Conheça o Primeiro Restaurante Digital…

Maio 24, 2011

Restaurante Digital... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia sobre o primeiro restaurante digital, passo a transcrever o referido artigo.

« Já chegou o primeiro restaurante digital

Abriu há 3 meses o primeiro restaurante digital na China. Neste espaço, os clientes podem consultar o menu através de uma tela instalada na própria mesa da refeição. Situado em Pequim, numa das zonas mais populares da cidade, o 99º já provou ser um sucesso.

 “É um sucesso entre crianças e adolescentes”, afirmou à agência EFE Zhang Yue, o gerente do restaurante. Através da tela, o cliente pode também ver o que foi anteriormente consumido, ver televisão ou jogar um jogo enquanto espera pela refeição.

 Para já, Zhang Yue afirma que as inovações tecnológicas vão ficar por aqui. Sobre a possibilidade de “inovar” também nos empregados, o gerente explicou: “É impossível que um estabelecimento funcione melhor com robot do que com empregados tradicionais.” »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/124983-ja-chegou-o-primeiro-restaurante-digital, a 23 de Maio de 2011, em Jornal I

RT


Restaurantes de Topo a Preços de Saldo…

Março 31, 2011

Restaurantes a Preço de Saldo... Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Hoje trago um artigo sobre restaurantes que estão a preço de saldo, passo a transcrever a referida peça jornalística.

«Aqui há restaurantes de luxo a preço de saldo

50 restaurantes aderiram à iniciativa que começa esta quinta-feira. Eleven, Panorama ou Clara Jardim cobram 20 euros por refeição

Mais de cinquenta restaurantes de luxo voltam a estar acessíveis para carteiras menos recheadas durante a Lisboa Restaurant Week, que começa na quinta-feira, para ajudar instituições a desenvolver projectos para quem mais precisa.

De quinta-feira a 9 de Abril, 53 restaurantes dos mais caros e exclusivos da capital, como o Eleven, o Panorama ou o Clara Jardim, abrem as portas a 20 euros (mais bebidas) por uma refeição completa, com o objectivo de «democratizar o acesso à restauração de qualidade», como explicou o director da organização do evento, José Borralho, citado pela Lusa.

Por cada refeição vendida, um euro reverte para duas instituições de solidariedade social: a Caritas e a Mulheres de Vermelho, organizações que foram escolhidas por uma equipa multidisciplinar.

«Desde a primeira edição do evento que já foram doados mais de 50 mil euros a instituições. A SIC Esperança foi a primeira organização a receber donativos da Lisboa Restaurant Week: com cerca de seis mil euros desenvolveram um projecto de apoio a sem-abrigo e fizeram uma horta», contou José Borralho.

Pode fazer a reserva online

Na última edição foram servidas quase 16 mil refeições pelos 48 restaurantes que aderiram à iniciativa. José Borralho espera que «pelo menos se faça o mesmo número do ano passado [que foi o melhor, mesmo com a crise]» pelo apoio que é dado às instituições, mas também «pela importância que o evento tem na restauração e na cidade».

«Calculamos que se tenha feito mais de 1,6 milhões de euros, se pensarmos que temos 50 mil refeições em quatro edições a uma média de 27 euros. O evento mexe muito no sector da restauração e mesmo na cidade: pela democratização do acesso à restauração de qualidade e pelas causas sociais», disse o organizador.

Nesta 5.ª edição do Lisboa Restaurant Week vai ser possível reservar metade dos restaurantes pela Internet: «Cerca de 50% dos espaços aderiram à reserva online. Através do portal My Table podem fazer a reserva imediata pela internet, como num voo, e escolhem a mesa, vêem a disponibilidade para aquele dia», avançou José Boralho.

O conceito Restaurant Week surgiu há 16 anos em Nova Iorque e já obteve a adesão de mais de 10 mil estabelecimentos, tendo-se estendido a várias cidades, como Londres, Amesterdão ou São Paulo. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/restaurantes-de-luxo-restaurant-week-restaurantes-comida-agencia-financeira/1243187-1730.html, a 30 de Março de 2011, em Agência Financeira

Bom Apetite!

RT


Conheça as Sugestões de Restaurantes na Cidade de Lisboa Onde Pode Levar os Mais Pequenos…

Outubro 19, 2010

Orpheu Café em Lisboa Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão, porque não levar os mais pequenos a comer fora? Li um artigo no passado dia 16 de Outubro, que versa o tema, e aborda mesmo locais para os levar a almoçar.

« Miúdos. Para quem gosta de os levar a comer fora

Gritam, berram, saem e voltam para a cadeira, mexem e remexem em tudo perante os olhares reprovadores de clientes e empregados. Já qualquer pai ou mãe se viu nesta situação. Mas podem ficar mais descansados. O i seleccionou uma série de cafés e restaurantes que são amigos dos mais pequenos (e dos pais). Muitos têm cadeirinhas, menus especiais e até brinquedos ou livros para distrair os mais novos. Agora os pais podem ir a sítios giros e modernos, acompanhados pelos seus filhos. Já não há desculpas para não cirandar por Lisboa em família e saborear o melhor da cidade

01 Magnólia Ideal para um almoço de domingo com a família. Esta cadeia tem vários espaços, mas elegemos o Magnólia do Campo Pequeno. Tem uma estante de madeira onde pode encontrar livros para todas as idades. Desde viajar com o Aladino a descobrir o Wally, os miúdos podem ficar distraídos enquanto os pais saboreiam as tostas, os crepes salgados ou os sumos naturais. Mais: se decidir sentar-se na zona Lounge, os mais pequenos serão brindados com uma folha e uma caixinha de lápis de cor. É também sugestão para quem não está acompanhado de crianças: há jornais do dia, comida rápida e saudável e vista para a Praça de Touros. Largo do Campo Pequeno, n.º 2 – Lisboa; 217 959 852

02 Orpheu Caffé As sugestões mais in não têm de ser elitistas. O Orpheu é um retro-chique totalmente aberto à presença da criançada. Mal se entra, do lado direito, saltam à vista os dois cavalinhos de madeira. Um de crina em palha e outro colorido – que faz lembrar o “pequeno pónei” – estão ao lado de um baú da avó repleto de livros empilhados. “Sabemos que é uma zona frequentada por crianças. É uma forma de os miúdos se sentirem bem”, explica Rui Sousa, o proprietário. Entre livros sobre as ruas de Lisboa, destaca-se a colecção colorida da Disney. A comida é tradicional portuguesa com um twist alternativo e os doces são da casa. Não se deixe enganar pelo papel de parede, o sofá verde de veludo ou o candelabro reluzente ao fundo da sala: está autorizado a trazer os mais pequenos. Praça do Príncipe Real, 5 A – Lisboa; 218 044 499

03 Kaffehaus Neste café, as crianças têm autorização para fazer algo que adoram: rabiscar. Se trouxer o seu filho ao Kaffehaus, é provável que lhe dêem um giz de cor para a mão. Mas não se assuste, é mesmo para dar largas à imaginação nas mesas negras. De entre doces tipicamente austríacos e petiscos com sabor a brunch, há de tudo. Até pequenas salsichas com pão e mostarda: “É um prato que as crianças costumam comer em Viena”, explica Chistoph Hubmayer, fundador do café. Rua Anchieta, 3 (Chiado); 210 956 828

04 Noobai Fica no miradouro de Santa Catarina, mais conhecido por O Adamastor. Tem uma esplanada – coberta para dias de chuva – com uma vista panorâmica sobre a cidade. No vão das escadas há um espaço reservado para crianças. Com nuvens e um avião pintados na parede, este cantinho promete diversão. O tapete é de plástico para prevenir acidentes e há desde casinhas de princesa até um quadro pregado na parede, pronto para desenhos a giz. O gerente Edgar Silva deixa a sugestão de salsichas de peru com molho diabinho para as refeições dos miúdos. Miradouro de Santa Catarina, Lisboa; 213 465 014

05 Pois, café Quando chega o frio e a chuva, nada melhor do que um lugar que tem o conforto da sua casa. Com sofás, almofadas e cadeirões, este é um café alternativo que gosta dos seus filhos. As paredes estão recheadas de fotografias e quadros e todo o espaço é percorrido por livros e até DVD. Há um cantinho especial com caixas de brinquedos, peluches e jogos amontoados. Aqui há muitas variedades de chás e refeições leves. Desfrute do ambiente calmo, aprecie a arte ou leia um livro, enquanto as crianças se divertem. Rua São João da Praça 93-95 Lisboa (Sé/ Alfama); 218 862 497

06 Café Império Reabriu há alguns anos, em grande força. Não é moderno, mas tem bons bifes e, no meio da sala de jantar, um cantinho em vidro para os pequenos mais endiabrados. Os pais podem desfrutar da refeição com os olhos postos nesta sala. Há de tudo: desde um plasma a passar o canal Panda, Legos e uma casa de faz de conta. Avenida Almirante Reis 205 A/C, Lisboa; 212 471 765

07 Nood “As crianças têm prioridade”, afirma Rita Nogueira, a teamleader do Nood. No restaurante de comida oriental destaca-se o individual dos miúdos que vem acompanhado por canetas de cores para colorir. Há ainda todo um menu especial: massas, arroz, bebidas e sobremesas. Largo Rafael Bordalo Pinheiro, nº20, Chiado, Lisboa; 213 474 141 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/83567-miudos-quem-gosta-os-levar-comer-fora, a 16 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

RT


Conheça os Detalhes da Restaurante Week Porto de 2010….

Outubro 14, 2010

Restaurante Week Porto... Fonte: http://www.ionline.pt

Trago hoje, e para os amantes da gastronomia, a possibilidade de se poder aceder a restaurantes mais dispendiosos, a preços mais reduzidos, e desta forma poder contribuir para causas mais nobres, desta feita, trata-se de um festival que vai começar precisamente hoje na cidade do Porto.

« Restaurante Week Porto regressa quinta- feira com preocupações sociais

A terceira edição do Restaurante Week Porto regressa quinta feira com a participação de cerca de três dezenas de restaurantes de “qualidade superior” que oferecem refeições a preços acessíveis, disse hoje o organizador da iniciativa.

“O objetivo é proporcionar o mesmo nível de qualidade a um preço mais baixo”, adiantou à Lusa José Borralho, salientando “o lado solidário” da iniciativa.

O menu tem o preço fixo de 20 euros, mas um euro reverterá a favor da instituição parceira “Associação Mulher Atenta” e do “Movimento Mulher de Vermelho”, da Fundação Portuguesa de Cardiologia.

Nesta edição participam 31 restaurantes do Porto, Gaia e Matosinhos, contando-se entre eles o Foz Velha, Pedro Lemos, Restaurante de Serralves, Cafeína, Salsa & Loureiro e o Artemísia, entre outros.

Além de um maior número de restaurantes participantes, esta edição prolonga-se por 15 dias (até 27 de outubro), em vez de uma semana como as anteriores.

“Decidimos estender por mais dias para permitir uma maior adesão dos portuenses e assim aumentar também a contribuição a doar às duas instituições. Nas últimas edições angariou-se entre cinco a seis mil euros”, disse José Borralho.

A essência da iniciativa é possibilitar o acesso democrático à restauração, oferecendo a todos gastronomia de qualidade sob um preço convidativo, tornando acessíveis restaurantes muitas vezes inacessíveis.

Nesta edição, além da instituição parceira, será beneficiado o movimento “Mulheres de Vermelho”, criado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia com o objetivo de consciencializar e alertar a população feminina para a importância da prevenção das doenças cardíacas.

Em declarações à Lusa, a ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima, que integra o movimento, congratulou-se por as “Mulheres de Vermelho” terem sido escolhidas como instituição a apoiar pela iniciativa Restaurante Week, não só pela possibilidade de angariar fundos para o desenvolvimento de nova campanhas, mas também porque permite uma divulgação do projeto, já que atinge “um leque alargado de público”.

Além disso, sustentou, “tem a vantagem de ser um evento relacionado com alimentação. Um dos nossos objetivos é precisamente chamar a atenção para a necessidade de uma alimentação saudável e, aqui, as mulheres têm um papel importante, porque acabam por condicionar a dieta quotidiana da família”, disse.

Segundo afirmou, as mulheres tornaram-se, nos últimos anos, um importante alvo das doenças cardiovasculares devido ao seu estilo de vida menos saudável e mais desgastante.

“Atualmente, somos o país da Europa onde as mulheres mais trabalham fora e dentro de casa”, sublinhou.

Metade da verba angariada será entregue à “Associação Mulher Atenta” que, tal como nas edições anteriores, a entregará, posteriormente, a um projeto social que considere relevante e a necessitar de apoio financeiro.

O primeiro Restaurant Week surgiu em 1992 em Nova York, e desde então grandes capitais como Boston, Londres, Amesterdão e São Paulo aderiram ao conceito, contando até hoje com a adesão de mais de 10.000 restaurantes. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/82901-restaurante-week-porto-regressa-quinta–feira-com-preocupacoes-sociais, a 13 de Outubro de 2010, em Jornal I

Boas Degustações!

RT


Conheça Grandes Preciosidades da Cidade de Vila Nova de Gaia…

Outubro 10, 2010

Preciosidades de Vila Nova de Gaia... Fonte: http://www.olhares.aeiou.pt

Hoje trago em vez da receita dominical, sugestão de alguns locais que se podem visitar na  cidade de Vila Nova de Gaia, mais propriamente, mesmo juntinho ao Rio Douro.

« Na margem esquerda do Douro não há só caves de Vinho do Porto

Está lá a Calém, a Ferreira ou a Sandeman, mas na zona ribeirinha de Gaia também estão alguns dos melhores restaurantes e bares da região

É o produto mais famoso do país além-fronteiras e a Região Demarcada mais antiga do mundo. Falamos, obviamente, do Vinho do Porto. Visitar as caves na margem esquerda do Douro, em Vila Nova de Gaia, é às vezes como entrar numa máquina do tempo. Os barris ali continuam perfeitamente alinhados, desenhados para o correcto envelhecimento do néctar, com as teias de aranha, como canta Rui Reininho na “Pronúncia do Norte”, a vidrarem na janela. A modernidade também já chegou a estes espaços. Festas, almoços, jantares ou reuniões, são alguns dos eventos que as caves podem albergar, a par, claro está, da degustação de variados vinhos do Porto. Mas nem só de vinho vive a zona ribeirinha de Gaia. Por entre uma visita às caves (seja a Calém, a Ferreira, a Sandeman, a Taylor”s ou a Offley), há muito por onde se entreter. E comer.

Restaurante Moscovo Logo depois de passar o tabuleiro inferior da Ponte Luiz I e se começar a descer para a zona ribeirinha de Gaia, está o Restaurante Moscovo com uma decoração temática, a que se juntam vários apontamentos sobre a história dos czares e a antiga União Soviética. O Salmão à Vladivostok é uma das especialidades, numa casa onde não podia faltar, claro está, o vodka. Só fecha à segunda-feira.

A Cozinha do D.Tonho Para muita gente este é um dos mais emblemáticos restaurantes do Porto. Para muitos outros é o restaurante do Rui Veloso. De facto, o músico portuense é um dos sócios desta casa. Aliás, se for ao site é recebido pela música “Porto Sentido”. Mas o D. Tonho também cruzou o rio e instalou-se mesmo em cima do Douro, na margem esquerda. Todo envidraçado, permite uma vista deslumbrante sobre a cidade do Porto, mantendo o mesmo requinte no serviço. Depois de uma caminhada pelas caves, pode optar por umas Tripas à Moda do Porto ou um Bacalhau à Zé do Pipo para recuperar energia.

Corpus Christi Se boa parte da história do Vinho do Porto lhe pode ser contada pelas milhares de barricas das caves, outra parte da história da zona ribeirinha de Gaia é revelada pelo convento Corpus Christi. Após anos de abandono, a autarquia reabilitou o espaço e devolveu-o à cidade. Fundado em 1345, foi decaindo quase até à decrepitude. Agora, é possível ver as peças de arte sacra de grande valor ou o extraordinário coro-alto da capela. A título de curiosidade refira-se que está no Corpus Christi a arca tumular de Álvaro de Cernache, alferes da bandeira da Ala dos Namorados, na Batalha de Aljubarrota.

Teleférico Pode parecer estranho que apareça neste roteiro uma obra que ainda não está finalizada. O teleférico de Gaia só começa a rolar em meados do próximo mês de Novembro, mas já é possível admirar a estação na zona ribeirinha, com as cabines que irão transportar os clientes todas alinhadas. É a primeira infra-estrutura do género em ambiente urbano e vai ligar o Jardim do Morro ao Cais de Gaia. Quando estiver a funcionar a sério, vai permitir uma vista única sobre o Porto e sobre as caves do Vinho do Porto.

Cais de Gaia No fim do seu périplo por barricas e cálices de Porto, pode terminar a sua visita no Cais de Gaia. O que tem lá à sua disposição? O Bogani Café, o Irish Pub, a República da Cerveja, o Real Thai, o Pedra Alta, uma pequena loja de vinhos do Porto, artesanato, enfim, o final ideal para a viagem que lhe propomos. Para todas as carteiras – pormenor importante em tempos de austeridade. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/82223-na-margem-esquerda-do-douro-nao-ha-so-caves-vinho-do-porto, a 8 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

RT


O Melhor Restaurante do Mundo…É na Dinamarca…Veja Aqui os Detalhes…

Maio 24, 2010

O melhor Restaurante do Mundo Está na Dinamarca... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e no seguimento do dia de ontem, trago uma reportagem que saiu à algum tempo num diário da nossa praça, no entanto, não vou comentar a mesma, vou me limitar a transcrever a mesma.

« Quer comer no melhor restaurante do mundo? Tem de ir à Dinamarca

O melhor restaurante do mundo é, de acordo com a revista britânicaNoma situado em Copenhaga, na Dinamarca. Na lista dos melhores restaurantes do mundo, o El Buli do chefe espanhol Ferran Adrià, que foi durante cinco anos consecutivos eleito como o local onde servem os melhores pratos, foi este ano ultrapassado pelo Noma.
O júri que avalia os melhores restaurantes da revista “Restaurant” é composto por 800 elementos. Nesta lista, Espanha é o país mais bem representado, com quatro restaurantes no top 10.
Os dez melhores restaurantes do mundo são, então:
“Restaurant”, o 1. Noma, em Copenhaga, Dinamarca;
2.
El Buli, em Roses, Espanha;
3
. The Fat Duck, em Bray, no Reino Unido;
4. El Celler de Can Roca, em Girona Espanha;
5.
Mugaritz, em Errenteria Gipuzkoa, Espanha;
6.
Osteria Francescana, em Modena, Itália;
7.
Alinea, em Chicago, nos EUA;
8.
Daniel, em New York, nos EUA;
9.
Arzak, em San Sebastián, Espanha
10.  Per Se, em New York nos EUA. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/57651-quer-comer-no-melhor-restaurante-do-mundo-tem-ir–dinamarca, a 29 de Abril de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

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Grande Hotel do Porto…Transforma-se Num Restaurante Com Nome de D Pedro II…Veja Aqui os Detalhes…

Maio 23, 2010

Conheça o Restaurante D Pedro II na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago como sugestão gastronómica, trago um artigo que saiu a semana passada num diário da nossa praça, trata-se de um espaço renovado, na cidade do Porto, passo a transcrever a referida reportagem, mas não vou comentar a mesma.

« D. Pedro II. À mesa do imperiador

O Grande Hotel do Porto está renovado. A revolução começou na cozinha (o restaurante agora chama-se D. Pedro II) e custou 1,5 milhões de euros

O hotel mais antigo do Porto já se pode mostrar ao público de cara lavada. Depois de sofrer obras totais de remodelação, o Grande Hotel do Porto está pronto para receber hóspedes e para ser visitado por quem passa na Rua de Santa Catarina.

Situado em pleno coração da cidade, este hotel de charme foi construído em 1880 e, poucos anos depois passou para as mãos da família Melo Lopes, onde se mantém até hoje. Não faz parte de nenhuma cadeia de hotéis nem tão pouco pertence a um forte grupo económico, mas nem por isso deixa de estar de boa saúde e com boas cores.

Fernando Marques de Oliveira foi o arquitecto responsável pela remodelação das áreas públicas e o gabinete de arquitectos Roberto Cremascoli, Edson Okumura e Marta Rodrigues, tiveram a cargo os quartos. O estilo clássico mantém-se, reinventado aqui e ali com pormenores contemporâneos.

O restaurante mudou de nome e passou de Renascença a D. Pedro II, em homenagem ao Imperador do Brasil que por lá passou. O preço médio de uma refeição ronda os 25 euros, e o chefe Joaquim Sousa promete surpreender o visitante com a sua criatividade. Filetes de sardinha marinada com cama de alho francês em pão da avó, tempura de queijo de cabra com chutney de figo e salada de maçã, bife de espadarte com redução de cebola roxa e batatinha torneada, ou naco de vitela lacada com pistáchio salteado de tronchuda e caramelo de vinho do Porto, foram alguns dos pratos que nos deixaram com água na boca.

O preço da estadia é variável, mas conseguimos dizer que a média rondará os 125 euros. Marta Henriques, directora do hotel, diz que o melhor é mesmo pegar no telefone e ligar. “Os preços podem baixar para metade se, por exemplo, o hotel não estiver cheio.”

As obras de remodelação, orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros, começaram em 2007 e foram feitas por fases. “Nunca encerramos o hotel, apenas partes dele”, explicou a directora ao i. Na verdade, o Grande Hotel esteve sempre com as portas abertas e as obras foram feitas por pisos. “Foi difícil, mas seria pior se tivéssemos fechado”, admite Marta Henriques.

Até agora as críticas dos clientes habituais têm sido muito boas, mas há que salvaguardar sensibilidades mais apertadas. É que, muito embora o hotel seja em estilo clássico, a decoração dos quartos é mais minimalista e despojada, ornamento que não agrada a todos. “O nosso 1º piso é o piso clássico, pois lá os quartos têm uma decoração diferente, mais clássica e mais ao gostos de certos clientes que se sentiam chocados com tanta modernidade.” É também nesse piso que ficam as duas únicas suites do hotel: Manoel de Oliveira e Guilhermina Suggia. Dois nomes grandes da cultura nacional e portuense, e cujas vidas se cruzaram com o Grande Hotel. O realizador rodou lá dois filmes, e a violoncelista conheceu o marido entre as quatro paredes do hotel. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60935-d-pedro-ii–mesa-do-imperiador, a 21 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

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