Conheça o Douro Harvest Film…

Hoje trago mais um evento ligado ao Douro…

« Vinho, cinema e futebol num Douro perto de si

O Douro Harvest Film está de volta. Este ano o homenageado é o cinema brasileiro com o futebol como tema. José Wilker e Cacá Diegues são convidados

 O que é que o Porto, Alijó, Pinhão, Favaios, Vidago e Penedono têm em comum? Vinho e cinema. Como? Com o Douro Film Harvest.

Há três anos que o Douro Vinhateiro abre as vinhas ao cinema e seus realizadores, com um festival de filmes premiados. Este ano não é excepção. Com direcção artística do realizador e produtor Ivan Dias, o Douro Film Harvest começou ontem e promete, entre muitas coisas, futebol. Nós explicamos.

Este ano o país homenageado é o Brasil com uma maratona de filmes sobre o futebol brasileiro.

A homenagem conta com o actor José Wilker (o famigerado e saudoso Roque Santeiro) e com o realizador Cacá Diegues (“Xica da Silva”, “Tieta do Agreste”, os filmes), que se uniram na produção do filme “O Maior Amor do Mundo”, com exibição marcada para quarta-feira, como parte da secção Ruby Selection. Fãs das novelas e cinema brasileiros, preparem os cadernos de autógrafos já que ambos estarão presentes na exibição do filme.

Mas Brasil não é só futebol, é também Carnaval e frutas na cabeça. Carmen Miranda, a portuguesa mais brasileira do mundo também tem direito a uma homenagem com o filme “Alô Alô Carnaval”, uma comédia musical de 1936 realizada por Adhemar Gonzaga, com Carmen Miranda no elenco.

Late Bottled Vintage Entre os homenageados está Manoel de Oliveira que do Alto dos seus 102 anos vai receber a distinção de Late Bottled Vintage, com a exibição de “Caça” e “Ato da Primavera”.

A Vintage Selection este ano é composta por cinco longas metragens a competir pelo Prémio Turismo no Douro. Em comum têm os prémios arrecadados lá fora: “Uma separação”, do iraniano Asghar Farhadi, ganhou o Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim; “Las Acácias”, do argentino Pablo Giorgelli, venceu o Câmara d”Ouro no Festival de cinema de Cannes; de Cannes vem também “A Árvore da Vida”, de Terrence Malick com Palma d”Ouro; “Chico & Rita”, o primeiro filme de animação de Fernando Trueba, integrou a selecção oficial do Festival Internacional de Cinema de Toronto; “Hermano”, de Marcel Rasquin, foi eleito o melhor filme no Moscow International Film Festival. O vencedor vai ser anunciado dia 10, na cerimónia de encerramento do festival que conta também com a ante estreia do filme “Meia-Noite em Paris”, a mais recente obra de Woody Allen.

No entanto, dia 11, domingo, ainda é dia de filmes. “Aniki-Bobó”, “Tieta do Agreste”, “Douro Faina Fluvial”, entre outros, vão ser exibidos ao longo do dia. Para que não perca pitada o melhor é ir a dourofilmharvest.com, clicar em programa e apontar os horários e locais de exibição. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/147153-vinho-cinema-e-futebol-num-douro-perto-si, a 05 de Setembro de 2010, em Jornal I

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Conheças As Estreias Cinematográficas deste Outono…

Filmes de Outono... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que serve de antecipação ao próximo Outono e aos que nos reserva em matéria cinematográfica.

« Avanço de temporada. 12 filmes que o Outono tem para nos dar

Marque na agenda as estreias mais aguardadas da nova estação. Roman Polanski, Steven Soderbergh, Woody Allen, George Clooney, Steven Spielberg ou Pedro Almodóvar vão ser responsáveis por boas horas de cinema nas tardes mais frias. O tempo dos super-heróis já lá vai, mas ainda espaço para acção e robots com a ajuda de Hugh Jackman. O Outono vai ser uma estação fria e seca e as constipações terão novo significado depois de ver “Contagion”. Talvez até encontre a solução para a crise em “Alta Golpada” e desejamos que se ria muito com “O Gato das Botas”. Conduzir na cidade e na auto-estrada será diferente quando vir “Drive” e as relações vão continuar complicadas como em “Meia-Noite em Paris”. Aqui ficam 12 apostas tão seguras como castanhas quentes

Cisne

Teresa Villaverde estreia o filme no Festival de Cinema de Veneza e depois em Portugal. Beatriz Batarda protagoniza uma história de busca de salvação através do amor.

Estreia prevista: 8 de Setembro

Realizador: Teresa Villaverde

Actores: Beatriz Batarda, Miguel Nunes e Israel Pimenta

Meia-Noite em Paris

Woody Allen trocou Nova Iorque por Paris e juntou Owen Wilson com Rachel McAdams numa comédia romântica. Pelo meio da relação aparece um intelectual chato, umas raparigas giras e as devidas confusões. Ah! Paris…

Estreia prevista 15 de Setembro

Realizador: Woody Allen

Actores: Owen Wilson, Rachel McAdams, Kathy Bates e Carla Bruni

Contagion

Depois da gripe das aves, ver este filme é muito mais assustador. Steven Soderbergh explica como o filme é coisa de ainda maior pânico. “Depois de “Psycho” podemos deixar de tomar banho no chuveiro ou a seguir a ver “Tubarão” também é possível evitar os oceanos. Agora, se queremos ter uma vida normal não podemos evitar os germes.” Com um elenco de luxo: Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet e Jude Law esta epidemia mundial transforma-se em triller.

Estreia prevista: 13 de Outubro

Realizador: Steven Soderbergh

Actores: Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law e Gwyneth Paltrow

As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne

O fazedor de sonhos, Steven Spielberg, pegou no clássico da banda desenhada belga e deu-lhe vida. Tintin, o repórter criado por Hergé, investiga um navio que pertencia ao antepassado do Capitão Haddock.

Estreia prevista: 27 de Outubro

Realizador: Steven Spielberg

Actores: Jamie Bell, Andy Serkis e Daniel Craig

Puro Aço

E se num ringue de pugilistas utilizássemos robots em vez de humanos? Shawn Levy teve esta brilhante ideia e com Hugh Jackman deu um lado emocional à história. Não se trata apenas de um filme de porrada. Jackman, um viúvo ex-pugilista, e o seu filho distante são o foco central. “Está é mais uma história sobre pai e filho”, disse o actor.

Estreia prevista: 3 de Novembro

Realizador: Shawn Levy

Actores: Hugh Jackman, Evangeline Lilly e Kevin Durand

Alta Golpada

O que fazer aos mega-ricos que comentem fraudes? Ben Stiller, Matthew Broderick, Casey Affleck e Gabourey Sidibe (“Precious”) parecem ter a solução. A comédia de Brett Ratner é perfeita para os tempos de crise. Os trabalhadores da torre de luxo onde vive um empresário milionário decidem roubar o empresário Arthur Shaw que os enganou com um esquema financeiro. Eles querem roubar-lhe 20 milhões de dólares. Regra nº 1 de Eddie Murphy: “Num assalto tudo pode mudar rapidamente e temos de saber nos adaptar”.

Estreia prevista: 10 de Novembro

Realizador: Brett Ratner

Actores: Eddie Murphy, Ben Stiller, Casey Affleck, Matthew Broderick e Alan Alda

The Ides of March

Mergulhamos na máquina de uma campanha presidencial nos Estados Unidos. George Clooney é o candidato e Ryan Gosling o jovem estratega encarregue de lidar com os media. Quando ele descobre um segredo capaz de destruir a campanha, vê-se encurralado. Deverá optar pelos seus valores morais e revelar a verdade ou fazer tudo para ganhar? Esta é a questão.

Estreia prevista: 10 de Novembro

Realizador: George Clooney

Actores: Paul Giamatti, George Clooney, Philip Seymour Hoffman e Ryan Gosling

La Piel que Habito

O realizador espanhol Pedro Almodóvar esteve nomeado para a Palma de Ouro com este filme protagonizado por António Banderas. Um cirurgião plástico cria uma pele sintética capaz de suportar tudo. Como cobaia tem uma misteriosa mulher por quem está obcecado. Mas que consequências podem surgir desta criação?

Estreia prevista: 17 de Novembro

Realizador: Pedro Almodóvar

Actores: António Banderas, Elena Anaya e Jan Cornet

O Gato das Botas

No segundo filme “Shrek”, o Gato das Botas conseguiu roubou um bocadinho a cena ao monstro verde. Percebeu-se que este valente e vaidoso gato tinha muito para dar. Finalmente, a Pixar emancipou o boneco com voz de António Banderas. Chris Miller dirige esta aventura e encontrou a parceira ideal: Salma Hayek, em forma de gata.

Estreia prevista: 1 de Dezembro

Realizador: Chris Miller

Actores: António Banderas, Salma Hayek e Zach Galifianakis

Moneyball

Filme adequado para quem sonha em mudar o sistema. Baseado numa história real, Bennett Miller realiza a película sobre Billy Beane [Brad Pitt] que gere Oakland Athetics e descobre que a sabedoria do jogo de baseball está errada. Com uma equipa fraquinha, pouco dinheiro e a ajuda de um programa de estatísticas feitas por computador, vai tentar mudar tudo. Garantimos que não se trata apenas de um filme para fãs de desporto. Aqui fala-se de revolução.

Estreia prevista: 1 de Dezembro

Realizador: Bennett Miller

Actores: Brad Pitt, Robin Wright e Jonah Hill

Drive

Ryan Gosling é um duplo de carros que gosta de acção e aventura. No meio das suas actividades paralelas – gosta de trabalhar como motorista de criminosos – ele acaba por se envolver num crime muito mais complicado. O filme de Nicolas Winding Refn recebeu o prémio de Melhor Realizador em Cannes.

Estreia prevista: 8 de Dezembro

Realizador: Nicolas Winding Refn

Actores: Ryan Gosling, Carey Mulligan e Bryan Cranston

Carnage

Quatro pessoas, dois casais e uma casa. Mais do que suficiente para 1h19 de entretenimento puro, com espaço para reflexões. Em Brooklyn, quatro pais resolvem o problema entre os seus filhos. Um deles agrediu os outros. À medida que o tempo passa, os conflitos aumentam, o comportamento dos adultos torna-se mais infantil e o caos hilariante surge.

Estreia prevista: 29 de Dezembro

Realizador: Roman Polanski

Actores: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/144613-avanco-temporada-12-filmes-que-o-outono-tem-nos-dar, a 23 de Agosto de 2011, em Jornal I

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Conheça as Estreias Deste Verão…

Estreias de Verão... Fonte: http://www.ionline.pt/

Hoje trago um artigo que achei bastante interessante e que versa sobre 10 filmes que vão estrear este verão.

« Dez filmes para uma estação escaldante

Nem só de termómetros e calendários vive a certeza de ter chegado o Verão. Um olhar sobre os próximos filmes a estrear nos cinemas revela-nos a mesma certeza: entrámos na silly season. Não é uma crítica. Os blockbusters não são menos necessários à sobrevivência da espécie que o cinema de autor. Até final de Agosto, aguardam- -nos super-heróis, robôs, cowboys e extraterrestres, personagens de banda-desenhada e muito pouca coisa de carne e osso. Afinal vai estar demasiado calor para pensar e no cinema ao menos há ar condicionado. E não se fala da troika

01 Transformers 3
De Michael Bay
Com Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Witheley
Estreia 30 de Junho

 

Os autobots bons e os autobots maus vão guerrear por uma nave que se despenhou na Lua. Megan Fox foi corrida, de modo que se arranjou outra moça para o difícil papel de passar duas horas a gritar enquanto é arrastada pela mão de Shia LaBeouf. O grande princípio estético que norteia a arte de Michael Bay é, como sabemos, fazer sempre explodir mais qualquer coisa que no filme anterior, de modo que o mínimo que podemos esperar para um ameno início de Verão é o apocalipse nuclear.

 

02 Capitão América: O Primeiro Vingador
De Joe Johnston
Com Chris Evans, Hugo Weaving
Estreia 4 de Agosto

 

Em 1989, Joe Johnston deu-nos “Querida, Eu Encolhi Os Miúdos”, filme que tem servido de inspiração a títulos de toda a espécie de coisas: artigos de jornal, programa de TV, publicidade engraçadinha. Depois mudou radicalmente de género. Como o título indica, “Capitão América” promete ser apenas o primeiro de mais uma saga/chaga (riscar o que não interessa) de adaptações de super-heróis, desta vez explorando o filão dos Vingadores. Candidato a flop do ano, mas a concorrência é feroz.

 

03 Lanterna Verde
De Martin Campbell
Com Ryan Reynolds, Blake Lively
Estreia 18 de Agosto

 

Continuando a percorrer o arco-íris, encontramos Hal Jordan, o primeiro ser humano seleccionado para integrar a força policial intergaláctica que mantém a paz no universo. Claramente, já andamos a chafurdar na segunda ou terceira divisão dos heróis e Ryan Reynolds não parece ter o arcaboiço nem o carisma mínimos exigidos aos justiceiros mascarados. Mas “Lanterna Verde” é realizado por Martin Campbell, o homem que já salvou duas vezes James Bond (“GoldenEye” e “Casino Royale”).  Tudo é possível, pois.

 

04 Planeta dos Macacos: A Origem
De Rupert Wyatt
Com James Franco, Freida Pinto
Estreia 11 de Agosto

 

É nessa mesma ordem de ideias que chega, na semana seguinte, a prequela ao “Planeta dos Macacos”.
Nos termos da biologia, poderíamos estar a falar de um combate dinossauros vs. microrganismos, o que até poderia ser interessante, mas não. O que nos espera é um realizador inexperiente, com dois actores que têm falhado o salto para o primeiro escalão, a revisitar uma saga que já deu mais do que tinha a dar. Se isto for bom, prometemos passar uma semana inteira a bananas.

 

05 Carros 2
De John Lasseter & Brad Lewis
Vozes Owen Wilson, Larry the Cable Guy
Estreia 7 de Julho

 

Há cinco anos, “Carros” foi bem recebido, mas não entrou para o quadro de honra da Pixar. Contudo, era um dos filmes preferidos de John Lasseter e, assim que se fechou “Toy Story”, entrou em marcha a sequela. Lightning McQueen e Mater vão fazer a rodagem por Japão, Inglaterra e Itália, a meias entre o Grande Prémio Mundial e uma incursão na espionagem. Passamos dos carros-robô de Bay para os amistosos de Lasseter. Qualquer dia, em vez de um homem dourado, os Óscares são entregues em forma de piston.

 

06 Conan the Barbarian
De Marcus Nispel
Com Jason Momoa, Ron Perlman
Estreia 25 de Agosto

 

Na nossa vida há três Conans: o rapaz do futuro de Hayao Miyazaki, Conan O’Brien e Arnold Schwarzenegger. Duvidamos que seja humanamente possível encontrar espaço para mais um (suspeita confirmada pelas primeiras imagens do remake). Conan parte para vingar a morte do pai e a destruição da sua aldeia – não se espera, pois, um filme contemplativo
a apelar à reflexão. Desconfiamos que, depois de sermos apresentados aos dotes de representação de Jason Momoa, Arnie vai parecer um Marlon Brando.

 

07 Os Smurfs
De Raja Gosnell
Vozes Neil Patrick Harris, Hank Azaria
Estreia 11 de Agosto

 

Recentemente acusados de propagandear ideais estalinistas, os pobres  estrunfes vêm a terreiro defender-se. Mas há mais: 53 anos depois de terem sido publicados pela primeira vez, pelo belga Peyo, vêm reivindicar o belo tom de pele que James Cameron sonegou para entregar às criaturas de “Avatar”. A sinopse diz que os estrunfes vão ser expulsos da aldeia pelo feiticeiro mau Gargamel, dando por si, depois, entre cogumelos e verdura em Central Park. Para filhos principiantes e pais nostálgicos.

 

08 Harry Potter e os Talismãs da Morte Parte II
De David Yates
Com Daniel Radcliffe, Emma Watson
Estreia 14 de Julho

 

Quando a saga começou ainda pagávamos em escudos; se durasse mais, talvez ainda voltássemos a fazê-lo. Mas prometem-nos que é o último, depois de sete livros, oito filmes e muitas imitações. Entre feitiços e borbulhas, espera-se que Harry e companhia enfrentem, finalmente, Lorde Voldemort. Depois hão-de atingir a terra prometida: a idade adulta. Na verdade, com tantos poderes, não se percebe como é que Harry nunca fez um feitiço para que a adolescência passasse mais depressa.

 

09 Cowboys & Aliens
De Jon Favreau
Com Daniel Craig, Harrison Ford
Estreia 25 de Agosto

 

De acordo com a “Empire”, quando Ford leu o guião disse: “Porque é que vocês tinham de estragar um western perfeitamente decente com esta treta dos aliens?” A verdade é que aceitou o papel, o que significa que vamos ter Indiana Jones e James Bond juntos e a cores no mesmo ecrã. Não há meio termo na expectativa para este filme de Jon Favreau, responsável pelos dois “Homem de Ferro”: ou dá um filmaço ou dá asneira. De qualquer das formas, o Verão vai fechar em grande. É assim que gostamos dele.

 

10 Super 8
De J. J. Abrams
Com Kyle Chandler, Elle Fanning
Estreia 28 de Julho

 

Uma raridade neste Verão: um filme original, isto é, que não é nem sequela nem remake nem adaptação. Abrams continua nos territórios de eleição, o mistério e a ficção científica, mas recua até 1979 para encontrar um grupo de miúdos que filma casualmente um acidente de comboio. Depois, começam a acontecer coisas estranhas na pequena localidade do Ohio. Spielberg produz, o que é boa notícia para uns e má para outros. Em todo o caso, os rumores que chegam dos Estados Unidos dizem que é “must see”. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/131685-dez-filmes-uma-estacao-escaldante, a 21 de Junho de 2011, em Jornal I

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Uma Entrevista à Actiz Catarina Wallenstein…

A Entrevista a Catarina Wallenstein Fonte: http://www.atalantaclapfilmes.blogspot.com

Hoje trago uma entrevista com a Catarina Wallenstein, veja a peça jornalística.

« Catarina Wallenstein. “O palco é um abismo muito maior”

A actriz de 24 anos sobe hoje ao palco do Teatro Aberto, na antestreia da peça “O Álbum de Família”. Não fala da vida pessoal e confessou fazer parte da geração à rasca por opção própria

Fumou um cigarro a correr e falou no intervalo dos ensaios, na hora em que devia estar a jantar. Deixou-se cair nas cadeiras vermelhas do Teatro Aberto e confessou estar “de rastos”. Catarina Wallenstein tem 24 anos e é uma das actrizes mais promissoras da nova geração, segundo o European Film Festival, que lhe atribuiu o prémio de Jovem Talento em 2007. Queria ser cantora lírica – como a mãe – mas acabou por se entregar à representação – como o avô e o tio. No cinema estreou-se aos 19 anos, em “Lobos”, de José Nascimento, ao lado de Nuno Melo, com quem protagoniza uma incestuosa cena íntima (os personagens eram tio e sobrinha). Já contracenou com Catherine Deneuve, num pequeno papel em “Aprés Lui”, foi a “miúda” de Eça em “Singularidades de uma Rapariga Loura”, de Manoel de Oliveira, e uma vampira impiedosa em “Destino Mortal”. Sexta-feira sobe ao palco do Teatro Aberto com “O Álbum de Família”, de Rui Herbon, com encenação de Tiago Torres da Silva.

A acção da peça passa-se antes ou depois do 25 de Abril?

É difícil de explicar, vamos lá ver se eu consigo. O protagonista está depois do 25 de Abril mas convoca memórias e a minha personagem está antes do 25 de Abril.

Foi difícil entrar num tempo que não é o seu, mas que também não é assim tão longínquo?

É complicado, principalmente para a minha geração. Eu tinha uma avó que tinha um pouco esse papel. Ela era neta do primeiro-ministro da I República, era toda uma linhagem de família muito engajada. Era ela que me contava… Mas só pelas descrições, leituras ou documentários não é possível perceber como era a vida nessa altura. As histórias que nos contam são pequenos factos. Não sei como é o ambiente, tenho algumas referências que me contaram mas a nossa geração não pode ter… não consegue.

Vem de uma família de artistas. Seguiu este caminho porque a incentivaram?

Sempre foi normal esta coisa, o fazer desenhos nos bastidores nos ensaios dos pais ou assistir às aulas de canto da minha mãe, ir ao teatro era naturalíssimo para nós. Os meus avós foram muito responsáveis por isso, levavam-nos ao teatro quando éramos pequenos. E depois sempre foi aquilo que me interessou, nunca me imaginei num trabalho das nove às cinco. A primeira coisa que quis ser foi cantora de ópera.

E foi assim que começou.

Tanto eu como o meu irmão fomos inscritos numa escola de música desde pequeninos, na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Estudei violoncelo e andei no coro. Aquele coro era o que fazia as óperas infantis no São Carlos e desde pequena que participei em várias. Depois descobri que havia um ateliê de teatro no Liceu Francês, onde eu andava, e achei importante experimentar o lado cénico. E fiquei fascinada.

Trocou o canto pela representação definitivamente?

O canto é uma coisa que sempre me acompanha. Lírico ou não. Há fases em que exercito o instrumento, é como as espargatas, se não se exercita depois já não se chega aos agudos, mas o canto faz parte de quem sou. Mas nunca mais pensei “é isto que vou fazer da vida”.

O que é que a cativa na profissão?

A construção da personagem, do detalhe, do poder mudar as coisas de um dia para o outro. Lembro-me que na minha primeira actuação a minha mãe me disse umas coisinhas – “Não estejas sempre tão zangada, tão pesada”- e o gozo que me deu, no dia seguinte, compor a personagem, acho que foi nessa altura que decidi ser actriz.

Qual é o verdadeiro amor: teatro, cinema, televisão ou canto?

Não sei… Não tenho tanta experiência assim em nenhum deles. Agora sinto-me mais confortável a trabalhar com câmara, cinema, porque há mais tempo, há todo um tipo de controlos técnicos e entre as gotas da chuva já sei mais ou menos qual é o meu espaço. O palco é um abismo muito maior, está a ser uma descoberta.

No filme “Lobos” tem uma cena muito íntima e de nudez com Nuno Melo. Como é a preparação para uma cena dessas?

Convencemo-nos de N coisas para não pensar na parte desconfortável e constrangedora. Estou aqui, estou a encarnar, é um personagem, este senhor é muito querido e meu amigo mas nada tem a ver comigo. Depois há muitos cuidados que se tem em rodagem para os actores estarem mais confortáveis. A equipa é reduzida, para não haver tanta gente a olhar e não ficarmos constrangidos com técnicos. Uma data de cuidados pequenos que nos fazem sentir mais mimados. A equipa do guarda-roupa corre com roupões para cima de nós quando acaba a cena, para nos taparmos e haver aquela ilusão de acaba a personagem: “Já não sou eu, não estou nua à frente de toda a gente.”

Voltando atrás, ao 25 de Abril e às mudanças sociais: identifica-se com a geração à rasca?

Não estou num meio standard nem tenho um ritmo de vida standard. Evidentemente que há meses em que estou muito à rasca porque não tenho sequer um part–time. O ano passado estive oito meses parada, depois fiz umas sessões, depois estive três meses sem fazer nada, depois surgiram umas locuções… Acho que nós escolhemos viver à rasca e o à rasca não é só o dinheiro, é a incerteza, os recibos verdes. Mas é bom que todas as gerações tenham coisas para reclamar, porque senão significa que achamos que está tudo feito.

Como é que vivia quando não ganhava?

Amealhei, vivi numa casa de 25 m2, comia muito atum, mas sem me queixar muito. Depois faço umas locuções e consigo amealhar mais um bocadinho, e é assim, irregular.

E não faz presenças em festas e inaugurações? Vai a esse tipo de eventos?

Vou a alguns, porque a Catarina quer ir, não porque a Catarina quer aparecer e mostrar-se. Presenças não, não há. Por enquanto, não vou dizer que nunca vai haver nada porque não sei o dia de amanhã e não sei o que me vai acontecer. Acho óptimo ir gerindo aquilo que me vai aparecendo, mas para já não. Há eventos em que está a imprensa e a que eu vou, mas não porque está a imprensa ou porque me pediram para ir, mas porque quero. Se fosse desconhecida e me convidassem eu iria na mesma. Quero ser a mesma pessoa na relação com o exterior como sozinha entre quatro paredes.

Disse em entrevista que o que faltava ao cinema português era dinheiro e apoios. Só isso?

Faltam guiões. Falta quebrar o ciclo vicioso do “não vou ver porque não deve valer a pena, então também não vale a pena fazer melhor, depois temos de ser elitistas, as pessoas não vão ver” e falta quebrar isso. É preciso sonhar, arriscar, inovar. Muitas vezes a maior parte dos filmes portugueses são escritos pelos próprios realizadores, não temos uma grande população de argumentistas. A maior parte deles estão em empresas de criação de séries e telenovelas. É preciso escrever mais, ver mais, produzir mais, apoiar mais, variar mais, gostar mais para se consumir mais os produtos nacionais. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/114290-catarina-wallenstein-o-palco-e-um-abismo-muito-maior, a 31 de Março de 2011, em Jornal I

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Homem Aranha Por um Fio…Saiba os Detalhes…

Homem Aranha... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma notícia que versa sobre um super herói que está suspenso na Broadway, passo a transcrever o referido artigo.

«É o orgulho dos produtores e de amigos famosos. Ao mesmo tempo, o alvo das piores críticas. Estreia a 15 de Março

Numa noite, há pouco tempo, Joan Rivers fez uma sugestão à encenadora Julie Taymor: “Contrata um duplo para cair em cima de um espectador, a intervalos de três ou quatro semanas – isso vai fazer com que o público acorra ao espectáculo.” Tal como anfitriões de talk shows, editores de revistas, bloguistas de entretenimento, outros comediantes e até um estúdio de animação na Formosa, Rivers tem explorado ao máximo o seu novo espectáculo na Broadway, o “Spider-Man: Turn Off the Dark”.

Na semana passada, ela estava nos bastidores do Foxwoods Theater, à conversa com os actores e com Taymor, encenadora, para desenvolver mais material para o seu espectáculo que, ultimamente, tem começado com um momento de silêncio por “aqueles de nós que arriscam diariamente a vida… no musical ”Spider-Man””, uma referência aos quatro actores que se magoaram enquanto trabalhavam no espectáculo.

“Spider-Man: Turn Off the Dark” ainda nem estreou oficialmente. A data já foi adiada cinco vezes e a abertura prevista para a noite da passada segunda-feira foi adiada por mais cinco semanas, para 15 de Março. Mas este musical de 65 milhões de dólares (quase 48 milhões de euros) tornou-se um objecto de fascínio da cultura pop – talvez mais do que qualquer outro da história da Broadway. Contudo, as primeiras críticas (ver coluna ao lado) não pouparam maus adjectivos.

Amor e ódio O espectáculo tem sido objecto de troça em todos os principais programas televisivos nocturnos de comédia. E foi alvo do “The Onion”, que retratou os produtores optimistas quanto ao musical apesar da detonação de uma bomba nuclear durante a antestreia. Recentemente, Steve Martin referiu-se com malícia ao espectáculo numa série de tweets sobre ver os filmes do Homem Aranha em casa. “Tendo-me instalado para ver o terceiro episódio do “Homem Aranha”, numa edição de luxo em DVD, caí dos cabos pendurados na sala de projecção. Duas horas de atraso”, escreveu.

Contudo, todos os famosos dos meios de comunicação, como Oprah Winfrey, Glenn Beck e os anfitriões de “Morning Joe” (programa das manhãs do canal MSNBC), não pouparam elogios ao musical. Sobretudo Beck, que disse numa entrevista, na sexta-feira, tê-lo visto quatro vezes. No seu programa de rádio definiu o êxito do espectáculo como o produto do confronto entre o americano comum e o snob cultural. Na entrevista, porém, foi mais adepto do que crítico, referindo partes do enredo e elementos gráficos sob o prisma de um conhecedor. “O fio da narrativa está adequado aos dias de hoje. Tem que ver com o mostrar o nosso lado melhor, com o facto de se poder entrar numa espiral descendente ou [e aqui citou uma das canções do espectáculo] de podermos erguer-nos acima das vicissitudes”, diz Beck, que declarou ver uma dúzia de espectáculos por ano. “Aliás, acabei de enviar uma mensagem de correio electrónico à Julie [Taymor] a propósito do quanto eu gosto do novo final.”

No mês passado, “Spider-Man” tornou–se o primeiro espectáculo da Broadway desde “Os Produtores” a figurar na capa da revista “The New Yorker”. O cartoon de Barry Blitt, que também conseguiu a capa para “Os Produtores” em 2001, mostrava vários heróis feridos na enfermaria de um hospital. “Quando planeamos as nossas capas, interrogamo-nos sempre se o nosso milhão de leitores vai reconhecer o tema em questão”, diz Françoise Mouly, editora artística da “The New Yorker”. “Mas em pouco tempo o ”Spider-Man” já tinha notoriedade suficiente para que soubéssemos que a capa iria pôr as pessoas a rir. Até os produtores do espectáculo se riram; têm andado atrás de nós para comprar cópias das artes finais.”

Embora a maioria dos artistas e dos produtores de teatro protejam afincadamente os seus espectáculos, os do “Spider-Man” têm vantagens financeiras peculiares por serem alvos de troça. O musical, que combina uma personagem de BD altamente popular com a música de Bono e de The Edge, dos U2, está a gerar cerca de 1,3 milhões de dólares por semana de bilheteira (perto de um milhão de euros), o valor máximo atingido por um espectáculo da Broadway (exceptuando o êxito “Wicked”). É opinião generalizada, incluindo a de pessoas ligadas ao “Spider-Man”, que o espectáculo se perfila como um êxito de vendas de longo fôlego, semana após semana, em vez de ser dos que geram logo à partida um “bolo” proporcional aos enormes custos. Essa popularidade tem sido alimentada pela repercussão das anedotas, das trocas de impressões em jantares e festas e pela atenção dos meios de comunicação, no universo que rodeia este espectáculo tecnicamente ambicioso.

Posto isso, há também alguns adultos e crianças que simplesmente gostam do Homem Aranha e que querem ver gente pendurada em teias, ou que pensam que o espectáculo ao vivo pode ser uma experiência agradável. “As nossas vendas vão bem; continuam em alta, o que são boas notícias, mas não lhe posso arranjar uma boa explicação para a atracção que o espectáculo exerce noite após noite”, disse Michael Cohl, o produtor principal. “O que sei é que as pessoas falam do ”Spider-Man: Turn Off the Dark” a níveis sem precedentes.”

Philip Smith, o presidente da Shubert Organization, que possui ou aluga 17 dos 40 teatros da Broadway, diz que nunca viu um espectáculo tornar-se uma tal curiosidade. “Tornou-se um fenómeno, cujos motivos têm aparentemente pouco que ver com o espectáculo em si”, disse Smith.

Na plateia Os ferimentos sofridos pelos quatro actores geraram, no Inverno, grande parte da publicidade, incluindo a saída de uma das estrelas, Natalie Mendoza, que sofreu um traumatismo craniano nos bastidores e abandonou a produção no fim de Dezembro, depois de ter assinado um acordo de confidencialidade e de ter recebido um montante não divulgado. Mas, se o axioma segundo o qual toda a publicidade é boa publicidade beneficiou o musical, o que irá acontecer a “Spider-Man” quando ela esmorecer? Regra geral, os espectáculos da Broadway tornam-se êxitos porque os elogios e o entusiasmo passam de boca em boca pelos chamados “árbitros do bom gosto”, sejam eles críticos que louvaram peças como “Red” e “August: Osage County”, pais que contam aos vizinhos o quanto os seus filhos se divertiram a ver “O Rei Leão” ou “Wicked”, ou espectadores mais idosos que falam com os amigos sobre o prazer nostálgico que viveram com “Jersey Boys” ou “Mary Poppins”.

Mas tudo isto vai levar os amigos a verem o espectáculo? Alguns dos produtores teatrais veteranos dizem que não. “A factura de 65 milhões e o ambiente de circo que rodeia os ferimentos sofridos pelos actores ou os problemas técnicos do espectáculo são aspectos que geram interesse de curta duração”, diz Elizabeth McCann, produtora de espectáculos na Broadway desde meados da década de 1970 e já galardoada com vários Tony. “Mas acho que, a certa altura, as pessoas vão dizer de ”Spider-Man” que ”o rei vai nu” e os espectadores adultos vão começar a perder o interesse.”

Os produtores do musical estão a tentar prevenir-se contra essa eventualidade, acolhendo uma outra série de árbitros do bom gosto – celebridades – alguns dos quais são amigos de Bono e de The Edge. Jon Bon Jovi, David Bowie, Kevin e Nick Jonas, Julian Lennon, Sean Penn e Jerry Seinfeld são alguns dos que já viram o espectáculo. Kevin Jonas publicou uma mensagem no Twitter: “Acabo de ver o Spider-Man na Broadway; fantástico! Vão todos ver.”

Taymor e Bono, ambos amigos chegados de Oprah Winfrey, colaboraram com a “O: The Oprah Magazine” num longo artigo. Taymor dividiu-se entre conceder entrevistas e acolher visitantes famosos, como Rivers, enquanto continua a fazer alterações no espectáculo, mas diz já ter bloqueado o ruído cultural à volta d e “Spider-Man: Turn Off the Dark”. “Retirei há uns tempos os meus alertas Google sobre o espectáculo porque muitas das piadas e comentários são negativos, achei que era demasiado duro trabalhar rodeada de tanto veneno”, disse numa entrevista. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/103554-homem-aranha-na-broadway-preso-um-fio, a 11 de Fevereiro, em Jornal I

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Conheça os Nomeados Para A Corrida dos Óscares…

Corrida Para Óscares... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma noticia que versa sobre os óscares, desta feita passo a transcrever a referida peça.

« Óscares. Começou a corrida ao ouro

 

Foram ontem reveladas as nomeações para os mais importantes prémios do cinema. Conheça os quatro filmes que lideram a competição: “O Discurso do Rei”, com 12 nomeações. “True Grit – Indomável”, com dez, “A Rede Social” (9), “The Fighter – o Último Round” (7)

 

O Discurso do Rei- De Tom Hooper, com Colin Firth, Helena Bonham- Carter e Geoffrey Rush

O futuro rei da Grã Bretanha, George IV (Colin Firth), tem um problema que o atormenta desde a infância: gaguez. Inconformado com a incapacidade de dizer uma frase de seguida e com a subida eminente ao trono, decide contratar um conceituado terapeuta da fala, Lionel Logue (Geoffrey Rush) para o ajudar.

Nomeações: Melhor Filme, Argumento Original, Realizador, Actor Principal, Actor Secundário, Actriz Secundária, Direcção Artística, Fotografia, Guarda-Roupa, Montagem, Banda Sonora Original, Mistura de Som.

 

True Grit – Indomável- De Joel Coen e Ethan Coen, com Jeff Bridges, Matt Damon

Antes que pergunte: sim, é um western. Rooster Cogburn (Jeff Bridges) é o mais temido (e quase alcóolico) xerife da zona cujos serviços são requisitados por Mattie Ross, uma rapariga de 14 anos cujo pai foi assassinado. Juntamente com o ranger do Texas, LaBoeuf (Glen Campbell), vai tentar apanhar o assassino.

 

Nomeações: Melhor Filme, Argumento Adaptado, Realizador, Actor Principal, Actriz Secundária, Direcção Artística, Fotografia, Guarda-Roupa, Edição de Som, Mistura de Som.
A Rede Social- De David Fincher, com Jesse Einsenberg, Andrew Garfield

A história é verdadeira: Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), estudante de Harvard, decide criar um programa informático que mais tarde se tornaria no Facebook. Uma história real de pouca consideração pelo melhor amigo, inimigos, oportunistas, dificuldades de relacionamento social e muitos milhões de dólares.

 

Nomeações: Melhor Filme, Realizador, Actor Principal, Fotografia, Edição, Banda Sonora Original, Mistura de Som, Argumento Adaptado.

 

The Fighter – O Último Round – De David O. Russell, com Mark Wahlberg e Christian Bale

Dois irmãos lutam pela realização de um sonho: ser campeões de boxe. No entanto, só um consegue vingar. Micky Ward (Mark Wahlberg) divide-se entre a lealdade ao seu irmão Dicky Eklund (Christian Bale) e a possibilidade de vencer.

 

Nomeações: Melhor Filme, Realizador, Actor Secundário, Actriz Secundária, Actriz Secundária,  Edição, Argumento Original

 

Todas as categorias:

 

Melhor filme:

“O Cisne Negro” – Darren Aronofksy

“The Fighter – Último Round” – David O. Russell

“A Origem” – Christopher Nolan

“Os Miúdos Estão Bem” – Lisa Cholodenko

“O Discurso do Rei” – Tom Hooper

“127 Horas” – Danny Boyle

“A Rede Social” – David Fincher

“Toy Story 3” – Lee Unkrich

“Indomável” – Ethan e Joel Coen

“Winter´s Bone” – Debra Garnik

 

Melhor realização:

Darren Aronofksy – “O Cisne Negro”

David O. Russell – “The Fighter – Último Round”

Tom Hooper – “O Discurso do Rei”

David Fincher – “A Rede Social”

Ethan e Joel Coen – “Indomável”

 

Melhor ator:

Javier Bardem – “Biutiful”

Jeff Bridges – “Indomável”

Jesse Eisenberg – “A Rede Social”

Colin Firth – “O Discurso do Rei”

James Franco – “127 Horas”

 

Melhor ator secundário:

Christian Bale – “The Fighter – Último Round”

John Hawkes – “Winter´s Bone”

Jeremy Renner – “A Cidade”

Mark Rufallo – “Os Miúdos Estão Bem”

Geoffrey Rush – “O Discurso do Rei”

 

Melhor atriz:

Annette Bening – “Os Miúdos Estão Bem”

Nicole Kidman – “Rabitt Hole”

Jennifer Lawrence – “Winter´s Bone”

Natalie Portman – “Cisne Negro”

Michelle Williams – “Blue Valentine – Só Tu e Eu”

 

Melhor atriz secundária:

Amy Adams – “The Fighter – Último Round”

Helena Bohnam Carter – “O Discurso do Rei”

Melissa Leo – “The Fighter – Último Round”

Hailee Steinfeld – “Indomável”

Jacki Weaver – “Animal Kingdom”

 

Melhor argumento adaptado:

“127 Horas”

“A Rede Social”

“Toy Story 3”

“Indomável”

“Winter’s Bone”

 

Melhor argumento original:

“Another Year”

“The Fighter – Último Round”

“A Origem”

“Os Miúdos Estão Bem”

“O Discurso do Rei”

 

Melhor filme de língua não inglesa:

“Biutiful”, Alejandro Gonzalez Iñárritu (México)

“Canino”, Yorgos Lanthimos (Grécia)

“Haevnen”, Susanne Bier (Dinamarca)

“Incendies”, Denis Villeneuve (Canadá)

“Fora da lei”, Rachid Bouchareb (Argélia)

 

Melhor filme de animação:

“Como treinares o teu dragão”

“O mágico”

“Toy Story 3”

 

Melhor documentário:

“Exit Through the Gift Shop”

“Gasland”

“Inside Job”

“Restrepo”

“Waste Land”

 

Melhor documentário em curta-metragem:

“Killing in the Name”

“Poster Girl”

“Strangers No More”

“Sun Come Up”

“The Warriors of Qiugang”

 

Melhor curta-metragem:

“The Confession”

“The Crush”

“God of Love”

“Na Wewe”

“Wish 143”

 

Melhor curta-metragem de animação:

“Day & Night”

“The Gruffalo”

“Let´s Pollute”

“The Lost Thing”

“Madagascar, Carnet de Voyage”

 

Melhor direção artística:

“Alice no País das Maravilhas”

“Harry Potter e os talismãs da morte”

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“Indomável”

 

Melhor fotografia:

“Cisne Negro”

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“A Rede Social”

“Indomável”

 

Melhor montagem:

“Cisne Negro”

“The Fighter – Último Round”

“O Discurso do Rei”

“127 Horas”

“A Rede Social”

 

Melhor caracterização:

“The Way Back”

“O Lobisomem”

 

Melhor guarda-roupa:

“Alice no País das Maravilhas”

“Eu Sou Amor”

“O Discurso do Rei”

“The Tempest”

“Indomável”

 

Melhor banda sonora original:

“Como treinares o teu dragão” – John Powell

“A Origem” – Hans Zimmer

“O Discurso do Rei” – Alexandre Desplat

“127 Horas” – A.R. Rahman

“A Rede Social” – Trent Reznor e Atticus Ross

 

Melhor canção:

“Coming Home” (“Country Strong”) – Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey

“I See the Light” (“Entrelaçados”) – Alan Menken e Glenn Slater

“If I Rise” (“127 Horas”) – A.R. Rahman, Dido e Rollo Armstrong

“We Belong Together” (“Toy Story 3”) – Randy Newman

 

Melhor montagem de som:

“A Origem”

“Toy Story 3”

“Tron: O Legado”

“Indomável”

“Imparável”

 

Melhor mistura de som:

“A Origem”

“O Discurso do Rei”

“Salt”

“A Rede Social”

“Indomável”

 

Melhores efeitos visuais:

“Alice no País das Maravilhas”

“Harry Potter e os Talismãs da morte”

“Hereafter – Outra Vida”

“A Origem”

“Homem-de-Ferro 2” »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/100563-oscares-comecou-corrida-ao-ouro, a 27 de Janeiro de 2011, em Jornal I

 

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Conheça os Detalhes das Nomeações dos Razzies…

Nomeações Razzies... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma peça a que achei alguma piada e que versa sobre as nomeações para as piores interpretações em filmes, passo a transcrever a referida peça jornalística.

« “Eclipse” e “O último Airbender” lideram nomeações dos Razzies

Os filmes “Eclipse” e “O Último Airbender” lideram, com nove nomeações cada, os Razzies, os prémios que são atribuídos pela Fundação Golden Raspberry Award às piores longas-metragens estreadas nos Estados Unidos.

As nomeações foram conhecidas hoje em Los Angeles, na véspera de se saber quem são os nomeados para os Óscares.

“O Último Airbender”, de M. Night Shyamalan, e “Os filmes “Eclipse” e “O Último Airbender” lideram, com nove nomeações cada, os Razzies, os prémios que são atribuídos pela Fundação Golden Raspberry Award às piores longas-metragens estreadas nos Estados Unidos.

As nomeações foram conhecidas hoje em Los Angeles, na véspera de se saber quem são os nomeados para os Óscares.

“O Último Airbender”, de M. Night Shyamalan, e “A Saga Twilight: Eclipse”, de David Slade, competem, por exemplo, para o Razzie de pior filme do ano.

Nesta categoria foram também incluídos “Ex-Mulher Procura-se”, comédia protagonizada por Jennifer Aniston, “Sexo e a Cidade 2” e “Ponha Aqui o seu Dentinho”, uma paródia aos filmes com vampiros.

M. Night Shyamalan está nomeado para pior realizador do ano e o filme “O Último Airbender” compete para o Razzie de pior argumento, pior elenco e pior filme em 3D.

O elenco de “Eclipse” também está nomeado para o Razzie de pior interpretação do ano, com Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner.

Também as quatro atrizes de “Sexo e a Cidade” estão nomeadas para a pior representação do ano, assim como Cher, Liza Minnelli, Barbra Streisand na categoria de pior atriz secundária.

Os vencedores dos Razzies serão conhecidos a 26 de fevereiro, um dia antes da cerimónia da 83.ª edição dos Óscares.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico *** »

 

In: http://www.ionline.pt/conteudo/96211-deixe-aqui-os-seus-votos-2011, a 24 de Janeiro de 2011, em Jornal I

 

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Filmes a Não Perder No Ínicio do Ano…

Filmes a Não Perder... http://www.ionline.pt/

Hoje trago uma notícia que achei interessante, e que versa sobre os filmes que não pode perder nos próximos meses.

« 13 filmes a não perder nos próximos três meses

Calendário maia. Tal como o sistema de divisão da civilização maia, o mundo do cinema também tem um calendário próprio. Não profetiza que o mundo vai acabar em 2012. Diz, sim, que o ano só tem três meses. A boa notícia é que esses 90 dias são uma espécie de Primavera em que, nas salas portuguesas, a sétima arte acorda da hibernação, brota e floresce. Sorte a nossa, são os três primeiros do ano

Janeiro, Fevereiro e Março trazem-nos o regresso dos irmãos Coen e dos irmãos Farrelly, de Sofia Coppola, de Darren Aronofsky, de Michel Gondry e de Mike Leigh. Quase tudo antes dos Óscares (a 27 de Fevereiro). Há lugar para dramas britânicos, aventuras indie, filosofias asiáticas e fitas experimentais – mas em bom. Três meses têm 12 semanas e nós seleccionámos 14 filmes, o que pode significar um rombo no orçamento. Esperamos que valha a pena.

“Tu Que vives” (ver trailer)

Roy Andersson, o realizador sueco ganhou seis prémios internacionais, incluindo o do Fantasporto. O “The Guardian” chama-lhe “génio”. Levou três anos a rodar este filme.
Estreia: 13 de Janeiro

“Um Ano Mais” (ver trailer)
Cinco palavras “From”, “acclaimed”, “director”, “Mike” e “Leigh”. E este é uma espécie de “Mike Leigh Reserva”.
Estreia: 27 de Janeiro

“Poesia” (ver trailer)

O filme sul-coreano de Chang-Dong reúne consenso absoluto no site Rotten Tomatoes: 100% de críticas positivas.

Estreia: 3 de Fevereiro

“Blue Valentine” (ver trailer)
Por todas as razões mais estas: os Grizzly Bear assinam a banda-sonora, Ryan Gosling canta e Michelle Williams dança. Fala-se em Óscares.
Estreia: 3 de Fevereiro

Cisne Negro(ver trailer)

Natalie Portman no papel de bailarina lésbica dirigida por Darren Aronofsky (“A Vida Não é um Sonho”  e “The Wrestler”). Dizem que o pai da actriz não gostou.
Estreia: 3 de Fevereiro

“The Green Hornet” (ver trailer)
Um príncipe dos telediscos (Michel Gondry) dirige um príncipe da comédia (Seth Rogen) na adaptação ao cinema de um plebeu dos super-heróis (Vespa Verde?).
Estreia: 10 de Fevereiro

The Fighter”  (ver trailer)
Oferece combate de boxe (e Amy Adams) para eles, Mark Wahlberg e Christian Bale para elas – todos nomeados para os Globos de Ouro.
Estreia: 10 de Fevereiro

O Discurso do Rei”  (ver trailer)
A evitar comentários como “Fiquei sem palavras” e “Quem fala assim não é gago”. Imbatível o trio de ataque Colin Firth, Geoffrey Rush e Helena Bonham Carter.
Estreia: 10 de Fevereiro

“Winter’s Bone” (ver trailer)
Sobretudo porque Ganhou o Grande Prémio do Júri no Festival de Sundance 2010 – apenas a primeira de 20 (sim, 20) distinções em festivais de cinema internacionais.
Estreia: 17 de Fevereiro

“Indomável” (ver trailer)
Finalmente Jeff “The Dude” Bridges reencontra-se pela primeira vez com os Coen depois de “O Grande Lebowski”. Não se prometem “white russians”.
Estreia: 17 de Fevereiro

Somewhere”  (ver trailer)
Regresso Sofia Coppola volta à zona de conforto – “Los Angeles + hotéis de luxo + estrelas com crises existenciais” – e volta a triunfar. Leão de Ouro em Veneza.

Estreia: 17 de Fevereiro

“127 Horas” (ver trailer)

>>Spoiler<< Vários espectadores já tiveram de receber assistência médica por causa da cena em que James Franco amputa o próprio braço. Danny Boyle filmou tudo num só take.
Estreia: 24 de Fevereiro

“Rédea Solta” (ver trailer)
Tal como a manga, o whisky e o sashimi, o humor dos irmãos Peter e Bobby Farrelly é um gosto adquirido: não é imediato, mas compensa.
Estreia: 31 de Março »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/96213-13-filmes-nao-perder-nos-proximos-tres-meses, a 03 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Bom Cinema

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Portugal Vai Originar Cortes de Internet Aos Piratas Informáticos…Quais as Vantagens e Desvantagens…

Hoje trago, um tema que vai gerar muita polémica, e que na minha óptica vai originar problemas de liberdades, direitos e garantias dos utilizadores da internet, e vai levantar problemas que desde o 25 de Abril de 1974 não eram notados, como a espionagem, e a perseguição de pessoas. Vão colocar em causa as empresas que Internet, e vai originar desemprego, pois muitas delas vão ter que mandar os clientes embora, e como tal, vão ter prejuízos e vão ter que despedir pessoas, passo a transcrever a notícia e de seguida faço um breve comentário:

«Pirataria na internet: Portugal vai poder cortar acesso a quem for apanhado a piratear

A União Europeia vai aprovar directiva, mas impõe restrições ao corte, que só pode ser feito após um processo “justo e imparcial”

A votação está marcada para o final de Novembro e deverá fazer aprovar uma das leis mais polémicas da era digital: os países europeus vão poder cortar o acesso à internet a quem for apanhado a piratear. Se tudo correr como previsto, o novo enquadramento europeu para as comunicações electrónicas – telecoms package – estará pronto ainda este ano e terá de ser transposto para a legislação dos 27 estados-membros. Isto, obviamente, inclui Portugal.

Embora o executivo de José Sócrates tenha alguma margem de manobra na transposição da directiva, o facto é que a interrupção do acesso a quem for considerado culpado de partilha ilegal de ficheiros passará a ser possível. E isso faz antever a eclosão de uma guerra entre os fornecedores de internet, os detentores de direitos e os próprios consumidores portugueses. Até agora nenhuma empresa de internet quis pronunciar–se sobre esta medida, sendo já conhecido o apoio de organismos como o MAPiNET – Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet, bem como as críticas dos defensores dos direitos dos consumidores.

No entanto, o acordo histórico conseguido na quarta-feira à noite no Parlamento Europeu impõe várias limitações a este procedimento. É que o pacote legislativo já tinha sido aprovado em Maio, mas um diferendo entre o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros obrigou à suspensão da aprovação. Em causa estava uma emenda segundo a qual o corte só poderia ser feito com autorização judicial, algo com que o Conselho não concordava.

Após uma noite intensa de conciliação, ambas as partes acabaram por ceder e foi decidido que o corte ou a restrição só poderão ser feitos se forem “apropriados, proporcionais e necessários no quadro de uma sociedade democrática”, com “respeito pelo princípio da presunção de inocência e do direito à privacidade” e ainda como “resultado de um processo prévio justo e imparcial”, que garanta “o direito do consumidor a ser ouvido” e a uma “revisão judicial” em tempo útil. É este o texto que será votado entre 23 e 26 de Novembro.

No entanto, não ficou claro que forma terá o “processo justo e imparcial” a que Parlamento e Conselho se referem. Certo é que esta directiva irá chocar com as leis já aprovadas em França e no Reino Unido.

“Não me choca que haja um juiz a decretar o corte. O que me choca é que se tenha de esperar não sei quantos meses para a sua concretização”, afirma ao i Manuel Cerqueira, presidente da Associação Portuguesa de Software (Assoft), um dos principais defensores da criação de um tribunal específico para as questões da pirataria informática. O responsável frisa que uma ordem de corte de acesso à internet “deve ter a mesma acção que uma providência cautelar”. Ou seja, efeito imediato.

Todavia, só quando a directiva for transposta para a legislação portuguesa se perceberá a que órgão vai caber o papel de fiscalizar estes pedidos de interrupção de serviços de acesso à internet. Ao i, a Autoridade Nacional de Comunicações – Anacom, explicou que a decisão cabe ao governo e que não tem necessariamente de recair sobre um organismo específico.

Além disso, o pacote legislativo é muito mais abrangente que esta questão. Vai criar, por exemplo, um novo organismo europeu denominado BEREC para melhorar a cooperação entre os reguladores de telecomunicações dentro da União Europeia. Também inclui uma directiva de reforço dos direitos dos consumidores – que, entre outros, vai exigir consentimento prévio para que os sites instalem cookies nos computadores – e permitir a transferência do número de telemóvel de uma operadora para outra em apenas um dia útil.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/31518-pirataria-na-internet-portugal-vai-poder-cortar-acesso-quem-for-apanhado-piratear, a 06 de Novembro de 2009, no Jornal I

O meu comentário:

Na passada sexta feira, saiu a notícia acima transcrita, uma lei que vem colocar em causa, valores tão importantes, e conquistados a 25 de Abril de 1974, onde as pessoas, ganham a liberdade, e se termina com a repressão, e ter uma polícia, como era a PIDE.

Pois bem, eu não sou o denominado pirata, não tenho hábito de retirar coisas da internet, no entanto, penso que devem atirar a primeira pedra, quem nunca descarregou nada de ilegal da Internet…penso que ninguém, utilizador da internet a nível médio, deve conseguir atirar a primeira pedra.

Outra questão, que se levanta, é a definição de pirataria, pois a mesma, não se encontra bem definida, pois pirataria para muitos e retirar conteúdos como filmes, jogos, software, álbuns, e com estes conteúdos, fazer dinheiro, ou seja, vender, e para outros é simplesmente, retirar esses mesmos conteúdos, mas para uso próprio. Pessoalmente, penso que a primeira, é a verdadeira pirataria, pois antigamente, os barcos de piratas, saqueavam para depois fazer dinheiro com tal.

Convenhamos, que os downloads, foram o motor de busca, para a mumificação da internet, e a constante aumento das velocidades oferecidas pelos ISP, bem como, em muitos casos à abolição dos limites de tráfego.

Penso que muito do que fazem downloads, para seu uso próprio, ou seja, não usam para venda, ou para enriquecimento próprio, devem se poder «defender», como sendo para seu uso, e que estão incluídos no preço do serviço de internet.

A lei a ser aprovada, na minha óptica, vai dar origem a diversos problemas, os cidadãos vão ter a sensação de estarem a ser espiados constantemente, o que torna um país um pouco retrogado, e que parece estamos em meados do século passado; outro dos problemas, é que os ISP, vão perder clientes, e vão ter uma concorrência entre si, um pouco injusta, senão reparemos, um ISP tem que desligar um serviço a um cliente, no entanto, esse cliente ao ser deparado com uma empresa, a quem contrata um serviço, e a mesma, não o quer prestar, é forçado a mudar para outro ISP, que responda às suas necessidades, desejos e motivações e que lhe preste um serviço, com qualidade e sem interrupções. Perante esta situação, eu não queria estar no papel de ISP, pois é muito chato, ter que cortar o serviço, a quem me paga, ou seja, a quem me sustenta, digo mesmo, que é ridículo, só comparável, como ir a um hipermercado, mas os mesmos não me venderem nada, pois não podem… Levanta-se a questão, quem vai indemnizar os ISP, por serem forçados a perder clientes? E já agora, com que verbas? Devem ser as verbas dos impostos, como sempre.

Na minha opinião, e mais uma vez ressalvo, não utilizo a internet para esse tipo de situações, mas penso que, quem o faz para seu uso privado, não deve ser prejudicado, pois ao fim ao cabo, pagou a mensalidade do serviço para o fazer, e em muitos locais, não tem nenhum aviso, ou indicação, que o que vai efectuar em alguns países é ilegal; no entanto, vai gerar conflitos entre clientes, ISP’s, autoridades…etc, exemplo disso, foi os conflitos originados em alguns países europeus.

Uma solução para isto, era por exemplo, os ISP, criaram um serviço, onde o cliente pagaria uma mensalidade de por exemplo, 10€ ou 15€, e que poderia ter acesso a conteúdos para poder descarregar de uma forma legal, e o ISP, poder até mesmo conseguir entrar em acordo com o autor, e pagar os direitos, penso que ganharia o autor, o ISP, e o cliente, além de todos, terem a noção que quem hoje não está no mundo da internet, está deslocado da realidade.

Trata-se de uma questão polémica, a qual não vou tomar nenhum partido, não costumo usar a internet para isso, alias, ainda sou dos que tem em casa, um acesso à internet muito baixo e com limites baixos, apesar de me tentarem fazer mudar para acesso de preço superior, mas com velocidades superiores, a minha resposta é a mesma, para consultas normais de sites, e-mail, chega perfeitamente, logo, não estou interessado.

Deixo a Questão: Que pensa desta lei que pode desligar a internet, a quem efectuar downloads de forma ilegal da internet?

Tenho Dito

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Conheça o Estoril Film Festival…

Estotil Film Festival... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago uma sugestão para um evento que está a decorrer, passo a transcrever a referida peça.

« Doze boas razões para ir ao Estoril Film Festival

Não duvidamos que o sofá de sua casa seja o mais confortável do mundo. Ou que o plasma que comprou há pouco tempo tenha a melhor imagem da vizinhança para ver filmes. Mas damos-lhe doze bons motivos para sair de casa, ou do trabalho, e rumar ao Estoril. A 4.ª edição do festival de cinema mais importante do país começa hoje e prolonga-se até 15 de Novembro.
Com bilhetes a 4 euros por sessão, tem muito por onde escolher. Para os ansiosos há as ante-estreias de “Machete”, “O Americano”, “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e o último filme de Woody Allen. Os cinéfilos podem passar dias a recordar as obras de Kathryn Bigelow, em retrospectiva, e Roman Polanski, o homenageado. O actor John Malkovich vai dar uma aula e apresentar uma colecção de moda. Lou Reed também será professor e fotógrafo. Convencido?

Joaquin Phoenix barbudo e em versão rapper

Em Outubro de 2008, Joaquin Phoenix anunciou que iria deixar a carreira de actor para se dedicar ao rap. A decisão, acompanhada por uma mudança radical de visual (deixou crescer a barba, engordou uns quilos e passou a exibir tiques nervosos) encheu páginas da imprensa durante dois anos. Diziam que tinha enlouquecido. Afinal, tudo não passava de uma farsa ensaiada que pode ser recordada no falso documentário de Casey Affleck , “I’m Still Here”, a abrir o festival.

“I’m Still Here”, de Casey Affleck. Hoje, às 21h30, Centro de Congressos do Estoril

Lou Reed filma, fotografa e dá uma aula

Lou Reed num festival de cinema? É verdade. O músico estreou-se este ano como realizador e vem de propósito a Portugal apresentar “Red Shirley”. No filme, a sua prima Shirley Novick, de 100 anos, recorda como fugiu da Polónia, em 1938, com duas malas e poucos dólares no bolso. Depois do filme, Reed dará uma aula. O músico terá também uma exposição até ao fim do festival, “Romanticism”, com fotografias de paisagens na Escócia, Dinamarca e Califórnia.

“Red Shirley” e Masterclass, de Lou Reed, sábado, 6, às 17h15 , Centro de Congressos no Estoril

Três horas de história da Roménia

O realizador Andrei Ujica recorda os anos de ditadura de Nicolae Ceaucescu na Roménia através de imagens de arquivo. Desde discursos oficiais, propaganda política, imagens do massacre de Timisoara, passando pelos encontros com Nixon, Mao Tsé-Tung ou com a rainha Isabel II, a vida de Ceaucescu resume-se a três horas de filme. A longa-metragem é uma das doze em competição no festival.

“Autobiography of Nicolae Ceaucescu”, de Andrei Ujica, sábado, 6, às 12h00 e sexta-feira, 12, às 18h00, Centro de Congressos do Estoril, no sábado; Casino do Estoril, na sexta-feira.

“Machete” e a crítica sangrenta de Rodriguez
Se não aguenta esperar até 25 de Novembro, dia da estreia em Portugal do novo filme de Robert Rodriguez, espreite a sessão mais tardia do Estoril Film Festival. “Machete” é o típico filme sangrento a que o realizador já nos habituou, mas com uma novidade: uma subliminar crítica ao mundo do narcotráfico e aos planos de construção de uma barreira na fronteira do Texas para impedir a entrada ilegal de imigrantes mexicanos nos EUA. Machete, um ex-agente federal mexicano, é o protagonista.
“Machete”, de Robert Rodriguez, sábado, 6, às 00h30, Centro de Congressos do Estoril

Juliette Binoche e o realizador Abbas Kiarostami

Abbas Kiarostami foi o centro das atenções no Festival de Cannes, em Maio. O discurso do realizador iraniano, que apelou à libertação de Jafar Panahi, preso por fazer filmes contra o regime do Irão, levou Juliette Binoche às lágrimas. E mais, o seu filme “Copie Conforme” valeu à francesa o troféu de Melhor Actriz. O enredo é simples: um encontro entre um escritor britânico e uma proprietária de uma galeria na Toscânia. Kiarostami vai estar presente.
“Copie Conforme” e Masterclass, de Abbas Kiarostami, domingo, 7, às 19h00, Centro de Congressos do Estoril

Oito filmes de Kathryn Bigelow em retrospectiva

Quer oportunidade melhor para ver ou rever as obras da grande vencedora da última noite dos Óscares? Nos próximos domingos, pode trocar o seu sofá pelas cadeiras do Estoril Film Festival e entregar-se a uma maratona de oito filmes da ex-mulher de James Cameron. Recorde “Ruptura Explosiva”, com Keanu Reeves e Patrick Swayze em versão surfista, ou o mais recente e vencedor de Óscar “Estado de Guerra”.
Retrospectiva de Kathryn Bigelow, domingo, 7, das 15h15 às 22h00; domingo, 14, das 15h00 às 22h15 ; dia 7 no Casino do Estoril; dia 12 no Museu Paula Rego

Polanski: das primeiras curtas às obras-primas

Montado ainda na prisão, o filme “O Escritor Fantasma”, de Roman Polanski, conquistou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim. Ultimamente, o cineasta de origem polaca de 77 anos tem sido notícia mais pelos problemas que tem com a justiça americana desde os anos 70, do que pelos seus filmes. No festival do Estoril será devidamente homenageado. Entre as obras em exibição estão as suas primeiras curtas-metragens, realizadas entre 1955 e 1961 e “Rosemary’s Baby” (na foto), com Mia Farrow.
Homenagem a Roman Polanski; entre sábado, 6,  e domingo, 14; várias salas

O único filme português em competição
“A Espada e a Rosa” dá nas vistas por ser o único filme português em competição no Estoril. O realizador, o lisboeta João Nicolau, de 35 anos, também tem sido bem recebido em festivais por todo o mundo e já foi premiado nove vezes. A história do atraiçoado Manuel, que embarca numa caravela portuguesa do séc. XV governada pelas leis da pirataria, é a primeira longa-metragem de João Nicolau.
“A Espada e a Rosa” de João Nicolau; sexta-feira, 12, às 17h00; sábado, 13, às 15h15; dia 12 no Centro de Congressos do Estoril; dia 13 no Casino do Estoril

John Malkovich, estilista e actor ao vivo e a cores
John Malkovich e Stephen Frears estiveram juntos em 1988, com o filme “Ligações Perigosas” e, mais tarde, em 1996 com “Mary Reilly”. Actor e realizador voltam a encontrar-se no Estoril para darem a masterclass mais aguardada do festival. O cinema não é a única paixão de Malkovich. O actor criou também uma colecção de moda – “Technobohemian” – que será apresentada num desfile às 18h00 de sábado, 13, no Museu Condes Castro Guimarães.
Masterclass com Stephen Frears e John Malkovich, Sexta, 12, às 20h30, Centro de Congressos do Estoril

O anti-herói da BD Scott Pilgrim contra o mundo
Scott Pilgrim saltou dos livros de banda-desenhada de Bryan Lee O’Malley para o grande ecrã. Não fosse a ante-estreia no Estoril Film Festival e só poderíamos ver Michael Cera (o actor que gosta de fazer papel de adolescente parvo em filmes alternativos como “Juno”) a dar vida ao anti-herói da BD em Dezembro. No filme, Scott Pilgrim, baixista de uma banda de garagem, conhece a rapariga dos seus sonhos, mas para conquistar o seu coração terá de derrotar os seus sete perversos ex-namorados.
“Scott Pilgrim Contra o Mundo” de Edgar Wright; sábado, 13, às 19h45; Centro de Congressos do Estoril

George Clooney (mas calma: só a cores)

Correram boatos de que George Clooney seria uma das estrelas convidadas para a edição deste ano do festival. Afinal não passavam de boatos, mas pelo menos podemos ver Clooney na pele de Jack, um assassino em final de carreira, no filme “O Americano”, de Anton Corbijn. É a segunda longa-metragem do realizador que se estreou em 2007 com “Control”, sobre Ian Curtis e os Joy Division. Depois do filme, Corbijn, que começou como fotógrafo, responderá a perguntas dos menos tímidos.
“O Americano” de Anton Corbijn; sábado, 13, às 22h15; Centro de Congressos do Estoril

Woody Allen para acabar às gargalhadas

Tal como os últimos filmes de Woody Allen, “You Will Meet a Tall Dark Stranger”, o seu mais recente, não conquistou a crítica norte-americana, mas consegue a simpatia do público É o 41º filme do realizador que, mais uma vez, parece estar rendido à Europa. O (complicado) enredo gira à volta dos problemas de uma família em Londres, e conta com Anthony Hopkins, Naomi Watts e Antonio Banderas. O filme será o último a ser exibido na edição do festival deste ano.

“You Will Meet a Tall Dark Stranger”, de Woody Allen; domingo, 14, às 22h15; Centro de Congressos do Estoril »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/86962-doze-boas-razoes-ir-ao-estoril-film-festival, a 05 de Novembro de 2010, em Jornal I

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