Despedida de 2009…Que Venha 2010…Já Só Faltam Umas Horinhas…

Boa Passagem de Ano...Até 2010...

Sendo este o ultimo dia de 2009, não vos vou maçar com os meus comentários, sobre alguma noticia menos positiva, venho desta forma dar os meu votos para que façam grandes festa mais logo, e que todos tenham uma passagem de ano fantástica.

Despeço-me com esta ultima edição de 2009, desejando a todos um fantástico 2010, e que, tenham muita saúde, dinheiro e sejam simplesmente felizes.

Até para o Ano!

RT

Anúncios

Ranking Das Cidades Preferidas Para a Passagem de Ano…

Como estamos mesmo a finalizar o ano, trago aqui o top de preferências de cidades para a passagem de ano, que encontrei  num diário da nossa praça, passo a transcrever a notícia e em vez de comentar, do digo, faltam menos de 48 Horas para terminar 2009.

« Saiba que cidades lideram o top de preferências para a passagem de ano

Com ou sem crise, os portugueses querem viajar para fora do país para celebrar a entrada do novo ano, com Paris a liderar as preferências enquanto destino de eleição.
No entanto, ao contrário dos anos anteriores em que Roma, Londres ou Barcelona também apareciam nesta lista, passando para segundo plano as cidades nacionais, este ano os portugueses inverteram esta tendência e começaram a dar mais importância a Portugal,  salienta o portal HOMELIDAYS.
De acordo com o mesmo, Barcelona ocupa o 2º lugar do ranking e Roma o 3º. Já a nível nacional, Nazaré é um dos destinos de eleição, assim como Albufeira.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/38696-saiba-que-cidades-lideram-o-top-preferencias-passagem-ano-, 29 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boa Passagem de Ano!

RT

Rituais de Passagem de Ano..Veja a Origem e Significado de Alguns Muito Usados Pelos Portugueses…

Rituais de Passagem de Ano Fonte: http://www.cegonhas.com

Hoje trago alguns dos rituais mais conhecidos do ano novo, vou transcrever um artigo que encontrei num diário da nossa praça. Sei que ultimamente não tenho comentado os posts que aqui coloco, e este não vai ser excepção, no entanto, como devem advir, o final do ano, com as festas e outros afazeres, não me tem dado muita margem para tal, no entanto, tenho me esforçado para deixar pelo menos algo novo aqui no blog, para que os leitores possam espreitar.

«Agora escolha o seu ritual para a passagem de ano

Acredite-se ou não na superstição, no ano novo quase todos recorrem a uma ou outra tradição milenar. Saiba quais e o que simbolizam

Podia ser uma prova do Guinness. Em apenas doze segundos coma doze passas, enquanto visualiza outros tantos desejos. Para bater tudo certo, cada passa é comida no respectivo segundo. Sem enganos. Num nível mais avançado, faça isso enquanto sobe para uma cadeira e no último segundo salte com o pé direito. Aceita o desafio? Em noite de réveillon são muitos os portugueses que respeitam religiosamente estes rituais. Tudo em nome de um novo ano cheio de sorte. Segundo um inquérito da Marktest, de 2006, a maior parte da população respeita estas superstições. Apenas 30% respondeu não ter nenhum ritual.

Ninguém sabe muito bem quando começaram estas tradições ou até o que simbolizam. “Não é possível descobrir o ano exacto em que começaram. O interessante é perceber que o significado genérico destes costumes mantém-se. Há 50 anos os gestos não seriam os mesmos, mas o sentido era”, explica o antropólogo Francisco Vaz Silva.

Há rituais para todos os gostos. Os mais corajosos mergulham no mar gelado e em tempos atiravam-se pratos e tachos velhos pela janela. Uma moda lisboeta dos anos 50 e 60, que acabou tal não era o caos que causava. O investigador Francisco Vaz Silva refere ainda que uma das tradições mais antigas é fazer barulho. Tem origens anteriores ao Império Romano. Quando havia um eclipse, toda a gente fazia barulho para afastar o perigo de o sol não voltar. Descubra o que o seu ritual significa.

Porquê 12 passas e não cinco pinhões?
Há pessoas que não suportam a textura das passas ou o seu sabor, mas no dia 31 de Dezembro lá ficam com a mão cheia de uvas secas e desejos por pedir. Para esta superstição há muitas explicações. Que cada passa simboliza um dos meses do ano é a mais óbvia, mas o antropólogo Francisco Vaz Silva aponta outra. “O nosso calendário é o solar, mas o lunar também é usado. Como tem menos 12 dias, no último mês acertavam-se as diferenças. As passas simbolizavam esses dias.” Há ainda outro simbolismo. “Os dias acrescentavam-se a partir de 26. Logo, a noite de ano novo ficava no meio desses dias. Nas aldeias até se costumava dizer que esses 12 dias simbolizavam o clima que se ia sentir nos meses do ano seguinte. Se a 26 chovesse (o primeiro dos 12 dias), Janeiro ia ser um mês de chuvas e assim sucessivamente.” O facto de se usar passas deve-se à popularidade do fruto nesta altura do ano. Mas o antropólogo Manuel João Gomes vê ainda outro simbolismo. “Em rituais antigos, as passas eram o substituto do vinho, o que acaba por ser uma referência a Cristo, mesmo que indirecta.”


Ano novo, dinheiro na mão
É fácil perceber o porquê: todos queremos mais dinheiro. Mas a primeira referência à tradição de tocar em moedas como sinal de boa sorte surgiu no século XIX. O dia do cuco provavelmente não lhe diz nada, mas era uma tradição nacional. A data simbolizava o começo da primavera, já que quando se avistava esta ave migratória, normalmente a 21 de Março, era a época das colheitas começarem a florescer e das flores desabrocharem. O que num país agrícola é sempre importante. Foi então que nasceu um ritual e uma espécie de competição. “A primeira pessoa a avistar um cuco devia pôr a mão no bolso e se encontrasse dinheiro era sinal de que ia ter um ano de riqueza e tinha de avisar os outros”, recorda o antropólogo Francisco Vaz Silva.


Roupa nova azul, vermelha, amarela… Qual é a cor certa?
A ideia é simples. O ano acabou e convém deixar tudo o que está pendente terminado, por isso nada melhor do que ter roupa nova. Ano novo, vida nova. “A noção de que os nossos actos de ano novo são o reflexo do que queremos é muito frequente”, explica Francisco Vaz Silva. Quanto às cores, terá sido uma importação que não se sabe muito bem de onde veio. As cuecas azuis são para dar sorte. Se vestir uma peça de roupa amarela é para resolver problemas económicos. O vermelho simboliza sucesso no amor e o branco é para quem procura a paz. “São cores vivas que simbolizam a alegria de renascer”, acrescenta o sociólogo Moisés Espírito Santo.


Haja barulho, muito barulho
Seja na aldeia mais remota de Portugal ou na capital, há sempre alguém a fazer barulho com tachos e panelas. Esta celebração da chegada do novo ano é um dos rituais mais antigos e universais. O antropólogo Francisco Vaz Silva dá dois exemplos. “Sempre que havia um eclipse, o ritual mais comum era fazer barulho para afastar o perigo. Isto muito antes da chegada dos romanos à Península Ibérica. E não acontecia só na Europa. Fazer barulho é um acto purificador, de afastar os perigos. Essa tradição via-se por exemplo no século XIX, quando um viúvo casava com uma jovem. Era um casamento mal visto por isso, as pessoas batiam com panelas e faziam barulho.”

Brindar com álcool, nunca com água
Champanhe ou espumante? É esta a escolha que vai ter de fazer no dia 31. Mas por que é que é tão importante brindar com álcool? “Tem a ver com uma ideia muito arcaica de que o álcool traz vitalidade e saúde. Desde que o álcool foi descoberto que simboliza a vida. Uma renovação das forças. Sempre que se bebia as pessoas ficavam num estado de excitação e alegria muito grande. Logo quando brindamos temos de o fazer com o que dá vida – álcool”, explica o antropólogo Francisco Vaz Silva.


Saltar de uma cadeira com o pé direito
A superstição de saltar da cadeira com o pé direito no novo ano não tem uma origem precisa, mas é fácil entender a razão desta mania. “Subir para a cadeira acaba por simbolizar a passagem entre um dia e outro, um ano e outro. A pessoa coloca-se entre o céu e a terra e o salto com o pé direito é o mesmo que entrar com o pé direito na soleira da porta – significa boa sorte. Desde que se celebra a passagem do ano que se acredita que o que se faz nessa noite vai influenciar o resto do ano. Este é mais um exemplo”, diz
Francisco Vaz Silva.

Atirar coisas velhas pela janela dá sorte
A historiadora e jornalista Helena Matos ficou surpresa quando na sua pesquisa para a série da RTP “Conta-me como foi” (passada nos anos 60) encontrou muitas referências a um problema lisboeta: lixo atirado pelas janelas. “As pessoas atiravam coisas velhas pela janela na noite de ano novo. Pratos, panelas, ia tudo. Havia muitos apelos da polícia para que as pessoas não o fizessem.” O sociólogo Moisés Espírito Santo recorda-se bem dessa tradição e explica que faz parte do ritual de deixar tudo o que é velho para trás. “Guardavam-se coisas velhas durante o ano e nessa noite atirava-se tudo pela janela. Era um costume que levantava alguns problemas à câmara, mas era um rito de renovação.”

Mergulhar no mar
Os corajosos gostam de simbolizar a entrada no ano com um sacrifício digno dos Astecas. Em pleno Janeiro entrar num mar gelado, com ondas é um teste à resistência. “Um rito de passagem implica sempre um certo esforço. É uma prova de vida para demonstrar que resistem”, esclarece Moisés Espírito Santo. A ideia de água e banho sempre simbolizou vida e passagem entre mundos. Não nos podemos esquecer que no século XIX, muitas pessoas só tomavam banho quando nasciam e morriam (o cadáver era lavado para o funeral). “A água simbolizava a separação dos mundos”, defende o antropólogo Francisco Vaz Silva. O que significa ser no mar e não no rio? O investigador esclarece. “As ondas têm um movimento circular, que simboliza o ciclo da vida e do ano.”

As superstições deles…

Henrique Sá Pessoa, chefe
“O meu ritual acaba por ser trabalhar. Para um chef é talvez o dia mais movimentado do ano. Não tenho nenhuma superstição ou ritual. Abdico bem das passas. Muitas vezes esqueço-me. Mas há sempre tempo para um espumante e para telefonar à família.”


Teresa Caeiro, deputada
“Como sempre as doze passas, meio atrapalhada e pelo meio esqueço-me de todos os desejos que queria pedir. Nunca preparo bem a coisa. Devia fazer uma lista, assim não me enganava. No dia 1, uso sempre umas meias novas. É uma tradição incutida pelo meu avô que comprava-nos sempre um par de meias novas.” Porquê? “Não sei. Tradição.”


Fernando Alvim, radialista
“Não tenho nenhuma tradição especial. Fumo sempre doze passas e parto uma cadeira. Quanto ao resto, ano sim ano não, corro sempre todo nu pela ponte 25 de Abril.”


Rui Horta, coreógrafo
“Não tenho nenhum ritual a não ser comer as passas e ter uma boa garrafa de champanhe. Não uso roupa nova, nem salto de cadeiras. Gosto de ter um momento mais íntimo de reflexão sobre o ano que passou e pensar no que gostava de ter no ano seguinte.”


Elisabete Jacinto, piloto
“Lembro-me que a minha mãe me oferecia cuecas azuis para dar sorte, mas não aderi ao ritual. Como as 12 passas e concentro-me nos votos de ano novo. Este ano não sei como vai ser, porque estarei num acampamento em Marrocos. Mas fico bem sem as passas.”


Victor Espadinha, actor
“Faço sempre a festa no Casino do Estoril. Como as passas, bebo champanhe e ponho-me sempre em cima de uma cadeira para saltar.” Com o pé direito? “Não. Simplesmente salto. Uso sempre uma peça de roupa nova e beijo a minha família.”


Lili Caneças, socialite
“A minha mãe era pianista e tinha uma veia muito criativa, por isso sempre tive esses rituais todos. Punha-me em cima de uma cadeira e saltava com o pé direito para dar sorte. Comia as 12 passas ao som das badaladas. E nunca me esqueço do ditado inglês: ‘Something red, something new, something old, something blue’. Ou seja, sempre uma peça vermelha, muitas vezes um baton, um vestido azul noite ou então lingerie azul e uma peça de roupa nova. A roupa velha é que é mais difícil de arranjar (risos). Cumpro sempre estas tradições e nunca me dei mal.”


Sofia Grilo, actriz
“Por acaso tenho rituais, mas não ligo muito à passagem de ano. Como as passas, sem dar grande carga aos desejos. Subo para cima de qualquer coisa e salto com o pé direito. No dia 1, uso sempre uma peça de roupa nova. Lembro-me que a minha avó me comprava sempre umas meias azuis para esse dia. Nesse dia faço um balanço do ano.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39377-agora-escolha-o-seu-ritual-passagem-ano, a 28 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Entradas

RT

10 Locais em Lisboa e Porto, Onde Podemos Fugir ao Frio Deste Inverno…Com Sabor Intenso a Chocolate Quente…

Chocolate Quente Fonte: http://todaperfeita.com.br

Hoje trago uma doce sugestão para esta ultima semana do ano, locais onde podemos provar cacau quente, vi esta sugestão num diário da nossa praça, e não resisti a transcrever o mesmo:

«Cacau quente. Dez sítios para aquecer no Inverno

As propostas mais reconfortantes, para provar em Lisboa e no Porto

Antes de serem inventadas as tabletes de chocolate, costumava beber-se cacau quente. O hábito começou em Espanha, onde as plantações de grãos de cacau do descobridor Hernán Cortés eram as maiores da Europa, e o costume depressa se expandiu. Hoje, todas as desculpas são boas para beber uma chávena de cacau quente. Mas já o eram no século XVI.

Cortés trouxe a receita do México, quando o imperador azteca Montezuma o apresentou ao “xocolatl”, a primeira palavra para chocolate. Numa altura em que ainda não corriam os mitos de que o chocolate fazia borbulhas, acredita-se que o povo azteca bebia duas mil chávenas de chocolate por dia. Só 50 eram consumidas pelo próprio imperador. O chocolate era servido frio, com baunilha e outras especiarias e tinha um sabor diferente do actual cacau quente: era picante e mais amargo.

No século XVIII, as “Casas de Chocolate” londrinas começaram a competir com as “Casas de Café” e o cacau quente açucarado deixou de ser uma bebida aristocrática. Na Europa Ocidental e na América, a bebida tornou-se um sucesso e era usada para aliviar dores improváveis, como as de estômago.

Em 2003, um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, provou que o cacau quente ajuda a prevenir o cancro e reduz o risco de problemas cardíacos. Uma chávena contém o dobro dos antioxidantes da mesma quantidade de vinho ou chá verde. E, ao contrário do que se possa pensar, tem menos calorias do que uma tablete de chocolate.

São razões suficientes para ir aos dez sítios que recomendamos, ou para alimentar o velho cliché: um chávena fumegante de cacau em frente à lareira.

Xocoa. Chocolate quente portátil para passear e beber
A receita de chocolate quente da loja catalã já tem mais de cem anos. A marca surgiu em 1897 e já vai na quarta geração de donos. Em Lisboa, abriu a primeira loja em Maio e o chocolate quente espesso é o grande trunfo. “Vendemos em copos de papel para as pessoas poderem passear enquanto bebem”, diz o dono, Sérgio Felizardo.


Xocoa
Rua do Crucifixo, 112-114, Lisboa
Preço Copo pequeno: €1,25; Copo grande: €2,50; em pó para fazer em casa: €5,30
Horário das 10h00 às 20h00

Cacau com rum, pimenta, menta ou vinho do porto
A Rojoo tem a solução para quem já enjoou a tradicional receita de cacau quente: chocolate com sabores. Há chocolate quente de vinho do Porto, rum, pimenta ou menta para aquecer os paladares mais arrojados. “O chocolate quente é feito com barras de chocolate austríaco biológico”, explica Maria João Barros, dona da loja. Mas também há o clássico “chocolate espesso que se pode comer à colher”.

Rojoo
Rua de Santa Justa, 84, Lisboa
Preço Com sabores: €3,50; cacau quente tradicional: €2,95
Horário das 10h00 às 20h00

Uma receita à beira rio, à moda dos Açores
Ganhou fama nos Açores, chegou ao continente e lançou âncora no centro histórico do Porto. O Peter Café Sport está em plena Ribeira e, para lá de todas as bebidas próprias para marinheiros empedernidos, também tem chocolate quente. A vista é de cortar a respiração e a decoração é fantástica. Com o Douro a correr aos pés, agora livre dos aviõezinhos da Red Bull…

Peter Café Sport
Cais da Ribeira, 24, Porto
Preço €3
Horário das 10h às 00h00, quintas, sextas e sábados até às 2h00

Guarany. Um sítio clássico para uma proposta clássica
É um dos mais históricos cafés do Porto. Situado no coração da cidade, combina dois estilos arquitectónicos: traços antigos e um design mais moderno. Com o frio que se sente no Porto, beber um chocolate quente no Guarany e contemplar as magníficas pinturas que cobrem as paredes é sempre um bom programa.

Guarany
Avenida dos Aliados, 89/85, Porto

Preço €2,25 a chávena
Horário das 9h00 às 00h00

Receitas convencionais e exóticas
A Cacao Sampaka é ideal para todos os viciados em chocolate. A variedade é tanta que, na loja, até se vendem tabletes de chocolate com gin tónico. Em matéria de cacau quente também está bem apetrechada: além do cacau em pó para levar para casa, a cafetaria na loja das Amoreiras serve duas receitas desta bebida quente, uma tradicional e uma Azteca. A primeira leva canela e a mais exótica tem 80% de cacau e especiarias.

Cacao Sampaka
Centro Comercial Amoreiras
Preço Uma chávena: €3,50; em pó para fazer em casa: €7,95
Horário das 10h00 às 23h00

Praia da Luz. Caneca numa mão, um livro na outra
A Praia da Luz é uma das mais conhecidas da Foz. A sua esplanada tornou-se famosa e chegou mesmo a ser o centro da movida portuense. Mesmo em frente ao mar, quase sempre revolto por estas paragens, a Praia da Luz oferece o chocolate quente num ambiente de grande quietude. Com uma manta sobre os joelhos e um bom livro na mão está assegurado um dia sem grande stress.

Esplanada Praia da Luz
Praia da Luz, Av. Brasil, Porto
Preço  €2,80
Horário das 9h00 às 2h00

Mais de 75 anos de chocolate quente para gulosos

Para quem gosta de chocolate, ir ao Porto e não ir à Arcádia é quase como ir a Roma e não ver o Papa. Há mais de 75 anos que esta marca faz as delícias de miúdos e graúdos. O novo espaço na Avenida da Boavista, para lá dos tradicionais e apetitosos bombons, também tem no menu o chocolate quente. O problema é que não será fácil ficar-se só pela bebida…

Arcádia – Casa do Chocolate
Avenida da Boavista, 1046, Porto
Preço mini copo: 1,20€; copo grande €1,80
Horário das 8h00 às 23h00

Receitas quentes para fazer em casa

Chocolate Quente de Canela
(receita da cozinheira Mafalda Pinto Leite)

Ingredientes
Duas chávenas de leite; dois paus de canela ou meia colher de chá de canela em pó; 50 g de chocolate preto cortado aos pedaços; uma colher de sopa de açúcar castanho; duas gotas de essência de baunilha; uma pimenta malagueta (opcional)

Preparação
Escalde o leite e a canela numa panela pequena em lume brando. Também pode juntar uma pimenta malagueta para dar um sabor mais exótico. Retire do lume, tape e espere dez minutos.  Passe por um coador para retirar a canela. Volte a pôr o leite na panela ao lume. Junte o chocolate e o açúcar e bata até o chocolate derreter. Junte as gotas de baunilha e misture. Sirva em chávenas e use paus de canela como colheres.

Irish Coffee
(uma pessoa)

Ingredientes
Uma colher de chá de açúcar; café forte; 90 ml de uísque irlandês num copo de balão; uma colher de chantilly

Preparação
Misture o açúcar com o café e depois o uísque. Mexa e enquanto o café continua a girar, deite as natas lentamente num movimento circular. Deixe que se mantenham à superfície e não volte a mexer.

Glühwein
(receita alemã)

Ingredientes
Uma garrafa de vinho tinto; um limão; uma laranja; um pau de canela; cardamomo ou gengibre; três cravos-da-Índia; três colheres de sopa de açúcar

Preparação
Aqueça o vinho sem ferver. Junte limão e  laranja em fatias. Adicione a canela, os cravos-da-índia, o açúcar e cardamomo ou gengibre. Aqueça tudo durante cinco minutos e espere uma hora. Antes de servir, reaqueça e coe. Sirva em canecas.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39118-cacau-quente-dez-sitios-aquecer-no-inverno, a 27 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Bons Momentos

RT

Easyjet Patrocina Passagem de Ano Em Madrid…Veja Como Pode Participar…

Após o Natal, temos começar a pensar na passagem de ano, passo a transcrever uma oferta para uma passagem de ano diferente, pela Easyjet, e a que um diário da nossa praça, faz uma publireportagem, passo a transcrever a mesma, não fazendo nenhum comentário à mesma.

«Easyjet oferece passagem de ano em Madrid

A Easyjet lançou um passatempo na sua página do Facebook para oferecer uma viagem para duas pessoas a Madrid. Para participar, basta tornar-se fã da easyJet no facebook e completar uma frase sobre a easyJet e uma viagem a Madrid.
A festa de passagem de ano realiza-se nas Puertas del Sol , em Madrid.  A viagem de ida realiza-se dia 31 de Dezembro de 2009 e o regresso no dia 1 de Janeiro de 2010.
Os resultados do concurso são divulgados sai 29 de Dezembro na página do Facebook da easyjet.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/39169-easyjet-oferece-passagem-ano-em-madrid, a 24 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Entradas!

RT

Aproveite Estes Ultimos Dias do Ano…Para Ganhar Benefícios no IRS…

IRS Fonte: http://www.dn.pt

Hoje, e por ser o dia a seguir ao Natal, e como o final do ano, está cada vez mais próximo, trago umas sugestões onde pode aproveitar os benefícios para o IRS, aproveite, pois os mesmos, só terminam a 31 do corrente.

«IRS: o que ainda pode fazer para poupar

Consultas médicas, trocar da óculos, inscrever-se em cursos, comprar um computador… Tudo pode ajudar a manter uns milhares de euros no seu bolso

O ano está quase a chegar ao fim. Se ainda quer poupar mais alguma coisa no IRS, tem uma semana para reunir os papéis, ver o que pode deduzir e o que ainda pode fazer antes de 2010 para pagar menos.

Pegue na calculadora, concentre-se nas deduções e nos benefícios fiscais e deite mãos à obra. Pode poupar uns milhares de euros. Agora pode gastar mais, mas no Verão do ano que vem, quando receber o reembolso, acredite: vai saber-lhe bem.

Junte todas as facturas de despesas de educação, habitação e informática. Só nestas categorias pode poupar mais de 1.500 euros.

Educação: o ABC da poupança

Na educação, pode deduzir 30% do valor total, com limite máximo de 701,37 euros. Mas não se limite às facturas de livros, lápis e cadernos. Não se esqueça que as despesas com formação, suas ou dos seus filhos, também tem direito a apoio do Estado. Contabilize propinas, despesas com transportes entre casa e escola, alojamento (se o seu filho estuda longe de casa e teve de arrendar um quarto, por exemplo) e alimentação, como as refeições nos refeitórios escolares.

Se os seus filhos estão ainda nos primeiros anos de vida, as mensalidades das creches e, de actividades extra-curriculares (como a música, línguas, teatro, desporto, etc.), também contam, desde que os estabelecimentos de ensino em causa pertençam ao Sistema Nacional de Educação. Se tem três ou mais filhos, o limite a deduzir aumenta 131,51 euros por cada um.

Esta é uma das despesas em que ainda vai a tempo de poupar. Para obter a dedução máxima (os tais 701,37 euros), é necessário que as despesas totais ascendam a 2.337,89 euros. Se ainda não atingiu este limite e há algum material necessário, que pode comprar antes do ano acabar, faça-o. É uma forma de optimizar a dedução.

Casa e computador: amigos do seu bolso

A habitação é um dos itens que mais o pode ajudar a poupar. Pode deduzir 30% dos juros e amortizações até 586 euros. As despesas com juros e amortizações do crédito à habitação (o banco deve enviar-lhe uma carta até ao fim de Janeiro) podem ser uma boa ajuda, desde que a casa que comprou se destine a habitação própria permanente. Se, em vez de comprar, optou por arrendar, basta somar as mensalidades em todos os recibos do ano.

A tecnologia não ajuda só a facilitar o trabalho. Também facilita as contas. Pode deduzir até 50% dos gastos, até 250 euros. Se comprou um computador, impressora ou outro material (software ou hardware) e é estudante ou tem dependentes estudantes, pode deduzir essa despesa. O material tem de ter sido adquirido novo e a factura tem de mencionar que é para uso próprio. Para ter direito a esta «benesse», o seu agregado familiar só não pode ter a taxa de imposto máxima (42 por cento). Ainda vai a tempo de comprar o computador que o seu filho está sempre a pedir.

Poupança saudável

Mão se esqueça das despesas de saúde, que não têm limite de dedução, desde que tenham uma taxa de IVA a 5% ou estejam isentas. Do valor total, qualquer que ele seja, pode deduzir 30%. Depois, pode ainda somar outras despesas de saúde, com IVA à taxa normal (20%), desde que acompanhadas por receita médica. Aqui, pode deduzir 30% do valor, até 64 euros.

Este também é um bom exemplo das situações que ainda pode usar até ao fim do ano para poupar mais no IRS. Quanto mais gastar, mais pode deduzir. Se anda a adiar aquela ida ao dentista ou aqueles exames que já devia ter feito há muito tempo, aproveite agora.

Se recorreu a crédito para pagar despesas de saúde, os juros também podem ser apresentados para dedução. Se usa óculos ou lentes de contacto, as despesas do ano também contam. Se está a pensar trocar de óculos ou comprar lentes de contacto novas daqui a pouco tempo, antecipe a compra. Se a fizer antes do fim do ano, é mais despesa para deduzir. Não se esqueça que é necessária receita médica. »

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/geral/despesas-de-saude-fisco-irs-deducoes-beneficios-fiscais-impostos/1111825-5238.html, a 22 de Dezembro de 2009, em Agência Financeira

Boas deduções

RT

Musica Para Oferecer Este Natal…Existe Para Todos os Gostos…Espreitem…

A menos de 48 Horas da Grande Noite de Natal, trago, a sugestão em termos de música, para este Natal, passo a transcrever o artigo, e como é obvio não vou tecer nenhum comentário. Boas Escutas e Boas Compras

« Cheque disco, cheque-mate: Dez presentes para o Natal

Compre à vontade e não peça talão. Estes ninguém troca. O i escolheu dez dos melhores exemplares da colheita discográfica de 2009. Porque não há nada mais impessoal que oferecer um cheque-disco, aqui fica uma lista de escolhas seguras – como os certificados de aforro, antigamente

01. Animal Collective – Merriweather Post Pavilion Já era um dos discos do ano e a primeira audição de “My Girls” ainda não tinha terminado. O primeiro single de “Merriweather Post Pavilion” era suficiente para garantir aos Animal Collective um lugar em qualquer lista. Mais um exemplo de música incatalogável e universal.

Oferecer a: A música dos Animal Collective é como os Lego: toda a gente quer e gosta de brincar com ela.

02. The xx – xx Estes garotos londrinos fizeram um dos discos mais maduros do ano. Canções que encaixam na prateleira “adult – alternative” e que surgem comparados aos The Cure, Portishead ou Interpol. Conquistaram as ondas de rádio mais alternativas e o coração de gerações distintas.

Oferecer a: Aquele tio que diz “nos anos 80 o Bairro Alto é que era” e a todos os que estão a vencer a puberdade.

03. Grizzly Bear – Veckatimest A banda americana abusou nas consoantes ao escolher o nome de uma ilha minúscula em Cape Cod, EUA, para baptizar o seu mais recente trabalho. Mas enquanto o título complica, a música descomplicou-se. “Veckatimest” tem canções mais acessíveis mas a profundidade de sempre.

Oferecer a: Quem conheça a discografia dos Radiohead e todos os que os imitam há mais de 10 anos.

04. B Fachada – s/t “Tempo para Cantar” é provavelmente a melhor canção portuguesa da década que menos gente vai ouvir. Um belíssimo cartão-de-visita ao trabalho do cantautor lisboeta, homem de verbo fácil e barba hirsuta que toda a vida quebrou corações junto a caloiras de ciências sociais. O disco consegue junta humor e inteligência em versos bem construídos e música à medida.

Oferecer a: O disco de B Fachada é a escolha certa para dizer umas verdades à colega de carteira através de versos alheios.

05. Dirty Projectors – Bitte Orca Nada nos preparou para “Bitte Orca”: um disco de canções aos pedaços, melodias feitas num oito e a familiaridade que encontramos em tudo o que é canção popular dos últimos 50 anos. A Dave Longstreth, líder da banda, já chamaram de “novo Beethoven” e “Stillness is The Move”, um dos singles, parece uma variação sobre um tema de Mariah Carey. Confusos? Ainda bem.

Oferecer a: Quem goste de usar a palavra “avant” antes de um nome ou substantivo comum.

06. The Beatles Todos os anos deveríamos receber uma prenda assim. Recheada com o essencial para perceber parte substancial da evolução da música popular. A discografia completa dos Beatles, revista no conteúdo (som em stereo e remasterizado) e na forma, tudo para fazer inveja a melómanos.

Oferecer a: A qualquer pessoa. Se há coisa fundamental nas lojas de discos é esta.

07. Dan Auerbach – Keep it Hid Fez-se homem longe das plantações de algodão e do delta do Mississippi. Ainda assim, é um dos mais perfeitos herdeiros da tradição musical americana. Estreou-se este ano fora dos Black Keys como multi-instrumentista sobredotado. Tudo é gospel e soul negra movida a seis cordas, irrepetível.

Oferecer a: amantes da linhagem Muddy Waters-Led Zeppelin com guitarras em casa.

08. Micachu & The Shapes – Jewellery Mica Levi quis ser adulta antes que fosse tarde mas sem deixar de ser adolescente. A combinação mágica deixou-a fazer da música um brinquedo. Qualquer coisa pode ser pop, desde que captada nas ruas de sotaque britânico: do grime ao garage, todas as etiquetas servem os propósitos desta gente. Uma espécie de hip hop disfuncional tocada a cavaquinho, mas com açúcar por toda a parte.

Oferecer a: aos futuros campeões de um trivia sobre pop contemporânea.

09. Jay Z – Blueprint 3 Está aí “Empire State of Mind”, novo single de Jay Z retirado de “Blueprint 3”, mesmo a tempo do Natal. Jay Z é o artista em nome individual que mais discos levou até ao número um nos EUA: por dez vezes passou por lá. Mais, só os Beatles. “Blueprint 3” é o terceiro disco de Jay Z desde que anunciou que não ia gravar mais discos. O rapper mentiu, e ainda bem.

Oferecer a: A quem queira saber o que é isso do hip-hop e àqueles que insistem em não querer gostar deste estilo.

10. José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias – Três Cantos Foi o acontecimento do ano em palcos portugueses: os três grandes da canção popular juntos em quatro noites. Para aplausos, palavras de ordem e um olhar pela a obra feita sem querer ficar preso à nostalgia. As trovas de uns e outros numa desgarrada urbana.

Oferecer a: Para recordar a quem foi e para revelações junto dos outros. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/38715-cheque-disco-cheque-mate-dez-presentes-o-natal, a 22 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Prendas

RT

O Que Oferecer a Uma Mulher Neste Natal…Este Elas Vão Querer…

Hoje trago uma transcrição de uma denominada publi-reportagem, de um presente óptimo para oferecer às nossas mulheres, passo a transcrever a dita reportagem, e não vou tecer nenhum comentário, mas desejo de boas compras e bons presentes.

«Lingerie: chega o Natal e acabam os preconceitos

Para quem são as campanhas publicitárias de lingerie, para eles ou para elas? O i falou com responsáveis pelos anúncios e representantes das marcas e descobriu as respostas

Já lá vai o tempo em que o Natal era a época de paz, amor e união entre os povos. Hoje, Natal é sinónimo de lingerie. Leu bem, não precisa de voltar atrás. Nesta altura do ano os homens portugueses perdem a vergonha e entram nas lojas de roupa interior para comprar peças atrevidas, com rendas, cintos de ligas e tudo a que têm direito. Para oferecer às mulheres e namoradas, claro.

O processo é o seguinte: o homem português vai de carro e passa pelo outdoor da Helena Coelho, Rainha do Natal, em lingerie vermelha, cinto de ligas e estrelas douradas. O homem português trava, arregala os olhos, decora a marca publicitada pela rapariga seminua e imagina a sua mulher/namorada/amante/companheira na mesma pose.

Ou: o homem português está na paragem à espera do autocarro e de olhos postos no mupi estrategicamente colocado do seu lado direito. O homem português perde três autocarros porque não desvia os olhos da menina da Intimissimi, numa lingerie romântica e ar provocador. Chega atrasado ao trabalho mas com uma decisão tomada: comprar uma daquelas (lingerie, não uma menina da Intimissimi) e dar de presente à mulher/namorada/amante/companheira.

Nuno Martins, guionista de 33 anos, confere: “A ideia de oferecer lingerie não é a de oferecer roupa interior para usar no dia-a-dia, isso não tem piada. Nenhum homem no seu perfeito juízo vai a uma loja de lingerie e pede um pack de três cuecas brancas, daquelas basicazinhas. Deve oferecer-se lingerie que a mulher não está habituada a usar, ou por ser demasiado ousada, ou demasiado cara, ou de muito boa qualidade, mas ao mesmo tempo sexy.”

Clara Tehrani, uma publicitária de 28 anos, concorda: “Podre de sexy, daquelas que eu nunca compraria, porque tenho uma maneira de gastar dinheiro demasiado prática, mas que adoro e fico sempre triste por não ter mais.”

Para ela, lingerie “é um presente que não mente”. “Se o meu namorado me der lingerie sexy, a relação está bem e recomenda-se. Se der uns boxers de algodão é melhor ligar o alarme porque não deve faltar muito para ser ele a fingir dores de cabeça.”

A verdade é que a publicidade da Triumph, principalmente na época natalícia, é concebida a pensar no sexo masculino. Madalena Moniz Pereira, responsável pelo marketing e publicidade da marca, explica: “Nesta altura fazemos sempre a colecção de Natal com uma vertente mais sensual, que resulta numa maior procura por parte do sexo masculino.” O número de vendas no mês de Dezembro, pasme-se, sobe 135% comparado com Novembro.

Sofia, funcionária de uma das lojas da marca, confirma a afluência de homens nesta altura do ano e denuncia as preferências masculinas: “Normalmente pedem corpetes, fio dental, cintos de ligas e sempre em vermelho ou preto. Na maioria das vezes pedem os conjuntos que estão na montra, todos completos.”

Na Intimissimi, uma marca italiana de roupa interior, lançada pela Calzedonia, os outdoors com belas mulheres em roupa interior também têm sucesso, segundo as empregadas de uma das lojas: “As peças que aparecem nas publicidades de rua esgotam logo. São procuradas maioritariamente por homens ou por casais.”

Na La Perla, uma marca de lingerie mais sofisticada, são “as montras que falam primeiro”, já que atraem o sexo masculino para o interior das lojas. Também aqui a afluência do sexo masculino aumenta nesta altura: “normalmente vêm mesmo na véspera do Natal, à procura de lingerie mais sexy e arrojada”, conta Carla, funcionária da loja La Perla da Rua Castilho, em Lisboa. Segundo Manuela Saldanha, responsável pelo marketing da marca, “em relação ao resto do ano, em Dezembro as vendas sobem 50%.”

Quando chega à altura de perguntar o tamanho é que a coisa descamba. Há de tudo um pouco, desde etiquetas furtivamente cortadas de outras lingeries lá de casa a tamanhos apontados à pressa em papéis guardados nos bolsos, até à clássica observação do peito da empregada como termo de comparação. Apesar destes métodos infalíveis, as trocas são incontornáveis: “No dia a seguir ao Natal as nossas lojas recebem imensas mulheres a trocar peças com os tamanhos errados”, conta Madalena Moniz Pereira.

Na La Perla, o problema não são tanto os tamanhos mas as escolhas demasiado arrojadas de alguns maridos: “No dia a seguir ao Natal recebemos muitas clientes a trocar peças ousadas por outras mais simples.”

Mas os tamanhos podem mesmo ser uma valente dor de cabeça e até Nuno Martins, habitué deste tipo de presentes, se vê aflito: “Confesso que ainda não percebi muito bem aquela coisa da copa B e copa C. Era bem mais simples se fosse apenas 32, 34, 36, 38, 40. Bom, se fosse sempre 38, 40 era ainda melhor.”

A mulher Triumph
A ideia de eleger uma mulher representante da marca começou no final de 2002, com o objectivo de repromover a marca instalada há mais de 45 anos em Portugal. Marisa Cruz foi a primeira. Mas não aparecia quilómetro sim, quilómetro não nas cidades. Dava o corpo ao manifesto em catálogos e desfiles.

A senhora que se seguiu foi Isabel Figueira, cara e corpo da Triumph durante um ano. Mas a grande explosão da publicidade à lingerie deu-se com Cláudia Vieira, ex-“Morangos com Açúcar” e actual apresentadora do “Ídolos”. Ela foi Rainha de Copas, Rainha da Festa, Rainha do Pólo Norte, Mulher Triumph eleita em 2007, destronada dois anos depois por Helena Coelho, que já vai a caminho do segundo ano de reinado.

Não basta ser mulher para poder ser fotografada dentro de uma lingerie Triumph e exposta por esse país fora. Uma mulher Triumph “tem de ser activa, com um papel na sociedade, uma mulher trabalhadora, com missões e maturidade e com quem as portuguesas se identifiquem.” “Podem ser simpáticas e acessíveis, como era o caso de Cláudia Vieira, ou mulheres simples, com filhos e preocupações práticas, como levar a criança à escola, como a Helena Coelho.”

E, claro, ser dona e senhora de uma copa C, a atirar para o D, também ajuda. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/38542-lingerie-chega-o-natal-e-acabam-os-preconceitos, a 21 de Dezembro de 2009, no Jornal I

Boas Compras!

RT