentro, a recompensa é uma experiência parisiense especial. Para os proprietários, estar fora da vista do público e restringir o acesso oferece maior autonomia e muito mais intimidade com os clientes. Nesta Paris, a discrição é valorizada acima da ostentação e uma atmosfera familiar é bastante mais apreciada do que o apelo das massas.

“Mais do que uma oportunidade para cozinhar, queríamos apenas ter a oportunidade de fazer amigos”, afirma Braden Perkins, um americano que, com a sua namorada, Laura Adrian, começou a Hidden Kitchen – eu e os meus dois novos conhecidos lá acabamos por encontrar (dica: procure um prédio com a porta encarnada e uma tabuleta de consultório de ginecologista).

Na Adega de Luis XV

À medida que os convidados bebem e conversam na sala de jantar, iluminada à luz de velas, Perkins dedica-se aos preparativos finais na cozinha e explica que ele e Adrian trocaram Seattle por Paris em 2007 sem qualquer plano de carreira ou contactos em França. Embora ambos adorassem comida, o casal, de vinte e poucos anos, nunca trabalhara numa cozinha de restaurante. “Pensámos em fazer isto uma vez por mês, convidar alguns estranhos, ter pessoas porreiras à mesa, conversar e, a partir daí, conhecer novas pessoas”, diz, enquanto mexe o molho para um ravioli de fígado de frango. O conceito depressa pegou e, agora, o casal serve dois jantares por semana por 80 euros. O menu – que Perkins descreve como “novo americano, pan-europeu” – muda todos os meses.

E o vinho, essencial numa boa refeição francesa? Para encontrar boas garrafas, regresso à zona do Louvre, passo por debaixo de um arco escuro na Rue de l’Arbre Sec, atravesso um pátio aberto e desço umas escadas mal iluminadas antes de entrar numa caverna de pedra. Sou recebido por Olivier Magny, um francês de 29 anos jovial e de conversa rápida. Tal como os criadores do Hidden Kitchen e do Chez Nous, Chez Vous, abandonou a sua carreira anterior – estudante de gestão – para seguir o sonho: ensinar aos estrangeiros as complexidades dos Burgundies, Sauternes e ziliões de outros vinhos franceses.

Em 2004 fundou O Chateau, uma empresa de provas de vinho, que começou a organizar eventos no lugar mais barato e confortável que conseguiu encontrar: o apartamento dos pais. Pouco depois, passou para o seu próprio apartamento. Em Janeiro de 2009, a empresa já tinha crescido tanto – 15 a 20 provas de vinho, almoços, cruzeiros de Champagne e outros eventos por semana – que ele tornou o seu negócio literalmente subterrâneo. Apropriadamente, o espaço no subsolo, conhecido como Les Caves du Paradis, foi, há muito tempo, a adega privada do Rei Luís XV, que vivia ali perto, no Louvre. Embora a empresa O Chateau começasse a aparecer nos guias, a localização da cave é ainda algo clandestina. “Gosto de estar fora do roteiro turístico de Paris”, explica.

Tratar da saúde

Se uma noite de vinho vos deixa arrasados e desgrenhados na manhã seguinte, pode tentar reservar um lugar no La Nouvelle Athenes, um dos vários salões de beleza e saúde fora do radar que têm despontado pela cidade. Mas soluções mais radicais, esperam-nos atrás da grande porta dupla de madeira no número 217 da Rue Saint Honoré. Ali, subindo alguns lanços de escadas, esconde-se um encantador apartamento de seis divisões que acolhe um instituto de bem-estar: o L’Apartment 217, dirigido por Stéphane Jaulin, um veterano dos cosméticos Kiehl’s e Guerlain. Os produtos naturais feitos por encomenda que ali estão à venda deixam-me maravilhado. Um deles, um recipiente de 50 mililitros com creme anti-envelhecimento, foi feito a partir de 32 ingredientes (incluindo figos, extracto de chá e cafeína) e custa uns estarrecedores 145 euros. Outro, a Lotion des Fleurs Actives (um creme facial feito a partir de flores) custa uns mais modestos 38 euros.

Créme de la Créme

Longe das suadas multidões burguesas, o novo e mais inovador local da “Paris privada” está escondido entre os boulevards de néon e os cinemas pornográficos de Pigalle, o famoso “red light district” da cidade. Para o encontrar, procure pelo beco que fica entre o Le Soleil de Marrakech (uma tasca de couscous barata) e o cinema marcado com sinais de “Table Danse” e “Live Show”. A passagem, com pavimento calçado, leva-o a uma casa moderna conhecida como Box in Paris. Fundado por Aline Geller, agente de artistas contemporâneos, o local é tão difícil de catalogar como é de encontrar.

“Não quis fazer apenas mais uma galeria, porque isso é conceito morto”, afirma Geller. Em vez disso, criou em 2007 um espaço “polidisciplinar” que mistura arte, comida, hospitalidade e performance. Como seria de imaginar, pode ver uma exposição de arte à tarde; assistir a um filme, uma leitura ou um concerto rock à noite; passar a noite num dos dois quartos para alugar (mobilados como um quarto de hotel de charme); e acordar para o pequeno almoço (confeccionado pela própria Geller).

Se, por acaso, for a um dos jantares públicos mensais do The Box, pode dar por si sentado ao lado de uma americana de meia idade e cabelo curto chamada Grace Teshima. E se ela o convidar para uma das exposições de arte que organiza mensalmente no seu apartamento na vizinha Montmartre, conhecido na cidade como Chez Grace, será iniciado numa das melhores experiências de Paris. “Há tantos artistas que necessitam de mostrar o seu trabalho e uma grade falta de galerias – é um bocado vergonhoso”, lamenta Teshima na noite de abertura da exposição de uma pintora britânica chamada Louisa Dusinberre. Teshima está sentada na sua cama, repleta de casacos dos visitantes.

Entre a sua sala de estar e sala de jantar – ambas largamente esvaziadas de mobília e equipadas com guias de luz para uma melhor visão – cerca de 30 pessoas bebericam merlot e conversam em francês e inglês enquanto contemplam as naturezas mortas da artista. Teshima explica que começou o Chez Grace em 2005 e organiza várias exposições por ano. O objectivo é, em parte, criar um espaço sem a pose e a atitude que tornam o meio galerista de Paris desagradável.

Como se estivesse combinado, Dusinberre irrompe pela sala com um olhar de pânico. “Precisamos de mais vinho!”, grita.

Teshima ri-se, abana a cabeça e revela um dos segredos chave para a criação de um negócio público na sua residência privada. “A determinada altura, temos de deixar que o vinho acabe”, diz, sabiamente. “De outra forma, as pessoas ficam até às duas da manhã.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/53170-esta-paris-voce-nao-encontra-nos-guias, a 30 de Março de 2010, em Jornal I

Bom Roteiro!

RT


Inscrições Para os Estágios da Função Publica Já Começaram…Saiba Como Se Pode Inscrever…

Março 30, 2010

Estágios na Função Pública Fonte: http://blog.grupofoco.com.br

Hoje e finalmente trago, a notícia tão esperada, no decorrer do dia de ontem, abriram finalmente os estágios da função publica, passo a transcrever a notícia do referido jornal, mas não vou comentar, pois acho que vou a correr me inscrever…

«Função Pública: candidaturas a estágios arrancam hoje

O prazo para apresentação de candidaturas para os estágios profissionais na Função Pública arranca hoje, com o Governo confiante no sucesso da iniciativa, que garantirá 5.000 estágios a jovens licenciados de todo o país.

Segundo o calendário previsto, a fase de apresentação de candidaturas decorrerá até dia 9 de abril, as listas de candidatos selecionados será disponibilizada a 26 de maio e o início do estágio ocorrerá a 1 de julho.

O maior número de vagas disponíveis para os jovens com idades até aos 35 anos pertence às áreas do Direito (1.300), Gestão e Administração (592) e Economia (414).

Com menos vagas estão as áreas da Produção Agrícola Animal (1), Física (2) e Belas-Artes (3).

A apresentação e o processamento das candidaturas poderá ser feita no portal da Bolsa de Emprego Público (www.bep.gov.pt), onde, a partir de quarta feira, estará disponível toda a informação referente à primeira edição do programa.

Estão abrangidos por este programa, com a duração de 12 meses, os jovens licenciados com idade até 35 anos que procuram o primeiro emprego, se encontrem desempregados, ou que exerçam uma actividade profissional que não corresponda ao seu nível de qualificação e que esteja associada a “elevado nível de precariedade”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/53086-funcao-publica-candidaturas-estagios-arrancam-hoje a 29 de Março de 2010, em Jorna I

Boa Sorte!

RT


Conheça Aqui os Principais Simuladores de IRS…

Março 29, 2010

Hoje e por ser Segunda-feira, trago mais um assunto que interessa com certeza à maioria dos Portugueses, trata-se do IRS e de quanto é que se vai receber de reembolso, achei interessante a notícia e passo a transcrever a mesma, mas não vou comentar a mesma, por estar bastante explicita.

« IRS: já sabe quanto vai receber de reembolso?

Use um dos simuladores gratuitos e disponíveis na Internet

Está a decorrer desde o prazo para entrega das declarações de IRS relativas a 2009 através da Internet. Nós dizemos-lhe como simular a sua declaração para saber já quanto vai receber de reembolso ou quanto terá de pagar.

Os contribuintes da primeira fase (com rendimentos de trabalho dependente e/ou pensões) podem entregar a declaração electrónica até dia 15 de Abril, enquanto que os da segunda fase (com rendimentos de outras naturezas) podem fazer a entrega em papel até dia 25 de Abril, ou poderão submeter a declaração electrónica entre dia 16 de Abril e 30 de Maio.

O Portal das Finanças, onde as declarações electrónicas devem ser entregues, apenas permite efectuar uma simulação depois de preenchida e validade a declaração, na hora de a submeter definitivamente.

Mas, para quem não pode ou não quer entregar a declaração pela Internet ou não quer entregar a declaração agora, existem outras formas de simular. Existem na Internet vários simuladores gratuitos que pode usar. Por exemplo, a Jurinfor tem um simulador patrocinado pela CGD, que lhe permite fazer as contas.

Também o blogue de Pedro Pais disponibiliza um simulador, que pode ser usado pelos contribuintes da primeira fase.

Este ano o Fisco antecipou a liquidação das declarações. O reembolso de IRS já começou, mais cedo do que inicialmente previsto pelas Finanças. Alguns contribuintes que entregaram a sua declaração através do Portal das Finanças receberam o reembolso em 14 dias, antes do prazo de 20 dias previsto pela Direcção-Geral de Contribuições e Impostos (DGCI).

Quando fizer a sua simulação ou mesmo a entrega da declaração, não se esqueça de todas as deduções que pode fazer, de modo a aumentar o reembolso a receber ou, pelo menos, a reduzir o valor que ainda terá de pagar. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-reembolsos-irs-simulador-fisco-agencia-financeira/1150096-1730.html, a 26 de Março de 2010, em Agência Financeira

Boas Simulações

RT


Sushi é Uma Das Especialidades do Aya…Venha Conhecer…

Março 28, 2010

A Equipa do Aya... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje para sugestão gastronómica de Domingo, trago algo, que encontrei num diário da nossa praça, e que tem por base a cozinha oriental, como é o caso do sushi, passo a transcrever a referida notícia, mas como se trata de uma publi reportagem não vou fazer nenhum comentário ao mesmo.

«Há vida no Aya para além da morte do grande sushiman

Takashi Yoshitake abriu há 17 anos o primeiro restaurante japonês de Lisboa. Em Janeiro morreu e deixou a cozinha do Aya entregue à mulher

Foi o chefe Takashi Yoshitake quem primeiro ensinou aos portugueses a arte de comer sushi, numa altura em que falar deste prato era sinónimo de caras enjoadas. Hoje já ninguém estranha o sushi, mas há 17 anos “os clientes ficavam escandalizados porque imaginavam que iam comer um enorme peixe cru”.

Em 1992, quando abriu o Aya, o primeiro restaurante japonês de Lisboa, na Rua das Trinas, Yoshitake não adivinhava que a sua habilidade a preparar sushi ia conquistar até os mais desconfiados. Os pratos faziam tanto sucesso que decidiu abrir mais três restaurantes na capital, dois nas Twin Towers, em 2002, e, em 2008, um grande espaço com capacidade para 150 pessoas em Carnaxide. Entretanto fechou o da Rua das Trinas.

“Takashi não viveu tempo suficiente para ver todos os lugares cheios”, conta a sua mulher, Megumi. Em Janeiro, Yoshitake morreu com 55 anos depois de uma complicação pós-operatória, assunto que é tabu para a família. A morte foi inesperada e Megumi Yoshitake foi obrigada a assumir a responsabilidade da cozinha do Aya. Apesar disso, não gosta de aparecer, recusa ser fotografada e atribui o mérito do continuado sucesso à equipa do Aya. “Yoshitake era o pai, mas felizmente tem muitos filhos”, explica a viúva. “Por trás de cada prato está uma equipa de 70 pessoas e todas aprenderam com o mestre.”

Como não cozinha, Megumi prova os pratos que saem para as mesas para se certificar de que têm o mesmo sabor dos que eram confeccionados pelo marido: “Os que estão na casa há mais tempo sabem o sabor exacto da comida.”

A lista de receitas do Aya inclui mais de 200 pratos, todos inventados por Yoshitake. “Sempre que se lembrava de uma receita escrevia-a num papel e tentava ensiná-la aos cozinheiros”, seguindo o método de ensino japonês, de “aprender a observar os outros”. E era assim que na cozinha do Aya os empregados aprendiam, ao ver Yoshitake preparar sushi. “Muitos deles eram sushimen noutros restaurantes, mas no Aya eram meros ajudantes.” As receitas inventadas por Yoshitake só chegavam à ementa quando o mestre acreditava que os seus cozinheiros estavam aptos a recriá-las.

Sem sucessor No Aya há agora dois grandes sushimen, Aron e Yoshio, mas nenhum deles é ainda digno sucessor de Yoshitake: “Ainda não têm capacidade para criar pratos.” E o trabalho é complicado: é preciso sensibilidade para trabalhar o peixe, “calcar a mais pode torná-lo mole, calcar a menos pode deixar escamas”. Além disso, Takashi Yoshitake era o único sushiman em Portugal com licença para fazer fugu, um prato de peixe-balão que mal preparado pode ser venenoso. O futuro do Aya está por isso em manter a qualidade da comida. “Está tudo como antes”, conta a viúva. “Os pratos são iguais, o senhor que nos ajuda a escolher o peixe é o mesmo de há 17 anos. Os clientes são os mesmos. Mas já namoraram, casaram e tiveram filhos.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/6139-ha-vida-no-aya-alem-da-morte-do-grande-sushiman, a 27 de Maio de 2009, em Jornal I

Bom Apetite

RT


Sugestão de Fim de Semana em Lisboa…Por 50€…Saiba Aqui Como…

Março 27, 2010

Fim de Semana em Lisboa...Por 50€... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago, a sugestão para um fim-de-semana na Capital Portuguesa por 50€, como se trata de uma publi-reportagem de um diário da nossa praça, vou me limitar a transcrever na íntegra a sugestão, e não tecer nenhum comentário à mesma.

«O fim-de-semana perfeito por 50 euros

No espírito do muito discutido Programa de Estabilidade e Crescimento, o i prova–lhe que é possível fazer um fim-de-semana à grande com um orçamento apertado

Sexta-feira

18h00. Visitar o Museu do Oriente

Para começar o fim-de-semana numa nota cultural, pode aproveitar a entrada livre no Museu do Oriente. Lá dentro ilustra-se a presença portuguesa em Ásia com uma colecção que se estende dos brinquedos japoneses às estátuas divinas. O restaurante do Museu, no sexto andar, também merece uma visita. Admire a vista para o Tejo e depois diga ao empregado que se enganou no andar.
Av. de Brasília – Doca de Alcântara. Entrada gratuita todas as sextas-feiras das 18.00 às 22.00 Saldo: €50

21h00. Jantar no Café Malaca

Depois da cultura, a gastronomia asiática. No Café Malaca comem-se especialidades de todo o continente. Está no interior do Clube Naval de Lisboa, suba as escadas e entre sem medos. Divida os gyoza vegetarianos (€4,80) e uma dose da especialidade da casa, o caranguejo de casca mole (€16,90). Complete com uma imperial (€1,60). A conta final ficará em €12,25 por pessoa. O estômago dir-lhe-á que gastou muito mais. Clube Naval de Lisboa, Cais do Gás, Armazém H. 213 477 082. Saldo: €37,75

00h00. Dançar no Lounge

Quando se pretende sair à noite e gastar pouco, o ideal é encontrar um bar sem consumo obrigatório e que não se ressinta da falta de taxação. O Lounge é um desses casos. Hoje há concerto de Guta Naki, um dos novos valores da pop alternativa. Depois, Mário Valente desfila a sua colecção de rock, breakbeat e música tecnologicamente evoluída. A cerveja é cara (€2). Peça uma e faça-a durar. Rua da Moeda 1 218 462 101. Saldo: €35,75

03h00. Cear numa padaria

Depois de dançar e transpirar no Lounge, a fome não perdoará. Alimente-se na padaria da Defensores de Chaves. É das que abre mais tarde, por volta das duas da manhã, pelo que às três a variedade ainda é grande. Seja com um pão com chouriço, um croissant ou um mil folhas a noite acaba bem aqui para muita gente. Por apenas um euro. Avenida Defensores De Chaves, 24/26. 213 544 235. Saldo: €34,75

Sábado

10h00. Parar para um queque na Parede

A ideia deste segundo dia é partir em direcção ao mar. Não contabilizamos o dinheiro da gasolina, porque cada carro tem o seu consumo. A primeira paragem é na famosa casa de queques da Parede. Basta olhar para as fornadas de queques (€0,90) e sentir-lhes o cheiro para perceber porque é que é uma das referências para os gulosos da Linha.
Rua José Relvas, 71 (Parede). 214 574 988. Saldo: €33,85

10h45. Visitar a Casa das Histórias de Paula Rego

Aproveitem-se dois factos: primeiro, a entrada gratuita, segundo, o facto de a actual exposição ter sido prolongada até 2 de Maio. No museu pontificam diversas obras produzidas entre 1987 e 2008, entre as quais as célebres “Mulher Cão”, “A Filha do Polícia” ou a série “Avestruzes Bailarinas”. O edifício, da autoria do arquitecto Eduardo Souto Moura, também merece ser apreciado. Avenida da República 300, Cascais. 214 826 970. Saldo: €33,85

13h00. Comer um dos famosos cachorros da Guia

Depois de uma injecção de cultura logo pela manhã, almoce no ex-líbris de comida rápida na Linha: os cachorros da Guia. Que agora se vendem no Café Sobe e Desce, uns metros abaixo do Santini. O cachorro especial (€3,60) inclui cebola, couve roxa, couve branca, cenoura, batata palha e queijo ralado. Avenida Valbom Cascais. 214 826 970. Saldo: €30,25

15h00. Andar de Bica

Em Cascais é possível alugar bicicletas, as Bicas, por períodos de até dez horas sem pagar um tostão. As Bicas estão disponíveis em três pontos diferentes da vila; para as utilizar basta deixar um documento identificativo. Depois é só escolher um percurso: andar nas ruelas sinuosas ou pedalar em recta junto ao mar. As Bicas podem ser alugadas junto à estação de comboios, na Cidadela e junto à Casa da Guia. Saldo: €30,25

20h15. Jantar e ver o jogo do título no Tonga

Já de volta a Lisboa, há que apontar baterias ao futebol. Benfica e Braga jogam no Estádio da Luz a decisão da Liga Sagres. O melhor local extra estádio para assistir ao jogo não fica longe do palco da decisão. No Tonga há tudo o que um adepto pode querer: plasmas, petiscos e cerveja. Seja com pataniscas de polvo ou com moelas fritas, a refeição não ultrapassará os dez euros por pessoa. Cerveja e futebol incluídos. Avenida do Uruguai, 26A. 214 051 351. Saldo: €20,25

23h30. Ver um concerto no Arena Lounge

Seja para celebrar ou para esquecer, a festa prossegue, de borla, no Casino de Lisboa. Se conseguir resistir ao apelo do jogo (e dos cocktails) não vai pagar nada para ver a britânica Zoey Jones, cujo repertório gira em volta do r&b, com alguns toques tropicais. Alameda dos Oceanos, Parque das Nações. 218 929 000. Saldo: €20,25

Domingo

11h00. Tomar o brunch no Pão de Canela

O Brunch é uma refeição que está na moda e, de facto, a sua faceta dois em um (pequeno-almoço e almoço) dá muito jeito. E o brunch do Pão de Canela (€9,90) é dos mais baratos da cidade. O preço não limita a variedade de escolha. Há de tudo: pastelaria, padaria, sumos, cereais, compotas, servidos em sistema buffet. Praça das Flores, 27-28. 213 972 220. Saldo: €10,35

13h00. Visitar o Museu da Gulbenkian

Mais um museu gratuito, desta vez o que concentra o espólio de Calouste Gulbenkian. Aqui encontram-se cerca de mil peças da colecção do mecenas. A não perder, as jóias da colecção Lalique e a actual exposição temporária, com algumas obras de Rembrandt e Goya. Avenida de Berna 45A. 217 933 068. Saldo: €10,35

16h30. Ouvir fado no respectivo museu

Chamam-lhes visitas cantadas (€3) e um fadista guia os visitantes pela história da canção de Lisboa. Este domingo é Cuca Roseta. Como exigem marcação prévia, esperamos que esteja a ler isto com a devida antecedência. Caso contrário pode sempre marcar para as semanas seguintes. Largo do Chafariz de Dentro 1. 218 823 470. Saldo: €7,35

19h30. Jantar no Noori

Foi a primeira temakeria de Lisboa. Nela servem-se, como o nome indica, temakis. São cones de alga nori com arroz e recheio à escolha (filadélfia, salmão, rúcula e outros). Com o menu simples (€7,35) tem direito a dois temakis simples, ou um simples e um doce (com bolacha). E a uma bebida. Depois, descanse porque a noite vai encurtar: à uma da manhã o relógio adianta uma hora. Rua do Crucifixo, 87. 91 863 9287. Saldo: €0»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/52709-o-fim-de-semana-perfeito-50-euros, a 26 de Março de 2010, em Jornal I

Bom Fim Semana

RT


Festas dos Anos 80…Este Fim de Semana…Veja Onde…

Março 26, 2010

Hoje trago uma notícia que achei interessante, e trata-se de uma sugestão para o próximo fim-de-semana, passo a transcrever a mesma, mas não vou efectuar nenhum comentário, pois trata-se de uma publi-reportagem.

«Os anos 80 estão de volta. E desta vez não há dress code

O fenómeno começou há cerca de dois anos e vingou: as noites revivalistas multiplicam-se. Este fim-de-semana há quatro festas

A década em que os cabeleireiros e os fabricantes de enchumaços governavam o mundo está de volta. E em força. Depois de anos a exorcizar permanentes, maquilhagem berrante, calças de ganga pelo tornozelo e pop-rock-romântico-pimba, a geração do MacGyver está a voltar às raízes. Pelo menos durante algumas horas em noites de puro revivalismo tecno-kitsch.

Por esta altura, já é quase impossível não ter esbarrado com uma festa temática dos anos oitenta algures pelo país. O fenómeno começou há cerca de dois anos e espalhou-se rapidamente quando os promotores perceberam que funcionava.

“Os eighties são os novos sixties”, brinca André Henriques, animador da Mega FM e promotor dos eventos Let’s Control the 80’s. A primeira festa foi organizada quase por brincadeira, em 2008. “Já tinha o LX Factory marcado, mas a música electrónica não estava a dar”, lembra. O regresso ao passado deu muito mais lucro que qualquer uma das suas festas anteriores.

Não é que a música pop dos anos oitenta seja tão extraordinária que arraste multidões. Mas permite “uma comunicação que não há com a música electrónica”. André Henriques sublinha que três dos quatro DJ das festas puseram música nos anos oitenta, e por isso sabem o que se ouvia. É um dos factores do sucesso da Let’s Control, que no aniversário conseguiu juntar um recorde de 2700 pessoas, dos 18 aos 45 anos. Às vezes aparecem famílias inteiras, mesmo que os mais novos não saibam o que são aqueles pacotes de sumo Capri Sonne ou as bombocas de chocolate que alguém distribui em bandejas.

A diferença está nos pormenores: os clips do “Duarte & Companhia” a passarem nos ecrãs gigantes ou as pastilhas elásticas Gorila ao pé do balcão. Todas as festas tentam ter algo de diferente, como indica Manuel Simões de Almeida, director de marketing da Media Capital Rádios, que detém a M80. “As festas M80 são as verdadeiras festas do lifestyle duma geração que procura estar bem com a vida”, diz. Uma espécie de “emissão ao vivo e a cores”, com decoração a rigor.

O grupo Gloriosos Anos 80 não tem local fixo para fazer as festas mensais que já passaram pelo W, BBC, Bar do Rio ou Maxime (tudo em Lisboa). O DJ Bruno Freitas, criador e promotor do grupo, explica ao i que o conceito surgiu há dois anos na rede social portuguesa Star Tracker. Era uma forma de angariar fundos para a Terra dos Sonhos, organização de solidariedade social, e acabou por ganhar este cariz. O DJ acredita que as festas revivalistas funcionam porque “a noite em Lisboa era muito juvenil” e este movimento conseguiu “juntar pessoas dos anos 70 e 80, que não saem todas as noites”. Ou então, que saem apenas nas primeiras sextas-feiras e últimos sábados de cada mês. É nestas noites que o Teatro da Comuna organiza as festas dos anos oitenta, talvez as mais antigas. Não se podem lá juntar duas mil pessoas, é certo. Mas o revivalismo kitsch está garantido.

Festas

I LOVE 80’S
Onde: LXFactory, Lisboa
Quando: Sexta-feira, 26 de Março
Quem organiza: Universidade Nova e Universidade Católica
Preço: 12 euros


retro sessions
after party alphaville
Onde: Santiago Alquimista, Lisboa
Quando: Sexta-feira, 26 de Março
Quem organiza: Void Creations
Preço: 5 euros

anos 80
Onde: Teatro da Comuna, Lisboa
Quando: Sábado, 27 de Março
Quem Organiza: Teatro da Comuna
Preço 5 euros mulheres/10 euros homens


last night a dj saved my life
Onde: Estado Novo, Matosinhos
Quando: Sábado, 27 de Março
Quem Organiza: M80
Preço: Entrada livre (com consumo obrigatório)


anos 80
Onde: Teatro da Comuna, Lisboa
Quando: Sexta-feira, 2 de Abril
Quem Organiza: Teatro da Comuna
Preço: 10 euros


let’s control the 80’s
Onde: Algarve
Quando: Junho
Quem Organiza: Let’s Control
Preço: 10 euros venda antecipada, 15 euros no dia da festa»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/52434-os-anos-80-estao-volta-e-desta-vez-nao-ha-dress-code, a 24 de Março de 2010, em Jornal I

Divirtam-se

RT


Finalmente os Estágios da Função Publica..Veja Aqui os Detalhes de Como Aceder…

Março 25, 2010

Estágios na Função Pública Fonte: http://blog.grupofoco.com.br

Hoje e no decorrer das novidades do dia de ontem, finalmente temos informações sobre os estágios na função publica, já ontem muitos comentaram e aprovei-os, tal como prometido, para que exista partilha de informação.

Hoje vou postar uma notícia onde tem os principais detalhes, boa sorte para todos.

« Estágios na função pública: inscrições na próxima semana

São cinco mil vagas em várias áreas de formação. Nós dizemos-lhe quais

Vão abrir para a semana que vem as inscrições para os estágios na Administração Central do Estado. A partir de dia 29 de Março e até dia 9 de Abril, os interessados podem apresentar as suas candidaturas.

O Programa de Estágios Profissionais na Administração Central (PEPAC) oferece, na sua primeira edição, 5 mil estágios. O Decreto-Lei que cria o programa e as Portarias que o regulamentam foram já publicados em Diário da República e estão já definidas as regras, prazos e contingentes da 1ª edição deste programa.

«Com a disponibilização de 5.000 estágios profissionais, repartidos pelos diversos organismos e serviços da Administração Central, o Governo cria uma nova oportunidade para três tipos de situações: jovens à procura de primeiro emprego, jovens licenciados em situação de desemprego e jovens que, embora se encontrem empregados, exerçam uma ocupação profissional não correspondente à sua área de formação e nível de qualificação», refere o Ministério das Finanças e Administração Pública (MFAP) em comunicado.

Estágios só começam a 1 de Julho

Uma vez entregues as candidaturas, o processo demora ainda alguns meses até que o estágio comece. Entre 12 e 16 de Abril serão validadas as candidaturas e no dia 19 do mês que vem serão publicadas as listas dos candidatos admitidos. Três dias depois (no dia 22 de Abril), serão divulgadas as listas de classificação dos candidatos.

Depois, entre 26 de Abil e 25 de Maio serão seleccionados os estagiários, ou seja, os serviços notificarão o candidato de que foi escolhido, ser-lhe-á apresentada uma proposta e o candidato tem de decidir se aceita ou não. Depois será publicada a lista dos estagiários seleccionados a 26 de Maio e até dia 11 de Junho terá de ser feita a comprovação documental dos requisitos da candidatura. A assinatura do contrato de estágio será feita entre 14 e 30 de Junho. O estágio propriamente dito começa no dia 1 de Julho.

«Assim, a partir de 1 de Julho e ao longo de um ano, os jovens seleccionados terão oportunidade de, em contacto com as regras, boas práticas e sentido de serviço público, valorizarem as suas qualificações e competências, mediante o desenvolvimento de experiências formativas e profissionais, nas mais diversas áreas de formação e educação», refere o Ministério.

As áreas e as vagas existentes

De acordo com os dados do comunicado, as áreas com mais vagas são Direito (1.300 estágios), Gestão e Administração (592 estágios), Economia (414 estágios), Ciências Informáticas (365 estágios), Psicologia (312 estágios), Terapia e Reabilitação (274 estágios), Tecnologia de Protecção do Ambiente (184 estágios), Trabalho Social e Orientação (176 estágios), Contabilidade e Fiscalidade (142 estágios) e Sociologia e Outros Estudos (105 estágios).

Mas existem também vagas em Arquitectura e Urbanismo, Biblioteconomia, Arquivo e Documentação, Ciências da Educação, Ciências Dentárias, Construção e Engenharia Civil, Jornalismo e Reportagem, Marketing e Publicidade, Metalurgia e Metalomecânica, Audiovisuais e Produção dos Media, Belas-Artes, Biologia e Bioquímica, Ciência Política e Cidadania, Ciências Farmacêuticas, Ciências Veterinárias, Design, Desporto, Electricidade e Energia, Electrónica e Automoção, Enfermagem, Enquadramento na Organização/Empresa, Estatística, Finanças, Banca e Seguros, Física, História e Arqueologia, Hotelaria e Restauração, Indústrias Alimentares, Línguas e Literatura Materna, Línguas e Literaturas Estrangeiras, Produção Agrícola e Animal, Protecção de Pessoas e Bens, Química, Secretariado e Trabalho Administrativo, Segurança e Higiene no Trabalho, Serviços de Apoio a Crianças e Jovens, Serviços de Saúde Pública, Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica e Turismo e Lazer. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-agencia-financeira-estagios-funcao-publica-administracao-publica-emprego/1149490-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28agenciafinanceira%29&utm_content=Google+Reader, a 23 de Março de 2010, em Agência Financeira.

Boa Sorte a Todos

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