Portugal Vai Originar Cortes de Internet Aos Piratas Informáticos…Quais as Vantagens e Desvantagens…

Hoje trago, um tema que vai gerar muita polémica, e que na minha óptica vai originar problemas de liberdades, direitos e garantias dos utilizadores da internet, e vai levantar problemas que desde o 25 de Abril de 1974 não eram notados, como a espionagem, e a perseguição de pessoas. Vão colocar em causa as empresas que Internet, e vai originar desemprego, pois muitas delas vão ter que mandar os clientes embora, e como tal, vão ter prejuízos e vão ter que despedir pessoas, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um breve comentário:

«Pirataria na internet: Portugal vai poder cortar acesso a quem for apanhado a piratear

A União Europeia vai aprovar directiva, mas impõe restrições ao corte, que só pode ser feito após um processo “justo e imparcial”

A votação está marcada para o final de Novembro e deverá fazer aprovar uma das leis mais polémicas da era digital: os países europeus vão poder cortar o acesso à internet a quem for apanhado a piratear. Se tudo correr como previsto, o novo enquadramento europeu para as comunicações electrónicas – telecoms package – estará pronto ainda este ano e terá de ser transposto para a legislação dos 27 estados-membros. Isto, obviamente, inclui Portugal.

Embora o executivo de José Sócrates tenha alguma margem de manobra na transposição da directiva, o facto é que a interrupção do acesso a quem for considerado culpado de partilha ilegal de ficheiros passará a ser possível. E isso faz antever a eclosão de uma guerra entre os fornecedores de internet, os detentores de direitos e os próprios consumidores portugueses. Até agora nenhuma empresa de internet quis pronunciar–se sobre esta medida, sendo já conhecido o apoio de organismos como o MAPiNET – Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet, bem como as críticas dos defensores dos direitos dos consumidores.

No entanto, o acordo histórico conseguido na quarta-feira à noite no Parlamento Europeu impõe várias limitações a este procedimento. É que o pacote legislativo já tinha sido aprovado em Maio, mas um diferendo entre o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros obrigou à suspensão da aprovação. Em causa estava uma emenda segundo a qual o corte só poderia ser feito com autorização judicial, algo com que o Conselho não concordava.

Após uma noite intensa de conciliação, ambas as partes acabaram por ceder e foi decidido que o corte ou a restrição só poderão ser feitos se forem “apropriados, proporcionais e necessários no quadro de uma sociedade democrática”, com “respeito pelo princípio da presunção de inocência e do direito à privacidade” e ainda como “resultado de um processo prévio justo e imparcial”, que garanta “o direito do consumidor a ser ouvido” e a uma “revisão judicial” em tempo útil. É este o texto que será votado entre 23 e 26 de Novembro.

No entanto, não ficou claro que forma terá o “processo justo e imparcial” a que Parlamento e Conselho se referem. Certo é que esta directiva irá chocar com as leis já aprovadas em França e no Reino Unido.

“Não me choca que haja um juiz a decretar o corte. O que me choca é que se tenha de esperar não sei quantos meses para a sua concretização”, afirma ao i Manuel Cerqueira, presidente da Associação Portuguesa de Software (Assoft), um dos principais defensores da criação de um tribunal específico para as questões da pirataria informática. O responsável frisa que uma ordem de corte de acesso à internet “deve ter a mesma acção que uma providência cautelar”. Ou seja, efeito imediato.

Todavia, só quando a directiva for transposta para a legislação portuguesa se perceberá a que órgão vai caber o papel de fiscalizar estes pedidos de interrupção de serviços de acesso à internet. Ao i, a Autoridade Nacional de Comunicações – Anacom, explicou que a decisão cabe ao governo e que não tem necessariamente de recair sobre um organismo específico.

Além disso, o pacote legislativo é muito mais abrangente que esta questão. Vai criar, por exemplo, um novo organismo europeu denominado BEREC para melhorar a cooperação entre os reguladores de telecomunicações dentro da União Europeia. Também inclui uma directiva de reforço dos direitos dos consumidores – que, entre outros, vai exigir consentimento prévio para que os sites instalem cookies nos computadores – e permitir a transferência do número de telemóvel de uma operadora para outra em apenas um dia útil.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31518-pirataria-na-internet-portugal-vai-poder-cortar-acesso-quem-for-apanhado-piratear, a 06 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Na passada sexta feira, saiu a notícia acima transcrita, uma lei que vem colocar em causa, valores tão importantes, e conquistados a 25 de Abril de 1974, onde as pessoas, ganham a liberdade, e se termina com a repressão, e ter uma polícia, como era a PIDE.

Pois bem, eu não sou o denominado pirata, não tenho hábito de retirar coisas da internet, no entanto, penso que devem atirar a primeira pedra, quem nunca descarregou nada de ilegal da Internet…penso que ninguém, utilizador da internet a nível médio, deve conseguir atirar a primeira pedra.

Outra questão, que se levanta, é a definição de pirataria, pois a mesma, não se encontra bem definida, pois pirataria para muitos e retirar conteúdos como filmes, jogos, software, álbuns, e com estes conteúdos, fazer dinheiro, ou seja, vender, e para outros é simplesmente, retirar esses mesmos conteúdos, mas para uso próprio. Pessoalmente, penso que a primeira, é a verdadeira pirataria, pois antigamente, os barcos de piratas, saqueavam para depois fazer dinheiro com tal.

Convenhamos, que os downloads, foram o motor de busca, para a mumificação da internet, e a constante aumento das velocidades oferecidas pelos ISP, bem como, em muitos casos à abolição dos limites de tráfego.

Penso que muito do que fazem downloads, para seu uso próprio, ou seja, não usam para venda, ou para enriquecimento próprio, devem se poder «defender», como sendo para seu uso, e que estão incluídos no preço do serviço de internet.

A lei a ser aprovada, na minha óptica, vai dar origem a diversos problemas, os cidadãos vão ter a sensação de estarem a ser espiados constantemente, o que torna um país um pouco retrogado, e que parece estamos em meados do século passado; outro dos problemas, é que os ISP, vão perder clientes, e vão ter uma concorrência entre si, um pouco injusta, senão reparemos, um ISP tem que desligar um serviço a um cliente, no entanto, esse cliente ao ser deparado com uma empresa, a quem contrata um serviço, e a mesma, não o quer prestar, é forçado a mudar para outro ISP, que responda às suas necessidades, desejos e motivações e que lhe preste um serviço, com qualidade e sem interrupções. Perante esta situação, eu não queria estar no papel de ISP, pois é muito chato, ter que cortar o serviço, a quem me paga, ou seja, a quem me sustenta, digo mesmo, que é ridículo, só comparável, como ir a um hipermercado, mas os mesmos não me venderem nada, pois não podem… Levanta-se a questão, quem vai indemnizar os ISP, por serem forçados a perder clientes? E já agora, com que verbas? Devem ser as verbas dos impostos, como sempre.

Na minha opinião, e mais uma vez ressalvo, não utilizo a internet para esse tipo de situações, mas penso que, quem o faz para seu uso privado, não deve ser prejudicado, pois ao fim ao cabo, pagou a mensalidade do serviço para o fazer, e em muitos locais, não tem nenhum aviso, ou indicação, que o que vai efectuar em alguns países é ilegal; no entanto, vai gerar conflitos entre clientes, ISP’s, autoridades…etc, exemplo disso, foi os conflitos originados em alguns países europeus.

Uma solução para isto, era por exemplo, os ISP, criaram um serviço, onde o cliente pagaria uma mensalidade de por exemplo, 10€ ou 15€, e que poderia ter acesso a conteúdos para poder descarregar de uma forma legal, e o ISP, poder até mesmo conseguir entrar em acordo com o autor, e pagar os direitos, penso que ganharia o autor, o ISP, e o cliente, além de todos, terem a noção que quem hoje não está no mundo da internet, está deslocado da realidade.

Trata-se de uma questão polémica, a qual não vou tomar nenhum partido, não costumo usar a internet para isso, alias, ainda sou dos que tem em casa, um acesso à internet muito baixo e com limites baixos, apesar de me tentarem fazer mudar para acesso de preço superior, mas com velocidades superiores, a minha resposta é a mesma, para consultas normais de sites, e-mail, chega perfeitamente, logo, não estou interessado.

Deixo a Questão: Que pensa desta lei que pode desligar a internet, a quem efectuar downloads de forma ilegal da internet?

Tenho Dito

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Fumadores Vão Passar a Ter Mais Dificuldade em Reparar os Seus Computadores…Já é Uma Realidade nos Estados Unidos…

Hoje trago, algo bastante insólito que a ser verdade é muito grave já, que pensei que as pessoas teriam a regra do bom senso, e não atingiriam este limite, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um comentário à mesma.

«Fumar não faz bem à saúde nem aos computadores da Apple

Lojas da Apple nos Estados Unidos recusaram-se a accionar garantias a aparelhos comprados por fumadores e negaram o arranjo das máquinas para não exporem os seus técnicos à “contaminação”.

A situação foi denunciada num site americano dedicado à defesa do consumidor chamado The Consumerist que diz que já houve dois casos de pessoas que se foram queixar aos serviços centrais da Apple, que acabaram por assumir a mesma postura das lojas.

De acordo com o The Consumerist, a Apple recusou accionar a garantia ao dono de um Macbook porque estava “contaminado” por fumo de cigarro.

Este caso seguiu-se a um outro caso reportado de recusa da Apple em arranjar um iMac devido a “riscos para a saúde devido a fumo”.

De acordo com as lojas procuradas pelos clientes, a contaminação por nicotina está numa lista de substâncias consideradas perigosas e isso impede a manipulação de aparelhos danificados pelos técnicos, por razões sanitárias.

No primeiro caso, registado com um iMac, a proprietária aclarou que a sua garantia não se pronuncia sobre casos em que o dono é fumador. Efectivamente, este elemento não consta como excepção nos termos da garantia. A empresa cita, porém, a cláusula que fala em “danos causados pelo ambiente externo” para justificar a recusa em dar apoio técnico.

A Apple ainda não se pronunciou oficialmente acerca deste caso.»

In: http://www.publico.pt/Tecnologia/fumar-nao-faz-bem-a-saude-nem-aos-computadores-da-apple_1411193, a 25 de Novembro de 2009, no Jornal Publico

O meu comentário:

Penso que esta medida é no mínimo ridícula e pode ser mesmo considerada um verdadeiro tiro no pé.

Eu não sou fumador, no entanto, penso que existe uma igualdade de direitos na sociedade, e como tal, existem pessoas que têm direito a serem fumadoras, como me assiste o direito de não ser fumador.

O que se assiste por este fabricante de computadores, é algo que não está consagrado nas garantias, nem no que concerne, à lei da garantia em vigor em toda a união Europeia, pois não podemos distinguir pessoas pelas suas culturas, raças, idades, etnias, etc, logo, também não podemos distinguir pessoas pelos seus hábitos.

A justificação dada pelo fabricante, é que os computadores de fumadores, dão cabo da saúde de quem os repara, pois bem, vou apontar algumas situações que podem prevenir esta situação.

  • O operador pode estar munido de luvas e mesmo de máscara, de modo a que não fique afectado com determinada situação;
  • O fumador, pode até ser fumador, e não fumar quando está ao computador, ou mesmo dentro de casa, nesse caso, o computador é afectado por o dono fumar ou não?
  • Os médicos e enfermeiros, vão deixar de atender pessoas fumadoras, pois podem também adoecer, em virtude dessa mesma prestação de cuidados de saúde;
  • Não está provado, que o computador de um fumador se estrague mais rapidamente, face ao de um não fumador;

 

Estas são algumas das questões que aqui rapidamente levantei, no entanto, muitas mais vão com certeza existir, pois penso que o fabricante, se o fizer em Portugal, está a violar a constituição da republica portuguesa, entre outras situações, sendo que a referida situação, no caso, portugueses não vem contemplada nas garantias dos equipamentos.

Esta medida, serve sim, caso o fabricante de computadores, pretenda só ter clientes saudáveis, ou seja, que não fumem, mas isso, é tentar direccionar-se para um nicho de mercado, de todos aqueles que não fumam, nesse caso, pode sempre optar por vender computadores somente a pessoas que não fumem, mas nada vai impedir, de as pessoas que não fumem os vendam mais tarde ou posteriormente a fumadores, gerando-se aqui um mercado de segunda mão e mesmo paralelo.

Na minha opinião, a questão não tem pés nem cabeça, penso que seja, uma medida mais comunicacional de partilhar com o público, que é uma marca que não está interessada em pessoas que fumem, além de ser uma boa maneira de fazer publicidade à marca de forma barata.

Deixo a Questão: Que pensa de um fabricante de computadores se recusar a reparar um computador só porque o dono é fumador?

Tenho Dito

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Como Gerir Bem Um Orçamento Familiar…Quais As Despesas em Que Podemos Cortar….

Orçamentos Familiar

Como Distribuir Um Orçamento Familiar.... Fonte: http://www.coopercredi-sp.org.br

Hoje trago um artigo que achei pertinente, pela utilidade cada vez mais crescente na nossa sociedade, o artigo versa essencialmente de como distribuir o orçamento familiar, e os problemas inerentes a uma má gestão do mesmo, e da cada vez mais necessária educação financeira, passo a transcrever o mesmo, e de seguida faço um pequeno comentário.HojeHH

 

«Saiba como organizar o seu orçamento familiar

Verifique quanto é que cada despesa deve pesar nas contas da família

A família paga seis mil euros de prestações por mês. O casal só tem um filho e recebe todos os meses 2500 euros de ordenados. Naturalmente, acumulou uma dívida de 150 mil euros em cartões de crédito e crédito pessoal. Não é crédito à habitação, nem do carro. Apenas despesas pontuais, como o tal LCD que fazia mesmo falta. Este é o retrato de mais uma família que deixou de controlar as contas, e as despesas passaram a controlar a família.

Assim que a responsável pelo gabinete de apoio ao sobreendividado, da DECO, perguntou se faziam um orçamento, responderam imediatamente: “Claro que sim, mentalmente”. “E por escrito?”, insistiu a especialista. “Não, isso nunca fizemos.”

Segundo a responsável é aqui que começa o problema. “É o primeiro grande erro das famílias portuguesas na hora de gerir o seu orçamento: não organizar um”, explicou Natália Nunes, do gabinete da associação de defesa dos direitos do consumidor, ao i.

Na verdade, a única forma de controlar as despesas é saber exactamente para onde está a ir o seu dinheiro. Por vezes, pequenas despesas que parecem insignificantes no final do mês, ou mesmo no fim do ano, podem representar uma quantia considerável do orçamento. Se não, vejamos. Por exemplo, três euros num pequeno-almoço todos os dias fora de casa, ao final de um ano significa quase 1100 euros a menos.

Por essa razão, deve apontar diariamente todas as suas despesas. Este é, aliás, um dos princípios básicos da organização e gestão das finanças pessoais: anotar todas as despesas, desde a prestação da casa até ao café. No final do mês, mesmo que não tenha sobrado nada, pelo menos irá saber para onde foi o dinheiro e quais as despesas que mais peso têm no orçamento.

Natália Nunes explica que é primeira coisa que faz com as famílias. Num folha, fazem um traço a meio, de um lado anotam tudo o que recebem e do outro todas as despesas que têm. “As pessoas não têm ideia de quanto gastam”, diz. “Ficam surpreendidas quando percebem que gastam mais do que recebem”, explicou a especialista.

Reduzir e reajustar Para uma boa gestão das finanças da família também é essencial identificar as despesas desnecessárias e reduzi-las ou mesmo eliminá-las. “De que preciso realmente? Onde posso cortar?” são as perguntas que devem ser colocadas, adiantou Natália Nunes.

São várias as sugestões para reduzir alguns gastos nas diversas categorias do orçamento familiar. Mas nalgumas situações, apenas a mudança de atitude, como no caso da conta da água, luz ou gás, pode significar mais alguns euros poupados. É também importante manter as despesas dentro dos limites da respectiva categoria. Claro que não existe nenhum modelo ideal, apenas linhas orientadoras (ver gráfico). Cada família deve ajustar o orçamento às suas necessidades. Natália Nunes explica que os créditos, por exemplo, “não devem exceder os 40%”. Sendo que, no gráfico apresentado pelo i, o empréstimo da casa está inserido na categoria habitação, que deve pesar cerca de 35% do orçamento total. Com estes conhecimentos na carteira, é começar a cortar. E cortar outra vez, é a fase dolorosa.

Depois, até pode ser divertido, sobretudo se tem jeito para o negócio. “A maioria dos portugueses não sabe que pode negociar as condições dos seus contratos. Mas podem, e devem”, conta a responsável da DECO. “Deve renegociar-se o spread com o banco. Depois, fazer simulações noutros bancos. Se oferecerem melhores condições, voltar ao nosso banco, explicar as condições oferecidas e negociar novamente. Se as condições continuarem a ser melhores noutro sítio, não se deve hesitar na hora de mudar.” Alargar o prazo do empréstimo é outra opção, mas é preciso atenção. Embora a prestação mensal fique mais baixa, no final do contrato terá pago mais pelo empréstimo.

No dia-a-dia, há muito para fazer. Em casa, uma simulação no site da EDP pode ajudar a perceber qual o melhor tarifário disponível. Apesar da redução no preço dos combustíveis, os transportes públicos continuam a ser mais económicos. Se tiver mesmo de ir de automóvel, pode optar por partilhar a viagem com outras pessoas. O carsharing é uma óptima maneira de cortar nas despesas e está na moda. Esqueça o cartão de crédito e, nas transferências bancárias, dê sempre preferência à internet e ao multibanco para evitar as comissões. Quanto à alimentação, opte pelos produtos de marca branca. O ideal é que consiga também destinar uma fatia do seu orçamento à poupança, como uma qualquer outra categoria.

Quem segue estes conselhos, é pouco provável que acabe sentado em frente a Natália Nunes no gabinete da DECO. E terá, certamente, maior controlo das contas do orçamento familiar.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/33142-saiba-como-organizar-o-seu-orcamento-familiar, a 16 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Aqui está algo que deveriam dar até ao 9º ano, ou seja, a denominada educação financeira, que deveria estar prevista no âmbito da escolaridade mínima obrigatória.

Depois temos outra situação, presente na peça jornalística apresentada, é que notoriamente as pessoas que ficam em apertos financeiros, são as pessoas, que auferem rendimentos altos, ou seja, os considerados das classes média alta, pessoas que nunca se habituaram a fazer grandes contas às despesas, mas habituaram se a passar o cartão MB e especialmente o cartão de crédito e já está, a trocar de automóvel de 2 em 2 anos, etc, ou seja, são pessoas, que iam gastando, e a conta sempre foi cedendo dinheiro.

Muitas destas pessoas, esqueceram-se de inflações, incrementos de custo de vida, de crise, e muitas delas, por vezes auferem rendimentos variáveis, que possivelmente com a crise, apresentam um decréscimo, e logo, ficaram com menor rendimentos disponível.

Penso que a educação financeira, deveria ser algo, a ser ministrado, nos ciclos escolares de cariz obrigatório, pois é algo que os pais possivelmente podem ter dificuldades de apresentar aos filhos, pois estamos inseridos numa sociedade consumista, tal como, a educação sexual, por estarmos englobados numa sociedade de imagem e exploração do corpo.

Coisas elementares como saber gerir a nossa conta bancária, de forma que dê para vivermos, mas também se consiga poupar, não é algo difícil, tudo depende de custos de oportunidade e de saber gerir de forma correcta os nossos orçamentos. Se as classes mais baixas, que possuem pouca informação nestes casos, e que muitas delas conseguiram ter alguma coisa, foi através da gestão bancária correcta, mas nesse tempo, os bancos eram bem menos comerciais.

Ajudar as pessoas, dando formação, a explicar que os bancos estão mais comerciais, e que deve gerir bem os ordenados e as contas bancárias, de forma a conseguirem ter uma vida sem sobressaltos, é algo que tem que ser ministrado, tendo especial cuidado com as classes que nunca sentiram privações e hoje muitas delas estão em encruzilhadas.

Parabéns ao autor do artigo, penso que está bem enquadrado, com soluções  para os mais diversos acontecimentos.

Deixo um apelo, abram alas para cadeiras de educação financeira, existem muitos profissionais no desemprego para ajudar estas pessoas.

Deixo a Questão: Tem por hábito realizar um orçamento familiar?

Tenho Dito!

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Combustíveis a Subir…Quando Termina a Guerra e Se Tornam Todos Mais Transparentes….

Combustiveis a Aumentar....e a Fundamentação para tal?

Hoje trago, um assunto que tenho evitado falar, mas com o surgimento de novos argumentos, penso que é sempre bom discutir de novo esta mesma situação, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um comentário:

«Preço dos combustíveis volta a aumentar

Gasóleo ficou inalterado na maioria dos postosOs preços do gasóleo e da gasolina voltaram a subir nos postos de abastecimento nacionais.

A Galp subiu o preço do litro da gasolina em 1,5 cêntimos, enquanto que o diesel ficou inalterado. Assim, o gasóleo continua a custar 1,069 euros e a gasolina passou para 1,319 euros por litro.

Também a Cepsa subiu os seus preços. O litro de gasolina subiu 1 cêntimo, para 1,318 euros por litro e o gasóleo custa os mesmos 1,073 euros, informou fonte da petrolífera à Agência Financeira.

A BP também alterou o preço da gasolina, que passou a valer 1,319 euros, mais um cêntimo que na semana passada. O gasóleo ficou inalterado.

Na Repsol, e com base nos dados do site da DGGE referentes aos preços da zona de Lisboa, o gasóleo subiu 0,5 cêntimos e a gasolina avançou 1 cêntimo.»

 

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1100858&div_id=1728,a 05 de Novembro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Pois bem, sobre este tema, não tenho abordado o mesmo à algum tempo, e como tal, quando vi a notícia, penso que seria uma boa altura para o trazer à ribalta de novo, por diversas questões, que mais à frente vou levantando o véu.

Mediante a situação de aumento no dia de ontem do preço da gasolina, tenho a enumerar, que se trata de uma situação, um pouco ambígua, pois repara-se, que o preço do crude não tem sido muito influenciado nos últimos tempos, e a moeda Euro, tem tido valores acima da moeda de referência que é o dólar americano, logo não se entende, porque se aumenta os combustíveis, sendo que à umas semanas transactas, aumentou 2 vezes na mesma semana.

Só consigo, encontrar uma explicação para o facto do incremento dos combustíveis, e essa, penso seja a única razão, mas claro que ninguém a vai assumir, isso será ponto que tenho assente, o motivo, foi em Setembro e Outubro, meses em que o país andou envolvido em eleições, e como tal, para mostrar que o país esta a «recuperar», os produtos de cariz mais essencial, não sofreram incremento, dando a noção de alguma aparente estabilidade, o que é mentira, relembremos que o preço do crude nessa altura, por acaso estava em baixa, mas as empresas de combustíveis, decresciam muito mais devagar o combustível do que o que deveria ser realizado, enfim, outra coisa, não seriam de esperar.

Outro factor a ter em causa, é a autoridade da concorrência, na minha óptica ter uma atitude de impavidade e de negação de que não existe combinação de preços entre as gasolineiras, toda a gente, já se apercebeu que os preços, pelo menos, entre as 3 principais gasolineiras são, em tudo muito semelhantes e ajustam-se na mesma proporção, e quase de forma imediata.

É fácil verificar que existe uma autoridade que é demasiado permissiva, pois repara-se, já não é a primeira vez que reparo, por exemplo, o combustível nas 3 principais gasolineiras aumenta, 3 cêntimos, por exemplo, e uma bomba de hipermercado, que conheço, anda quase uma semana, a vender a preço que tinha antes do aumento de 3 cêntimos, bem, existe uma forma de explicar isto, está a vender o combustível que ainda possuía nos seus tanques, até vir nossa remessa. Penso que, a explicação anterior, até pode ser correcta, mas será que terminam todos ao mesmo tempo, é que a gasolineira tem mais postos, e todos os seus preços sobem e descem, em concertação como é óbvio, nos seus postos… relembro que as referidas bombas, estão sempre cheias de clientes, portanto, existe bastante rotatividade nos tanques, o que penso, que uma vez por semana, é insuficiente para os clientes que servem.

Perante a descrição anterior, pode-se concluir, que se uns podem, mesmo que em certas alturas vender a menos 13 cêntimos, os outros, também podem realizar ajustamentos mais tarde, de uma forma atenuante, para pelo menos poderem «disfarçar» o cartel.

Outra questão, que se tem falado bastante, é a questão dos aditivos nos combustíveis, pois bem, a autoridade dá a entender que os combustíveis dos hipermercados são mais «pobres», que não possuem aditivos, e que os de marca, são mais cara por possuírem aditivos, e logo, ao mesmo tempo, darem mais saúde ao motor do nosso veículo, bem, se a questão é colocada desta forma, pode-se colocar a questão:

Porque razão é que as as gasoleiras de marca, não vendem combustíveis sem aditivos, a cerca de 10 cêntimos abaixo, tendo como referência o preço dos produtos aditivados?

Era uma maneira, de poderem demonstrar que o que se diz por aí é verdade, e seria uma forma de fidelizarem clientes, e poderem abranger todos os nichos de mercado, tal como, um hipermercado, logo as margens de lucro seriam maiores…

Não quero, aqui defender os combustíveis de marca de insígnia, ou marca branca se preferirem, mas penso que se fala muita coisa em público, que não é fundamentada correctamente, sendo que mais grave, foi a autoridade da concorrência dar a entender, mas não fundamenta o que diz, penso deveria fazer estudos periódicos, deveriam sair relatórios desses mesmos estudos, e o que me parece, é que está a ser tendencial, para quem lhe paga, que é o Estado, e como tal, favorece as gasolineiras de marca, obviamente a Estatal. A autoridade de concorrência, tem que se lembrar, quem lhes paga os ordenados, são os portugueses com os seus impostos, desta forma deveriam ter mais respeito pelos seus «patrões».

Penso que os preços dos combustíveis, tem muito mais atrás do que se imagina, eu aqui vim só esmiuçar, os últimos argumentos que têm vindo a publico, e que penso que ainda tem muito que ser explicados e discutidos por todos.

Deixo a Questão: Que pensa da guerra das gasolineiras e dos respectivos preços?

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Saidas Para Portugal…Para Quando o Emprendedorismo dos Patrões de Portugal…Seria uma Forma de Apoio à Nossa Juventude Licenciada…

Soluções Políticas para Portugal....e os Jovens....

Hoje venho falar do ultimo programa Prós e Contras, que passou na segunda-feira, no Canal 1 da RTP, não vou transcrever nada, vou somente fazer a minha análise mais ao tema, do que propriamente ao programa, no entanto cá vai:

O tema, era que governações para Portugal, entre os presentes estavam várias personalidades, e foi discutido vários cenários, para Portugal.

A solução, que mais consenso foi a necessária união dos portugueses, de modo, a conseguir dar indícios ao governo para onde deve governar.

Muito se falou, mas o que mais denotei, foi que muitos indicavam que o nosso país, é um país de empreendedores, e como tal, teríamos facilidade de sair desta crise, através do empreendedorismo das pessoas.

Pois, muitos assistentes do público, falaram e muito bem que empreendedorismo é as pessoas se cultivarem, é as pessoas irem estudar aos 50 anos, é as pessoas lutarem por conseguirem ter boas carreiras, e de perseguirem os objectivos de vida.

Penso que a ideia de empreendedorismo, está correcta, e compartilho que os portugueses devem se colocar em torno de um objectivo, e tentarem todos conseguir atingir o mesmo.

Considero que o empreendedorismo hoje em dia, é os jovens terminarem o 12º ano, e prosseguirem estudos, para a universidade, pois nos dias que correm é um grave risco tirar um curso, pois é o mesmo que carimbar o desemprego.

Considero as pessoas licenciadas e nascidas nos anos 80, verdadeiros empreendedores, pois são pessoas, que lutam afincadamente contra o desemprego, prestando-se a actividades para as quais não estão qualificados e que ganham miseravelmente, sujeitando-se a tudo um pouco.

Outro problema, destes licenciados, é de não conseguirem fazer carreira, muitos deles entram no mercado de trabalho, depois de terminar o curso, e obviamente não apresentam experiência profissional até então, sendo que não tendo vagas nas suas áreas, tentam concorrer para áreas menores, e as pessoas tentam não dar oportunidade a estes indivíduos, pois consideram que, estas pessoas não são trabalhadoras fiéis, e que mal encontrem algo na sua área, vão fugir e deixar o trabalho a meio. Não nego que existam profissionais assim, no entanto, penso que a maior parte das pessoas não serão assim.

No entanto, não são somente os licenciados que tem este tipo de problemas, o mesmo se aplica à juventude em geral.

Considero que, a juventude tem necessidades, desejos e motivações, e que têm o desejo de se juntarem, de terem o seu canto, e de terem uma carreira sólida, e não terem que ficar eternamente em casa dos pais.

Actualmente, muitos sociólogos têm conjecturado que os jovens saem cada vez mais tarde casa dos pais, e que isto prejudica a natalidade, e consequentemente a sustentabilidade do país em termos de segurança social, e de contas públicas. Eu digo, as pessoas saem cada vez mais tarde de casa dos país, pois não conseguem estabilidade profissional, para conseguirem atingir uma estabilidade económica, e que permita partir para uma sólida vida.

Conheço jovens casais, em que ambos são licenciados, e não conseguem ter estabilidade de emprego, pois os patrões contratam e depois de 6 meses mandam embora, para encontrar outras pessoas, e assim vão vivendo, estes casais, tem indícios graves de depressão, pois não conseguem ter uma estabilidade profissional, muitos deles não conseguem ter um namoro normal, pois altos valores de atentado ao pudor e à liberdade das pessoas cruzados com faltas de verbas, fazem com que os namoros, por vezes sejam piores que no inicio do século XIX, denote-se que estes casais apresentam anos de namoro acima dos 6 anos, muitos deles estão com 9 anos de namoro, portanto, não colocamos neste momento, a questão de que as pessoas namoram, as pessoas tem a certeza dos companheiros que escolheram, no entanto, a vida não pretende que a sorte seja bafejada para estas pessoas. O mais grave aqui, é que os valores económicos e de carreira, estão a destruir valores da nossa sociedade, os país pedem para os filhos saírem de casa e anseiam pela chegada dos netos, os jovens querem sair dos regimes por vezes fascistas que estão em casa, mas não conseguem, tudo porque, não há emprego, porque a economia não os quer, não os desejam, sendo ainda pior, quem vai ser afectado em ultima instancia vai ser a sociedade e a governabilidade do país.

Os empregos, que a maioria das pessoas tem neste país, são empregos com fracas remunerações, o que sem motivação e sem aumentos ao longo do tempo de ordenados, faz com que as pessoas, tendencialmente não se apliquem por nenhum patrão, e que desmotivem ao longo do tempo, o que faz com que a produtividade baixe, e não cresça. Denote-se que se os patrões investirem nas pessoas, e as que remuneraram de forma correcta e justa, vão estar perto dos melhores resultados de sempre, denote-se que as grandes empresas, são as que melhor pagam, e são as que possuem melhores índices de produtividade

Penso que o empreendorismo, está presente nos patrões, em querem apostar nas novas gerações, em apostar nos licenciados, e de lhes dar a estabilidade, dar uma carreira, para estas pessoas poderem seguir as duas vidas, para poderem gerar verbas e sustentar a segurança social, para poder assegurar as reformas dos nossos pais, e das pessoas, que estão no activo e que estão enquadradas nas fachas etárias dos 40 aos 50 anos.

Penso que é necessário ter bastante cuidado, pois qualquer estratégia para que se saia desta crise, deve ser sustentada com uma grande aposta na juventude, essencialmente a juventude licenciada, pois estas pessoas estão muito vem formadas e tem capacidades incríveis, se forem muito bem motivadas, muitas delas, basta somente fomentar a estabilidade profissional, para ter óptimos resultados, não sendo necessários grandes valores de ordenados.

Penso que o patronato e os governantes, pensem bem qual a estratégia que devem optar, mas penso que a dos jovens licenciados, são a opção mais célere e barata para se fazer com que a produtividade das empresas, seja incrementada e consequentemente a produtividade do país suba, e resolvam problemas da economia governamental.

Deixo a Questão: Para onde deve ser dirigida a governação de Portugal?

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Conflitos de Gerações ao Rubro…Que Soluções Tem Esta Juventude???

Geração Erasmus

Geração Erasmus

Trago uma notícia, que vai de encontro ao que já tenho aqui chamado à atenção, questões sócio económicas que estão este mês muito discutíveis, por força das eleições do fim do Mês, passo a transcrever a notícia e faço de seguida o meu comentário:

« Geração do Erasmus não consegue sair de casa dos pais

Geração pós-86 esbarra nos “direitos adquiridos”, mas não culpa mais velhos

“O desemprego tornou-se um dos principais problemas do país, e sem dúvida o principal da minha geração.” A frase é de Henrique Oliveira, 26 anos, estudante de doutoramento de Engenharia, mas foi repetida por duas dezenas de jovens de todo o país, entre os 18 e os 28 anos, contactados pelo i. A insegurança no mercado laboral, onde é muitas vezes difícil conseguir um contrato, o preço das rendas e a qualidade da educação estão entre as principais preocupações dos mais novos. Muitos não culpam as gerações mais velhas, mas sim os partidos políticos, que acusam de distância ou de falta de soluções.

“Perdeu-se a estabilidade que os nossos pais tinham, de ter o mesmo trabalho uma vida inteira. Isso não é necessariamente mau, obriga-nos a estar mais preparados, mas há instabilidade pelas piores razões, começando pelos recibos verdes, que substituem contratos, pela difícil integração no mercado de trabalho na maior parte das áreas”, afirma Pedro Pina, 22 anos, editor de um site de cultura. “No final, voltamos sempre à economia: a independência económica é uma miragem para muitas pessoas, e muitos dos que a conseguem continuam a depender dos pais para manter a qualidade de vida. Nesse aspecto creio que vivemos um retrocesso”, acrescenta. Segundo a Ferve – Fartos Destes Recibos Verdes – o retrocesso dos recibos verdes afecta 900 mil pessoas em Portugal, cerca de um quinto dos trabalhadores.

Esta é a geração (pós-adesão à UE) não submetida à violência da Guerra Colonial – ou mesmo às condições difíceis do Portugal pós-25 de Abril – a geração da mobilidade do Erasmus, com uma identidade mais europeia. Contudo, é também o grupo de pessoas que enfrenta a pressão social do sucesso e, ao mesmo tempo, o bloqueio das gerações mais velhas (um fenómeno transversal a muitos países) e a dificuldade de conquistar a independência. “Nós fomos uma geração ganhadora em termos de mudança política”, diz Anália Torres, 55 anos, presidente da Associação Europeia de Sociologia. “Hoje é muito diferente, mais individualizado: os jovens acham-se menos dependentes do colectivo.”

Da adaptação a esta realidade resulta um Portugal a duas velocidades – os jovens de áreas ligadas à gestão, engenharias e medicina, por exemplo, em regra navegam melhor no mercado de trabalho. Muitos outros – de cursos novos ou clássicos como Arquitectura ou Letras, por exemplo – têm mais dificuldades.

A par do emprego e da educação há o problema clássico: sair de casa dos pais sem ter de comprar casa, algo difícil mesmo após a revisão da lei das rendas. “Há uns anos um amigo meu que viveu na Alemanha dizia que com 18 anos o Estado oferecia habitação durante os primeiros anos para assegurar a tua independencia”, afirma Vasco Cartó, 25 anos, arqueólogo. “Não sei se ainda é assim, mas de facto pôr os jovens fora de casa dos pais é um grande incentivo à independência pessoal”, afirma.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/22740-geracao-do-erasmus-nao-consegue-sair-casa-dos-pais, a 12 de Setembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, das duas uma, ou alguém anda a ler o que escrevo por aqui (o que não é mau), ou então, os problemas por mim levantados aqui, são sentidos por mais pessoas, que realmente se ouve falar.

Bem, temos aqui problemas que são gravíssimos e que vão causar cada vez mais mutações na nossa sociedade, pois os jovens vêm-se colocados em problemas, aos quais não foram educados, nem preparados sob alguma circunstância.

Problemas com o emprego, sentidos de uma forma atroz, como tem sido sentido, vai fazer com o que o individualismo e egoísmo dos nossos jovens, seja cada vez, mais agudo, ou seja, as pessoas vão pensar somente nelas e nos seus desejos e motivações, desprezando a convivência com o outro, e muito certamente o desejo dos nossos pais, netos…isso não está contemplado nas vidas cada vez mais incertas dos jovens.

Penso que o governo, que tomar passo no final deste mês, tem de ter em conta que, é preciso dar um rumo, a esta geração que anda perdida, e que qualquer dia perde a cabeça, como os jovens bem à poucos anos fizeram nas ruas de Paris, uma autentica revolução, é necessária, pois caso contrário, pode ser causa de caos social, e daqui a uns anos, estaremos sem regras, pois se os jovens são desprezados nos dias de hoje, amanha, quando a população ficar mais idosa e, necessitar de cuidados, e repare-se que a população sénior é um fenómeno, cada vez mais em crescimento, a mesma vai ser desprezada pelos jovens, e não existirem regras, nem princípios, o que aí vai ser tarde, mas muitos dos que hoje estão no activo, nessa altura serão seniores e não vão gostar de ser desprezados, mas se nada fizerem agora, é o que vai acontecer, lamentavelmente, assinale-se.

O afastamento do colectivo, por parte da juventude, e que acima é mencionado no artigo, deve-se simplesmente, a não terem apoio de nada na sociedade, tudo que precisam tem que ser pago, são sujeitos, após anos de formação, e de terem alta formação, são obrigados a trabalhar a preços dignos de escravatura, e a ganhar o mesmo que jovens que, quase não tem cursos superior, mas o pior é a falta de apoios sociais, de ao terem que trabalhar segundo recibos verdes, que toda a gente sabe que são falos, excepto as entidades competentes, e ficam desprovidos de apoios sociais, tais como subsidio de desemprego, ou mesmo, o serviço nacional de saúde.

O problema desta juventude, não é falta de empenho, ou mesmo, qualificações, trata-se simplesmente de uma questão de cariz social, que vem no decorrer da ganância de pessoas, que não se lembram que amanha também é dia, e que se hoje não precisam de auxílio, amanha vão precisar dele, e podem não o ter.

Em todas as sociedades modernas, os governos têm soluções e apoios para a juventude, essencialmente a que tem formação superior, pois vêm que se nãoi derem condições aos mais novos, especialmente os que têm mais formação, os mesmos, ou são desprezados, ou serão perdidos, o que no futuro causará grandes problemas sociais, demográficos, etc.

É no seguimento da juventude licenciada, que advém a denominada classe média, e a classe média alta, onde vêm investimentos mais avultados, e são a população mais bem preparada para poder trabalhar a natalidade de um país, e formar tendencialmente pessoas mais capazes e com níveis de educação superior, eu disse e vou repetir, tendencialmente. O que está a acontecer agora, é que é exactamente o contrário, esta franja da população está cada vez pior, não tem qualquer esperança de viver, e a tendência é que não sobreviva e seja englobada em classes que não está preparada, podendo levar a casos muito graves de depressão e mesmo suicídio. Estas classes têm que ser valorizadas, para poderem dar seguimento mais correcto ao país, e de poderem ser integradas socialmente, pois o que se está a causar, é de fazer grandes prejuízos a todos os níveis, pois as pessoas não são máquinas.

Deixo aqui um apelo, especialmente para o próximo governo, que tentem colocar a sociedade no seu devido lugar, que queiram fomentar a natalidade, e para isso, é necessário estabilizar a sociedade e deixar de ter entraves que não são explicáveis, e somente são justificados por ganância de pessoas, que muitas delas nem são portuguesas.

Acordem!!!  Ainda vão a tempo…

Deixo a Questão: Que pensa da geração após 86, não conseguir singrar e ter a sua independência?

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O Declínio De Uma Estação de Televisão…11 Anos Depois…

TVI

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Hoje trago mais desenvolvimentos sobre o caso da TVI, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« Júlio Magalhães: “Se este clima continuar, pode ser a morte de uma estação líder”

Júlio Magalhães apela à administração para que “tome uma decisão rápida” sobre a direcção de informação da TVI. Está em risco um trabalho de 11 anos.

Uma redacção em estado de sítio. O fim do “Jornal Nacional” apresentado por Manuela Moura Guedes e a subsequente demissão da direcção de informação da TVI abriram uma guerra sem quartel: as trocas de acusações entre jornalistas sucedem-se na imprensa e na blogosfera, gerando um clima de grande mal-estar nas instalações do canal. “A administração tem de encontrar uma solução rápida. As pessoas estão de cabeça perdida e isto está a tomar proporções inimagináveis. Por este caminho, corremos o risco de pôr em causa um trabalho de 11 anos”, admitiu ao i o jornalista Júlio Magalhães.

Segundo as informações recolhidas pelo i, o administrador-delegado da Media Capital, Bernardo Bairrão, tem hoje um conjunto de reuniões para apresentar as primeiras soluções para o futuro da estação. A escolha da próxima direcção de informação da TVI será o primeiro dossiê em análise. E várias fontes contactadas pelo i garantem que “a solução só pode ser externa”. “Se alguém for promovido internamente durante esta guerra, será imediatamente queimado”, dizem.

Um cenário que as mesmas fontes associam à continuidade de Manuela Moura Guedes nos quadros da estação. “Essa situação tem de ser resolvida. A administração sabe disso: se ela continuar, será difícil harmonizar a equipa”, diz outra fonte. Até ao fecho desta edição, Bernardo Bairrão, Moura Guedes e a administração da Prisa não estiveram disponíveis para comentar o assunto.

Júlio Magalhães, apontado como possível sucessor de João Maia Abreu na direcção de informação da TVI, nega que lhe tenha sido feita qualquer proposta nesse sentido. E recusa alimentar cenários. “Há muita gente válida na redacção da TVI para assumir essas funções. E até pode vir alguém de fora, desde que seja competente. Mas o importante é que temos de estar todos disponíveis para resolver este problema internamente”, aponta o jornalista.

Sem comentar os motivos invocados pela administração da Media Capital para suspender o programa, Magalhães admite apenas que “a decisão foi extemporânea”. “Não tenho todos os dados para fazer uma análise, mas o timing não tem lógica. A saída de Moniz deixou perceber que as posições podiam extremar-se e talvez tenha faltado algum bom senso na gestão deste assunto”, aponta.

Sobretudo porque, diz, a suspensão do noticiário “não foi uma decisão surpreendente”. “O que não era previsível era que fosse feito em cima das eleições. Devíamos ter antecipado esta situação, em vez de esperar para ver o que aconteceria. Havia desconforto público em relação ao programa, portanto devíamos ter pensado melhor: ou se suspendia antes de Agosto, ou após as eleições”.

Agora, Magalhães espera “que esta semana seja clarificadora”. “As administrações da Prisa e da Media Capital têm de ponderar o futuro da empresa e apresentar soluções urgentes. Se continuar o clima que agora se vive, pode ser a morte de uma estação líder”, alerta.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/21644-julio-magalhaes-se-este-clima-continuar-pode-ser-morte-uma-estacao-lider, a 07 de Setembro de 2009, No Jornal I

O meu comentário:

Pois bem, após a tomada de decisão inapropriada no tempo, e ainda por cima mal justificada por parte da direcção da estação, agora tem o que pode ser o fim da estação, e a destruição de uma marca, denominada de TVI.

Quem tomou a decisão, e tal como refere Júlio Magalhães, deveria ou ter, antecipado, na altura da saída do Director da Estação, deveria também ter destituído o Programa, como não foi realizado, agora e para não levantar suspeitas, de favorecimentos, ou mesmo de estar em causa a constituição da república portuguesa, e a liberdade de expressão a ela associada, deveria ser destituído somente após as eleições.

Certo que, o programa não poderia continuar, toda a gente o sabia, pelo desconforto, e mesmo por uma má postura que não dignifica qualquer uma das classes do jornalismo, deveria-se ter escolhido a melhor maneira de terminar com o programa, causando o menos impacto negativo possível, já que ia sempre causar algum.

Penso que, quem deve vir para liderar a estação, deve ser uma pessoa de fora, não que dentro nem existam soluções, e até boas soluções, mas de fora é mais fácil para colocar regras, e para poder riscar, sem ter que sofrer represálias, e para as condições sejam mais acessíveis, e acima de tudo, traga novas ideias para a estação, que bem precisa.

O país dia 27 do corrente mês, vai decidir o que acha sobre esta mudança, penso que, caso não seja bem fundamentada, vai mesmo afectar directamente o resultados das eleições legislativas de 2009, o que na minha óptica é pena, pois até prova em contrário as pessoas são inocentes, apesar de ter sido criado grande ambiente de suspeição à volta do mesmo.

Vamos aguardar, para ver os desenvolvimentos do caso, e ver que impacto vai ter o caso nas eleições, e como vai terminar o caso, e acima de tudo, ver o que acontece a uma estação que está sem rei nem roque, está sem objectivos e sem destinos traçados, anda à deriva e isso vai custar muito caro, quando forem analisadas as audiências e que posteriormente vai ser traduzido em menor rendimento, oriundo da publicidade.

Deixo a Questão: Qual será o futuro da estação de televisão TVI?

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Cuidados a Ter Quando Recebemos um Cheque….

Cheque Bancário, Imagem Retirada de http://www.bportugal.pt/servs/pcheck/cheque2.jpg

Cheque Bancário, Imagem Retirada de http://www.bportugal.pt/servs/pcheck/cheque2.jpg

Hoje trago um tema que penso que deve interessar a maioria dos visitantes, o tema são cheques, passo a transcrever a notícia e de seguida faço o meu comentário:

« CGD e BCP vítimas de fraude com cheques carecas

Falha de segurança disponibilizava depósitos feitos nos Açores sem garantia de cobertura

Dois empresários do Porto descobriram uma falha no sistema bancário e acabaram por enganar o BCP e a Caixa num total de 845 mil euros. Em causa estão cheques «carecas» que eram depositados nos Açores e levantados no Continente antes de ser detectada toda esta fraude.

De acordo com o «Jornal de Notícias», a acusação do Ministério Público de Gaia já inclui mais quatro arguidos, que ao que consta são familiares dos primeiros e estão ligados a empresas de hotelaria, restauração e combustíveis.

Os indivíduos aproveitaram-se dos sistemas informáticos preparados para, em depósitos de cheques, colocar os respectivos saldos disponíveis ao fim de quatro dias úteis a contar da data dos depósitos. Isto porque, regra geral, é esta a demora do processo de apresentação dos cheques à câmara de compensação – um sistema de verificação de saldos e transferências entre instituições financeiras – e averiguação da respectiva cobertura.

No entanto, no caso das agências localizadas na Região Autónoma dos Açores, essa demora ascendia a, no mínimo, cinco dias, devido à necessidade de transporte dos cheques para o Continente.

Ora, por força da programação do sistema informático dos bancos, as quantias constantes dos cheques foram depositadas antes mesmo de os bancos saberem da existência, ou não, de dinheiro nas contas de origem.

A situação permitiu aos arguidos sacarem, ao todo, 845 mil euros ao BCP e CGD mediante a apresentação de três cheques que eram carecas.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1087122&div_id=1729, a 06 de Setembro de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Penso que os cheques têm esse problema, de terem que estar algum tempo, até serem liquidificados, o que faz, com que o cheque por vezes em certos negócios não seja, um bom meio de pagamento.

Senão vejamos, este exemplo, alguém vende um automóvel, vamos supor que seja, uma transmissão de particular a particular, vende esse automóvel a um sábado, quem fica com o bem, paga o mesmo com recurso a um cheque, o vendedor, entrega a viatura e assina a respectiva declaração de venda. O comprador pira-se com a viatura, e nunca mais é visto, o vendedor, vem a saber somente na 4ª feira, e a correr bem que o cheque não tinha cobertura, apesar de a lei em cheque acima de 150€ poder agir sobre o titular da conta, o vendedor fica a berrar o valor, até que o comprador lhe pague, as excepções são os cheques bancários ou visados, que não se aplicam neste caso.

Por estas, e por outras, é que o cheque é um pouco recusado, existem empresas, que passam cheques perto das 15H a pessoas, ou mesmo, a outras entidades, para pagamento de produtos e serviços, mas não têm liquidez na conta, para essa passagem, mas como no dia em que passaram e porque, já passa das 15H, a pessoa ou a entidade que recebe o cheque, não o pode liquidificar, então tem que esperar, pelo dia seguinte, o que em principio já tem dinheiro na conta para o cobrar.

São estes jogos, e a morosidade, e tempo que se perde quando se recebe um cheque, que muitas pessoas os recusam, ou empresas não os aceitam, pois podem causar danos, o depositante, caso o cheque não esteja correcto, ainda pode pagar por erro de quem o passa, os cheque na minha óptica deveriam ou ter novos procedimentos, ou serem substituídos por um meio de pagamento mais imediato e eficaz.

Porque razão as entidades bancárias, não se interligam, e no momento de depósito do cheque, seja possível, saber através de uma simples comunicação ao banco emissor se o cheque tem ou não cobertura? Algo similar, como existe, nos seguros, em que ao se fazer um novo seguro a companhia que fica com o seguro, recorre a uma base de dados, do Instituto de Seguros de Portugal, de modo, a ver os dados da carta de condução do individuo, os dados do veiculo, se o mesmo tem ou já teve seguro, e mesmo sinistros apresentados do tomador do seguro, bem como do bem seguro.

Penso que iria ajudar bastante, algo assim do género, e desta forma, poderia ser encurtado o tempo entre o depósito e a liquidificação dos cheques.

Penso que teríamos mais a ganhar com esta transparência que estarmos a espera que os cheques, cheguem fisicamente a um local onde serão compensados, são coisas na minha óptica que neste século e com recurso cada vez mais ás comunicações não deveriam acontecer.

Deixo a Questão: Que pensa do tempo entre o Depósito e a Liquidificação de um Cheque?

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Fim do Jornal Nacional… Demissões em Bloco na TVI…Em Que Era Portugal Está???

Jornal Nacional de 6ª Feira Suspenso...

Jornal Nacional de 6ª Feira Suspenso...

Hoje trago uma notícia bombástica para a sociedade portuguesa em geral, pois parece que estamos a viver um clima de suspeição, passo a transcrever a dita notícia e de seguida faço uma exposição dos factos, deixando ao leitor a livre opinião de que estamos antes ou após 25 de Abril de 1974:

« Jornal de Sexta suspenso: Direcção de Informação da TVI demite-se

A Administração da TVI deu ordens para cancelar o Jornal Nacional de Sexta, que marcava amanhã o regresso de Manuela Moura Guedes aos écrans da televisão da Mediacapital. A notícia levou à demissão em bloco da Direcção de informação e das chefias na redacção da TVI. De acordo com o comunicado da Mediacapital enviado para a CMVM, João Maia Abreu, Director de informação, mantém-se interinamente em funções até à nomeação de nova direcção. Mário Moura, Manuela Moura Guedes, director-adjunto e sub-directora, e Maria João Figueiredo e António Prata, chefes de redacção, cessam funções de imediato.
A edição de amanhã do Jornal Nacional de Sexta seria a primeira da era pós-Moniz. O i apurou que o Jornal de Sexta de amanhã iria contar com cinco peças sobre o caso Freeport, no qual José Sócrates foi envolvido. Esta manhã, o Correio da Manhã dava conta dos primeiros sinais de desconforto na TVI, pelo cancelamento da promoção do programa.
Manuela Moura Guedes, estava de qualquer forma convicta de que amanhã iria apresentar o jornal, tanto que disse, ainda hoje ao DN que “só se fossem muito estúpidos é que me tiravam do ar”. A data do reinício do programa foi anunciada ao i a 7 de Agosto, quando disse que tinha recebido “indicações de que o jornal regressaria a 4 de Setembro e seria muito estranho se isso não acontecesse”.
No dia em que José Eduardo Moniz anunciou sair da TVI, mostrou-se também convencido que a decisão não iria ter consequências para a mulher. Em directo no Jornal Nacional defendeu que “seria um escândalo que assim não fosse” porque “não faz sentido que se considere eliminar um bloco de informação [o Jornal de Sexta] que é uma referência para o jornalismo”, justificou.
A 20 de Junho, antes de partir para férias, Manuela Moura Guedes dizia ao i: “Seria muito estranho, e um erro de gestão, tirar do ar um programa líder de audiências, numa televisão cujo negócio são as audiências”. “Fala-se em questões políticas ou em questões editoriais, mas isso nem nos passa pela cabeça” adiantou na altura. Porém, dizia que não está “agarrada ao ar”.
A jornalista foi referenciada por José Sócrates como o aríete do “jornalismo transvestido” e da perseguição política de que o primeiro-ministro se diz vítima.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/21214-jornal-sexta-suspenso-direccao-informacao-da-tvi-demite-se-, em Jornal I a 03 de Setembro de 2009

O meu comentário:

Penso que é um caso que, mesmo que não seja, feito por influências políticas, tudo aparentemente parece ser.

Ou seja, tudo e muito estranho, primeiro o afastamento compulsivo do director geral, sem grandes argumentos, e com o seu serviço ao serviço da estação de televisão a ser cumprido e com bons retornos a nível de audiências e de lucro. Depois o afastamento (já esperado), da sua esposa através do jornal nacional de sexta-feira, eu digo que já era esperado, pelo motivo que, ela abusava um pouco da posição dominante que ocupava, e cometia algumas gafes jornalísticas, pois enquanto pivot, não lhe é permitido tomar partido, ou mesmo, fazer comentários sobre as notícias, isso só acontece no Brasil, mas são outras andanças. Goste-se ou não, era o estilo dela, e só via quem queria, nisso penso que têm total razão, existem mais canais, se não gostar vejo outro, e não é por ai que vejo um precoce afastamento da mesma do jornal em causa.

O problema aqui, e do afastamento e segundo me parecem é algo, que vem aparentemente colocar a constituição da república portuguesa em causa, e demonstrar que possivelmente o nosso sistema político, não é tão liberal e democrata, como aparenta ser.

Por ela demonstrar coisas, de quem tinha telhados de vidro não queria, essa mesma pessoa, conseguiu arrumar para o lado, quem colocou um processo (José Eduardo Moniz) e ditou o afastamento d a voz inconveniente, e das peças sobre os telhados de vidro ( freeport’s, projectos na Guarda, etc), que neste caso era a directora de informação (Manuela Moura Guedes).

Pessoalmente isto acima mencionado, deve ser tomado como uma simples elação, ou cenário do sucedido, eu não sou a falar da dita senhora, nem penso que praticasse um jornalismo exemplar, penso que ao emitir opiniões quando não o podia, entre outras coisas, fazia um péssimo serviço, mas em Portugal, as pessoas viam o jornal, não pelo conteúdo, mas mais pela encenação teatral que existia. A salientar, foi o bastonário da ordem dos advogados, que a encostou ao seu sitio, de uma forma muito inteligente, e a qual, não teve a mínima hipótese, mas não tenho nada contra a dita senhora, e lembro e volto a lembra é livre de poder fazer o seu trabalho da maneira que quiser e entender, bem como, a estação é livre de poder mostrar o que quiser, e entender, e deve sempre respeitar a liberdade de expressão e o respectivo direito à liberdade jornalística, coisa que devo indicar, a dita estação sempre respeitou, o que me faz ficar bastante contente, pois sou defensor da liberdade a todos os níveis.

A menos de um mês de eleições legislativas, penso que é grave o sucedido, e para evitar, confusões, penso que, o director que solicitou a suspensão do referido jornal, viesse a publico, indicar os motivos, e desta forma limpar a desconfiança que está instalada de se pensar que foi o nosso primeiro-ministro que ordenou a suspensão do mesmo. Mesmo para o primeiro-ministro ficava bem, ilibar-se desta situação e poder, tranquilamente e sem incidentes realizar a sua campanha eleitoral, de forma transparente, honesta e sem criar mais um telhado de vidro.

Não tomando posição, nem indiciando nenhum dos intervenientes como culpados, deixo ao livre arbítrio do leitor, para tomar a sua opinião, o que fiz foi somente dissecar os factos, mas não quis demonstrar aqui publicamente a minha opinião, pois penso a ideia é que o blog entre em discussão e não seja defender um só ponto de vista.

Deixo a questão: Que pensa do termino abrupto do Jorna Nacional de 6ª Feira à noite?

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Contas Com Despesas Reduzidas…Começa Aqui A Responsabilidade Social da Banca???

Euro

Os meus Posts devem diminuir tamanho, ou mesmo, podem existir dias em que não vou poder postar, por motivos, de cariz profissional, no entanto, vou tentar ao máximo que tal situação não aconteça. Hoje venho analisar os serviços mínimos bancários, passo a transcrever a notícia, seguida do meu comentário:

«Pessoas com baixo rendimento sem acesso a contas bancárias

Diploma veda acesso aos titulares de outras contas bancárias, excluindo muitos consumidores
A maioria dos bancos continua a não disponibilizar conta para cidadãos com baixos rendimentos, ou seja, os chamados serviços mínimos bancários.

O alerta parte da DECO, na revista DINHEIRO & DIREITOS de Setembro. A associação de defesa do consumidor estudou 19 bancos, sendo que apenas 6 declararam ter contas abertas com estas características: Banco BPI, Banco Espírito Santo, Grupo Crédito Agrícola, Finibanco, Millenium bcp e Santander Totta.

«O baixo sucesso desta iniciativa deve-se, em grande parte, ao modo como as contas estão estruturadas. Por exemplo, o diploma veda o acesso aos titulares de outras contas bancárias, excluindo muitos consumidores», refere a DECO.

A associação desafia por isso o Ministério das Finanças a criar uma «conta do cidadão», acessível a qualquer consumidor, com despesas de manutenção reduzidas e cartão de débito gratuito.»

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1084435&div_id=1729, a 26 de Agosto de 2009, em Agência Financeira

O meu comentário:

Penso os serviços mínimos bancários deveriam ser uma realialidade, pois nem que fosse no que como uma responsabilidade social.

Existem entidades bancárias em Portugal que não fazem serviços mínimos, e não reconhecem o ordenado mínimo, balizando o valor mínimo muito perto dos 500€.

É lamentável, nos estando na Comunidade Europeia e não olharmos a coisas tão básicas como tendo contas para cada cidadão, ainda acreddito que existe muita gente que não possui conta bancária, pelos mais diversos motivos, mas para muitos é mesmo a ideia que perdem dinheiro, e que os bancos não guardam bem as suas poupanças.

Penso que, haveria ser dada disciplinas no secundário de educação financeira e no ensino obrigatório dar a ideia que uma conta bancária é algo tão importante, como por exemplo, possuir um telemóvel, pois um cartão MB, é um meio muito bom para se ter, pois evita termos muita moeda a circular, e como tal, ajuda sempre a prevenir coisas como roubos, percas de moeda, etc.

Penso que são coisas básicas ter contas com despesas reduzidas, ou mesmo isentadas, e cartão débito, pois tal como os telemóveis passaram a não ter carregamentos obrigatórios, os bancos poderiam e deveriam seguir essa tendência, nem que fosse, na ideia da responsabilidade social.

Deixo a questão: Que opinião têm das contas bancárias com serviços mínimos?

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