Sugestões de Boas Iguarias de Inverno…

Locais de Iguarias de Inverno...   Fonte: http://economico.sapo.pt

Hoje trago um guia que vi no decorrer do passado fim semana, e que versa sobre locais onde podemos comer neste Inverno, desta feita, passo a partilhar com os leitores o respectivo guia.

« Onde comer para aquecer

Há sítios onde apetece entrar quando o Inverno se instala. Pela comida, pelo ambiente, pela sensação de conforto quando tudo lá fora parece hostil. Ficam cinco sugestões de abrigo

Na Primavera aparecem artigos do género ‘As melhores Esplanadas’; no Verão, ‘Os melhores locais para comer peixe’ ou ‘ Os melhores restaurantes à beira mar’; e no início do Outono, ‘os restaurantes da rentrée’. Mas quando o Inverno se instala, nada. Nem as melhores lareiras, nem as melhores sopas de cavalo cansado. Nada de nada. Para dar alguma paridade às estações do ano, deixamos-lhe cinco restaurantes para aquecer a alma nestes dias frios de Inverno. Com lareira ou sem lareira.

Ferrugem

Não é fácil chegar lá, pelo que o ‘roadbook’ que existe no site pode ser um bom auxiliar. Portela é uma aldeia perto de Famalicão e foi onde o casal Dalila e Renato Cunha escolheu para viver e criar este restaurante de cozinha contemporânea de matriz tradicional. Não há serviço à carta, embora possa dar-se um jeito, caso seja mesmo muito necessário. Mas já que vai fazer uns bons quilómetros não perca o menu de estação (um dos três menus disponíveis), onde irá encontrar, entre outros pratos, um pastel de nata que é de bacalhau; umas sopas de cavalo cansado (está atribuído o prémio!) com verde tinto, broa de azeite e porco preto alentejano; um polvo com tinta (o) Afros Vinhão; ou umas pataniscas com arroz de tomate, que na verdade são pataniscas de chila com arroz-doce de tomate. Um Minho ousado à mesa, sem bairrismos. Contactos: Rua das Pedrinhas, 32, Portela – Vila Nova de Famalicão; tel:252 911 700

Vallécula

O melhor para fugir ao frio é ir para o frio. Sabendo, depois, como fugir dele. Na região da Serra da Estrela, o Vallécula e a sua cozinha beirã serrana é um bom refúgio para reconfortar o estômago e a alma. Comece por uma morcela com grelos, que isto do Inverno não é para meninos. Depois avance-se para a capoeira e avie-se o galo estufado à moda antiga. Os filetes de novilho (isso mesmo, leu bem, filetes) de raça autóctone que só se arranja por estes lados são de converter qualquer vegetariano. Não termine sem uma pêra bêbeda e um digestivo de aguardente de zimbro da casa. Os vinhos são maioritariamente da região e se lhe oferecerem o da casa, beba-o à confiança. Contactos: Praça Dr. José de Castro Barreiros, Valhelhas; Tel: 275487123

Tasca do Joel

Que não se vá ao engano que de tasca esta Tasca não tem nada. Quer dizer, até tem um bocadinho. No espírito. Se resistir não entrar na garrafeira e loja gourmet, à esquerda, siga em frente e procure poiso. No caminho aproveite para dar uma olhada no expositor do peixe e ficar com uma ideia de ao que vai. Há uns pratos do dia e entradinhas que podem passar, por exemplo, por uns choquinhos com tinta, ou umas lulinhas ali da costa, muito bem confeccionadas. Depois, dependendo do que o mar tiver dado na véspera, avance para um peixe grelhado (um cantaril, por exemplo) com a particularidade de ser grelhados em forno a lenha (do pão). A Tasca do Joel é muito conhecida pela excelente garrafeira e caso se sinta perdido na escolha, por entre as muitas referências da lista, peça o branco que o amigo Dirk Niepoort faz para a casa. Contactos: Rua do Lapadusso, 73, Peniche; Tel 262 782 945

Spazio Buondi (o Nobre)

Esqueçam a imagem preconcebida que o nome poderá transmitir. O restaurante é mesmo o Nobre, dos mesmos Nobre, José e Justa, que nos anos 80, na Ajuda, recebiam mais políticos por metro quadrado do que a Assembleia da República em plenário. Escolha o que escolher mas se perder a sopa folhada de crustáceos (bem quente, a sair do forno. Está frio, lembre-se!) merece que a Emel lhe reboque o carro. Mas há mais entre clássicos e novidades. Coisas à moda da Justa, de raiz portuguesa, mas com influências de onde tiver que ser. O robalo assado em papillote é um must e, quando há, a perninha de cabrito no forno à transmontana é de lamber os dedos. De sobremesa raramente perco de vista as farófias, mas também já ouvi dizer bem da castanhada. Ah! Ao domingo há cozido à portuguesa. Contacto: Avenida Sacadura Cabral 53 B (ao Campo Pequeno), Lisboa ;Telefone: 217970760

São Rosas

Este é um daqueles lugares em cuja ementa fixa raramente encontro algo de muito excitante mas de onde saio sempre satisfeito. De facto, qualquer coisa que se peça tem normalmente a garantia de que é bem confeccionada e que a matéria-prima é de qualidade. Além disso, é um lugar acolhedor, sem grandes modernices, mas diferente do ambiente rústico habitual dos restaurantes regionais. A época das túberas, a trufa do Alentejo, é mais para o final de Fevereiro, pelo que é necessário uma alternativa. Se o objectivo é enganar o frio, uma sopa de beldroegas vai sempre bem. Depois, umas burras (bochechas) de porco ou um borrego assado no forno deixará qualquer um satisfeito. Mas não o suficiente para dispensar o óptimo pudim de Àgua de Estremoz ou a encharcada. Contactos: Largo D. Diniz,11 ; Estremoz ; Telefone: 268 333 345. »

In: http://economico.sapo.pt/noticias/onde-comer-para-aquecer_109914.html, a 30 de Janeiro de 2010, em Diário Económico

Bom Apetite

RT

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Cantina da Estrela… O Restaurante Onde o Cliente Paga Consoante o Gosto do Prato…

Cantina da Estrela... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago um artigo que versa sobre algo que pode ajudar na educação de muitos jovens, especialmente na cidade de Lisboa, e não deixa de ser uma boa solução gastronómica, passo a transcrever o referido artigo.

« Cantina da Estrela. Aqui os clientes é que decidem quanto pagam

Abriu o mês passado no Hotel da Estrela, em Lisboa, e são os alunos da escola de hotelaria ao lado quem cozinha e serve às mesas

Não se deixe enganar pelo nome do restaurante. Apesar de se chamar Cantina da Estrela e de estar decorado com quadros de ardósia e mesas antigas de madeira, a comida nada tem a ver com aquela que é servida em tabuleiros de plástico na maior parte das cantinas de escola. Basta observar a ementa, encaixada num dossiê com vários separadores, como se fosse um caderno de sumários, para perceber que os pratos aqui são outros: “risotto de balsâmico com foie gras”, “bacalhau com todos em cocotte”, “peixe do dia em bouillabaise cá das nossas” e outros que tais enfeitados com expressões francesas, italianas e, claro, portuguesas, como “borreguinho que se desfaz na boca”.

“A maior parte dos pratos são servidos em tachos e escolhemos o nome ”Cantina” por ser uma comida aconchegadora, como a que se come em casa”, explica Luís Casinhas, chefe de cozinha do restaurante que abriu portas no início de Dezembro no Hotel da Estrela, em Lisboa. Luís tem dupla responsabilidade: além de ser chefe de cozinha, tem de controlar a equipa de alunos que ali trabalha todos os dias, vinda da Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Lisboa, mesmo ao lado do restaurante. “Todos profissionais do hotel são alunos da escola, tanto na cozinha como nos quartos ou na recepção”, diz o chefe. “É um hotel de aplicação e como a escola tem quase 400 alunos temos uma equipa diferente todos os dias.”

A ementa é fixa, mas o facto de a brigada de cozinha ser rotativa pode dar algumas dores de cabeça a Luís: “A parte cansativa é ter de explicar as mesmas coisas várias vezes… de manhã estão uns, à tarde estão outros… E depois responder sempre às mesmas perguntas: ”Onde é que é a torneira?” Onde é que está o recipiente?””

NA COZINHA

Gonçalo Henriques, de 31 anos, está pela primeira vez a cumprir as horas de estágio do seu curso de Gestão e Produção de Cozinha na Cantina da Estrela. “Hoje já tratei da parte da mise en place [a etapa inicial da preparação de um prato em que se medem, descascam e cortam os ingredientes], estive a arranjar polvo e a deixá-lo em vácuo e a preparar bacalhau”, conta o aluno, que antes de querer ser chefe de cozinha trabalhava numa mediadora de seguros. “A parte pior é quando começam a chegar muitos clientes, trabalhamos com mais velocidade e entra-se no tal ”lodo”, uma expressão que se usa nesta área para quando há muito serviço.”

À noite, Gonçalo trabalha noutro restaurante e por isso já tem experiência nos tachos, mas há alunos que aparecem sem saberem cozinhar. “Embora as aulas tenham uma componente prática, é no restaurante que se aprendem as técnicas e se ganha o brio de ser cozinheiro”, diz o chefe Luís que em Dezembro recebeu mais de 70 estagiários. “Até alunos de outras escolas nos pedem para trabalhar aqui.”

AVALIAÇÃO

O restaurante fica num dos edifícios onde em tempos funcionou a Escola Secundária Machado de Castro e não se quis esquecer disso. “Para a decoração fomos ao Parque Escolar [empresa pública para a modernização de escolas secundárias] buscar mesas, cadeiras e quadros de escolas que foram demolidas”, conta Elisabete Guilherme, responsável de sala do restaurante. E sem esquecer o espírito de avaliação das escolas, os pratos escolhidos pelos clientes também estão à prova. “Existe um preço mínimo e um preço máximo e os clientes pagam o que quiserem consoante gostem dos pratos ou não”, diz o chefe Luís Casinhas. “Por exemplo se gostarem muito da nossa sopa de peixe com brunesa de legumes podem dar a nota máxima e pagar 5 euros. Se acharem que precisa de mais picante podem pagar 3 euros, ou dar a nota mínima [2,5 euros]. É uma boa maneira de avaliarmos e aperfeiçoarmos os pratos.”

Elisabete garante que, durante o primeiro mês, os clientes “foram justos e não deram a nota mínima só para pagarem menos”. “Aliás até costumam deixar [na conta que é a mesma folha da ementa] observações para os alunos”.

COPOS PARTIDOS

Não é a primeira vez que Mariana Ferraria, de 19 anos, e Kevin Pereira, de 20 anos, servem às mesas na Cantina da Estrela. “Já fiz serviço mais vezes e estive aqui nas férias”, conta Mariana que desde Setembro está no curso de Gestão Hoteleira, Restaurante e Bar. “Faz parte da componente prática do curso e debitam-nos nas horas de estágio.” Entre as disciplinas do curso estão várias técnicas como a de Serviço de Cozinha Quente e Serviço de Cozinha Fria. Mas as coisas nem sempre correm bem. “Eu já tive dificuldade em abrir uma garrafa de vinho que é uma coisa que aprendemos nas aulas”, confessa Kevin. Mariana teve mais azar: “Quandi ia pôr a imperial na mesa, o copo escorregou para cima de uma cliente e partiu-se na cadeira. Mas ela compreendeu, sabe que somos alunos.”

Cantina da Estrela, Rua Saraiva de Carvalho, 35, Lisboa. De segunda a sábado das 12h30 às 15h30 e das 19h30 às 22h30. Preço Médio: 25 euros; Tel: 21 190 01 00 »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/97166-cantina-da-estrela-aqui-os-clientes-e-que-decidem-quanto-pagam, a 7 de Janeiro de 2011, em Jornal I

Boas Degustações!

RT

Conheça os Detalhes da Restaurante Week Porto de 2010….

Restaurante Week Porto... Fonte: http://www.ionline.pt

Trago hoje, e para os amantes da gastronomia, a possibilidade de se poder aceder a restaurantes mais dispendiosos, a preços mais reduzidos, e desta forma poder contribuir para causas mais nobres, desta feita, trata-se de um festival que vai começar precisamente hoje na cidade do Porto.

« Restaurante Week Porto regressa quinta- feira com preocupações sociais

A terceira edição do Restaurante Week Porto regressa quinta feira com a participação de cerca de três dezenas de restaurantes de “qualidade superior” que oferecem refeições a preços acessíveis, disse hoje o organizador da iniciativa.

“O objetivo é proporcionar o mesmo nível de qualidade a um preço mais baixo”, adiantou à Lusa José Borralho, salientando “o lado solidário” da iniciativa.

O menu tem o preço fixo de 20 euros, mas um euro reverterá a favor da instituição parceira “Associação Mulher Atenta” e do “Movimento Mulher de Vermelho”, da Fundação Portuguesa de Cardiologia.

Nesta edição participam 31 restaurantes do Porto, Gaia e Matosinhos, contando-se entre eles o Foz Velha, Pedro Lemos, Restaurante de Serralves, Cafeína, Salsa & Loureiro e o Artemísia, entre outros.

Além de um maior número de restaurantes participantes, esta edição prolonga-se por 15 dias (até 27 de outubro), em vez de uma semana como as anteriores.

“Decidimos estender por mais dias para permitir uma maior adesão dos portuenses e assim aumentar também a contribuição a doar às duas instituições. Nas últimas edições angariou-se entre cinco a seis mil euros”, disse José Borralho.

A essência da iniciativa é possibilitar o acesso democrático à restauração, oferecendo a todos gastronomia de qualidade sob um preço convidativo, tornando acessíveis restaurantes muitas vezes inacessíveis.

Nesta edição, além da instituição parceira, será beneficiado o movimento “Mulheres de Vermelho”, criado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia com o objetivo de consciencializar e alertar a população feminina para a importância da prevenção das doenças cardíacas.

Em declarações à Lusa, a ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima, que integra o movimento, congratulou-se por as “Mulheres de Vermelho” terem sido escolhidas como instituição a apoiar pela iniciativa Restaurante Week, não só pela possibilidade de angariar fundos para o desenvolvimento de nova campanhas, mas também porque permite uma divulgação do projeto, já que atinge “um leque alargado de público”.

Além disso, sustentou, “tem a vantagem de ser um evento relacionado com alimentação. Um dos nossos objetivos é precisamente chamar a atenção para a necessidade de uma alimentação saudável e, aqui, as mulheres têm um papel importante, porque acabam por condicionar a dieta quotidiana da família”, disse.

Segundo afirmou, as mulheres tornaram-se, nos últimos anos, um importante alvo das doenças cardiovasculares devido ao seu estilo de vida menos saudável e mais desgastante.

“Atualmente, somos o país da Europa onde as mulheres mais trabalham fora e dentro de casa”, sublinhou.

Metade da verba angariada será entregue à “Associação Mulher Atenta” que, tal como nas edições anteriores, a entregará, posteriormente, a um projeto social que considere relevante e a necessitar de apoio financeiro.

O primeiro Restaurant Week surgiu em 1992 em Nova York, e desde então grandes capitais como Boston, Londres, Amesterdão e São Paulo aderiram ao conceito, contando até hoje com a adesão de mais de 10.000 restaurantes. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/82901-restaurante-week-porto-regressa-quinta–feira-com-preocupacoes-sociais, a 13 de Outubro de 2010, em Jornal I

Boas Degustações!

RT

Conheça Grandes Preciosidades da Cidade de Vila Nova de Gaia…

Preciosidades de Vila Nova de Gaia... Fonte: http://www.olhares.aeiou.pt

Hoje trago em vez da receita dominical, sugestão de alguns locais que se podem visitar na  cidade de Vila Nova de Gaia, mais propriamente, mesmo juntinho ao Rio Douro.

« Na margem esquerda do Douro não há só caves de Vinho do Porto

Está lá a Calém, a Ferreira ou a Sandeman, mas na zona ribeirinha de Gaia também estão alguns dos melhores restaurantes e bares da região

É o produto mais famoso do país além-fronteiras e a Região Demarcada mais antiga do mundo. Falamos, obviamente, do Vinho do Porto. Visitar as caves na margem esquerda do Douro, em Vila Nova de Gaia, é às vezes como entrar numa máquina do tempo. Os barris ali continuam perfeitamente alinhados, desenhados para o correcto envelhecimento do néctar, com as teias de aranha, como canta Rui Reininho na “Pronúncia do Norte”, a vidrarem na janela. A modernidade também já chegou a estes espaços. Festas, almoços, jantares ou reuniões, são alguns dos eventos que as caves podem albergar, a par, claro está, da degustação de variados vinhos do Porto. Mas nem só de vinho vive a zona ribeirinha de Gaia. Por entre uma visita às caves (seja a Calém, a Ferreira, a Sandeman, a Taylor”s ou a Offley), há muito por onde se entreter. E comer.

Restaurante Moscovo Logo depois de passar o tabuleiro inferior da Ponte Luiz I e se começar a descer para a zona ribeirinha de Gaia, está o Restaurante Moscovo com uma decoração temática, a que se juntam vários apontamentos sobre a história dos czares e a antiga União Soviética. O Salmão à Vladivostok é uma das especialidades, numa casa onde não podia faltar, claro está, o vodka. Só fecha à segunda-feira.

A Cozinha do D.Tonho Para muita gente este é um dos mais emblemáticos restaurantes do Porto. Para muitos outros é o restaurante do Rui Veloso. De facto, o músico portuense é um dos sócios desta casa. Aliás, se for ao site é recebido pela música “Porto Sentido”. Mas o D. Tonho também cruzou o rio e instalou-se mesmo em cima do Douro, na margem esquerda. Todo envidraçado, permite uma vista deslumbrante sobre a cidade do Porto, mantendo o mesmo requinte no serviço. Depois de uma caminhada pelas caves, pode optar por umas Tripas à Moda do Porto ou um Bacalhau à Zé do Pipo para recuperar energia.

Corpus Christi Se boa parte da história do Vinho do Porto lhe pode ser contada pelas milhares de barricas das caves, outra parte da história da zona ribeirinha de Gaia é revelada pelo convento Corpus Christi. Após anos de abandono, a autarquia reabilitou o espaço e devolveu-o à cidade. Fundado em 1345, foi decaindo quase até à decrepitude. Agora, é possível ver as peças de arte sacra de grande valor ou o extraordinário coro-alto da capela. A título de curiosidade refira-se que está no Corpus Christi a arca tumular de Álvaro de Cernache, alferes da bandeira da Ala dos Namorados, na Batalha de Aljubarrota.

Teleférico Pode parecer estranho que apareça neste roteiro uma obra que ainda não está finalizada. O teleférico de Gaia só começa a rolar em meados do próximo mês de Novembro, mas já é possível admirar a estação na zona ribeirinha, com as cabines que irão transportar os clientes todas alinhadas. É a primeira infra-estrutura do género em ambiente urbano e vai ligar o Jardim do Morro ao Cais de Gaia. Quando estiver a funcionar a sério, vai permitir uma vista única sobre o Porto e sobre as caves do Vinho do Porto.

Cais de Gaia No fim do seu périplo por barricas e cálices de Porto, pode terminar a sua visita no Cais de Gaia. O que tem lá à sua disposição? O Bogani Café, o Irish Pub, a República da Cerveja, o Real Thai, o Pedra Alta, uma pequena loja de vinhos do Porto, artesanato, enfim, o final ideal para a viagem que lhe propomos. Para todas as carteiras – pormenor importante em tempos de austeridade. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/82223-na-margem-esquerda-do-douro-nao-ha-so-caves-vinho-do-porto, a 8 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

RT

Roteiro das Tripas à Moda do Porto… Conheça Aqui os Detalhes…

Roteiro das Tripas à Moda do Porto... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje por ser Domingo, trago algo relacionado com a nossa gastronomia, desta feita, li no decorrer da semana transacta um artigo que versa, sobre um roteiro para se degustar Tripas à Moda do Porto.

« Os melhores sítios para comer tripas à moda do Porto

Na verdade, o prato está na moda desde a época dos Descobrimentos. É um símbolo da cidade e nós fomos provar os mais requisitados

O provérbio diz que a necessidade aguça o engenho. A história do Porto demonstrou que também serviu para aguçar o apetite. Durante os Descobrimentos, pediram aos portuenses alimentos para abastecer as naus que iam tomar Ceuta. As carnes seguiram e a população ficou com as miudezas. A partir das tripas, imaginaram-se muitas alternativas na cozinha. Nasciam as “Tripas à Moda do Porto”, que figuram na montra dos mais importantes símbolos da cidade. Raul Solnado elogiou-as e José Mourinho provou-as quase por correio. Descubra alguns dos melhores sítios para as comer.

O Líder Manuel Moura, proprietário deste restaurante, não tem dúvidas que as tripas são um “ex-libris” da cidade do Porto. Nada pode faltar na receita: “A touca e o estômago do animal, mão de vaca, feijão branco, cenoura, refogado com cebola, bacon e toucinho fresco, chouriço, bom azeite, sal, pimenta e cominhos.” Para acompanhar, arroz branco seco. É servido numa caçarola e decorado com salsa picada, frango desfiado e orelheira de porco fresca. E um bom vinho tinto, “seja maduro ou verde”. Preços: por 16,5 euros comem duas pessoas.

Alameda Eça de Queiroz.

A Cozinha do Manel Às quartas-feiras e sábados, os amantes das tripas podem rumar à Cozinha do Manel. No passado fim-de-semana, “mais de trinta pessoas pediram para levar tripas para casa”, garante ao i Manuel Mendes. Tiveram mesmo de confeccionar tripas “adicionais” porque “o desejo do cliente é sempre uma obrigação”. O proprietário avisa que as tripas têm de estar “bem lavadas e cozidas”. Uma dose é servida por dez euros. Rua do Heroísmo.

Pombeiro O prato é “muito requisitado” neste local. Quando venceram o primeiro prémio num concurso, em 2002, pediram-lhes que passassem a cozinhá-lo “todos os dias”, conta Manuel Pinto Pereira. Os ingredientes passam no teste da qualidade, “vêm da aldeia”, e os fregueses, de todo o lado… “Vem gente de Lisboa comer as tripas. No tempo em que o Mourinho estava no Chelsea, os amigos levaram-lhe tripas. Ele ainda não passou por cá, mas sei que as comeu e repetiu. Também já as levaram para a Bélgica e um dos grandes admiradores deste restaurante foi Raul Solnado. Escreveu que fazíamos as melhores tripas do universo e o papel ainda está na parede”, garante. Preços: 8,5 euros para uma pessoa e 15 euros para duas. Rua do Capitão Pombeiro.

O Buraco Há 40 anos que o ritual se repete no restaurante O Buraco. Todas as sextas-feiras as tripas enchem as mesas. “Qualquer estrangeiro que aqui vem pede tripas”, refere o proprietário Manuel Azevedo. A casa é conhecida pelo peixe fresco, mas todos os dias há um “prato forte” de carne no menú. Diz quem sabe que depois de comer tripas o melhor é não ter muito que fazer. Sirva, por exemplo, com uma reserva duriense “Coimbra de Mattos” e a seguir vá “dormir uma soneca”. Preços: seis euros para uma pessoa, 12 euros para duas. Rua do Bolhão.

Casa Correia Uma das mais-valias deste estabelecimento é o facto de ser uma tasquinha típica. Os clientes parecem gostar, porque “já há pouco disso”, refere José Pereira Correia. Mas não só. Ele próprio torna-se um cliente regular das tripas que a mulher prepara às quintas-feiras. Gosta “muito” de um “pratinho muito apreciado no Porto”. Um dos segredos está no “variedade de carnes”. Preços: Meia dose por 8,5 euros e por 13,5 euros comem duas pessoas. Rua Dr. Barbosa de Castro.

Se ainda não se decidiu, esmiúce as restantes sugestões do Chefe Hélio Loureiro, presidente da Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto. “O Tripeiro”, onde se comem tripas “muitíssimo bem confeccionadas”; o restaurante “Casa Aleixo”, espaço emblemático mais conhecido pelo polvo, mas com uma “persistência de receituário” que torna as tripas “das melhores da cidade” e o espaço “Salsa & Loureiro”, no Hotel Porto Palácio, que serve tripas à quarta-feira. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/81191-os-melhores-sitios-comer-tripas–moda-do-porto, a 01 de Outubro de 2010, em Jornal I

Bom Apetite!

RT

Arroz de Frango do Campo Com Camarões…

Arroz de Frango Campo Com Camarões Fonte: http://www.tutoriall.com.br

Hoje por ser Domingo, trago um receita de culinária de Arroz de Frango do Campo com Camarão, passo a transcrever a mesma na íntegra, e agradeço a dona da receita, D Felícia Sampaio.

« Arroz de Frango do Campo com Camarão
Felicia Sampaio
Editora Culinária do Roteiro Gastronómico de Portugal

Ingredientes:
Para 4 pessoas

  • 1 frango do campo com 1,200 kg
  • 6 colheres de sopa de óleo
  • 300 g de feijão verde congelado
  • 120 g de bacon numa só fatia
  • 2 cebolas
  • 125 g de arroz
  • 3 colheres de sopa de refogado de tomate de compra
  • 4 dl de caldo de marisco (de cubo)
  • 4 tomates maduros
  • 200 g de camarão congelados
  • 1 ramo de salsa
  • sal q.b.
  • pimenta branca moída na altura q.b.

Confecção:

Depois do frango arranjado e lavado, corte-o em 8 pedaços e tempere-o com sal e pimenta.
Aqueça o óleo num tacho, e nele frite os pedaços de frango durante 10 minutos, alourando bem, de todos os lados.
Retire e conserve quente.
Coza o feijão verde congelado num tacho com água temperada com sal, durante 10 minutos.
Corte o bacon em quadradinhos pequenos, descasque as cebolas e pique-as.
Coloque ambos os ingredientes no óleo de fritar o frango e deixe alourar.
Passe o arroz por água fria corrente, adicione o arroz ao refogado de cebola e bacon e deixe tomar cor durante 5 minutos; em seguida, aqueça o caldo de marisco, o refogado de tomate e os tomates pelados e picados e adicione ao arroz.
Misture bem e, depois de 5 minutos de cozedura, incorpore os pedaços de frango à mistura do tacho.
Continue a cozinhar durante 20 minutos, mexendo de vez em quando.
Adicione o feijão verde e os camarões descascados, ao arroz 5 minutos antes de terminar a cozedura.
Tempere de sal e pimenta, polvilhe com salsa picada e sirva. »

In: http://www.gastronomias.com/receitas/rec4075.htm, a 17 de Setembro de 2010

Bom Apetite!

RT

Sugestão de 5 Restaurantes Onde Se Pode Degustar Bom Peixe na Grande Lisboa… Conheça Aqui os Destalhes…

Onde Se Porde Degustar Bom Peixe na Brasa em Lisboa... Fonte: http://www.olhares.aeiou.pt

Tempo de Verão e de Férias, e que tal um bom peixe grelhado? Pois bem e por ser Domingo, trago como sugestão uma reportagem que saiu num diário da nossa praça, e que versa sobre restaurantes cuja ementa principal é constituída por peixe, pena mesmo, é que os mesmos sejam somente na grande Lisboa, no entanto, transcrevo a referida reportagem, para quem viver em Lisboa e Arredores, ou para os que puderem visitar os mesmos.

« Aqui há peixe: cinco restaurantes sem espinhas

Duarte Calvão, crítico gastronómico e responsável pelo Peixe em Lisboa, escolhe alguns pratos: do Mergulho no Mar (Tavares) às sardinhas em Alfama

Apetece-lhe saborear um peixe fresco e saboroso, na cidade ou, melhor ainda, de olhos postos no mar? Ninguém melhor que o crítico gastronómico Duarte Calvão, responsável pela organização do evento Peixe em Lisboa, para sugerir alguns sítios onde se pode comer bom peixe. Perguntámos e ele respondeu sem grandes dúvidas.

Tavares
“Há um bocado a ideia de que o melhor peixe é comido grelhado, mas é evidente que um bom peixe também brilha quando o prato é mais sofisticado. Há restaurantes que têm acesso aos melhores produtos e isso sente-se. Um dos pratos de peixe mais notáveis criados nos últimos anos em Portugal é o Mergulho no Mar, do José Avillez, no Tavares.” Mas o que é o Mergulho no Mar? É um prato de robalo cozido a baixa temperatura, durante 20 minutos, acompanhado de bivalves como lingueirão, mexilhão e berbigão, e servido com algas alface de mar, Dulcea carnosa, kodium e salicórnia e escaldado no final com água de mar ligeiramente alimonada.

Monte Mar
E porque a paisagem também faz parte de uma refeição, pedimos a Duarte Calvão um prato de peixe saboreado com vista sobre o mar. “Há um restaurante na estrada do Guincho, o Monte Mar, com uma varanda sobre o mar e que tem sempre muito bom peixe. Além dos célebres filetes de pescada com arroz de berbigão, tem peixe do dia grelhado, assado à padeiro ou no sal, bacalhau assado, linguado frito com açorda e medalhões de cherne.”

Ribamar

Outro lugar que Duarte Calvão gosta de recomendar é o restaurante Ribamar, em Sesimbra. Situado na Avenida dos Náufragos e com uma magnífica vista sobre o mar, é o porto de abrigo dos verdadeiros apreciadores de peixe. “Servem peixe grelhado muito bom e têm óptimos peixes com receitas, do imperador cozido em vapor ao pregado ou ao robalo, até pratos típicos de Sesimbra, como os choquinhos à pé descalço”, diz Duarte. Choquinhos à pé descalço? João Garcia, empregado do Ribamar, explica: “São chocos com tinta. O prato vem assim, não tem companhia. O acompanhamento, que pode ser batata frita ou cozida, tem de ser pedido. É um prato de pescadores. Já os pratos de peixe, como o linguado grelhado, têm alho francês e tomate em vapor a acompanhar.”

Lautausco

“Adoro sardinhas assadas e elas vão engordando ao longo do Verão. Há quem diga que as melhores são as do fim do Verão. Costumo comê-las no Lautasco, um restaurante em Alfama com pátio ao ar livre, assadas com pão, que fica bem embebido na gordura da sardinha”, sublinha Duarte Calvão. No Lautasco, o dono, José Martins, explica o segredo das sardinhas que serve: “Temos sardinhas até Outubro, porque ela vai engordando. Este ano Junho foi mau, ela estava muito seca, agora já pinga. Também temos um arroz de lulas com gambas, arroz de tamboril, cataplana mista de peixe e as famosas pataniscas de bacalhau com arroz de tomate, que servimos há mais de 35 anos.”

A Travessa
A terminar, Duarte Calvão dá mais uma dica. “Não posso deixar de referir A Travessa, em Lisboa, já que o António Moita, um dos proprietários, é um grande especialista em peixe. Em vez de pedir os pratos de sempre, é bom ouvir a sua sugestão para o dia.” Vamos então ouvir a sugestão de António Moita, pescador desde muito novo: “Hoje recomendo os lombos de peixe-galo com emulsão de champanhe, que vão para a mesa com legumes salteados, puré de nabo e batata cozida com casca e salteada. Também temos a raia em vapor com manteiga queimada e alcaparras e o tamboril flamejado numa base de creme de marisco.” Segue-se uma curiosa revelação. “Os portugueses gostam cada vez menos de ver espinhas no prato, por isso, servimos tranches de corvina grelhada numa cama de folha de espinafre e com redução de lima, para não ser a história do peixe grelhado, ponto final. E ao sábado temos os mexilhões feitos no tacho com alho-francês e vinho branco ou nata fresca, que acompanha com batatas fritas.”»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/72696-aqui-ha-peixe-cinco-restaurantes-sem-espinhas, a 06 de Agosto de 2010, em Jornal I

Boas Refeições!

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Como Escolher Peixe e Fruta Fresca…Veja Aqui as Dicas…

Mafalda Pinto Leite dá Dicas de Como Escolher Bom Peixe e Fruta Fresca... Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje, e para se começar bem uma semana, trago um artigo de abrir o apetite, que tal almoçar a ver o jogo da nossa Selecção com um bom peixe, passo a transcrever a reportagem, de como, se escolher um bom peixe.

« Aprenda a escolher o melhor peixe e a fruta mais fresca com Mafalda Pinto Leite

Fomos às compras com com uma especialista. Mafalda Pinto Leite tem um novo programa na SIC Notícias a estrear amanhã. No Mercado de Cascais comprámos peixe fresco, legumes e fruta

Cor, cheiro e consistência. Três regras básicas para escolher o melhor peixe, fruta e legumes. Mas há outro truque. Mais fácil do que aprender a ler os olhos de um peixe ou conhecer o peso de uma boa melancia é fazer um amigo no mercado. O conselho é de Mafalda Pinto Leite, cozinheira de 33 anos, que estreia amanhã, às 11h30, o programa de culinária “Dias com Mafalda”, na SIC Notícias. “Ficar amiga dos vendedores significa não ter problemas. É um amigo que se ganha para a vida porque se tudo correr bem, eles sabem que vamos voltar.” Mafalda Pinto Leite já fez alguns amigos no Mercado de Cascais e é lá que vamos às compras. Mas antes conhecemos a cozinha que poderá ver todos os sábados no programa de televisão.

Encontrámo-nos com a cozinheira, que trabalhou com Jamie Oliver, às 10h30 no Monte do Estoril. Na sua casa já não há câmaras de filmar, mas sempre que é preciso gravar mais um episódio a cozinha transforma-se em estúdio de TV e o frigorífico é arrastado para o corredor. “Há dois anos que pensava neste projecto. Sentia que fazia falta um programa descontraído com receitas rápidas – em 20 minutos fazemos três a quatro – saudáveis, com os sabores que conhecemos”, conta Mafalda.

Sem guião, com queimaduras pelo meio – da cozinheira – e filhos a aparecer para provar ou roubar um bocado de chocolate da tigela, “Dias com Mafalda” é inspirado nos programas de Jamie Oliver. “O programa é na minha cozinha porque quero que as pessoas sintam como se estivessem aqui comigo. Numa cozinha normal, com utensílios básicos.” Mafalda nem se importa que não siga à risca as suas receitas, quer apenas que fique com vontade de ir para a cozinha.

Antes de seguir o conselho da mãe do Vasco, de 3 anos, e da Marina, de 7, que vai ver muitas vezes a cirandar pela cozinha e a provar as receitas, aprenda a escolher os melhores produtos com Mafalda Pinto Leite.

Peixe: “Olhos claros e limpos indicam que o peixe é fresco. Se abrir as guelras e encontrar sangue é um bom indicador”, diz Mafalda Pinto Leite. Outro detalhe a ter em atenção é que se cheirar muito a peixe é sinal que já está em deterioração. Tenha em atenção se o corpo do peixe está firme, com a barriga normal, sem estar murcha ou inchada.

Fruta: A cor da fruta, se está mole ou rija e o cheiro são os indicadores a ter em conta. “Estamos na altura das cerejas, dos morangos, das framboesas e dos pêssegos. Qualquer coisa que cheire bem é bom sinal.” Mas aqui vai o passo-a-passo para cada fruta. “Apalpe e cheire os pêssegos. Procure um cheiro doce e escolha os que se estão um bocadinho moles, pois se estiverem muito rijos não dá.” As cerejas escolhem-se pela cor e querem-se vermelhinhas. A melancia não dá para escolher pelo cheiro mas sim pelo peso. “Tem de a sentir pesada.” Melões e meloas têm de ter um cheiro adocicado, mas há outro truque. “Carregue nas extremidades e se cederem um bocado é bom sinal”, diz Mafalda Pinto Leite. Para escolher morangos tem de estar atento à cor mais escura e ao cheiro doce. Opte pelos que têm o caule verde vivo e que não tenham zonas acastanhadas.

Vegetais: A textura e cor dos legumes são o espelho da saúde do legume. As alfaces querem-se estaladiças e não podem estar amareladas, com furos ou pegajosas. O tomate de qualidade tem pele lisa, esticada e sem manchas. Mafalda Pinto Leite dá outro conselho: “As curgetes mais pequeninas e mais verdinhas são as melhores. É que à medida que crescem ficam mais esponjosas.”

Receita fresca para o Verão, depois de aprender a escolher os morangos:

Salada de morangos, hortelã e coco Receita do blogue: http://mafaldapintoleite.blogs.sapo.pt/

Ingredientes:

250 g de coco em lascas torrado

500 g de morangos cortados ao meio

2 Colheres de chá de açúcar castanho

Açúcar de hortelã

1 Chávena de folhas de hortelã

¼ Chávena de açúcar fino

Coloque o coco, os morangos e o açúcar numa tigela e misture. Para fazer o açúcar de hortelã, coloque a hortelã e o açúcar numa robot e bata até estar misturado. Polvilhe por cima da salada e sirva. Pode usar basílico em vez da hortelã. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/65088-aprenda-escolher-o-melhor-peixe-e-fruta-mais-fresca-com-mafalda-pinto-leite, a 18 de Junho de 2010, em Jornal I

Boas Refeições!

RT

Conheça Onde Pode Degustar Refeições Milionárias em Hoteis de Luxo…

Refeições em Hoteis de Luxo Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje e por ser Domingo, trago uma sugestão gastronómica, que apesar de já ter siso publicada à algum tempo, penso que a mesma seja, interessante, passo a transcrever a referida peça jornalística, mas não vou comentar a mesma, em virtude de ser uma publi reportagem.

« Refeições milionárias em hotéis de luxo

Hotéis de luxo pedem comida refinada. Desde o pequeno-almoço ao jantar, passando pelo snack, nada é simples ou banal nos hotéis onde só milionários ficam hospedados. O portal Hostels.com disponibiliza uma lista com todos os pormenores dos locais onde além de conforto e luxo, pode encontrar uma cozinha de requinte, acessível para poucas carteiras.

Pequeno-almoço

Servido no Ritz Carlton, em Moscovo, por mil euros, poderá tomar o “pequeno-almoço do czar”, composto por vodka nobre, foie gras e caviar.

Mas se o dinheiro não for preocupação, o pequeno-almoço mais caro será provavelmente servido no Le Parker Meridien em Nova Iorque. O “Zillion Dollar Frittata inclui seis ovos, lagosta e 280 gr. de caviar.

Snacks

Depois de um dia de compras em Nova Iorque, talvez um bagel de trufas do Hotel Westin seja o snack mais adequado. Coberto com creme de queijo, trufas brancas, compota Riesling e folha de ouro, o petisco fica por 645 euros. No Hotel Mandalay Bay em Las Vegas é possível optar por um hamburguer, talvez seja o mais caro do mundo. Longe dos que habitualmente se vê nas cadeias de fast-food, o Fleur Burger, tem trufas negras e foie gras entre dois pedaços de pão. O preço: 3220 euros.

Jantar

Durante o Inverno, o restaurante Ca d’Oro, do St. Moritz Kempinski Grand Hotel na Suiça serve o menu “Top of the world”. São sete pratos por 3700 euros. São quatro horas passadas na companhia de excelentes cozinheiros que ajudam na escolha dos vinhos.

Bebidas

Para beber um drink ao final do dia há sempre o “27,321”, um dos cocktails mais caros do mundo, servido no Burj Al Arab, no Dubai, por 4690 euros. Para os menos audazes, o típico “Martini on the rocks” servido no Algonquin Hotel, em Nova Iorque, pode ser uma possibilidade. De notar que, neste caso, a “rock” não é gelo, é um diamante.»

In: http://www.ionline.pt/conteudo/20866-refeicoes-milionarias-em-hoteis-luxo, a 1 de Setembro de 2010, em Jornal I

Boas Refeições!

RT

Grande Hotel do Porto…Transforma-se Num Restaurante Com Nome de D Pedro II…Veja Aqui os Detalhes…

Conheça o Restaurante D Pedro II na Cidade do Porto Fonte: http://www.ionline.pt

Hoje trago como sugestão gastronómica, trago um artigo que saiu a semana passada num diário da nossa praça, trata-se de um espaço renovado, na cidade do Porto, passo a transcrever a referida reportagem, mas não vou comentar a mesma.

« D. Pedro II. À mesa do imperiador

O Grande Hotel do Porto está renovado. A revolução começou na cozinha (o restaurante agora chama-se D. Pedro II) e custou 1,5 milhões de euros

O hotel mais antigo do Porto já se pode mostrar ao público de cara lavada. Depois de sofrer obras totais de remodelação, o Grande Hotel do Porto está pronto para receber hóspedes e para ser visitado por quem passa na Rua de Santa Catarina.

Situado em pleno coração da cidade, este hotel de charme foi construído em 1880 e, poucos anos depois passou para as mãos da família Melo Lopes, onde se mantém até hoje. Não faz parte de nenhuma cadeia de hotéis nem tão pouco pertence a um forte grupo económico, mas nem por isso deixa de estar de boa saúde e com boas cores.

Fernando Marques de Oliveira foi o arquitecto responsável pela remodelação das áreas públicas e o gabinete de arquitectos Roberto Cremascoli, Edson Okumura e Marta Rodrigues, tiveram a cargo os quartos. O estilo clássico mantém-se, reinventado aqui e ali com pormenores contemporâneos.

O restaurante mudou de nome e passou de Renascença a D. Pedro II, em homenagem ao Imperador do Brasil que por lá passou. O preço médio de uma refeição ronda os 25 euros, e o chefe Joaquim Sousa promete surpreender o visitante com a sua criatividade. Filetes de sardinha marinada com cama de alho francês em pão da avó, tempura de queijo de cabra com chutney de figo e salada de maçã, bife de espadarte com redução de cebola roxa e batatinha torneada, ou naco de vitela lacada com pistáchio salteado de tronchuda e caramelo de vinho do Porto, foram alguns dos pratos que nos deixaram com água na boca.

O preço da estadia é variável, mas conseguimos dizer que a média rondará os 125 euros. Marta Henriques, directora do hotel, diz que o melhor é mesmo pegar no telefone e ligar. “Os preços podem baixar para metade se, por exemplo, o hotel não estiver cheio.”

As obras de remodelação, orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros, começaram em 2007 e foram feitas por fases. “Nunca encerramos o hotel, apenas partes dele”, explicou a directora ao i. Na verdade, o Grande Hotel esteve sempre com as portas abertas e as obras foram feitas por pisos. “Foi difícil, mas seria pior se tivéssemos fechado”, admite Marta Henriques.

Até agora as críticas dos clientes habituais têm sido muito boas, mas há que salvaguardar sensibilidades mais apertadas. É que, muito embora o hotel seja em estilo clássico, a decoração dos quartos é mais minimalista e despojada, ornamento que não agrada a todos. “O nosso 1º piso é o piso clássico, pois lá os quartos têm uma decoração diferente, mais clássica e mais ao gostos de certos clientes que se sentiam chocados com tanta modernidade.” É também nesse piso que ficam as duas únicas suites do hotel: Manoel de Oliveira e Guilhermina Suggia. Dois nomes grandes da cultura nacional e portuense, e cujas vidas se cruzaram com o Grande Hotel. O realizador rodou lá dois filmes, e a violoncelista conheceu o marido entre as quatro paredes do hotel. »

In: http://www.ionline.pt/conteudo/60935-d-pedro-ii–mesa-do-imperiador, a 21 de Maio de 2010, em Jornal I

Boas Refeições

RT