Conheça o Novo Disco dos GNR…

Julho 25, 2011

Novo Discos dos GNR Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje e para se começar bem a semana, trago um artigo interessante, desta feita, feito pelo Grupo Novo Rock, mais conhecido pela sigla de GNR…

« GNR. “As coisas mais engraçadas ainda estão para acontecer”

Aos 30 anos de vida a banda aterra com “Voos Domésticos”. De bagagem pesada, o trio falou do passado com olhos postos no futuro

 É numa mesa redonda que os três membros do grupo conversam entre si. Um fala, outro interrompe, outro ri-se, mais uma história, mais uma gargalhada, piscar de olho para aqui, acenar de cabeça para ali. Recordam um concerto, uma pessoa, uma música. Esquecem-se da pergunta. O Grupo Novo Rock esteve para se chamar Trompas de Falópio, sobreviveu à ressaca do rock, rebentou pelas costuras o Estádio de Alvalade, com um público ansioso por fazer de coro a “Dunas” e chega aos 30 anos de carreira com a convicção de que a banda é a coisa mais importante das suas vidas. Em 1981 era editado “Portugal na CEE”. Três décadas depois, Rui Reininho, Tóli César Machado e Jorge Romão apresentam “Voos Domésticos”, disco que oferece um novo twist aos clássicos dos GNR. Coincide com o festejo do aniversário redondo, mas não é para o celebrar, garantem.

Como é olhar para trás e ver passar estes 30 anos?

(Tóli César Machado) É bom e é mau. É bom porque me sinto bem, é mau porque passou muito depressa. É um instantinho.

(Rui Reininho) E com a viragem do século é ainda mais complicado, dizer que somos músicos do século passado.

Os “Voos Domésticos” vêm fazer as honras da comemoração?

(TM) Este disco não é por causa dos 30 anos, coincide com os 30 anos do grupo mas não fizemos o disco para o aniversário. Continuamos no activo, isto não é um come back, continuamos a fazer digressões, tivemos um disco de originais o ano passado… Este ano pensou-se que seria interessante fazer uma coisa mais abrangente, pegar em discos e gravá-los outra vez. Não é aquele aproveitamento, daquelas bandas que já não fazem nada e que de repente voltam. E não é “vamos fazer 30 anos e um disco em forma de best of”. Aliás, são 30 anos ininterruptos, sem pausas.

Não é um ritmo um pouco cansativo?

(TM) Sei que é bom poder parar mas aqui não se pode, é impossível. Mesmo a pequena estrutura que nós temos não nos permite fazer isso. É um bocado como os bombeiros, estar sempre ao pé do telefone.

E como é que tudo começou? Quais eram os principais objectivos dos GNR?

(RR) Depois de ver estes senhores a tocar, fui-lhes fazer uma entrevista, portanto podemos ter aqui uma candidata a entrar nos GNR [risos].

(TM) Os objectivos de qualquer grupo são gravar um disco e tocar. Não se pensa que vai durar não sei quantos anos ou que vai parar aqui e ali ou que vai tocar lá fora. É o prazer de tocar e de ser visto a tocar e gostar da sua música. Passa apenas por isso. E as coisas vão acontecendo e as ambições vão sendo diferentes

(Jorge Romão) Enquanto permanece o gosto de tocar é arriscar.

(RR) Arriscar sempre, não é? Ir aos Coliseus, ir a Lisboa, são pequenas metas. E aquela história dos estádios…

(TM) Agora preferimos sítios mais pequenos [risos] de outra maneira, uma coisa mais assim para a nossa idade, mais tranquila e intimista. Nos festivais as pessoas também gostam mais.

(JR) Da maneira como as coisas estão também já não há quatro estações, não se pode programar um espectáculo ao ar livre em Setembro.

Hoje em dia gostam de fazer espectáculos mais pequenos, intimistas?

(TM) Não é gostar, são coisas diferentes. Eu agora acho mais piada porque é o espectáculo que estamos a fazer, mas gosto das duas coisas. Fizemos no Delta Tejo, com a orquestra da GNR tal. Eu gosto de fazer as duas coisas.

O que recordam melhor do dia em que encheram o Estádio de Alvalade?

(RR) Por acaso tenho uma memória fresca, porque passou na RTP Memória há algum tempo. É engraçado ver como aquilo foi filmado, com as condições da época, está a fazer 20 anos. Mas a memória é recente.

(TM) Por acaso quando falaste em 20 anos pensei que era menos.

Quando dão grandes espectáculos não ficam com receio de não conseguir alcançar esse nível novamente?

(RR) Isto é um bocadinho como as paixões, uma pessoa pensa sobre uma paixão que tem há 20 anos: “Será que vou tornar a apaixonar-me?” Eu acho parecido. Se acontecer, tudo bem, se não, não vivemos de recordações.

Há alguma situação ou peripécia particular de que se lembrem desse dia?

(TM) A única coisa que recordo não posso contar.

(RR) Recordo de ter estado ali a dar uns toques numa bola de vólei cá fora.

(TM) Lembro-me que parecíamos uns palhaços todos maquilhados. Parecíamos o Batatoon. Mas quando íamos para a televisão tínhamos de ser assim.

(RR) Foi diferente no sentido em que fomos para lá com um dia de antecedência. É engraçado aquilo, foi quase um casamento de ciganos, durou três dias, para aí. Os festivais eram menos frequentes e foi a primeira vez que participámos assim numa estrutura tão grande.

(TM) Aquilo era um bocado brincar às superbandas, não é? Como ser os Rolling Stones, não é? Aquela ideia que as equipas vão à frente e só temos de chegar e fazer. Nós não, somos os primeiros a chegar e os últimos a sair.

(RR) Tem de se ter o trabalho de casa bem feito.

(JR) Tecnicamente convém.

(TM) É como nos discos, aquilo é “rec”, toca a gravar, não vamos para lá fazer palha, fazer jam sessions, estar lá a curtir. Tenho mais que fazer.

E como é que surgiu a ideia para o nome da banda?

(TM) O nome… já nem sei de quem foi a ideia, minha não foi. Havia outros nomes em cima da mesa, esse era o mais engraçado. Havia outro nome, Trompas de Falópio, era assim um disparate. Havia assim uma série de nomes, esse era o que tinha mais graça. E chamava a atenção por causa das siglas, iguais à da guarda.

E o primeiro impacto? Perceberam logo que podiam ter sucesso com o “Portugal na CEE”?

(TM) Por acaso quando foi o lançamento não era o boom do rock na altura, as coisas correram muito bem, nem sei se foi disco de ouro. Mas quando fizemos o segundo disco já era a ressaca do boom do rock e era um disco um bocadinho mais ousado. Mas pronto, teve altos e baixos, não se tem noção se se vai ser grande ou não – se é que somos grandes, que eu na verdade não tenho essa noção. Realmente há discos que se vendem mais do que outros, mas nunca fomos uma banda muito de top.

Passados tantos anos, os vossos sucessos continuam a ser ouvidos por diferentes gerações, há miúdos que ainda aprendem a tocar viola com as “Dunas”.

(RR) As pessoas lembram-se, fica essa parte afectiva e recíproca.

(Tóli) Acho que este disco é um bocadinho para essas gerações, para ouvir estas músicas com uma roupagem um bocadinho diferente. Mas também não é do género “toda a gente sabe tocar as nossas músicas”. Conhecem uma ou outra…

(JR) Ainda agora no Delta Tejo alguém disse “ah, esta música é dos GNR?”

E o rock que se faz hoje em dia?

(TM) Em Portugal aparecem e têm aparecido muitas bandas rock. Coisas boas.

(RR) Mas com um formato muito pop, não é? As pessoas adoptaram muito aquela questão das músicas realmente não ultrapassarem os dois, três minutos, não há aquele solo de outros tempos, parece que já está um pouco démodé.

E o que é que se ouvia na altura, quando nasceu a banda?

(TM) Eu ouvia muito Talking Heads, Elvis Costello. Também gostava bastante dos Rolling Stones e de coisas mais distintas, de rock sinfónico.

Assistiu-se a algumas entradas e saídas no grupo, nomeadamente do Vítor Rua e do Alexandre Soares. Alguma vez chegaram ao ponto de ruptura? De pensar que podiam acabar?

(TM) Tivemos fases más, mas nunca se pensou em acabar, pensou-se sempre em começar. Houve uma crise muito grande que é coincidente com a entrada do Jorge e foi também a altura da crise económica do país, em 83. Foi uma altura a seguir ao boom, veio tudo por aí abaixo. Fixámos a banda talvez a partir dos anos 90, foi com a saída do Alexandre, que saiu duas vezes [risos].

(RR) A certa altura houve umas crises e uns processos e isso acaba por dar mais união. Uma pessoa acorda maldisposta e tem duas soluções: ou desiste ou anda para a frente e enfrenta as contrariedades e as animosidades. Não é muito fácil, sem querer ser choninhas ou queixinhas, mas há um tipo de força numa imprensa, específica, especializada, em cortar. Isto não serve, isto não vai servir, isto já acabou. Fazem funerais antecipados por ser giro, porque não têm mais nada de que falar e porque não conhecem, também. Acabaram mais jornais e programas que bandas. E continuamos aí. Hoje acho que é mais difícil uma pessoa sobreviver ao segundo disco, o primeiro pode correr bem mas o segundo se não corre bem é quase morte anunciada.

Dentro da banda cada um sabe o seu lugar?

(RR) É espontâneo isso, e nós damos connosco a tratar de tudo. Aquilo de que se fala lá fora, de management, não é muito eficaz em Portugal. São pessoas normalmente muito pouco qualificadas. Acabamos por ser nós a tratar de tudo. Eu posso dizer 30 vezes que tenho vertigens e que não posso ficar acima de um terceiro andar, não me adianta nada.

(TM) E eu que não me importo acabo sempre no terceiro.

(RR) Muitas vezes temos de nos relembrar uns aos outros para fazer cumprir horários.

Chegaram aos 160 mil discos vendidos com o “Rock in Rio Douro”, por exemplo. Os GNR são abastados?

(JR) Não vivemos mal, mas abastados também não. Vivemos sem saber o dia de amanhã, isso é verdade, sem subsídios.

(RR) Não me posso dar ao luxo de dizer vou parar agora este Verão. Já estou para ir ao Butão há cinco anos!

(TM) Ao Bolhão? [risos]

(RR) É um ponto pequenino enfiado ali entre o Paquistão e o Nepal… Não gostam de turistas, acham que os turistas estragam, então tem de se marcar a visita com antecedência de dois anos. Mas depois nunca dá jeito porque estamos sempre à espera que o telefone toque. É só um exemplo de como as coisas podem ser difíceis.

[O telefone toca.]

(TM) Ó diabo! Ganhou uma viagem ao Butão. [risos]

Isso quer dizer que a banda é a prioridade das vossas vidas? Ou um capricho juvenil?

(RR) É um bocadinho isso. Pode dizer-se que não é como aqueles torneios de ténis para seniores, faz parte das nossas vidas. Isto não é um part-time.

(TM) Se a situação está má, tem de se fazer mais. Eu não posso fazer outra coisa, não sei fazer mais nada.

Os GNR são amigos fora do palco?

(RR) Com certeza que somos minimamente solidários, seja por amizade, seja por amor ou interesse. Vamos tomando decisões, este é um meio com muita entropia, muita queixa. Tem é de se ser positivo nestas fases. Já ouvi dizer duas vezes que o seu jornal ia acabar e vocês aguentam-se, dizem que “o i não tem pernas para andar e tal”, mas continuam a publicar, não é? É um pouco esse espírito, está tudo ligado.

Quando ouvem uma música vossa, num café, na rádio, o que fazem?

(JR) Ponho-a mais alto!

(RR) Às vezes as pessoas no supermercado presenteiam-nos e põem a música mais alto, isso é um bocadinho embaraçoso. Até porque às vezes enganam-se e metem de outro. Do género “esta música é muito bonita” – e é dos UHF. E, sem ser pretensioso, acho que grande parte das músicas já não nos pertence, não é?

Para este CD tiveram de estudar muita coisa passada…

(TM) O trabalho de regravarmos coisas de que já não nos lembrávamos, para tirar notas e acordes… Achei piada a ouvir coisas que não ouvia há anos. Mas há coisas que não gosto de ouvir, são um bocado naifs, não é? Por isso é que gravámos este disco. Algumas que achamos que mereciam ser mexidas, outras que tentámos e não conseguimos, outras que foram complicadas, como o “Sangue Oculto”, que é muito difícil, porque é um hit. É como o “Dunas”, que é ainda pior. Nem tentámos.

Depois de tantos anos a actuar ao vivo, nunca se fartam?

(TM) Não damos muitos, queríamos era dar mais. Isto é um bocadinho como o desporto, como jogar futebol. O que cansa é fazer poucos jogos, não é fazer muitos. Porque com poucos não se tem o ritmo de espectáculos que é preciso ter.

(JR) A espera é que cansa.

(TM) Se bem que isto é um bocado como a bicicleta. Com a rodagem que temos dos anos já quase fazemos isto de olhos fechados. Mas aquele ritmo de concerto, o timing de espectáculo, é uma coisa que só se tem se se tiver 15 ou 20 datas. E uma pessoa até fica a dormir melhor.

Que recordações vos tiram mais o sono?

(TM) Ui… As recordações são tantas… Quando o palco cedeu, e ele desapareceu… [Rui Reininho]

(RR) Parti quatro costelas.

(TM) Também estivemos fechados com um gajo num camarim com uma pistola. Porquê? Isso agora…

(JR) Era uma festa de Carnaval!

(RR) As coisas mais engraçadas estão para acontecer, de certeza. »

 In: http://www.ionline.pt/conteudo/138740-gnr-as-coisas-mais-engracadas-ainda-estao-acontecer, a 23 de Julho de 2011, em Jornal I

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Desejo Uma Boa Noite de São João a Todos….

Junho 23, 2011

São João do Porto... Fonte: http://www.nearlythoughts.blogs.sapo.pt

 

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Conheça Serralves em Festa…

Maio 28, 2011

Festa em Serralves... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia que versa sobre um programa para este fim semana, desta feita em Serralves.

« 40 horas sem parar: Serralves está em festa

 Esta é a oitava edição da iniciativa da fundação portuense. Chicks on Speed e Ana Deus fazem parte da programação

Não é uma festa qualquer: são 240 eventos durante 40 horas consecutivas, o que faz desta iniciativa o maior festival de expressão artística do país. Começa amanhã pela fresquinha, às 8h00, e termina domingo com as doze badaladas. Nada tema, ninguém se vai transformar em abóbora. E o melhor de tudo é que a entrada para todos os eventos é livre.

Os espectáculos não vão ficar confinados ao espaço da fundação. O Aeroporto Francisco Sá Carneiro e a Baixa do Porto também vão ter direito a animação. Há actividades para todas as idades e todos os gostos, para que ninguém fique de fora. Há performances, música, dança, teatro, cinema, exposições e até circo, com muitas acrobacias à mistura.

Destaques da programação Comecemos com a dança. Nilo Gallego, Theo Kooijman e Ludovic Rivière interpretam uma peça concebida por Martine Pisani, coreógrafa francesa. “As Far as the Eye Can Hear” mistura-se com a paisagem e acontece sábado e domingo às 13h30 e às 19h30 no Bosque de Serralves.

Ainda ao ar livre, na Clareira das Bétulas, a companhia Erva Daninha mostra o espectáculo “Desaguisado”, de novo circo, com acrobacias e muito humor à mistura. Às 11h30 e às 16h30.

“Cabaret on Strings” é um espectáculo de marionetas com música. Há step afro-americano, rock dançado por esqueletos, música cigana e mexicana. Às 12h30, 16h30 e 18h00, no Bosque.

À meia-noite de sábado (que tecnicamente já é domingo) é a vez das Chicks on Speed subirem ao palco. Alex Murray-Leslie e Melissa Logan trazem electropop, electro-clash com punk à mistura ao Prado, em Serralves.

Às 3h00 a Praça dos Coveiros, na Baixa do Porto, recebe os mexicanos Ritmia Periférica.

Domingo, às 18h30 e novamente às 22h00, Ana Deus e Alexandre Soares, a dupla Osso Vaidoso, e Paulo Anciães Monteiro trazem Leitura Furiosa, “uma oficina de leitura em que os escritores escrevem, graças à escuta mútua, em parceria com pessoas excluídas do mundo da escrita”. Se não consegue escolher, tem bom remédio: prepare-se para passar o fim-de-semana em Serralves.  »

IN: http://www.ionline.pt/conteudo/126126-40-horas-sem-parar-serralves-esta-em-festa, a 27 de Maio de 2011

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Parabéns FC Porto….

Maio 19, 2011

Fc Porto os meus Parabéns por mais uma vitória!!!!

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Conheça Esplanadas Onde Pode Começar a Usufruir Dos Primeiros Raios de Sol…

Março 7, 2011

Kontiki Bar...Uma Boa Solução Para Apanhar Sol e Beber Uma Bebida... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo para quem gosta de ver o mar e de saborear uma bebida ou um petisco mesmo numa esplanada… passo a transcrever o artigo com esse roteiro..

« Esplanadas a ver o mar. 10 para escolher antes que o sol desapareça

O sol regressou. Como se trata de um astro com personalidade, o melhor é aproveitá-lo antes que mude de ideias. Aproveite o fim de semana para se fazer à esplanada mais próxima e gastar algumas horas a fazer a fotossíntese. Damos-lhe dez à escolha: marroquinas, com árvores, areia ou pizzas

Praia da conceição, Cascais, The Bay
Tem peixe fresco? Tem. Carne boa? Sim. Mar ali à vista? Claro. E marisco, bebidas, tapas, tostas, saladas e o que mais quiser. E fica em Cascais, terra cuja baía foi cantada durante tantos anos pelos já extintos Delfins. Mas se tiver de a trautear, faça-o baixinho. A esplanada é coberta mas as janelas, que pode abrir, são tão grandes que vai sentir-se na praia, mas sem a chatice da areia.

Horário: ter. a qui. das 11h00 às 20h00; sex. e sáb. das 11h00 às 02h00 e domingo das 11h00 às 20h00.
Telefone: 214820038


Praia da Poça, São João do Estoril Restaurante Opíparo
É dois em um. Tão depressa é um espaço romântico para jantares ou almoços a dois, com vista para o mar graças ao facto de ser todo envidraçado, como tem uma esplanada catita onde se servem refeições mais ligeiras. Há menu de pequeno almoço, almoço e jantar e after hours, o mais apetecível, com salada de polvo, favinhas com chouriço, morcela assada com puré de maçã e é melhor parar por aqui antes que coma esta página.

Horário: todos os dias das 9h00 às 02h00
Telefone: 214688600

Praia São Pedro, Estoril, Bar Pizzaria Praia São Pedro do Estoril
As pizzas são boas, mesmo boas, e até o pão de alho é em forma de pizza. A esplanada é ampla e soalheira e pode levar os miúdos para correrem na areia depois de se lambuzarem com queijo mozarela derretido, molho de tomate e, para os mais corajosos, cogumelos. Empanturre-se também sem culpas. É fim-de-semana e vale tudo. O sol é quente mas não o suficiente para trocar as calças de ganga pelo fato de banho por isso não tem (ainda) de se preocupar com a linha. Na segunda-feira, quando lhe perguntarem se o fim-de-semana foi bom, vai poder responder um ”sim” verdadeiro (e quem sabe com a cara mais bronzeada).

Horário: das 9h às 00h, sábado das 9h00 às 3h00
Telefone: 214670027

Praia Cabana do Pescador, Costa da Caparica, Delmar café
Está aberto todo o ano porque a praia também é bonita no Inverno. A esplanada é grande e até tem espreguiçadeiras viradas para o mar, onde pode beber uma caipirinha ou um galão enquanto sonha com as caraíbas. Se for do tipo friorento e adepto de esplanadas debaixo de 30º graus, pode ficar no interior sem medo de perder o mar de vista. Para comer há vários tipos de peixe e marisco para os mais frugais, os costumeiros hambúrgueres para os carnívoros e para beber há sangria, entre outras coisas que agora não temos espaço para enumerar.

Horário: fins de semana das 9h00 às 24h00; durante a semana das 14h00 às 20h00. No verão está aberto 24h00.
Telefone: 919305018

Praia Nova, Costa da Caparica, Marrocos Ocean Club
O calçadão da Costa da Caparica já não é o mesmo desde que o Pólis (finalmente) reorganizou as esplanadas e deu mais areia às praias. Neste restaurante/bar pode fingir que está em Marrocos, de olhos no mar. E não faltam pufs no chão, chá quente e frio e cachimbos de água para quem gosta de tabaco com sabor a fruta. Não deixe de entrar no restaurante, nem que seja para ir à casa de banho, porque vale a pena. O menu é mesmo marroquino, feito pelo chef Rochi Addari, onde marcam presença o couscous, as tágines e as pastillas.

Horário: das 11h00 às 02h00. Encerra às 2ªs
Telefone: 927971528

Praia de São João, Costa da Caparica, Kontiki
Se olhar para a fotografia fica logo com vontade de se sentar nos sofás, deitar nos pufs coloridos tamanho XL e dormir uma sesta. E pode fazê-lo, que ninguém o vai acordar. Convém é que consuma qualquer coisa primeiro, está bem? Nem que seja uma sangria de frutos silvestres. Vai ver que adormece mais depressa.

Horário: das 11h00 às 20h00; Verão das 9h00 às 02h00

Telefone: 967967343

Parque de Albarquel, Setúbal, Made in Café
Tão depressa está no campo, como na praia. Há árvores, relva para os miúdos correrem, rio e mar a encontrarem-se e areia para passear. Desta esplanada vê-se Tróia e um bocadinho da baía de Setúbal. Os preços são baixos e ainda não há filas de pessoas nem longas esperas por uma mesa. Pode almoçar em modo buffet ou preferir uma tosta mista: há para quase todos os gostos. Ou então pode beber um café e pronto.

Horário: das 10h00 às 02h00
Telefone: 96 605 20 11

Av. Norton de Matos, Matosinhos, Lais de Guia Bar
Mesmo em cima do areal da praia de Matosinhos está um dos mais apreciados bar/esplanada do Grande Porto. O Lais de Guia abriu portas em 1996, ganhando o nome a partir de um dos nós mais usados na faina marítima, quer para atracar os barcos que chegam ao porto de abrigo, quer para arremessar e salvar náufragos. Além das mesas e das cadeiras, a esplanada oferece ainda umas confortáveis espreguiçadeiras.

Horário: das 09h00 às 02h00
Telefone: 229381428

Esplanada Praia da Luz, Avenida Brasil, Porto
A Praia da Luz é, a par com as do Molhe, uma das mais antigas e conceituadas esplanadas da Foz. Funciona durante o ano inteiro, mas é com os primeiros raios de sol que ganha mais encanto. As espreguiçadeiras alinhadas a meia dúzia de metros do mar, a música chill-out nas colunas e, claro está, um lugar privilegiado para assistir ao pôr-do-sol. Quem vê nunca mais esquece, dizem.

Horário: das 9h00 às 2h00.

Telefone: 226173234

Praia Canide Norte/Sereia, Vila Nova de Gaia, Grão d”Areia
Postada em pleno areal de uma das mais extensas praias de Vila Nova de Gaia, Canide Norte, a Grão d”Areia tem uma esplanada lounge com espreguiçadeiras e puffs. Logo em frente fica o passadiço de madeira que liga todas as praias de Gaia. Só para o caso de dar vontade de uma caminhada praia fora.

Horário: Domingo a quinta das 9h00 à 1h00; Sexta e Sábado das 9h00 às 2h00
Telefone: 227722108

Com Miguel Ângelo Pinto»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/107071-esplanadas-ver-o-mar-10-escolher-antes-que-o-sol-desapareca-, a 28 de Fevereiro de 2011, em Jornal I

Altos Prazeres!!!

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Conheça Os Segredos Da Melhor Cotada Livraria Portuguesa…

Novembro 20, 2010

Conheça a Melhor Livraria Portuguesa... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia que versa sobre a saga da livraria Lello, e o seu sucesso, vou transcrever a peça jornalística.

« Lello. Os segredos da terceira melhor livraria do mundo

Ontem esteve nas bocas do mundo por ter ficado em terceiro lugar numa lista do “Lonely Planet”, mas isso não alterou o dia do seu dono. Antero Braga fez-nos uma visita guiada à Lello

A Lello não é uma livraria qualquer. É “a” livraria do Porto. E do mundo. Tanto é, que foi considerada a terceira melhor do mundo pelo popular guia de viagens “Lonely Planet”s Best in Travel 2011″. Quinze anos depois da mudança de gerência, a livraria continua a aproveitar a estrutura arquitectónica que atrai milhares de visitantes e reforça uma reputação que mantém há mais de cem anos.

Esta não é a primeira vez que a Lello é destacada por uma publicação internacional. Há dois anos, o jornal britânico “The Guardian” já a tinha homenageado com o terceiro lugar no ranking de melhores livrarias do mundo.

Antero Braga, proprietário e actualmente o homem forte por detrás do nome Lello, explica que a receita para o sucesso passa por encontrar o equilíbrio interior entre o seu papel de amante de cultura e o outro, mais austero, o de gestor.

Directo ao assunto, Antero Braga explica que esta não é a sua livraria ideal, uma vez que não abrange todas as áreas temáticas que desejava, mas o lado de gestor diz-lhe que só fazendo concessões é possível tornar a livraria num negócio viável. “Se não o fizeres estás condenado, quase como acontece com o país”, confessa.

Há 41 anos a trabalhar em livros, Antero não esconde o orgulho que sente com o seu espaço, a sua profissão e com a reputação de qualidade da sua livraria. Foi há 15 anos que assumiu a gerência da Lello, e quando a encontrou estava longe de ser o marco que é agora. “A Lello enquanto editora foi muito mais conhecida do que propriamente enquanto livraria”, explica.

Foi o seu percurso de gestor na Bertrand que o ajudou a recuperar o espaço. “Fui o gerente mais novo da Bertrand, o director comercial mais novo da Bertrand, o administrador mais novo da Bertrand e sou cá do Porto”, contou.

A Lello é, aliás, um espaço tipicamente portuense, onde é cultivada e mostrada a essência da cidade. A máxima deste espaço passa por criar uma ligação “intensa de amizade”com os seus clientes. Antero Braga crê que é aqui que reside o espírito da Invicta. “No Porto é mais difícil por vezes penetrar no meio, mas depois tem-se amigos para a vida”, diz.

O facto de ter preservado o ambiente íntimo e personalizado fez com que a livraria se tornasse um dos marcos de atracção da cidade, quer para o comum turista quer para figuras ilustres. Ao longo da sua vasta história, já por lá passaram nomes como Afonso Costa, Cavaco Silva (escolheu a Lello para lançar a sua autobiografia), Mário Vargas Llosa (ainda antes de receber o prémio Nobel), Alain Juppé, antigo primeiro-ministro francês, ou Marcelo Caetano, o último homem-forte do Estado Novo.

“Cada um tem o seu feitio, e as pessoas gosta de ter um interlocutor, alguém que os aconselha”, diz Antero Braga. Na Lello têm o tratamento personalizado que está a desaparecer do comércio contemporâneo. O gestor da livraria conta que várias personalidades, como Diogo Freitas do Amaral, usam o seu gabinete, onde guarda algumas raridades.

Antero Braga orgulha-se das amizades que cultivou ao longo da sua carreira. Conta com carinho a o encontro que teve com José Saramago, em que lhe confessou que o seu livro preferido do autor era o “Levantado do Chão” e não o “Memorial do Convento”. Ao que o Nobel português respondeu: “Também é o meu.”

As distinções que a Lello vai acumulando fazem dela um ícone da cidade. Se cada visitante que se extasia com a sublime escadaria do espaço comprasse um livro, em termos comerciais era um êxito fenomenal. Assim, é uma livraria que resiste com o passar dos tempos e que o mundo reconhece. Mais do que os portugueses, diga-se.

Exclusivo i /Semanário Grande Porto »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/89316-lello-os-segredos-da-terceira-melhor-livraria-do-mundo, a 19 de Novembro de 2010, em Jornal I

Parabéns mais uma vez à Livraria

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Conheça a Loja Para as Lolitas na Cidade do Porto…

Novembro 16, 2010

Améthyste - Uma Loja de Lolitas... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão de uma loja referente a um conceito um pouco fora do convencional, no entanto, engraçado, passo a transcrever a referida reportagem.

«Uma loja de bonecas para gente grande

A Améthyste, no Porto, é a primeira loja portuguesa dedicada às Lolitas, moda que não tem nada a ver com o romance de Nabokov

Traz vários anéis nos dedos, botas castanhas, meias e um vestido folhado com arranjos florais, tranças pretas e uma boina branca na cabeça. Joana Bárbara parece uma boneca e é mesmo essa a intenção. Fundou a comunidade Lolita em Portugal e abriu, no Porto, a Améthyste, a primeira loja dirigida às adeptas deste estilo.
Foi a “profundidade” da banda desenhada japonesa e as suas músicas que começaram por cativar Joana Bárbara. O carismático líder e guitarrista da banda Malice Mizer, que se vestia de mulher em palco, acabou por inspirar uma nova linha de moda e Joana juntou-se aos seguidores. Em Portugal, no fórum de discussão aberto por Joana Bárbara, estão inscritos cerca de 300 utilizadores, mas estima-se que “apenas meia centena” se vista regularmente com indumentária Lolita. Joana é professora de chinês e encarna a personagem sobretudo aos fins-de-semana.
Mas atenção. Esta persona nada tem a ver com a Lolita popularizada pelo romance do escritor russo Vladimir Nabokov, em que um professor se apaixona pela enteada de 12 anos.
Joana pressupõe que os japoneses tenham recuperado a palavra pela facilidade de associação à imagem adolescente, mas este estilo de vida afasta-se das linhas do romance. Reporta à “mulher de antigamente, que bordava, falava francês, tocava piano e fazia jogos femininos”. Ao vestir a personagem nos dias que correm, Joana acha que acaba por “lutar contra a posição submissa da mulher de antigamente porque hoje em dia a mulher que é submissa sente que tem de usar o corpo para conseguir aquilo que quer”. A Lolita tem uma “imagem cuidada”, é quase uma “mulher de porcelana”, regressando aos “tempos áureos da realeza europeia”.
Na sua loja encontra-se tudo o que é essencial para uma Lolita: roupas com folhos, em forma de balão e acessórios. Os estilos variam e as peças não são para todos os bolsos (ver preços em baixo), apesar de haver roupas em segunda-mão mais acessíveis. O espaço está decorado com posters nipónicos e mobiliário antigo.
Quando sai à rua, Joana apercebe-se dos olhares, mas não se importa. Realça que “isto não é carnaval” e diz que em Portugal a história repete-se com “tudo o que é diferente”, como quando começou o boom das calças largas inspiradas no hip hop.
À Améthyste vão raparigas de “todas as idades” e também rapazes: há o “aristocrata masculino” e as peças Kodona, de estilo vitoriano, como blusas folhadas, camisas, meias altas e calções. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/88235-uma-loja-bonecas-gente-grande, a 13 de Novembro de 2010, em Jornal I

Bom Conceito!

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