Conheça a Cervejaria da Esquina em Lisboa….

Cervejaria da Esquina... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia sobre uma cervejaria, desta feita a denominada cervejaria da esquina…

« Cervejaria da Esquina. Não é a sua cervejaria habitual

O chefe Vítor Sobral contra-ataca com uma cervejaria moderna em Lisboa que pisca o olho à tradição e fecha os olhos aos lugares-comuns

 “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade”, ouvia-se ainda esta segunda-feira na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Há, no entanto, centenas de velhos noutra zona da cidade, o Restelo, a exigir “um Salazar a cada esquina”. Já o chefe Vítor Sobral defende um bom restaurante em cada esquina e tem lutado para isso no bairro de Campo de Ourique. Depois da Tasca da Esquina, onde as ruas Domingos Sequeira e do Patrocínio se cruzam, é a vez da Cervejaria da Esquino número 58 da Rua Correia Telles (antiga morada do Café Bonina).

A ideia é pegar no conceito tradicional de cervejaria (as sapateiras a olhar para nós nos aquários, a cerveja a fazer olhinhos ali no balcão) e elevá-lo ao quadrado. Talvez seja demasiado snob chamar-lhe “cervejaria sofisticada” mas há grandes diferenças entre a casa do chefe Vítor Sobral e as suas congéneres da Avenida Almirante Reis. Diferença n.º1: a Cervejaria da Esquina não está na Almirante Reis mas no tranquilo bairro de Campo de Ourique, o melhor sítio para habitar em Lisboa segundo os habitantes de Campo de Ourique, cidadãos habituados a jogar Tetris com o carro de cada vez que querem estacionar. Diferença n.º2: não há uma televisão sintonizada na Sport TV nem toalhas de papel para jogar ao galo enquanto não chegam as lambujinhas. Diferença n.º 3: não há lambujinhas.

Hoje há conquilhas, amanhã também

E para além disso: berbigão lingueirão e ameijoa vendidos à dose – ostras a 2,60€ cada. Mais: búzios, canilhas, burriés, percebes, lagostim, camarão, lavagante, lagosta, sapateira, santola e navalheira, todos eles com preços a variar consoante o peso.

Tudo isto, a par com o pão torrado com manteiga e outros mimos de cervejaria, são clássicos intemporais que remontam à bela arte de encontrar pretextos para beber cerveja – o que nos leva ao velho dilema de casualidade: o que veio primeiro, o petisco ou a cerveja?

Há os clássicos, é claro: creme de camarão, arroz de mariscos, cataplanas e bifes – este últimos suculentos, altos, de encher o olho. Outra das novidades (diferença n.º 4) é a cozinha de autor, acepipes vários trabalhados pelo próprio chefe Vítor Sobral. Quem se quiser submeter aos gostos e destreza manual do próprio só tem de escolher a a opção “nas mãos do chefe” e avisar de quaisquer incompatibilidades dietéticas. O menu é “feito na hora e raramente se repete”, conta o chefe, “escolhido a partir dos produtos dos melhores e mais frescos produtos do dia”.

O par para este tango, a cerveja, vem servida em copos baixos. A “esquininha”, bebida da casa, não é mais do que uma versão sofisticada da injustamente esquecida “lambreta” copo menor (em tamanho) com uma estranho apego à vida – a esquininha, tal como a lambreta, demora mais tempo a morrer.

Os tachos não são para enfeitar, é lá que são cozinhados os pratos de caril e as açordas, receita muito popular na tal Grândola, vila morena, terra onde em cada esquina há um amigo.

Cervejaria da Esquina, Rua Correia Teles, n.º56, Campo de Ourique, Lisboa. Terça a Domingo, das 9h30 às 15h30; das 19h39 às 23h30. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/119393-cervejaria-da-esquina-nao-e-sua-cervejaria-habitual, a 27 de Abril de 2011, em Jornal I

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Conheça a ARCO a Feira de Arte Com Mais Notoriedade de Espanha…

Arco...A Mais Conhecida Feira de Arte de Espanha... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que visa sobre a maior feira de arte de Espanha a «ARCO», passo a transcrever o referido artigo.

« ARCO. Tudo pode ser arte na feira mais famosa de Espanha

Até um quadro de miúdos pode valer 15 mil euros. Começa hoje, em Madrid, a ARCO e os galeristas portugueses explicam porque é importante participar

Há quatro anos, a jornalista espanhola Fanny Estévez entrou na ARCO, a feira de arte contemporânea de Madrid, com um quadro escondido na mala. De manhã, um grupo de doze miúdos de um infantário tinha lançado as pequenas mãos cheias de tinta à mesma tela. O objectivo da reportagem do programa “El Buscador”, do canal Telecinco, era mostrar que “qualquer coisa pode passar por arte na feira mais prestigiada de Espanha”. Até mesmo um quadro esborratado por miúdos de 2 e 3 anos.

“Nota-se que é um quadro feito por um homem com uma carga erótica muito grande, mas também reprimida”, disse um dos visitantes, enquanto analisava a pintura. Pouco tempo antes, a jornalista tinha pendurado o quadro num canto recatado da feira e conseguira arrancar algumas opiniões do público. Uma rapariga distinguia uma “paisagem vegetal” na tela, enquanto um homem acreditava que reflectia “um desespero por um caminho novo”. Nas reacções que podem ser vistas no YouTube (uma pesquisa por “El Buscador en ARCO” basta) chega a ver-se uma mulher que considera 15 mil euros “um preço barato” para o quadro.

Este ano, a feira de arte contemporânea comemora a sua trigésima edição e os visitantes podem continuar a filosofar sobre as obras de arte de 190 galerias internacionais. Por exemplo, o trabalho “Pão com Pão” (fotografia aqui em cima), do cubano Wilfredo Prieto, poderá suscitar a seguinte dúvida: trata-se mesmo de uma obra ou do lanche de alguém esquecido na prateleira?

Conselhos

“Para comprar arte é essencial gostar da peça, mas primeiro recolher informações sobre o currículo do artista”, aconselha Vera Cortês, dona de uma das doze galerias portuguesas presentes na ARCO 2011. A peça mais valiosa que levou para a feira foi um vídeo da dupla inglesa John Wood & Paul Harrison. “O preço são os artistas que decidem, não é inflacionado pela feira”, garante a galerista. Entre as peças do seu stand está um conjunto de 500 fotocópias da artista Joana Bastos onde se pode ler “Sorry, had to go to work”. O Preço? 250 euros.

Porquê ir

“É sempre importante participar na ARCO”, diz Cristina Guerra, dona da galeria homónima em Lisboa. “É a feira mais importante da Península Ibérica. A de Lisboa [a Arte Lisboa] praticamente não existe.” Para a galerista, compensa sempre participar: “Os transportes são mais baratos, as vendas correm bem e fazem-se bons contactos com coleccionadores, curadores e directores de museus.”

A feira em Madrid abre as portas hoje, mas só para convidados VIP, os primeiros a fechar negócio com as galerias. A partir de sexta e até domingo transforma-se numa gigante exposição de arte contemporânea, aberta a quem quiser pagar 32 euros por dia.

Se não quiser pagar nem ir a Madrid há outra hipótese: os utilizadores do iPhone e iPad podem descarregar no iTunes uma aplicação gratuita que lhes permite conhecer as obras virtualmente.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/104933-arco-tudo-pode-ser-arte-na-feira-mais-famosa-espanha, a 16 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Mais uma de Barcelona…

Mais uma de Barcelona... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago mais uma notícia relacionada com Barcelona, passo a partilhar a mesma com vocês.

« Barcelona Toy Travel. A agência de viagens para peluches

Por 70 euros pode mandar o seu boneco passear pelas atracções turísticas de Barcelona. Lisboa pode ser o próximo destino

No filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, Amélie decide roubar o gnomo de barro do jardim do seu pai e dá-lo a uma amiga hospedeira que o leva a passear. A partir daí, o pai começa a receber pelo correio fotografias do gnomo viajante nos quatro cantos do mundo. Inspirado por esta cena, Daniel Bacho, de 26 anos, lembrou-se de criar uma agência de viagens só para bonecos de peluche. “Queria fazer uma coisa parecida com a cena do filme e no início nem pensei que isto se tornasse um negócio”, conta ao i o checo de 26 anos que se mudou para Barcelona para estudar espanhol.

Desde que a Barcelona Toy Travel começou a funcionar, em Novembro do ano passado, mais de 20 bonecos já passearam pelas atracções turísticas da cidade catalã. Das Ramblas à Sagrada Família, sem esquecer o estádio Camp Nou, os peluches têm direito a passar uma semana de férias em Barcelona. Os donos vão recebendo notícias em casa através do e-mail e do Facebook e no final da viagem recebem o seu boneco de volta e um álbum de fotografias. “As pessoas inscrevem-se no nosso site, escolhem o tipo de viagem que querem e enviam-nos o peluche pelo correio.” Os preços começam nos 70 euros (com 6 dias de passeio pelo centro histórico, um CD com 20 fotografias e uma recordação da cidade) e os 100 euros (que incluem uma visita às casas de Gaudí ou ao estádio do Barça, dependendo dos interesses do boneco). Por 90 euros, os amigos de pelúcia podem também provar tapas e conhecer outros bonecos num piquenique na praia.

“Mandamos sempre notícias por e-mail, para as pessoas saberem que ele ou ela está bem”, diz Daniel. A maior parte dos clientes ou são jovens entre os 25 e os 30 anos ou pais interessados em surpreender os filhos. “Ainda não tivemos nenhum peluche português, mas já recebemos alguns vindos do Japão.”

A agência para bonecos que Daniel criou com a namorada já vem mencionada no site da Lonely Planet e pensa expandir as suas viagens para Portugal. “Se tudo correr bem vamos até Lisboa e ao Porto, que também são bons destinos turísticos.” Tal como as agências para humanos, a de peluches tem uma promoção especial para o Dia dos Namorados: aceita casais e tem visitas aos sítios mais românticos de Barcelona. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/103204-barcelona-toy-travel-agencia-viagens-peluches, a 08 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

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Que Nome Devemos Dar à Primeira Década Após o Ano 2000…

Os Oculos de 2007... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago uma notícia que li num diário da nossa praça, e que a mesma versa sobre a possibilidade de baptizar a primeira década do ano 2000, passo a transcrever a referida reportagem.

«É possível baptizar a primeira década do século XXI?

Com algo melhor que “a primeira década do século XXI”? O caminho para uma boa definição é longo e tortuoso

A dúvida surgiu várias vezes, mas intensificou-se em 2010. Como é possível que a primeira década do século XXI ainda não tenha nome? Como descrever os dez anos que passaram com a simplicidade de dez letras e dois números como na frase “foi nos anos 90”? Uma consulta à revisora de serviço no jornal não resolveu estas inquietações. “Essas décadas são muito más, ninguém fala delas. Se tiver mesmo que ser, chama-lhe simplesmente Maria.” Mas Maria já é nome de bolacha.

As incertezas sobre o baptismo da década não são de agora. Em 1981 um jornalista do “The New York Times” antecipou-se à ansiedade pós-milenar e inaugurou a discussão. Propôs uma solução rápida, monossilábica e indolor: “Os anos oh.” O nome remete para os dois algarismos dominantes nas primeiras datas do século XXI, mas também são uma onomatopeia inofensiva. Em português podíamos chamar-lhes os anos “ó”, mas não é coisa para pegar.

“Anos zero” parece apropriado, mas resultará? “Isso não me diz nada”, adianta D”Silvas Filho, membro do Conselho Científico da Sociedade da Língua Portuguesa. “Como estamos habituados a que a nossa língua seja analítica, um título com a explicação pormenorizada nunca escandaliza”, prossegue, sugerindo: “Preferiria chamar-lhe ”década inicial do século XXI”.” Ganha-se em clareza, perde-se em poder de síntese.

Os países de língua inglesa prosseguiram a sua interpretação mais criativa. A colunista da revista “The Atlantic”, Barbara Walraff, sugeriu em 1996 a expressão “double-ohs”; e no final da década de 90 (cá está, tão fácil) um empresário norte-americano registou a marca “naughty–aughties”, numa tentativa de fazer dinheiro ao juntar a denominação da primeira década do século XX, os “aughties”, e a pornografia. Não resultou.

“Noughties”, derivado de “nought”, palavra que significa “zero”, foi adoptado pela BBC, mas há outras alternativas. “Aughties”, “aughts”, “oughties” são das mais populares. Sem consenso.

Na língua portuguesa podemos procurar o nome dado à primeira década do século XX, mas em 1910 ninguém se preocupava com isso. Em retrospectiva, D” Silvas Filho sugere: “Década do prelúdio republicano do século XX.”

O assunto é complexo e começa logo na definição de década. Para deixar claro: uma década começa quando o último dígito da data é 1 – porque o calendário gregoriano não arranca no zero, mas sim no primeiro algarismo.

Já tivemos tempo para pensar no assunto e tempo para resolver o problema através de uma perspectiva histórica: se não sabemos que nome dar à década, vamos encontrar uma definição naquilo que se passou ao longo desses dez anos. Houve os “loucos anos 20” e os “swingin” sixties”. E a década passada? “Talvez adoptasse: ”Década crítica inicial do século XXI”, sem vírgulas, dando a ideia de que outras estarão para vir”, resume o especialista em língua portuguesa. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/96727-e-possivel-baptizar-primeira-decada-do-seculo-xxi, a 05 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Aceitam-se Dicas!!

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Portugal Vai Originar Cortes de Internet Aos Piratas Informáticos…Quais as Vantagens e Desvantagens…

Hoje trago, um tema que vai gerar muita polémica, e que na minha óptica vai originar problemas de liberdades, direitos e garantias dos utilizadores da internet, e vai levantar problemas que desde o 25 de Abril de 1974 não eram notados, como a espionagem, e a perseguição de pessoas. Vão colocar em causa as empresas que Internet, e vai originar desemprego, pois muitas delas vão ter que mandar os clientes embora, e como tal, vão ter prejuízos e vão ter que despedir pessoas, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um breve comentário:

«Pirataria na internet: Portugal vai poder cortar acesso a quem for apanhado a piratear

A União Europeia vai aprovar directiva, mas impõe restrições ao corte, que só pode ser feito após um processo “justo e imparcial”

A votação está marcada para o final de Novembro e deverá fazer aprovar uma das leis mais polémicas da era digital: os países europeus vão poder cortar o acesso à internet a quem for apanhado a piratear. Se tudo correr como previsto, o novo enquadramento europeu para as comunicações electrónicas – telecoms package – estará pronto ainda este ano e terá de ser transposto para a legislação dos 27 estados-membros. Isto, obviamente, inclui Portugal.

Embora o executivo de José Sócrates tenha alguma margem de manobra na transposição da directiva, o facto é que a interrupção do acesso a quem for considerado culpado de partilha ilegal de ficheiros passará a ser possível. E isso faz antever a eclosão de uma guerra entre os fornecedores de internet, os detentores de direitos e os próprios consumidores portugueses. Até agora nenhuma empresa de internet quis pronunciar–se sobre esta medida, sendo já conhecido o apoio de organismos como o MAPiNET – Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet, bem como as críticas dos defensores dos direitos dos consumidores.

No entanto, o acordo histórico conseguido na quarta-feira à noite no Parlamento Europeu impõe várias limitações a este procedimento. É que o pacote legislativo já tinha sido aprovado em Maio, mas um diferendo entre o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros obrigou à suspensão da aprovação. Em causa estava uma emenda segundo a qual o corte só poderia ser feito com autorização judicial, algo com que o Conselho não concordava.

Após uma noite intensa de conciliação, ambas as partes acabaram por ceder e foi decidido que o corte ou a restrição só poderão ser feitos se forem “apropriados, proporcionais e necessários no quadro de uma sociedade democrática”, com “respeito pelo princípio da presunção de inocência e do direito à privacidade” e ainda como “resultado de um processo prévio justo e imparcial”, que garanta “o direito do consumidor a ser ouvido” e a uma “revisão judicial” em tempo útil. É este o texto que será votado entre 23 e 26 de Novembro.

No entanto, não ficou claro que forma terá o “processo justo e imparcial” a que Parlamento e Conselho se referem. Certo é que esta directiva irá chocar com as leis já aprovadas em França e no Reino Unido.

“Não me choca que haja um juiz a decretar o corte. O que me choca é que se tenha de esperar não sei quantos meses para a sua concretização”, afirma ao i Manuel Cerqueira, presidente da Associação Portuguesa de Software (Assoft), um dos principais defensores da criação de um tribunal específico para as questões da pirataria informática. O responsável frisa que uma ordem de corte de acesso à internet “deve ter a mesma acção que uma providência cautelar”. Ou seja, efeito imediato.

Todavia, só quando a directiva for transposta para a legislação portuguesa se perceberá a que órgão vai caber o papel de fiscalizar estes pedidos de interrupção de serviços de acesso à internet. Ao i, a Autoridade Nacional de Comunicações – Anacom, explicou que a decisão cabe ao governo e que não tem necessariamente de recair sobre um organismo específico.

Além disso, o pacote legislativo é muito mais abrangente que esta questão. Vai criar, por exemplo, um novo organismo europeu denominado BEREC para melhorar a cooperação entre os reguladores de telecomunicações dentro da União Europeia. Também inclui uma directiva de reforço dos direitos dos consumidores – que, entre outros, vai exigir consentimento prévio para que os sites instalem cookies nos computadores – e permitir a transferência do número de telemóvel de uma operadora para outra em apenas um dia útil.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31518-pirataria-na-internet-portugal-vai-poder-cortar-acesso-quem-for-apanhado-piratear, a 06 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Na passada sexta feira, saiu a notícia acima transcrita, uma lei que vem colocar em causa, valores tão importantes, e conquistados a 25 de Abril de 1974, onde as pessoas, ganham a liberdade, e se termina com a repressão, e ter uma polícia, como era a PIDE.

Pois bem, eu não sou o denominado pirata, não tenho hábito de retirar coisas da internet, no entanto, penso que devem atirar a primeira pedra, quem nunca descarregou nada de ilegal da Internet…penso que ninguém, utilizador da internet a nível médio, deve conseguir atirar a primeira pedra.

Outra questão, que se levanta, é a definição de pirataria, pois a mesma, não se encontra bem definida, pois pirataria para muitos e retirar conteúdos como filmes, jogos, software, álbuns, e com estes conteúdos, fazer dinheiro, ou seja, vender, e para outros é simplesmente, retirar esses mesmos conteúdos, mas para uso próprio. Pessoalmente, penso que a primeira, é a verdadeira pirataria, pois antigamente, os barcos de piratas, saqueavam para depois fazer dinheiro com tal.

Convenhamos, que os downloads, foram o motor de busca, para a mumificação da internet, e a constante aumento das velocidades oferecidas pelos ISP, bem como, em muitos casos à abolição dos limites de tráfego.

Penso que muito do que fazem downloads, para seu uso próprio, ou seja, não usam para venda, ou para enriquecimento próprio, devem se poder «defender», como sendo para seu uso, e que estão incluídos no preço do serviço de internet.

A lei a ser aprovada, na minha óptica, vai dar origem a diversos problemas, os cidadãos vão ter a sensação de estarem a ser espiados constantemente, o que torna um país um pouco retrogado, e que parece estamos em meados do século passado; outro dos problemas, é que os ISP, vão perder clientes, e vão ter uma concorrência entre si, um pouco injusta, senão reparemos, um ISP tem que desligar um serviço a um cliente, no entanto, esse cliente ao ser deparado com uma empresa, a quem contrata um serviço, e a mesma, não o quer prestar, é forçado a mudar para outro ISP, que responda às suas necessidades, desejos e motivações e que lhe preste um serviço, com qualidade e sem interrupções. Perante esta situação, eu não queria estar no papel de ISP, pois é muito chato, ter que cortar o serviço, a quem me paga, ou seja, a quem me sustenta, digo mesmo, que é ridículo, só comparável, como ir a um hipermercado, mas os mesmos não me venderem nada, pois não podem… Levanta-se a questão, quem vai indemnizar os ISP, por serem forçados a perder clientes? E já agora, com que verbas? Devem ser as verbas dos impostos, como sempre.

Na minha opinião, e mais uma vez ressalvo, não utilizo a internet para esse tipo de situações, mas penso que, quem o faz para seu uso privado, não deve ser prejudicado, pois ao fim ao cabo, pagou a mensalidade do serviço para o fazer, e em muitos locais, não tem nenhum aviso, ou indicação, que o que vai efectuar em alguns países é ilegal; no entanto, vai gerar conflitos entre clientes, ISP’s, autoridades…etc, exemplo disso, foi os conflitos originados em alguns países europeus.

Uma solução para isto, era por exemplo, os ISP, criaram um serviço, onde o cliente pagaria uma mensalidade de por exemplo, 10€ ou 15€, e que poderia ter acesso a conteúdos para poder descarregar de uma forma legal, e o ISP, poder até mesmo conseguir entrar em acordo com o autor, e pagar os direitos, penso que ganharia o autor, o ISP, e o cliente, além de todos, terem a noção que quem hoje não está no mundo da internet, está deslocado da realidade.

Trata-se de uma questão polémica, a qual não vou tomar nenhum partido, não costumo usar a internet para isso, alias, ainda sou dos que tem em casa, um acesso à internet muito baixo e com limites baixos, apesar de me tentarem fazer mudar para acesso de preço superior, mas com velocidades superiores, a minha resposta é a mesma, para consultas normais de sites, e-mail, chega perfeitamente, logo, não estou interessado.

Deixo a Questão: Que pensa desta lei que pode desligar a internet, a quem efectuar downloads de forma ilegal da internet?

Tenho Dito

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Natalidade Outra Vez Em Discussão…Sempre As Mesmas Soluções Que Não Nada Solucionam…

O Eterno Problema da Baixa Natalidade... Fonte: http://www.brunorod.blogspot.com

Hoje trago um artigo que versa mais uma vez sobre a natalidade, e as consequências que a actividade económica têm sobre os casais passíveis de terem filhos, originando, desta forma, baixas natalidade, por desrespeito pelas gerações passíveis de procriação, passo a transcrever o referido artigo.

« Casais com filhos são cada vez menos e tem aumentado número de famílias monoparentais

A composição das famílias parece estar a mudar: os casais com filhos são cada vez menos e há mais crianças a viver apenas com um dos pais, seguindo uma tendência europeia, segundo dados da Pordata que hoje lança o serviço estatístico para a Europa.

Relativamente à população, os dados da Pordata mostram que os agregados familiares europeus e nacionais mudaram entre 2005 e 2008, tendo aumentado o número de adultos que vive sozinho sem crianças, as famílias monoparentais e as famílias sem filhos, ao mesmo tempo que diminuiu o número de casais com filhos.

De acordo com os dados disponíveis, em 2005 os agregados domésticos sem crianças ao nível da União Europeia a 27 ultrapassava os 127 milhões, enquanto em 2008 andava pelos 135 milhões. Tendência que também se regista em Portugal, onde em 2005 havia 2.224.100 agregados domésticos sem crianças, número que aumenta para os 2.357.400 em 2008.

Já no que diz respeito às famílias monoparentais, o número também tem vindo a aumentar nestes anos, tendo-se registado na UE27 um crescimento de 5,45 por cento entre 2005 e 2008, o equivalente a 419.900 adultos a viverem sozinhos com uma ou mais crianças. Em Portugal, no mesmo período, o aumento foi de 2,6 por cento, tendo o número de famílias monoparentais crescido de 102.600 em 2005 para 115.500 em 2008.

Dentro dos adultos que vivem sozinhos com crianças, são as mulheres que lideram tanto em Portugal como na UE27 e do total de famílias monoparentais registadas em 2008 no total dos 27 Estados membros 88,5 por cento são mulheres, contra 11,5 por cento de homens. Também em Portugal, a tendência é a mesma, tendo-se registado em 2008 90,4 por cento de mulheres sozinhas com filhos contra 9,6 por cento de homens.

No que diz respeito aos casais com filhos, os dados da Pordata revelam que a UE27 passou de 21,9 por cento em 2005 para 21,2 em 2008, tendência que Portugal seguiu diminuindo de 27,3 por cento em 2005 para 25,8 por cento em 2008. Os dados da Pordata mostram que a dimensão média dos agregados domésticos privados também se tem alterado com o valor da UE27 em 2005 a passar de 2,5 para 2,4 em 2008. Em Portugal, a dimensão média oscilou de 2,8 em 2005 para 2,7 em 2008.

A Pordata é uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos que vai lançar hoje em Lisboa uma base de dados estatísticos da Europa, uma cerimónia que contará com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. »

In: http://www.publico.pt/Sociedade/casais-com-filhos-sao-cada-vez-menos-e-tem-aumentado-numero-de-familias-monoparentais_1464104?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+Reader, a 03 de Novembro de 2010, em Jornal Publico

Um artigo para pensar…

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Conheça As Pousadas de Portugal Onde Pode Dar Uma Escapadinha…

Pousadas de Portugal... Fonte: http://www.ionline.pt

Amanhã é o primeiro dia de um fim-de-semana prolongado, na semana que amanha também termina, li num diário da nossa praça sugestões para um fim-de-semana prolongado, passo a transcrever a referida reportagem.

« Pousadas de Portugal: vai uma escapadinha?

Vem aí um fim-de-semana prolongado. Aproveite as promoções e fuja da civilização. Passe três noites no melhor do país

Palmela

Histórica

Fica no alto da colina, com vista panorâmica para Setúbal e Tróia. A pousada foi construída no interior do castelo de Palmela e integra os claustros do antigo convento. Para além dos bons vinhos, pode sempre aproveitar para passear na Serra da Arrábida.

Preço desde 114€
Contactos 212 351 226
Castelo de Palmela

Ourém, Fátima

Histórica

Aqui vai sentir-se uma espécie de cavaleiro, já que esta pousada foi construída no meio de um conjunto de casas medievais. Para além disso, pode desfrutar de uma vista para o Vale da Ribeira do Rio Seiça. Se for religioso, pode aproveitar para acender uma vela no santuário de Fátima.

Preço desde 111€
Contactos 249 540 930
Largo João Manso – Castelos

Marvão

Charme

De um lado há a vila medieval, de ruelas estreitas e casas de pedra. Do outro, uma vista para a paisagem montanhosa do norte alentejano. Se for corajoso, até pode experimentar um passeio de asa delta. Caso prefira os pés assentes no chão, também se arranja.

Preço desde 90€
Contactos 245 993 201
Santa Maria de Marvão

Crato

Histórica design

A pousada é moderna mas está inserida no antigo Convento Sede do Prior do Crato. E se pensa que no Alentejo só come (bem), desengane-se. Pode praticar golfe, dar passeios a cavalo ou descobrir o caçador que há em si, atrás de faisões e perdizes. Pesca também serve.

Preço desde 140€
Contactos 245 997 210
Mosteiro da Flor da Rosa, Crato

Évora, Lóios

Histórica

Além de ser um hotel de luxo, fica mesmo no centro de Évora, cidade considerada património da Humanidade. Os quartos são as antigas celas dos cónegos que um dia viveram no Convento dos Lóios. E depois há os enchidos, as migas, a açorda, a sericaia. Percebeu a ideia?

Preço desde 140€
Contactos 266 730 070

Largo Conde Vila-Flor, Évora

Vila Viçosa

Histórica

Alguma vez sonhou andar de balão? A pousada D. João IV dá-lhe essa oportunidade. E depois há os quartos temáticos e, claro, um restaurante especialista em doces e pratos conventuais.

Preço desde 120€
Contactos 268 980 742
Pousada D. João IV, Convento
das Chagas – Terreiro do Paço

Sagres

Natureza

Primeiro o mar: todo o Atlântico ali mesmo à beira para quem ficar nesta pousada. Depois a vila de Sagres, o Cabo de São Vicente, a fortaleza e as praias desertas. E claro, o peixe fresco.

Preço desde 120€
Contactos 282 620 240
Pousada do Infante, Sagres Algarve

Estoi

Histórica design

É um palácio, que pertenceu ao Visconde de Estoi, transformado em pousada para que todos possam disfrutar dos grandes salões e dos jardins, ao melhor estilo Versailles. Ah, e tem um spa.

Preço desde 140€
Contactos 289 990 150
Pousada Palácio de Estoi,
Rua São José, Faro

Gerês

Natureza

O Parque Natural da Peneda – Gerês é um dos mais bonitos do país e ideal para passeios em família ou a dois. Esta pousada fica à beira de um miradouro natural, sob a barragem da Caniçada.

Preço desde 120€
Contactos 253 649 150
Gerês – Caniçada

Valença do Minho

Charme

É longe, tão longe que é quase Espanha. Mas é tão bonita que a distância não tem importância. Esta pousada foi construída no cimo do centro histórico de Valença, com vista sobre o Rio Minho. Deixe-se envolver pela gastronomia minhota e prove o cabrito assado ou a lampreia.

Preço desde 90€
Contactos 251 800 260
Pousada de São Teotónio,  V. Minho

Viana do Castelo

Charme

Tem uma das melhores vistas do país: a cidade de Viana do Castelo, as praias e o rioLima.
Aqui pode fazer canoagem, jogar golfe, dar passeios de barco, bicicleta ou a pé. Não deixe de provar as bolas de berlim com canela, numa das pastelarias do centro da cidade.

Preço desde 120€
Contactos 258800370
Pousada do Monte de Santa Luzia

Mesão frio

Histórica

Está a ver o rio Douro? Da Pousada Solar da Rede vê-se o rio, as vinhas e o verde que as acompanha. Numa propriedade de mais de 40 hectares, vai poder entregar-se à ornitologia (observação de pássaros), à caça (numa actividade mais agressiva), passeios pedestres e pesca.

Preço desde 120€
Contactos 254 890 130
Santa Cristina, Mesão Frio

Manteigas

Natureza

Totalmente construída com pedra da região, esta pousada fica no alto do Parque Natural da Serra da Estrela, que é tão bonito com neve, como sem ela. Há um mundo inteiro de lagoas, vales e natureza para descobrir, a pé, de bicicleta e até de helicóptero. Não esqueça o queijo da serra.

Preço desde 90€
Contactos 275980050
São Lourenço – Penhas Douradas »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/85298-pousadas-portugal-vai-uma-escapadinha, a 27 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Fim Semana!

RT

Campeonato de Cachimbos… Conheça Aqui os Detalhes Desta Competição

Campeonato de Cachimbos... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma competição fora do comum, muito mais, nos dias de hoje, em que se persegue os fumadores, no entanto, estes fumadores que vão ler na peça transcrita são especiais.

« Cachimbo. Este campeonato não é para fumadores de bancada

Eram 300, fumam por desporto e vieram a Portugal ao Campeonato Mundial de Fumadores de Cachimbo. O objectivo? Não perder a chama – durou mais de três horas

“Já passou das três horas. Como é que é possível?” O espanto era partilhado pelos 298 concorrentes já eliminados do World Pipesmoking Championship, no Casino Estoril. A mesa final estava a ser disputada por dois resistentes italianos quando o segundo classificado perdeu a chama. Literalmente. O cronómetro marcava 3h10m e Gianfranco Ruscalla arrecadava, pelo terceiro ano consecutivo, o título de campeão do mundo de Fumadores de Cachimbo.

Justo vencedor da 12.a edição da competição, o italiano de 51 anos é também o detentor do recorde mundial, com um tempo imbatível de 3h33m29s a fumar – marca que este ano não conseguiu superar. “O ar condicionado e a humidade da sala fizeram com que o tabaco queimasse mais rápido do que era suposto”, explicou Gianfranco ao i antes de subir ao palco para receber o troféu. A língua cinzenta – resultado de três horas de cachimbo na boca – e os dedos cheios de cinza não ajudavam à conversa e a ânsia por um copo de água apressou a saída.

“Pensa que isto é fácil? Não é!”, dizia um concorrente espanhol, espantado com a capacidade de concentração do melhor do mundo. Na verdade quem visse Gianfranco sentado à mesa podia facilmente confundi-lo com um jogador profissional de póquer: olhos no cachimbo, boné a esconder subtilmente os olhos e, acima de tudo, uma concentração de fazer tremer qualquer Buda. Afinal, é assim que se faz um vencedor.

“Isso e sorte, porque também é preciso”, diz o recordista português do cachimbo, José Miranda Ferreira, que se apronta a explicar as regras do jogo: aos concorrentes são distribuídos um cachimbo Vauen, 3 gramas de tabaco Alston Black (o equivalente a dois cigarros), um calcador de madeira (que retira a cinza em excesso) e dois fósforos. Nem mais, nem menos. “Os participantes são distribuídos por mesas de dez, nas quais há um controlador que, como o próprio nome indica, controla a actividade dos fumadores. Depois cada um tem cinco minutos para encher o cachimbo e mais um minuto para pôr o tabaco a queimar.” Parece simples? Não é. “Alguns nem conseguem ultrapassar os dois minutos. Esgotam logo o tabaco”, conta o campeão nacional a sorrir, como quem acha graça à falta de jeito alheia. Mas não, antes pelo contrário. Ali, entre os 300 inscritos nesta edição, não há ponta de competição. Entre conversas de corredor é fácil perceber que este campeonato, que não é para fumadores de bancada, é um pretexto saudável para “reunir, viajar e conviver”.

“Ganhar? Não. Vim pela tertúlia”, conta Paula Coelho, uma das duas mulheres portuguesas inscritas no concurso. Recordista nacional na categoria de senhoras, com 1h04m59s, fuma cachimbo há dez anos e tem o sonho de fundar o Museu do Cachimbo. Bancária de profissão, colecciona todo o tipo de artefactos e bibelôs que sugiram o seu utensílio favorito. No dia do campeonato, aliás, trazia botões de punho e brincos em forma de cachimbo. Senta-se à mesa dos fumadores há já sete anos e promete voltar na próxima edição.

Truques

O campeonato mundial de fumadores de cachimbo realiza-se de quatro em quatro anos e reúne aficionados dos quatro cantos do mundo. Esta edição contou com 300 inscrições distribuídas por 22 países. Portugal teve 40 representantes, mas não conseguiu entrar para o ranking dos melhores. A página projectada na parede da sala anunciava os 25 primeiros classificados. Na lista figurava apenas uma mulher, Elisabeth Dobning, da Áustria, com um total de 2h05m13s a fumar cachimbo. Apesar de a austríaca não estar entre os melhores do mundo, a organização do campeonato decidiu atribuir um prémio exclusivo à senhora que fizesse o melhor tempo. “É uma questão de cortesia”, diz José Ferreira, que assegura não haver “distinção entre homens e mulheres. Todos competem por igual”. A única diferença evidente no campeonato, diz ainda, “está na técnica de fumar”.

Isto porque cada concorrente tem os seus truques. Mas se a grande maioria não os partilha com os colegas, o campeão português não se incomoda que lhe conheçam as manhas (ver infografia). E quase como quem desvenda um mistério, ensina a técnica do vencedor: “O Ruscalla calca muito bem o tabaco, o que ajuda a que a queima seja mais lenta. Logo, é obrigado a ter muita paciência e a controlar os níveis de ansiedade.”

Um segredo? “Um bafo pequeno a cada oito segundos. Assim garante-se que o tabaco não é rapidamente consumido, mas que se mantém aceso.” Depois é tudo uma questão de ir mantendo sempre uma pontinha acesa”, diz José, homem que sabe do que fala. Começou a fumar cachimbo aos 16 anos, “porque era mais barato”, mas agora já só lhe pega uma vez por mês, “quando a malta se junta”. Em casa tem mais de 250 cachimbos a monte, mas nem por isso se assume um coleccionador. E, ao contrário da maioria, “só fuma por desporto”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/82794-cachimbo-este-campeonato-nao-e-fumadores-bancada, a 12 de Outubro de 2010, em Jornal I

Muito Fumo!

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Conheça As Sugestões Para Ganhar Optimismo Para Vencer A Crise…

Dicas Para Encarar Com Optimismo a Crise... Fonte: http://www.territoriofeminino.blogtv.uol.com.br

De forma a se começar bem a semana, li no decorrer da semana transacta, e que versava sobre um artigo, onde uma psicóloga dava dicas como forma de se ultrapassar a crise.

« Sete lições de optimismo para vencer a crise

Os empresários, gestores, banqueiros e trabalhadores comuns podem aprender a ser optimistas. Saiba como.

Sentimos-lhe a segurança no discurso logo às primeiras palavras ditas na sala tranquila para onde a psicóloga Helena Águeda Marujo nos guia. A professora da Universidade de Lisboa diz que todos precisamos de ver valorizado o trabalho e o desempenho. Que isso acontece independente das funções ou da origem social. E muito antes de as pessoas pensarem no salário ideal ou justo.

Helena fundamenta estas certezas na experiência e nos estudos com empresas e entidades públicas, envolvendo todas as classes sociais. E garante que empresários, gestores, banqueiros e trabalhadores comuns podem aprender a ser optimistas. “Hoje é possível educar para o optimismo através do treino”. Uma solução muito relevante quando a maioria procura saídas para vencer a crise nas empresas, nos bancos, nos partidos, nas escolas, no Estado e nas famílias. Veja o que propõe esta especialista.

1. Mudar a linguagem
“Segundo a minha experiência de mais de dez anos a aprendizagem passa – do ponto de vista dos educadores e dos líderes nas organizações – por sermos mais especialistas na linguagem”, diz Helena Marujo. “É fascinante verificar que mudando a linguagem podemos mudar a identidade, as relações e a cultura”, acrescenta. A professora de psicologia e de optimismo assegura que as palavras usadas em cada momento “são uma escolha” e muito mais do que programação neurolinguística – a capacidade de moldar a identidade através da fala.

2. Divã para todos
Há uma necessidade nacional de melhorar o optimismo de empresários, políticos, banqueiros, etc: “Todos precisam de sentar-se no divã que é transversal. E por exemplo, os políticos sabem que os discursos mais optimistas são os que aumentam a probabilidade de vencer.”

Além disso, os portugueses têm, por regra, uma percepção quase sempre abaixo das respectivas condições de vida, diz. “Tivemos um pico de optimismo durante o Euro 2004 em Portugal. Mas avaliamo-nos sempre um bocadinho abaixo da nossa proporção de bem-estar. E está na altura de fazermos mudanças e de projectá-las nas novas gerações.”

3. Valorização e salário
Helena Águeda Marujo diz que os professores “têm ainda mais tendência para uma visão desanimada e muito crítica” da vida. “Precisam desesperadamente de apoio, de ser reconhecidos e apreciados na importância da sua acção”. “Mas nos estudos em geral, quando questionamos sobre os passos que fariam as pessoas sentirem-se mais satisfeitas na sua profissão, respondem: ‘valorização, apreço e reconhecerem o meu trabalho’. Isto acontece em todas as profissões e em todas as classes. Sempre, sem excepção”, garante a especialista. “Falam de valorização mesmo antes do salário, e em todos os casos”, acrescenta. A ausência desse reconhecimento profissional “pode destruir” uma empresa ou uma sociedade. “Pode levar as pessoas a elevarem os níveis de depressão e nós temos indicadores nacionais muito preocupantes.”

4. Inspiração para o sucesso
A inspiração é essencial para obter bons resultados de acordo com a professora universitária Helena Marujo. “Tenho que acreditar: se à partida não acredito, já não invisto da mesma maneira e aumento as probabilidades de insucesso. É um círculo vicioso que tem de ser compensado com um círculo virtuoso.”

5. Crescer o que funciona
“Uma empresa só funciona bem se cada coisa negativa que acontecer for compensada com pelo menos três coisas positivas. Devemos criar condições para aumentar o que faz florescer as nossas relações e os nossos processos”, acrescenta Helena Marujo. “Temos que mudar a abordagem e começar a fazer crescer o que funciona, o que está bem. Sabemos hoje que o trabalho nas empresas melhora quando se aumentam a gratidão, o perdão e a generosidade”, revela.

6. Refúgios de optimismo
Há refúgios de optimismo. “Tive aqui numa aula o caso de uma empresa farmacêutica portuguesa que ía à falência. Os trabalhadores juntaram-se e compraram-na. Isso demonstra que é a partir de pequenas experiências que nos revelamos enquanto povo, enquanto nação, e enquanto cultura na nossa capacidade de contrariar uma tendência cultural de desânimo e de queixumes.”

7. Espiritualidade
Quando fala na espiritualidade levada para o meio profissional Helena Águeda Marujo diz que não está “a falar necessariamente de religiosidade. Trata-se, apenas, de encontrar um sentido para as coisas e já temos aqui em Portugal certos bancos que dão aos funcionários uma tarde por semana para fazerem trabalho de voluntariado”. “A mudança que isso representa é enorme, por ser uma intervenção espiritual e uma forma de ajudar alguém a dar um sentido à vida”, conclui. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/sete-licoes-de-optimismo-para-vencer-a-crise_99322.html, a 23 de Setembro de 2010, em Diário Económico

Boas Dicas!

RT

E Se Suspendesse a Democracia Por Alguns Meses? Veja Aqui a Opinião de Um Jornalista Especializado na Matéria…

Ecomomia Portuguesa Por Pedro Santos Guerreiro Fonte: http://www.jpn.icicom.up.pt

Hoje trago um artigo de um jornalista que escreve no Jornal de Negócios, de seu nome Pedro Santos Guerreiro, é um artigo de opinião, mas que achei interessante, e vou o transcrever na íntegra.

« Suspender a democracia durante seis meses

Portugal está sob a ameaça de intervenção do FMI. Tem a credibilidade da Grécia, o Orçamento em derrapagem, está sob os holofotes dos credores, agências de “rating”, UE, BCE, mercados. Neste contra-relógio pela vida, o que fazemos nós? Discutimos a Constituição. O Parlamento tornou-se manicómio.

É claro que a Constituição é fundamental. Que a actual está caduca. Que esta proposta foi primeiro subvertida pela demagogia do PS e foi depois revertida pelo medo do PSD. Tornou-se a manobra de diversão de uma coligação da covardia política. O PSD não sabe o que quer. O Governo sabe o que não quer. Ninguém está a falar verdade. Ninguém está a preparar o País para o que aí vem.

Há seis meses, Portugal estava num grupo maldito de quatro países, os PIGS, ameaçados pelos mercados. Entretanto, a Grécia foi intervencionada pelo FMI. A Irlanda já carregou no botão de emergência para ser acudida. E Espanha apresentou medidas duríssimas, incluindo descidas de salários, que a credibilizaram nos mercados e a descolaram do grupo dos malditos. E Portugal? Portugal está no cone de sucção da Grécia e da Irlanda. Não é o que nos dizem cá dentro. Mas é o que estão a decidir lá de fora.

A execução orçamental derrapa desde Maio. A despesa do Estado sobe. A saúde parece descontrolada, a Segurança Social gasta mais do que supunha, a educação cedeu aos professores mais custos. Medidas do PEC 2, como as portagens nas Scut, foram adiadas. Comprámos um submarino. E não damos sinais de acordo político para o Orçamento de 2011. Estamos à espera de quê?

O Ministério das Finanças é a réstia de sanidade neste Governo fraco, liderado por um primeiro-ministro outrora reformista, hoje conformista. Os políticos começaram por mentir a si próprios, hoje mentem-lhe a si, quando negam a inevitabilidade de cortar na despesa. Dizê-lo não é estar de um lado ou do outro da trincheira partidária, é sair de lá e abrir os olhos. Aumentar impostos é uma opção política. Cortar despesa é uma imposição financeira. Se não formos nós, outros serão. E será pior.

Não é este mês nem no próximo que o FMI aí entra. Mas é pelo que neste mês e no próximo se fizer. É preciso apresentar novas medidas para assegurar o défice deste ano de 7,3%. Podem ser medidas extraordinárias, como falsas vendas de património ou concessões de barragens. Mas só as verdadeiras convencerão os credores. Como cativar despesa. Mas não basta. É preciso um acordo para o Orçamento de 2011. Congelamento nominal de salários. Corte de despesas sociais. A anunciar com urgência.

Só assim Portugal deixará de parecer grego e poderá soar espanhol. Mas é preciso preparar a população. Não mentir com falsas retomas nem distrair com revisões constitucionais. Portugal está do lado de fora do parapeito do arranha-céus da ilusão. Dizem-lhe para não olhar para baixo, não vá a vertigem sorvê-lo. Mas não o tiram de lá.

Distrair é trair. Espere o melhor mas prepare-se para o pior. Poupe muito, trabalhe mais. Se não for o Governo a decidir a nossa vida, será o FMI. E o FMI é uma ditadura. Corta cego, introduz recessões, arruína a reputação política de Portugal no exterior. Nesse dia, o Parlamento será uma jaula irrelevante sob as ordens internacionais. Nesse dia, a democracia será mesmo suspensa. Mesmo que tenha a melhor Constituição do mundo.»

In: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=443515 a 16 de Setembro de 2010,em Jornal de Negócios

Bem Opinado!

RT